entre os espaços dos meus dedos os seus entre os galhos de arvoredo nenhuma história que senão aquela nossa fantasiosa viveu entre os marcos de cada museu nenhuma memória vendida e paredes vazias o olhar vivo de quem se nega a uma mentira preenchendo todos os lados da história sentida porque entre todos os casos de quases a gente permaneceu um encontro eterno você e eu -g.s.















