Text | brunette babe 👅💋
madison: care to enlighten me on where the fuck you are?
madison: because frankly, I need some really good loving for all the stress I have right now
seen from United States
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Text | brunette babe 👅💋
madison: care to enlighten me on where the fuck you are?
madison: because frankly, I need some really good loving for all the stress I have right now
✘⁇✉♀%
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SAM: Fuck you for what you said last night. I know exactly why you say other people’s names and you need to cut that shit outSAM: Just because you’re getting cold feet doesn’t mean you do that shit
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SAM: i misssssss yooooooooooouSAM: come here so i can look at your face
Send “✉” for a text that WASN’T SENT.
SAM: so i think i’m falling for you and it’s really fucking scarySAM: i really don’t want to lose you
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SAM: i can’t do this anymore, i’m sick of you.. turning on me whenever something goes wrongSAM: i’m done with this and you
Send “%” for a CURIOUS text.
SAM: okay so should i get the whipped cream or chocolate sauce?SAM: they’re going on you so pick one
[Flashback] And I'll always be here for you | Augustus & Alyssa
Ele ouviu primeiro a gritaria, o som ecoando pela casa de forma terrível. Sabia que Antonin havia vindo visitar Alyssa novamente, e preferira não encarar o garoto, sendo assim permanecera na sala de estar enquanto a irmã levava o namorado para a varanda. No entanto, ao ouvir a voz elevada da garota, não conseguiu evitar de se alertar. Talvez fosse sua super proteção, mas quando se deu conta já havia levantado da poltrona onde estivera sentado e se aproximava da varanda, pronto para intervir em qualquer que fosse a discussão que eles estavam tendo, porque somente de imaginar que sua irmã estaria precisando ajuda, tudo em que conseguia pensar era em ajudá-la. Não sabia exatamente sobre o que eles estavam falando, mas já tinha uma leve desconfiança do assunto, e ao mesmo tempo em que queria contar à Alyssa sobre o que realmente acontecera naquele dia, também queria confrontar Antonin por estar falando daquela forma com sua irmã. Estava confuso sobre o que poderia ou não fazer, e o melhor que achou era simplesmente ficar quieto e esperar... Esperar até que a raiva de Alyssa se transformasse e algum objeto passasse voando na direção de Antonin.
De onde estava, não conseguira ver a cena direito, e duvidava que qualquer um dos dois estivesse lhe vendo ali, mas em seu dilema sobre o que deveria fazer, principalmente após aquele momento, a única coisa que notara fora quando Antonin passara como um vulto perto dele e nem ao menos o notara, o que fora melhor, porque realmente não queria receber o olhar de acusação do garoto. Enquanto se aproximava da varanda, entretanto, a culpa começara a recair sobre ele, não que fosse contar à Alyssa, de forma alguma, porque estava longe de ser uma pessoa altruísta, era verdade. Mas o sorriso de sua irmã, satisfeito pelo que havia feito, fora suficiente para fazer Augustus rir e então, finalmente, retomar a pose de quem não ligava para nada enquanto se recostava contra a porta de vidro da varanda, cruzava seus braços e fitava a mais nova com uma expressão orgulhosa. “Hoje vi que aprendeu muito bem comigo, não é mesmo? Estou orgulhoso. Aliás, estava demorando para despachar o Dolohov aqui de casa, e essa foi uma maneira incrível de fazer isso, na minha opinião.” Sabia que comentários ácidos como aquele que Augustus fazia regularmente apenas contribuíam para sua irmã o afastá-lo ainda mais, mas infelizmente, eram necessários.
In my defense, you're my only interest tonight. —— Alyssa Greengrass [Flashback]
Naquela distância, Rabastan conseguia enxergar com nitidez uma veia pulsando na testa de seu pai enquanto uma coloração escarlate aderia ás maçãs proeminentes de seu rosto. O Sr. Lestrange era um homem grande, os cabelos ficando gradativamente grisalhos e estava constantemente com uma expressão de mau humor em seu rosto. Manteve-se sereno, afinal, não fazia a menor questão de expressar o quanto as atitudes do pai o incomodavam ou como o aperto em seu braço estava lhe machucando. Precisava ser forte, porque sabia que aquela era a única maneira para tirar Hector do seu encalço naquele dia. —... E nem ouse tentar estragar a noite de hoje, Rabastan, ou vou fazer você se arrepender pelo resto de sua vida. Está me entendendo? — Mais uma sacudida em seu braço. Rabastan trincou seus dentes, mantendo os olhos fixos nos de seu pai. — Nós somos os anfitriões. E o que isso significa Rabastan? Significa que tudo deve sair perfeito...
