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@bidrodmistaka
vampirskiold:
— “Senhor Krause.” — cumprimentou com um sorriso ao entrar na sala dele, esperando que ele lhe olhasse para continuar a falar. — “Eu meio que preciso de ajuda com um assunto legal? Eu vim transferida de Koldovstoretz no sexto ano e eu só descobri agora que eles não mandaram meu histórico completo para cá. O senhor pode me ajudar? Eu nem sei o que fazer, já faz uns anos…” —
“Senhorita Nordenskiöld, como vai? Sente-se, por favor.” Sorriu, finalmente, ao ver a garota. Ouviu atentamente, franzindo o cenho ao ouvir que já fazia alguns anos. “Bom, hm, não lido com os assuntos administrativos de Durmstrang, mas, claro, posso tentar entrar em contato com alguém de Koldovstoretz e ver se conseguem enviar. Mas já fazem muitos anos, huh? Espero que esses documentos não tenham se perdido.”
@cvrsedboy
Não havia nada no mundo que o acalmasse mais do que música, e não podia negar que os períodos mais estressantes eram o inicio e o fim dos anos escolares em Durmstrang. Frequentemente acabava por passar tempo demais na sala de música, experimentando instrumentos novos ou repetindo alguma música que ele já tinha tatuada na mente. Lá, raramente era encontrado, logo, era um dos seus lugares preferidos. Beethoven era, novamente, a escolha do dia. Estava repetindo Moonlight Sonata no piano há horas, sem se cansar. O Segundo Movimento era sua parte favorita, apesar de mais complicada, e Zven prendia a respiração todas as vezes, soltando quando não aguentava mais segurar, e depois em um longo suspiro, antes de começar o Terceiro Movimento. Desta vez, porém, acabou por repetir mais uma vez, parando repentinamente quando se sentiu observado. “Posso ajudar?” Perguntou, se virando para olhar a figura na porta.
thatvichenko:
— “Eu preciso de uma perna mecânica, duas pimentas-explosivas e vinte e três garrafas de vinho branco.” — declarou ao sentar-se uma das cadeiras da sala dele, fingindo seriedade com seus pedidos absurdos. — “Em que problema Durmstrang se meteu dessa vez que você está ocupado assim?” —
“Uma... perna mecânica?” Franziu o cenho, observando o amigo. “Posso te arrumar as garrafas de vinho branco, álcool nunca é demais.” Deu um sorriso, antes de se levantar e ir até um armário no canto da sala, abrindo e tirando de lá dois copos. “Whiskey?” Ergueu a garrafa, antes de começar a servir. Entregou o copo a Andrij, antes de se sentar. “Nada tão sério, além dos pais enviando cartas preocupadas depois da cerimônia. Os pais trouxas não sabiam sobre todo o sacrifício e, bom, primeiranistas reclamam.” Suspirou. “Fora isso, tive uma pequena discussão com minha ex esposa e ela está ameaçando, novamente, não me deixar ver minha filha.” Revirou os olhos. “Agora estou procurando algo que garanta que ela não possa me proibir, mesmo que tenha certeza que logo ela esqueça da discussão.”
Ouviu alguém bater na porta, murmurou um ‘entre’, mas continuou examinando os papeis nos quais estava trabalhando. “Um minuto.” Disse, virando as páginas calmamente. Não podia ignorar a figura a sua frente por tanto tempo, então respirou fundo, se encostando na cadeira e encarando muse. “E então, do que precisa?”
thatvichenko:
Andrij não esperava que o advogado fosse entrar em sua mentira, por isso precisou esconder o sorriso quando o outro falou, na intenção de manter a cena e fazer o aluno acredita no que estavam dizendo. — “Não só isso! Quem poderá dizer o que vai acontecer com os que não retornarem? Afinal, além de reprovarem, estarão por ai, perdidos…” — deu de ombros, como se não fosse de sua conta e finalmente se permitiu rir quando o aluno saiu de perto deles, assustado. — “Assustar os alunos novos está no top três de benefícios de ser um professor. Valeu pela ajuda cara.” —
Magnus arqueou as sobrancelhas e fez que sim, concordando com o professor. “Não perca tempo, já comece a estudar!” Ele completou, enquanto o aluno saía. Esperou que ele estivesse longe e riu também, se virando para o professor. “Deveria ter considerado ser professor, não imaginei que pudesse ser divertido. E sem problemas, não poderia perder a oportunidade. Professor Andrij Vichenko, certo? Magnus Krause.” Se apresentou, estendendo a mão para o cumprimentar.
