almost home
cherry valley forever
NASA
🩵 avery cochrane 🩵
untitled
d e v o n
hello vonnie
TVSTRANGERTHINGS
𓃗
I'd rather be in outer space 🛸

oozey mess

No title available

PR's Tumblrdome

⁂
Xuebing Du
h
ojovivo

@theartofmadeline
trying on a metaphor
Cosimo Galluzzi
seen from Netherlands

seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from Australia

seen from United States
seen from United States

seen from Germany
seen from Argentina
@bunkerblogwebradio
Hoje, Trump disse algo muito duro. Ele anunciou que tomará a ilha de petróleo mais importante do Irã, Kharg. Mas o estranho é o seguinte.
A teoria da negroideização do elemento fraco da sociedade branca (mulheres)
“Jung teorizou que a presença de afro-americanos (“negros”) nos EUA exercia uma influência psicológica inconsciente (não por miscigenação) sobre os brancos, à qual chamou de “infecção mimética” ou racial. Segundo suas observações em visitas aos Estados Unidos, os traços “primitivos” dos negros — emotividade expressiva, motilidade, senso de ritmo e música, linguagem pitoresca e ingenuidade infantil — “infectavam” o comportamento, a cultura (música, dança, risadas, reuniões religiosas) e a psique branca, criando um “complexo de negro” em todo americano. Isso aparece em seu artigo de 1930 The Complications of American Psychology.” https://x.com/johnmh524811/status/2059538579295007049?s=20
O PERIGO REAL
O MAIOR PERIGO NÃO SÃO OS PSICOPATAS SÃO AS “DITAS” PESSOAS NORMAIS QUE NÃO PENSAM OU DEIXARAM DE PENSAR, QUE PASSAM A SER PESSOAS SUBSERVIENTES, OBEDIENTES SEM LIMITE PARA NADA. SER INTELECTUAL NÃO É ALGO DE ELITE, MAS UMA RESPONSABILIDADE MORAL, JÁ QUE QUANDO NÃO PENSA, REFLETE SE TORNA CUMPLICE DOS ATOS PRATICADOS PELA OBEDIENCIA CEGA. DITADURA, TOTALITARISMO NÃO SE FORJA APENAS PELA FORÇA, MAS NO MOMENMTO QUE A SOCIEDADE PÁRA DE PENSAR, E AVALIZA COM O DIREITO DO VOTO OS INDIVIDUOS MAL INTENCIONADOS, O TOTALITARISMO SE INSTALA COM A MAQUIAGEM DA DEMOCRACIA.
CASAS NOTURNAS
Você também percebeu que as boates já não lotam como antes? Durante anos, sair pra balada era quase obrigatório pra quem queria se divertir, conhecer gente nova e sentir que estava vivendo a juventude. Mas algo mudou.
Hoje, muitos jovens preferem ficar em casa, reunir poucos amigos ou simplesmente passar horas no celular. A verdade é que as redes sociais entregaram uma dopamina rápida demais… e isso fez muita gente perder a paciência para ambientes lotados, filas, música alta e interações reais.
O mais curioso é que quase ninguém percebeu o verdadeiro impacto disso. As baladas não estão morrendo apenas por causa dos preços ou da crise. Elas estão desaparecendo porque a forma de se conectar mudou completamente.
A geração que corria pra viver momentos agora assiste tudo por uma tela. 📱
Você ouviu falar do "banqueiro de Deus" que foi morto pela máfia com simbolismo maçom devido a uma carta que abalou o trono do Vaticano?
COMUNICADO
Propósito do Portal www.inacreditavel.com.br
A equipe do portal www.inacreditavel.com.br agradece a sua visita!
Cumpre esclarecermos que nosso site tem por objetivo a apresentação de artigos, ensaios e material dos mais variados temas, com especial enfoque na corrente de pesquisa histórica conhecida como “Revisionista”. Estamos amparados juridicamente pelos diplomas legais que versam sobre a liberdade de manifestação do pensamento, a saber:
A Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU
Artigo XIX
Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.
Constituição da República Federativa do Brasil
Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
V – o pluralismo político
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
IX – é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença
Art. 220º A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
2º – É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.
A ordem constitucional brasileira, fundada na Dignidade da Pessoa Humana, firmou expressamente a garantia à expressão de opinião política, científica e ideológica.
Pressuposto inquestionável do Estado Democrático de Direito é a proteção do indivíduo frente às arbitrariedades dos Governantes, principalmente quando estes se vinculam a grupos de influência escusos ou a minorias privilegiadas. Tolher a liberdade de expressão é contrariar os princípios máximos de sustentação da sociedade contemporânea, especialmente das chamadas “democracias ocidentais”.
