luxury party
(+18) Anton × Leitora
Avisos: sexo desprotegido (NÃO); tentativa falha de dirty talk; os dois transam no banheiro (exibicionismo??); naosei oq mais colocar, descubram
Ryunote: escrevi isso baseado numa festa que fui (não ironicamente a história tem o msm nome q ele deu pra festa), e aconteceu uns babados e eu quis trazer isso pra fantasia, o Jaemin é mencionado no começo, mas no final vai fazer sentido (eu espero). Bjs e boa leitura meus amores <4
Seu amigo havia organizado uma festa na qual ele queria muito que você fosse, no começo estava meio receosa de ir, porém quando sua melhor amiga disse que um de seus rolinhos iria estar lá, não pensou duas vezes em tomar o melhor banho premium, fazer a melhor maquiagem e ir com a roupa que mais valorizava seu corpo. Tratou de colocar apenas um vestido azul bebê junto de uma meia-calça arrastão e uma jaqueta preta estilo cropped leve, quase desnecessária, exceto pelo jeito como amenizava a brisa nos braços.
Depois de chegar na festa junto com sua amiga, a primeira pessoa que seus olhos captam é Jaemin, sentiu um pouco de raiva ao ver o mesmo na festa, por mais que vocês haviam tido um desentendimento horas antes da festa, vocês costumavam ficar sempre que se encontravam porém ele não te dava a devida atenção que você merecia, até porque hoje você tinha outros planos...
E lá estava Anton, que assim que te viu foi de encontro com um pequeno sorriso no rosto, puxando-a pela cintura e dando um beijo na bochecha como forma de cumprimento, e você retribuiu passando seus braços pelo pescoço dele, tendo que ficar um pouquinho nas pontas dos pés por conta da diferença de altura que você não odiava nem um pouco.
- Achei que a senhorita não iria estar aqui hoje – comentou o mesmo pela demora que você levou para chegar lá
- Não achei que você fosse ficar tão atento assim – respondeu com um pequeno sorriso nos lábios.
Anton cumprimentou sua amiga de forma mais discreta e, em seguida, chamou vocês duas para se juntarem a ele e ao restante do pessoal. Depois de falar com todos ao redor da mesa, se sentou do lado de Anton, enquanto sua amiga havia encontrado um ficantezinho, ficando meio distante de você não só para aproveitar a própria noite, mas também para te deixar mais a vontade.
Depois de muitas conversas e risadas entre o pessoal, você e Anton estavam em uma proximidade confortável, os ombros continuavam se tocando de leve, as pernas, próximas, roçavam de vez em quando, e nenhum dos dois se movia para evitar.
Já não sabia mais quantos copos de bebidas e shots havia tomado, estava em uma linha tênue entre embriaguez e sobriedade. A música batia tão alto que parecia pulsar dentro do peito, misturando-se com o ritmo acelerado do próprio coração. Luzes coloridas cortavam o ambiente em flashes rápidos, iluminando rostos desconhecidos, sorrisos soltos e corpos que se moviam como se não existisse amanhã.
Então a música mudou, o ritmo desacelerou, ainda intenso, mas mais marcado, mais fácil de sentir do que de ignorar.
Ele percebeu primeiro — Vem — murmurou, já estendendo a mão.
Você aceitou, os dedos se encaixaram com naturalidade, e, no começo, a dança era simples, quase despreocupada, sem perceber quando aconteceu, você acabou virando de costas para ele, deixando que o ritmo da música guiasse seus movimentos com mais liberdade. A mão dele encontrou sua cintura, firme, puxando você um pouco mais para perto fazendo com que seus movimentos começaram a se alinhar melhor, mais fluidos, não sabia se era por conta da bebida ou por conta da proximidade em que estavam, você estava praticamente quase se esfregando nele no ritmo da música, e Anton estava curtindo tanto quanto você, acompanhando cada movimento, como se estivesse em sintonia sem precisar ver. Então, de repente, veio o toque, leve, quase brincando. Um tapinha sutil no seu quadril, suficiente para chamar sua atenção.
