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carswn:
❛ É por isso que eu nunca me envolvo nessas coisas… Christmas is dangerous as fuck. ❜ resmungou, enquanto pulava em um pé só para conseguir aproximar-se do banco próximo e sentar-se ali. Havia achado uma boa ideia arriscar-se na patinação, embora seus dotes para tal fossem claramente inexistentes, o que se comprovou depois de apenas alguns minutos no gelo que culminou em um pé torcido e uma queda feia o suficiente para Carson ficar constrangida. ❛ Será que eu tenho que ir pro hospital? Porque eu gosto de homens de jaleco, mas odeio agulhas. ❜
“Ei, não fala assim do Natal. É a melhor época do ano” semicerrou os olhos, a encarando, antes de se movimentar e andar até o lado da amiga, dando-lhe o ombro para apoiar caso precisasse. Havia observado a queda da amiga e não podia negar que quase fez xixi de tanto rir e sentia um pouco culpada por causa disso “Eu também não suporto agulhas, mas assim, não acho que vão utilizar agulhas em você e quem sabe, a gente não sai depois com os homens de jaleco?” ofereceu, dando um sorriso “Tá doendo muito?”
vsherwood:
“Não, não acho que uma noite de sushi seja interessante, ainda mais com o frio que está.” Bebeu seu capuccino em uma das confortáveis mesas do the ol’. Ela sempre sentava no mesmo lugar, pois dava para observar o movimento lá fora. “Eu pensei em uma noite do fondue, é característica do inverno e está nos padrões do Limbo!” Assustou-se quando alguém aproximou-se. Ela parecia uma maluca falando sozinha. “Ops, desculpa se te assustei ou estou incomodando.”
“Mas sushi não tem época do ano para comer, não é como sorvete ou chocolate quente” respondeu, antes de perceber que ela estava falando sozinha e não com ela, se sentindo meio besta por não ter reparado nisso anteriormente. Sorrindo simpaticamente para ela ao se aproximar “Eu que peço desculpas, eu estava te respondendo que nem uma idiota”
jdawtin:
Não para mim, mas para outras pessoas… Isso já é outra história. É, os desenhos podem dizer tudo e assustar às vezes. - Encarou algumas formas estranhas que continham na parede e suspirou, não curtia muito a ideia de tê-los ali, mas precisava, já que a maioria das crianças adorava. - Acho que deveria ter ido embora, se quiser fugir da injeção. Mas, não posso ajudar, pois poderia ser contra as regras. Por que não quer tomá-la?
“Eu não estou fazendo nada para ninguém. Crianças me assustam então é meio impossível eu matar elas ou sei lá e sim, vocês deveriam repintar essa sala, tá meio macabra” disse com sinceridade, dando de ombros. Seu medo de agulhas era completamente irracional e ela mesma sabia, só que não conseguia, por mais que tentasse “Eu meio que me perdi durante minha fuga, então eu acho que o tiro saiu pela culatra? Eu tenho pavor de agulhas, prefiro levar um tiro do que uma injeção, então... Onde fica a saída?”
bcnjmins:
“ — Não gosto nem de cogitar, pra quem eu mandaria áudios vergonhosos às três da manhã? Espero que tenha apagado o da semana passada.” Semicerrou os olhos, de brincadeira. Já havia perdido as contas quantas vezes Izzy havia rido das bobagens que ele fala quando está bêbado, das quais, definitivamente, se arrepende no dia seguinte. “ — Achei que já estava acostumada…” Fez um biquinho brincalhão, logo voltando ao normal. “ — Olha só quem está fingindo agora! Estou orgulhoso da sua atuação, não tô nem brincando.” Riu pelo nariz, balançando a cabeça. “ — Você faria algo que eu me arrependeria? I’m shocked. O que você daria para alguém que já tem tudo? Nada muito caro, por favor, tenha piedade do meu bolso.”
