Entre o Céu e a Terra ( I )
Ele jamais vira algo tão intimidante. O seu arredor se constituía apenas por pó, paredes caídas, carros abandonados e um silêncio atordoante. Tomara coragem e olhou novamente, ainda estava ali. Correu, pois sentiu algo que era mais forte que o medo, algo que jamais sentira em sua antiga vida. Em estado de choque ele não aguentou e teve que parar de correr. Entrou em uma casa, foi ao corredor, subiu as escadas, sentou no chão do quarto que estava a sua direita. Sua respiração forte, o suor que escorria por seu rosto, não o deixava em paz. Caos interno! Ergueu sua cabeça e viu escrito na parede, (“Então vi um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra tinham passado; e o mar já não existia”)









