Que vocês não finjam amar.
— Romanos 12:9a. (via aprendizdepoeta)

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@amandaafeernandes
Que vocês não finjam amar.
— Romanos 12:9a. (via aprendizdepoeta)
Desde criança eu aprendi, que palavras enforcam.
Então.. Que fique claro: Eu quero você e mais ninguém. Você chegou de repente, e hoje eu não consigo ficar longe de você, nem apenas um segundo. Engraçado, como em tão pouco tempo, você passou a me conhecer tanto, sabe certinho quando não estou bem, sem ao menos eu precisar dizer algo… Eu quero o teu abraço em um dia ruim. Quero os teus carinhos à todo momento. Quero a sua gargalhada em uma tarde de domingo, vendo um filme ou fazendo guerrinhas de travesseiros. Quero os teus sorrisos enquanto me olha. Quero sentir seu cheiro impregnado na minha roupa. Seu colo pra me aquecer nos dias frios. Quero cada segundo com você. Eu te quero por inteiro, só pra mim. Seria pedir muito, ter você só pra mim e ser o motivo dos seus sorrisos?.. Ahh! se eu pudesse sair daqui e ir correndo até você nesse exato momento, juro que não pensaria duas vezes. Sinto tanta vontade de você, de te ter em meus braços, cuidar de você. É impossível não sorrir quando me vem você na cabeça, imaginando cada momento do seu lado. Quero me reconciliar com você depois de uma briga. Quero você me falando coisas baixinho no meu ouvindo, enquanto me faz dormir.. Eu amo cada detalhe seu, cada pedacinho do seu ser maravilhoso. Enfim, eu amo você.
Sabrina B. (via allaxg)
É fácil ficar nu. É fácil dar e depois ir embora. Difícil é despir o peito, confiar em alguém o bastante para ir até o fundo, contar sobre seus sonhos e medos, permitir que invadam seu espírito, desmembrem sua alma. Nada é mais apavorante que a ideia de pertencer. É por isso que a maioria prefere ficar nu e ir embora.
Orquestrando. (via orquestrando)
Não conheci ela no jazz. A gente se conheceu numa viagem e, não, ela não era a menina frágil, desengonçada e de olhos assustados. Ela era mais velha que eu. Fodona. Me intimidava sem nem querer. Fazia eu me sentir bobo demais, novo demais. Tudo sem querer. Porque ela era doce. Absolutamente doce. Um sorriso aqui. Uma coincidência forjada ali. Mais um sorriso. Uma música que os dois gostavam. Uma conversa mais sincera. Uma mais tonta. Uma mais ácida. Pronto. Ela já não era toda aquela inacessibilidade e nem eu toda aquela insegurança. Éramos sintonia pura, ao som de Alt-J, metendo o pé na estrada. Quando percebi já tava claro pra mim que já tava claro pra ela que já tava claro pra nós dois. E na primeira oportunidade demos um perdido em todo mundo e fomos pra praia. Era noite. Um pouco frio. Pareciam quilômetros de areia até o mar. Mas o caminho foi leve e agradável. Embalado por toda aquela excitação do romance de verão. Colocamos os pés na água e, como se tivéssemos atingido qualquer “linha de chegada”, que não tinha sido previamente combinada, nos olhamos e estávamos livres. Do abraço meio torto se fez nosso primeiro beijo. Meu maior pecado romântico. Eu lembro de todo primeiro beijo apaixonado que dei na vida. De cada um. E o dela foi rápido, porque era bom e não queria nem tomar o ar pra dar o segundo. A praia era imensa e absolutamente deserta. Então não demorou pros beijos ficarem mais herméticos e os movimentos dos corpos mais coordenados. Em minutos transformamos aquele lugar público em nosso universo privado e, tomando o mar e a areia como nossas quatro paredes, entramos telepaticamente em harmonia. Foi quando minha respiração ficou mais rara e minha mão mais pesada que ela arrepiou pela primeira vez. Não um arrepio bom. Daqueles que abrem o caminho. Um arrepio incontrolável. Agudo. Frenético. Acompanhado duma imediata contorção de cada músculo do corpo e a recusa absoluta do meu toque. Não perguntei. Não era exatamente igual a outras situações que já tinha vivido mas, também, não exatamente diferente. Aquela reação podia ter milhares de motivos e só me restava tirar a mão e respeitar, seja lá qual fosse o recado que ela tava me passando. Não paramos. E tudo chegou de novo ao mesmo lugar. Cheio de vontade, meio receoso mas, meio influenciado por ela, repeti o mesmo movimento de antes. Um pouco mais suave e devagar. A reação foi igual. Ainda mais intensa. Eu teria entendido o recado desta