ִֶָ𓂃 ࣪˖ ִֶָ🐇་༘࿐ Bunny Girl
"Harriet é apenas uma coelhinha doce e inocente
Louis está disposto a provar o contrário"
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palavras: bucetinha, xoxota, xotinha, rabinho, cuzinho, buraquinho, putinha, cacete, leitinho etc...
(5K palavras)
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Em algum lugar, no meio de uma floresta densa e enorme, existe um vilarejo onde as mais variadas criaturas da natureza vivem em grande harmonia entre si. Durante muitos anos a convivência dos híbridos juntos foi complicada, e até a atualidade ainda podemos dizer que existem espécies difíceis de se lidar. Mas no meio de toda aquela convivência, existe certamente um ser único e angelical, que era o verdadeiro significado de bondade e ingenuidade naquele local.
Harriet Styles.
Louis tem certeza que nunca conheceram um serzinho tão magnífico como aquele. O alfa cresceu como um lobo naquele lugar, e mesmo com alguns comentários mais preconceituosos dali e ali, ele sempre teve seu lugar muito bem posicionado na pequena sociedade. Mas um predador sempre um predador, nunca tentou esconder tão avidamente seus olhares para a híbrida de coelho
Harriet era verdadeiramente uma perdição.
Tímida e ingênua demais, nenhuma outra pessoa parecia olhar para ela de outra forma, é claro. Então, Louis, sendo o lobo que era, tinha a sensação de ser o único a reparar naquela coelhinha da forma correta.
Perdia horas do seu dia observando os cachos longos e arrumadinhos que combinavam perfeitamente com as orelhas branquinhas e pontudas que se estendiam para cima da sua cabeça. Os olhos tão verdes como a grama que rodeava as casas, as bochecas naturalmente rosadas e os lábios carnudinhos que Harriet insistia em morder quando se encontrava nervosa.
Não podia evitar reparar nos montinhos gordos que Harriet carregava sobre aquelas blusinhas curtas e justinhas, se perguntando realmente se ela não sentia alguma dor ao deixar os peitinhos tão apertadinhos daquela forma. Além é claro, a bolinha peluda que se acentuava em seu rabinho arrebitado, testando o juízo de Louis na quantidade de vezes que se remexia agitado quando estava animada ou feliz para alguma coisa. Tudo isso combinava com as diversas saias e shortinhos curtos que ela usava no calor, expondo as coxas grandes e tentadoras.
E, claro, Louis jamais esqueceria da melhor coisa de todas; Era uma tarde animada e acontecia um dos festivais que sua aldeia fazia todos os anos para celebrar. Harriet estava animadinha e deslumbrande, pois vestia um vestidinho florido e sem alças, os peitinhos se acentuavam no decote e o alfa julgou o comprimento do tecido curto demais para seu juízo.
Harriet ria animada e divertida durante toda a festa, enquanto o alfa apenas pensava em um forma de chega perto dela para conversar. Se lembra bem da ideia surgindo em sua mente, quando ele a seguiu discretamente para dentro de uma das casas, no momento em que ela foi chamada para buscar mais comidinhas.
Pensou em abordá-la na cozinha, talvez dizer algo sobre a festa estar boa, o tempo agradável, ou talvez ir direto ao ponto e ser desinibido ao expor seus desejos em querer arrancar aquele vestido do corpo dela o mais rápido possível. Mas sua mente não conseguiu ao menos formular uma frase.
No instante que entroi na cozinha, e viu quando Harriet se ajoelhou e empinou o bumbum arrebitado, toda bonitinha, para alcançar um pote no armário baixo, Louis viu - claro, viu bem - o momento exato em que a o tecido subiu lentamente, deixando marcada para sempre na mente do alfa a imagem daquela bucetinha gorda e apetitosa - que, tempos depois, o alfa orgulhosamente provou ser tão deliciosa quanto parecia.
Mas, no momento, ele pensou que talvez Harriet não tivesse notado sua presença ali, no mesmo ambiente, senão não teria sido tão descuidada em mostrar descaradamente sua xotinha. Mas logo foi desmentido quando ela se levantou, potes nas mãos e um sorriso doce no rosto, o cumprimentando timidamente enquanto arrumava a saia, como quem não tivesse sido a maior das vadias. Louis soube, naquele instante, que estava completamente perdido.
