Você não me completa, completo eu já sou. Você me transborda e eu me derramo em você.
Ela é de lua, e eu sou de Plutão. (via adoeceram)
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@14h50
Você não me completa, completo eu já sou. Você me transborda e eu me derramo em você.
Ela é de lua, e eu sou de Plutão. (via adoeceram)
Não existe falta de tempo, existe falta de interesse. Porque quando a gente quer mesmo, a madrugada vira dia. Quarta-feira vira sábado e um momento vira oportunidade.
Pedro Bial.
Eu tô com uma vontade danada de te entregar todos beijos que eu não te dei.
Rubel.
Suas palavras nunca serão suficientes quando suas atitudes as contradizem.
Márcio Vabo.
Que loucura é essa? Onde as histórias tristes são os textos mais bonitos.
Cartas dos Derrotados. (via reinventor)
E quando todos te derem as costas, Deus te dará as duas mãos.
É porque eu sou rio, sou mar, sou a gota d’água, o fundo do poço que não tem fim. Eu sou profundo e raso ao mesmo tempo e me encarno minimamente no cais do porto da escuridão infinita. Se eu mergulho, não volto e morro afogado porque sou a incerteza em corpo de (quase) gente. Se eu escorrego na poça rasa, caio e não me levanto mais, porque eu sou o cansaço personificado em corpo de animal (quase) racional. Eu sou tão particularmente complexo quanto um origami e estupidamente transparente como uma cantiga de roda. Eu sou o extremo de dois lados completamente opostos e me faço de louco quando minha lucidez se encontra no mais perfeito ápice. Eu não me entendo e não compreendo o que o meu nome tem a ver com a minha inteligência abatida pelo sol escaldante. Eu me olho no espelho às 6:37 da manhã e me enfio em minhas olheiras me perguntando qual o preço da escuridão. E eu grito que sou claro como o dia e que meu sol tem cheiro de solidão. E eu digo que minha lua se apagou e não quis se sobrepor mais a minha saudade. E eu brinquei e solucei e corri aos quatro cantos dessa cidade-de-meu-deus voando e me lançando aos ares de toda a minha volúpia, me embriagando com minha felicidade, alagando as melodias de minha agonia. E as flores que já estavam mortas e jogadas em minha calçada se desfizeram em pó e me encheram até a boca com toda sua beleza e saudade. Me encarno nos olhos de meu próprio espírito e busco a liberdade que estava engarrafada e era servida aos montes como um vinho refinado. Meu encarcere lento e repentino correu e se escondeu para nunca mais ser visto em lugar nenhum enquanto eu chorava de alegria, tentando apanhar minha liberdade como um caçador de borboletas busca sua presa bela e única. Porque a liberdade é só e dá prazer a quem a possui, mas matando aos poucos quem a busca. E eu, depois de tempos a encontrei e me livrei de minha sina horripilante e ri como se nunca mais existisse o riso e te ouvi chorando porque o peso de suas lágrimas me encheu de alegria. E assim continuou o dia, a noite, a tarde, a vida. Porque se eu rio… tu mares.
Filipe Ramalheiro, Anarquismos. (via enflorarei)
Na cadência do silêncio, os acordes do vazio me ferem a alma – eu não consigo dançar sozinho.
Nietzsche Cywisnki. (via oxigenio-dapalavra)
Um dia você vai me procurar que eu sei, e eu não irei mais estar nas suas mãos. Um dia você vai me ligar e eu não vou me atender, vai me mandar uma sms e eu não vou responder, vai chamar minha atenção no messenger e eu apenas vou dar esc ou te bloquear. Pessoas gostam do que não podem ter e é melhor ir se acostumando com a minha ausência.
Sibilar. (via vireipassaro)
Sou um livro gigante, uma música de letras confusas, uma poesia cheia de metáforas escondidas. Sou a parte entediante e melosa do filme. Sou tudo o que ninguém leva até o fim.
Desconhecido. (via proseastes)
Tem olhares mais intensos e verdadeiros que muito beijo.
Michele Valentim. (via vireipassaro)
Tem dias que é melhor deixar as reticências falarem por nós.
Débora Torre.
Julgamos as cicatrizes, mas nunca nos perguntamos o motivo delas.
A culpa é mesmo das estrelas?
Ainda bem Que ninguém vê Os pulos que meu coração dá Perto de você.
Café com Flor.