vez. Teria guardado minha mão boba bem longe das intimidades dela e voltado a curtir todos os outros prazeres daquele momento. Mas não existiam mais prazeres. Eu olhei pro rosto dela e vi tudo, menos prazer. Parecia decepção. E medo. E raiva. E nojo. E mágoa. E milhares de outras coisas todas no mesmo rosto contraído, que desviava constantemente o olhar. Pode parecer aqui, contando, que tudo aconteceu muito rápido mas, embora nossos flertes não tenham durado mais do que dois dias, a gente tava tão disposto a viver aquilo que, juntos, era um amor e uma entrega sem idade. Os dois abertos um pro outro numa consciente e intensa ilusão. Tínhamos até uma música pra chamar de “nossa”. Então, dessa inusitada, mas tão natural, intimidade, perguntei se tinha alguma coisa que ela queria me contar. E sem nenhum rodeio. Sem preliminares ou frases de efeito que ajudam o interlocutor a se preparar pra algo que ele não está esperando, ela disse: “Eu fui estuprada”. Como agora, não soube o que falar na época. Minha reação foi um olhar de silêncio absoluto e não faço ideia quanto tempo demorei pra voltar. Aqui, neste texto, dois dias. O último parágrafo foi escrito dois dias atrás. Porque, até hoje, não sei exatamente como lidar com aquele momento. São quase 50 mil estupros por ano no Brasil. Um a cada 11 minutos e, com vinte e tantos anos, eu ainda não tinha ouvido esta frase da boca de qualquer mulher. O silêncio foi interrompido por “não transo há dois anos” e, quem sabe, um “desculpa”. Não tenho certeza sobre o desculpa. Espero que ela não tenha dito isso. Só sei que nunca falei uma palavra sobre o assunto. Nem um “sinto muito”. Não que eu me lembre. Lembro só destas duas frases dela e, quando minha memória religa, já estamos novamente nos beijando. Como disse, eu tinha vinte e tantos anos. Hoje tenho vinte e muitos. O que significa que sou um exemplar de homem que aprendeu muita coisa já influenciado pela disponibilidade e efemeridade da internet. Inclusive sexo. Não posso reclamar da minha vida sexual “real” e de tudo que aprendi com ela, mas também não posso negar que, muito antes dela começar, a Silvia Saint e o Rocco já tinham me ensinado “tudo que eu tinha que saber”. Passei, então, a tomar os angustiantes arrepios dela como balizadores das minhas ações. Tava claro que ela não queria que eu parasse. Tava claro que ela não sabia como não me parar. E tava ainda mais claro que eu não fazia ideia de como lidar com aquilo. Segui com o cuidado e o despreparo da minha primeira vez. Mas com muito mais medo. Aos poucos, bem aos poucos mesmo (foi uma longa noite), enquanto as barreiras dela iam caindo, dentro de mim ia se formando uma angustia sem tamanho. Cada movimento que eu fazia, que claramente despertava nela o trauma do estupro, revelava em mim o meu próprio estuprador. Era didaticamente clara a distinção entre carinho e violência. Assustadora a naturalidade como a violência estava cravada nos meus movimentos, e desesperadora a revelação, aos poucos, do que eu havia me tornado. No meu imaginário, um estupro é o momento onde o homem age o mais próximo da sua irracionalidade sexual. Como não existe ali uma relação de troca, em absoluto, ele simplesmente reproduz aquilo que ele quer, como ele quer, sem nenhuma consideração pela pessoa estuprada. Sendo assim, mesmo sem ela me contar, eu soube exatamente o que o estuprador tinha feito. Como o estuprador tinha feito. Porque eu também reproduzi algumas dessas mesmas ações. Em algum momento nos deitamos. Tinha chegado a hora. Até ali haviam sido apenas preliminares. Nos olhamos, mas não conseguimos sair do olhar. Ninguém ousava dar o primeiro passo. O som do mar não nos trazia paz suficiente. Ela então estendeu a mão, alcançou o celular, colocou um fone de ouvido em mim e um nela, e deu play na nossa música. Enquanto transávamos, ela em cima e eu em baixo (isso nunca foi tão significativo), cheguei a pensar “nossa, eu to libertando ela”. Que narciso engano. Foi só reparar pra perceber que ela tava se libertando sozinha, e tinha simplesmente me permitido compartilhar desse momento. Talvez o prazer mais negado à todas as mulheres, das fisicamente mutiladas na África às psicologicamente mutiladas no ocidente, ela se permitiu gozar. Eu observei. E como se tudo aquilo já não fosse mágico o