Cansado daquele barulho infernal que os humanos e companhia gostavam de chamar de música, o professor resolvera que não precisava mais ficar de olho nos alunos e que tinha direito a alguns minutos de folga do lado de fora. Sendo assim, o fae estava sentado em uma mureta do jardim, observando as pequenas plantas, tão diferentes daquelas que cresciam em sua terra natal. Ele estendeu uma das mãos, deixando que uma trepadeira subisse até seus dedos e se enroscasse entre eles. Enquanto o fazia pôde sentir a presença de alguém se aproximando, suas asas tremulando para indicar perigo. Era uma presença fria, morta, para a qual o professor não se importou em virar o rosto - Sim?
@saemuss












