(via https://www.youtube.com/watch?v=3EV97Oh9K_U)


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@luansantana #parte18
Um Sentimento Desconhecido - Fanfic Pernico (Parte 18)
Tanto Percy, quanto Nathan, dormiram na casa de Nico e Jazmin. E dormiram bem tarde. O arrependimento veio, quando Jazmin sentiu o celular vibrar na mão esquerda. O despertador. Era exatamente, 06h00 da manhã, e a aula começava 07h30. Ela levantou do sofá, e cutucou Nathan. - Amor...? Acorda, tem aula hoje... Nathan fez um som que parecia ser um gemido e se virou. Jazmin cutucou-o novamente. - Nathan! Anda, amor, a gente precisa levantar! Ele virou-se novamente, e sentou no sofá, coçando os olhos. - Jazmin? Ahn... Eu dormi aqui? - Não, seu bobo, você se teletransportou involuntariamente pra cá, no meio da noite... - disse ela, rindo - Levanta logo daí! Ela o puxou do sofá e empurrou-o para o banheiro. Foi em direção ao quarto de Nico e bateu na porta. - Nico! Acorda, cara! Escola! - Para de gritar, garota! Eu não sou surdo, que arrombar a porta, droga? Percy acordou com os gritos de ambos. - Nossa, Nico! Pra que esse mal-humor? A noite ontem foi tão boa... - Tá, mas hoje é outro dia, vamos logo! Nico pegou a roupa e foi em direção ao banheiro, e chegando lá, deu de cara com Nathan. - Wow, cara, o que você tá fazendo aqui, às seis da manhã? - Eu dormi aqui. - Dormiu? - É. - Mas, peraí, você dormiu com a Jazmin? - Calminha aí, Nico, não rolou nada ainda. - ele deu um sorriso cínico. - Ainda... - Nico murmurou para si. Pouco (ou muito) tempo depois, Nico saiu do banheiro, e encontrou Percy na porta. - E aí, quer tomar outro banho? - disse ele, sedutor. - Não, não temos tempo... - Nico respondeu, tentando resistir. - Não? Mas é claro que temos! Percy o empurrou de volta pra o banheiro e trancou a porta. Jazmin já havia feito o café da manhã. Ela andou achando, que Nico estava se atrasando muito ultimamente, e isso a irritava muito. Faltava apenas 20 minutos para o início da aula. Ela resolveu apressá-lo. - Nico! Sai logo daí, peste! Ele não respondeu, mas ela também, pouco se importou. Nico se deu conta do horário. - Percy temos que ir! - por algum motivo... sua voz tremia, como um gemido. - Calma, amor! - Não, olha, a Jazmin já tá surtando... - continuava com "problemas" na fala. Finalmente, sairam. - Nossa. Resolveram sair! - disse Jaz - A Piper e o Jason estão aqui. - Ah, e quando não estão? Todos tomaram café, rápido, pois faltava apenas 5 minutos para a aula começar, e ainda faltava Leo e Calipso. - Tá, andem logo! - dizia Jazmin irritada. Enfim, eles pegaram o carro de Jason, e sairam, para a casa de Leo. Não me perguntem como teve espaço para todos. Jason foi à casa de Leo e todos estranharam ao ouvir a voz de Calipso lá. - Leo! Anda logo, cara! - gritava Jason, do lado de fora. Leo abriu a porta. - Olha, vou te explicar uma coisinha, amigo. Essa droga aqui - disse ele apontando a campainha -, foi construida por mim, e ela não gosta de ser ignorada, se ela existe, tem que ser usada, então tenha educação, e toque ela, por favor, obrigado. Jason revirou os olhos e se negou a obedecer Leo. Piper resolveu tocá-la. - Ah, agora sim. - Leo disse. - Anda logo, Leo! Vamos nos atrasar! Ele foi lá dentro buscar algo, ou alguém e voltou sorrindo. - Eu estou pronto... - Então vamos! - Falta a... Calipso apareceu. Ela parecia ainda mais bonita do que estava na festa. Sem maquiagem, roupas leves e uma trança nos cabelos. - Olá... - ela disse. - Oi... - todos responderam juntos. - Precisamos ir logo! - disse Piper puxando os dois. Até que enfim... chegaram à escola. E deram de cara com Annabeth e o novo amiguinho, Dylan. Não que ninguém se importasse, mas, se fosse há um tempo atrás, aquela cena seria impossível de ser vista. Porquê? Bom, vou contar-lhes uma história. Dylan Cooper, filho de Hermes e Annabeth Chase filha de Atena, no passado, tiveram um