O discurso rude de seu pai continuou. Rabastan, entretanto, apenas fingia estar realmente escutando. Já ouvira palavras assim muitas vezes, tantas que até perdera a conta, o que lhe fizera aprender com maestria a ignorar. Apesar de tudo, contra toda a sua força de vontade, ainda lhe afetava saber que nada do que pudesse fazer mudaria o conceito que seu pai tinha a respeito do filho mais novo. Rodolphus sempre seria o preferido, o prodígio, o filho perfeito e que trazia tanto orgulho. Tentava, de todas as formas, focar-se apenas no fato de que ele era seu irmão e não o motivo para o garoto ser deixado de lado em qualquer reunião de família, e mesmo sabendo que Rodolphus se importava com ele, não adiantava. Sempre haveria uma pontinha de inveja em seu peito, uma queimação de raiva pelo fato do irmão nunca fazer nada para sair do centro das atenções ou para, no mínimo, lhe dar um lugarzinho no topo, para o garoto sentir o gosto de, pela primeira vez em sua vida, ser notado de verdade. Talvez fosse por isso que insistia em manter seu lado rebelde em tudo o que fazia. Precisava, de alguma forma, se mostrar. Mostrar que ele existia, que poderia fazer jus ao sobrenome que levava consigo. Ser um Lestrange nunca fora fácil.
A organização daquele baile havia começado há duas semanas, todos as tarefas repassadas e o número de elfos domésticos na mansão dos Lestrange dobrara quase de um dia para o outro. Rabastan detestava todos aqueles preparativos, por isso passava quase a maior parte do tempo trancado em seu quarto, aproveitando os livros antigos de magia que haviam passado de geração em geração na família. Rodolphus, é claro, tivera a oportunidade de lê-los primeiro, então não havia nada de espetacular, não havia nada para contar de especial. Entretanto, sempre era bom aprender coisas novas que poderiam lhe ajudar em um futuro muito próximo, quem sabe. E, enquanto sua mãe estivesse agitada com as flores que seriam postas no hall de entrada e seu pai estivesse preocupado com o número de alianças que poderiam fazer naquela noite em especial, Rabastan tratava de permanecer o mais longe possível de toda aquela loucura, afinal, não estava nada interessado em ter de dar algum palpite sobre que cor de toalha de mesa combinaria mais com os arranjos de flores e não ficaria tão parecido com o vestido escolhido por Ella para o dia do baile. Era nesses momentos que Rabastan odiava não ter tido uma irmã, porque uma garota certamente serviria para aquela tarefa muito melhor do que ele ou Rodolphus.
Quando o dia do baile chegou, entretanto, achou melhor manter a aparência de alguém que realmente estivesse satisfeito com aquilo tudo acontecendo. Ao longo dos anos aprendera de maneira infalível a mascarar qualquer tipo de sentimento e a parecer adorável diante de pessoas que importavam. Rabastan nunca era visto de cara fechada em qualquer baile organizado por sua família ou aos quais eram convidados, e por isso até mesmo era tachado como uma pessoa bem humorada e adorável. Mal sabiam aquelas pessoas que havia muito mais escondido por trás daquele seu sorriso simpático e suas conversas bem estruturadas que lhe rendiam elogios.
Havia vestido um smoking impecável e lustroso depois da intervenção estúpida de seu pai, o tecido preto realçando as mechas claras de seu cabelo. Em sua mão havia uma delicada taça de hidromel, uma bebida que lhe permitiria aturar as chateações daquela noite, mas que lhe permitiria ficar são para manter-se de olho em qualquer mudança de comportamento de qualquer pessoa naquele salão. Os convidados começaram a chegar logo cedo, todos estendendo seus cumprimentos a família Lestrange e elogiando o fato de que tudo estava bonito e agradável, ou como os anfitriões haviam se esforçado e caprichado naquela noite. O olhar que Ella transmitia a cada um era diferenciado de acordo com sua afinidade ou de acordo com o quanto ela não suportava tal pessoa. Era sempre daquela mesma forma. Rabastan permaneceu distante, apenas bebericando discretamente sua bebida enquanto observava a chegada dos bruxos e bruxas da alta sociedade, acompanhados de suas famílias numerosas. Porém, seus olhos ágeis recaíram sobre uma dessas famílias em particular. Os Greengrass, mais especificamente a jovem Alyssa, sempre bonita e elegante, atraindo olhares um pouco desrespeitosos demais. Rabastan tivera contato com a garota por Augustus, seu irmão. Não que os dois garotos fossem amigos de longa data, mas entre as famílias sagradas sempre havia certa afinidade, apesar de Rabastan ter se aproximado muito mais de Alyssa do que de Augustus. Apreciava a companhia da garota e ainda mais o seu jeito determinado, era como se ela fizesse questão de não ser nem um pouco semelhante com as outras garotas vindas de famílias sangue puro.
Virou o restante do líquido amarelado contra seus lábios e, ajeitando as mechas de seu cabelo com a mão livre, depositou a taça vazia em um das mesas ao seu lado enquanto se encaminhava na direção da família que acabara de entrar. Como era de costume e um gesto de respeito, Rabastan cumprimentou primeiro o Sr. Greengrass e então a Sra. Greengrass. Com Augustus foi apenas uma troca de olhares tranquilos e então o garoto aproximou-se de Alyssa, retendo-a enquanto sua família seguia para a mesa a qual lhes fora reservada. — Até que enfim a estrela que faltava na noite chegou. — Segurou a mão da garota e então depositou um beijo suave enquanto mantinha seus olhos fixos aos dela. Ela já estava acostumada com suas tentativas de ser galanteador, com certeza, então Rabastan apenas sorriu malicioso esperando por alguma resposta um pouco rude da parte de Alyssa.