Surprise! Fifty square feet of living space, a lovely fake kitchen, and a window overlooking an air shaft.

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@chrisxx
Surprise! Fifty square feet of living space, a lovely fake kitchen, and a window overlooking an air shaft.
Saía da estação de trem com uma expressão de decepcionada. Após quase meia hora esperando um dos trens que a levaria para a capital inglesa, ouviu o aviso em alto e bom tom que alertava sobre um problema nos trilhos, o que certamente era um bom motivo para cancelarem as viagens pelas próximas horas. Ao sair da estação encontrou muse que aparentemente seguiria em direção ao transporte de trilhos, aproveitou e já avisou-x “Ei, se eu fosse você nem entraria aí. Aparentemente houve um problema nos trilhos e os trens não tão chegando em Farnham. So sorry”
Chris aproveitou o domingo livre com a intenção de levar a filha para conhecer Londres, seria divertido e ele havia planejado um dia divertido para mostrar coisas novas a pequena Lily, e com essa intenção estava caminhando segurando a mão da filha em direção a estação, a garotinha usava mais uma de suas fantasias de herói, dessa vez o escolhido era o homem aranha. Mas assim que encontrou Heidi e ela lhe deu a infeliz noticia.-- Serio? Que droga, agora temos que repensar todo o nosso domingo.
A confusão no bar tinha começado tão de repente que Finn se assustou. Os olhos verdes foram arregalados enquanto se encolhia um pouco no banco. Odiava brigas. Mesmo sem ter histórico com algo assim, nutria um enorme receio de sobrar para si, ainda que nem tivesse nada a ver com a barulheira. Por sorte, os briguentos foram colocados para fora e Finn pôde respirar normalmente. ’ —— Achei que Farnham estava livre de bêbados idiotas, pelo visto eu errei.’
Chris nem sabia o que estava fazendo ali, ele não era de frequentar aqueles lugares, não era uma pessoa de bares, mas estava tendo uma noite livre e achou que seria uma boa ideia sair um pouco. A questão é que se arrependeu no momento que uma briga começou, o paramédico se afastou e esperou os homens serem retirados.-- Tem idiotas sem noção para fazer essas coisas em todos os lugares, acredite.
#they are so cute
benthcm:
Flashback
Soltou uma risada com a apelação do irmão. ❝ Tá bom, tá bom, dessa vez que vou deixar passar, mas ela vai ter que se acostumar. A hora que eu sair sem camisa no calendário dos bombeiros, a mamãe vai pendurar ele na geladeira. ❞ Brincou ainda que participar de algo daquele estilo fosse algo que Ben faria. ❝ Você deveria me agradecer, não precisou explicar muito, o professor basicamente expulsou você, no caso eu, da aula. ❞ Disse divertido, lembrando-se do episódio. ❝ É, eu encontrei com ela por aí antes, tava sozinha ainda, acho que foi antes dela pegar a Lily. Achei que ia roubar a Lily pra tomar sorvete, vai ter que ser em outro momento então. ❞ Confessou alguns de seus planos com a sobrinha, mas logo percebeu o tamanho do problema. ❝ Shit. A Lydia de volta… O que isso significa pra você? ❞ Perguntou um tanto preocupado.
-- Ah não Ben, agora eu estou perturbado, mas você esta certo, a Lily vai ter que se acostumar a viver numa família que é especialista em se envergonhar.-- Chris riu, negando com a cabeça.-- Pois é, o sorvete vai ter que esperar... Mas ela já comeu uma quantidade mais do que suficiente de doces, sabe que eu não sou bom em negar comida pra ela.-- Mas o paramedico ficou sério com a pergunta seguinte do irmão, não sabia exatamente como estava em relação aquilo.-- Eu não sei... Eu realmente não sei, só sei que é ótimo pra Lily, ela sente falta da mãe e sempre pergunta por ela... Acho que eu tenho que acostumar a encarar ela com mais frequência.
“eu não acho que possa ser considerado a pior coisa do mundo sabe?” deu de ombros enquanto mordia mais um pedaço do croissant que estava em suas mãos e o qual a menina simplesmente devorava. “digo, já fiquei com dois dos meus professores e não foi o final do mundo. não sei porque não deixam as pessoas viverem suas vidas. quem instituiu a regra de que alunos não podem sair com professores? porque eu acho que eles foram uns completos babacas” tirou mais um pedaço da comida em suas mãos e limpou a boca com as costas das mãos, quase soltando um arroto alto, mas se conteve apenas por educação. “é uma coisa que estamos falando de ensino médio e essas coisas, mas aconteceu na faculdade, sabe? todo mundo maior de idade, todo mundo sabia o que estava fazendo.”