Apesar da imagem pecaminosa que Harriet exalava, ninguém, além de Louis, parecia notar suficientemente aquela visão sobre a coelhinha. O quê, em partes, trazia certo alívio ao lobo, pois, jamais conseguiria viver normalmente se soubesse que alguém além dele, tenha presenciado o que presenciou.
Não depois do fatídico dia em que tudo começou.
Harriet, sendo a bondade viva naquele lugar, tinha uma rotina fixa ao; acordar cedinho pela manhã, ajudar sua mamãe nas vendas da feirinha no centro e então, ao final da tarde, se embrenhar pelas folhagens densas da floresta e caminhar até a clareira escondida que guardava um pequeno lago.
Como de costume, a coelhinha lentamente retirava suas vestimentas e expunha seu corpo nu para a floresta, sequer realmente notando se algo estava diferente do costume ou não. Se fosse um pouquinho mais atenta, teria notado os passos cuidadosos atrás de si durante todo o seu caminho até ali. Teria notado, obviamente, o par de olhos azuis fixos em seu corpo sendo lentamente exposto.
E é claro, teria notado ainda mais quando estes mesmos olhos semicerrados em sua direção no momento em que suas mãozinhas passassem a deslizarem pelo seu próprio corpo após se banhar. Quando os seios rosados começassem a se balançar no ar pelos movimentos excitadinhos que a coelhinha fizesse e sua bucetinha rapidamente se molhasse sobre os dedinhos ágeis e as perninhas bonitas se arreganhassem sobre a grama.
Louis finalmente entenderia, então, o que aquela coelhinha estava fazendo.
Pois finalmente se tornaria óbvio que ela estava ciente de tudo no instante em que seus olhos verdes se abrissem e instintivamente se encontrassem com os azuis escondidos em meio a mata. Seus lábios se abririam em um gemido manhoso enquanto afundasse dois dedinhos dentro de si desesperadamente. Os movimentos se tornariam rápidos e sua mão livre rapidamente agarraria um de seus seios e apertaria fortemente seu biquinho, numa clara tentação de se molhar ainda mais. Se insinuando.
Mas Louis não cederia. Jamais. Não naquele instante. Nem mesmo quando Harriet passasse a gemer mais alto e mais dengosa, num pedido claro que o lobo se aproximasse, arrancasse aqueles dedos de dentro dela apenas para enfiar os seus próprios mais grossos e bem mais fundo. Louis, novamente, não faria nada. Permaneceria parado, meio escondido sobre as árvores, e observaria atentamente e fixamente até o momento que a coelhinha gozasse sobre os próprio dedos e não evitasse gemer alto tentando chamar sua atenção.
Então, o lobo apenas viraria de costas e desapareceria entre as árvores.
Esse foi o cenário que se repetiu mais vezes do que Harriet gostaria de contar. Virou rotina também, sentir os passos de lobo atrás de si todos os dias quando iria se banhar e os olhares fixos no seu corpinho durante todo o processo. Mas, de novo, nenhuma aproximação.
Resolveu, então, se empenhar melhor. Os momentos pós banho, se tornaram um pequeno show particular para Louis, que todos os dias experimentava visões diferentes da coelhinha se dando prazer. Enquanto Harriet apenas testava novas posições que faria o lobo realmente perder o juízo e ceder para ela.
Seu bumbum arrebitado se erguia diversas vezes para o ar enquanto se empenhava em preencher sua xotinha com o máximo de dedos que aguentava. Vez o outra, se revezando em enfiar no buraquinho melado e então se esfregar mais acima na sua entradinha vermelha, delirando de prazer ao gemer tão alto que Louis desejou algumas vezes construir muros entre aquele local.
Ou as vezes apenas se deitava sobre a grama e arreganhava suas pernas o máximo que podia, expondo abertamente a bucetinha gorda e vermelha, balançando fortemente os seios exuberantes ao se estocar. E Louis permanecia parado, mantendo uma distância segura para não ceder.
Ele não faria a vontade dela. Não porque não sentia desejo, por favor, o lobo dormia pensando naquele par de seios deliciosos, nos biquinhos rosados e excitadinhos, na xoxota gostosinha se apertando sobre os dedos finos da garota e se perguntando o quão apertada e meladinha ela iria ser em volta do seu pau.
Se a bucetinha pequena conseguira aguentar todo o seu comprimento grosso, ou sua entradinha apertadinha tentaria expulsar na primeira estocada forte. Mas Louis não se importaria, ele enfiaria todo o seu pau novamente para dentro dela, até que ela estivesse bem preenchida e começasse a gemer sedenta enquanto mantinha as coxas bonitas e bem abertinhas para o lobo continuar seu bom trabalho em comê-la.
