Tal foi o caso das colunas do Palácio da Alvorada, duplamente enrijecidas no ponto em que tocam a laje de piso: em enrijecimento transversal retilíneo e o perfil longitudinal parabólico que configuram o famoso peristilo do edifício. Cardozo definiu precisamente a forma como o segmento da curva de uma parábola de quarto grau, com armaduras de aço numa interessante disposição diagonal. A base, abaixo do nível da laje intermediária, também conforma uma finíssima articulação estrutural. As colunas do Palácio do Planalto – sede do Poder Executivo – possuem tratamento similar, embora construídas geometricamente a partir da correlação entre arcos de círculos e linhas retas
NIEMEYER, Oscar. A nova capital do Brasil. Minha arquitetura. Rio de Janeiro: Revan, 2000. pp. 146.










