"Harry comete um pecado, e, se sente necessitada de ir até o ⠀ ⠀⠀ ⠀ confessionário, Padre William porém a ajuda a ser uma boa garota"
⠀⠀⠀⠀ ⠀ hbottom19, hpussy!, ltops40, dirty talk
- Nesta one será tratado sobre assuntos religiosos, nada profundo, mas obviamente coisas que são consideradas erradas perante a igreja, se você se sentir ofendido com qualquer coisa apenas pule esta história. Não tenho intenção alguma de ofender ou desrespeitar qualquer religião. Isto tudo não passa apenas de ficção.
- plot da @ltmeudono
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─ O Senhor esteja convosco. ─ a voz grossa do padre ecoava pela igreja repleta de imagens. ─ Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
─ Amém! ─ todas as vozes respondiam em uma sincronia ensaiada.
Os devotos se despediam um dos outros com beijos na bochecha, apertos de mãos e pequenos acenos de cabeça, alguns ainda permaneciam em seus lugares para que a multidão saísse primeiro e outros formavam pequenos grupos a espera do padre para uma pequena conversa, como faziam os Styles.
Ana e Charlie sempre foram religiosos, antes mesmo de se conhecerem e se tornarem um casal. Cresceram com pais religiosos e que frequentavam sempre a igreja, aos domingos, dias de semana e datas comemorativas do calendário religioso, tanto que se conheceram ali, o que os ajudou foi que os pais mantinham uma amizade e estavam sempre juntos. Tempos depois formaram uma família e se casaram ali na igreja onde haviam se conhecido e como uma família típica, tiveram uma linda filha.
Harry.
A menina desde pequena portou uma beleza angelical, cachinhos cor de chocolate, uma pele clarinha e lisa, olhos verdes que transbordavam inocência, um rostinho pequeno e delicado como ela, os lábios naturalmente vermelhos, como pequenas amoras. Sempre vestida de forma doce, com vestidinhos e sapatos de boneca, toda missa seu cabelo era colocado de forma diferente pela mãe, com laços rosas e pequenas presilhas deixando-a adorável.
Agora com seus 19 anos ainda era angelical e adorável como sempre foi. Seu corpo havia ganhado forma, era portadora de belas curvas, seu cabelo agora batia na cintura com grandes cachos brilhantes, seus olhos não tinham mais o mesmo brilho de inocência apesar de ainda ser uma garota inocente, seu pescoço era sempre adornado de colares delicados e um brilhante e bonito colar com um crucifixo.
A garota se pôs de pé assim que viu a figura séria do padre Tomlinson se aproximando, suas mãos alisaram o tecido branco de seu vestido rodadinho, sua bíblia foi deixada em cima do banco de madeira e seus cachos foram arrumados perfeitamente. Sentiu o olhar do padre em si conforme ele chegava perto e tudo que fez foi abaixar a cabeça envergonhada demais pra criar qualquer contato visual.
─ A paz Sr. e Sra. Styles ─ ele saudou assim que parou em frente ao casal, as mãos nas costas.
─ A paz padre William Tomlinson ─ os dois disseram em uníssono, não tinham costume de usar o primeiro nome do padre em sinal de respeito ao homem.
─ A paz Srta. Edward ─ Tomlinson saudou a garota olhando nos olhos verdes dela.
─ A paz padre William ─ ela respondeu timidamente mexendo em seu crucifixo.
O homem sorriu pequeno ao ver que a menina tinha vergonha de si.
─ Vão vir na missa de terça-feira, não é? ─ perguntou aos Styles que prontamente acenaram positivamente ao padre ─ E você Harry, vem pro teste do teatro? ─ puxou assunto mais uma vez com a garota ao perceber que ela ficava tímida mexendo na bainha do vestido.
A menina olhou nos olhos azuis do homem, eles brilhavam com os raios brilhantes de sol que entrava pelo vitral da igreja.
─ Ainda não sei padre Tomlinson, tenho muito o que estudar essa semana ─ respondeu pela primeira vez olhando nos olhos do homem.
─ Devia tentar garota, sempre sobra um tempinho pra Deus ─ respondeu ainda mantendo o contato visual.
─ É verdade filha, padre Tomlinson tem razão ─ Ana complementou a fala do padre ─ Você é uma boa garota, se saíra bem se tentar.
─ Pense bem Harry ─ Willian tocou no ombro da garota ─ Espero vocês essa semana, um ótimo domingo Styles.
Ana e Charlie retribuíram assim como Harry e logo sairam pelas portas grandes da igreja, os rostos sendo atingidos pelos raios quentes do sol de meio dia.
✞
Era segunda-feira, o sol das dez horas brilhava sobre os cachos de Harry, os olhos verdes fechados recebendo a vitamina D ali na parte do jardim de sua casa, o livro apoiado em sua coxa, usava do tempo livre pra estudar pra prova que tinha na semana. Lana estava encostada em seu ombro, também tinha o livro em sua coxa, porém seus olhos estavam presos na grama verde.
─ Harry, por favor. ─ a menina ainda insistia. ─ Sou eu quem vou beijar, só queria uma companhia pra ir.
Styles bufou fechando o livro, desde a hora em que sentaram ali a amiga não parava de lhe atormentar para que ela lhe acompanhasse até a praça mais próxima pra se encontrar com Evan, o garoto que ela costumava ficar na faculdade.
Harry não aprovava esse relacionamento que a amiga mantinha, sempre foi ensinada por sua mãe que devia se guardar para seu marido, como ela mesmo havia feito, beijos antes do casamento era algo que a garota não aprovava de maneira alguma, achava um pecado e tanto beijar a boca de algum homem se não fosse a de seu próprio marido.
Sabia que se seguisse os passos de sua amiga não iria para o céu e Deus ficaria magoado consigo. Não aprovava de maneira alguma o que sua amiga fazia e por isso não queria a acompanhar até a praça.
─ Nana, eu não ligo pra o que você faz, mas eu não concordo com isso, não vou junto ─ Harry murmurou baixo pra amiga ao seu lado.
─ Harry ─ ela tocou o ombro da amiga ─ Já te disse que sou eu quem vou beijar e tudo bem que você não concorda com o que eu faça, só quero que você vá junto comigo, não quero ir até lá sozinha.
Harry olhou pra ela com a cabeça tombada, o rosto contorcido em uma expressão de piedade.
─ Nana, não ─ Harry lhe disse mais uma vez.
Os olhos da amiga se encheram de lágrima.
─ Hazz, por favor, você fica sentada lá no meio me esperando, por favorzinho ─ era possível ver o canto do olho cheio d’água.
Harry se praguejou por dentro, sabia que teria de ir à igreja se confessar, não achava certo o que estava fazendo, mas era por sua amiga, talvez Deus lhe perdoasse pelo pecado que estava indo cometer, apesar de não ser exatamente ela a cometê-lo.
─ Nana tudo bem, eu vou, mas não quero chegar perto de onde você vai beijar, isso é pecado e eu não aceito ─ poderiam tirar sarro dela, poderiam dizer que ela uma garota ingênua, mas ela só confiava na palavra de Deus, o que era a coisa certa a se fazer.
─ Você é incrível Hazz, te amo te amo ─ a menina beijava suas bochechas com o corpo em cima do seu.
A cacheada empurrou o corpo da amiga com as bochechas vermelhas.
─ Nana, minha calcinha vai aparecer! ─ ela puxou sua saia branquinha cobrindo sua calcinha roxinha.
Lana se levantou do chão vendo o rosto vermelho de Harry ela riu e puxou a garota do chão. A menina limpou os resquícios de grama que estavam em sua saia, arrumou seu corpete branco e deixou seu crucifixo brilhante no meio de seus seios.
— Meninas fiz lanche, venham comer — Ana gritou de dentro da casa chamando a atenção das duas.
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─ Você pode se sentar ali com o Timothy se quiser, Harry ─ Lana apontou onde o amigo de Evan estava sentado. ─ Eu já volto.
Harry dirigiu o olhar ao amigo de Evan, tinha um jeito despojado, uma maneira desrespeitosa de se sentar em público, mas mesmo com receio, Styles foi em passos devagar até onde o garoto loiro estava. Percebeu no meio do caminho que o garoto olhava pra seu corpo de uma maneira suja, como se pudesse devorá-la como um pedaço de carne.
A garota se sentou um pouco distante de Timothy, as mãos em cima de suas coxas, ela era mais tímida do que parecia ser. Seu olhar era baixo sobre suas unhas rosas em cima de seu colo, seus dedos faziam formas imaginárias na pele lisa de sua perna.
─ Oi florzinha ─ a voz era melosa e carregada de luxúria.
Harry se sentiu envergonhada pelo apelido, suas bochechas ganharam um tom vermelho.
─ O-oi ─ ela respondeu tímida.
Suas mãos ainda se mantinham sobre seu colo, ela não tinha coragem de olhar pro rosto do garoto ao seu lado. Seu corpo ficava encolhido no canto do banco recebendo o sol quente do meio dia em sua pele.
– Você tem namorado? – Harry sentia arrepios ruins ao escutar a voz do garoto.
Levantou seu olhar, iria direcioná-lo ao garoto mas eles se prenderam na imagem de Lana e Evan. Seus olhos não conseguiam desviar da imagem suja de Evan segurando a bunda de sua amiga, ela podia notar que havia uma força colocada ali pela maneira em que a carne farta ficava marcada por entre os dedos grandes de Evan. Ela se sentiu envergonhada, podia ver as mãos de Lana no pescoço do garoto enquanto as bocas estavam grudadas em movimentos tão sujos e profanos.
Harry sentia seu interior queimando, mas ela não conseguia desviar, era como se algo dentro de si a prendesse ali, sentia sua bochecha queimando, suas mãos suando e o que ela nunca imaginou que sentiria, sua florzinha molhada, sentia um líquido escorrendo pelos lábios pequenos fazendo uma pequena cócega.
Seu coração estava disparado quando ela levou a mão até o colar de crucifixo o apertando por entre seus dedos, pedindo em nome do Senhor pra que ele a perdoasse por ter sido tão suja. Podia sentir o olhar do garoto ao seu lado em si, queimava como um inferno, assim como suas bochechas que pegavam fogo em vergonha.
A garota se levantou em um pulo do banco da praça deixando o garoto ao seu lado com uma confusão estampada em seu rosto. Harry passou a mão por seu rosto completamente envergonhada de si mesma.
– A-avisa a L-lana que eu pr-precisei ir embora m-mais c-cedo – sua voz nunca esteve tão quebradiça.
Ela não esperou que o garoto perguntasse algo, ou que lhe confirmasse, somente começou a andar em direção à sua casa que graças a Deus não era tão longe dali.
Harry tinha vergonha de si, andava em passos rápidos pelas ruas como se todos pudessem a ver sem roupa, como se ela tivesse cometido o maior de todos os pecados, sentia sua bochecha corando a cada vez que passava perto das pessoas.
Não entendia porque seu corpo havia respondido daquela maneira pelo o que tinha visto, era tão errado e profano, tão sujo, ela não podia simplesmente sentir aquilo que sentiu no meio de suas pernas. Assim que chegou em sua casa agradeceu aos céus que seus pais milagrosamente não estavam ali.
A garota correu pro seu quarto, fechando a porta rosa em seguida, a parede repleta de cruz, todas em um tom rosa como ela gostava. Puxou a bíblia que ficava em sua penteadeira junto de seu colar de crucifixo rosinha de pérolas.