Se aquela boquinha atrevida que tanto sabia gemer iria se babar devidamente no seu pau, para então, ele enfiar tudinho em todos os buracos dela. Porque, porra, ele mal podia esperar parar preencher ela inteira.
Mas ele não cederia. Não ainda.
Não enquanto Harriet ainda parecesse estar satisfeita com seu próprio trabalho. Mas para ser sincero, não demorou muito para isso mudar.
Não quando em mais um dos dias normais que a coelhinha gemia sem pudor algum pelo alfa, Louis finalmente viu o que queria.
Harriet já estava a uns bons minutos se esfregando fortemente na grama alta na beira do lago. Suas mãozinhas apertavam os peitinhos grandes e as coxas grossas se abriam mais ainda na tentativa de tocar em algo que não fosse o próprio corpo.
Os gemidos que antes eram tão altos e necessitados, se tornaram apenas murmúrios manhosinhos e frustrados. Já tinha fodido sua bucetinha com todos os seus dedos, esfregado seu cuzinho com afinco, e apertava seus peitinhos gostosos vez o outra. Mas nada parecia ser bom o suficiente. Nada era tão excitante quanto erguer seus olhos e se encontrar frente a frente com o lobo que ela mais desejava, porém, nada ele fazia.
Então tudo que conseguiu fazer foi soltar um muxuxo baixo e ceder seu corpo cansada sobre a grama, esconder seu rosto sobre os cachinhos bonitos e pequenos soluços começarem a sair do fundo da sua garganta. Poxa, ela estava tão necessitada, estava completamente peladinha, tinha sua xoxota toda babadinha e exposta, e o lobinho no qual ela sempre foi tão perdidamente apaixonadinha não fazia absolutamente nada ao se deparar com ela naquele estado.
A coelhinha estava tão tão frustradinha com toda aquela situação.
Louis resolveu agir. As botas pesadas se aproximaram do corpo deitadinho na grama, assustando brevemente a coelhinha ao se ajoelhar na sua frente e os dedos grandes tocarem levemente os cachinhos bagunçados, retirando os fios do seu rosto para poder observá-la melhor. Harriet só foi capaz de soluçar dengosa, por estar finalmente sendo no mínimo tocada.
- Porquê esta chorando, meu bem?
- E-eu...
Até tentou se explicar, mas tudo que fez foi chorar mais alto quando os dedos grossos agarraram seus fios castanhos e sua cabeça foi levemente erguida pelo toque firme, junto a voz rígida que a fez estremecer e sua buceta babar.
- Me responda. Sem gaguejar.
- Eu não consigo, Lou...
- Não consegue se dar prazer, querida?
Negou e fungou totalmente manhosa inclinando sua cabeça para mais perto do toque do lobo, que resolveu dar um tipo de agrado ao afagar um carinho atrás das orelhas grandes e felpudas. Ela ronronou.
- E por que não? Você pareceu estar se divertindo muito bem sozinha nos últimos dias....
Harriet foi rápida em começar a negar desesperadamente, querendo provar claro que ela não estava se divertindo tanto sozinha, e que Louis poderia dar a ela coisas muito melhores.
- M-mas... não é o suficiente...
- Ah, não? E o que seria o suficiente pra minha coelhinha?
Harriet mordeu os lábios e se permitiu passar o olho por todo o corpo dele. Nos músculos marcados na camisa preta, as tatuagens expostas na pele bronzeada, e em especial no seu pau marcando na calça jeans.
- Você! Louis, você todinho. Apenas você...
E a resposta foi como dopamina aos ouvidos do alfa. Um sorriso cafajeste surgiu em seus lábios e ele firmou com brutalidade o toque nos cachos da garota, a fazendo estremecer e se erguer brevemente da grama.
- O que mais vai ser suficiente para você, putinha? Me diga.
Harriet o olhou com devoção ao observa-lo levar a mão livre para o cos da calça preta, lentamente desfivelando o cinto e o ziper. Foi rapidinha em lamber os lábios inchadinhos e se colocar de joelhos, completamente excitada ao saber o que aconteceria ali.
- Seu pau... Lou. Eu quero tanto.