O homem escutava a argumentação dela atentamente, não conseguia mesmo levar ela a sério naqueles momentos, mas sabia que para a mulher aquilo deveria ser muito sério. Chris comia devagar, pausadamente, o contrário do que ela estava fazendo.-- Eu não sei como eu ainda fico surpreso com as suas reflexões...-- Ele negou com a cabeça, dando uma risada divertida, Chris era quase sempre descontraído.-- Eu não sei o que pensar sobre isso, se eu fosse professor não ficaria com uma aluna, e também nunca fiquei com nenhuma professora... Mas tenho quase certeza que eu iria odiar se a Lily se envolvesse com algum cara mais velho, mesmo que na faculdade.
“Com licença, você se importa se eu me sentar aqui rapidinho?” Um sorriso gentil tomava conta dos lábios de Odessa ao fazer o pedido, enquanto aproximava-se da pessoa sentada a mesa do Heaven’s Café. Nas mãos, além do copo de expresso, ergueu o carregador e o celular para ilustrar melhor seu problema, indicando com a cabeça para a tomada próxima da mesa em seguida. “É a única tomada que eu estou vendo por aqui, e eu só preciso de um pouquinho de carga no meu celular pra poder… Sabe, voltar a viver.” Completou, com bom humor, esperando que assim se tornasse mais afável.
Chris estava tomando se café tranquilamente, estava de folga naquele dia e levou Lily para sua aula de judo, enquanto a garota estava na aula ele aproveitou para se sentar ali e aproveitar um pouco um tempo sozinho, assim que ouviu a voz lhe chamando a atenção, ele levantou o olhar e sorriu.-- De forma alguma, pode ficar a vontade... É impossível ficar sem celular hoje em dia.
“finlzy:
— Bem, é muito alto e me pareceu meio enferrujada, faz sentido que alguém queira arrastar outra pessoa pra uma possível morte.’ bufou um riso, tirando um dos tickets do bolso da saia, oferecendo ao rapaz. — Com esse parque aparecendo sempre, sua criança deve adorar esse lugar. Seattle era gigante demais, aqui tenho a impressão de que não vou demorar muito pra visitar todos os locais legais.’ e isso lhe parecia adorável. Sempre sonhou em viver em um local assim, geralmente passava apenas as férias em cidadezinhas pequenas e aconchegantes. Morar em uma? Finn quase não acreditava na sorte. A menção da criança fantasiada lhe fez arregalar os olhos e fitar o outro, o sorriso aparecendo nos lábios. — Primeiro, ela tem um ótimo gosto! Segundo… minha nossa, ela deve estar parecendo adorável! De qual deles é a fantasia?’
"Claro, não era bem para a morte que eu estou aceitando te acompanhar... Mas eu não acho que isso vá cair, na verdade eu já estou acostumada a altura, então pra mim isso é bem tranquilo.” Nos tempos de bombeiro Chris havia se metido em varias situações perigosas e altura quase sempre estava envolvido, coberturas de prédios, então aquilo era moleza. “Ela adora mesmo... Você vai conhecer tudo bem rápido, mas vai querer voltar varias vezes, a cidade é muito legal e as pessoas daqui também... Você vai achar o seu lugar. Eu já estive em Seattle uma vez, é realmente bem mais agitada que isso aqui.” Chris era um defensor da cidade, não podia negar isso. “Ela esta mesmo adorável... esta de Raphael, é o favorito dela, não importa o que eu diga pra fazer ela mudar de ideia, ela insiste em dizer que é forte igual a ele, então eu só a deixo usar, mas eu preferia o Leo.”
mctteodlc:
— “ ainda não superou, thompson?” questionou assim que ouviu a resposta do rapaz, não que matteo fosse alguém que gostasse de provocar ou arrumar confusão, elas simplesmente aconteciam, foi que aconteceu com chris, nem se recordava quanto tempo fazia, mas em algum momento acabou se envolvendo com a namorada de chris, em sua defesa, ele não sabia que ela era comprometida, desde então, os dois não se bicavam, mas por causa dele do que de matteo que pouco ligava para a situação. “não seja assim, bro! vamos lá, de cortesia de darei uma semana de bebidas grátis, aproveite.