vampirskiold:
— “Não, mas isso é fácil de resolver.” — declarou sorrindo ao se afastar dele e estendeu uma das mãos para cumprimentá-lo, como se não tivesse o abraçado sem motivo momentos antes. — “Sou Roosa Miina Nordenskiöld, estou no último ano da Mund. E você é…?” —
Apertou a mão da moça, ainda um tanto sem entender o motivo do abraço repentino. “Magnus Krause, advogado do Instituto.” Explicou, antes de colocar as mãos de volta no bolso do casaco. “Es freut mich.” Acenou com a cabeça. A reputação de Magnus não era uma das melhores, então esperar pelo que vinha após a apresentação era o costume.
nordenskiold:
Sem contar os antigos… Três anos a mais, francamente – Murmurou, negando com a cabeça e respirando fundo. Havia esperneado muito contra aquela extensão do período de formação aos 17 anos, mas agora que já estava ali, em seu último ano (a não ser que o diretor Magnussen resolvesse colocar mais algum empecilho para que a turma de Yohannes não se formasse)… Parecia inútil e adolescente demais querer lutar contra qualquer coisa do tipo – E boa noite, Mr. Krause – Yohannes saudou, com um aceno de cabeça educado. Magnus era uma pessoa com uma reputação, e Yohannes, como todo mundo em Durmstrang, tinha uma opinião sobre ele. Mas, como havia aprendido ao longo da vida, as vezes as opiniões eram muito mais valiosas quando guardadas.
“Vai ter sorte se Manussen não decidir estender por outros três anos. Sabe como alguns bruxos saem daqui e acabam não encontrando o que fazer, não é? Além do mais, nunca se sabe, vai que acaba encontrando um emprego por aqui.” Riu baixo. O advogado tinha memórias ótimas de seus anos em Durmstrang, e não era um lugar que de todo não gostava, mas se lembrava da alegria de terminar o último ano, então podia entender a frustração de quem teve de ficar por mais tempo. Acenou com a cabeça em resposta, com um pequeno sorriso de canto. “Boa noite...” Fez que sim, se lembrava do rosto, mas não do nome, portanto não arriscou. “De um jeito ou de outro, acho que todos nós acabamos voltando.” Encarou o salão novamente. Não imaginava que iria voltar, nem que acabaria com um emprego ali, mas as coisas mudam.
haridwood:
[ BIDRODMISTAKA ]
’ —— Desde que a atenção esteja nela, Mali não se importa com multidões.’ a cabra gostava de chamar atenção, Hari não sabia como aquilo era possível. Eles deveriam fazer de todo para passarem despercebidos, mas Mali? Por Odin! A mãe simplesmente desconhecia os limites. ’ —— Eu queria tê-la deixado no dormitório, mas, bem, não tive muita opção. Onde eu estou, ela está. Principalmente em festas pra me controlar.’ revirou os olhos. Era péssimo ter a mãe no pé, ainda mais quando nem podia reclamar de forma decente com outras pessoas. ’ —— Não bebi. Ainda.’ o que foi triste. Estava ali há quase vinte minutos e não tinha tocado em nenhum tipo de álcool. ’ —— Ah, não! Céus! Deixe ela… por aí. Contanto que não me arrume confusão por dar cabeçada em uma pessoa desavisada, prefiro que ela continue explorando o salão e me deixe aqui.’
