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A gente escreve como quem ama.
Clarice Lispector (via transbordo-excessos)
Clarice Lispector, with her son Paulo, Rio de Janeiro, 1960 (courtesy of Benjamin Moser and New Directions)
Às vezes tenho vontade de ser menos intensa, só pra poder entender como o resto do mundo aguenta essas coisas que me devoram permanentemente e de uma forma tão absurda…
Clarice Lispector. (via alentador)
Esperar dói. Esquecer dói. Mas não saber se deve esperar ou esquecer é a pior das dores.
Clarice Lispector. (via alentador)
Quanto a mim, só sou verdadeiro quando estou sozinho.
Clarice Lispector
Deus me ilumina toda mas bem em penumbra para sua luz não me despertar.
Clarice Lispector
Gosto é das pessoas um pouco feias e ao mesmo tempo harmoniosas.
Clarice Lispector
Não precisa ser feliz sequer. Basta ano novo. E é tão difícil mudar. Às vezes escorre sangue.
Clarice Lispector - A Descoberta do Mundo
Agora um pedido: Não me corrija. A pontuação é a respiração da frase, e minha frase respira assim. E se você me achar esquisita, respeite também. Até eu fui obrigada a me respeitar. Escrever é uma maldição.
Clarice Lispector - A descoberta do Mundo
Estou precisando. Precisando mais do que a força humana. E estou precisando da minha própria força.
Clarice Lispector
Sou forte mas também sou destrutiva. Autodestrutiva. E o que é autodestrutivo também destrói os outros. Estou ferindo muita gente…
Clarice Lispector
Sinto agora mesmo o coração batendo desordenadamente dentro do peito.
Clarice Lispector
Sou vulnerável às menores bobagens, às mínimas palavras ditas, a olhares até, e sobretudo, a imaginações.
Clarice Lispector
Eu sou mansa mas minha função de viver é feroz.
Clarice Lispector (via clarice-lispector)
“Do you ever suddenly find it strange to be yourself?” ―Clarice Lispector, A Breath of Life, translated by Benjamin Moser (New Directions, 1978)
Fauzi Arap, José Wilker, Glauce Rocha, Clarice Lispector e Dirce Migliaccio. Atores participam do Espetáculo Perto do Coração Selvagem (Paixão e Vida-Clarice), produzido por Carlos Kroeber, com direção e adaptação de Fauzi Arap, que se baseou em três obras de Clarice Lispector.
Foto: 10 de dezembro de 1965, no Teatro Maison de France no Rio de Janeiro, dia da estréia do espetáculo