Você se virou devagar, sem pressa, como se quisesse prolongar aquele momento, e no meio do movimento sentiu a mão dele levar a sua ao redor do pescoço dele, você fez o mesmo com a outra que estava desocupada. As mãos dele voltaram a repousar na sua cintura de uma forma mais firme, como se você fosse escapar a qualquer momento, mesmo que já soubesse que você não ia embora.
Você inclinou levemente o rosto, diminuindo ainda mais a distância, perguntou — a voz baixa, quase engolida pela música:
— Você quer me beijar? – Por um segundo, ele não respondeu. Os lábios dele encontraram os seus direto, sem hesitação, como se a pergunta tivesse sido só o último empurrão que faltava.
O beijo veio suave no começo, como se ambos quisessem sentir cada detalhe daquele momento, Anton aprofundou mais o beijo com a língua, fazendo você sentir o gosto doce da bebida que haviam tomado antes, seus dedos se fecharam na camisa dele quase sem perceber puxando-o para mais perto, enquanto ele subia uma das mãos até seu pescoço fazendo uma pequena pressionzinha te fazendo soltar um pequeno gemido que fora abafado pelo beijo.
‐ Porra princesa, você beija bem pra caralho – Anton se afastou por uns segundos sem tirar a mão do seu pescoço, chegando bem perto do seu ouvido apenas para sussurrar, e depois deixando um beijo em sua bochecha, descendo até o seu pescoço onde fez questão de deixar um beijo bem molhadinho fazendo com que você perdesse o equilíbrio mesmo sem sair do lugar. Ele percebeu isso e soltou uma risada pela forma que você se encontrava tão imersa naquele momento.
‐ E se a gente for ali no banheiro rapidinho? –ele disse tão baixo que sentiu todos seus pelinhos se arrepiarem, enquanto a mão que estava em seu pescoço te fazia um carinho nos ombros
‐ Não, não, as pessoas vão perceber – respondeu de uma forma tão rápida, que até se assustou com o próprio raciocínio rápido.
‐ Não vão perceber se a gente não demorar – tentou te convencer.
Você ponderou por alguns segundos, estava realmente com receio de ser pega por alguém, mas ao mesmo tempo aquilo era um gás a mais para te incentivar, talvez vocês realmente não iriam demorar muito, pelo menos era o que pensava.
Não respondeu nada, apenas pegou a mão dele e seguiu em direção ao banheiro de forma rápida para chegar sem que quase ninguém percebesse, e pelo visto tinha dado certo. Assim que trancou a porta do cômodo, que era um pouco pequeno onde mais de duas pessoas já parecia excesso, não hesitou em puxar Anton para um beijo necessitado, sentia que podia explodir a qualquer momento com todo aquele tesão acumulado que estava sentindo, suas mãos adentrando a camisa que o mais alto estava usando apenas para deixar alguns arranhões pela pele semi-exposta. Ele entendeu seu recado, e imediatamente retirou a peça de roupa que estava impedindo algum tipo de proximidade, porém dessa vez ele queria tomar o controle da situação, Anton te puxou pelo pescoço com a mesma força que havia usado antes, te encostando na parede com calma para não te machucar, te beijando com mais rapidez, levantando levemente seu vestido enrolando até a cintura, como se quisesse te possuir inteira, e aparentemente ele estava conseguindo.
‐ Não sabia que você tinha tanto fogo assim – Falou enquanto roçava o pau coberto pelas roupas por cima da sua calcinha que provavelmente estava toda babada pela sua excitação.
-Anton, por favor... – disse meio ofegante por conta da fricção entre os tecidos, a sensação era boa, mas ainda precisava de mais.
- A minha princesa tá tão desesperada assim? Pra quem não tava querendo usar o banheiro rapidinho, você tá aproveitando demais – Ele falava enquanto o ritmo do movimento foi ficando mais acelerado.
Você elevou o quadril um pouco mais pra frente, quase rebolando sob o tecido da calça do mais alto soltando um gemido bem baixinho cheio de manhã, fazendo com que apenas ele escutasse.
