ship song... keicifer? lucichiro? o ship do senhor lúcifer con o mennino kei beijos
send ‘ship song!’ for a song i associate with a ship!
tem várias músicas!! juro, adoro associar músicas a eles e eu tô p criar uma playlist pros lucifei (?) mas !! uma que associo bastante é "let's go to bed" do the cure
Em certo ponto, quando o filho já saía da adolescência e dava os primeiros passos, de fato, como herdeiro da Finlândia, Zircon se deu conta de como Johanna Rosberg era, praticamente, a cópia perfeita de Kisa. Na jovem se viam os mesmos cabelos escuros e olhos azuis que, outrora, encantaram o rei; uma beleza que tivera papel determinante no destino da amante. Não tivesse sido a infeliz escolhida de Zircon para se tornar progenitora de seu herdeiro, era possível que desfrutasse de uma vida longa e, quem sabe, até feliz. Evidente que não teria sido pareada com alguém tão poderoso quanto um monarca, mas a ambição pode ser sinônimo de ruína em alguns casos — exatamente como no caso da Rosberg. Porém, nem Johanna nem o restante de sua Casa sabia ao certo o que tinha ocorrido com Kisa; nem mesmo o diligente azul que veio a se tornar general das tropas dos Hesse alguns anos mais tarde.
Por vezes, Zircon até temia que Hak percebesse sua semelhança com a família do vassalo, ou que alguém apontasse similitudes entre ele e a Rosberg — “poderiam ser irmãos...”, diriam os que analisavam superficialmente, á época, a proximidade do príncipe com a assistente, atribuindo o carinho escrachado a uma relação familiar. E o Hesse mais velho chegou a perder o sono pensando nestes pequenos furos em seu plano, temeroso de que uma verdade destruidora como a que tinha em mãos viesse a ser a ruína de sua Dinastia. Agora, tudo o que tinha era um trono firmado numa mentira, e não podia voltar atrás.
Joan não lembrava a tia apenas na aparência. Era perspicaz como ela — embora jamais imprudente como a antepassada — perspicaz o suficiente para chamar a atenção do rei. A presença da vermelha no palácio de Helsinki, na mesma medida em que perturbava o líder absoluto da Finlândia, trazia-lhe uma espécie de saudosismo e deleite. Não à toa, fez o possível para mantê-la ali, consigo, ou melhor, junto do filho. Nisso, não encontrara entraves. À essa altura, Hakon já tinha dado demonstrações suficientemente estúpidas de que estava apaixonado pela baronesa e não a recusaria como possível assistente. Nomeá-la como tal soou como um presente, um favor a Rickard. Além do mais, durante todo o tempo o potencial da rubra vinha sendo ressaltado — em outras circunstâncias, certamente também poderia vir a ser escolhida — mas para aqueles que sabiam melhor, os que viviam na mesma corte frequentada por Kisa Rosberg em sua mocidade, ficou bem claro o que realmente a tornou próxima do trono.
Havia momentos em que sentia que não conseguiria continuar respirando. A dor física não deveria ser um problema para alguém como ele, mas aquela era uma dor diferente. Até então, não experimentada. Tinha a ver com rejeição, traição, amargor e abandono. Tinha a ver com impossibilidade de remendo. E se infiltrava mais profundamente que a lâmina de uma adaga ou um projetil de arma de fogo. Se pudesse, não desejaria drama algum em torno daquilo. Para tudo, lidava com praticidade. Livrava-se de complicações, sabendo que as coisas andariam melhor dessa forma, se não lamentasse, ou sentisse. Contudo, fora um dano não calculado, como uma cidade que, de repente, é tomada de assalto, e você mal tem tempo de organizar seu exército, proteger seus civis e reforçar as barreiras da fortaleza do palácio — tudo ao mesmo tempo. Bem, o casamento de Johanna foi como isso.
Tinha mais que uma parcela de culpa no ocorrido, uma que ele não admitira de imediato, nem quando lhe foi dada a oportunidade. Era esperado que, exercendo um papel de importância dentro do próprio reino, assumisse as rédeas da situação ao menos uma vez na vida, para evitar que o pior acontecesse. Mas trazia à tona desculpas demais: um reino para manter, uma coroa para suportar, uma nação para gerir… Trezentos anos de Dinastia e nenhum dos lobos gigantes tinha se casado com uma vermelha. Não poderia abrir mão de tudo pelo qual se sacrificara ao longo dos anos por ela, poderia? A opção mais fácil também não estava à disposição, e isso também sopesava Hakon: Joan jamais aceitaria o posto de amante, decerto por um sentimento de humilhação que acompanhava a posição, porque não era suficiente para ela ou porque não o amava tanto assim. Ora, o mesmo poderia ser dito do príncipe, então, mas não era assim que ele pensava, bem certo do que sentia até então.
Lorcan Turlach não a merecia, era óbvio — mas até aí ninguém a merecia. Chegava a ser repugnante que seus nomes estivessem entrelaçados naquele convite em letras cursivas; Joan ao menos gostava de coisas como aquela? Hak já não a conhecia aí. E quando o corpo se transmutou em algo que não chegava a ser um lobo completo, tampouco um homem de verdade — era uma besta com garras, presas afiadas, olhos negros e pele recoberta por pêlos — não sobraram móveis no quarto no momento em que finalmente se viu exausto e sem fôlego, uma camada de suor a cobrir-lhe a forma humana retomada. Papel repartido também se espalhava em vários pontos do chão — o maldito convite. Ela realmente pensava que ele iria até o seu casamento? Depois de tudo? O Hesse não sabia se o envio do mesmo partira do irlandês, como deboche, ou de Joan, para feri-lo. De qualquer sorte, tinha alcançado o efeito pretendido.
Atravessou o grande dia e a semana subsequente em estado de dormência, anestesiado pelo álcool — recluso em uma cabana nas montanhas de Rukka; se nunca mais saísse de lá, com sorte, ninguém mais o encontraria. Entretanto, eventualmente, ele teve de sair. Viver, por mais exaustivo que fosse. Dessa vez, adotando uma postura defensiva em relação a tudo que tivesse a ver com Joan, e endurecendo para questões emocionais. O tempo em que se manteve exposto, afinal, fizera dele vulnerável, alguém muito diferente do que se esperava do herdeiro das Terras de Sempre Inverno. Foi por isso que quando as cartas chegaram, uma a uma, o prínciepe as trancou no cofre (uma pequena demonstração de fraqueza que se permitiu), sem ler nenhuma delas. Se havia algo a ser dito de sua parte, não diria, e não queria ver o que ela tinha a dizer. Era tarde demais para os dois, se é que algum dia estiveram em tempo de fazer alguma coisa.
Olha que coisinha mais linda e gostosa que veio acabar com sua paz, mas é sério olha pra esse DEUS grego lindo, maravilhoso, perfeito e gostoso, mds o Hobi é muito lindo e vc vai sofrer cmg pq não sou obrigada a passar por isso sozinha
AIDNENSBSJEJENE PQ JUNG HOSEOK É TÃO PERFEITO, MEU PAI????
Nossa gente, na moral, olha o OLHAR DESSE HOMEM, OLHA O OLHAAAAR😫😫
e assim, acho q nn sou só eu, mas eu tenho um fascínio imenso pelo cabelo do Hobi☹️ PARECE SER A COISA MAIS MACIA DESSE MUNDO, MANO, NA MORAL, OLHA AÍ só queria passar a mãozinha e dar um beijinho😔
resumindo: o J-Hope é perfeito em todos os sentidos e quem discorda tá errado, flw