“Drach deveria seguir o exemplo.” Brincou. O pequeno dragão que na maioria das vezes era visto nos ombros do advogado odiava multidões, o que poderia ser um problema em situações como estas. “Te controlar? Sua cabra parece ser bem geniosa, pelo que fala. Mas pelo menos vai poder aproveitar, já que ela parece ter saído para aproveitar o banquete.” Sorriu; não imaginava como seria se tivesse que ouvir o dragãozinho reclamar ou tentar controla-lo, por sorte os dois se entendiam na maioria das vezes. “Bom, se quiser me acompanhar, acho que vou até a mesa de bebidas. Mas, água pra mim por enquanto.” Gesticulou para que o rapaz o acompanhasse. “Espero que ela não arrume problemas por hoje, acho que os primeiranistas já vão se encarregar de arrumar confusões por enquanto.”
itsbritney:
Bom, se eu preciso vir de roupa social ele também têm, nós somos um time - afirmou, apesar da ave estar olhando-a com ar irritado - Ha, boa tentantiva! Eu não vou revelar meus planos tão fácil, senhor, não mesmo. Quando chegar a hora, o senhor verá.
“Se conseguir enfiar seu familiar dentro de roupas sociais, me avise. Mal consigo que o meu se comporte quando preciso.” Riu baixo, chacoalhando a cabeça. “Que pena, imagino que seja algo que vai irritar a sua mãe, huh?”
— Se ainda sacrificássemos pessoas, as coisas ficariam bem mais interessantes por aqui. — Reclamou para a pessoa ao seu lado, encostando-se na parede, observando sem muito interesse os acontecimentos que desencadeavam-se sob o seu olhar. — Será que deveríamos apostar? Quem você acha que vai ser a primeira pessoa que vai fazer um escândalo ou abusar da bebida?
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Soltou um riso baixo com a afirmação. “Não discordo, mas lidar com as reclamações dos alunos mais... sensíveis... seria entediante. E quem teria de lidar com processos de pais furiosos seria eu, infelizmente.” Sorriu de canto, observando o salão. “Sem palpites por hoje, só espero que não seja eu, apesar da vontade de beber mais do que o necessário. Não me lembrava o quanto alguns alunos podem ser irritantes.”
ravulch:
Arqueou as sobrancelhas um pouco surpresa com a atitude do mais velho, é claro conhecendo ele não deveria estar surpresa. “Você não planeja dar uma bebida para ela, né? Ela está com o pé machucado” falou com certa cara de repulsa, aquilo sem duvidas era errado e não temia o mais velho, “Vamos fazer o seguinte, você esquece que ela te pediu isso e você aproveita esse baile da forma que quiser e eu levo um bebida para ela, que tal?” não acreditava estar barganhando com um uma pessoa que deveria ser responsável o suficiente para não fazer aquilo, a Vulchanova não deixaria com que ele levasse a bebida batizada até a menina”
Revirou os olhos, um tanto irritado com o tom da garota, e virou o copo de ponche de volta. “E quem machucou o pé não pode beber?” Ergueu as sobrancelhas. Deu as costas para a mesa de bebida, se apoiando com as mãos e deu de ombros. “Faça o que quiser, senhorita Vulchanova, só não reclame se tiver de lidar com a garota pelo resto da noite.” Realmente não se importava. Não era professor, e cuidar dos alunos não era uma de suas funções, a menos que algo grave acontecesse.
haridwood:
[ BIDRODMISTAKA ]
Hari sentia um pouco sobre a bebida derramada. Pelo menos não fora no próprio homem ou não fora o copo inteiro. Presumindo que, assim como si, o outro não gostava de desperdiçar bebida, esticou um sorriso apologético. ’ —— Sinto pela sua bebida… Mas sim. Minha familiar. Exigente e traquina, mas um amor.’ comentou, esperando que suas palavras fossem de alguma forma pegas por Mali, mas sabia que a cabra já deveria estar bem longe por segurança. ’ —— Não! Eu nem encostei em um copo ainda! Céus, já está achando que eu bebi, imagine quando eu realmente fizer?’