Nosso site pretende apresentar a História vista sob uma ótica pouco convencional e que não possui espaço na mídia de massas. A perspectiva que a sociedade possui acerca de determinados eventos não é estática; a revisão histórica é o aperfeiçoamento da sociedade como um todo na busca pela verdade do seu passado, partindo-se de uma imunização quanto aos agentes de manipulação política. O conhecimento histórico, ainda que no ramo das Ciências Sociais, está sujeito a metodologia científica, ou seja, carece de pesquisa racionalmente conduzida e pautada por critérios objetivos. A tentativa de dogmatização da História, tornando-a estática, encontra resistência no próprio caráter dinâmico da Ciência como um todo. Quantos não foram os momentos em que a Humanidade reviu suas próprias assertivas em dado campo do conhecimento? É justamente essa a posição de nossa equipe: a apresentação de uma tese científica inovadora, orientando-nos pelos parâmetros de legalidade do ordenamento http://inacreditavel.com.br/wp/quem-somos/jurídico.
Não compactuamos com qualquer tipo de discriminação gratuita ou outra espécie de conduta delitiva. Não fazemos apologia a idéias que confrontem os princípios esculpidos na Constituição da República.
Somos um grupo de livres pensadores!
Convidamos os visitantes a acessar nossa página, com especial atenção a seção “Essencial”, donde podem ter uma orientação inicial sobre a temática aqui tratada.
“Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser,
mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.”
Voltaire
𝗔 "𝗣𝗜𝗘𝗗𝗔𝗗𝗘" 𝗗𝗢 𝗣𝗢𝗩𝗢 𝗘𝗟𝗘𝗜𝗧𝗢
Supremacistas 𝗝𝗨𝗗𝗜𝗨𝗦 confessam seu plano: Estão convencidos de que seu "plano divino" lhes dá via livre para apagar do mapa qualquer um, independentemente de serem mulheres ou crianças. Fica exposta a doutrina de ódio que manejam: uma visão de guerra total onde a piedade é vista como uma fraqueza ou um pecado. Justificam o massacre de inocentes citando textos antigos e profecias, deixando claro que, para eles, não existem regras humanas nem leis internacionais que valham. A desumanização é absoluta. Não se trata apenas de um conflito territorial, é a vontade declarada de aniquilar e apagar um povo inteiro. Vejam como se gabam da destruição que vem e entendam de uma vez quem são os que realmente estão executando este plano de horror.
🚨⚠️DISCURSO ESCALOFRIANTE da britânica Jane Goodall no Fórum Econômico Mundial
"Podemos solucionar todos os problemas da mudança climática se reduzirmos a população mundial ao nível de 500 anos atrás"😳 Há 500 anos, havia 7.500 milhões de pessoas a menos. 🔴Existe uma agenda de despovoamento? A resposta não é só sim, mas já está em curso. 🔴Quando os Parasitas Globalistas te dizem que vão despovoar nosso planeta como afirma claramente Jane Goodall, então deveríamos começar a acreditar neles. 👇🔥 https://x.com/dejanirasilveir/status/2053911245661655058?s=20
Por que os maus politicos chegam ao poder?
Com frequência, observamos que as posições do governo estão cheias de pessoas cuja moralidade é, no mínimo, questionável. De fato, do ponto de vista moral, os políticos tendem a sofrer de uma grave deficiência. Por definição, desejam que a sociedade se molde de acordo com suas crenças e estão dispostos a muita coisa para fazer valer seus ideais.
Há formas de se organizar a política de uma nação que são capazes, em determinado nível, de refrear a ascensão de pessoas inescrupulosas que nada mais desejam do que o poder. No entanto, quanto mais caminhamos em direção a uma sociedade planificada, mais contornos totalitários ela assume, e isso se dá porque tais sistemas criam a oportunidade de ascensão das piores pessoas.
Não devemos iludir-nos supondo que todas as pessoas de bem são forçosamente democratas ou desejam fazer parte do governo. Muitos prefeririam confiá-lo a alguém que reputam mais competente. Embora isso possa ser importante, não há erro ou desonra em aprovar uma ditadura dos bons. O totalitarismo, ouve-se dizer, é um sistema poderoso tanto para o bem como para o mal, e o fim para o qual é usado depende inteiramente dos ditadores. Aqueles que julgam não ser o sistema que cumpre recear, e sim o perigo de que ele venha a ser dirigido por maus indivíduos, poderiam até ser tentados a prevenir esse perigo fazendo com que ele fosse estabelecido antes por homens de bem.
