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@the-devil-called-kaspar
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Don’t tell // masquerade ball// inter 4 // kaspar & dye
littlexlost-dye:
O coração de Dye batia tão forte que ela não sabia como não havia tido um ataque cardíaco, estava surpresa. Ela conseguia reconhecer perfeitamente aquele homem, era o mesmo das fotos da mãe, a poucos metros dela estava seu pai, um duque, não conseguia organizar sua mente, havia esperado muito tempo pela chance de falar com o homem, ele havia acabado de tirar a máscara para falar com um guarda. Dye não conseguiu fazer nada e quando deu por si estava caminhando para o lado oposto, estava andando a passos rápidos na direção do príncipe que havia acabado de reconhecer, precisava falar com ele, a criada tinha que conversar com alguém e o príncipe fazia com que ela se sentisse ao menos um pouco mais segura.
Não fazia ideia de como parecia naquele momento, talvez estivesse pálida, parecendo ter visto um fantasma e a sensação que tinha era quase essa, respirou fundo e assim que o viu, ela segurou em seu braço. - Eu preciso falar com você, tem uma coisa que eu ainda não te contei e… Eu preciso de ajuda. - Sussurrou e sem esperar Kaspar permitir lentamente começou ao afastar para um local mais isolado, enquanto tentava organizar a sua cabeça. - Eu fui criada por um homem que não é meu pai biológico. - Começou a explicar quando estavam longe das pessoas. - Eu não sabia disso até minha mãe morrer, quando ela morreu… Eu achei os diários dela e comecei a ler, lá eu descobri que sou filha de um duque e ele está aqui Kaspar. - Sussurrou enquanto o olhava. - Eu não sei o que fazer.
Havia algo engraçado sobre ser capaz de dar um passo para longe de si mesmo e estar plenamente consciente disso quando o pânico rastejava ate sua alma até que seu estômago se transformasse em um poço de cobras sibilantes e seu coração estava correndo, não batendo, correndo como se estivesse tentando fugir. Nunca poderia, assim como você nunca poderia fugir de si mesmo. Engraçado, isso. Um pouco como aquela vez em que ele quase se afogara quando criança, e ele riria se ainda não se sentisse como se estivesse a ponto de sufocar. Você lutava e lutava, mas quanto mais você tentava alcançar a superfície, mais pesados seus braços se sentiam e você continuava afundando, mas provavelmente havia algo engraçado nisso, também, se você olhasse por tempo suficiente.
Tornou-se vagamente consciente de que era assim que se sentia agora vendo Dye daquela forma, e ele não se importava se ela percebesse isso. Tinha que se concentrar simplesmente na respiração e não pensar em que tipo de ajuda ela precisava, não pensar no que seria capaz de fazer se alguém tivesse feito algo com ela, pois não podia dizer o que aconteceria se permitisse esses pensamentos, mas tinha certeza de que não levaria a nada de bom. Ele sempre lutou contra eles, tinha estado se afastando de seu lado obscuro por tanto tempo que ele tinha deixado de se questionar sobre o porquê ou como.
As palavras dela tiveram o efeito de um balde de água gelada esvaziada sobre sua cabeça. Ele voltou à consciência do mundo ao seu redor, percebendo que ele tinha braços e pernas e não apenas um coração que batia muito rápido. Demorou um momento mais para tomar consciência do que estavam falando ou de onde estavam, em seguida, outro momento para notar a menina na frente dele. Ela estava pálida e indefesa, transtornada ele diria, não queria vê-la assim, ao se tocar da gravidade do assunto que ela estava lhe dizendo, ele se lembrou da pasta que abriu hoje cedo pela manhã, ele não se envergonhava de ter feito aquilo, na verdade sabia que havia sido algo errado a se fazer mas ele havia pedido para investigarem a menina, revirarem sua vida, pessoal, família, empregos anteriores, exatamente tudo.
