“Aplicativos” Série “Marcas de poder” 50 x 40 cm Óleo sobre tela Tinho Em exposição na @galeriamovimento #quemsomosnos #eusoueuoueusouvoce #jaera (em Galeria Movimento) https://www.instagram.com/p/CmRVxpfOXPQ/?igshid=NGJjMDIxMWI=
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“Aplicativos” Série “Marcas de poder” 50 x 40 cm Óleo sobre tela Tinho Em exposição na @galeriamovimento #quemsomosnos #eusoueuoueusouvoce #jaera (em Galeria Movimento) https://www.instagram.com/p/CmRVxpfOXPQ/?igshid=NGJjMDIxMWI=
"A realidade é uma ilusão muito persistente." A. Einstein À beira do abismo Hoje, mais do que nunca, percebemos que a ciên...
É possível estarmos tão condicionados à nossa rotina, tão condicionados à forma como criamos nossas vidas, que compramos a idéia de que não temos controle algum?
Quem sou, de onde venho e para onde vou?
Sou a Ana Sofia, uma pessoa reservada, tímida, ansiosa, responsável e divertida. O facto de ser uma pessoa ansiosa prejudica-me em diversas situações, pois muitas vezes entro em “pânico” sem qualquer necessidade, mas é algo que não consigo controlar, apesar de já utilizar alguns métodos para o fazer.
Passei por experiências menos boas, mas tais já não me afetam tanto nos dias de hoje e, por isso, considero-me hoje uma pessoa diferente, tanto a nível psicológico, como emocional e social.
Venho de uma aldeia que pertence ao concelho da Lousã, onde naa qual passei a minha infância. A casa em que eu morava era isolada e no meio da serra, o que me permitiu ter uma proximidade e contacto com a Natureza desde cedo. Posso dizer que tive uma infância feliz junto das pessoas de quem mais gostava.
Alguns anos mais tarde, fui morar com os meus pais e com a minha irmã para a Lousã e, por esse mesmo motivo, tive de mudar de escola. Só que essa transição não correu como esperava, pois, durante a minha adolescência sofri de violência psicológica e física por parte de alguns colegas meus, um termo que hoje em dia é designado como bullying.
Quem sou, de onde venho e para onde vou?
Sou do Alentejo, mais precisamente de Portalegre. Vivo numa terra chamada “Alvarrões”, uma aldeia muito bonita e pacata, onde toda a gente se conhece.
Venho de uma família muito grande, a minha mãe tem nove irmãos e o meu pai tem dois. Sempre fomos uma família muito unida e apreciamos todo o tempo que passamos juntos. O que mais gosto de recordar, são os Natais que passámos juntos, sempre com a casa cheia e com muita animação e alegria.
Os meus pais decidiram ter apenas uma filha, o que sempre me deixou muito triste, pois qualquer criança deseja ter irmãos para brincar. De facto, não tinha, mas tinha imensos primos com quem partilhar as minhas brincadeiras de infância e por isso não tenho qualquer tipo de mágoa de não ter irmãos, pois considero os meus primos como os meus irmãos.
Para além dos meus primos, tenho uma amiga que sempre considerei uma irmã, primeiro porque os nossos pais, para poderem trabalhar, colocaram-nos numa ama e assim fomos criadas juntas depois, a escola, infelizmente separou-nos, mas, sempre mantivemos o contacto uma com a outra e desde então que sei que posso contar com ela para tudo.
Quem sou, de onde venho e para onde vou?
Num rodopio de ideias procuro uma resposta para esta questão, que, parecendo tão simples a principio se torna tão complexa e difícil de definir após algumas horas de análise à minha pessoa e de autorreflexão. Contudo, tenho que seguir em frente e procurar de forma correta autodescrever-me como ser humano integrante de uma comunidade na qual estou inserida.
E o que posso dizer sobre a minha pessoa?
Sou uma rapariga portuguesa simples. Sou a Beatriz como gosto de ser chamada e tenho 20 anos, sou de Coimbra e vivo no seio de uma família humilde mas rica em princípios e valores humanos. Nesta comunidade habitacional e mais direta posso encontrar os elementos fulcrais do meu crescimento, da minha educação, da “fonte” dos meus princípios, da base do meu “eu” enquanto ser pertencente, integrado e integrante de uma comunidade. Dela, fazem parte os meus pais, irmão, tia e primo com os quais coabito.
Todas as coisas boas e más que me aconteceram, cada uma delas ao seu modo, fizeram-me chegar onde hoje cheguei e ser quem sou. Atualmente, sou estudante de educação básica na ESEC. Sim. Desde muito pequena sonhei e sempre soube o que gostava de ser e fazer no meu futuro.
Quem sou, de onde venho e para onde vou?
Quando me pedem para apresentar, começo sempre pelo que acho mais essencial saberem sobre mim, de modo que o meu nome é Andreia. Sou uma pessoa engraçada e divertida, gosto de fazer os outros rir. Há quem diga que sou uma pessoa rude, porém acabam por ver que, no fundo, sou um coração de manteiga e, por isso, muitas das vezes alguém de lágrima fácil. Apesar de tudo, e muitas vezes parecendo que não, sou uma pessoa demasiado tímida em diversas ocasiões o que me causa dificuldades em coisas simples do quotidiano como fazer amigos, pedir informações como também em coisas mais sérias, como as terríveis apresentações orais que temos de fazer.
Sou também alguém que já passou por diversos contratempos na vida que me fazem acreditar que moldaram e fizeram a pessoa que sou hoje. Considero-me alguém apaixonado pelas coisas, acima de tudo. Gosto de autores portugueses, mas também do que há lá fora. Gosto de passar tempo ao ar livre e do campo. Gosto de me sentir livre, de não ter ninguém a tentar restringir o meu caminho ou a dizer-me o que tenho de fazer agora e depois.
Sou alguém forte, com uma perspetiva de vida e objetivos muito elevados por não querer ser apenas a continuação das gerações anteriores. Assim, considero-me uma pessoa lutadora, mas que precisa de motivação e incentivo para, por vezes, tentar conquistar o que deseja com mais “fome” de ganhar.
#quemsomosnos #whatthebleepdoweknow #heliocouto
Identidade cultural é o sentimento de identidade de um grupo ou cultura, ou de um indivíduo, na medida em que ele é influenciado pela sua cultura ou a um grupo a que pertença.
Termo de origem latina, formado a partir do adjetivo “idem” (com o signicado de “o mesmo” e do sufixo “-dade” (indicator de um estado ou qualidade)