@little-prewett-submarine
Gid, hey... Easy.
I was so worried about you.

seen from Poland

seen from India
seen from United States
seen from Poland
seen from Azerbaijan

seen from Australia

seen from Australia

seen from Russia
seen from South Africa

seen from Netherlands
seen from United States

seen from Australia

seen from France

seen from Hong Kong SAR China
seen from Saudi Arabia
seen from United States
seen from Malaysia

seen from Hong Kong SAR China
seen from Saudi Arabia
seen from United States
@little-prewett-submarine
Gid, hey... Easy.
I was so worried about you.
@delianott
Delia, oi! Como você tem estado? Faz tanto tempo que não nos vemos.
@theblacktapestry
Hello, little cousin. Heard you didn’t go home for the holiday. How was it?
know i'm all bite, no bark {bellatrix & theodore}
@burtontheodore
Apesar de muitas vezes agir por impulso e deixar suas emoções tomarem conta, Bellatrix sabia muito bem quando era a hora de ser cautelosa e elaborar planos. Sendo assim, ela estudou por uma semana o comportamento de seu próximo alvo: um sangue-ruim chamado Theodore Burton, que trabalhava como pianista em um restaurante no Beco Diagonal. Não havia grandes motivos por trás daquela possível tortura, nem um desafio, porém a morena procurava alguém para descontar um pouco da tensão que vinha sentindo nos últimos tempos. Por sorte, logo seria o aniversário do homem, e Lestrange estava planejando algo especial para aquela data, afinal, nada como comemorar o nascimento de um ser tão impuro quanto ele com um pouco de tortura. Conforme o planejado, aguardou em uma rua deserta pela qual ele certamente passaria no caminho até a banca de jornal, vestida à rigor com sua capa preta e máscara, atrás de uma mureta. Assim que o avistou, empunhou a varinha e esperou que ele se aproximasse. — Stupefy! — Lançou o feitiço, que fez ele voar para trás e desmaiar no chão. A mulher imediatamente correu até o homem e o pegou pelo braço, desaparatando com ele.
Assim que aparataram em um prédio abandonado, previamente checado pela mulher, a ex-sonserina o amarrou a um assento, firmando os pulsos do pianista nos braços de metal da cadeira. Antes de qualquer outra coisa, pegou de seus pertences um frasco da poção Volubilis, a fim de alterar sua voz para que ela ficasse irreconhecível; não que o homem em questão soubesse quem Bellatrix fosse, porém todos os cuidados eram importantes, e ela não cometeria nenhum deslize. Empunhou a varinha e ergueu o rosto da vítima, de forma que a varinha apontasse diretamente para sua face. — Aquamenti. — Água jorrou de sua varinha, e a mulher não parou até que o homem estivesse acordado, quase engasgando. — Acordado para a diversão de aniversário? — Perguntou, sorrindo por debaixo da máscara.
killing butterflies {bellatrix & summer}
@summerbel
Há alguns dias Rodolphus deixara suas roupas em cima da cama enquanto tomava uma ducha, logo após Bellatrix ter banhado-se. Estava pegando o montante de peças do marido para colocar em cima de uma cadeira para que os elfos domésticos lavassem depois, quando um bilhete caiu de seu paletó, o que era um tanto estranho. Assim que abriu o pedaço rasgado de pergaminho, no entanto, sentiu seu sangue ferver. Era um recado constatando uma data, horário e endereço, junto com uma marca de beijo de batom vermelho. Nitidamente Lestrange estava saindo com uma amante. Sua vontade era de gritar com o homem, de quebrar objetos, de machucá-lo. Era hipocrisia de sua parte irritar-se com o fato do homem procurar algo a mais fora do casamento, especialmente quando a mulher o fizera por tantos anos, porém tudo que ela via naquele momento era a cor vermelha, e só conseguia pensar em como ele não era completamente seu. Guardou o bilhete e imediatamente decidiu que iria comparecer a tal data marcada; faria uma surpresa para a mulher com quem ele se encontrava, e não iria permitir que ela saísse viva daquele encontro. Talvez dessa forma seu marido fosse entender que ninguém traía Bellatrix, que fora uma Black muito antes de tornar-se uma Lestrange.
Na data marcada, pôs uma capa que escondia perfeitamente sua face pelo capuz e aparatou perto do Caldeirão Furado, onde entrou e dirigiu-se diretamente para o quarto apontado no bilhete. Com um aceno da varinha, abriu a porta facilmente. Assim que entrou no recinto, trancou a porta com um feitiço não-verbal de uma forma rápida, sem virar as costas para a mulher já presente no recinto, que pareceu logo ficar ciente de sua presença. — I believe you were expecting my husband. — Disse, apontando a varinha para ela. — Fucking his halfbreed secretary. Now that’s just pathetic. — Aproximou-se, abaixando o capuz com a mão livre. — Don’t you try anything. You have no idea the mess you got yourself into.
just a plain old threat | bellatrix’s pov