“Eu não apago nenhum deles, eu tenho uma pasta que se chama ‘áudios bêbados do Benj para mostra-los no casamento dele’” abriu um sorriso largo, dando um risada nasalada. Amizade entre os dois era assim, era uma vergonha atrás da outra e eles não tinham medo do jogar na cara um do outro, quão ridículos os dois conseguiam ser “Ei, eu não estou fingindo. Eu realmente faço qualquer coisa por você!” seu tom era completamente teatral, franzindo o cenho e um biquinho, numa tentativa falha de ser convincente “Você pode ir na minha loja e escolher algum dos meus vestidos, eles são exclusivos e eu ainda posso te dar um desconto fidelidade”
flzkvc:
Suas sobrancelhas arquearam em surpresa com a revelação, e a encarou divertidamente, ao questionar. “ — E o que iria fazer se eu simplesmente tivesse tomado gosto por um café açucarado?” estava curioso, afinal. A frase que Isabelle soltou a seguir, não deixou de o surpreender de certa forma, não esperava que ela aceitasse o elogio de boa vontade, e certamente não aguardava que ela o elogiaria de volta. Talvez fosse o nível em que deixaram as coisas entre ambos, sempre pensou que existia certo rancor guardado pela ex-namorada com os acontecimentos. Mas é claro que muito tempo havia passado, não sabia se ela continuara a mesma ou se seus pensamentos sobre ele permaneciam. “ — Eu tento… Mas isso não está indo tão ruim, já estamos até trocando elogios.” tornou a trazer humor para a conversa, esboçando um sorriso simpático pelo clima leve que parecia se instalar, não era o que esperava do encontro, mas era um alívio. Um balancear de cabeça manifestava que ele não se importava caso ela se animasse, e deixou que a jovem se explicasse enquanto tomava seu café e analisava a pasta alcançada. Estava interessado com o projeto descrito, de testa franzida levantou o olhar até Isabelle, ela tinha um sorriso que parecia iluminar sua face, sua animação beirava ao adorável, sempre achava que as pessoas ficavam mais bonitas quando proferiram sobre alguma paixão, ali na mesa não estava sendo diferente. Felix correspondeu ao sorriso, um assentir de leve em concordância ao responder. “ — Não é estranho, na verdade, acho legal que tenha me chamado, deve saber que vou gostar de fazer parte disso.” era grato por estar sendo incluído naquilo, alguns trabalhos como fotógrafo não o davam liberdade para agir em pró de certas causas que importavam. “ — Acho que podemos fazer dar certo, não vou cobrar seu rim, não se preocupa.” soltou um risinho, seu olhar agora preso nos desenhos que seus dedos folheavam devagar. “ — Pra arrancar dinheiro deles, se quiser, posso tirar algumas fotos dos lugares para qual pretende arrecadar e de alguma forma mostrar no evento, a maioria vai amar fingir que está comovido e doar o máximo para ganhar aplausos, rich people love that shit. Sem falar que seria interessante se eles soubessem para o que estão doando alguma vez nesses eventos.” a sentença veio acompanhada de um sorriso atrevido com a provocação. “ — Enfim, a ideia é ótima, o que te fez pensar nisso?”
“Eu ia pedir desculpas e falar a verdade. Pensando bem, eu deveria ter trazido um café açucarado e deixa-lo sofrer tomando um café no qual você não gosta, por vingança” semicerrou os olhos, o respondendo com sinceridade mas com um tom divertido na voz, dando de ombros de maneira desleixada. A morena não poderia negar quão orgulhosa estava de si mesma por estar se sentindo um tanto quanto relaxada na companhia de seu ex, porque todas as vezes em que ela se imaginava na posição que estava agora, ela tinha pena de si mesma “É um bom recomeço para gente, eu acho” um sorriso pequeno surgiu em seus lábios, assentindo. Nunca tinha dito vergonha de mostrar os seus desenhos, muito menos ficava nervosa de as pessoas verem aquilo que tanto amava porque ela não se importava com as opiniões alheias, mas ver Felix com o olhar em seus desenhos, ao contrário de todos os outros fotógrafos que ela havia encontrado, lhe fez se sentir um pouco insegura, como se a sua arte não se comparasse com a dele, o que de fato, era um pensamento idiota “Eu imaginei que fosse gostar, faz bem o seu estilo” quando ele comentou em cobrar algo mais barato que seu rim, precisou levar o copo de café ao lábio e beber para se segurar de comentar algo de que ele já tinha pego o coração dela e não havia sido o suficiente, por mais impulsiva que fosse, estava se esforçando para não deixar aquilo desconfortável “Acho que é uma ótima ideia, todos eles amam se fazer de boa