Com @alexvndra em algum lugar muito duvidoso
Um cilindro de oxigênio servia de encosto improvisado para sua cabeça, Chariot descobriu agora que o sentia, a luz entrando pelas frestas denunciando que já era manhã — e, com ela, a vaga lembrança de que tinham sido expulsas de algum lugar graças aos flashes que vinham aos poucos. Um cenário de festa, gritos, de repente taças quebrando, o rosto da namorada do anfitrião surgindo em ângulos desconexos, raiva misturada... Mas um golpe, um empurrão, a mão levantada? Nada se fazia capaz de ser recordado por Chariot com precisão. Foi então que a Montrose juntou o resto das peças, constatando que estava num lugar desconhecido, que não dormira no Aletheia; lembrava-se, sim, de estar com Alexandra, mas até ai... Até que virou o rosto devagar, ainda zonza, abrindo espaço para procurar a amiga entre sombras e equipamentos. A cabeça pesando conforme se movia, os olhos mal conseguindo se abrir enquanto ensaiava o ato de se colocar em pé. Quando fosse capaz de raciocinar melhor, perceberia que estavam naquela loja de itens de mergulho desativada, que haviam sido capazes de pular o muro e forçar a entrada dos fundos para terem onde dormir já que o Aletheia estava do outro lado da cidade na hora em que tiveram a festa interrompida pela confusão. — Alexandra Mai, aonde CARALHOS você 'tá?