Colocou tudo em cima da cama e se pôs de joelhos, começou a rezar pedindo perdão a Deus por ter sido tão suja, pedia em preces baixas pra que o Senhor não a levasse ao inferno por ter sentindo aquilo, e que ela pudesse ainda ser uma garota boa.
Passou uns bons minutos ali e depois de sentir seu joelho doer e ficar com marcas vermelhas na pele ela se pôs de pé, fazendo o nome do pai e logo após deixando um beijo pequeno sobre a cruz em teu pescoço.
Guardou tudo o que havia pego, mas ainda assim se sentia envergonhada, sentia que ficaria assim ate que pudesse se confessar ao padre William que havia sido uma menina suja. O que a garota faria ao final da missa de amanhã. Mal podia esperar pra que fosse confessar e pudesse ser perdoada pelo Senhor pelo momento profano que teve.
✞
- Pai nosso que estais no céu..... – todas as vozes proferiam dentro da igreja em um eco.
A garota tinha as mãos juntas de sua mãe, podia sentir as gotículas de suor por entre suas mãos e de sua primogênita. Os olhos fechados enquanto proferia baixo a oração que sabia desde que era uma pequena garota.
Sentia-se quente dentro da igreja, como se estivesse queimando por seu pecado cometido no dia anterior. Sua mãe notava o quão nervosa a menina estava porque a todo momento apertava a mão da garota como se dissesse que estava ali junto dela.
Harry havia avisado aos pais que ficaria até mais tarde na igreja para que pudesse se confessar com padre Tomlinson, Ana no momento não entendeu o porque a filha tinha que se confessar se não fazia nada de errado, mas mesmo assim beijou sua testa e disse que ela estava fazendo o certo.
Harry momentaneamente abriu os olhos e como um imã seus olhos se arrastaram até a figura de padre William, os olhos azuis da cor do mar completamente abertos enquanto olhava pra si com um olhar desejoso.
Harry se sentiu envergonhada, suas bochechas queimaram, suas coxas se apertaram, era vergonhoso sentir o olhar do padre tão explícito em si. Era como se fosse o olhar dele que a deixasse quente, sentindo seu corpo borbulhar em um fogo estranho, nunca sentido antes.
– Amém! – ela nem ao menos percebeu que as demais pessoas já começavam a se dirigir as portas da igreja indo embora ao final da missa.
Ela se sentou no banco de madeira novamente, limpou suas mãos suadas em sua saia branca repleta de corações rendados, ajeitou sua meia 7/8 que tinha a cruz em uma cor prata presa na ponta de sua coxa, seus cabelos suavam assim como suas costas.
Deixou a bíblia em seu colo e pôde notar que nem sua mãe e nem mesmo seu pai havia saído dali ainda, provavelmente esperavam por padre Tomlinson novamente, como sempre faziam. Viu sua mãe tocar com a mão de leve em sua coxa.
– Filha, eu e seu pai vamos indo ele está cansado e precisa acordar cedo amanhã, padre Tomlinson pode te dar uma carona assim que terminarem aqui, tudo bem? – ela tinha uma expressão tranquila.
– Claro mamãe, não se preocupe, não vou demorar – a garota sentia as gotículas de suor descendo por sua coluna.
Ana depositou um beijo em sua testa e se levantou junto de seu pai, os dois indo até o padre Tomlinson o saudando e em seguida saindo pelas portas. A igreja a cada minuto que passava se tornava mais vazia, Harry no entanto se sentia ainda mais nervosa.
Suas pernas balançavam vez ou outra sobre o chão branco da igreja, seu nervosismo a permitindo escutar o tilintar de seus saltos quadrados no chão. Suas mãos cutucavam o canto de sua bíblia em sinal de ansiedade. Seu olhar correu pela igreja, algumas senhoras conversavam com Willian em frente ao altar enquanto outros casais saiam pelas portas laterais.
Harry se manteve concentrada nas batidas de seu coração, como se aquilo pudesse lhe acalmar de alguma maneira, era uma sensação de desespero que corria por suas veias. Seus olhos se fecharam e em uma oração baixa ela pediu a Deus que lhe fizesse acalmar.
O que ele provavelmente não escutou porque enquanto ainda proferia baixinho, sentiu seu corpo dar um salto no banco escuro quando padre Tomlinson fechou as portas de madeira da igreja. A igreja agora vazia, somente sua presença e a do homem ali.
Pôde ver ele fechando todas as portas e assim que fechou a última, viu a figura masculina se aproximar de si.
– Srta. Edward, a paz garota – ele a saudou, a voz ainda mais grossa do que quando dirigia a missa.
— Padre William a p-paz. — sua voz tremeu.
Ela tinha o olhar baixo, sentia vergonha de olhar nos olhos azuis intensos do homem em frente a si. Sentia o olhar do homem em si e não teve outra alternativa a não ser levantar os olhos, esses que se prenderam no nome de William em sua batina toda preta. Padre Louis W. Tomlinson.
– Por que ficou aqui e não foi junto de seus pais? – o padre proferiu olhando agora nos olhos da menina.
Ela sentiu quando suas bochechas se tornaram rosadas por se lembrar do pecado em que cometeu no dia anterior. Molhou seus lábios com sua língua vermelha e viu o olhar do homem cair ali e logo em seguida voltar ao seus olhos novamente.
– P-preciso me confessar com o senhor, padre Louis William – era a primeira vez em que o chamava pelo primeiro nome – Você e-está livre a-agora ou terei que voltar o-outro dia?
Sua voz era tão baixa que nem mesmo ela escutava direito.
– Sem problemas garota, vá até o confessionário e me espere lá, só preciso tirar minha batina antes – o homem transmitiu poder em sua fala, era como se aquilo fosse uma ordem.
Harry pode ver as costas do homem se flexionando mesmo de longe conforme ele desabotoava a batina, seus pelos estavam todos arrepiados, ela podia sentir seu coração palpitar em sua cabeça e seu sangue ser bombeado cada vez mais rápido.
Suas pernas começaram a balançar quando ela levantou devagar do banco da igreja e deixou todos seus pertences ali mesmo. Seus saltos faziam um eco baixo na igreja conforme ela se dirigia até o confessionário pequeno em um canto da igreja.
Seus joelhos foram colocados no chão gelado, sendo impedido de receber tamanha frieza apenas pela meia branca e delicada em sua pele. Suas mãos se apoiaram na pequena prateleira almofadada que havia na frente do confessionário.
— Srta. Edward? — a voz grossa soou do outro lado da madeira perfurada.
Era impossível ver o rosto do padre com a madeira ali em sua frente.
— Sim, padre William? — sua voz era baixa e quase inaudível.
— Podemos começar garota.
Uma simples frase fez com que o coração da menina que se acalmava voltasse a se agitar fortemente dentro do peito. Ela respirou fundo e repassou novamente em sua mente tudo o que diria ao homem tão importante posto em sua frente. Novamente com a voz baixa e trêmula ela sibilou baixo:
— Perdoe-me, padre William Tomlinson, pois eu pequei — seus olhos inconscientemente se encheram de lágrima. — Tenho somente um pecado a ser confessado, nunca me confessei antes, perdoe-me se parecer nervosa demais.
O padre do outro lado tinha as mãos postas sobre suas coxas que eram cobertas pela roupa escura social, seus olhos estavam fixos na madeira, sua visão era impossibilitada mas ainda assim alguns cachos da garota eram visíveis pelos furos pequenos.
— Continue Edward. Quero tudo detalhadamente.
A menina sentiu seu peito inflar em ansiedade.
– Meu pecado foi cometido ontem padre, foi algo tão sujo do qual eu me arrependo de ter sentido, uma garota tão pura e correta como eu não devia sentir coisas tão profanas como eu senti ontem.
Harry tinha as bochechas vermelhas, seus olhos eram molhados pelas lágrimas grossas e pesadas que desciam em abundância. O padre do outro lado nada dizia, somente sua respiração era escutada, uma respiração calma e regulada.
A garota sentia seus joelhos começarem a formigar pela força que era colocada ali em cima, sentia a pele doer por estar a um tempo maior naquela posição, mas ela sentia que devia sentir dor, era uma punição por ter sido suja. Suas mãos alisaram suas bochechas limpando as lágrimas pra em seguida engolir a seco segurando seu colar de crucifixo por entre os dedos.
Sua voz saiu entrecortada quando ela voltou a sibilar baixo.
— Lana, minha melhor amiga, me pediu para acompanhá-la até a praça para que ela se encontrasse com um garoto, e padre o senhor sabe como eu não aprovo essas coisas, sou uma garota correta, espero pelo meu primeiro beijo assim como mamãe fez — sentiu suas bochechas inflarem de vergonha — Mas ainda assim a acompanhei até a praça, ela havia me implorado, mesmo eu insistindo que não queria e que não aprovava tais atos.
"A acompanhei até a praça e me sentei no banco ao longe esperando que ela fizesse o que tinha que fazer. Um amigo de Evan, o garoto com quem Lana iria encontrar estava lá também e me perguntou se eu era compromissada, mas eu não tive nem mesmo tempo de responder padre William. Meus olhos se atraíram para Lana e Evan senhor, de uma maneira como nunca havia feito antes, era impossível desviar, era como se eu tivesse ficado presa na figura dos d-dois padre"
Styles respirou fundo, seus olhos lacrimejaram ainda mais quando ela se deu conta do que havia dito.
— Não vejo nada de errado, garota – padre William disse com uma voz lenta e arrastada. — Apesar de parecer desejo o que sentiu, não é nada demais.
Harry tossiu limpando suas bochechas, seus olhos tentaram enxergar do outro lado da madeira e novamente sendo impedida ela respondeu com os olhos presos em suas mãos.
— O senhor não me deixou terminar padre Tomlinson. — o homem pigarreou do outro lado assim permitindo que ela continuasse.
"Como se já não bastasse o-os d-desejar, senti..senti no meio de minhas pernas padre, n-na minha f-florzinha, senti uma coisa estranha escorrendo e me f-fazendo cócegas. P-padre William Tomlinson, eu nunca s-senti isso antes, e sei que é errado, mamãe me disse que d-devemos sentir isso somente c-com nossos maridos, eu me s-senti queimar senhor, m-me senti envergonhada, fui t-tão suja p-padre e por esse m-motivo vim até aqui me confessar com o s-senhor"
Seu peito ainda estava agitado, suas mãos tremiam sobre a prateleira almofadada e seu coração batia forte em seu corpo inteiro.
— Oh Srta. Edward, se sentiu quente ao ver sua melhor amiga cometer atos sujos? — a voz por mais que não parecesse beirava malícia. — Sabe que foi uma garota muito suja não é? Mas fez o certo de vir se confessar sabia pequena?
Harry sorriu pequeno ao ser nomeada como "pequena", suas lágrimas ainda escorriam, agora um pouco menos mas ainda escorriam.
— Fiz padre William? — ela perguntou inocentemente, mordendo os lábios de forma ansiosa.
— Fez sim Srta. Edward, apesar de ter sido muito suja quando sentiu sua florzinha molhar por ver sua melhor amiga beijar, ainda foi muito correta por admitir que errou. — o homem puxou a madeira a abrindo permitindo a visão da menina.
William não sabia em que focar primeiro, nas bochechas rosadas pelo choro, nos olhos inchados e vermelhos, nos lábios rosas pelas mordidas, na cor verde que agora era escura ou nos pequenos seios da menina que ficavam evidentes no corset preto que ela usava.
