existia em elektra white um nível de arrogância predominante de alguém que cresceu sendo iluminada por holofotes, no entanto, o estrelismo havia sido deixado para trás junto com a sua carreira de super-heroína. ainda que não pudesse ser definida como anônima, a mulher usava o fato de não ter sua imagem em tanta evidência a seu favor. jamais poderia frequentar os mesmos lugares que seus colegas de trabalho; boates luxuosas lotadas de pessoas influentes e prepotentes nunca eram seu alvo, e sim, a solidão de bares esquecidos no centro conturbado de los angeles. analisava esse contexto enquanto observava o whisky recém servido depositado no balcão no qual estava sentada. levou o objeto de vidro até o lábios, provando do líquido ardente. céus, que bebida de má qualidade. e ainda que não tivesse nenhum telepata no local, sua insatisfação estava estampada no formato de uma careta em suas feições. ‘ ew. e eu estava confiante de que não poderia ser tão ruim. ’ a reclamação saiu em um tom mais alto do que o planejado, elektra se quer percebeu que @goleir0 estava logo ali.










