#jorgezaiba #micoleaodourado #pinturadigital #digitalart #ilustração #illustration (em São Paulo, Brazil) https://www.instagram.com/p/B3wv91PDYPT/?igshid=bynzscsd4xt1

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#inktober2019 7: O mico-leão-dourado é conhecido por conservar a floresta, pois espalha as sementes dos alimentos por aí e mantém a flora da região. #goldenliontamarin #micoleaodourado #animaisdaamazonia #florestaamazonica #brart #nanquim #desenho #hachura https://www.instagram.com/p/B3fc9t8jddn/?igshid=15dire03yn66d
Mico, Rio e a extinção de animais no Brasil
Ao final do século XX, o mico-leão-dourado foi símbolo da preservação ambiental da Mata Atlântica de ONG’s como a WWF (World Wide Found for nature). Esse primata de hábitos diurnos, de coloração dourada ou avermelhada é uma das espécies em extinção da lista elaborada pelo Instituto Chico Mendes, pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Organização Internacional para a Conservação da Natureza. Esse fenômeno ocorre no nosso país em decorrência da intensa atividade destrutiva do ser humano e das dificuldades legais na punição de crimes como o porte de animais silvestres sem licença - já que na lei não consta explicitamente a palavra “tráfico”.
No Brasil, a atividade humana negativa, como a agropecuária excessiva e o extrativismo, sustentam a economia desde a colonização, e, isso se mantém dessa maneira até hoje. Os efeitos dessa permanência são extremamente prejudiciais ao meio ambiente. Isso, porque para se sustentar esse método econômico é necessário o desmatamento de grandes áreas de vegetação local. Essa, além de promover a fabricação de oxigênio e a regulação climática, serve de lar e alimento para diversas espécies de anfíbios, répteis, aves e mamíferos (em ordem evolutiva). Então, a extinção de uma espécie de árvore, por exemplo, está diretamente ligada a extinção de animais, e vice-versa, já que muitos deles ajudam na perpetuação das espécies. Assim, preservar a vegetação se torna importante no combate a extinção de animais, também.
Outro fator relevante para essa questão é o tráfico. O filme “Rio”, dirigido pelo brasileiro Carlos Saldanha retrata muito bem o tráfico de aves no Brasil. Esse conta a história da ararinha-azul, Blu, que foi capturado em solo brasileiro filhote, e levado aos Estados Unidos. O protagonista cresce em cativeiro, de modo que seu desenvolvimento foi tão limitado que ele não sabia e tinha medo de voar. Diante do problema da extinção dessa ave no Brasil, um ornitólogo encontra Blu e o traz para o país, com o intuito fazê-lo cruzar com a espécime fêmea, a qual ele resgatou, a Jade. No decorrer da história, ele é apresentado ao espectador um grupo de vendedores clandestinos de aves silvestres (um nome bonito pra traficantes). Eles tentam vender Blu e Jade, mas falham.
Apesar de no filme as aves alcançarem seu “final feliz”, fora das telas, sabemos que não é isso o que acontece na maioria das vezes. Isso, porque as leis ambientais são muito brandas, prevendo apenas de 6 meses a 1 ano de reclusão para esses criminosos. E, é exatamente por isso, que esses crimes são considerados de “menor potencial ofensivo”. Dessa maneira, as penas se limitam a serviços comunitários e multas.
Diante de tudo isso, venho chamar a atenção para o que podemos fazer para contribuir para acabar com a extinção dos animais.
1-A preservação do meio ambiente é o segredo pra tudo. Repetir o que devemos fazer quanto a isso se tornou um clichê;
2- Não compre “pets” exóticos/silvestres, mesmo com registro. Com essa ação, você fortalece o tráfico desses animais, os quais são retirados a força de seus habitats, apenas para o seu prazer egoísta de dizer que você possui um animal silvestre em casa;
3- Denuncie o crime de tráfico. Caso você perceber alguma ação ilegal que envolva animais silvestres, seja vindo de pessoas desconhecidas ou de dentro da sua própria casa, entre em contato com a Linha Verde do IBAMA;
Disk denúncia: 0800-618080
Lembre-se: animais não são objetos. São seres. Não contribua para a limitação da vida deles na Terra.
#sketch #micoleaodourado #art
#micoleaodourado estudos para Golias. (em Florianópolis, Santa Catarina)