O mesmo acontecia com Harry que não fazia ideia de onde deixar os olhos. Nos olhos azuis que eram cobertos pela pupilas do padre, na boca fina e rosa, nos bíceps marcados pela camisa social branca, no início do peito que ficava a mostra pelos dois botões abertos e pela gravata solta, nas mãos juntas sobre o colo dele ou se focava nas coxas grossas apertadas pela calça social preta.
— Sabe que eu como padre sou um homem correto, não? Um homem de Deus, que sabe de todas as coisas, certo garota? — seus olhos procuravam pelos de Harry que nunca faziam contato visual.
Harry ainda tinha o olhar baixo e não fazia questão alguma de deixar alguma palavra sair de sua boca, o que fez o padre ficar irritadiço.
— Srta. Edward Styles, eu lhe fiz duas perguntas e você como uma garota boa e correta devia me responder não acha? — William agora tinha seu corpo pra frente, quase encostando nas bochechas da menina.
De uma maneira vergonhosa Harry levantou seus olhos até os do padre Tomlinson, entretanto ainda pode sentir os arrepios rotineiros correrem livre por seu corpo, como uma corrente elétrica, assim que ela se deu conta da imensidão azul que era os olhos azuis de William.
— S-sim padre W-william — Harry se perguntava se sua voz alguma vez que fosse dirigida ao homem sairia sem alguma falha. — O s-senhor sabe de tudo, c-como um homem de D-deus.
O músculo do lado esquerdo da boca do padre se repuxou em um pequeno sorriso. William se colocou ereto novamente, um pequeno volume se formava em suas calças e era impossível a menina não manter seus olhos ali.
A mão grande de Louis segurou o queixo de Harry e levantou-o, seu olhar imediatamente sendo atingido pela imensidão azulada de Tomlinson.
— Quero que mantenha seu olhar sobre mim garota — a menina prontamente fez, abaixando suas mãos até suas coxas.
Harry sentia todo seu corpo tremer enquanto tinha seus olhos conectados com o do padre, seus dedos apertavam a pele de suas coxas em sinal de nervosismo.
— Você merece uma punição por ter sido uma garota suja não acha Srta. Edward? — sua voz era carregada de obscenidade — Merece aprender a ser uma garota boazinha.
Harry sentia seus olhos lacrimejar, as lágrimas escorriam por suas bochechas livremente. Ela não arriscaria abrir a boca pra responder ou ao menos resmungar, se sentia como uma cadelinha indefesa ali na presença do homem.
O padre mais uma vez se abaixou e encarou fortemente a menina, seus dedos buscaram pela mecha pequena de cabelo que tinha em seu rosto a colocando atrás da orelha, em seguida seus dedos tão quentes escorreram pelo queixo da menina segurando docemente.
— Repita comigo pequena. Padre William eu fui uma garota suja e mereço ser punida.
Styles abriu a boca deixando uma pequena lufada de ar sair.
— P-padre William eu fui uma garota s-suja e mereço ser punida.
William sorriu de forma sádica e suja, de uma forma da qual Harry se sentiu completamente intimidada e atraída.
— Isso pequena, boa garota — seus dedos acariciaram as bochechas lisas de Harry — Agora bebê prometa pra mim que vai fazer tudo o que eu disser que você tem que fazer.
Louis viu um brilho escuro passar pelos olhos verdes da menina. Ela tinha o rosto repuxado em vergonha, tanto que suas bochechas queimavam como fogo no inferno.
— P-prometo padre Tomlinson. — era baixo e quase inaudível.
Mas foi aquilo que Louis precisou pra que sua mão escorregasse pro pescoço da menina, sentia os pelinhos se arrepiando contra a palma de sua mão e a respiração rápida em sua orelha.
— P-padre o que o Senhor e-está fazendo? — era errado que Harry quisesse que o homem continuasse? — I-isso não é errado senhor T-tomlinson?
— Você me prometeu pequena, que ia fazer o que eu quisesse e eu quero que você fique quietinha, tudo bem? — sua voz era baixa e provocativa na orelha de Harry — Sei o que estou fazendo, sei o que tenho que fazer com meninas como você, meninas sujas e pervertidas.
Louis segurou os cachos da parte da nuca de Harry e escutou o arfar alto que ela deixou escapar, seu sorriso foi sádico. Ele voltou a posição ereta em que estava, suas mãos se apoiaram em suas coxas.
— Venha até aqui Srta. Edward — ele ditou com a voz dura.
A garota se rastejou, os joelhos doloridos arrastando no chão polido da igreja indo até o meio da perna do padre. As pernas cobertas pela calça social totalmente abertas marcando agora evidentemente o volume no meio delas. Ela se ajoelhou ali, mantendo uma certa distância.
— Mandei vir até aqui sua vadia imprestável, quero que apoie sua bochecha bem aqui — tocou com a ponta do dedo sua coxa minimamente perto do volume dele.
Harry tinha seus olhos chorosos pelo apelido que Tomlinson havia usado contigo, não queria admitir mas sua buceta havia piscado quando foi tratada de tal maneira. Sua bochecha molhada se apoiou sobre a calça de Louis, o cheiro forte de homem rondando sua mente deixando-a zonza.
O rosto da garota era de piedade, os olhos molhados, a bochecha gordinha apoiada na coxa enquanto a outra era acariciada pela mão grossa de Louis, os cílios grandes batendo na maça do seu rosto a cada vez que ela piscava os olhos lentamente.
Seus olhos observavam a figura de Louis, todo vestido formalmente, uma pose dura e correta enquanto pedia pra garota ser tão suja. Ele deixou seus dedos brincarem com os lábios de Harry, tão rosinha, tão delicado, tão macio, devia ter um sabor tão doce, sua língua encostou na ponta do dedo de Louis e ela sentiu um arrepio percorrer seu corpo.
— Pare de chorar meu doce. — o padre pediu limpando as lágrimas que escorriam. — Pare de chorar para que você possa ser boa para mim.
Ela fungou engolindo a seco a vontade de chorar, seu coração estava acelerado. William ajeitou sua perna por entre as duas da menina, seu pé ficando a milímetros de distância da buceta da garota.
— Você sentiu sua florzinha molhar ontem, não foi? — foi uma pergunta retórica — Quero que faça ela molhar novamente, mas enquanto você se esfrega no meu sapato pequena.
A menina segurou a respiração e arregalou os olhos assustada com o que havia sido dito para si.
— E-eu n-não posso padre William. — ela sussurrou.
O homem franziu as sobrancelhas ele havia a ordenado, não pedido.
— Perdoe-me pequena mas porque você não poderia?.
— Porque minha b-bucetinha já está m-molhada.
Aquela frase ecoou na cabeça de Louis, o silêncio da igreja fazia com que a voz de Harry soasse ainda mais alto em sua cabeça. Então a garota estava sentindo as mesmas coisas sujas que ele, a garota estava se sentindo excitada com tudo o que eles estavam fazendo.
Suas mãos seguraram o pescoço branco e imaculado que era colorido somente pelo colar de crucifixo, seus dedos se apertaram ali fazendo a menina arregalar os olhos. Ele levantou seu pé encostando propositalmente a ponta do sapato na bucetinha da garota.
Seu rosto se fechou em prazer, suas sobrancelhas se curvaram e seus lábios rapidamente foram capturados pelos dentes branquinhos.
— Vadia suja — Louis sibilou baixo — Não era tão pura garota?
O padre levantou sua mão e em menos de segundos ela estava sendo desferida no rosto clarinho de Harry. A palma pesada e dura causando um estalo alto dentro da igreja e um choramingo baixo na cacheada.
O rosto totalmente virado sendo sustentado somente pela mão de Louis que ainda continuava em seu pescoço, seus cachos todos desgrenhados em frente aos seus olhos.
— Uma cadela tão necessitada, não? — sua voz era dura.
A menina obviamente chorava, seus olhos eram piedosos enquanto olhavam a imagem do padre daquele ângulo. O padre agora acariciava a marca vermelha de seus dedos na bochecha da menina, como se estivesse pronto pra deixar mais uma marca ali.
E foi exatamente o que ele fez.
Dessa vez o choramingo da garota foi maior e mais lágrimas escorreram por seu rosto, descendo até mesmo sobre seu pescoço. Louis mantinha o sorriso sádico enquanto via a garota se derramar em lágrimas por simples tapas.
— Pare de chorar doce — o padre beijou seus cachos — Seja uma boa putinha e se esfregue no meu sapato até que alcance seu orgasmo, até que tudo que saia de sua boca seja meu nome, como uma maldita prece.
Os olhos do homem eram cobertos pela pupila, escondendo totalmente a cor azul bonita dele. A menina continuou com os olhos ligados ao do homem enquanto se ajeitava sobre o sapato caro de William, sua bucetinha totalmente intocada e necessitada piscava absurdamente pra que recebesse qualquer mínimo toque.
Um arrepio forte e absurdo subiu por sua coluna quando o sapato encostou fortemente em seu grelinho, suas pernas tremeram junto de um gemido gritado que sua boca deixou escapar. Ela sentia uma cócega incessante conforme aquele líquido pegajoso escorria por entre os lábios pequenos de sua bucetinha, era tão bom que se perguntava porque nunca havia feito antes.
A mão do padre continuava a acariciar seus cabelos enquanto sua cabeça era totalmente tombada na coxa do homem, seu rosto todo contorcido em prazer, seu corpo reagindo de uma maneira totalmente suja e prazerosa, como nunca havia feito antes.
Os movimentos curtos e repetitivos eram tão precisos e gostosos que ela sentia que provavelmente viria logo. O volume nas calças do padre eram ridiculamente grande, e era tão grande que Harry imaginava como seria doloroso sentir aquilo dentro de sua bucetinha.
Como se escutasse de seus pensamentos sujos, o homem a sua frente levou a mão até a braguilha da calça social a abrindo, a boxer branca com uma mancha enorme bem onde a cabecinha de seu pau estava. Harry sentiu sua boca salivar como nunca antes, nem mesmo quando ela via pela vitrine das lojas de doces o pirulito mais açucarado do mundo.
— Você é uma garota tão suja Srta. Edward. Uma cadela necessitada que esta se esfregando em meu sapato apenas para obter seu prazer. — sua voz era carregada de malícia — Mas ainda assim é tão boa, não é meu doce? Que obedece tudo o que eu digo sem nem mesmo questionar, sim?
— Sim, s-senhor William — sua voz era tão quebradiça.
Louis sorriu ladino e esfregou seu polegar sobre os lábios da menina, esse que logo foi abrigado pelo calor de sua boca, a língua tão travessa e quente esfregando a ponta do dedo enquanto revirava os olhos. William se perguntava como uma menina conseguia carregar consigo uma inocência mas ainda assim ser tão suja e profana.
— Não imaginava que você poderia ser tão vadiazinha assim Edward — ele levou sua mão até seu pau dentro da boxer o puxando pra fora — Se é tão suja assim quero que o chupe como se fosse o pirulito mais doce que já provou, igual aqueles que você chega chupando toda quarta-feira.
O caralho de Louis a sua frente era tão tentador. Tão vermelhinho, repleto de veias em seu comprimento, tão grosso que Harry se perguntava se caberia em sua boca, a cabecinha tão rosa e molhada, era quase impossível que Harry não levasse sua boca ali.
Levantou seu tronco minimamente pra que ainda conseguisse o contato do sapato com sua bucetinha e esticou sua língua apenas pra sentir o gostinho amargo dançar em sua boca. Seus olhos se fecharam rapidamente em deleite pelo sabor de Louis em sua língua.
