Social Machines 159O to 2O19. #socialmachines #michelepiacentinilesartistes #varese https://www.instagram.com/p/BygBGENoK-n/?igshid=kc40rvg4ga3e

seen from Russia

seen from Uzbekistan
seen from United States
seen from United States
seen from Italy

seen from Malaysia
seen from Maldives

seen from Malaysia
seen from Germany
seen from France
seen from Germany
seen from Saudi Arabia
seen from Kazakhstan

seen from Germany

seen from Germany
seen from Germany
seen from Romania
seen from China
seen from Malaysia

seen from Italy
Social Machines 159O to 2O19. #socialmachines #michelepiacentinilesartistes #varese https://www.instagram.com/p/BygBGENoK-n/?igshid=kc40rvg4ga3e
Uma máquina para publicação dos dados governamentais
A primeira legislação sobre transparência e liberdade da informação data do século 18, sendo a Suécia o pioneiro ao criar esta legislação em 1776. Dois séculos depois, nos anos após a segunda guerra mundial, os Estados Unidos começaram a discutir o "direito de saber" (the right to know) e aprovaram sua legislação em 1966, sendo seguido por inúmeros países. Assim, no final do século 20 as leis de acesso a informação já eram populares na maioria dos países democráticos.
Com o surgimento da Web 2.0 e das novas tecnologias de publicação e consumo de dados esse movimento resurgiu como Governo Aberto, levando a iniciativas de Dados Abertos Governamentais (OGD - do inglês Open Government Data), iniciando a "segunda onda" de transparência. Porém, apesar de muitos governos ao redor do mundo lançarem portais de OGD, os mesmos tem sido muito criticados principalmente por falharem em cumprir os requisitos básicos de OGD, além de alguns críticos considerarem que "...muitos governos focam no desenvolvimento de um portal nacional de dados abertos governamentais como se isso fosse mais prioritário do que desenvolver a infraestrutura técnica para abertura dos dados para uso por terceiros...".
Nesse contexto, em sua tese de doutorado Kellyton Brito considera que os governos deveriam basear a publicação dos seus dados a partir de um modelo mais abstrato, como um modelo de máquinas computacionais. O que leva a uma questão principal: existe um modelo computacional abstrato e genérico capaz de descrever os dados governamentais e possível de ser implementado como um sistema de informação na forma de um portal de dados abertos governamental?
Com o objetivo de responder a esta questão, Kellyton definiu a MAGDA - MAchine for Government Data (Máquina para Dados Governamentais), um modelo abstrato e genérico de máquina computacional que satisfaz os requisitos do domínio de OGD, e usou esse modelo para projetar, desenvolver e disponibilizar portais de dados abertos, usando dados reais publicados pelos governos, como os dados dos parlamentares federais e de todas as 270 mil escolas do Brasil.
Posteriormente, de forma a validar a utilidade da proposta, foram desenvolvidos aplicativos utilizando os dados desse portais. Estes aplicativos, além de demonstrarem a viabilidade e benefícios da proposta, receberam diversos prêmios de órgãos oficiais, como a Câmara dos Deputados e o Ministério das Comunicações. Além disso, também demonstraram ser de grande utilidade pública. Como exemplo, em uma pesquisa realizada durante o período das Eleições 2014, 58% dos respondentes que visitaram um desses aplicativos, o Meu Congresso Nacional (www.meucongressonacional.com) afirmaram que sua visita ao mesmo teve muita ou extrema influência na sua decisão de voto.
ASSERT at The Theory and Practice of Social Machines (SOCM2013) co-located with 22nd International World Wide Web Conference (WWW2013)
The paper “Social Machines: A Unified Paradigm to Describe Social Web-Oriented Systems“ authored by Vanilson Burégio, Silvio Meira e Nelson Rosa has been accepted for publication at The Theory and Practice of Social Machines (SOCM2013) co-located with 22nd International World Wide Web Conference (WWW2013). The conference will be held in May 13th-17th, 2013 at Rio de Janeiro, Brazil.
A brief overview of the paper is given next.
Blending computational and social elements into software has gained significant attention in key conferences and journals. In this context, “Social Machines” appears as a promising model for unifying both computational and social processes. However, it is a fresh topic, with concepts and definitions coming from different research fields, making a unified understanding of the concept a somewhat challenging endeavor. This paper aims to investigate efforts related to this topic and build a preliminary classification scheme to structure the science of Social Machines. We provide a preliminary overview of this research area through the identification of the main visions, concepts, and approaches; we additionally examine the result of the convergence of existing contributions. With the field still in its early stage, we believe that this work can collaborate to the process of providing a more common and coherent conceptual basis for understanding Social Machines as a paradigm. Furthermore, this study helps detect important research issues and gaps in the area.