samaritana, principalmente perto do natal. Além de que nesses lugares, eles amam companhia. Eu estive em alguns desses lugares, fazendo acertos e combinados e toda vez, ele me recepcionam de maneira incrível. Não sei como as pessoas não se voluntariam mais vezes” comentou, obrigando-se a olhar para todos os lugares menos para ele ao responder a sua pergunta “Você” respondeu sem rodeios, pausando rapidamente antes de se explicar “Você sempre fazia esses discursos de como essas pessoas tinham tudo e nunca davam nada em troca, e bem eu cresci com tudo e raramente dava de volta. Não vou negar que me sentia um pouco ofendida quando dizia essas coisas mas então eu usei essa sua raiva desse pessoal em uma vingança do bem, onde eles vão dar algo que nem sentem falta para aqueles que sentem”
Depois que a era da divulgação no Instagram começou a realmente funcionar, mandar roupas para bloggers em troca de divulgação era uma das tarefas em qual Isabelle focava, porém como todos, tinha a suas favoritas. Começou a trabalhar com @crxwfvrd bem no começo da sua carreira, sendo uma de suas primeiras ‘modelos’ e as duas acabaram criando uma certa amizade. Como de costume, havia mandado uma mensagem para Sophie ir para a Summer Breeze, onde Izzy teria uma seleção enorme de roupas onde a digital influencer poderia levar algumas roupas de graça em troca de divulgação. Quando viu sua colega entrar pelas portas de vidro, abriu um sorriso animado, apontando para os vestidos esticados no balcão “Hoje eu tenho certeza que você vai pirar com os modelos, eu realmente mandei bem dessa vez” bateu palmas animada, indo em direção a garota “Pronta para me fazer mais popular na internet?”
Não conhecia muitas pessoas na cidade que compartilhavam o seu talento. Isabelle sabia que desenhava bem, não só bem, excepcionalmente bem e não escondia isso de ninguém porque era o que a fazia diferente, a fazia única e haviam poucas pessoas que ela respeitava o trabalho no mesmo nível que o dela, e uma dessas pessoas eram @stveward. Ela havia descoberto o menino durante uma de suas visitas na Rose Garden e nunca havia se esquecido e hoje ela tinha uma trabalho para ele. Entrou pelas portas do estabelecimento numa presa monumental e sentou no stool do bar, encarando o menino que se encontrava no outro lado “Eu tenho um vestido que tem que ser baseado em quadrinhos e eu não entendo — desculpa o palavrão — porra nenhuma de heróis” puxou ar para continuar falando, já que a toda a movimentação e falação havia a esgotado “Você precisa me ajudar”
A sorte realmente não era uma boa amiga de Isabelle, nem de longe. Era por volta de três da madrugada quando o alarme de sua loja resolveu ligar e motivo estava longe de ser esclarecido. As câmeras não captaram ninguém tentando entrar e o sistema havia enlouquecido por algum motivo inexplicável, estragando não só a noite de sono dela como a fez para na delegacia para fazer um boletim de ocorrência por precaução por também, não ser a primeira vez que isso acontecia. Aproximou-se de @hxntxr-rp que da última vez havia a atendido de maneira tão simpática naquela hora da noite “Você acha que é coincidência?” perguntou, maneando a cabeça para o lado “Que meu alarme endoideceu duas vezes mas nunca acharam nada de suspeito?”
O cansaço havia atingido Isabelle sem qualquer piedade. Por possuir uma energia até que assustadora, a morena sempre estava em movimento ou trabalhando em algo, já fazia parte do seu DNA estar em movimento. Então o dia em que o cansaço a atingia, sabia que havia exagerado. Estava saindo de uma reunião quando seus colegas decidiram ir tomar algumas no bar ali perto e como consequência de querer ser extremamente social, ela aceitou o convite, arrependendo instantaneamente quando adentrou no estabelecimento. Viu @stevhendrix atrás do balcão e tinha uma leve impressão que já havia a visto pelas ruas de O.P antes então se aproximou do balcão com um sorriso cansado “Eu te pago o dobro se você conseguir embeber esse povo em meia hora, eu te imploro”
toireleroux:
Victoire assustou-se quando a garota falou alto, provavelmente com receio que esta tivesse se queimado. Como médica, esse instinto era natural, mesmo que fosse impossível ser algo grave. “Seu braço… posso dar uma olhada?” Ela sorriu, um pouco sem graça, observando o braço da outra mesmo que de longe. “Você deveria andar sem fone, mas eu entendo.” Deu um leve riso tentando descontrair a situação. “Olha, me desculpe mesmo! Se eu te atrasei, posso te dar uma carona para onde precisa ir.”
