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Amazing!
Lá se vai mais uma madrugada pensando em ti. Não só uma madrugada, mas dias e noites também. Eu só quero saber se isso igualmente acontece contigo. Só pra aumentar ainda mais meu ego. Só pra saber que ainda te tomo o pensamento, mesmo que por lapsos de momentos. Só pra saber que tu ainda gostas de mim, do mesmo jeito que antes. Antes. Depois. Sempre.
Eu te procuro por aí, em outras pessoas, outros momentos. Mas não te acho. Porque por mais óbvio, e clichê, que pareça ser: tu és único. Digo único por teus trejeitos, pelo teu modo singular de dizer e desdizer, pelo modo como me tomas – que é peculiar exatamente por isso, por tu me tomares sendo o meu lado avesso.
Não quero que digas nada. Aliás, não precisas dizer nada. Basta que tu continues me arrancando de mim mesma desse jeito. Posso nunca ter te dito isso, mas acredite em mim, é verdade. Aliás, tem um turbilhão de coisas que eu nunca te falei. Por exemplo, eu nunca te falei que às vezes quando me perco na conversa e peço pra tu repetir é porque eu fico te imaginando ao telefone, sorrindo; é porque eu fico me perguntando se tu estás tão feliz quanto eu estou só por te ouvir, só por saber que tu estás lá, gastando um pouco do teu tempo comigo.
Eu quero que o vento te traga para o meu lado, para que assim eu possa te tocar e sentir teu cheiro e te sentir perto de mim. Para que eu possa te apreciar. Para que tu possas me paralisar. Para que não precisemos sair de onde estivermos e que essa distancia tão infinita agora se torne finita, finita a ponto de ser nossa respiração. Ofegante.
Pediste para que eu não saia de onde estou, acatarei com o teu pedido: não sairei. Mas espero que venhas até mim, não precisa ser rápido. De onde estou agora, quero que tu venhas lentamente, para que eu possa apreciar e degustar cada detalhe teu. Não se atrase, não deixe passar a hora certa. Ajusta os teus relógios, deixe-os sincronizados comigo, com meu tempo. Não me perca. Não me deixe ir embora, porque eu quero ficar.
Andressa de Melo