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(via https://www.youtube.com/watch?v=1za-3zruVqM)
@luansantana #parte13
Um Sentimento Desconhecido - Fanfic Pernico (Parte 13)
Amanheceu. Percy acordou. A festa de Piper já havia acabado, e mesmo que quase todo mundo tivesse ido embora, boa parte dormiu lá, no chão, nos quartos ou esparramados no sofá. Percy olhou para o lado, e viu Annabeth dormindo. Ele não sabia o que havia acontecido, nem sabia porque estava lá. A primeira coisa que pensou foi: Nico. Onde ele estaria? Com quem estaria? Ele desceu as escadas em busca do namorado, e encontrou Piper acordando os convidados. - Piper? Onde que é que tá o Nico? - disse ele bocejando. - Ah, ele... foi embora. Você não sabia? O Leo levou ele pra casa, eu acho. - Embora? E porque ele não me disse nada? - Bom, eu vi ele subir e ir até o quarto, algum tempo depois, e ele desceu correndo, e saiu. Não deu tempo de perguntar o que houve... Só então, Percy percebeu. Havia acontecido algo entre ele e Annabeth, e Nico havia visto. - E vem cá, cadê suas roupas? - Piper disse. Ele se deu conta e subiu para pegar as roupas. Tentou ligar pra Nico, mas ele não atendia. Resolveu ir na casa dele. Chegando lá, Jazmin abriu a porta. - Ah, oi Percy, como vai? - ela disse. - Oi, olha, eu tô com um problemão, o Nico tá aí? - Tá, ele tá no quarto, porque? - Tá, eu preciso falar com ele, já volto! Percy foi até o quarto de Nico e bateu na porta. - Quem é? - Nico gritou. - Percy! - Vai pro Tártaro! - Você sabe que a Jaz tem uma chave... - E daí? A porta abriu. Bom, Jazmin a abriu. - Nico! - Vai, embora, Percy! - Não enquanto você não me ouvir! - Ah é? Então fala. - Sério? Ahn, tá, olha, a Annabeth me dopou, eu não sabia o que estava fazendo, Nico! - Sabe que ela me enviou uma mensagem? Ou talvez tenha sido você... Estavam juntos... Antes que Nico pudesse dizer mais uma palavra sequer, Percy o agarrou. E o beijou. Nico pareceu gostar, mas deu um fora logo em seguida. - Sai daqui, Percy! - Nico, por favor, eu... - Não quero saber! - Eu te amo. Nico ficou em silêncio por um tempo. Ele sabia que se Percy continuasse ali, falando aquelas coisas, ele acabaria cedendo. Mas ele não queria. - Percy, por favor, vai embora e me esquece. percy sabia que Nico precisava de um tempo pra pensar. Mas ele não ficaria parado. No dia seguinte, Jazmin convenceu Nico a ir à escola. Seria ela uma filha de Afrodite? Nathan não gostaria nem um pouco se ela fosse. Mas de qualquer forma, Nico já estava pronto, e decidiu ir mais cedo. Chegando na porta do prédio onde morava, Jazmin disse: - Paguei esse carro pra te levar. Não diga que não. Antes que Nico pudesse protestar, ela foi embora, e o deixou na dúvida. O vidro de trás do carro desceu, e Piper colocou o rosto pra fora da janela: - Entra logo, Nico! Ele decidiu entrar. Ou foi convencido por Piper. Estavam apenas ele, Piper e... Percy. Nico soltou um suspiro e decidiu que Piper ficaria entre eles. Ela não queria, mas concordou. Chegaram em frente de um café e Piper avisou ao motorista: - Eu desço aqui. - Não, não, não vai à escola? - disse Nico. - Sim, mas... eu preciso comer. Você vai ficar bem. Mais uns 5 segundos depois, o silêncio no carro, estava ficando insuportável. - Oi, amor... - Percy disse. Nico quis sorrir, mas se conteve. - Olá, Percy. - ele respondeu secamente. - Nico, por favor, não me trata assim... Percy ficou sem resposta. O carro parou. Annabeth estava parada na frente dele, e esperou Nico abrir a porta - coisa que ele não fez. - Ahn, oi, Nico, será que pode abrir pra mim? - Senta do outro lado. - ele respondeu. - Ah, okay... Ela entrou. E sentou-se do lado de Percy. Nico estava prestes a fazer outra burrada, mas não se deu conta. - E então, como foi a noite? - ele disse. Annabeth riu. - Foi tão boa quanto à sua. Nico a olhou furioso. - Eu estava sozinho. - Ah, conta outra, Nico... Eu