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Sempre bom lembrar que quando você senti um peso na sua cama de madrugada é o Rake te observando dormir e na melhor das hipóteses não se mexa.
Ambuplay
Por que os mortos não falam?
Minha tia era uma vigarista e ela aprendeu com o melhor – seu pai. Vovô nunca deu muita importância, mas vivia pelo jogo. Passar despercebido foi, provavelmente, o que assegurou que ele nunca fosse pego. Nem uma vez. Ele tinha muito orgulho disso. Mamãe não assumiu os negócios da família. Em vez disso ela se tornou religiosa e casou-se com um contador. É tão irônico e soa como piada, mas é verdade; papai era o melhor me ajudando com os deveres de casa de matemática. As relações mais pitorescas da mamãe foram mantidas a um braço de distância durante toda minha infância para que não me corrompessem e eu seguisse um caminho de vida mais interessante. Tia Cassie era a única que podia me influenciar. Ela era psicóloga, o que a tornava minimamente mais respeitável. Mas tia Cassie usava sua habilidade em ler pessoas de um jeito totalmente diferente, provavelmente não intencionada pela Universidade que emitiu o seu diploma. Tia Cassie era uma autêntica psíquica. Ela tinha uma loja e tudo. Cristais, ervas, velas. Tudo o que você precisa para preencher o vazio místico em sua vida poderia ser comprado em sua pequena loja. Havia até uma sala privada nos fundos que era usada para leituras e sessões espíritas. Porque meus pais trabalhavam fora, algumas vezes eu era deixado na loja onde eu ajudava tia Cassie com seus pequenos shows. Eu fazia qualquer coisa, desde brincar com as luzes até bater nas paredes. Brincar com o termostato foi ideia minha e foi bastante eficaz. Clientes vinham para ter calafrios na espinha, não é? Por que não dar isso? Cassie ajudou a me tornar o cético que sou hoje. Me mostrou os truques de bastidores. Nós assistíamos programas de TV com mágicos e médiuns e tia Cassie explicava cada passo, de uma leitura básica até como impressionar uma plateia inteira. Depois de um episódio particularmente convincente, eu fiz a pergunta óbvia. Alguma dessas coisas poderia ser real? A resposta da minha tia era firme. “Os mortos não falam, criança. Quem disser o contrário está fumando pela bunda.” Era sua convicção, mais do que tudo, que me fazia acreditar nela. Havia apenas um cliente que eu já vi minha tia recusar. Ele era velho, careca e corcunda. Tirou o chapéu quando entrou e torcia-o nas mãos enquanto falava. Cassie ficou tensa assim que o viu. O homem alegava ter trabalhado no sistema penitenciário. Corredor da morte. Ele tinha sido responsável pela execução dos piores criminosos condenados do planeta. Em sua idade avançada isso o incomodava, devorava sua alma. Ele queria que Cassie entrasse em contato com as almas que ele havia matado para que pudesse pedir perdão, antes que se juntasse a eles. Minha tia deu um chilique épico. Eu nunca tinha a visto tão enlouquecida. Ela gritou e jogou coisas gritando para ele sair SAIA SAIA SAIA CALA A BOCA E SAIA Eu me escondi debaixo do balcão, com as mãos sobre os ouvidos, até que ele se foi. Mais tarde eu pensei que a reação dela era por causa do trabalho do homem. Um executor deve ser o pior medo de um vigarista. Eventualmente eu descobri. Eu queria fazer um show de mágica para os meus pais e estupidamente pensei em me passar por um médium e fingir falar com meu avô para minha mãe, sabendo que ela sentia muita saudade. Grande erro. Mamãe ficou irada e me proibiu de ver sua irmã de novo. Eu tinha deixado alguns livros na loja, então eu corri para pegá-los enquanto mamãe fumava do lado de fora do carro. Tia Cassie sequer perguntou o que estava errado. Ela podia ler meu rosto, depois de tudo. Eu dei-lhe um abraço e um adeus cheio de lágrimas. Mas ela me contou um último segredo. “Criança, há uma maldição nesta família que é passada como uma tocha. Espero que qualquer deus que possa estar lá fora impeça que eu passe para você quando eu me for.” Nós não conseguimos voltar a nos falar por nove anos. Foi quando o Facebook se popularizou e nenhuma proibição poderia me impedir de tentar contatá-la. Foi estranho. Ela tinha uma vida difícil, diagnosticada com um transtorno esquizofrênico que acabou com seus negócios. Para pagar as contas ela teve que trabalhar de verdade e com seu negócio, também se foram seu entusiasmo e paixão pela vida. Um dia eu cheguei em casa e havia uma mensagem na minha caixa de entrada que fez meu estômago cair ao chão. “Te amo, criança. Lembre-se do que eu te disse.” Disquei o número dela, já chorando. Nenhuma resposta. O que não me impediu de discar de novo e de novo... Eu estava muito atordoado para dizer a minha mãe. A polícia fez isso por mim no dia seguinte. Acidente