Fala-se muito de vida real, sem explicar as dúvidas, os medos, os traumas, a violência, a fome e a vida dupla de cada um em um mundo hoje totalmente polarizado e virtual.
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@05lana
Fala-se muito de vida real, sem explicar as dúvidas, os medos, os traumas, a violência, a fome e a vida dupla de cada um em um mundo hoje totalmente polarizado e virtual.
Demorei a entender que não sofremos por pessoas, mas sim pelo que elas nos fazem sentir. No final das contas, é tudo sobre nós mesmos.
estou cansada de deixar que todos tenham o meu melhor enquanto recebo qualquer coisa.
alessandra braga — saciada.
não gosto de pensar que a dor é bonita na poesia; penso que é acolhedor quando conseguimos nos identificar com a dor do outro.
mas ela não é bonita em lugar algum.
Você merece ser bem tratado, principalmente naqueles dias em que sua alma dói e você não quer existir.
Depois de você, nunca mais me apaixonei de verdade. Mas, de mentira, quase todo dia.
-BENNETT
Soulmates
🇧🇷
Haviam três cadeiras, haviam três corpos, dois vazios e o meu. Em um corpo encarnei meu anseio pela morte, no outro corpo encarnei meu anseio por viver, e começamos. Pensei, "entre o anseio pela morte e meu anseio por viver, quem sou eu ?". Era uma linha tênue, mas uma resposta simples para a questão que essa linha exercia em si, simples mas que incitava o caos, onde tudo dependia de mim, e para tudo isso eu dizia: "não estou nem aí". Estava nítido que com anseio ou sem anseio, nada faria mais diferença do que minhas atitudes, sobre eles ou alheio aos mesmos, então eu não estava nem aí, literalmente. Precisava agir por mim mesmo, e se envolvesse qualquer outra coisa além de mim, bem, se não envolvesse, tudo bem também, não estava ali para ser fantoche de nada, nem de ninguém, exceto pelas forças naturais da realidade que me cercava.
QUARTO DE DESPEJO (2023) Carolina Maria de Jesus e Ruth de Souza
Quarto de Despejo" é um livro escrito por Carolina Maria de Jesus, uma escritora brasileira nascida em Minas Gerais em 1914 e falecida em 1977. O livro foi publicado pela primeira vez em 1960 e é um relato autobiográfico que apresenta o cotidiano de Carolina Maria de Jesus na favela do Canindé, em São Paulo.
O título "Quarto de Despejo" refere-se ao local onde Carolina vivia, um barraco precário na favela. No livro, ela descreve as condições de vida difíceis, a pobreza extrema, a fome e as lutas diárias para sobreviver. Carolina registrava suas experiências em diários, nos quais ela expressava seus pensamentos, emoções e observações sobre a realidade à sua volta.
O livro ganhou destaque por retratar a vida de uma mulher negra e pobre no Brasil durante os anos 1950 e 1960. Carolina Maria de Jesus foi uma das primeiras escritoras negras a alcançar reconhecimento no país, e "Quarto de Despejo" é considerado um importante documento histórico e literário que oferece uma visão única das condições de vida nas favelas brasileiras naquela época.
coisas acabam mesmo adiadas
não fuja dos fins
___hanfolk