Fui ver o filme do Dungeons and Dragons.
Cara, que filme incrível! Talvez tenha resenha, talvez não. Ainda estou pensando em conteúdos para o blog.

Origami Around
Game of Thrones Daily

Janaina Medeiros
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Cosimo Galluzzi
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@bardicesrpg
Fui ver o filme do Dungeons and Dragons.
Cara, que filme incrível! Talvez tenha resenha, talvez não. Ainda estou pensando em conteúdos para o blog.
There is a celtic music for you!
Hi! I’m Davi, and I’m a vídeo game compouser. That music is only one in many musics in a future project that se call Project kitchenette. Be shure to follow us to receive more details!!!
Essa é uma música celta pra você!
Oi, meu nome de é Davi e eu sou compositor para jogos de vídeo game. E essa é só uma dentre varias musIcas que fazem parte de um projeto que nós chamamos carinhosamente de Projeto Litch. Siga a gente, e fique por dentro das novidades!!!
Resenha 13 Era
Antes de iniciar a esta resenha (um tanto tendenciosa, eu devo concordar), quero agradecer aos queridos Rob Heinsoo, Jonathan Tweet, Lee Moyer, Aaron McConnell, por esse sistema que eu tanto amo de rodar em minhas mesas sempre que posso. Muito obrigado, de coração.
Depois disso tudo, vamos para a resenha em si!
13 Era é tanto um sistema quanto um cenário, você deve ter isso em mente. Ele é fruto da OGL (Open Game License), que foi quando a Wizzard resolveu abrir seu tão querido Sistema D20 par o mundo e deixar que pessoas o usassem para modificações e publicações com o devido crédito. Bom, em 2013, após uma campanha bem sucedida no Catarse, 13 Era foi servido a nós numa bandeja de prata.
O sistema em si é o D20 que conhecemos, com as raças, classes e tudo o que já vimos em edições de Dungeons and Dragons. A diferença aqui é como o sistema funciona e como o cenário consegue ser aberto o suficiente para que, praticamente, qualquer coisa consiga se encaixar nele sem muito esforço.
As classes não são apenas um monte de bônus, embora cada classe te de 2 opções de melhoria com bônus, cada uma delas te fornece uma peculiaridade muito especifica. O que, na tradução em português ficou como “Poder Racial”. O poder racial é uma peculiaridade da raça, algo que apenas ela pode executar, ou executa de forma melhor que as demais. Eles não se preocupam com os números complicados que a maioria dos sistemas d20 insistem em enfiar goela a baixo dos mestres e jogadores. Ele é simplista em seu cerne, mesmo assim consegue ser uma linda mistura de um sistema com elementos “gamitsas” mas que presa muito pelo narrativísmo. As classes, quase que uma unanimidade nos sistemas d20, são muito bem trabalhadas. Elas não são entulhadas de coisas em seu primeiro nível para, nos níveis seguintes, seguir uma progressão linear e sem muito controle por parte do jogador. Ele te dá muitas opções, e você pode fazer escolhas tanto dentro, quanto fora de sua própria classe. Faz sentido o seu glorioso Paladino ter um companheiro animal, mas a sua classe não tem suporte para isso? Bom, pegue o talento de companheiro animal da classe Ranger e seja feliz. O sistema não te restringe, muito pelo contrario, sempre te incentiva a buscar coisas que se encaixem com sua idéia inicial de personagem. Toda classe trás uma sensação diferente. Embora um bárbaro, um guerreiro e um ranger possam atuar de forma parecida no campo de batalha, a sensação de ver sua classe funcionando no meio de um combate junto com outras classes que também estão empunhando espadas ou arcos é muito prazerosa. Nenhuma classe faz as coisas como outra, mesmo o resultado final seja uma espadada encaixada no peito de um Gnoll, os efeitos por trás da técnica do guerreiro, da fúria do bárbaro e da ardileza do ranger são bem diferentes.