de carro. Motorista bêbado. O funeral foi um borrão. Parentes que eu nunca tinha visto em carne e osso lotando a igreja. Sentei transtornado entre meus pais na primeira fila, meu cérebro tentando descobrir o que era que minha tia queria que eu lembrasse. Seguimos o cortejo fúnebre para o cemitério em um silêncio mortal. O padre deu suas últimas palavras e então fui deixado sozinho em sua lápide, ainda me esforçando para lembrar. Trechos de conversas dos meus pais flutuavam dentro e fora de minha atenção. Se apenas Cassie não tivesse sido tão enigmática. “- esperando uma pequena participação. É uma vergonha.” Pequena participação? Isso me incomodou. A igreja tinha ficado praticamente lotada. Me virei para dizer alguma coisa e finalmente compreendi. Atrás dos meus pais havia uma série de pessoas, todos de pé olhando o morto a frente. Meus pais não estavam prestando a menor atenção neles. O padre murmurou condolências e se desculpou, andando bem no meio da multidão, sem perturbar uma única alma. À frente do grupo, exatamente como o dia em que a vi pela última vez, estava Cassie. Todos os “descanse em paz” do mundo não teriam feito a ela bem algum. Sua boca estava aberta, escancarada e foi assim que soube. Sei qual era a maldição da família. Sei porque os mortos não falam. Eles estão ocupados demais gritando.
Eu até pediria pra você apagar todas as luzes da casa enquanto lê isso, porque eu sei que não vai acontecer muita coisa. Nós sempre encontramos conforto na luz, desde os tempos primórdios os homens enxergavam luz e segurança como se fosse somente uma coisa; naquela época eles usavam fogo, mas até hoje, a luz tem a habilidade de fazer com que as coisas que você desconhece, apareçam. A luz é essencial para a humanidade, não só a luz em si, que você acende e usa no seu quarto, mas a luz como é imaginada pelos religiosos, um lugar de paz, longe das trevas. Com o tempo, nosso relacionamento com a luz mudou. Começamos a manipular as fontes de energia, primeiro o fogo e depois com a eletricidade; logo saberíamos como iluminar um cômodo todo com apenas um toque no interruptor, mas, enquanto essas mudanças aconteciam, e a luz ficava cada vez mais fácil de usar, ninguém questionou as consequências. Sempre houve um balanceamento entre escuridão e luz (noite e dia) e sempre foi complicado porque um nunca poderia tomar totalmente o outro... Como pode agora. O fogo, por exemplo... Quando uma fogueira é acesa a escuridão pode desaparecer de alguns lugares, mas no fim, as chamas nunca alcançam cantos e cômodos distantes, e essa fonte de luz permitia que horas noturnas passassem calmamente. No entanto, com a eletricidade, as horas noturnas não são mais tão escuras. Em apenas um segundo, um local que se encontra escuro pode ficar claro por completo. Para a maioria dos predadores noturnos, isso é uma inconveniência... Para outros é uma oportunidade. Aliás, é mais do que isso. De vez em quando, você o vê. Se você acendeu a luz em um cômodo completamente escuro, você definitivamente já o viu. Por apenas um segundo, enquanto a luz começa a iluminar o lugar, no canto dos seus olhos, enquanto você ainda está tentando se acostumar com a luminosidade... Você o vê. Grande, e esquisito, parecido com uma aranha gigante, parado em (geralmente) algum canto. E então, na velocidade de um piscar de olhos, ele some. Acontece tão rápido que você acha que é um truque da luz, ou a sombra de algum móvel. No entanto, pode ficar calmo, assim que você perceber que ele desapareceu... Você está a salvo. Mas não se deixe enganar pela timidez, não é a luz que o assusta, e sim o medo de ser visto, afinal, é na luz que ele ganha forma. Ele é de certa maneira, protegido pela escuridão; Enquanto está escuro, ele pode fazer com que os pêlos do seu pescoço se arrepiem ou te dar a sensação de estar sendo observado, mas quando a luz está acesa ele não pode agir, porque é somente com a luz que sua forma aparece. Claro que... Na maioria das vezes, quando você acende a luz, você não o vê, e por mais que isso pareça estranho, quando você não consegue enxergá-lo, é quando você mais está em perigo. A razão para isso, é que, se você o vê, ele some rapidamente, mas mesmo assim você sabe que o viu. E quando você não o enxerga, ele não vai fugir, afinal, seu medo é ser notado; se você acender a luz (especialmente nas madrugadas ou perto do amanhecer) e não vê-lo escapando pelo canto de alguma parede, é uma oportunidade perdida, e ele ainda vai estar lá. Por exemplo, você está em casa, apenas mais uma noite rotineira, lendo histórias de terror antes de ir dormir... Ele está silenciosamente te esperando acender a luz só para se esconder, mas dessa vez pode ser que ele não seja tão inofensivo. Bom... Agora pode ligar a luz.