desentendimento, por conta de bobagens. No primeiro dia de aula de Dylan tinha aproximadamente 10 anos. E Annabeth deveria ter uns 8 ou 9. Mas voltando, Dylan era novo na escola. Porém isso, não o impediu de azucrinar Annabeth com apelidos maldosos e sem graças, e bolinhas de cuspe. Por muito tempo ele fez pegadinhas e piadas com ela. Até que um dia, ela cansou. Estavam na aula de filosofia, e quando Annabeth foi sentar-se na cadeira, Dylan puxou a cadeira para trás, e o traseiro de Annabeth encontrou-se com o chão. Toda a sala riu. Annabeth, por sua vez, levantou-se, pegou um livro, e deu uma lição em Dylan, bem no meio da cara. Ele chegou a desmaiar. Por sorte, os dois não foram expulsos, mas Dylan perdeu um dente de leite. Mas para eles, tudo aquilo, havia sido bobagem. Eles esqueceram, e agora, eram amigos. Muito amigos. A turminha resolveu não dar muita importância, especialmente, Percy. Apesar de tudo, ele se perguntava "Será que ele sabe de sua gravidez?" Na verdade ele sabia. Mas não estranhou. Isso era estranho. Aula de educação física. Todas as garotas foram se trocar. Os uniformes, era iguais, diferindo-se apenas, uma listra lateral, que das meninas eram rosa e dos meninos azul. Todo o resto do tecido, era branco. Piper viu Annabeth sair do banheiro, aparentemente normal. Exceto por... uma mancha vermelha em seus shorts? Não, não poderia ser o que Piper estava pensando. Ela estava grávida! Mas... - Annabeth! - Piper a chamou. - O que foi? - O que é isso na sua roupa? Você mentiu! Você não está grávida coisa nenhuma! Todo o ginásio ouviu. Percy a olhou perplexo. Tudo que ela conseguiu fazer foi correr de volta para o banheiro, e não querer sair mais...
Enquanto você escrevia
Quando Valentina se acordou logo percebeu que não era a rua em que se lembrava da última vez, nem muito menos a editora na qual estava se dirigindo. Estava em um quarto de um hospital.
– O que aconteceu? Disse de imediato para Helena que estava ao seu lado com o semblante preocupado.
– Você desmaiou na calçada de frente para uma sinaleira com o sinal aberto e você foi atropelada. Com sorte o carro estava com a velocidade lenta e parou a tempo de não passar por cima de você, mas a batida causou algumas contusões e o deslocamento do ombro esquerdo.
– Meu Deus! E a minha mãe sabe?
– Sim... Ela está aqui, só foi pegar um café lá em baixo na cafeteria do hospital. E nós precisamos conversar...
Valentina automaticamente já sabia do que se tratava... Ela nunca tinha contado para Helena que ela era a única pessoa a saber da sua doença... Por certo há essas horas a sua mãe já estava sabendo de tudo...
– Ela já sabe...
– Sim... Me perdoe, eu realmente não sabia... E ver você nessa cama me deixou maluca! Eu saí falando para o médico que você tinha leucemia e eu pedi que ele tratasse unicamente você enquanto estivesse aqui...
– Obrigada Helena... Não, capaz. Eles acabariam sabendo mesmo...
– Valentina, você não poderia ter ocultado uma coisa tão grave como essa de seus pais! Eles nem sequer fizeram os exames para saber se poderiam te doar a medula!
– Eu sei... Eu sou uma estúpida... Eu só não queria que eles sofressem...
– Eu posso ir embora quando?
– O médico disse que só amanhã...
– Droga. Você pode ir lá no meu apartamento e buscar algumas roupas?
– Claro. Te trago à tarde.
– Está bem.
Helena se despediu de Valentina e quando abriu a porta deu de cara com a mãe de Valentina que a olhava sorrindo feliz em vê-la acordada.
– Você já acordou! Graças a Deus! Como se sente?
– Mãe...
– Está fraca? Tá então não diga nada, fique só quietinha mesmo que eu cuido de você.
– Mãe... Eu sei que você já sabe... Me desculpe.
Dona Lúcia estava inquieta arrumando as flores, e as coisas que via pela frente. Estava claro que ela estava disfarçando a sua preocupação para com Valentina. Ela continuava a ignorar e falava sozinha das coisas que precisava fazer até que Valentina vociferou.