Mas como a sociedade pode cair no conto do vigário dos políticos amorais?
Uma sociedade emburrecida, carente de conhecimento e de fontes que venham a enriquecer seu intelecto para analisar individualmente e com coerência o cenário é presa fácil para crer em mentiras, promessas vazias e na mídia a serviço de quem detêm o poder ou paga para servi-los
O “embasamento moral do coletivismo” é muito debatido; mas o que nos interessa não é sua base moral e sim seus resultados morais.
Devemos agora voltar por um momento ao estágio que precede a supressão das instituições democráticas e a criação de um regime totalitário. Nesse estágio, a exigência geral de uma ação governamental rápida e decidida torna-se o elemento dominante da situação, enquanto a insatisfação com o curso lento e trabalhoso dos processos democráticos faz com que o objetivo seja a ação em si. É então que o homem ou o partido que parecem bastante fortes ou resolutos para “fazerem as coisas funcionar” exercem maior sedução. “Forte”, neste sentido, não indica apenas uma maioria numérica, pois o povo está insatisfeito justamente com a ineficácia das maiorias parlamentares. O que as pessoas procuram é um homem que goze de sólido apoio, de modo a inspirar confiança quanto à sua capacidade de realizar o que pretende. E aqui entra em cena o novo tipo de partido, organizado em moldes militares.
Embora os partidos socialistas tivessem poder político suficiente para obter o que desejassem, desde que resolvessem empregar a força, relutaram em fazê-lo. Sem o saber, tinham assumido uma tarefa que só poderia ser executada por homens implacáveis, prontos a desprezar as barreiras da moral reinante. Muitos reformadores sociais aprenderam, no passado, que o socialismo só pode ser posto em prática por métodos que seriam condenados pela maioria dos socialistas.
Há três razões principais para que um grupo numeroso, forte e de ideias bastante homogêneas não tenda a ser constituído pelos melhores e sim pelos piores elementos de qualquer sociedade. De acordo com os padrões hoje aceitos, os princípios que presidiriam à seleção de tal grupo seriam quase inteiramente negativos.
Em primeiro lugar, é provavelmente certo que, de modo geral, quanto mais elevada a educação e a inteligência dos indivíduos, tanto mais se diferenciam os seus gostos e opiniões e menor é a possibilidade de concordarem sobre determinada hierarquia de valores. Disso resulta que, se quisermos encontrar um alto grau de uniformidade e semelhança de pontos de vista, teremos de descer às camadas em que os padrões morais e intelectuais são inferiores e prevalecem os instintos mais primitivos e “comuns”. Isso não significa que a maioria do povo tenha padrões morais baixos; significa apenas que o grupo mais amplo cujos valores são semelhantes é constituído por indivíduos que possuem padrões inferiores.
tal indivíduo conseguirá o apoio dos dóceis e dos simplórios, que não têm fortes convicções próprias, mas estão prontos a aceitar um sistema de valores previamente elaborado, contando que este lhes seja apregoado com bastante insistência.
Serão, assim, aqueles cujas ideias vagas e imperfeitas se deixam influenciar com facilidade, cujas paixões e emoções não é difícil despertar, que engrossarão as fileiras do partido totalitário.
O terceiro e talvez mais importante elemento negativo da seleção está relacionado com o esforço do demagogo hábil por criar um grupo coeso e homogêneo de prosélitos. Quase por uma lei da natureza humana, parece ser mais fácil aos homens concordarem sobre um programa negativo — o ódio a um inimigo ou a inveja aos que estão em melhor situação — do que sobre qualquer plano positivo. A antítese “nós” e “eles”, a luta comum contra os que se acham fora do grupo, parece um ingrediente essencial a qualquer ideologia capaz de unir solidamente um grupo visando à ação comum. Por essa razão, é sempre utilizada por aqueles que procuram não só o apoio a um programa político, mas também a fidelidade irrestrita de grandes massas. Do seu ponto de vista, isso tem a vantagem de lhes conferir mais liberdade de ação do que qualquer programa positivo. O inimigo, seja ele interno, como o “judeu” ou o “kulak”, seja externo, parece