"É claro que já superei, eu só não bebo e nem frequento bares.” Esclareceu, apesar de tudo aquilo era a verdade, Chris nunca foi de beber e depois que começou a cuidar de Lily parou de vez, na cabeça dele aquele não era um bom exemplo para dar a filha, então se mantinha longe das bebidas. “Não, não é isso cara, eu realmente não bebo, meus problemas com você não tem relação nenhuma com isso, eu só prefiro agua.”
zekihin:
Se o responsável pela barraquinha de tiros ao alvo não tivesse negado sua tentativa de comprar o urso, Zeki não estaria ali tentando persuadir alguém a ajudá-lo com a questão. O enfermeiro era realmente péssimo com aquela atividade, só gastou dinheiro na pescaria porque a criança ficou animada com os peixinhos falsos; mas claro, não ganharam nada. Ali, foi diferente, Annie realmente parecia querer um ursinho. — Nós passamos um tempo na pescaria mas gastei quase o dinheiro todo que trouxe pra ela brincar. Não conseguimos ganhar nada.’ confessou com um riso meio culpado. A filha ainda olhava para o ursinho quando o movimento da outra criança não só chamou a atenção do turco, mas também de Annie. Os olhinhos ficaram largos e as mãozinhas foram esticadas para tentar alcançar a pelúcia. Zeki deu dois passos para frente pois assim a filha poderia pegar o brinquedo. — Mas isso não foi adorável? Annie, como falamos?’ balançou um pouco a filha que afastou o rostinho de onde tinha enfiado o rosto no ursinho e a ouviu soltar um agradecimento meio distorcido por ainda não falar direito. — Obrigado, baixinha.’ acrescentou para a criança antes de focar em quem deveria ser o pai desta. — Mas que tal atirarmos mesmo assim? Para a mocinha não ficar sem um brinde?’
Chris não poderia estar mais orgulhoso da sua garotinha, ele nem ao menos precisava pedir pra ela fazer aquele tipo de coisa, aquilo partia dela, o homem nem mesmo teria pensado em entregar o ursinho dela, e isso o fez sorrir largo, orgulhoso, principalmente ao notar o quanto a outra queria aquilo. “A pescaria é bem mais divertida, nós jogamos só uma vez, pra poder ir em mais opções, mas ela passou quase todo o tempo no pula pula...” O paramedico riu ao se lembrar de quantas vezes a filha havia ido naquele brinquedo em particular. “Alias, eu sou Chris e essa é a Lily...” Ele se apresentou então, era o minimo que podia fazer, a final nem ao menos sabia o nome do outro. Lily sorriu para o homem com o agradecimento dele, mas estava mais focada na pequena Annie. “Eu acho uma excelente ideia... Assim todos saem ganhando, não é mesmo?”
benthcm:
❝ Ha ha, você me deu uma ótima ideia. Eu não pretendia fazer isso, mas talvez agora eu deva. ❞ Rebateu, fingindo considerar a possibilidade. ❝ Eu posso subir lá e pedir pra testar o som. Seria o suficiente. ❞ Afirmou sabendo de sua falta de habilidade com o instrumento e em contrapartida uma grande tendência a passar vergonha. ❝ Eu meio que me lembro disso também, ai depois você não queria mais ir e eu fui no seu lugar… Me lembro bem do professor dizendo “Chris, você piorou desde semana passada, o que aconteceu?” A minha carreira artística acabou ali. E a sua também. ❞
"Por favor não... Pense na Lily, na reputação dela, não queremos que ela sofra na escola porque o tio humilhou a família inteira achando que sabe tocar... Pobrezinha da sua sobrinha." Ele apelou para a criança porque sabia que Ben era tão louco pela sobrinha quanto ele. "Ah, eu me lembro disso, eu não sabia como contar aos nossos pais que eu não queria mais tocar, porque eu era horrível, então você disse que iria no meu lugar, e bem, já sabemos como acabou com os nossos sonhos." Chris riu divertido ao se lembrar de mais uma das coisas que haviam aprontado usando a aparência. "Mudando de assunto, a Lily ta por ai com a Lydia, achei melhor te avisar que ela esta de volta e vai ficar por um tempo..."
finlzy:
— Qual a graça de ir no brinquedo sem companhia?’ indagou, tentando desviar do real motivo. — Se eu tivesse medo de altura, ia me servir de quê? Apenas outra pessoa pra me ver passar vergonha pelo desespero?’ arqueou as sobrancelhas ao exibir um sorriso travesso, não entregando o que de fato lhe levou a perguntar aquilo. — Deve ter sido legal crescer aqui.’ ainda mais com o parque abrindo todos os anos. Finn não tinha isso em Seattle, pelo menos não na área que morava. Seus pais também não gostavam de lugares assim, cheios de gente e tão barulhento. Mas sua atenção focou inteiramente no outro quando a criança foi mencionada, surpreendendo-se com isso. — Meu Deus, você tem um bebê? Quantos anos ela tem?’ imaginava que não era muito, o rapaz parecia até mais jovem do que si. Assentindo, seguiu o caminho de volta para a roda gigante.
