心痛 : h* arche
@tci-taro
Dongil, talvez, chame mais atenção do que o normal - Não é porposital. Contraditoriamente, celebra algo fora da cultura japonesa, mas vestindo-se como talvez fariam os destes: o branco da camisa de mangas longas alcançam, com a gola, seu pescoço e se esticasse mais, cobriria seu lábio inferior; a calça é de mesma cor, bem como o sobretudo que lhe alcança os calcanhares e guarda as armas que esperava não precisar usar - não daqueles dias, ele pede à quem vive questionando existência. Os fios escuros também estão diferente do usual penteado bem feito e caem, soltos e lisos com são naturalmente, sobre seus olhos. Ali, assim, ao mesmo tempo que parece bem mais novo, sua presença - e olhos - provavelmente pesa com o contrário. Inexplicavelmente, sente-se cansado.
Haviam alguns se espelhado, outros seguido o caminho. O desfile já havia acabado há horas, e Dongil manteve os olhos sobre Taro por tudo instante. Nenhuma daquelas máscaras o havia chamado atenção. Havia cosneguido manter-se focado até o momento que alcançaram o pico da montanha e a aglomeração terminou, permitindo o ventro frio soprar contra o rosto de Dongil. Magicamente, diria se acreditasse, o vendo traz melancolia. Sem querer, sem perceber, os passos do assassino travam; os olhos queimam; o suspiro é trêmulo. O gosto de Taro não mais sentia em sua boca, porque nela um gosto amargo surge. O gosto de lembrar de Kenta e Taehyun - estar sozinho nunca lhe foi um problema, não um consciente, mas agora pesava toneladas. E a ciência de estar sozinho é o pior sentimento que poderia experimentar.








