Este é o terceiro e último (não é uma afirmação) livro da trilogia “O Suave tom do Abismo” de Diedra Roiz. Poderia terminar aqui minhas palavras, pois a frase anterior vem carregada de significados, pois por si só essa obra já mostrou sua relevância e sobre a autora recai sobre mim todas as suspeitas. Mas... Importante dizer que não há como falar desse livro sem pensar e ter em mente os dois anteriores, cada um possui um significado, um momento específico pelo qual nossas (já são de todes nós) personagens passam e nos levam com elas em cada uma das aflições, sofrimentos, felicidades… Emoções. Assim, Transmissão vem depois de Absorvermos, Refletirmos sobre o Abismo interior que negamos existir e que, por silenciarmos, reproduzimos… Transmitimos. Absorção, Reflexão, Transmissão… Subtítulos que nos remetem as propriedades da luz. Na ausência de qualquer, somente o escuro. Assim, nessa tríade inesperada, mas fundamental, vamos percebendo os nossos limites acerca do bem comum versus bem individual. Amor incondicional versus Amor condicionado. Escuridão fundamental versus Luz interior. E, o resultado é a compreensão de que essa disputa é eterna, não há vencedores, sem maniqueísmos. Assim, “O Suave tom do Abismo”, nos mostra que o Mundo novo só é possível quando o Abismo que nos olha não encontra espelho. (Wind Rose @windroseescritora no posfácio de TRANSMISSÃO – livro um da trilogia O SUAVE TOM DO ABISMO) #osuavetomdoabismo #diedraroiz #viraletra #vempraviraletra (em Vira Letra) https://www.instagram.com/p/B35CAIgp1SH/?igshid=1vpxrgpjter9i