“Pode?” respondeu ao pedido dela com um tom incerto, oferecendo seu braço que estava ficando melado graças ao café derrubado nele “Andar com fone não me faz trombar nas pessoas, no máximo morrer atropelada por não escutar os gritos das pessoas me avisando do carro” deu de ombros, oferecendo-a um sorriso simpático “Não, não me atrasei. Agradeço por uma blusa nova mas eu tenho todo tempo do mundo. Aliás, você está bem?”
jdawtin:
Esse é o problema: não parece que está fazendo nada. - Franziu a testa, mas logo sorriu de forma paciente, já que estava acostumado com aquele tipo de situação devido ao seu período na Austrália. - Deu para notar. Bem, aqui é a pediatria. Cuidamos de crianças, sabe. O que está procurando de verdade?
“Se eu não estou fazendo nada, não é bem um problema” argumentou, dando de ombros. “Ah sim, dá para perceber, pelos desenhos na parede e tal” disse, olhando ao seu redor, um pouco nervosa demais por estar ali “Eu não estou procurando, estou fugindo. Eu odeio médicos e hospitais. Um médico veio com uma história de injeção e eu vazei.”
𝑺𝑻𝑨𝑹𝑻𝑬𝑹 𝑪𝑨𝑳𝑳 // dá um coração para receber um starter com a Isabelle (up to 5)
bragatti:
So lonely before, I finally found what I’ve been looking for. _ Rafaelo terminou a música com um largo sorriso no rosto enquanto sua pontuação no karaokê era definida: 36. Ergueu os braços e começou a distribuir soquinhos pro alto em comemoração. Finalizou dando um salto e um giro. _ Eu sou muito bom nisso! Quero ver você superar tamanha magnitude do meu ser. _ Disse apontando pra pessoa à sua frente.
Isabelle mantinha sua mão na frente de sua boca para abafar o ataque de riso que estava tendo vendo o projeto de Troy Bolton cantar na karaokê. Rir das pessoas se apresentando era algo que não fazia com muita frequência, já que não gostava de deixar as pessoas desconfortáveis, mas algo lhe dizia que o homem se apresentando não tinha nada em seu DNA que o deixaria desconfortável em qualquer situação “Realmente, muito bom, eu nem vou tentar superar que eu falharia imensamente” disse num tom irônico, revirando os olhos “Uma pena que eu não canto e apenas assisto os outros pagarem mico”
audreysmx:
Apaixonada por seu trabalho, a Hudson sempre fora, então acordar cedo e ir para a academia de dança não era algo desagradável. No entanto, naquele dia, Audrey sentia-se um tanto exausta. Era verdade que havia passado a semana inteira trabalhando, fosse dando aula ou ensaiando para as suas apresentações e o fim de semana ela usara para ir atrás de fazer algumas compras para a academia, seguindo a sugestão de alguns de seus funcionários e ali estava ela a caminho de mais um dia cheio. Optou por parar em uma cafeteria, para comprar um cappuccino. Não sobreviveria sem um pouco de cafeína em seu corpo. Arrependeu-se, porém, ao ver-se parada em uma fila extensa por mais de dez minutos. “Céus, o que está acontecendo aqui?” Perguntou para quem pudesse ouvir, tentando enxergar se estava dando algum problema no caixa. Sua altura, no entanto, não a ajudava em tal. “Você sabe porque esta demorando tanto assim?”
