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Me perdi sem você.

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@13-novembro
Eu que era tão viciada em você, hoje nem lembro mais como é o tom da tua voz.
Me perdi sem você.
A pessoa que eu mais precisava, me ensinou que eu não preciso de ninguém.
Desconhecido
Já se foi o tempo em que tentava ensinar algo a alguém. Antes eu tentava entender, tentava ajudar, compreendia “tadinho, é imaturidade”. Hoje, perdi a paciência. Saí do jardim de infância e fui direto pro mestrado: pra estar comigo, tem que entender do assunto.
Tati Bernardi. (via construindoversos)
“Mas chega. Hoje decidi que estou prestes a assumir meu coração vazio. Não decidi isso movida por uma grande coragem ou por um momento de iluminação. Nada grandioso aconteceu. Apenas sinto que dei um pequeno, quase imperceptível, passo para uma vida mais madura. Eu simplesmente não suporto mais pintar o céu de cor-de-rosa para achar que vale a pena sair da cama.”
— Tati Bernardi.
“Nem tudo é como a gente quer. No entanto, isso não quer dizer que não é tudo que precisamos. Muitas vezes, essas coisas que a vida nos coloca pelo caminho são bem melhores do que gente esperava. Veja bem, a hora mais bonita do dia é aquela em que o céu fica vermelho, e não azul. As mais belas noites são aquelas poucas em que a lua pega emprestada quase toda a luz do sol e a gente não precisa de lanterna pra caminhar. Exemplos não me faltam: a gente só ama o frio porque pode se envolver em mil casacos e cobertores, bem como agradecemos pelo escaldante sol de verão somente após mergulharmos num mar gelado. Eu posso não ser o que tu esperavas, mas a gente não escolhe o que quer sonhar quando coloca a cabeça no travesseiro. E que atire a primeira pedra quem não gosta de sonhar aqui. Eu posso não ser o que tudo que tu precisavas, mas a gente vive e morre sem saber do que realmente precisamos. Eu posso não bastar. Então que baste o amor.”
— Lucas Silveira.
“E quando vi, já era amor, já era vontade, já era ciúme, já era apego. E foi saudade antes de tudo.”
— Outono.
nunca cobrar nada de ninguém, se não é espontâneo é melhor nem ter.
“Embora sinta muitíssimo a tua falta, é por tua causa que não temo o futuro.”
— Nicholas Sparks.
“Anda menina. Para de ser infantil. A culpa não é de ninguém… Se apaixonou, agora segura. Anda. Seja forte. Seja feliz. Seja uma mulher.”
— Caio Fernando Abreu.
“Eu tento não sentir saudade, mas é em vão. Não posso simplesmente apagar você da minha vida. Era amor demais. Você foi a minha referência, minha base, meu mundo, meu chão. Posso parecer boba ou clichê, mas você era como uma lanterna que iluminava o meu caminho. Uma espécie de oráculo, que dizia para onde eu tinha que ir, o que eu tinha que fazer. Ao seu lado, me sentia segura e quase feliz. É claro que eu pensava meu-deus-tenho-que-caminhar-com-as-minhas-próprias-pernas, mas ficava adiando decisões, adiando a minha própria liberdade. Você me dominava com seu amor, com seus ensinamentos, com sua força. E eu te admirava tanto. Até o dia em que parei de admirar. É que uma horas as máscaras caem. Chega um ponto em que tudo desmorona, feito um castelo de areia na beira da praia. E foi o que aconteceu com você. Eram tantos sonhos. A gente tinha tanta vida pela frente. Acho que eu nunca quis parar para pensar que o seu amor me fazia mal. Porque amar não é tão difícil. O complicado é encontrar um amor que te faça bem, que não te desequilibre, que não te desestruture, que não te coloque para baixo. Um amor que seja um porto-seguro. E que não tenha que disputar, que não te encare como rival, que não veja a relação como um jogo, uma guerra, um campo de batalha. Te amar foi difícil. Mas era tudo que eu sabia. E procurava ser tão boa para você, chegava a passar por cima de coisas que eu achava que eram essenciais e boas só para te ver feliz. E nunca, nunca era o suficiente. Então passei a me perguntar: será que algum dia você realmente me conheceu? Será que você quis me ver por dentro? Porque eu sou isso que você vê: sou mais sentimento que razão, sou mais grito que sussurro, sou mais pé na nuvem do que no chão. E não me arrependo de nenhum defeito meu, não me condeno e nem me culpo. Me aceito toda cheia de cicatrizes, roxos e falhas. Só queria que você realmente conseguisse me ver. E ainda assim me amar.”
— Clarissa Corrêa
“Então ele casou. Com outra. E eu bebi uma garrafa de vodka inteira. Da boa, porque tomar trago com bebida sem qualidade dá uma dor de cabeça maluca. Eu bebi, chorei, bebi, chorei, chorei e bebi. Tive a fase da raiva, da saudade, dos questionamentos. Por quê? Por que todo mundo tem um amor, um emprego, é feliz e eu sou uma azarada? Por que tem tanta gente cretina no mundo e eu, logo eu, sou tão legal com todo mundo e só me ferro? Por que a vida é tão injusta? Por que tudo que eu faço não dá certo? Depois dessas fases, tive a fase de brincar de estátua. Sim, a gente vira estátua. Não tem muita vontade de sair, de se divertir, de rir, de brincar, de nada. Normalmente é aquela fase das músicas bregas e filmes de chorar. Se é pra sofrer que seja com elegância, nada de limpar o nariz e secar lágrimas com papel toalha, vamos usar lencinho de papel. É mais suave e não irrita o nariz.”
— Clarissa Corrêa