Louis sorriu novamente, finalmente puxando o membro duro da cueca, a extensão grossa balançando no ar perto do rosto corado de Harriet. Os lábios vermelhos levemente abertos e salivados.
- Seja uma boa menina e abra bem a boquinha pra mim, então.
E a coelhinha foi obediente, a cabecinha vermelha do pau tocando levemente os lábios inchadinhos e a língua para fora. Louis pressionou seu cacete ali, forçando o membro para dentro e a assistindo engolir tudo quase desesperada, ao que ele puxou seus cachos com força para ela inclinasse melhor a cabeça e tomasse sua extensão por inteira.
Harriet sentiu o peso na sua língua e a pontinha tocar sua garganta. Foi um pouco difícil engolir todo o pau grosso sem engasgar de verdade, mas ela estava tão desesperada para tudo que fez todo o esforço possível naquele momento. Suas mãos permaneciam apoiadas sobre a própria coxa, vez o outra apertando a pele exposta, ciente de que não havia recebido nenhum tipo de autorização para tocar em Louis ainda.
Esse que, assim que sentiu todo o seu pau dentro da boca quente da coelhinha, não perdeu tempo em começar a estocar lentamente. Fazendo questão de foder muito bem, a assistindo ficar brevemente desesperada em se manter parada e obediente ao ter sua boca fodida e seus cachos sendo puxados, e não poder fazer nenhum outro movimento.
- Tudo bem, ômega... Me chupa direito.
As mãozinhas foram desesperadas para as coxas cobertas de Louis, apertando fortemente a carne macia e então seu lábios deslizaram por todo o comprimento grosso. Tocou as bolas cheias enquanto fazia questão de molhar muito bem o pau na sua boca, abafando os gemidinhos manhosos que começavam a parecer altos demais para quem tinha um pau inteiro a preenchendo.
Louis puxava brutalmente os cabelos encaracolados, fazendo uma bagunça quando sentia a boca tão quente e tão deliciosa. Seu pre gozo jorrava aos montes diretamente para dentro dela, e o lobo se perguntou como ela conseguia ser tão habilidosa em engolir cada gota antes que ficasse cheia de verdade e precisasse tirar o pau dele da boca.
Harriet por outro lado sentia sua bucetinha pingar no chão, ouvir os gemidos rouquinhos de Louis ao ter ela chupando ele daquela forma estava realmente a deixando maluca. Ela tentava esfregar suas coxas uma na outra, na tentativa de ter algum tipo de alívio para a pulsação que sentia, mas tudo parecia em vão. Tudo estava ficando muito muito molhado e os puxões nos seus cachinhos se tornaram mais bruscos.
Foi puxava para perto e suas coxas rodearam uma das pernas do alfa, sentando com a sua xotinha molhada bem em cima da bota de couro dele. Era pornografico demais a visão que o lobo estava tendo. Harriet chupava e lambia seu pau inteiro, quase de una forma desesperada. Os cachos bagunçados sendo puxados, os olhinhos verdes de reviravam em deleite, e ela descaramento se esfregava sentada em cima dele. Louis estava ficando maluco.
- Porra... Que boquinha gostosa.
Louis gemeu alto e sentiu os jatos quentes da sua porra. Harriet finalmente se engasgou ao tentar engolir tudo, falhando um pouco ao sentir o líquido vazar pelos lábios e sujar o seu queixo.
O lobo arrancou seu pau da boca dela, apenas para ver a sua porra escorrendo e pingando sobre os seios completamente excitadinhos dela, que realmente testou o seu juízo quando passou os dedos sobre as gotas brancas e lambeu novamente, revirando os olhinhos e gemendo. Ela não queria deixar nada passar.
- Tão bom.... Lou.
- Caralho... você foi muito boa. Me chupou direitinho.
A coelhinha sorriu verdadeiramente ao ouvir o elogio, pressionando suas coxas avidamente, na tentativa de esfregar e se molhar mais. Harriet havia ficado tão excitadinha apenas por chupar o lobo, mas esperava realmente que ele fizesse algo com a sua xoxota. Ela estava toda meladinha e piscava freneticamente vazando seu melzinho e sujando todo o sapato do homem.
Não percebeu que estava se esfregando e rebolando a xoxota na bota de Louis, até que sentiu um tapa forte nas suas bochechas, que a fez parar instantaneamente seus movimentos e estremecer sobre o toque. Não pensou que sua bucetinha gulosa fosse se babar ainda mais pelo tapa.