Era tão quente, tão quente quanto sua bucetinha que queimava como o inferno a cada movimento no sapato. Seus lábios abocanharam devagar e com certa relutância apenas a cabecinha do padre, seus olhos observavam a imagem de William tombando a cabeça pra trás e respirando fundo enquanto sentia sua boca abrigar seu pau.
A veia ficava evidente em seu pescoço conforme ele respirava fundo, como se controlasse a vontade de expelir toda sua porra dentro daquela boquinha. De repente a igreja que era tão fresca e gelada, parecia quente e sem ar algum, tanto Harry tanto Louis não sentiam o ar, era difícil respirar ali dentro.
O padre levou sua mão até a parte de trás do pescoço da garota, seus dedos traçando desenhos ali enquanto sentia a boca quente dela lhe acolher e os movimentos em seu pé não cessarem nem por um segundo sequer. Ele segurou o pescoço dela com uma força calculada e assim que a menina lhe olhou, novamente com aquele olhar piedoso ele forçou a boca dela em seu pau.
Mas não demorou muito pra que a garota engasgasse com o tamanho dentro de sua boca, a cabecinha surrando sua garganta ao extremo, era tão grande.
— Imprestável! Não consegue nem mesmo me mamar inteiro sem engasgar, como quer ser uma puta boa desta maneira Srta. Edward? Como irá agradar ao seu marido um dia se não sabe nem como chupar um pau direito? Hm? — ele era duro com as palavras.
O rosto de Harry estava uma confusão, lágrimas escorriam para todos os lados, tanto pelo engasgo tanto pelas palavras que Louis lhe dizia. Ela se sentia envergonhada por não ter sido boa o bastante.
— M-me perdoe padre William, p-prometo q-que vou ser boa agora. — sua voz era rouca pelo pau que havia entrado em uma só estocada em sua garganta.
Louis acariciou o rosto da garota e deixou mais um beijo sobre os cachos.
— Vai ser uma puta boa para mim não vai?.
A garota nem ao menos respondeu somente chacoalhou a cabeça positivamente e voltou a chupar o cacete de William. Ela sentia que seu orgasmo estava próximo, mais próximo do que nunca e por isso seus movimentos eram mais rápidos e precisos.
Sua língua rodopiava sobre o caralho de Louis e vez ou outra ela tentava levar o comprimento todo até o fim, mas falhava quando engasgava na metade e Louis percebia pois gemia alto a cada vez que ela cuspia com abundância a saliva em seu pau. Tomlinson também percebia que sua menina estava próximo do orgasmo por isso levantou seu pé do chão o deixando ainda mais em pé pra que facilitasse os movimentos da pequena.
Ela tentou mais uma vez levar o caralho até o fim mais uma vez falhando miseravelmente, porém ela não teve escolha quando o homem segurou um punhado dos seus cabelos e empurrou sua cabeça pra baixo forçando todo o comprimento em sua boca.
Era abundante o tanto de saliva que a menina expelia conforme ela engasgava, mas Louis não se importava porque segurava a cabeça dela com força, sentindo o nariz raspando nos pequenos pelos de sua virilha.
— É assim que...Se f-faz Edward — Louis sentia espamos por seu corpo, era tão quente a boca da garota — É assim que você se torna uma puta boa querida.
E como se aquele fosse o estímulo que ela precisava o orgasmo a consumiu. Ela apertou as coxas de Louis sendo impedida de gemer alto por conta do pau em sua boca, seu corpo todo tremia involuntariamente por tamanho prazer que lhe era proporcionado, sua bucetinha piscava e expelia ainda mais do líquido que ja manchava sua calcinha.
Sentiu o ar faltando em seus pulmões mas não precisou avisar a Louis porque no segundo seguinte ele puxou rapidamente a cabeça da garota e gemendo alto jorrou toda sua porra sobre o rosto dela.
O rostinho branco e angelical todo melecado pela porra do Padre William, ela recebia tudo como uma cadela feliz em completa devoção a Louis, era tudo tão sujo.
Mas William não se importou pois passou seu polegar sobre todo o rostinho de Harry limpando os resquícios de sua porra e logo em seguida enfiando na boca da garota, fazendo-a engolir todo seu leite.
— Engole tudo, pequena. — ele ditou com um olhar duro vendo-a engolir lentamente — Se levante pra mim por favor doce.
Ele a ajudou segurando nas mãos delicadas ajudando-a parar em pé já que seu corpo todo estava mole pelo orgasmo recente. Ele ficou de pé da mesma maneira que a garota e a encostou na parede mais próxima apenas para que pudesse provar finalmente dos lábios macios dela.
O corpo quente de Harry estava encostado na parede gelada da igreja enquanto Louis abusava com sua língua da boquinha dela, as línguas se enrolavam tão deliciosamente que era impossível pros dois segurarem os gemidos em suas gargantas.
O padre tinha suas mãos sobre a bunda da garota apertando a todo momento o corpo pequeno junto do seu, enquanto Harry fazia questão de apertar os cabelos de sua nuca da mesma maneira em que segurava o cacete molhado por entre seus dedos. Ela o provocava, segurava o cacete forte, masturbava devagar e oscilava a intensidade.
O homem revirava os olhos por debaixo das pálpebras sentindo a garota tão inocente lhe masturbar tão bem, mas era tamanha provocação que ela dirigisse os movimentos e fizesse aquilo apenas pra que o homem saísse do controle.
O que realmente aconteceu.
— Puta provocadora — ele ditou puxando os cabelos cacheados pra trás.
Ela sorriu ladino sabia que Louis havia saído do controle foi por esse motivo que sua boca se abriu liberando um gemido gritado
— Senhor Tomlinson....Tão bom padre.
Louis deixou um tapa sobre o rosto dela e a apoiou sobre o encosto do banco, deixando-a totalmente empinada com a bucetinha molhada totalmente a mostra. o padre se ajoelhou atrás da garota, seus olhos se prenderam na bucetinha totalmente encharcada e intocada, era tão delicioso ver o mel molhando até mesmo as coxas dela.
— Você é uma vagabunda Srta. Edward, uma vadia suja que se molhou inteira só porque eu tava te dando ordens, uma cadela passivinha — ele sibilava baixo como se fosse um segredo.
Sua mão apertava a carne da bunda de Harry e vez ou outra deixava tapas fortes e duros sobre a carne branquinha, tudo tão deliciosamente sujo pra ser feito ali, dentro da igreja, mas Louis não se importava, ele queria a séculos provar da inocência ensaiada dela.
Por cima da calcinha de tecido rosa ele lambeu o mel, era tão agridoce, tão gostosinho, tão diferente de todas as outras bucetas que ele havia provado. Com o dedo médio ele puxou a calcinha de lado revelando finalmente a buceta de Harry.
O grelinho tão inchado e vermelho, os lábios vermelhos e pequenos, com pequeninos pelinhos crescendo por entre eles, a grutinha escorria melzinho e Louis se via tentado a enfiar sua língua ali e engolir todo aquele líquido transparente e brilhoso.
— Tão molhada pra mim pequena — ele deixou um tapa sobre a pele sensível fazendo a menina se encolher no banco — Fala pra mim meu doce, "sou a vadia suja do padre William"
Harry não conseguiu segurar o gemido que lhe escapou, era tudo tão sedutoramente gostoso e malicioso que ela tinha vontade de gritar sobre aquelas paredes brancas e sagradas.
— S-sou sua vadia suja p-padre William — ela respondeu sendo cortada pelos gemidos que liberava ao sentir Louis estimulando seu grelinho.
o padre sorriu antes de afundar seu rosto no meio das pernas da menina e se lambuzar com o sabor delicioso que ela tinha. Era quente, quente e molhado, tão delicada como ela, barulhos molhados podiam ser escutados conforme ele rodopiava sua língua por toda a bucetinha dela.
Seu dedo médio acariciou a entrada dela, era tão apertada mas não era pra ser diferente, a menina era virgem e Louis se sentia orgulhoso ao saber que era ele quem iria expulsar essa inocência do corpinho dela. A menina tremeu sobre o banco quando William passou o dedo sobre sua entrada.
— S-senhor devagar p-por favor, n-nunca...Fui tocada ai embaixo — ela ditou tão mole, suas palavras demoravam pra sair.
— Eu não perguntei nada garota, você tem que ficar quietinha — William a respondeu curto.
Ele forçou a ponta de seu dedo e rapidamente a menina gritou puxando seu corpo pra frente, pelo o que foi rapidamente repreendida com um tapa forte sobre sua buceta. Ele segurou as coxas juntas deixando a bucetinha ainda mais apertadinha por entre elas, novamente levou seu dedo até a entradinha e dessa vez o enfiou.
Obviamente a garota gritou alto, o que causou um eco absurdo dentro da igreja.
— Cale a porra dessa boca escandalosa! — ele se levantou puxando os cabelos de Harry. — Sua mãe não te ensinou que deve ficar quieta dentro de uma igreja?
Ele não esperou respostas porque logo em seguida estava fazendo movimentos curtos e rápidos dentro da bucetinha dela, seu pau pulsava fora da calça e ele imaginava o quanto doeria enfiar seu cacete grosso ali naquele buraquinho. A garota já se acostumara com o dedo, afinal agora seus gemidos eram manhosos e cumpridos.
Seu dedo anelar entrou logo em seguida junto do dedo médio fazendo-a gemer dolorido por estar sendo alargada mais uma vez. Louis se ajoelhou e enquanto dedava rapidamente a bucetinha dela voltou a chupar o grelinho fazendo-a tremer.
— S-senhor T-tomlinson — ela dizia o nome, e, Louis poderia gozar de novo por escuta-lo de uma forma tão obscena.
Sua barba rala deixava marcas no na coxa branquinha dela enquanto seus dedos abriam sua bucetinha. Os gemidos dela ecoavam por todas aquelas paredes brancas, seu corpo todo suava e queimava pelos atos sujos dentro de um lugar tão sagrado.
— Consegue ser menos barulhenta Srta. Edward? Esse lugar é tão sagrado pra você estar gritando tanto assim — ele a pediu com o rosto entre suas pernas.
— Hm...P-padre me perdoe — ela gemeu baixinho com receio.
Os dedos de Louis faziam um barulho molhado na igreja junto de gemidos baixos e manhosos de Harry, os cachinhos grudavam em seu pescoço e até mesmo em sua testa que tinha gotículas de suor. Seu pau pingava absurdamente fora da calça e foi impossível pra Louis não levar sua mão até ele e começar uma punheta lenta.
O padre sentiu seu corpo arrepiar, foi o estopim para que ele se levantasse do chão retirando seus dedos imediatamente da bucetinha da garota. Ela gemeu sôfrega pelo vazio que se instalou em si. Mas não demorou pra que William segurasse seu pau pela base e passasse a cabecinha no grelinho totalmente inchado dela e em seguida ameaçasse enfia-lo.
Ela tremia, quietamente, suas mãos seguravam seus peitos apertando a carne branquinha como se pudesse descontar ali todo seu prazer. Sentia seu corpo queimando e não sabia se era pelo calor que fazia ali dentro, se era o tesão que corria por suas veias ou se era pelo pecado que estava cometendo.
As mãos de Louis se enrolaram em seus cabelos puxando sua cabeça pra trás.
— Você é tão boa sabia Srta. Edward? Está sendo tão obediente pra mim querida. — ele passeava com as mãos sobre a cintura dela — Repita pra mim "Fui uma boa garota pro Senhor Tomlinson e vou receber minha recompensa"
A garota se remexeu sobre o cacete de Louis que se esfregava constantemente em seu grelinho e sibilou baixo
— F-fui uma boa g-garota pro Senhor William T-tomlinson e vou receber minha recompensa — ela não sabia de que maneira sua voz ainda saía.