Anton sentia que poderia enlouquecer com todo aquele contato, mas ele queria mais, ele precisava de mais, tanto quanto você, ele te desejava como se fosse a última coisa que existisse nesse mundo. Rapidamente ele cessou os movimentos te fazendo soltar um gemido de frustração, mas assim que você viu que ele estava desfevelando o próprio cinto você tratou em ajudar ele a remover o restante de roupa que ainda estava nele, Anton desceu as mãos no meio de suas pernas adentrando sua calcinha por meio da meia-calça arrastão, e acabou soltando um gemido quando ele conseguiu sentir o qual molhada você estava, começou a fazer movimentos circulares em seu clitóris te fazendo contorcer levemente devido ao toque, quando você terminou de ajudar ele a remover parcialmente a calça só para ele conseguir colocar o pau pra fora, ele não pensou duas vezes e rasgou sua meia-calça só pra ter um acesso mais fácil até sua buceta que já estava quase escorrendo entre suas pernas.
- Desculpa por isso princesa, mas eu quero tanto te sentir – Antom falou enquanto colocava sua calcinha para o lado enquanto pincelava a cabecinha do próprio pau no seu clitóris indo até a sua entrada ameaçando entrar dentro de você.
- Porra... mete logo caralho – dizia entre gemidos que não deixava escapar totalmente.
E então, ele atendeu seu pedido e se adentrou completamente dentro de você que se sentiu meio patética pela facilidade que ele teve em fazer tal ato. Então ele levantou uma de suas pernas levemente para ir um pouco mais fundo, enquanto fechava sua outra mão no seu pescoço de uma forma mais bruta que te fez revirar os olhos mesmo com eles fechados, você se segurou nos ombros dele procurando algum tipo de apoio, não queria que ele parasse em momento nenhum.
- Fode Anton...tá tão bom – balbuciava entre os gemidos que saiam da sua boca sem vergonha alguma, pouco se importando se alguém que estivesse esperando pra entrar no banheiro escutasse.
- 'Cê tá acabando comigo gatinha, gemendo desse jeito enquanto toma pau no banheiro de uma festa, tsc tsc, minha princesa é muito suja. – Anton sussurrou no seu ouvido enquanto aumentava a velocidade das estocadas, acertando seu pontinho mais sensível, te fazendo colocar uma de suas mãos na própria boca segurando um gritinho que ameaçava sair da sua boca sem aviso prévio.
Com Anton metendo tão fundo, você sabia que não ia durar muito tempo, o ritmo das estocadas, o barulho molhado ecoando pelo banheiro, tudo aquilo estava te levando ao êxtase, não demorou para que você atingisse o orgasmo de uma forma tão bruta e prazerosa ao mesmo tempo que sentiu que tinha perdido o movimento das pernas. E Anton também não durou muito tempo, sentindo os apertos do seu recente ápice, com poucas estocadas ele se desfez esporrando todo o líquido dele nas suas pernas, que ele rapidamente se tratou de pegar um pouco de papel que havia por ali pra limpar quaisquer resquícios de gozo que havia por ali.
Depois disso, Anton te ajudou a arrumar toda a sua roupa e se vestiu novamente. Ficou te encarando alguns segundos antes de te beijar novamente, e também para criar coragem para sair de volta a festa, antes mesmo que pudessem destrancar a porta escutaram algumas batidas na parte de fora, sinalizando que alguém queria entrar lá, quando abriu a mesma para sair junto com Anton viu que era Jaemin que estava esperando para usar o banheiro.
Antes de saírem totalmente de lá, Anton disse em um tom debochado
- Vê se não demora por favor – dando tapinhas no ombro de Jaemin, que você poderia jurar estar sentindo os olhos de Jaemin queimando em raiva.
Você apenas soltou uma risada e puxou Anton de volta aonde estavam sentados retomando a conversa como se nada tivesse interrompido o momento, e consequentemente aproveitando o restante da festa, já que vocês iriam ter a noite toda para curtir.