suficiente, exatamente no mesmo momento em que ela gozava, uma onda quente, que não veio nenhum momento antes, e não voltaria nenhum momento depois, lavou nós dois. A gente gargalhava, meio desesperados, enquanto tentava salvar os celulares. Foi inacreditável na hora, é inacreditável sempre que eu me lembro, e com certeza vai ser inacreditável pra você que tá lendo. Mas foi isso. Sou cético. Acredito mais no Carl Sagan que no Prem Baba. Mas foi isso. Seja Iemanjá ou só uma coincidência muito, mas muito, certeira. A onda veio, e lavou nossas almas. Agora, por que eu tô contando essa história pra você? Porque alguns dias atrás saiu aquela pesquisa do Datafolha que revelou que uma em cada três pessoas culpa a mulher pelo seu próprio estupro. Um número que ilustra e da argumentos pra algo que todo mundo já sabia, mas escolhia ignorar. O que a pesquisa não revelou é que três em cada três de nós carrega a cultura do estupro fundida na pele, no jeito de ser, no jeito de pensar. Todos nós reproduzimos o estupro e consumimos o estupro. Nas capas de revista, nos ângulos constrangedores das câmeras de programas de auditório, no pornô de WhatsApp, no terror psicológico dos pais que não dão liberdade pra filha, no terror psicológico dos pais que forçam as liberdades do filho. Estou contando essa história porque a gente precisa lembrar que não basta não estuprar. Isso é meio óbvio demais. O que não tá óbvio é que pra acabar com os estupros precisamos questionar profundamente nossos modelos de relação. Evoluímos muito, mas a mulher ainda é um pedaço de carne girando no forno de calçada da padaria. E o homem ainda é o cachorro faminto que baba enquanto observa. Não sei tudo sobre cultura de estupro. Não sou exatamente a melhor pessoa pra ficar aqui te explicando o que fazer ou não pra se empoderar sobre esta questão. Mas sei que quando ouvi esses números no jornal, de certa forma, eu tava ali e, admita, você sabe que também está. Então pare de se eximir da culpa, simplesmente por nunca ter efetivamente estuprado uma mulher, e se inclua na solução. Porque este texto demora em média sete minutos pra ser lido, e ainda te sobraram quatro antes do próximo estupro.
Como foi transar com uma vítima de estupro. Lukasz Wierzbowski. (via estopins)
Naquela noite minha intensão era só ser simpática e fofa, parecer uma boa pessoa, te impressionar. Mas você que me impressionou, fiquei te olhando e rindo igual uma boba. Algo deu errado, me apaixonei.
Ilusões de Esther. (via adesejar)
A gente nunca sabe quando uma história vai se tornar inesquecível… Até que ela se torna. Não sou o homem mais bonito, nem o mais inteligente ou rico. Sou simples, sempre fui. Mas se me perguntassem o que de mais valor há no meu mundo, eu diria o nome da mulher que amo. Vou dizer uma coisa com toda a dor do mundo: Um dia todo mundo perde a fé no amor. É triste, mas é a verdade. E sabe por que isso acontece? Porque os seres humanos são ingênuos. Nós acreditamos no amor que queremos acreditar. E por um certo tempo, isso se torna algo lindo, e realmente é. O amor que uma criança sente e acredita é um dos mais bonitos e sinceros do mundo. Mas o problema está nas fantasias. Está nos filmes, nos livros. Está naquele casal extremamente lindo, que se encontrou em um deserto e se olhou pela primeira vez e pensou: “É o amor da minha vida”. Não estou dizendo que é impossível, mas acredito que o amor não está no primeiro olhar ou na primeira conversa, está na segunda, terceira, quarta… décima oitava, quem sabe? O amor aparece quando se acha que ele não vai aparecer. O amor é aquele convidado da festa que sempre se atrasa… Mas chega. A verdade é que ninguém é de ferro. Dói cair na ilusão e se levantar na fantasia. Então a gente se cansa. Então acordar sozinho se torna rotina. Então ser uma pessoa fria quando se trata de sentimentos não é mais uma opção, mas sobrevivência. E a vida já não é mais vivida, ela é apenas uma platéia que observa o tempo passar. A gente se engana com o argumento de que ser sozinho é mais fácil, mais simples. Mas no fundo? A grande real? Ser sozinho uma hora pesa. E então ver casais brigando se torna algo para ser invejado, você olha e pensa “Pelo menos vocês tem alguém para brigar”, isso é insano, mas é o efeito da solidão. Então observar a felicidade alheia se