A fome por dezesseis dedos como os meus Não seria canibalismo, mas pavio de antropofagismo Devo-me usurpar dos indicadores para questões festivas Já os fura-bolos estariam em minha lista por puro sadismo O corpo fora encorpado em outra alegoria Carneiro festivo em oferenda Distanciamos de poros à milhas Bolsos fechados ao carreto investigativo Geleia, ciúme Geleia, ciúme Bandeira, frigideira Cume conspira em cuspi O teste cego: Me digas com quem caminhas E eu lhe direi se o divórcio irá em par Contudo, ainda hei de direcionar fábulas a mim mesmo Pop art: Party in the devil lips Partilha de bens Populismo póstumo Pague a paixão aqui E anuncie na página em branco A energia eólica, a culpa católica Surfamos a onda, afogamos na maré cristã Adão e Eva no jardim do Éden High Tech Perdidos nas nuvens e bailando com moinhos Serigrafia do paraíso teria um borrão sob a coroa de flores Em devoção aos artistas Nova-Iorquinos... Glamour púrpura do brilho por trás de uma renda Eu era os brincos pesados de uma senhora Como a antes conhecida morsa, agora, somos partes de um museu Transitando entre entes queridos, pentes e pesticidas...
Assopra-te As Dezesseis Velas, Pierrot Ruivo













