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02:45 AM você no meu quarto entre meus pensamentos
droga
no fundo do copo sujo eu te vejo e te bebo só mais essa e paro
Ver o amor feito um abraço curto pra não sufocar
Domingo, 16 de março de 2014.
na sua chegada, me encontro na nossa rotina, me desespero na sua ida, me perco e depois sonho com o equilíbrio
da vida em dois mil e quatorze
Metade mulher, metade submersa em padrões Do que sobrar, é falha A matemática é burra O senso é comum Sua fé, minha consequência Meu regresso, o progresso Único e extraviado gênero Nunca me deixa ir Do que é meu, só eu não sei Ou talvez nem seja meu Sangria pra curar Curativo pra atar Segurar pra se prender E libertar pra amar
Sobre um enconsto de espírito
Quando Deus resolve te engolir Pra depois te cuspir no meio fio É que você percebe que o esgoto é logo embaixo E que pra cair na correnteza do imundo É só se deixar levar
E no obscuro mundo do esgoto Você se sente rato Apto para sujar as ruas De gosto amargo da natureza
De baixo pra cima O buraco fica mais pro lado E pra se destacar no meio É preciso se isolar nas beiradas
O verão respirou e prendeu sua respiração por muito tempo. não acredito em deus, mas no momento em que descanso a minha bochecha no seu peito e contorno a sua cicatriz na barriga com os dedos, peço aos céus que isso dure para sempre, que eu não precise levantar do seu colchão no dia seguinte e partir, como se a sua falta não abalasse todas as minhas pequenas estruturas. enquanto você respirava fundo dormindo ao meu lado enquanto guardava as minhas roupas na mala enquanto cruzava Minas enquanto estava sentada na poltrona 31 repassei todos os nossos pequenos momentos que poderiam ser para sempre. todos esses que senti o meu peito explodir de felicidade e o meu corpo se contorcer num gozo. todos esses que os meus gestos e as minhas palavras não foram capazes de expressar o imensurável amor que fica subentendido nas minhas entrelinhas.