“Sem problemas, talvez eu já deva parar também.” Deu de ombros, colocando o copo em uma das mesas ao redor e limpando a mão no lenço do bolso. “Familiares, sempre nos colocando em encrenca.” Riu baixo. “Não trouxe Drach por esse motivo, além disso, multidões o irritam. Sua cabra não tem problemas com lugares assim?” Deu uma olhada em volta, ainda procurando pelo animal. “Bom, se está explicado que foi a cabra, não me parece mais que tenha bebido.” Brincou. “Não vai procurar pela cabra? Sabe como os aluno mais novos podem ser maldosos com animais, huh?”
Avistou muse se aproximando da mesa onde estava o ponche e se servindo dele, a Vulchanova hesitou se deveria avisar ou não, com certeza estaria estragando a pegadinha de algum outro aluno, mas também não achava aquilo certo. “Não beberia isso se fosse você, vi um aluno batizando o ponche” comentou, faltava criatividade nessas pegadinhas, todo ano alguém fazia algo com o ponche era um tremendo risco bebe-lo a não ser que estivesse disposto a cair em alguma armadilha de algum aluno zombeteiro.
@strangstarters
Ergueu uma das sobrancelhas, mas serviu o ponche do mesmo jeito. “Não é pra mim.” Apontou para um aluna com o pé machucado, sentada em uma das mesas. Havia pedido para que Magnus buscasse algo para ela beber, e lá estava ele. “Disse que pegaria uma bebida, não que iria checar se há algo errado com a bebida, não é?”
@strangstarters
– Pelo amor de Deus, tá tão cheio aqui dentro! – Yohannes murmurou para si mesmo, antes de praticamente se largar numa cadeira do salão lotado. Ele estava bastante acostumado em estar ali, havia passado uma boa parte de sua vida acadêmica naquele salão de baile junto com o restante do comitê de eventos. Mas aquela era a primeira vez que Yohan o via assim tão cheio, e aquilo o deixava desconfortável e mal humorado… Ou melhor, mais desconfortável e pior humorado – Se eles queriam tanto aumentar o quórum de alunos, deviam pelo menos ter feito uma reforma aqui dentro – Resmungou para si mesmo, olhando mais uma vez a multidão se movimentando em sua frente, praticamente um bloco massivo de pessoas, e suspirou.
Salões cheios de alunos e funcionários não eram muito bem um ambiente que Magnus gostava, porém por sua função no Instituto e a imagem, deveria estar ali. Acabou por se sentar para observar a multidão, e então quando o rapaz apareceu murmurando, ele não poderia deixar de concordar. “Um movimento muito mal calculado, eu diria. Não sei se esse salão vai conseguir acolher tantos alunos novos.”
— “Venha aqui e não fuja de mim. Eu sei que é um processo muito doloroso ter que abrir mão de um objeto assim, mas você vai superar. Aliás, depois de todos esses anos, já deveria estar acostumado, mas não estou aqui para julgar, apenas te apoiar incondicionalmente.” — Roosa declarou dramaticamente, abraçando a pessoa a seu lado. Sabia que era completamente aleatório, mas a sua forma de lidar com a própria dificuldade naquele sacrifício era brincar e fingir que nada acontecera.
@strangstarters
Se assustou com o abraço repentino, arregalando um pouco os olhos. Ficou um tanto sem reação, antes de devolver o abraço, um pouco mais frio e sem tanta emoção, e então se afastou. Não tinha ouvido nada do que a moça havia falado antes, imaginando ser com outra pessoa. “Hm, me desculpe, mas... nos conhecemos?”
a-stra-man:
É claro! Com quase dois metros de altura, você acha que eu usaria uma coisa dessas se não fosse de propósito? Eu quero ser o assunto da semana, mas infelizmente o meu tanquinho não é mais o que costumava ser, então tive que dar outro jeito.
“Não duvido de que os alunos vão comentar por um bom tempo. Viu aqueles primeiranistas cochichando sobre você? Creio que já tenham uma boa imagem, vai atender às expectativas de professor mais querido dos primeiranistas?”