Então, ele a conduziu com tanta gentileza como raramente o fazia a fazendo se sentar, embora ele enviou a Dye um olhar cauteloso do canto de seus olhos. Seus dedos tremeram tão ligeiramente quando ele segurou na mão dela, acariciando a pele macia tentando quem sabe acalma-la de alguma forma. Ele enrugou a testa e olhou para o vazio, e depois novamente para suas mãos. Parecia cinzento e sombrio hoje, como o céu. Havia algo francamente reconfortante sobre o clima que combinava com seu humor. " Eu sei" ele arriscou em uma voz tão pequena e frágil que o fez arregalar os olhos em surpresa para si mesmo. "Eu não quero que se aproxime desse homem Dye, me escute quando eu digo." ele acrescentou, na esperança de encontrar mais firme e bem, antes de contar e parecer menos patético. Ele forçou seu olhar para longe das paredes e para Dye a sua frente, ele não queria que ela se decepcionasse com ele. “ Eu preciso te contar uma coisa, e é muito importante." Kaspar estreitou os olhos para ele. " Eu contratei alguém para investigar sua vida, tudo, pessoal, familiar, antigos trabalhos, qualquer coisa que pudesse de certa forma ser uma surpresa para mim futuramente."
Kaspar & Aminah || Wake me up
Havia algo de estranho com ele desde que fizera as pazes com Less ou talvez fosse a proximidade com Dye que o tivesse deixando assim: estranho a ele mesmo. Isso fez com que Kaspar procurasse o isolamento com mais freqüência do que o habitual. Isso fazia seu estômago revirar de várias maneiras e ele não sabia se era algo bem, ou se era algo que ele estava muito assustado para colocar um nome em cima de tais sentimentos, então ele preferiu não pensar nisso. Estritamente falando, deveria ter sido a preocupação de Kaspar sobre seu país, sobre o que os conselheiros eram capazes de fazer, classificando a verdade das histórias fantásticas, ou pelo menos ele deveria ter cuidado de ouvir essas conversas, os sussurros que lhe chegavam através de cartas e ligações. Alguém pode deixar algo valioso escorregar, e toda a informação no caso dele no momento era importante.
Em alguns dias, todos os seus problemas tornaram-se mais do que ele poderia se preocupar e estes foram os dias em que Kaspar recuou totalmente em seu acolhedor e previsível mundo, onde preferia o ar livre a companhia de outras pessoas e as paredes de pedra dos castelos. Hoje aconteceu ser um destes dias. Ele se lembrou contudo de que havia uma certa modista que havia prometido uma cavalgada, alguém neutro a seus problemas seria uma boa companhia. Como sempre, havia uma certa frustração nisso tudo pois o que ele mais desejava, o que o aliviava não podia ser feito, não ali. Eles estavam apenas fora de seu alcance dentro da floresta, mas poderia muito bem ter sido totalmente inacessível. Nestes dias, seria muito perigoso estar de alguma forma associado a um interesse por mortes e torturas, infligidas a si próprio ou a terceiros. Esses pensamentos haviam azedado os pensamentos de Kaspar até que o cheiro do ar totalmente puro se tornasse reconfortante. Aqui estava ele, desperdiçando seu tempo enviando um bilhete a estilista enquanto poderia estar estrangulando coelhinhos. Ele empurrou a porta do seu quarto com mais força do que era estritamente necessário e saiu ordenando que o criado entregasse o bilhete estritamente a ela. Ele queria espairecer um pouco e sem saber como apelou para a companhia de outra pessoa. Não havia nada que uma mente bem-educada não conseguisse se devidamente motivada.
Um arrepio percorreu a coluna de Kaspar assim que ele adentrou o estábulo sempre achou o local sombrio por demais e a sensação de estar sendo vigiado de alguma forma tomou conta de si. Por tudo o que ele desfrutou de sua solidão havia algo sobre aquele lugar estar tão morto que fez os cabelos na parte de trás de seu pescoço se eriçarem. Foi, portanto, uma surpresa quando viu que realmente estava sendo observado. Ele estreitou os olhos para a estilista, avaliando-a. - Você realmente veio.- disse sem rodeios. - Espero que esteja pronta para o passeio.
@amxnahs
thisprincessisa-problem:
Less sorriu de leve e assentiu. - Eu sei que sim. - Sabia que o irmão não era um tolo, Kaspar não se daria por vencido e aqueles velhos conselheiros iam precisar ser muito ardilosos para conseguir o enrolar, Alessia sabia que eles não eram, a princesa sequer conseguia entender como havia sido tão boba a ponto de deixar que eles a manipulassem. - Então estamos perdoados. - Alessia comentou e o apertou quando o irmão a levantou. - Pff… Claro que vou me acostumar. - Brincou com o mais novo e sorriu grande quando ele falou que também havia sentido a sua. - O que acha de dançarmos uma, como nos velhos tempos?