Considerar a tendência universal da política coletivista ao nacionalismo como decorrência exclusiva da necessidade de um apoio sólido seria negligenciar outro fator não menos significativo. Com efeito, é questionável que se possa conceber com realismo um programa coletivista que não atenda aos interesses de um grupo limitado, ou que o coletivismo possa existir sob outra forma que não a de um particularismo qualquer, nacionalista, racista ou classista. A ideia de uma comunhão de propósitos e interesses com os próprios semelhantes parece pressupor maior similaridade de ideias e pontos de vista do que aquela que existe entre os homens na qualidade de simples seres humanos. Se não podemos conhecer pessoalmente todos os outros componentes do nosso grupo, eles terão de ser pelo menos do mesmo tipo dos que nos cercam, terão de pensar e falar do mesmo modo e sobre os mesmos assuntos, para que nos possamos identificar com eles.
O coletivismo em proporções mundiais parece inconcebível, a não ser para atender aos interesses de uma pequena elite dirigente. Ele por certo suscitaria problemas, não só de natureza técnica, mas sobretudo moral, que nenhum dos nossos socialistas estaria disposto a enfrentar. Se o proletário inglês tem direito a uma parcela igual da renda atualmente proporcionada pelos recursos financeiros do país, assim como ao controle do emprego desses recursos, porque eles resultam da exploração,
Que socialistas, porém, pensam de fato em repartir de maneira equitativa, entre toda a população da terra, os atuais recursos de capital? Para todos eles, o capital pertence não à humanidade, mas à nação — embora, mesmo no âmbito da nação, poucos ousem sustentar que as regiões mais ricas devem ser privadas de “seus” bens de capital para auxiliar as regiões mais pobres.
Uma das contradições inerentes à filosofia coletivista é que, embora baseada na moral humanista aperfeiçoada pelo individualismo, só se mostra praticável no interior de um grupo relativamente pequeno. Enquanto permanece teórico, o socialismo é internacionalista; mas ao ser posto em prática, na Alemanha ou na Rússia, torna-se violentamente nacionalista. Esta é uma das razões por que o “socialismo liberal”, tal como o imagina a maioria das pessoas no mundo ocidental, é apenas teórico, ao passo que a prática do socialismo é em toda parte totalitária. No coletivismo não há lugar para o amplo humanitarismo do liberal, mas apenas para o estreito particularismo do totalitário.
Na ética individualista, o princípio de que o fim justifica os meios é considerado a negação de toda a moral. Na ética coletivista, torna-se a regra suprema; não há literalmente nada que o coletivista coerente não deva estar pronto a fazer, desde que contribua para o “bem da comunidade”, porque o “bem da comunidade” é para ele o único critério que justifica a ação. A “razão de estado”, em que a ética coletivista encontrou a sua formulação mais explícita, não conhece outros limites que não os da conveniência — a adequação do ato particular ao objetivo que se tem em vista. E o que a “razão de estado” afirma no tocante às relações entre diferentes países aplica-se também às relações entre diferentes indivíduos no estado coletivista. Não pode haver limites para aquilo que o cidadão desse estado deve estar pronto a fazer, nenhum ato que a consciência o impeça de praticar, desde que seja necessário à consecução de um objetivo que a comunidade impôs a si mesma ou que os superiores lhe ordenem.
Cortes do Bunker Podcast 06.05.26
Juizes vermelhos vs. Juizes azuis https://www.tiktok.com/@marlonadami2/video/7637241365818084629 Gramsci e o Judiciario https://www.tiktok.com/@marlonadami2/video/7637242743978315028
🎙️ O episódio Bunker Podcast 06.05.26 aborda temas ligados ao direito e à política no Brasil. O foco principal é a evolução do Direito do Trabalho, discutindo como mudanças históricas e recentes moldaram essa área. Além disso, há um debate sobre a polarização entre “juízes vermelhos x juízes azuis”, explorando diferentes visões ideológicas dentro do Judiciário. Outro ponto relevante é a análise da chamada “agenda de Gramsci para o Judiciário”, refletindo sobre a influência de ideias filosóficas e políticas na atuação dos magistrados e na estrutura da justiça brasileira.
BUNKER PODCAST 06.05.26 - YouTube