Susan nunca pensara muito sobre a existência de um ou mais deuses. Sabia que antigamente sua família louvava Brigid, reparava vez ou outra no altar empoeirado da grande casa de campo onde moravam, mas sua mãe sempre dizia: confie no que pode ver e sentir, espíritos são reais, a natureza é real, o resto é o resto. Ainda assim, era avisada sobre entidades mal intencionadas, o que lhe causava um comichão. Se o mal existe, o bem também deve existir, não? Mais mais dúvidas surgiam, provocando o início de uma crise existencial, conforme avançava os estudos bíblicos com Mateo. Às vezes Susan até mesmo se esquecia do objetivo inicial. “Você acha que Deus realmente despreza qualquer tipo de bruxaria?” ela perguntou a @unholyangelo, passando os dedos por um trecho do antigo testamento que mencionava o assunto.