THIS GAME IS SO ANNOYING. WHY DO I KEEP TORTURING MYSELF WITH IT.

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THIS GAME IS SO ANNOYING. WHY DO I KEEP TORTURING MYSELF WITH IT.
TEXT ✉ Baby
Finn: Hey, how's everything going on your end? Since the last time we've talked was about the set up. Also, I gotten us a room for Valentine's day just in case.
Text ✉ Baby B
Finn: Hey beautiful, I was wondering if you have Valentine's day free.
Text ✉ Baby
F: Hey baby, how are you doing?
hey i have a submission! first of all i just wanna say i’m glad you made this blog, it’s pretty neat and gives everyone a chance to show off their inquisitors, which some people are rlly proud of so kudos to you
also would you mind tagging my blog when you post these? thanks!!
firstly i have Guinevere Lavellan, dalish mage. romancing Cullen. not a believer in the Maker. sided with templars, and a Rift mage, I named her after my own first name, Jennifer c:
and here’s my human archer I created just last night, Antoinette Madeline Trevelyan. She’ll probably be a believer. Siding with mages, best friends with Dorian, and probably romancing Cullen again (bc i can’t help myself)
[text]||blaise
Blaise: hey, it's moments like those that keep lubriderm in business. Marigold: well, damn. You have everything, don't you.
[text]||Blaise
Marigold: hey, sorry about before.
Blackout || Scott, Britt, Rick, Hector, Licy, Theo, Suzie e Ben
Em um instante estava rindo e se abraçando com um de seus colegas de curso, os corpos suados e felizes, sorrisos largos no rosto enquanto as luzes inundavam as almas. Já haviam derramado muito álcool em sua roupa, mas o loiro não se importava. Não se importava com nada, até que o barulho veio. Começou em sua cabeça como um zumbido baixo, parecido com uma interferência, e o estudante se perguntou se realmente estivera bebendo apenas água e refrigerante quando as coisas pioraram. O que era um zumbido agudo e irritante acabou virando um grito horrível, preenchendo sua cabeça e o fazendo ficar tão tonto que perdeu o abraço do garoto ao seu lado, gritando enquanto caía pesadamente no chão coberto por um carpete puído. Seus músculos estavam rígidos, quase entrando em colapso enquanto agarrava os cabelos platinados e implorava para Deus que aquela dor parasse. Como se fosse mágica, ou fé, de repente não havia mais barulho algum, e Scott sentiu em seu âmago que aquilo era muito pior. Inconscientemente o garoto ficou de olhos fechados, as pálpebras pesadas e grudadas por lágrimas de dor enquanto sua mão tateava o chão até que encontrou o que procurava. Havia sim alguém ao lado dele, e o menino apertou aquela mão com força, como se quisesse dizer que tudo ia ficar bem. Quando abriu os olhos, e percebeu a situação, as poucas pessoas se levantando e entreolhando, soube que estava muito errado. Seu queixo caiu, e tudo o que conseguiu dizer com a vista ainda embaçada foi um estrangulado.
- Mas o que infernos?...