vi você com um carinha lá... - Cala a boca, Annabeth. - Então é verdade? - Percy interrompeu. - Não, Percy! - Ah, não? E os "eu te amo" que vocês disseram um para o outro? - Annabeth disse. Nico não conteve as lágrimas. Percy estava acreditando! Como Annabeth podia ser tão falsa? Ele saiu do carro. Percy o acompanhou. Na verdade, Anabeth não se importou. A sementinha da amargura, já havia sido plantada. Não era essa semente que Deméter queria que ela plantasse. Mesmo assim, ela estava numa boa. - Nico? Você... Eu não posso acreditar! - Percy disse. - Nem eu! Por acaso tem como provar? Eu tenho. Eu vi, e você sabe que fez! Percy ficou sem reação. Ele sabia que Nico estava certo. Mas não aceitaria facilmente. - Eu não estava em mim! - Acho que não estava quando disse que me amava! - Eu amo! Mais do que tudo! Nico, eu quero você comigo, pra sempre! Nico não quis responder. Percy estava disposto a ser a pessoa que consertaria o coração do garoto que amava. Enquanto via Nico se afastar, ele pensou em algo para dizer, mas ao invés disso, gritou: - Me desculpa, então. Eu só queria me casar com você! [...]
Experiência (13)
Aventureiros evoluem. Cada missão concluída, cada luta vencida, cada inimigo derrotado tornam os heróis mais experientes e poderosos. Essa evolução é representada pelos Pontos de Experiência. Cada vez que os jogadores terminam uma aventura, o Mestre deve recompensá-los com Pontos de Experiência. Esses pontos são usados mais tarde para aumentar as Características ou Focus, comprar novas Vantagens ou recomprar Desvantagens. 10 Pontos de Experiência valem 1 ponto normal de personagem. Os Pontos de Experiência ganhos por cada jogador dependem de como ele atuou na aventura: 1 ponto se terminou a aventura com vida. 1 ponto se concluiu a missão com sucesso. 1 ponto ou mais para cada inimigo vencido em combate justo. Veja a seguir. -1 ponto para cada derrota em combate justo. -1 ponto para cada companheiro morto ou perdido. O Mestre também deveria premiar com 1 ponto extra os jogadores que agiram mais de acordo com seus personagens. Esta é uma forma de recompensar aqueles que interpretam melhor seus papéis (afinal, RPG é interpretar!) e punir jogadores que só sabem fazer contas com Vantagens e Desvantagens. Por exemplo: se alguém pegou o Código de Honra dos Heróis, mas NÃO está se comportando como um herói, esse jogador não merece um ponto extra. Cada jogador deve anotar na Ficha de Personagem os Pontos de Experiência que ganhou. Se ainda não tiver o bastante para comprar um ponto normal de personagem, deve esperar as próximas aventuras. No total, nenhum jogador deve ganhar menos de um ou mais de cinco Pontos de Experiência em uma mesma aventura. Experiência com Vitórias Vencer inimigos em combate também dá Pontos de Experiência. A regra geral é que cada inimigo vencido em combate justo rende um ponto. Entenda-se por "combate justo" uma luta honesta, um contra um, sem ataques de surpresa ou truques sujos. Vitórias sobre inimigos muito mais "fracos" que o personagem (feitos com metade dos pontos, ou menos) não rendem nenhum Ponto de Experiência. A critério do Mestre, é permitido a personagens que tenham o Código de Honra de Combate reunir-se a seus companheiros para enfrentar um adversário muito mais poderoso que todos eles juntos. Oponentes muito poderosos concedem mais Experiência quando derrotados. Calcule a pontuação total do oponente, mas levando em conta apenas as Vantagens e Desvantagens que afetam o desempenho em combate. Divida esse valor por dez, arredondado para baixo. Este é o prêmio por derrotá-lo (vencer um personagem feito com 20 pontos, por exemplo, rende 2 Pontos de Experiência). Caso um inimigo poderoso seja vencido por um grupo, o personagem que aplicou o golpe final recebe metade dos Pontos (arredonde para baixo), enquanto o resto deve ser dividido igualmente pelos demais.