{Flashback}
O que me lembra que daqui a pouco precisarei voltar para casa, o que também me lembra de perguntar quando será o seu casamento maninha, creio que não sei a data, onde será realizado, nenhuma dessas questões importantes e é claro, agora que estamos bem, você... eu vou poder... eu não sei se o Liam. - estava sendo um pouco difícil verbalizar aquele pedido sem parecer um pateta ou um idiota sentimental, ele odiava parecer assim para qualquer pessoa, não apenas para Less, mas para ela conseguia ser bem pior do que para as outras pessoas, por isso respirou fundo adquirindo a coragem necessária. - Quem vai te levar ate o altar? Eu pensei que...que... eu poderia... eu não sei, sabe...- sentir o abraço delas depois de muitos anos ainda era reconfortante. - Tem certeza que quer como nos velhos tempos? - ele perguntou, um sorriso muito travesso e estranho lhe brotou no rosto, ele já tinha sorrido assim para alguém? Ele sabia que não, nem mesmo para Dye por isso a situação lhe pareceu estranha.- Aposto que isso vai ser vergonhoso para todos nós.
♛ inter 1/ masquerade ball♛
princehenstridge-erick:
A coroa muitas vezes é um fardo atrativo, não só para mulheres, como para todo tipo de gente. Bom, esse rei pretende ficar solteiro por um bom tempo ainda, então façam suas apostas.
Por que eu duvido disso? Logo o conselho vai começar a lhe encher os pacovas para se casar. Isso é o pior ninguém nunca sabe se é por algum outro motivo ou pela coroa, mas os contras são menores que os prós na minha opinião.
Masquerade Ball| inter 1
wednesdaybeaumxnt:
Bom saber que não sente falta da sua terra natal.
Disse que não sinto falta do conselho e não do meu país.
Masquerade Ball| inter 1
kostenlos-madchen:
Meu Deus, como você é chato, cara.
Sinto lhe informar que só você acha isso.
Masquerade Ball| inter 1
skyofscotland:
Pra você ver, parece que as pessoas gostam mais das minhas criancices do que seu mau humor, realmente é patético, quem deve ser o louco que quis se casar comigo? - brincou riu junto com o outro, não era tão difícil identificar as pessoas apenas precisava de mais atenção aos detalhes - Isso pode ser um erro mas vou arriscar - disse quase revirando os olhos com um sorriso brincalhão - Melhor eu não duvidar das duas capacidades psicopáticas, certo? -o encarou de volta com um sorriso malicioso como se não se importasse mas Kaspar realmente a assustava as vezes mas algo a fazia acreditar que ele não era realmente uma má pessoa - O que eu não faço que não é interessante? - disse em uma careta - Quer dançar? Ou você é ruim nisso também? - provocou em um pequena risada mordendo o lábio inferior.
Não fique se achando provavelmente o tonto só está de olho no seu país e não em você, mas até que você é ajeitadinha. Só pode ser ou o Fabian ou o Frederick. Qual dos dois Celeste?- aqueles três eram tão juntos que pareciam irmãos por isso ele falou aquilo só para zoar com a garota, e ainda tinha a clara diferença de idade entre os irmãos e a menina.- Já diz o ditado quem não arrisca não petisca.- ele disse com uma evidente careta. - Isso é verdade, vai que né eu acordo de mal humor e acabe cumprindo minha promessa.- ele ergueu uma sobrancelha e o sorriso malicioso dado pela ruiva foi espelhado em sua face. Ela parecia levar na brincadeira, e isso era bom, admirava quem claramente não se abalava pelas suas palavras.- Vou ter que enumerar? Se sim, é melhor sentar por que vai demorar.- Dançar? Você está brincando não é?- ele a encarou com evidente surpresa.
theguard-r:
Eu só estava descansando afinal tenho direito de aproveitar minha folga.
Pois deveria dormir na sua cama, não seria mais confortável?
missdistraction:
Em parte, mas sempre acabam descobrindo que sou eu. Não tem graça ser a desinformada.
Bem eu ainda não sei quem você é. Deve estar fazendo algo certo.
Masquerade Ball| inter 1
amxnahs:
Achei que pudesse ter mudado de ideia nesse meio tempo! Pelo menos tentei….
Você por algum acaso está tentando arruinar minhas possibilidades de não parecer sentimental? Talvez eu sinta um pouco, mas você ainda está me devendo um passeio.
maya-bprice:
Espero que não esteja tentando me traumatizar, porque isso é a última coisa da qual eu preciso.
Traumatizar não Maya, alertar. É muito diferente. Não tenho motivos para querer traumatiza-la, não sou tão perverso assim.