Louis alisou a carne branca de sua bunda antes de deixar um tapa ardio sobre a pele, marcando absurdamente de vermelho. Ele beijou as costas dela dizendo a todo momento o quanto ela era boa e que sua recompensa seria muito boa.
— Q-qual é m-minha recompensa, senhor William? — a menina perguntou inocentemente mexendo sua bunda.
Louis segurou a cintura dela e empurrou a cabecinha de seu caralho nela. Era insuportavelmente apertado, tão quente, tão apertado que seu pau ficava preso no aperto em que a garota dava, que era quase doloroso ficar sem se mexer.
Styles obviamente gritou, sendo repreendida pelo tapa que sempre vinham em sua bunda, seu corpo tremia e seu rosto ficava novamente molhado pelas lágrimas que escorriam como cachoeiras de seus olhos. Sua bucetinha ardia, era tão dolorido abrigar o homem tão grande em sua buceta, era tão desconfortável o ter assim, mas as palavras que o padre lhe dizia a confortavam de outra maneira.
— Shh..Shh minha pequena — seus cachos eram acarinhados — Você é uma ótima garota. Minha doce garotinha.
Ele puxou seu quadril pra trás empurrando novamente seu pau dentro da bucetinha dela, desse vez colocando ainda mais. Ele escutou a garota gritando novamente, alto, o grito ecoando na igreja. Seu pau era apertado fortemente pelo buraquinho intocado de Harry, era dolorido mas fazia todos os pelos de Louis se arrepiarem.
Padre William se movimentou lentamente, seu caralho saindo dolorosamente da buceta da cacheada e entrando novamente. A quantidade de melzinho que ela liberava era absurda, escorria até mesmo pro grelinho gordinho fazendo uma cócega gostosa.
— Hm...P-padre....Dói t-tanto. — ela gemeu sôfrega jogando a cabeça pra frente.
O homem que ficava atrás de si fazendo movimentos rápidos puxou seu cabelo novamente levanto-a cabeça dela, os olhos verdes se fixaram na imagem do altar.
— Assim boneca, com a cabeça erguida recebendo sua recompensa. Sua bucetinha é tão apertada, abriga o pau do senhor Tomlinson tão bem, mas dói não é? — ela confirmou com lágrimas nos olhos — É uma pequena punição, por ter sido suja, mas uma punição que a minha garotinha gosta não é?
Ela chorava e remexia seu quadril, William podia perceber que ela estava necessitada de seu orgasmo. Os dedos médios do padre massagearam o grelinho de Harry no mesmo momento em que acertou seu ponto G, seu gemido foi manhoso o que fez Louis abrir um sorriso.
Suas estocadas agora eram bruscas, causavam barulho, ele queria fazer sua garotinha gozar, derramar todo seu prazer ali, no caralho dele, dentro de um local tão sagrado. Ele levou sua outra mão até o seio dela, apertando tão forte que as juntas de seus dedos ficaram esbranquiçadas. Ele não teve dó quando empurrou completamente seu caralho nela a fazendo estremecer e gozar novamente.
Seu corpo todo tremia, era tão bonito de se ver, os gemidos eram como música, seu nome saía de forma tão suja que ele sorria grande. Seu pau molhava com o excesso de melzinho que ela expeliu gozando pela segunda vez.
— Porra Srta. Edward — ele gemeu a puxando do banco.
O padre se sentou no banco de madeira, seu pau ainda duro querendo liberar todo o leitinho dentro da pequena. Sua camisa branca toda suada grudava em seu corpo assim como sua calça social que não saiu de seu corpo.
— Vem aqui garota — William masturbou seu pau com uma mão enquanto batia a outra sobre sua coxa. — Faça o senhor Tomlinson derramar todo o prazer dele dentro de você.
Ele sibilou tão lentamente enquanto acarinhava os cachinhos de Harry, seu rosto era tão calmo e bonito que fazia Louis morder os lábios. Ela sentou sobre o colo de Louis o caralho rapidamente esfregando sobre o grelinho dela e encaixando sobre a entrada abertinha dela.
Ela tombou a cabeça sobre o ombro do padre, as mãos dele segurando em sua cintura tão forte como se ela pudesse fugir dali a qualquer momento, os lábios finos de William beijavam seu pescoço arrepiando a pele.
Tomlinson empurrou seu pau tão fundo dentro da garota que o barulho ecoou por toda a igreja, era tão quente. Seu pau entrava e saia, completamente molhado e vermelho entrando e saindo da bucetinha quente dela. Era tão sujo o barulho que fazia que Louis se sentia tentado a continuar.
Suas mãos seguravam a cintura dela e foi impossível pra ele não levar uma delas pro pescoço dela e segurar ali vendo ela se movimentar ao contrário de seus movimentos. Ela lhe olhava tão intensamente, seu olhar transmitia todas as coisas mais sujas que Louis imaginaria, era como luxúria, prazer e malícia em apenas um olhar.
Seu orgasmo se aproximava conforme ela remexia sua bunda, ele sentia seu interior quente, sentia seu pau pulsando dentro da garota, sentia as veias pulando enquanto era apertado pela bucetinha dela.
Harry em um movimento levou sua mão até o pescoço do padre e segurou com as unhas delicadas, sua boca se aproximou devagar da boca do homem e ela fez questão de criar contato visual antes de sibilar baixinho.
— M-me encha padre William com teu prazer, me deixa inteiramente cheia de você — era tão errado — Quero sentir sua porra escorrendo d-de mim, p-por favor.
— Vadia promíscua.
Foi tudo o que ele conseguiu dizer antes de estocar seu pau dentro da garota e jorrar toda sua porra dentro dela. Seu pau pulsava, sua porra quente escorria conforme ele metia ainda dentro dela, ela tremia em seu colo se sentindo cheia de William.
Esse último que tinha a cabeça tombada pra trás sentindo todo seu corpo entrar em combustão com tamanho êxtase que sentia. Era tão delicioso o arrepio que corria por seu corpo, o gemido que saia de sua boca tão arrastado, suas mãos que seguravam a cintura de Harry de forma possessiva.
Harry apenas tombou sua cabeça sobre o ombro de Louis se sentindo completamente exausta, da mesma maneira que o padre se encontrava, exausto, cansado e completamente satisfeito.
Os dois ficaram minutos ali, na áurea suja de sexo até que Tomlinson puxou seu pau de dentro da garota, sua porra começara a vazar mas Louis levou seus dois dedos médios até a entrada empurrando duas vezes até que a garota prendesse sua bucetinha, guardando todo o prazer de Louis dentro de si.
— Boa garota Srta. Edward. — ele a elogiou beijando seus cabelos.
Ela estava molenga sobre o banco de madeira, seus olhos eram moles e ela fechava lentamente as pálpebras batendo os cílios sobre a maça do rosto. Ele beijou as bochechas dela causando um pequeno sorriso em seus lábios.
— Vamos querida, preciso que se arrume, seus pais provavelmente estão te esperando.
✞
O padre tinha sua mão sobre a coxa da menina, seu dedão fazia um carinho sobre a pele, o carro estacionado sobre a parte escura da rua. Ela levantou seu olhar e soltou o cinto do banco, suas mãos procuraram o pescoço do homem para que ela segurasse antes de deixar um selinho demorado nos lábios dele.
— P-padre William Tomlinson, obrigada pela carona e pelo ensinamento.
— Por nada Srta. Edward, sinto que aprendeu como deve se comportar e como deve ser uma garota boa.
Ela sentiu suas bochechas inflarem, um sorriso curto nasceu em seus lábios quando ela desceu do carro e deu a volta indo até a porta do motorista se apoiando sobre o vidro do automóvel.
A porta de sua casa se abriu e a imagem de sua mãe na porta pôde ser vista. Harry sorriu pequeno e lhe acenou. Ana no entanto perguntou ao padre
— Ela se comportou bem Padre William?
— Melhor do que eu esperava Srta. Styles. — ele respondeu portando um sorriso sacana em seu rosto.
A garota corou fortemente, afinal somente ela e as paredes da igreja sabiam a forma como ela havia se comportado. Ela voltou a conversar com o homem quando sua mãe voltou para dentro de casa.
— Obrigada por ter sido tão prestativo Padre William. E com certeza eu aprendi como devo me comportar.
— Você é uma boa garota Srta. Edward. E se não aprendeu ainda, não vejo porque não lhe ensinar novamente. — ele tinha um sorriso sacana nos lábios — Nos vemos na missa de amanhã garota.
— Boa noite padre William Tomlinson, sonhe com os anjos.
Provocativamente ela saiu devagar desfilando sobre seus saltinhos de boneca. Ela não pôde deixar de mandar um beijinho para Louis antes de fechar a porta.
E Louis no carro sabia que havia pecado esta noite, porém estava tentado a pecar novamente se fosse com Srta. Edward.
louis mafioso francês, louis39, ltops, hbottom, hinter, harry19.
algumas palavras estão em francês e o significado está logo abaixo da fala entre parênteses, tw: uso de armas e facas, menção a sangue, sequestro, uso de entorpecentes, morte.
essa one é totalmente dedicada a @ltops, que desde o começo me incentivou a escrever, mandou a foto que me inspirou a escrevê-la e no desenrolar da one me ajudou muito dando todo o apoio possível. Não consegueria escrever essa one sem você, te amo! obrigada por entrar na onda das minhas loucuras
☆
O cigarro rotineiro estava entre seus dedos, o cheiro de nicotina se espalhava pelo cômodo grande, seus olhos azuis admiravam os pingos grossos de chuva que rolavam pela janela de vidro que vinha desde o teto até o chão, Marselha sendo admirada por suas orbes azuis.
Sua cabeça latejava um pouco pelo estresse acumulado de dias, seu corpo todo estava dando sinais óbvios do cansaço, no entanto Louis continuava a fechar os olhos pra isso. Suas mãos apertaram o osso de seu nariz e seus olhos se fecharam no mesmo instante em que sua cabeça tombou para trás no encosto da cadeira.
Sua cabeça latejou mais uma vez, quando seu celular começou a tocar incessantemente sobre a mesa de seu escritório, seus olhos rolaram pra dentro de suas pálpebras, ele achou até mesmo que ficariam presos, antes de avistarem o nome de Pierre brilhando na tela.
─ Tomlinson? ─ ele disparou de maneira rápida assim que Louis o atendeu. Ele apenas resmungou ─ Tá acompanhando a rota da mercadoria?
Louis piscou os olhos de forma preguiçosa.
─ Não, Pierre. ─ no mesmo instante Louis começou a ligar seu computador, acessando o programa qual tinha rastreio de todos seus carros.
Notou que o programa não acompanhava mais o trajeto do caminhão que estava transportando seus entorpecentes, atualizou o sistema vendo se de tal maneira conseguia o compartilhamento de rastreio, o que não aconteceu.
─ Pierre, por que o compartilhamento de rastreio não está disponível? ─ Louis questionou de maneira dura.
Pôde escutar o moreno respirando fundo antes de erroneamente começar a falar de maneira baixa. ─ Foi exatamente por isso que te liguei chefe, Antoine me ligou dizendo que estava acompanhando todo o caminho, quando chegou perto de um túnel, sumiu de mapa.
Louis respirou fundo, suas mãos deixaram o celular ainda na chamada em cima da mesa, em seguida as duas esfregaram a pele de seu rosto puxando seu cabelo pra trás.