Naquele momento dava graças a Deus que ela tinha pessoas que trabalhavam para ela porque já estava atrasada a uma meia hora esperando pelo café e donuts que ela pegava todos os dias para seus cliente e funcionários “Pelo o que eu entendi, teve algum tipo de briga entre o cliente e o funcionário e eles devem estar discutindo ainda pra estar essa fila infernal” disse, exasperada. Não existia nada que a irritasse mais do que ficar em filas esperando por algo, se não fosse pelo seu desejo de ser uma boa chefe e já ter pago pelo seu pedido, teria abandonado o local “Você, por acaso, não conhece nenhum outro lugar que tenha um bom café e comida?”
flzkvc:
Jurava ter sido um engano quando Isabelle o contatou dizendo que eles precisavam se encontrar, mesmo que o objetivo mencionado parecia ser estritamente negócios, ainda tinha certeza que ele seria a última pessoa para quem ela pediria alguma coisa, ao menos considerando o que rolara entre ambos. Mas é claro que não negaria a ajuda, até curioso com o que parecia tão importante para ela precisar de sua assistência em específico. Não demorou muito, enquanto a aguardava sentado na mesa que encontrara vazia, para a avistar se aproximando com dois cafés. Levantou de súbito, como para a cumprimentar, porém não tardou a se arrepender, já que não soube exatamente se a cumprimentava com um aperto de mão ou abraço, então decidiu apenas aceitar o café e dar um sorriso de agradecimento. “ — Ainda costumo tomar preto sim, valeu.” questionou mentalmente do que mais será que ela lembrava dele. Ironicamente, considerando o motivo do término, também lembrava de certas coisas sobre ela, mesmo que não de propósito. Abriu um sorriso com a explicação da outra, até porque levava com um elogio ela ter o procurado. “ — Relaxa, você ainda trouxe café de graça, não foi nenhum problema vir.” seu tom tinha certo divertimento, tentando amaciar o clima com palavras de humor, até por que não sabia quanto rancor ela ainda guardava dele. “ — You look great, by the way.” adicionou, quase impensadamente, até porque não é como se esperasse que ela não parecesse bem, Felix tinha consciência do que havia perdido, mas era algo que não podia mudar sobre ele, sua dificuldade em se envolver. Pigarreou, expulsando aqueles pensamentos ou qualquer clima estranho que poderia pairar por ali antes de acrescentar. “ — Admito que fiquei surpreso quando me mandou mensagem, mas então, ao que devo a honra?” questionou, em uma frase teatral ao voltar a se sentar onde estava anteriormente, esperando que ela o acompanhasse.
"Que bom, seria bem desconfortável se não tomasse mais porque eu meio que menti sobre ter pego açúcar” admitiu, dando de ombros. Era obvio que em alguns meses ele não mudaria completamente a maneira de ser, na verdade, ela duvidava que ele havia mudado. Essa esperança havia morrido juntamente com o relacionamento deles e não era boba de esperar um milagre. Não demorou muito para ela perceber o que ele estava fazendo, tentando deixar o clima menos pesado possível, e ela queria agradece-lo por isso porque se dependesse dela, tudo seria extremamente forçado e rápido, para acabar com aquele encontro o mais rápido possível “Thank you, it kinda sucks that you look great too” não conseguiu conter o sorriso meio envergonhado que surgiu com o elogio que ela não esperava, mas o respondeu de uma maneira brincalhona. Não conseguia lembrar de um momento que ela havia colocado os olhos nele e não sentisse nenhum tipo atração, o que a irritava porque sentia isso até quando ela deveria odiar ele com todas as células de seu corpo. Isabelle imitou o movimento dele e se sentou, virada de frente para ele “Eu vou tentar não me animar muito e tagarelar” comentou, mordendo o lábio inferior para conter um sorriso. Ela puxou uma pasta de desenhos e designs de como imaginava que seria seu evento e colocou na pasta na mesa, empurrando em direção de Felix para que observasse enquanto ela explicava “É um evento beneficente, onde todo o dinheiro arrecadado da noite será enviado para hospitais, canis, creches e asilos. Eu estava pensando em vender fotos e os desenhos para arrecadar mais ainda. Eu estou trabalhando com algumas empresas mas nenhuma das ideias e visões dos fotógrafos me agradavam, além de quererem cobrar meu rim esquerdo para fazer parte” comentou decepcionada, já que tudo estava saindo do seu bolso e era difícil achar empatia naquela cidade “Eu realmente espero que não seja estranho pra você, porque eu quero muito que tudo seja perfeito e que eu consiga arrancar dinheiro do pessoal que tem para dar e vender e não se preocupa com o próximo” um sorriso largo surgiu em seus lábios, sua animação para esse acontecimento era tão grande, que era inútil tentar esconder.