- O quê pensa que está fazendo? - Louis agora soava rude, assustando a coelhinha que apenas se encolheu chorosa. - Não me lembro de ter deixado você se esfregar em mim feito uma puta.
- D-desculpa, Lou... é que-
Outro tapa atingiu seu rosto e o alfa a puxou pelos cabelos para ela voltar a se deitar sobre a grama, se pondo sobre o corpo quente dela. Harriet abriu bem as pernas para encaixar Louis ali e sentir a pressão extremamente gostosa do pau dele tocando sua barriga nua.
- Acho que você entendeu ainda o quê tá acontecendo aqui. - sua mão desceu pelo corpinho gostoso, arrastando seus dedos sobre os biquinhos duros e rosadas dos peitos, a barriga lisa e finalmento tocando os lábios molhadinhos da buceta. Harriet revirava os olhos e gemeu baixinho ao sentir sua xotinha sendo tocada finalmente.
- Eu não quero ouvir nada vindo dessa sua boquinha atrevida, que não seja você gemendo manhosa desse jeito. Quero que escute com atenção o que vai acontecer.
A coelhinha foi rápido em assentir obediente, feliz ao arrancar um sorrisinho satisfeito e orgulhoso de Louis.
- Você vai manter essas perninhas bonitas bem abertas para mim, e eu vou te comer até te ver pingando da minha porra. Você vai me chupar novamente, e é melhor deixar meu pau bem babadinho, porque depois eu vou enfiar no seu cuzinho apertado e te comer de novo.
- Louis... sim...
Harriet ouvia tudo com muita atenção e soltou um gemido alto no final, pois Louis finalmente estava dando a ela o que tanto queria e ele pressionava o pau grosso em sua barriga tao deliciosamente. Ela acenou com a cabeça desesperadamente e abriu mais as pernas, sabendo que era o que o lobo queria. Ela aberta. Exposta. A total de sua mercê.
Louis finalmente a soltou do aperto em seus cachos, levando sua mão para o seio gordinho, apertando fortemente e lambendo os biquinhos rosadinhos. Lambeu e beijou todo o corpinho sensível, até estar frente a frente aquela buceta que estava tirando seu sono por noites. Finalmente iria provar o gosto dela.
Abriu os lábios inchadinhos e sensíveis, observando a entradinha molhada piscar e jorrar o melzinho até o cuzinho dela. Não perdeu tempo começar a chupar, passando sua língua entre o clitóris inchadinho e descendo os dedos pela entradinha gulosa. Abriu bem os lábios da xoxota e sugou todo o líquido quente, sentindo o gosto docinho encher seu paladar.
Forçou dois dedos ali, sentindo a coelhinha se estremecer e gemer mais alto, desesperada e manhosa. As paredes internas e completamente molhadas o recebeu muito bem, se apertando e piscando sobre os dedos. Louis lambeu os lábios uma última vez antes de afundar mais fundo, estocando com firmeza enquanto Harriet se contorcia, a cada gemido mais molhadinha e desesperada. Aquela bucetinha era tudo o que ele imaginava - apertada, doce e absurdamente gulosa.
- Esse seu buraquinho melado é uma delícia. Eu vou adorar enfiar meu pau aqui e te foder bem gostoso.
Harriet gemeu tão manhosa com aquelas palavras. Ter sido referida apenas como uma bucetinha de foder foi melhor do que ela imaginava.
- Alfa... alfa...
- Você vai gostar disso, não é? Ser só um buraquinho melado e gostoso pra eu foder quando quiser. - Louis sussurrou contra as coxas branquinhas, deu um beijo na pele molhada e afundou com seus dedos grossos para dentro dela, a bucetinha babada e apertadinha fazendo uma pressão deliciosa.
- Sim, Lou... a minha bucetinha é toda sua, faz o que você quiser, alfa.
Harriet tremia de prazer com as perninhas abertas, gemendo manhosa e sem pudor algum o nome do alfa. Sua xotinha apertava tão deliciosamente os dedos grossos, toda molhadinha e sensivel, sentiu o o lobinho chupar seu grelinho de uma forma tãooo gostosa que estava a deixando perdida nos sentidos. Louis grunhiu ao ouvir as palavras da sua coelhinha, socando seu dedos com força e com a mão livre estapeava as coxas grossinhas e seu grelinho, apenas para vê-la se contorcer e a bucetinha ficar cada vez mais vermelha. Subiu seu corpo e alcançou um dos peitinhos gordos, passando a língua pelo biquinho excitado, mamando muito bem enquanto ainda fodia a buceta gostosa.
