A muda
O julgamento é a arrecadação do tesouro, o beijo salvador do tarô. Visa tomar conhecimento da natureza divina, criar uma avaliação do consciente passado, aprecia a solução das situações. É o nascimento suave, o verdadeiro, é um pequeno juízo final que encerra um período e anuncia um novo ciclo. No seu lado desfavorável, acontece o aprisionamento, a auto-ilusão, tendência a fazer tempestade em copo d’água.
No tzolkin, o caminhante do céu vermelho é o buscador da verdade, liga o céu e a terra, faz a conexão entre o término de uma situação para a entrada em um novo jeito de andar, quando unido ao macaco azul, acende uma chama de conhecimento com a vida superior, onde a magia da terra brinca com a magia do seu ser que está intimamente ligada ao divino.
No xamanismo, o vaga-lume avisa que nem tudo está perdido. Sempre há uma luz em algum ponto da jornada que pode fazer você se achar e entender o porquê do caminho escuro. Procure acender seu interior e tudo será luz, traz iluminação, entendimento, força de vida.
O verde é a cor do recomeço, do crescimento, da ligação com a natureza, quando mesclado ao roxo, podemos criar um sentido de que o novo nascimento está vindo ligado a parte espiritual, a parte consciente de nós mesmos.
