"Faz sentido, é que eu já conheci algumas pessoas que tinham medo de ir sozinha, mas com alguém junto criavam coragem, só isso... Mas se é só pra não ir sozinho, esse não é mais o problema." Chris aceitou aquela resposta, parecia fazer sentido já que ele também não gostava de andar sozinho, e pra isso ele sempre usava sua filha. "Foi bem legal, eu não cresci aqui, eu me mudei já na adolescência, mas deu pra aproveitar bastante também... E agora eu só penso em criar minha pequena aqui." Ele adorava falar da filha, poderia falar sobre ela por horas, ele era aqueles pais babões que tem mil fotos no celular e mil histórias pra contar. "Sim, eu tenho, o nome dela é Lilian, ela tem quatro anos, e ela esta por ai com a mãe, exibindo a fantasia de tartaruga ninja que ela não tira..."
vstridx:
chrisxx:
“foi exatamente por isso que eu pensei quando me mudei para cá. estava grávida e precisava de um lugar tranquilo para criar minha filha, sabe? ainda mais que eu engravidei muito nova e queria começar a minha vida de novo” resumiu a história contando aquela, mas a verdade era que também estava fugindo dos holofotes que, com certeza, colocariam em cima de si, afinal era filha de uma modelo famosa e estava grávida ainda adolescente, a mídia não seria nada gentil consigo. “bom, quando minha menina tinha seus 3 anos, ela gostava muito do carrossel que, na minha opinião, é o brinquedo mais sem graça desse parque, qual a graça de ficar girando enquanto escuta uma musiquinha que dá sono?” soltou uma risada com aquilo e negou com a cabeça, era forçada a entrar naquele brinquedo com a menina e sempre precisava lutar contra o sono. “aproveite mesmo, crianças parecem gostar ainda mais desses festivais porque tem muitos brinquedos e doces, sabe?” olhou para ele com um sorriso já querendo saber o que ele queria. “você quer cachorro quente, churro ou alguma outra coisa?”
"Eu entendo completamente, aqui é tranquilo e a Lily adora também, sempre quis formar minha família num lugar como aqui, eu passei parte da adolescência aqui e foi ótimo." Chris sorriu só com as lembranças de aproveitar com a sua família, e agora queria fazer o mesmo pela sua filha, queria que ela tivesse boas lembranças. "Sério? A minha nunca gostou de carrossel, ela é um pouco mais agitada, sabe?! Nunca foi de brinquedos parados, mesmo quando era menor ela só gostava de coisas onde ficava pulando. Sorte a minha, como você não dormia com aquela música?" Ele sorriu, pensando que precisaria de muita energia pra acompanhar a filha. "Ah os doces, essa deve ser a parte favorita de toda criança... Enfim, eu aceito uma pipoca."
Os olhinhos grandes e escuros de Anika pareciam marejados agora que Zeki se recusava a tentar ganhar o urso na brincadeira de tiro ao alvo. O homem suspirou, apontando para a barraquinha de pipocas. — Olha, amor. Tem pipoquinha, você quer?’ perguntou mas apenas para receber um resmungar manhoso com ursinho pela menina. — Eu sou uma droga nisso, meleğim.’ lamentou, deixando o olhar vagar pela multidão em busca de alguém conhecido; sua procura durou poucos segundos antes que desistisse e apenas virasse para muse. — Ei! Você manda bem nesse negócio de tiro ao alvo? Acha que consegue derrubar as garrafas e ganhar um prêmio?’