Sentiu seu pau pressionar na barriga nua dela, e pensou que não fosse suportar por mais tempo somente ouvir os gemidos gostosos da sua ômega, então soltou o toque do corpo dela e agarrou sua cintura, trazendo ela para perto. Seu cacete duro tocou a xoxotinha sensível e Harriet estremeceu.
- Vai ficar quietinha e me deixar te comer? - sussurrou pertinho do ouvido dela, roçando seu pau na entradinha melada que se contraía e pedia para ser preenchida. - Hum? Vai ser uma boa coelhinha para o seu alfa?
- Alfa... Sim, eu vou ser boazinha. Eu prometo.
Harriet gemeu dengosa e baixinho, agarrando os cabelos finos da nuca de Louis, puxando ele para mais perto. Os lábios molhados se roçaram em um atrito gostoso, acompanhados de suspiros pesados e o alfa apertando a cintura de Harriet pra a encaixar no seu quadril. As línguas finalmente se tocaram deliciosamente, misturando seus próprios gostos, o gozo de Louis ainda na boca da coelhinha e o melzinha da mesma na língua do alfa eram com certeza a mistura mais deliciosa que ambos ja haviam provado.
O alfa, jamais cansado de provocar sua garota, encaixou a cabecinha do seu pau molhado na bucetinha piscando, forçando levemente uma abertura na entradinha pequena. Soltou uma risadinha entre o beijo gostoso quando Harriet gemeu alto necessitada, abrindo mais as perninhas bonitas para o alfa a foder logo.
- Desesperada, bebê? - murmurou provocante, não resistindo em mordiscar a bocheca rosada e em seguida lamber o local.
- Coloca em mim, alfa, por favor. Eu estou sendo obediente, nao estou?
A vozinha suave e manhosinha foi o suficiente para empurrar seu quadril e seu pau grosso se enfiar inteiro na bucetinha gostosa. O aperto molhado no seu membro foi delicioso, e Louis não esperou muito em começar a estocar fortemente nela. Harriet mantinha suas pernas abertas e gemia sem parar ao sentir as estocadas fundas e os apertos em todo seu corpo.
Louis fazia questão de foder muito bem, segurando sua cintura firme, estapeando vez ou outra suas coxas e obcecado nos seios gostosos pulando na sua frente. Agarrou novamente um dos biquinhos rosados com a boca, mordicasdo e puxando de leve o local, observando sua coelhinha revirar os olhinhos verdes em deleite.
As mãozinhas dela agarravam os braços fortes do alfa, arranhando a pele exposta pela camisa de manga curta. Resistia a tentação de puxar o tecido para cima e expor o torso definido e maravilhoso que ela sabia bem que o alfa possuía. Apesar da tentação, Louis foi claro quando disse que ela tinha permissão em apenas gemer e deixar ser fodida. E ela não se opunha a isso, claro que não. O alfa socava seu cacete tão gostoso dentro dela, lambia e mordiscava seu pescoço, segurava sua cintura e apertava suas coxas maravilhosamente. Harriet se sentia no céu dando sua bucetinha para o lobo.
- Porra, que coelhinha gostosa eu tenho. - gemeu rouco com o aperto molhado no seu pau, levando sua mão para puxar os cachinhos bagunçados e sussurrar em seu ouvido. - Tão apertadinha e gulosa.
- Lou...
- Shh, quietinha... Minha coelhinha prometeu que seria uma boa menina. - a voz rouca e provocante a fez calar, assentindo rapidinha e obediente.
Louis sorriu orgulhoso e tão excitado quanto ela, puxou uma das coxas branquinhas para seu ombro para socar seu pau mais fundo nela. Harriet era uma bagunça excitante. Seus cachinhos bagunçados grudavam em sua testa, sua pele estava avermelhada pela quantidade de tapas que Louis transferia e os peitinhos grandinhos pulavam perto do rosto do alfa. A coelhinha tremia sob todos os toques, sua bucetinha pingava no pau do seu alfa e tudo que ela queria era que Louis a deixasse gozar logo.
- Caralho... pode gozar, ômega, você ta sendo muito boazinha. - Harriet gemeu excitada e um aperto na bucetinha molhada foi o suficiente para o pau de Louis fisgar, e ele gemeu rouco e apertou seus peitos, sentindo o melzinho da coelhinha tentar escapar pela entradinha bem preenchida. - Porra... que delícia.
