As três Antonias disseram que viram ROMEO GIACCOMO passando na praça de manhã, você ouviu? Não é de se espantar, já que ROMY tem TRINTA E SEIS ANOS e quase todo mundo aqui já conhece a rotina dele por estar em Monteluna DESDE SEU NASCIMENTO. A cidade pode até estar mudando, mas ele segue firme sendo bastante PROTETOR, mas também tendo seu lado DESCONFIADO. Ele continua se parecendo com ALEXANDER LUDWIG e ESTÁ ansioso para conhecer os novos moradores!
aesthetic; caminhonete azul, pai solteiro, cozinheiro, familia grande e jeans surrado.
BIOGRAPHY:
Romeo nasceu e cresceu em Monteluna em uma família tão numerosa quanto barulhenta. Desde pequeno desejava algo mais do que o restaurante familiar, algo só seu, longe daquele caos cotidiano. Apesar do amor profundo pela família, não era incomum que Romeo se sentisse sozinho e esquecido em meio a tantos parentes sob o mesmo teto. Ao contrário do irmão do meio, que precisava de cuidados médicos constantes, Romeo sempre teve uma saúde invejável e um comportamento tranquilo, o que acabou tornando-o facilmente invisível. Foi por finalmente sentir-se visto que começou cedo a trabalhar no Cucina Giaccomo, era o único momento que parecia ter a atenção completa de todos, e em especial a de seus avós.
Aos dezesseis anos, Romeo viu seu sonho de frequentar a universidade escapar quando descobriu que sua namorada estava grávida, justo quando havia conquistado uma bolsa integral em outra cidade. Casando-se ainda adolescente e assumindo a paternidade precoce, ele construiu sua casa no único espaço disponível: o apartamento sobre o restaurante. Aos vinte e um anos, já com dois filhos pequenos, Federico e Fiorella, Romeo encontrou a carta de despedida de sua esposa, explicando que Monteluna não era suficiente para seus sonhos e que precisava ir embora. Em meio à dor da perda, Romeo encontrou força na paternidade e prometeu jamais deixar seus filhos sentirem-se abandonados como ele se sentia.
Pai solteiro, Romeo amadureceu rapidamente, retomando os estudos com a ajuda essencial de sua família. A mesma família que um dia o frustrara se tornou sua maior fonte de apoio, permitindo-lhe concluir o ensino médio e, posteriormente, se formar em gastronomia na universidade da cidade vizinha. Agora ao lado de sua nonna, Romeo dedica-se integralmente ao Cucina Giaccomo, buscando repaginar o restaurante para atrair turistas e garantir o futuro financeiro dos filhos. Mesmo desconfiado diante da chegada dos novos moradores em Monteluna, Romeo não consegue esconder certa curiosidade e ansiedade, esperando que essas mudanças tragam boas oportunidades tanto para o restaurante quanto para sua família.
CUCINNA GIACOMMO; Assim que você atravessa a porta do Cucina Giaccomo, o aroma irresistível de molho de tomate fresco, manjericão e massas caseiras envolve seus sentidos mas há quem diga que o tempero especial é todo o amor que Antonella Giaccomo, mais conhecida como nonna, despeja em todos os pratos. As paredes são decoradas com fotografias antigas da família Giaccomo, registros de gerações que dedicaram a vida a transformar o restaurante em um pedaço de lar para todos em Monteluna. As mesas são simples, mas elegantes, cobertas com toalhas xadrez vermelhas e brancas, e pequenos vasos com flores frescas adornam cada canto. O ambiente é sempre aquecido pelo som de conversas animadas, risadas e músicas italianas tradicionais tocando baixinho ao fundo. (cozinheiro, recepcionista e garçom no restaurante de sua família Cucina Giaccomo, o restaurante nasceu do sonho de seu avô, e basicamente toda sua família trabalha nele, sua avó assumiu o cargo de chef principal após a morte de seu avô e eles são conhecidos principalmente por sua lasanha e macarronada caseira.)
As três Antonias disseram que viram LEONARDO FERRANTE passando na praça de manhã, você ouviu? Não é de se espantar, já que LEO tem TRINTA E OITO ANOS e quase todo mundo aqui já conhece a rotina dele por estar em Monteluna DESDE SEMPRE. A cidade pode até estar mudando, mas ele segue firme sendo bastante CHARMOSO, mas também tendo seu lado CRÍTICO. Ele continua se parecendo com MICHIEL HUISMAN e NÃO ESTÁ ansioso para conhecer os novos moradores!
CONEXÕES DESEJADAS ❦ TRIVIA ❦ MUSINGS
RESUMO
Leo é o herdeiro de uma antiga vinícola de Monteluna, marcada por gerações de tradição e uma relação conturbada com o pai rígido e obcecado pelo legado da família. Aos 18 anos, Leo foi enviado a Florença para estudar enologia, onde também viveu intensamente a liberdade, apaixonando-se por arte, filosofia e novas amizades. Forçado a retornar, viu sua vida desabar quando, dois anos depois, um incêndio devastou a vinícola — um fogo ateado pelo próprio pai, num ato delirante, que Leo tentou impedir sem sucesso. A tragédia o deixou com cicatrizes físicas e rumores cruéis de que ele seria o verdadeiro culpado.