─ Vocês já tentaram conversar com Lucien? ─ ele levantou da cadeira começando a andar pelo escritório. Pierre o respondeu de maneira rápida com um resmungo positivo apenas. ─ Porra e o que ele disse?
─ Ele não atende as ligações chefe, o celular chama, chama, chama e ele não atende ─ Louis olhava a cidade pela janela como se seu estresse pudesse ir embora junto com os pingos de chuva que batiam no vidro.
─ Caralho. Pierre faça o que você conseguir pra ter o rastreio de volta, vou ver o que consigo fazer por aqui.
Louis desligou a chamada e jogou o celular na mesa. Se sentou sobre a cadeira e acessou novamente o programa de rastreio, continuava da mesma maneira, o pequeno símbolo que rastreava todos os carros registrados brilhava no canto da tela, ele apertou e esperou a procura, nada aconteceu novamente.
Louis bufou e deixou um murro sobre a mesa, sua cabeça latejava incessantemente e todos seus músculos agora estavam rígidos. Ele se levantou de maneira rápida indo até o canto do escritório, no copo pequeno ele despejou uma pequena dose de whisky e o virou em sua boca.
A bebida quente desceu queimando toda sua garganta e relaxando seu corpo. Louis pegou o celular e abriu o aplicativo de mensagens, procurou pelo contato de Théo, enviou duas mensagens e fechou novamente o celular.
“Théo, que caralho está acontecendo com o caminhão?"
“Eu não posso perder a porra dessa carga"
Louis era o chefão da maior máfia da França, derrière les yeux bleus a cidade toda era sua. Marselha pertencia a Louis, ele era um homem de influência, seu nome era conhecido por quase toda a Europa, uma boa parte do Reino Unido também fazia parte dos negócios de Louis, assim como algumas cidades da Suíça e Itália.
Mas seu ponto alvo mesmo era Londres, onde tinha uma rincha com Des, o homem era chefe de uma máfia Londrina. A máfia de Des, era pequena e não vendia das melhores mercadorias o que o fazia ser escasso.
Diferente de Louis que tinha influência na cidade, era respeitado por todos os moradores dali e sempre tinha das melhores mercadorias. Por esse motivo Des tinha uma grande raiva de Louis, o homem de meia idade estava sempre fazendo de tudo pra derrubar os serviços dele, assim como sempre tentava manipular as cargas de Tomlinson.
No entanto o homem nunca havia conseguido, toda vez que tentava Louis ficava sabendo, e era o de olhos azuis mesmo que resolvia. O que quase sempre acontecia, quem ficava responsável por quase todas as atividades do grupo era Pierre e Théo.
Louis ficava com a parte de acerto de contas, Pierre lhe enviava os nomes dos devedores, ou daqueles que compravam grandes quantidades pra repassar pra máfias inimigas, porém Louis gostava do que vinha depois. Gostava de torturar as pessoas que achavam que eram mais inteligentes que ele, gostava de ver o medo nos olhos deles quando eram colocadas no galpão.
Louis gostava de que as pessoas soubessem com quem estavam se metendo.
O nome de Antoine brilhou na tela do celular de Louis e ele rapidamente atendeu, estava impaciente.
─ Antoine, conseguiu encontrar a carga? ─ ele disparou depressa assim que atendeu.
─ Louis, já fiz de tudo, já liguei pro Lucien, já rastreei a placa do caminhão, já vi todas as câmeras das rodovias e nada. ─ ele bufou como se não encontrasse mais nada pra fazer.
Louis passou a mão sobre seus cabelos e logo em seguida pegou seu maço de cigarro no bolso, acendendo um.
─ Cara, eu não posso perder a porra dessa carga, eu tenho que encontrar quem foi o filha da puta que desviou minha carga. ─ ele soltou a nicotina de seus pulmões. ─ E quando eu encontrar eu mesmo mato ele. Antoine não para de tentar, eu vou resolver isso.
O homem do outro lado só concordou e desligou.
Louis procurou em seus contatos o número de Lucien, ele quem transportava a carga, tinha que atender Louis. Tomlinson sabia que na maioria das vezes em que uma carga era desviada do seu real destino, a quadrilha inimiga só atendia a ligação do chefão, e bem Louis era esse chefão agora.
Ele clicou sobre o contato de seu capi e escutou a chamada se iniciar. Tocou uma, duas, três e até quatro vezes antes que ela fosse recusada. Louis franziu as sobrancelhas antes de tornar a ligar. Tocou uma, duas, três, quatro e na quinta chamada ele atendeu.
─ Alô? ─ Louis perguntou.
Um chiado alto podia ser escutado no fundo, várias vozes podiam ser ouvidas também.
─ Lucien? ─ ele tentou mais uma vez.
─ Calem a porra da boca seus vagabundos. ─ Louis reconheceu a voz áspera e velha. ─ Até que enfim Louis, achei que não fosse ligar.
Louis deixou uma gargalhada sarcástica entrar pelo microfone do seu celular.
─ Você tá fudido você sabe, não é? ─ ele sugou mais uma vez a nicotina de seu cigarro.
─ Estou morrendo de medo Louis, realmente, estou até tremendo ─ a voz rude o dava nojo e repulsa, Louis queria cuspir na cara dele.
Louis se levantou de sua cadeira e olhou pelo vidro de sua janela, o sorriso maléfico começava a surgir no canto de sua boca.
─ Des, eu espero do fundo do meu coração que você tenha aproveitado sua vida até o dia de hoje, porque dele você não passa. ─ Louis sentia seu sangue borbulhar. ─ E você não passa porque eu mesmo vou matar você, seu filho da puta.
A risada de deboche soou do outro lado, foi a última coisa que Louis escutou antes de desligar.
Era óbvio que Styles estava por trás disso tudo, ele estava passando uns dias na cidade vizinha, provavelmente já havia pensado em tudo para que pudesse desviar a carga de Louis.
Ainda no escritório com o telefone na mão, abriu o grupo de mensagens que tinha com Pierre, Théo e Antoine e começou a digitar:
“Foi o filho da puta do Styles que pegou minha carga, comecem a rastrear o celular dele e dos capangas, quero todos os envolvidos nessa cachorrada no galpão, cuidem disso pra mim”
“Estarei ocupado até perto da meia noite, depois encontro com vocês no galpão. Não matem o filho da puta, eu quero fazer isso.”
Louis deixou seu celular sobre a mesa e pegou o reserva que só recebia chamadas, o colocou em seu bolso e antes de sair do escritório bebeu mais uma dose de whisky.
O magnata saiu em direção ao seu quarto, pelo caminho já começou a retirar seu terno azul escuro junto de sua gravata. Chegou em seu quarto e jogou tudo sobre a cama.
Em seu closet vestiu sua calça social preta com seu cinto da mesma cor, os sapatos brilhantes, sua camisa de botões também preta, e por cima somente um terninho. Abriu a gaveta que tinha seus revólveres e puxou o mais novo dentre todos os outros, era brilhante e reluzia contra a luz amarelada do cômodo, Louis prendeu em sua cintura e mais uma vez na mesma gaveta retirou sua faca, assim como seu revólver ela também reluzia, sua lâmina era em um preto fosco com alguns detalhes enfeitando-a, alguns desses decoravam o cabo dela. Ele a prendeu no protetor e colocou na sua cintura, no lado oposto ao da arma.
Saiu do closet e seguiu até sua mesa de cabeceira, de lá pegou suas luvas de couro, estavam novas e limpas -pelo menos até agora- pegou também a touca preta que fazia algum tempo que não usava. Louis desceu depressa de seu quarto pegou a chave de sua Bugatti Centodieci e saiu em direção a ela na garagem, assim que entrou a primeira coisa que fez foi desativar o rastreio no aparelho que tinha em seu bolso.
Se Des queria conhecer Louis de verdade, agora ele conheceria. E se ele queria jogar, Louis ganharia.
Tomlinson sabia exatamente o que faria enquanto dirigia pela rodovia vazia e comprida, suas mãos apertavam o volante conforme ele se aproximava de seu real destino, seu coração bombardeava sangue mais rápido por todo seu corpo o deixando nervoso, o porquê disso e de toda essa reação ele não sabia, estava acostumado a fazer isso e hoje não seria diferente.
O automóvel entrou na pequena estrada de terra que ficava do lado direito da rodovia, as arvores cercavam o carro de Louis e o sol que já se punha ao fim do horizonte iluminava seus cabelos castanhos. A poeira subia conforme Louis acelerava pelo caminho.
Foram somente mais três minutos até que ele avistasse a casa grande que ficava escondida no fim da estrada, o sol reluzia nas janelas grandes da mesma forma que iluminava as gigantes arvores que cercavam o casarão. Louis sabia exatamente o porque da casa ser tão escondida e cercada de arvores gigantes, Des gostava de se esconder pelas merdas que fazia.
Louis desligou o carro em uma distância boa da casa, vestiu a touca preta que cobria seus cabelos, sua boca, e deixava somente seus olhos azuis de fora, suas luvas também foram postas em seus dedos, antes de descer do carro certificou de pegar o saco de renderização e um pano que estava ali. visualizou o horário em seu celular. 18:25, ele suspirou e saiu deixando o carro sem trancar.
Se aproximou do portão preto da casa e viu um dos capangas de Des vestindo terno e com uma postura invejável, ali Louis teve a resposta que queria, a casa não estava vazia. Louis se abaixou e mirou a ponta do revólver na cabeça do homem, não esperou nem mais um minuto antes de destravar e puxar o gatilho, acertando o tiro diretamente na testa dele.
O corpo caiu no chão e Louis foi rápido em se aproximar para verificar os batimentos do homem, que já não existiam mais. Louis pulou o corpo entrando assim na casa de Des, o jardim vasto e verde na frente da casa estava vazio e Louis suspeitou que somente a pessoa pela qual ele procurava estava ali, afinal ninguém se preocupou com o barulho do tiro.
Tomlinson começou a andar devagar pelo jardim, a porta da frente estava fechada, mas não trancada, Louis só precisou a forçar para baixo que conseguiu entrar. Seus olhos analisaram a sala que também estava vazia, a cozinha estava da mesma maneira, Louis subiu as escadas da casa em silêncio, não queria assustar sua vítima.
O quarto estava com a porta aberta, mas assim como os cômodos debaixo também estava vazio, no entanto Louis entrou no cômodo, as paredes em uma cor de creme, a cama de casal estava com o cortinado em um véu fino, o colchão estava repleto de almofadas rosinhas, assim como um ursinho.
Louis foi até a janela do quarto, o vidro fechado dava vista para parte traseira da casa, a piscina de cor azul clarinha já era coberta pela sombra, as espreguiçadeiras estavam postas nos pisos em volta da piscina e foi ali que Louis a viu. Um livro estava nas mãos dela, Tomlinson não podia ver muito da garota, mas o que podia enxergar já o deixava ansioso.
Sabendo exatamente para onde ir, ele desceu as escadas da casa depressa e seguiu pela cozinha, a porta dos fundos estava aberta e Louis soube que era por ali que ela havia saído. Ele diminuiu a força que colocava em seus pés e a velocidade de seus passos, segurou a arma em sua mão, estava travada, nunca faria mal algum para aquela coisinha de cachos.
Se aproximou de forma lenta da cadeira e pôde ver as mãos segurando o livro, as unhas estavam pintadas de preto, Louis lentamente parou atrás da menina e se abaixou devagar, pode sentir o cheirinho gostoso que vinha da pele dela assim como dos cachos que estavam cheirando a baunilha. Ela estava tão entretida no livro que nem mesmo notou a presença atrás dela.