Harriet sentiu os jatos quentes encherem sua xoxotinha, gemendo manhosa e desesperada. Mas Louis foi rápido em se afastar do corpo dela, somente para olhar sua porra escorrendo do buraquinho melado e sujar toda a bucetinha gorda. Rosnou e enfiou dois dedos nela, empurrando sua porra para dentro, não queria que nada saísse daquela xoxota babadinha. Harriet gritou e se contorceu sensível, amando todas aquelas sensações. Louis levava ela ao limite.
Por isso o alfa se ergueu novamente na grama verde, usando a mão melada misturados para masturbar seu pau, sentiu um leve estremecer no corpo pela sensibilidade que estava seu membro. Mas não parou. Não tinha acabado ainda com a sua coelhinha.
- Vem cá, me chupa de novo até eu ficar duro - agarrou seus cabelos para puxar Harriet para seu pau.
Ela que prontamente se colocou de joelhos na grama, sua bunda empinadinha para trás e sua boca foi rápida em agarrar o membro molhado.
Louis soltou um gemido rouco e puxou seus cachos. Harriet abocanhou seu pau com toda familiaridade, mas ainda excitante, que o lobo queria manter aquela boquinha gostosa em volta do seu pau para sempre. Observou como os lábios inchadinhos sugavam seu cacete, os olhos verdinhos brilhavam junto ao rabinho arrebitado balançando para o ar.
Louis desejou que tivesse um espelho atrás dela, apenas para conseguir observar a xotinha molhada piscar e a bunda empinadinha rebolando enquanto ela ainda o chupava daquela forma tão boa.
Pensando nisso, levou sua mão livre até a rabinho da coelhinha, deu um leve tapinha ali e ela prontamente abriu as pernas levemente, se oferecendo como uma boa cadela obediente que era. O alfa deslizou a mão pela bucetinha melada, sujando seus dedos com o melzinho dela apenas para subir para a entradinha vermelha e enfiar de uma vez.
A invasão repentina fez Harriet engasgar com a boca preenchida e tentar se afastar. Louis foi rápido em forçar novamente para ela engolir seu pau ao mesmo tempo que socava os dedos no cuzinho apertado.
- Continua. - Rosnou, irritado e com a voz grossa - Eu não deixei você tirar meu pau da boca.
A coelhinha concordou prontamente, seus olhinhos se enchendo de lágrimas, voltando a engolir o cacete grosso. Usou suas mãozinhas para masturbar as bolas pesadas e lambeu a cabecinha molhada e vermelha, ainda mais excitadinha ao sentir o lobinho socando seu cuzinho apertado.
Queria ser uma boa coelhinha para Louis.
- Porra, você é ainda mais apertadinha aqui. - gemeu rouco e puxou Harriet, a obrigando a se afastar. - Vira pra mim, hum? Me deixa comer teu rabinho agora.
Usando suas mãos para se apoiar na grama, Harriet se pos de quatro e Louis se aproximou, passando as mãos pela bunda grande, notando o quão avermelhada ela estava pelos tapas e apertos.
Masturbando seu pau lentamente, ele pressionou a cabecinha no cuzinho apertado, forçando para dentro. A coelhinha estremeceu pela invasão, só não caiu na grama pois Louis segurou sua cintura com firmeza.
Gemeu pelo aperto gostoso que o rabinho da coelhinha fez em volta do seu pau, levando uma mão para agarrar seus cabelos e a outra ainda segurando sua cintura, começou a se movimentar. Pequenas lágrimas rolavam pelo rostinho corado da Harriet e sua xoxotinha sensível pingava seu melzinho na grama, fazendo uma bagunça enorme entre suas coxas.
Louis socava seu cuzinho tão deliciosamente, puxando seus cachinhos e a mantendo na posição que queria ao segurar sua cintura e quadril. Estava tão sensível, as estocadas fundas tinham como lubrificante apenas seu melzinho e o pre gozo de Louis, que inclusive saia aos montes pelo aperto que Harriet fazia.
- Você tem um rabinho tão gostoso, putinha. Ainda melhor que sua bucetinha gulosa.
A ômega choramingou necessitada, se curvando quando Louis levou os dedos para sua xotinha e a penetrou.
‐ Loouis... - manhou, delirando de prazer ao ter os dois buraquinhos sendo fodidos pelos dedos do alfa e seu pau.