Christian já havia perdido as contas de quantas vezes havia tentado atirar naquele alvo pra conseguir o urso que Lily tanto queria, e agora que estavam passando ali novamente ela já queria outro, ele sabia que tinha que ensinar alguns limites, mas era difícil dizer não para aquele biquinho implorando por um ursinho novo. Assim que se aproximou da barraca o outro homem lhe chamou a atenção, e a sua abordagem também. "Eu não diria que sou bom... Mas eu posso tentar... Já consegui mais cedo." Mas enquanto se oferecia para ajudar o outro, Lily foi mais rápida e logo estava estendendo seu ursinho para a outra garotinha que tinha os olhos marejados, Lily não era uma criança muito apegada, mas aquela atitude pegou Chris de surpresa. "Bem, parece que não vou nem precisar jogar então."
finlzy:
O sorriso que tomou conta dos lábios de Finn foi largo. Queria gritar para comemorar a vitória mas se conteve, contentou-se em partir um pedacinho a mais do algodão doce e levar para a boca. — Ah! Perfeito! Se você negasse eu ficaria com vergonha de chamar outra pessoa e levar outro não na cara.’ fez uma careta, enrugando um pouquinho o nariz. E se antes estava sorrindo, agora ficava radiante diante do elogio. — Eu agradeço! Mesmo que não tenha sido eu a escolher, agradeço.’ soltou um riso leve, puxando um pouquinho o tecido mais para baixo. Era curta demais para o que tinha se acostumado. Mas Belle não errou quando disse que estaria quente e agradável demais para usar uma saia mais longa. — É sua primeira vez aqui também, Chris? Ou já é um veterano no parque?’ indagou com curiosidade, estendendo o doce para oferecê-lo.
"Posso só pergunta porque quer uma companhia? Apenas medo de altura ou tem outra razão?" Chris ficou curioso, até porque não era sempre que recebia um convite assim, sem mais nem menos, e ainda ganhava a entrada. O paramedico também sorriu ao ver a animação do outro, parecia mesmo que ele queria andar naquele brinquedo, e ele até começou a se animar com a ideia, fazia alguns anos que não andava na roda gigante, até porque sua filha ainda era muito pequena para aquele brinquedo. "Sou um veterano, eu moro aqui desde a adolescência, então venho todos os anos que posso, eu gosto do clima e agora que eu tenho uma filha pequena, ela adora isso aqui... Enfim, vamos?"
vstridx:
“eu acho que qualquer coisa de uma cidade pequena parece melhor do que as coisas de cidades grandes, sabe? ao menos ao meu ponto de vista” deu de ombros por um momento e olhou para a menina que percebeu que o rapaz a olhava também. “acho que doce é o que as pessoas mais gostam nesse tipo de evento, não sei porque também, mas é a realidade” deu de ombros novamente e sorriu para as crianças que brincavam por ali, a saudade lhe batendo novamente. “eu entendo completamente. fiquei uns 12 anos precisando esperar a minha filha sair dos brinquedos para eu poder comer alguma coisa com ela. se quiser posso te trazer algum dos dois, o que acha?”
“Eu também acho, eu gosto muito de morar em uma cidade pequena, acho que é muito mais tranquilo para se criar uma criança, e pra mim também, é mais tranquilo e as pessoas são mais receptivas…” Christian gostava muito de viver ali, desde quando se mudaram na adolescência, ele se adaptou muito rápido a vida ali, e achava muito melhor que Londres. “Eu também não sei porque… Mas esses parques são cheios dessas duvidas, por exemplo, porque as crianças gostam tanto de ficar pulando nesse negócio? Tem brinquedos muito mais divertidos…” O paramédico riu, de forma divertida. “Espero que a Lily consiga aproveitar por muito tempo ainda, até porque ela ainda tem muitos festivais pela frente e eu muito tempo de espera…” A mulher parecia jovem e Chris ficou surpreso por ela ter uma filha maior, mas enfim, quem era ele pra julgar se também havia sido pai até que jovem para os padrões das pessoas. “Seria muito gentil da sua parte, obrigado.”
✗— evento 001; festival das cores — starter abarto.
— (☘) “não me entenda mal, eu gosto de eventos assim, gosto da musica, gosto de conhecer gente nova.” ele gesticulava com as mãos enquanto seus olhos analisavam cada pessoa a sua volta. “mas puta merda, esses eventos fodem com o movimento do bar, um final de semana praticamente sem movimento, as pessoas enche a cara por aqui e esquecem que o purples existe.” seu lado empresario gritava em eventos como aquele, que diminuíam consideravelmente sua clientela.
Christian encarou o rapaz por algum tempo, não acreditando que ele estava mesmo puxando assunto contigo, não que Chris fosse alguém rancoroso, só achava muito estranho falar com ele de forma natural depois do que o outro havia feito, não que ele o culpasse por mais um de seus chifres, mas sempre que olhava pra cara dele era inevitável lembrar. "Eu queria dizer que acho uma pena, mas eu realmente gosto desses festivais, e não ligo mesmo pra bar, até porque eu não bebo em nenhum dos dois lugares."