Entre tantos sempre escolhemos os mesmos, o carinha que nos deu um adjetivo fofo pelo simples fato de não recordar nossos nomes, e por mais maluco que tudo seja é exatamente esse tipo que nos prende. Ninguém quer o que vem fácil, né ?! A gente quer o que na verdade nunca nos quis. Ele não liga, não manda mensagem, não se importa. Olha lá! Eu quero! Optamos sempre pelo Chuck Bass enquanto nem todas somos Blair Waldorf. Pelo menos não eu. Não nasci com vocação para esperar alguém mudar por outro alguém, porque ninguém muda, a gente muda por si, não pelo próximo. E se amar significa esperar que o outro caia em si e enxergue o quanto somos incríveis, eu nunca vou ser o amor da vida do Léo, do João, do Alfredo, do Felipe, do Bruno, só o meu, só da minha.
Kath Pessoa