– Mãe você está me ouvindo?
Sua mãe de repente a olhou e parou tudo que estava fazendo e chegando perto dela desmoronou chorando.
– Por que você não me disse...
– Me desculpe, eu só não queria fazer vocês sofrerem...
– Eu sei minha filha... Eu sei... Mas vai ficar tudo bem, eu vou cuidar de você... Eu vou fazer os exames e eu vou te doar a minha medula, você vai ver.
– Me desculpe.
– Me desculpe por ter te chamado de roqueira rebelde...
Ao ouvir aquilo Valentina soltou uma gargalhada e as duas riram, riram até perder o sentido do que elas estavam realmente rindo. Uma risada triste e trágica.
Helena se deslocou para o apartamento de Valentina e procurou no roupeiro duas mudas de roupas para levar para o hospital, quando em um bolso de uma calça caiu uma carta.
No primeiro momento, Helena ficou hesitante em pegar para ler e devolveu ao lugar, mas como ela queria saber se Augusto tinha se retratado com Valentina por ter faltado o compromisso aquela noite, ela se convenceu que deveria ler.
Valentina,
Eu não entendo essa tua contradição.
Em teus olhos eu vejo que você queria ficar, mas nos seus gestos tu se mostras distante e incapaz de uma aproximação. Eu vejo que tu estás sofrendo e me dói saber que eu não posso ser o seu confidente nem tão pouco ajudá-la. Ainda lembro do gosto do beijo que deixaste em meus lábios naquele dia no mirante e durmo todos os dias torcendo para que eu sonhe com um novo beijo seu.
Me perdoe pelas coisas rudes que falei, eu fui cruel e agi sem pensar. A idéia de não te ver nunca mais era insana aos meus olhos, pois tu te tornaste como uma flor extinta na qual eu cuido unicamente em um jardim fechado e secreto por somente os meus cuidados.
Esta e a última vez que te escreverei. Espero que entenda ou que alguma coisa faça você voltar para mim nem que seja em meus sonhos. Eu sempre estarei aqui por você.
Sempre seu,
Augusto.
Helena mal pode crer no que acabara de ler. Valentina não só mentiu para a sua mãe, mas também para ela sobre a noite em que ela se encontrou com Augusto no mirante, e também para o rapaz que não sabia do estado em que ela se encontrava.
Levou as roupas para Valentina e muito pouco falou com ela. Em algumas conversas ela se lembrou que ela tinha comentado que ele entregava as cartas sempre à noite e colocava dentro de um cano do banco da estação de trem, então ela se deslocou para lá para tentar encontrar Augusto.
Parte 18
Estranho mundo de Sophie (parte 18)
O castelo era escuro e sombrio. Névoa surgia do chão. Havia um lago em volta, e a medida que nos aproximávamos,
Sabe, quando pensei em viver aventuras e tudo mais, nunca imaginei que iria ver um castelo, com um rio de cabeças decapitadas.
---- Isso é... repugnante ---- exclamou o coelho ---- não deveríamos voltar?
No mesmo instante o portão se abriu, e uma enorme ponte de cordas surgiu na nossa frente. No final da corda, vários guardas formavam uma fileira que não conseguíamos ver o fim. Caminhamos por ela, em silencio, passamos pelos guardas, e encontramos Valete, que nos guiou contra sua vontade, até onde a rainha vermelha estava. Tudo era muito luxuoso, porém o cheiro fazia qualquer um entortar o nariz.
Valete abriu uma porta, e vimos uma enorme tapeçaria vermelha. No final dela, se encontravam alguns degraus e mais acima se encontrava um trono, no qual a rainha estava sentada. O enorme cabeção me deixou pasma.
---- Quem bom que veio Alice ---- ela disse ---- há quanto tempo não nos vemos. Desde que você matou meu querido Jaguadarte não é? Mas saiba que eu tenho outra carta na manga. Uma que você não vai conseguir derrotar tão cedo
---- Meu nome não é Alice ---- falei mais alto que pretendia ---- sou Sophie, filha dela. E parece que a sua visão esta enganada, assim como essa sua frase.
---- Você não é Alice? ---- ela pareceu indignada ---- mas como? Ouvi boatos que... ENFIM. Chega de bate-papo. GUARDAS, levem-nos para os fundos. Chegou a hora de conhecer a destruição de vocês.