
seen from Malaysia
seen from China
seen from China
seen from China

seen from United States
seen from China
seen from China

seen from United States
seen from Netherlands
seen from China

seen from China
seen from China
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from South Korea
seen from Lithuania

seen from Sweden
seen from United States
*₊ new post ˚꒰ :: ≡ like our reblog if you liked our used :::: all credits to @retrxsstuff ( on tumblr ) ₊*
"Profano" by Montevideo, Uruguay-based electrodark band Borgia off of their 2019 album Noches de Magia
La Candelora: una festa tra sacro e profano
La Candelora è una festa cristiana che si celebra il 2 febbraio di ogni anno, in occasione della presentazione di Gesù al Tempio e della purificazione di Maria, quaranta giorni dopo il Natale. Il nome deriva dal latino “Festum Candelarum”, che significa festa delle candele, perché in questo giorno si benedicono le candele che simboleggiano la luce di Cristo. Continue reading La Candelora: una…
View On WordPress
“Quanta coisa de profano, de sacrílego, de horrível havíamos visto no redemoinhar da turba pela nave dos templos? Fúfias dos bairros sórdidos esmolando com a opa das irmandades para o Senhor morto, bandos de rapazes estabelecendo o arroxo junto do altar-mor para beliscar as nádegas das raparigas, adolescentes do comércio com os olhos injetados roçando-se silenciosamente entre as mulheres, e…
View On WordPress
Questa non è scienza e nemmeno divulgazione: solo maleducazione.
Dare un giudizio e dare dell’ignorante a qualcuno non sono la stessa cosa: anche oggi, Roberto Burioni, ha dimostrato che è molto meglio se va a zappare la terra, perché trattare male le persone non rientra nel mestiere del divulgatore, e tanto meno nella deontologia medica.
View On WordPress
- La Società dello Spettacolo, Guy Debord
Sacrifício
Queima o corpo na fogueira Álibi do pecado dizimado Tua justa vontade fora feita Escondendo entre teus erros
Deus e os teus dedos Em minha goela Implodindo vaidades Consumadas e provocadas
E hão de orar sob teu cadáver Disfarçando-se de tua carne Alimentando-se da pele queimada Investigarão tuas entranhas atrás de algo
A divertida divergência O espetáculo que os entretêm A rixa provocada as últimas circunstâncias Que haja rinha e que minha aposta saí vitoriosa
Eu praguejo contra o convento Que conveniente aproveita-se do Estado Em seu legítimo estado de sangue-suga Em nome da divindade f-a-m-í-l-i-a
As feridas externas são a porta de entrada A outras adagas que me ferem importunamente E línguas e buscam o visco do elemento sagrado/profano Me intimando a lhes atribuir um título além de indesejados
Aceite-me como teu amor És áspero, pois sou zeloso És prisão, pois temo tua perda É indevido, pois sou fera instinto
Me vês com teus olhos de ego Me intima ao teu noivado Me fazendo de noiva-especiaria Pronto à comunhão que farão de mim