torna uma tortura. Então a gente já não sabe mais o que é felicidade, não sabe a sua cor, cheiro ou gosto. Felicidade se torna uma palavra, apenas uma palavra. E aí está uma das coisas mais tristes da vida: Se conformar com a infelicidade. Se eu pudesse dar um conselho, qualquer um, eu diria: Não se conforme, com nada. Não desista da vida ou de viver. Não desista do amor ou de amar. Não desista, não deixe de acreditar. E, se deixar, procure um motivo para acreditar novamente. Repito mais uma vez: Não sou o homem mais completo do mundo e estou longe de ser, mas amo uma mulher com todo o amor que existe em mim. E isso é uma das coisas que eu mais tenho orgulho de dizer. Por que acreditar no amor quando tudo é dor e decepção? Porque, quando menos se espera, alguém aparece. E eu não estou dizendo de um simples alguém, mas “O alguém”. E então você percebe que uma risada pode se tornar viciante. Então você sente uma sensação gostosa quando suas peles se tocam por acaso, sente um aperto no peito. E então você sente, pela primeira vez, que é possível amar alguém que vai lhe amar com a mesma intensidade do seu amor. E você descobre que a felicidade tem a cor, cheiro e gosto dessa pessoa. A felicidade já não é mais apenas uma palavra, mas um nome e sobrenome. A solidão, quando aparecer, pode ser dividida em partes iguais com alguém. Mas, então, você percebe que não há como existir solidão quando o resultado de um mais um é igual à dois. Ou seria três? A gente nunca sabe quando o amor pode dar frutos… Até que seja preciso colher. E sabe o que você vai ter que pensar quando isso acontecer? “Quanto será que custa um berço?”.
Allax Garcia. (via habitarei)
Amor é querer fazer parte do outro, não por obrigação ou posse, mas por amor. É quando você encontra um abrigo que não é teu corpo e passa 24 horas e meia pensando naquele alguém. É querer estar perto e junto, se longe e separados. É querer essa pessoa todos os dias e ficar triste por não poder. Amar é isso, você querer mais que tudo que essa pessoa seja feliz, mesmo que pra isso você tenha que abrir mão da sua própria felicidade.
Wesley Soares. (via versosadois)
Nem teus piores inimigos podem fazer tanto dano como seus próprios pensamentos.
Buda. (via versosadois)
A dor é um sentimento que machuca, arde, que nos faz lembrar de tudo de ruim que está acontecendo ou aconteceu. Porém, o que nos falta lembrar é que machuca pro nosso bem. Para passar conhecimento, amadurecimento. Afinal, não da pra ser feliz sem sofrer antes, não é? Desfrute da vida, se ela der limões, faça a sua limonada! Se for boa, você sairá no lucro. Com os nossos sentimentos é a mesma coisa.
Gabriela Mesquita. (via versosadois)
Não é isolamento, é preguiça de me socializar com gente imbecil.
Sean Wilhelm. (via aprendizdepoeta)
Você não precisa trazer nada, só você mesmo. Você nem precisa dizer alguma coisa no telefone. Basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio. Juro como não peço mais que o seu silêncio do outro lado da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro. Mas eu preciso muito, muito de você.
Caio Fernando Abreu. (via imensador)
Não gostava de ninguém naquela escola. Creio que eles sabiam disso. Devia ser por isso que não simpatizavam comigo. Não gostava do jeito que eles caminhavam, de sua aparência, do modo como falavam, mas também não gostava dessas coisas em meu pai e minha mãe. Continuava com a sensação de estar cercado por um grande espaço em branco, um vazio. Havia sempre uma sombra de náusea em meu estômago.
Charles Bukowski. (via imensador)
Saudades
Só Sente Quem Ama. (via versosadois)
Para conseguir a paz interior e um coração leve, precisamos nos livrar de tudo o que nos causa angústia, que nos reprime, que nos atrasa, precisamos no libertar de tudo que nos deixa pra baixo e para isso precisamos de fé e auto conhecimento e não deixar que o barulho que surge de fora, atormente o silêncio de dentro.
Giulia S. (via versosadois)
Vamos ser sinceros, existem coisas que não adianta insistir e persistir no erro, na ilusão que será diferente, pois sabemos que o resultado sempre será o mesmo.
Giulia S. (via versosadois)
Não importa quantas vezes eu diga que vá te esquecer, se quando fecho os olhos, você é a primeira pessoa a invadir meus pensamentos.
Garoto Flor. (via versosadois)