Trouxas eram, na visão purista de Bellatrix, uma espécie não evoluída, cujas invenções eram um desperdício de tempo. O fato de bruxos serem obrigados a estudarem sobre eles em Hogwarts era algo que fazia o sangue de Lestrange ferver. Em sua visão, a escola deveria ensinar coisas dignas, que realmente fossem agregar ao futuro dos estudantes, como o de seu primo. “Mas claro que o currículo escolar está desse jeito, há sangue-ruins por todo o castelo. Infestando-no como pequenas baratinhas” pensava, indignada. Quando ficou sabendo que o professor de Estudos Trouxas era um nascido-trouxa, então, foi como se um alvo gigante fosse pintado em suas costas. A princípio ela não conseguira muitas informações sobre a moradia do homem, e como ir atrás dele em Hogwarts estava fora de cogitação, manteve seus planos dormentes, contentando-se com ameaças por corujas alugadas direcionadas para a própria escola.
Tudo mudou, no entanto, quando uma lista surrupiada do Ministério da Magia contendo alguns registros de nomes e endereços de nascidos-trouxas da Inglaterra chegou às mãos do círculo íntimo de Lord Voldemort. Gianluca Fiorotto foi o primeiro nome que se destacou aos olhos da comensal da morte, que imediatamente passou a monitorar, de longe, o movimento da moradia do homem. Em um dia em que o local estaria vazio, sacou a varinha e aparatou no endereço que constatava no pergaminho. Era um bairro comum, e Bellatrix não demorou muito a arrombar a porta do apartamento que o professor dividia com a esposa. A morena esperava divertir-se no local, porém aquele lar estava vazio.
Pegou a faca que guardava na bota e cravou no sofá aparentemente aconchegante, rasgando o tecido e deixando o estofamento à mostra. Observou uma moldura simples com uma foto do casal e a apunhalou, quebrando o vidro e arranhando a fotografia. Passou por cima dos cacos e foi até a prateleira, que continha uma extensa coleção de livros. Começou a jogá-los para fora, vez ou outra pegando alguma obra e rasgando uma página aleatória. Mais embaixo na prateleira viu uma coleção de objetos estranhos, provavelmente trouxas: discos redondos pretos envoltos por capas de papel. Dobrou alguns porém logo cansou-se, desistindo no meio.
tw; violência animal
Ouviu um miado baixinho vindo da janela e aproximou-se, avistando um gato cinza assustado do lado de fora. Abriu a janela, acariciou o animal a fim de torná-lo mais à vontade, e o pegou no colo. Seguiu até o quarto do casal e posicionou o gato na cama, imobilizando-no. Ignorou a relutância do animal, que a cobriu de arranhões, afinal, queria passar uma mensagem. Pegou a faca da bota novamente e, em movimentos bruscos, apunhalou o gato, banhando o edredom creme com sangue. Bellatrix limpou a ferramenta no tecido que protegia a cama e guardou a faca. Aparentemente, seu trabalho ali estava feito. Pelo menos por enquanto. Saiu do apartamento às pressas, aparatando para longe dali logo em seguida.
Acompanhe a sequência em Lord, grant me the strenght
keep no secret | bellatrix’s pov
Se havia algo que Lestrange detestava era a tentativa de ser enganada. A comensal da morte era excelente em reconhecer mentiras e desenterrar segredos, e sempre fazia questão se usar essas habilidades para estar passos à frente dos outros e prever seus movimentos. Seus tios, Walburga e Orion Black pediram para que Bellatrix ficasse de olho em seu primo mais novo, para certificar-se de que ele estaria trilhando o caminho certo, sem distrações, diferente de seu irmão traidor de sangue, Sirius. Frequentemente a morena visitava Regulus em Hogsmeade, a fim de checar como ele estava, porém há algum tempo vinha suspeitando que havia algo errado; ele mentira sobre sua localização, dava respostas evasivas e parecia deveras inquietos com a presença da mulher nos fins de semana.
Sendo assim, a bruxa não hesitou ao visitar a casa dos tios, e mais especificamente o quarto de Regulus, que estava perfeitamente arrumado, visto que o rapaz habitava Hogwarts naquela época do ano. Bella analisou os pertences do primo cuidadosamente em busca de pistas que indicassem mais sobre a personalidade e possivelmente planos dele, sem muito sucesso. Olhou embaixo da cama e, empunhando a varinha com a ponta iluminada, percebeu uma irregularidade no piso de madeira. Levantou o pedaço do piso e, para sua surpresa, encontrou um vão com alguns papéis dentro. Sentou-se na cama e analisou o que recolhera: junto dos papéis, uma carta com cunho afetuoso se destacou, cuja remetente contava extensivamente sobre seu treinamento de auror no Ministério da Magia e perguntava sobre Hogwarts. Bellatrix imediatamente amassou os papéis, com raiva; ela sabia muito bem que aquela carta fora escrita pela responsável pelos deslizes de Regulus para com a família Black e a causa, e faria de tudo para reparar os danos. Havia sido enganada pelo próprio primo. Perguntou-se há quanto tempo ele estava escondendo aquele segredo, porém logo constatou que não importava, afinal, tudo viria à tona em breve, só faltava descobrir a identidade da remetente, que aparentemente estava no departamento de aurores e cujas iniciais eram K.R.M.