Lentamente Louis levou o cano do revolver até a cabeça dela, sentiu quando ela abaixou o livro e tentou se virar, mas Louis foi mais rápido em colocar uma de suas mãos na boca dela, sua luva preta cobria toda a boquinha rosa e agora ele podia ver de canto os olhos verdes arregalados, os cílios batiam na maçã do rosto dela. Ele escutou a respiração começar a ficar falha e desregulada e o corpo querer começar a reagir.
─ Shh...Não se mexe, não vou te machucar ─ Louis garantiu. ─ Não faz nenhuma gracinha e fica bem quietinha, tá me entendendo?
A menina assustada apenas balançou a cabeça de maneira rápida indicando que ficaria quieta.
─ Levanta daí ─ ele continuou com a arma na cabeça dela enquanto ainda mantinha a boca da garota fechada.
Ela o obedeceu e fez o que ele pediu, parando em frente a ele, de costas. Em seu corpo tudo o que tinha era um vestido minúsculo de cor creme com cerejas espalhadas por ele todo, os cachos estavam meio presos e meio soltos pelos ombros a tornando ainda mais angelical.
Louis tirou a mão da boca dela pra puxar o pano que estava em seu bolso.
— P-porque tá fazendo isso c-comigo? P-pega o q-que quiser e m-me deixa — a voz era chorosa e fazia Louis querer desistir.
— Eu quero você boneca. — Louis respondeu simples — E se eu não me esqueça mandei você ficar quietinha.
A menina abaixou a cabeça colocando a mão em frente ao corpo. Ela sabia que seu pai fazia coisas erradas por isso nunca se envolvia em absolutamente nada das coisas sujas com medo de acontecer exatamente isso que estava acontecendo agora, neste exato momento.
E ela também sabia que seu pai não se importaria se fosse preciso da ajuda dele pra tê-la de volta.
Louis passou o pano pela boca dela, prendendo-o na nuca, não tão forte mas forte o suficiente para impedir que ela falasse qualquer coisa. Com suas mãos calejadas Louis virou a menina de frente pra si, os olhos verdes dela brilhavam em lágrimas, algumas já escorriam pelas bochechas branquinhas, Louis levou suas mãos até elas limpando o rosto delicado com suas luvas.
— Não chora boneca, eu não vou te machucar — ele garantiu mais uma vez a ela.
Ela ainda tinha os olhos chorosos quando Louis tirou o saco de seu bolso, ele levantou até em frente aos olhos dela, esses que se espantaram na hora.
— Vou colocar em você e você vai ficar quieta, pode ser? — Harry assustada só chacoalhou a cabeça.
Louis vestiu o pano na cabeça dela e a abertura embaixo não impedia que ela respirasse. Dessa maneira Louis começou a guiá-la para dentro da casa, ele passeou com o corpo a guiando como uma marionete. Ela andava em passos lentos pela sala de sua casa e em seguida era guiada a porta de entrada.
Louis andava logo atrás dela, ele mantinha sua mão nas duas da garota, que estavam nas costas da mesma, ele estava sempre verificando aos redores, afinal não sabia o que poderia vir dali. Assim que chegou no carro, a colocou no banco traseiro.
— Tente qualquer coisa, faça uma graça, que eu acabo com você. — sua voz era grossa e intimidante.
Ele fechou a porta com uma força calculada pra que fizesse o corpo dela pular no banco. Assim que ele entrou no carro pegou o celular de seu bolso e começou a digitar o número de Des, sabia que seus homens ainda não tinham o capturado.
— Alô? Quem é? — a voz deixava Louis enojado.
— Chore pro seu pai ter dó de você, chore, quem sabe assim ele não vem te libertar — Louis falou a garota e levou o celular até a boca de Harry.
Murmúrios saíam da boca dela, o pano impedia que qualquer palavra saísse dali. Louis sentia pena de Harry, não queria machucá-la de verdade e não estava, era apenas chantagem ao próprio pai.
— Harry? — ele perguntou desconfiado — Quem é que está fazendo essa brincadeirinha ein?
Louis sorriu maléfico.
— Quer sua filhinha de volta, Styles? — Louis sorria por debaixo da máscara — Devolva a porra da minha carga.
Tomlinson escutou o exato momento em que a gargalhada cortou o silêncio do carro.
— Acha mesmo que eu me importo com essa daí? Pode levá-la, não vai me fazer falta alguma — as palavras eram bruscas e deixavam o carro com um clima desconfortável. — Leve-a para onde quiser, não me importo.
— Espèce de fils de pute inutile.
(Seu filho da puta inútil)
Louis deligou o telefone com raiva, seu sangue borbulhava em suas veias tanto por sua carga tanto pela maneira como Des havia falado de Harry. Essa que estava no banco de trás soltando pequenos soluços.
— Pare de chorar. — ele mandou.
Tomlinson não podia ser coração mole, pelo menos não agora, apesar de seu coração doer por saber que Des tratava Harry, uma garota tão doce e angelical dessa forma.
Louis conhecia Harry desde que a menina tinha completado seus 15 anos, se lembra da festança que o pai tinha dado a ela, o falso tratamento enquanto estava no meio de todos, a chamando de filha, dizendo no meio de todo mundo o quanto a amava e o quanto a de olhos verdes era importante. Desde então Louis nunca mais havia visto a menina pessoalmente, mas estava sempre entrando nas redes socias dela vendo cada publicação que fazia.
Seja dos cachos, da piscina, do sol que batia na janela dela, dos biquínis novos que comprava e até mesmo dos livros que decoravam a prateleira dela. Apesar de não ter um pai presente e do jeito que merecia, tinha tudo o que queria.
Louis viu seu celular vibrar no banco e mesmo com a tela bloqueada pôde ler a mensagem de Théo. “Pegamos o filho da puta e os capangas de merda, a carga já está com a gente”
Louis sorriu, mas ainda tinha mais uma coisa que precisava fazer antes de acabar com a vida dele.
☆
Tomlinson estacionou o carro na garagem de sua casa e ativou o sistema de rastreio. A viagem havia sido feita em completo silêncio, Louis até achava que a garota havia dormido, no entanto quando abriu a porta traseira e encostou no braço dela viu que ela estava mais acordada do que nunca.
Louis agora já estava sem máscara, sabia que provavelmente Harry também já soubesse que era ele quem estava ali. Suas mãos puxaram o saco da cabeça da menina, liberando o rosto pálido.
Que não estava tão pálido assim, já que as bochechas estavam vermelhas de tanto chorar e os olhos inchados. Tomlinson levou as mãos até as bochechas limpando as lágrimas, ele deixou um beijo sobre a bochecha gelada e salgada dela antes de a guiar pra dentro de sua própria casa.
Os olhos verdes estavam atentos, olhavam em volta e brilhavam a cada pequena coisa que via. Louis a colocou no sofá e passou a mão nos cachos os afagando. Seu rosto estava suave e não passava medo algum a Harry, ela também já o conhecia o suficiente.
Louis se sentou sobre a mesa retangular que ficava no centro de sua sala e pegou o seu celular que havia deixado ali mesmo. Ele certificou de Harry olhasse exatamente pra ele e tirou uma foto. Fez questão de compartilhá-la com Des, pra que soubesse que sua filhinha de agora em diante, seria dele.
Tomlinson jogou o celular no sofá e foi até seu barzinho, despejou uma dose de whisky, se sentou de maneira despojada na poltrona e bebericou o líquido, ele desceu rasgando sua garganta, tanto que fez Louis fechar os olhos e jogar a cabeça pra trás.
Nesse exato momento, Harry se levantou do sofá e começou a correr, Louis imediatamente abriu os olhos e viu a menina indo em direção a cozinha, o mais velho deixou o copo na estante e correu atrás da menina.
Ela tentava impacientemente abrir a porta dos fundos, porém viu quando Louis chegou na cozinha e não teve outra escolha a não ser puxar uma das facas que estavam sobre a bancada da cozinha. Ela segurava a faca com as duas mãos apontando diretamente pra Louis que estava a poucos metros dela.
Esse que arqueou as sobrancelhas e sorriu sádico.
— Huh, quer dizer então que vai me machucar? — Louis lentamente levou a mão até o revólver em sua cintura — Tsc tsc, vai ser uma tentativa falha petit, eu gosto da dor sabia? Principalmente se ela for causada por garotinhas burras e ingênuas como você.
(pequena)
Harry tinha os olhos atentos em Louis, mas não o bastante pra perceber quando ele chegou perto o suficiente e tirou a faca da mão dela. Ele foi rápido em jogar a faca na pia e puxar a menina contra si.
Sua mão puxou o revólver e levou até a cabeça dela, não iria atirar, mas puxou o gatilho apenas pra sentir a respiração desregulada dela.
— Você é mesmo desobediente, hm? Disse pra você ficar quietinha e não tentar nada. Bonequinha burra.
Ele a levou de volta pra sala e a sentou no mesmo lugar, porém tirou o pano da boca dela somente pra amarrar os pulsos dela. Ainda com a arma em mãos pegou seu celular e dessa vez começou a gravar.
— Des, você é realmente um péssimo pai, não ensinou nem mesmo o básico da obediência à sua filha. Uma garotinha tão burra e desobediente. — Ele gravava o rosto da garota com a revólver apontado na cabeça dela.
No entanto os olhos de Harry não transmitiam medo, tinham um brilho aceso, um brilho quente, um brilho ardente.
“Será que sou eu quem vou ter que ensiná-la a ser uma boa garota Des? Por que eu acho que nem você vai ter tempo de ensiná-la né? Porquê agora você não fala nada boneca? É só quando está comigo que é desobediente?”
A menina nada dizia. Tomlinson encerrou o vídeo e enviou mais uma vez a Des, sabendo que seus homens mostrariam a ele. Louis segurou seu celular nas mãos e pegou seu copo de whisky novamente, bebericou a tempo de ver que a mensagem havia sido respondida.
Era uma mensagem de voz.
“Ela sempre foi uma menina burra. Uma garotinha estúpida que nunca obedecia ao próprio pai, uma completa mimada. Não sei como ainda está com ela, esta garota não vale nada, fico até mesmo surpreso que tenha pego ela e não meus pertences caros.”
Tudo o que Louis sentia era nojo escutando a voz rude de Des na mensagem, Harry no entanto tinha uma pequena lágrima no canto da bochecha.
Louis chegou perto da garota e como já havia feito duas vezes, secou mais uma vez a gota salgada. Se sentou em frente a ela na mesa de centro, os lábios estavam tão vermelhos por terem ficado presos por tanto tempo.
O mais velho bebericava da bebida alcoólica enquanto observava o modo inquieto de Harry.
— Porque eu? — ela perguntou baixo.
Louis limpou o canto de seus lábios e rodou a boca do copo. Ele arqueou as sobrancelhas antes de respirar fundo e responder a pergunta.
— Porque diferente do seu pai, sei que você não é uma garota burra. Você pensa em exatamente tudo o que vai fazer, sabe das consequências de seus atos.
Ela ergueu os olhos, mais uma vez aquele brilho se apossava das íris esverdeadas e porra, aquilo só aumentava a vontade de Louis de afundar sua língua na boca dela.
— E o que te faz pensar isso sobre mim? — ela perguntou erguendo uma das sobrancelhas.
Louis sorriu ladino.