- Caralho... eu quero encher esse teu rabo gostoso de leite - gemeu rouco de tesão e um sorriso cafajeste surgiu nos lábios quando viu Harriet balançar a cabeça e gemer desesperadamente. - Goza pra mim, bebê. Pode vir.
E Harriet gozou assim que sentiu os dedos grossos se enfiarem na sua xotinha, gemendo alta e contraindo sua entradinha. Isso foi o suficiente para Louis também gozar dentro dela, enchendo seu rabinho de porra e escorrendo até a xoxota vermelha extremamente sensível.
Suas forças foram embora e o alfa a segurou para que não caisse e batesse o corpo rudemente na grama. Louis deitou seu corpo gentilmente, até estranho pela forma como ele a fodia alguns minutos atrás. O lobo passou a mão pelos seus fios lisos e subiu a própria calça para se deitar ao lado dela na grama também, igualmente cansado e com a respiração rápida.
A grama arranhou de leve sua pele suada, deixando suas costas sensíveis. O mundo pareceu relaxado no momento, fechou os olhos cansada, tentando concentrar sua respiração. Estava largada, de bracinhos abertos, com as coxas tremendo levemente e os olhos verdes meio turvos ainda, com um brilho bobinho e encantado. Sua respiração fazia o peito subir e descer rápido com os mamilos rosados ainda molhados.
Sentiu Louis se deitar ao seu lado, o cotovelo apoiado no chão e a mão grande deslizar pela sua pele, acariciando devagar o ventre dela, com um sorriso bonito e satisfeito. Ele passou o polegar devagar pelo melzinho escorrendo da coxa branca e suspirou, um som rouco e quase carinhoso.
- Você vai me matar, coelhinha.
Harriet enfim, voltou para si, soltou uma risadinha baixa, os olhinhos ainda fechados, como se estivesse flutuando. Levou uma das mãozinhas até o rosto dele e traçou o contorno da bochecha, do maxilar forte, da barba ralinha que pinicou sua pele. Delicioso.
- Você... acabou comigo. - sorriu leve e mordeu os lábios.
Louis sorriu torto, mas dessa vez com os olhos. Um sorriso tão doce que Harriet sentiu seu peito aquecer, dessa vez, de carinho. Ele beijou a ponta do nariz dela e passou os dedos entre os cachinhos bagunçados.
- Eu fui bruto demais com você?
Ela balançou a cabeça, um "não" quase risonho.
- Você é o mesmo cara que estava me fodendo a alguns minutos?
Ele soltou uma risada alta, estranhando também suas próprias ações, mas não conseguia evitar. Puxou Harriet para se deitar em seu peito, acariciando os cachinhos que a tempos haviam se desmanchado.
- É claro que eu sou. - beijou o topo da sua cabeça. - Eu que me pergunto se você é a mesma coelhinha doce que todos conhecem.
Harriet sorriu envergonhada, resmungando em seu peito e sentindo suas bochechas corarem.
- Louis...
- Falo sério, Harriet! - Teimou e apertou sua cintura. - Não que eu tenha achado ruim, mas me questiono quantos conhecem esse seu lado atrevido.
A firmeza em sua voz, com o tom claro em ciúmes fez a coelhinha erguer seu rosto para olhá-lo aos olhos.
- Ninguém! Louis... nunca tive ninguém. Apenas você. Eu juro. - falou séria também, queria transparecer toda sua sinceridade. - Eu... sempre fui apaixonada por você.
Aquela confissão fez o pau de Louis ridicularmente fisgar na cueca. Riu levemente, aproximando para chupar o pescoço dela e então juntar seus lábios num beijo gostoso e molhado. Era óbvio que ele sentia o mesmo. Era mútuo.
- Bom saber... ‐ murmurou entre o beijo gostoso, dando um selinho rápido e mordendo a bocheca rosada - Você sabe que nunca mais vai se livrar de mim, né? Agora você é para sempre minha coelhinha.
- Você é somente meu também?
Perguntou divertida, uma risinho fraco escapando, ainda meio insegura.
- Sempre fui, meu amor.
Harriet então soltou risadinha boba, abraçando o pescoço de Louis, enquanto sentia os beijos molhados em seu pescoço.
Feliz e satisfeita.
Estava, finalmente, nos braços do seu alfa.
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- mony xx 💋












