Ele sempre foi sintonia. Sempre sentiu o coração. Seus trejeitos são diferentes. A explicação se encontra por trás de uma grande mulher, uma grande mãe. Uma respeitosa criação. O coração do lar bate dentro do seu. Ele carrega o brilho de uma mulher incomparável. Aquela que se entregou de todas as formas ao seu sonho, do qual ele retribui sendo espelho. Ela é exemplo, ele o reflexo. Por isso ama incondicionalmente, se entrega e dedica de corpo, alma e coração tudo que faz. Coração nobre e cortês. Coração que é capaz de enxergar com toda pureza o mundo de uma mulher. Coração que é capaz de refletir respeito, gentileza, refúgio e fortaleza. Ele não cabia em si mesmo e transbordou as fronteiras, abriu portas e se tornou lar. Ele era letra, elas poesia. Juntos formaram a melodia mais linda. A calmaria invade o peito quando juntam as vozes. Se tornaram um só. Em cada palavra um gesto, em cada suspiro uma poesia. Em cada tom, duas pessoas emaranhadas a decifrar e distribuir amor em canção. Ele, sempre foi atencioso com elas. Elas, sempre foram casa para ele. Juntos, buscavam paz para os corações. Elas, são queda livre. Ele, a espera que ampara. O mundo dele era pequeno demais para própria alma. O 1977, vários corações. O cuidado e cada detalhe foram esmiuçados por suas mãos. Ele sempre foi um só artista, uma só pessoa. Elas, a alma pura. Ele fez a curadoria, distribuiu cada linha de acordo com cada uma. Elas, a vida de cada verso. Verso este que contava as mais diversas histórias. Verso, que traz o valor mais puro e sempre fez morada nele. Sua nobreza está no olhar, sua delicadeza no colo materno, seu afeto em sua voz. O projeto que deixou transparecer -mais ainda- o menino encantador que, criado por um lindo exemplo de mulher, aprendeu a respeitar, proteger e amar. (soprateamarlr) @luansantana ❤🌹 #rememberluan #umanode1977