Luz
Pode explicar melhor sobre o tumblr?
Bom, aqui é mais uma rede social onde vamos espalhar a palavra e dar aquele clima de terror e o tumblr não tem censura então algumas creepy mais pesadas poderão ser postadas, etc. Vamos postar imagens puxadas de fatos verídicos, arquivos e tudo mais, eu pelo menos corro a semana toda pra pegar informações com meus amigos do EUA, enfim, vamos ser mais um local com apoio e horror para o Ambu ♥ /Nick
Já eram 6 horas do noite quando estava me preparando para ir para um teatro que já queria ir há bastante tempo. Seria uma apresentação de um grupo de piadista que iriam fazer uma peça,de costume eu levaria um amigo meu mas dessa vez decidi ir sozinho,Quando cheguei me impressionei com o tanto de pessoas que foram assistir,foi um show de humor e tanto não conseguia parar de rir ate o fim da peça. No final estava me preparando para ir embora,mas antes fui comprar comida em uma lojinha perto do local onde foi apresentada a peça,fiquei praticamente uma hora lá,Voltei para o teatro pós havia deixado meu carro na garagem quando ouvi uns sons de risos e fiquei curioso,fui seguindo o som,estava dentro de onde foi apresentada a peça, eu andava andava mas parece que nunca chegava lá,ate que me deparei com uma porta e parecia que era lá dentro mesmo que estava o som,fui abrindo a porta,não me preocupei nem um pouco com quem poderia estar lá dentro pós caso acontecesse alguma coisa simplesmente iria xinga e sai correndo para o meu carro e nada iria acontecer comigo,Mas foi ao contrario do que imaginava quando entrei na sala a porta se fechou,e os sons de risos sumiram quando por um instante senti que iria morrer,uma outra porta se abriu no meio do nada e como o idiota que sou fui andando diretamente para lá quando,a porta se fechou também e havia um buraco enorme no chão e eu conseguia ver um homem de mascara olhando diretamente para mim Quando olhei para o chao Percebi que no buraco havia 10 pessoas com sangue no rosto e olhando para mim chorando,quando derrepente o homem foi e falou para mim -Escolha Eu estava aterrorizado com a situação,falei para ele me tirar daqui mas ele so falou novamente a mesma palavra -Escolha,eu o respondi dizendo -Escolher o que?,ele me respondeu dizendo -Quem vai ser o primeiro a morrer,eu simplesmente o respondi -Não eu não vou escolher ninguem para morrer,ele falou -Você tem 3segundos se você não escolher 5 pessoas para morrerem agora em conjunto você se juntará a eles e eu vou te matar,ele começou a contar eu não tive escolha e acabei escolhendo os 5 que estavam na direita,quando do nada uma lamina atravessou a cabeca dos 5 e eu só conseguia ver o sangue deles sendo demarrado sem parar de cair no chão,foi tudo tão rapido,ate que ele falou assim para mim - Agora eu vou matar os 5 qye restaram e você irá vagar pela cidade procurando pessoas para matar. --Estou com 50% de minha sanidade viva não sei como isto aconteceu mas não consigo me controlar,a qualquer instante sinto que vou me tornar um assasino,ja não estou mais conseguindo me controlar,por favor vocês não podem fazer nada,vocês vão acabar morrendo,acabem com
O teatro
Conta-se que uma moça estava muito doente e teve que ser internada em um hospital. Desenganada pelos médicos, a família não queria que a moça soubesse que iria morrer. Todos seus amigos já sabiam. Menos ela. E para todo mundo que ela perguntava se ia morrer, a afirmação era negada. Depois de muito receber visitas, ela pediu durante uma oração que lhe enviassem flores. Queria rosas brancas se fosse voltar para casa, rosas amarelas se fosse ficar mais um tempo no hospital e estivesse em estado grave, e rosas vermelhas se estivesse próxima sua morte. Certa hora, bate a porta de seu quarto uma mulher e entrega a mãe da moça um maço de rosas vermelhas murchas e sem vida. A mulher se identifica como “mãe da Berenice”. Nesse meio de tempo, a moça que estava dormindo acordou, e a mãe avisou pra ela que a mulher havia deixado o buquê de rosas, sem saber do pedido da filha feito em oração. Ela ficou com uma cara de espanto quando foi informada pela mãe que quem havia trazido as rosas era a mãe da Berenice. A única coisa que a moça conseguiu responder era que a mãe da Berenice estava morta há 10 anos. A moça morreu naquela mesma noite. No hospital ninguém viu a tal mulher entrando ou saindo.
As flores da morte