Desejo.
Isabel: Claro que vai, eu tenho força de vontade.
Pedro: É, eu sei que tem. Mas você nunca vai mudar isso, faz parte da sua personalidade, e ela nunca muda.
Isabel: Então quer dizer que eu sempre fui e sempre vou ver uma escrota?
Pedro: Sempre.
E sorriu.
Isabel: Fale sobre mim, como eu era?
Pedro: Você já foi tantas. Mas nunca foi uma menina boa... Acho que é por isso que eu me apaixonei por você
Isabel: Sério? E como era a relação da gente?
Pedro: Sério sim... Era uma relação de perigo. Você nunca muda a sua personalidade, mas nós nunca caímos na mesmice, sabe?
Isabel: Não.
Pedro: Na maioria das vezes a gente se encontrava quando você tava mal com o Arthur. Eu odeio o fato de ser capacho, mas eu odeio mais não ter você. Eca, olha só o que eu falei, que coisa mais gay –e sorriu.
Isabel: Dessa vez você não é capacho.
Pedro: É verdade, dessa vez eu te sequestrei kkk
Isabel: Eu gostei de ser sequestrada.
Ai meu Deus, eu acabei de dar em cima da pessoa que me sequestrou. Como assim? A missão dele era me matar, e aquilo me excitava um pouco. Eu não estava me reconhecendo...
Pedro: Eu sei.
Ele olhou para baixo e o senso de humor foi embora. Eu me senti culpada por ter falado aquilo. Ele me ama a quase quatro mil anos, e eu ia foder com o coração dele mais uma vez por puro desejo carnal.
Isabel: Desculpa
Pedro: É normal, uma hora você ia sentir atração por mim. Mas nunca passa disso. Eu te amo mais, você fica comigo, sempre me procura no final do dia, mas à noite, os seus pensamentos são dele.
Isabel: Eu não ando pensando mais nele.
Pedro: Mentira.
Isabel: Eu sei, mas vou parar de pensar.
Pedro: Ele vai voltar uma hora, e eu não quero sofrer por você mais uma vez.
Isabel: Desculpa
Pedro: Não é culpa sua. Não é culpa de ninguém
Estranho mundo de Sophie (parte 13)
Enquanto eu corri para salvar a minha vida, comecei a lembrar novamente da história da mamãe. Ela disse, uma vez ou outra, que havia um grande bicho, que arranhou seu braço, mas depois ele a ajudou na fuga do castelo em Salazen Grum. Será que era o mesmo animal? Se fosse, porque todos estariam correndo?
Eu vi Chapeleiro pular em um buraco atrás de um arbusto, seguido pelo coelho. Não pensei duas vezes e pulei também. Joffrey soltou minha mão, e caiu logo atrás de mim O buraco era fundo, e fomos escorregando como num tobogã de parques aquáticos.
Quando chegamos lá embaixo, logo vimos um pequeno corredor, e no final dele, havia uma escada, que dava para a superfície. Quando chegamos ao topo, não encontrei ninguém, mas acima de mim, havia uma mesa. Quando saí debaixo dela, era a mesa na qual estávamos tomando chá momentos antes. E não havia sinal, som, ou algo sobre a fera que estava nos perseguindo.
Quando tudo se acalmou, e todos começaram a beber chá novamente, perguntei:
---- Sabe, nas histórias que a mamãe contava, havia uma um enorme bicho branco, que a machucou, mas depois, eles viraram amigos. E se chamava Capturandam. Por acaso, não era o mesmo que a gente acabou de fugir?
Todos param de beber chá e me encararam.
---- Sabe Sophie ---- Chapeleiro começou a falar ---- os animais aqui não são como os lá de cima. Eles pensam, falam, como o coelho e o gato. E eles também escolhem a vida que querem levar. Se é do bem, ou do mal. Quando a rainha branca foi capturada pela vermelha, ele se uniu novamente com ela, virando-se para o lado vilão, pois iria compensar para ele. E agora, ele caça todos que possam se voltar contra Iracebeth.
---- Mesmo sua mãe tendo te contado sobre esse lugar como País das Maravilhas, nem tudo aqui é tão maravilhoso. ---- gato completou
Eu estava decidida. Tinha que ajuda eles, mesmo não sabendo como. Mas sabia que não estaria sozinha. Então, fui consultar Absolem.