Hoje, Leonardo vive quase recluso na antiga Tenuta Ferrante, entre ruínas e vinhas esquecidas. Poucos sabem se ele ainda produz vinho, mas de tempos em tempos, garrafas sem rótulo surgem misteriosamente na feira de Monteluna.
BIOGRAFIA
Leonardo nasceu em Monteluna, herdeiro de uma dinastia vinícola sinônimo de prestígio e tradição. Sua família produzia alguns dos vinhos mais respeitados da região — tintos encorpados, cheios de personalidade, conhecidos até mesmo fora da Itália. O patriarca, Girolamo Ferrante, era rígido, católico fervoroso e completamente obcecado por legado. Leo, seu único filho homem, cresceu cercado de expectativas, cercado de barris e orações, cultivado como uma videira rara. Desde pequeno, soube que um dia herdaria tudo: as terras, os segredos da fermentação, o peso do nome Ferrante. E, sobretudo, a aprovação do pai.
Aos 18 anos, foi enviado para Florença, onde estudou enologia, mas também flertou com filosofia e arte. Teve romances, amigos excêntricos e uma liberdade que nunca conheceu em casa. Lá conheceu sua noiva, espirituosa, encantadora, que amava como quem nunca amou ninguém. Foi seu primeiro e último noivado. Ela desapareceu de sua vida pouco antes do incêndio — o porquê é um mistério. A verdade, desagradável. Leo escrevia cartas longas ao pai, nunca respondidas. Tinha pesadelos recorrentes com uvas que apodreciam nas mãos. Mas Monteluna o puxava de volta, como uma raiz. Um legado.
Poucos meses depois de seu retorno definitivo a Monteluna, a Villa Ferrante foi destruída por um incêndio devastador. A origem do fogo permanece um mistério: alguns suspeitam de negligência, outros falam em sabotagem e ainda há quem jure que houve briga entre Leo e o pai naquela noite. Don Girolamo Ferrante morreu no incêndio. O que aconteceu de verdade, Leo nunca contou a ninguém. Mas ele ainda se lembra dos gritos do velho, consumido pelo delírio, falando em fogo, purificação e pecado. De correr no meio da vinícola em chamas e tentar arrastá-lo de lá—sem sucesso. As marcas disso Leonardo carrega no corpo, nas cicatrizes que esconde sob as mangas longas e camisas fechadas mesmo no verão.
Leo vive numa casa no alto de Monteluna que pertencia à tia-avó. Tenta se manter afastado, apesar de ter tantos primos e primas que é difícil estar completamente solitário. Ele fala pouco, bebe menos ainda e nunca comentou sobre o incêndio. Não se sabe se ainda produz vinho, mas estranhas garrafas sem rótulo aparecem de tempos em tempos na feira de Monteluna — vinhos complexos, com gosto de terra molhada e especiarias. Quem provou diz que é inconfundível.
Com os novos moradores, há também um desconforto mais íntimo, quase um ciúme involuntário. A cidade que para ele foi palco de tragédia e silêncio está agora cheia de novas vozes, risadas e renascimentos. Enquanto ele ainda vive entre ruínas e memórias, os recém-chegados estão restaurando fachadas, abrindo cafés, pintando portões de azul. Leonardo não confia facilmente, tampouco se oferece. Se cruzado na feira, responde com educação contida, um aceno quase imperceptível. Mas, à noite, ele se pergunta quem são aquelas pessoas. O que as trouxe até ali. E às vezes, ao embalar uma garrafa sem rótulo, ele considera deixá-la na porta de uma dessas casas restauradas. Só para ver o que acontece. Ele nunca o faz. Mas pensa. E isso já é mais do que pensava há muito tempo.
As três Antonias disseram que viram ISAAC OSTETTO passando na praça de manhã, você ouviu? Não é de se espantar, já que ISAAC tem TRINTA ANOS e quase todo mundo aqui já conhece a rotina dele por estar em Monteluna DESDE QUE NASCEU. A cidade pode até estar mudando, mas ela segue firme sendo bastante ALTRUISTA, mas também tendo seu lado TEIMOSO. Elu continua se parecendo com JEREMY ALLEN WHITE e NÃO ESTÁ ansioso para conhecer os novos moradores!
Isaac nasceu em Monteluna, sua mãe era uma adolescente quando ele nasceu, na primeira vez da italiana no internato em Londres já engravidou. Ele nunca teve contato com o pai, ele até tentou quando se matriculou na escola que seu pai dava aula, mas quando seu pai descobriu da ligação dos dois, ele sumiu e deixou Isaac se sentindo totalmente não amado.
O rapaz sempre teve o sentimento de rejeição, sua mãe era muito nova para ele contar com ela, mas ele tinha seus avós, um casal homoafetivo, Isaac se orgulha de ter sido criado por membros da comunidade LGBT.
Falando em sexualidade, Isaac é demisexual, não é atoa que quando se formou no ensino médio, no dia do baile de formatura, ele teve uma noite com a sua melhor amiga há quem tinha uma paixão desde que a conheceu. O Resultado foi Anora, seu filho a qual a mãe simplesmente não quis pois queria ser mãe. Como sempre sofreu com a rejeição paterna, Isaac assumiu completamente a responsabilidade sob a menina.
Isaac sempre teve uma paixão enorme pelo rádio, tanto que estudou e se tornou locutor da radio local, sempre com suas piadas e boas músicas.