“Lá vai você, fingindo que não se importa, fingindo que não sente.”
— The Vampire Diaries.

Discoholic 🪩

No title available
RMH
No title available
TVSTRANGERTHINGS
hello vonnie
macklin celebrini has autism
occasionally subtle

★
noise dept.
NASA
Noah Kahan
No title available

pixel skylines

roma★
Three Goblin Art

oozey mess

tannertan36
official daine visual archive
d e v o n
seen from Belgium

seen from Türkiye

seen from Germany

seen from United States
seen from Romania

seen from United States

seen from Malaysia

seen from Indonesia
seen from Türkiye

seen from United Kingdom

seen from T1
seen from South Africa
seen from South Africa
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
@wild-flowrs-things-blog
“Lá vai você, fingindo que não se importa, fingindo que não sente.”
— The Vampire Diaries.
“Ando me sentindo sozinha. O mais estranho, é que não importa quantas pessoas eu conheça, nenhuma delas consegue ocupar essa coisa dentro de mim, esse vazio. Parece que o mundo se tornou um lugar desinteressante.”
— Kessielen Caroline (som0sinfinitos)
“Quando eu me calo existe um mundo berrando em mim. Um mundo de sentimentos confusos que têm medo de aflorar, de sobreviver à flor da pele, envergonhados. Um mundo de incertezas que me dão cada vez mais a certeza de que devemos arriscar. E arriscar, nesse caso, não é pôr tudo a perder; é pôr tudo a ganhar. Aceito empatar.”
— Eu me chamo Antônio.
“Ás vezes, não há nenhum aviso. As coisas acontecem em segundos. Tudo muda. Você está vivo. Você está morto. E as coisas continuam. Somos finos como papel. Existimos por acaso.”
— Charles Bukowski.
Folclore brasileiro nas ilustrações de @pdcampos.
“É como observar uma abelha tentando tirar pólen de uma flor de plástico. Dá pena de ver.”
— Gabito Nunes.
“A beleza é subjetiva. Você sabe que às vezes o que torna uma pessoa atraente é o jeito que ela faz você rir ou como ela parece ler sua mente?”
— A Coroa.
“A beleza é subjetiva. Você sabe que às vezes o que torna uma pessoa atraente é o jeito que ela faz você rir ou como ela parece ler sua mente?”
— A Coroa.
By: gk.living | gk.living
“Você fica quieto. Enquanto acontece uma guerra dentro de você.”
— Orquestrando.
“Você é uma coisa dessas bonitas que sai andando pelo mundo como se fosse muito comum de se encontrar. Eu sou as coisas comuns. E não sei bem como as nossas andanças se trombaram até agora, mas eu te vi andando lá de longe… E você nem parecia que sabia tanto assim onde pisar. Existe um monte de gente por aí fingindo que sabe amar. Eu não vou te esconder: nunca soube. Acho, na verdade, que a gente nunca vai saber.”
— Camila Costa.
desculpa o transtorno, tô aprendendo a lidar comigo mesma. e estou bem feliz com essa experiência. tem partes de mim que ainda não conheço e outras que preciso entender e aprender a gostar. preciso entender a minha personalidade, meus defeitos e apreciar as minhas qualidades. preciso lidar com as minhas crises, os meus surtos e compreender que isso faz parte de mim também. tô me acostumando com a forma que lido com a sociedade, com as minhas formas de amar, de ver o mundo. tô tentando lidar comigo pra poder me amar. eu mereço ser amada. principalmente por mim.
assinado, h.
desculpa o transtorno, tô aprendendo a lidar comigo mesma. e estou bem feliz com essa experiência. tem partes de mim que ainda não conheço e outras que preciso entender e aprender a gostar. preciso entender a minha personalidade, meus defeitos e apreciar as minhas qualidades. preciso lidar com as minhas crises, os meus surtos e compreender que isso faz parte de mim também. tô me acostumando com a forma que lido com a sociedade, com as minhas formas de amar, de ver o mundo. tô tentando lidar comigo pra poder me amar. eu mereço ser amada. principalmente por mim.
assinado, h.
“Imagine uma nova história para sua vida e acredite nela.”
— Paulo Coelho.
“Mas, sei lá, era bom, sabe, ter alguém com quem brigar.”
— Quem é você, Alasca?
“Para que preciso de pés quando tenho asas pra voar?”
— Frida Kahlo.
“É bom ter mãe quando se é criança, e também é bom quando se é adulto. Quando se é adolescente a gente pensa que viveria melhor sem ela, mas é um erro de avaliação. Mãe é bom em qualquer idade. Sem ela, ficamos órfãos de tudo, já que o mundo lá fora não é nem um pouco maternal conosco. O mundo não se importa se estamos desagasalhados e passando fome. Não liga se viramos a noite na rua, não dá a mínima se estamos acompanhados por maus elementos. O mundo quer defender o seu, não o nosso. O mundo quer que a gente torre nossa grana, que a gente compre um apartamento que vai nos deixar endividados, que a gente ande na moda, que a gente troque de carro, que a gente tenha boa aparência e estoure o cartão de crédito. Mãe também quer que a gente tenha boa aparência, mas está mais preocupada com o nosso banho, nossos dentes, nossos ouvidos, com a nossa limpeza interna: não quer que a gente se drogue, que a gente fume, que a gente beba. O mundo nos olha superficialmente. Não detecta nossa tristeza, nosso queixo que treme, nosso abatimento. O mundo quer que sejamos lindos, magros e vitoriosos para enfeitar a ele próprio, como se fossemos objetos de decoração do planeta. O mundo não tira nossa febre, não penteia nosso cabelo, não oferece um pedaço de bolo feito em casa. O mundo quer nosso voto, mas não quer atender nossas necessidades. O mundo, quando não concorda com a gente, nos pune, nos rotula, nos exclui. O mundo não tem doçura, não tem paciência, não nos escuta. O mundo pergunta quantos eletrodomésticos temos em casa e qual é o nosso grau de instrução, mas não sabe nada dos nossos medos de infância, das nossas notas no colégio, de como foi duro arranjar o primeiro emprego. Mãe é de outro mundo. É emocionalmente incorreta: exclusivista, parcial, metida, brigona, insistente, dramática. Sofre no lugar da gente, se preocupa com detalhes e tenta adivinhar todas as nossas vontades, enquanto que o mundo nos exige eficiência máxima, seleciona os mais bem dotados e cobra caro pelo seu tempo. Mãe é de graça.”
— Martha Medeiros (via poetologia)