i don't do bad sauce passes

★
wallacepolsom
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open

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Kiana Khansmith

@theartofmadeline

Love Begins
Cosimo Galluzzi

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AnasAbdin

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Cosmic Funnies
trying on a metaphor
Misplaced Lens Cap

roma★
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oozey mess
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@ae-io-u
fotografia por marcelo baptista
antologias
caderno impresso a 4 cores e cartão perfurado impresso a 1 cor, 32pp. 14,8x19,8 cm. 2017
às vezes damo-nos com fotografias que desconhecemos nos nossos telemóveis. foi um desses casos que nos deu a ideia de editar um pequeno álbum fotográfico. interessava-nos explorar as capacidades estéticas da aleatoriedade e da ausência de intenção. chegámos ao conceito de serendipidade, que conduziu o resto do processo e que serviu de matéria para os poemas que acompanham as imagens, escritos pelo paul bouigue. os embrulhos, importantes para juntar os poemas à zine, foram criados a partir de papel de um jornal local reutilizado. ficámos ainda com ideias de fazer disto uma série de zines chamada antologias, mas para já não se materializou uma continuação.
open field
série fotográfica digital, dimensões na primeira publicação 14,5×7,5 cm. 2017
o ponto de partida foi um convite do paul bouigue. tinha em progresso uma série de publicações chamadas “sports 2”. “sports 2 racket 2” procurava, tal como “sports 2 racket”, explorar de várias formas gráficas e líricas as modalidades de desporto que usam raquetes na sua prática. foi o mote perfeito para experimentarmos criar uma série fotográfica que servisse de motivação ao desenvolvimento das capacidades de fotografia dslr da filipa. decidimos olhar para os espaços abandonados da cidade de aveiro através do seu potencial desportivo.
topaz — bloodshot eyes
vídeo digital, 4:58. 2017 direção, edição, ilustração e animação: i+o apoio à ilustração e animação: paul bouigue
na sequência da capa para o disco ‘faux linear’, criada pelo joão e com ajuda da filipa, zack johnson (topaz) pedia-nos um acompanhamento visual para um dos singles, ‘bloodshot eyes’. o pedido foi que criássemos um loop simples, que pudesse dar o mínimo de dinamismo ao vídeo. decidimos que queríamos dar-lhe, ainda assim, uma estrutura narrativa, mesmo que minimalista. procurámos desenhar cenas habituais pertencentes a um ambiente que representasse a textura e atmosfera da música de forma quase abstrata.
o vídeo pode ser visualizado aqui.
fotografia por erik brandt, edição por i+o
impotência cultural
cachecol de fio acrílico a cinco cores, 157x17cm. 2017
começou com a vontade de participar em ficciones typografika. erik brandt, curador do projeto, encorajava o uso da língua materna, e foi isso que deu origem à ideia: escolhemos um excerto de uma letra de b fachada. forçamos-lhe, vagamente, a interpretação que lhe queríamos dar. e sem querer, tornou-se mais do que o tríptico de cartazes na parede do erik. o cachecol ganhou validade, enquanto objeto. achámos (também um tipo de ficcione) que o seu verdadeiro lugar era com o autor original, em retribuição.
fotografia por andré murtinheira
poster mostra
digital, 118,5×175 cm. 2017
a nossa participação na edição de 2017 da exposição a céu aberto ‘poster mostra’, cujo regulamento enunciava: "2. a artwork não tem que responder a nenhum tema específico, mas não serão consideradas – ficando automaticamente excluídas – imagens ou ideias criativas que induzam, implícita ou explicitamente, a temáticas como a religião, o desporto, o sexo, a política, a saúde ou a raça."
mobile encarado
folhas de acetato, fio de poliéster e cabo de metal, dimensões variáveis. 2016
não nos recordamos ao certo de como surgiu. certamente das esculturas cinéticas de calder, talvez das peças que íamos vendo em lojas e fotografando para referência. mas a partir do momento em que decidimos criar um mobile, decidimos também outras coisas: queríamos brincar com cores; com as suas sombras e os seus movimentos, para criar outras formas e outras cores. e no fim, a ideia de juntar os elementos de um rosto, para que se pudessem formar várias caras.