Você é um herói, desde o nível 1. Seu personagem nível 1 já é bem capaz e tem muitos recursos. Isso não significa que o mundo ao redor será fraco, significa que os desafios são muito perigosos e você, de algum jeito, sobreviveu o suficiente para começar esta jornada. Mas nunca se sabe o que te espera na próxima esquina.
A cereja do bolo no sistema, ao meu ver, é a singularidade. Algo realmente singular, algo que apenas você sabe fazer, é ou vê. Grandes destinos são para pessoas singulares, que tipo de singularidade proverá sua vitoria ou derrota? Em todo caso, você pode salvar ou terminar com a 13 Era. Alias, que historia é essa ai de h13 Era? Que era é essa? Okay, vamos para o cenário.
Você está na 13 Era, existiram 12 anteriores e agora estamos vivendo o auge do império dragão e o surgimento de ícones nunca antes vistos. Os ícones são forças que regem o mundo, você pode vê-los como deuses, NPCs extremamente fortes e/ou importantes, forças naturais, ou o que você quiser. O negocio é que eles tem muita influencia e, possivelmente, poder. Existem 13 icones, e eles vão mudar o que acontece nas suas sessões de um jeito que você, mestre, não esperava. Pois é, alem das coisas que os jogadores podem e vão fazer que vão estragar seus planos inicais os ícones também vão mudar as coisas de jeitos que os jogadores também não estavam esperando. E é ai que o sistema brilha e as coisas ficam muito cabulosas. O destino é meio louco e ele escolhe pessoas que nós não estendemos o porquê estão lá. Mas o destino sabe o que faz. Nem mesmo o mestre tem controle sobre o destino dos jogadores, e é ai que a mecânica de ícones entra em ação e tudo fica muito bonito.
13 Era, pra mim, é um sentimento antes de ser um sistema. Ele é o melhor de dois mundos, mais a ousadia e desejo de criar algo muito legal para um hobbie amado por todos nós. Eu recomendo muito o sistema e, se você gosta de fantasia medieval, se gosta do meio termo entre mecânica e narração e sistema d20, não tem como não gostar de 13 Era.
A new character of mine, in a new campaign (Tomb of Annihilation).
Dwarf, cleric with forge domain.
Lair by gerezon
Artist: Julian Bauer Title: Lands of Old “Little homage to Bierstadt and his majestic landscapes. Prints: https://www.inprnt.com/gallery/julianb/ Facebook: https://www.facebook.com/JulianB.ConceptArt Twitter: https://twitter.com/JulianB_Art” Please, visit the artist’s websites Outstanding…
STORM ELEMENTAL
Storm elementals are pretty much perky air elementals. They may be slower, but they pack quite a bit of zap, especially when you get to the bigger ones of the bunch. The little fellas can be pretty useful as a summoned ally, since their attacks actually deal sonic and electric damage at the same time. If one bit of hurt can’t get through, the other one probably will.
They may well be the reason why airplanes and such never quite took off in fantasy worlds. Magical airships maybe have some kinda magical protection against storm elementals coming along and puncturing their balloons.
I like to think of these guys hanging around blue dragons, thunderbirds and the other big electric beasties of the sky, just hanging around them like remora on a shark.
Blanca’s Tumblr
My childhood was always centered around books and reading. Starting from the original Hardy Boys and Choose your Own Adventure books, to old science fiction and fantasy classics, to today. Always read and keep your mind open to creativity and adventure.
Art by Rocío Espín Piñar
Ancient Cities:
◆ Atlantis ◆ London: The Great Fire ◆ Constantinople 360 AD ◆ Atlantis City (for the book “Plato’s Caribbean Atlantis”) ◆ Carthago ◆ Londinium ◆ Hattusa
Vlad Lysenco | SEPHIRAH
Jester! by Jose Vega
Knights by Kekai Kotaki
@wearepaladin
By Laurie Mammana
By Gemini
A commission of a gnome bard called Mumphrey Pirempick Naviss Knyll Nalbast Gnimapnar!
The Dog of Holding