— Porque eu sei que você não correu pra cozinha na intenção de fugir, mas sim na intenção de me irritar pra te tratar com brutalidade. — ele bebericou enquanto via a garota vacilar. — Porque você gosta de chamar atenção, gosta de ser uma boneca pidona, gosta de implorar com esses olhos verdes.
Ela lambeu os lábios e manteve seus olhos em Louis, ela mexia os dedos e chacoalhava a perna deixando claro sua impaciência. Louis virou a bebida em sua boca e se levantou ficando em frente a ela no sofá.
Suas mãos escorregaram até os cachos dela, afagaram sua cabeça em um carinho lento, ele jura que quase a ouviu ronronar e roçar o rosto em sua perna como uma gatinha manhosa. No instante seguinte ele puxou os cachos dela pra trás com força, a assustando.
— Tá vendo? É só te dar o que você quer que você se torna uma boneca manipulável. — ele levou a outra mão até a bochecha dela, passeando com a luva de couro ali na pele lisa.
Ela tinha os olhos atentos nos azuis de Louis, eles não demonstravam os reais sentimentos dela, porque Louis via ela apertando os dedos da mão de forma impaciente.
— Sabe, vou ter que concordar com seu pai pelo menos em uma coisa — ele disse de maneira lenta ainda fazendo carinho no rosto dela — Exatamente na parte onde ele diz que você é uma garotinha completamente mimada. Por que é o que você é não é Harry? Uma boneca mimada, que adora ter tudo o que quer, na hora que quer, não é? Hm?
Os olhos dela brilhavam, brilhavam como uma das estrelas que pintavam o céu naquela noite. Assim como havia puxado os cachos de maneira rápida também os soltou da mesma forma.
Ele lentamente voltou até sua poltrona e se sentou, uma perna pra cada lado, completamente com as pernas abertas, as mãos com as luvas dançavam por sua coxa. Louis tirou um maço de cigarro de seu bolso enquanto ainda era assistido por olhos verdes flamejantes, levou até seus lábios e acendeu, a chama alaranjada iluminando seus olhos azuis.
O celular de Louis vibrou em cima da mesa, era uma chamada de Des, Tomlinson ficava espantando em como o homem ainda tinha coragem de o ligar. De qualquer maneira o magnata atendeu.
— Chefe, ele insiste em pedir pra ligar — era Pierre.
— Deixe esse nojento falar logo, tenho mais o que fazer. — Louis disse impaciente.
Escutou de forma abafada Pierre pedir para que ele falasse logo.
— Você é mesmo um idiota né Louis? — Tomlinson sabia o que vinha pela frente, será que a até o último minuto de sua vida ele continuaria a insultar a própria filha? — Tinha milhões guardado no meu cofre, tinham carros que valiam bem mais do que essa garotinha aí e você resolveu a pegá-la? Você podia ter pego qualquer revólver que quisesse no quarto ao lado dela, qualquer coisa Louis, mas você quis essa menininha estúpida.
Louis tinha um sorriso em seu rosto, somente escutava as coisas nojentas que Des falava sobre a filha enquanto essa estava de cabeça baixa no sofá.
— Você é mesmo um nojento, né Des? Eu sei que está falando tudo isso porque na verdade está com ciúmes da sua filhinha, porque agora ela é minha, agora eu vou cuidar dela e mimar ela do jeito que você poderia ter feito, mas foi um pai tão nojento e inútil que nem isso você consegue.
Enquanto Louis falava dessa maneira de Harry ele via os olhos dela brilhando, brilhando e borbulhando em lágrimas. Louis a chamou, suas mãos batiam lentamente em sua coxa, em um convite mudo e silencioso pra que viesse até ali.
— Vem aqui boneca, ajoelha aqui no meio das minhas pernas. — ele disse baixo, em um pedido que foi rapidamente obedecido. — Sinto muito Des que você tenha sido tão inútil como pai e como o chefe de uma máfia também.
Sem mais nem menos Louis desligou a chamada, deixando a sala em silêncio. Ele sugou a nicotina pra dentro de seus pulmões e sorriu pra Harry. Essa que estava ajoelhada no meio de suas pernas com uma cara pidona, os olhos piedosos faziam Louis querer se afundar nela.
— Seu pai é tão mal com você não é, minha boneca? — ela balançou a cabeça esfregando sua bochecha na coxa dele enquanto sentia ele afagar sua pele. — Ele é tão doente, mas sabe de uma coisa?
Ele viu os olhos de Harry voltarem pra si e brilharem. Ela levantou as sobrancelhas em uma resposta muda.
— Je peux être ton papa, posso ser o papai que você quer. — ele puxou o cigarro em sua boca mais uma vez soltando a fumaça no rosto dela.
(Eu posso ser seu papai)
— P-pode Lou? — ela perguntou com uma inocência forçada, uma que ele sabia que não existia naquele corpo.
Louis acariciou a bochecha dela.
— Posso, bonequinha. Você só precisa implorar. — ele falou simples passando o dedão sobre o lábio dela — Implora pra mim, implora pra que eu seja seu papai e te use como você merece, implora pra mim com essa boquinha rosa.
Nesse momento a luva de Louis estava jogada sobre a mesa de centro da sala. Harry mais uma vez borbulhou os olhos em lágrimas e fez um bico pidão, as sobrancelhas repuxadas.
— P-por favor, Louis. Eu quero tanto que você seja meu papai, que você me trate como sua bonequinha e me deixe ser totalmente sua. E-eu prometo ser uma boa garota, prometo ser uma boneca boa pro meu papai usar. Por favor.
Louis sorriu ladino, com uma mão segurou a faca que tinha em sua cintura e forçou a lâmina no pescoço dela enquanto a outra mão se apossava dos cachos. Os olhos da garota transmitiam o brilho da luxúria.
— Você é tão manipulável amor. — ele raspou os lábios no dela — Vraiment une petite poupée gâtée et stupide.
(Verdadeiramente uma bonequinha mimada e estúpida.)
Louis a levantou do chão pelos cabelos, segurava forte os fios cacheados, a trouxe para seu colo, sentando a bunda dela em sua coxa. Sua mão ainda mantinha a faca no pescoço dela, a outra agora afagava a cintura.
─ Não tem medo boneca? ─ ela franziu as sobrancelhas como se perguntasse o porquê ─ Medo de morrer exatamente aqui no meu colo, é só eu forçar um pouquinho mais essa faca que você vai ter uma morte linda aqui na minha frente.
Ela sorriu ladino e lentamente se aproximou do ouvido dele.
─ Não tenho medo papai. Não tenho por que sei que você não faria, você está sedento por mim da mesma forma que eu estou sedenta por você.
Louis desceu a faca brilhante pelo pescoço dela, a pontinha deixava uma linha vermelha no corpo belo, ele passeou por entre os seios e em seguida subiu até a alça fina, ele observou os olhos de Harry, estavam ansiosos e Louis poderia gravá-los só para que pudesse guardar essa imagem pra sempre.
O magnata enfiou a faca por debaixo da fitinha e lentamente puxou a arma branca pra cima cortando a fita delicada do vestido dela, o tecido que cobria seus seios caiu pra frente mostrando a pontinha do montinho de carne, da mesma maneira que havia feito Louis passeou com a faca no corpo dela e seguiu até a outra fitinha estourando-a também.
Com as duas estouradas ele conseguia ter a imagem perfeita dos peitinhos, os biquinhos amarronzados e durinhos, a aréola só um pouco mais escura que os biquinhos contrastavam com a cor clara e lisa de sua pele. Ela sorriu quando viu Louis ficar encantado ao ponto de permanecer olhando por vários segundos.
─ Si tu as si soif, ma petite poupée, montre-moi. ─ a voz ficava ainda mais grossa quando pronunciava o francês com um sotaque puxado.
(Se está tão sedenta assim minha bonequinha, me mostra)
Harry imediatamente levou suas mãos até a nuca de Louis, seus dedos enroscaram nos cabelos castanhos dali e puxaram pra trás, a cabeça de Louis tombou e Styles conseguiu o momento perfeito pra colocar uma perna de cada lado da cintura de Louis e em seguida grudar os lábios no do chefão.
Tinha sabor de whisky com nicotina, era uma mistura deliciosa, diferente de todas as outras que Styles já havia provado em sua vida, mas já se tornara sua favorita pois estava no topo de sua lista de sabores prediletos. Ela afundou sua língua na boca do magnata demonstrando ali toda a vontade que tinha dele.
Louis, no entanto, segurava possessivamente a bunda de Harry em seu colo, completamente entregue ao beijo gostoso, Harry era a personificação de perdição e perfeição, os lábios eram tão macios, a língua tão estupidamente molhada e gostosa de sentir contra a sua, Tomlinson poderia passar o resto de sua vida se afundando na boca de Harry.
O magnata puxou o lábio inferior da menina o chupando de maneira lenta pra dentro de sua boca, a provocando da mesma forma que ela fazia rebolando os quadris lentamente sobre o caralho duro dele. Os dentes branquinhos de Louis seguravam o lábio de Harry dentro de sua boca enquanto sentia as investidas gostosas que ela dava em seu colo.
─ Putinha gostosa do papai ─ ele estalou um tapa na bunda dela, que foi muito bem recebido por um gemido alto e manhoso.
Louis investiu o quadril pra cima empurrando seu caralho na bunda de Harry, ela como uma cadela necessitada gemia exageradamente alto enquanto empurrava sua bunda contra as estocadas dele.
A menina em seu colo mais uma vez puxou os cabelos de sua nuca e tombou a cabeça dele, o pescoço com diversos pelinhos ralos da barba cheiravam a um perfume forte e másculo, ela esfregou a língua ali, dançando sobre a pele cheirosa. Louis, fechava os olhos e gemia manhoso sentindo a língua quente de Harry lhe lamber.
Ela mordeu fraquinho causando um arrepio na pele do magnata e em seguida sugou pra dentro de sua boca, deixando a marquinha roxa que ela adorava deixar. Ela suspirou alto quando Louis apertou a pele da cintura tão forte que provavelmente ficaria a marca de seus dedos.
Ela controlava o prazer do magnata somente chupando o pescoço dele, ela o tinha na palma da mão. Pelo menos era o que ela pensava. No segundo seguinte Louis a virou na poltrona, o corpo de Tomlinson pressionando o seu, as pernas esbeltas enroladas na cintura dele enquanto o pau se esfregava na calcinha rosinha dela.
Ele desceu sua boca até o pescoço de Harry, deixou mordidas fortes ali, diversas marcas ficavam evidentes na pele clara e delicada dela, mas seu alvo mesmo era o peitinho gostoso que estava descoberto. Ele formou um bico em sua boca deixando somente um pequeno buraquinho pra que o filete de saliva saísse por ali e caísse diretamente no biquinho dela.
Seus dígitos foram rápidos em esfregar a saliva com uma força arranjada causando arrepios e no fundinho uma dor que deixava Harry ainda mais sedenta. Sem mais esperar mamou o montinho de carne, sugava com tanta maestria que suas bochechas formavam vincos.
A menina abaixo de si se contorcia, os olhos estavam fechados com força enquanto a boca estava aberta em um O bonito, os dedos estavam como sempre nos emaranhados de cabelos empurrando a cabeça dele contra o próprio peito.
— P-papai você me mama tão bem — ela gemeu alto na sala.
Louis mordiscou o biquinho e o puxou arrepiando-a. Seus lábios foram rápidos quando passaram pro outro seio, a língua rodopiava no biquinho, o molhando e deixando-o babado de saliva. Enquanto chupava, sua mão lentamente subiu até a boca de Harry, o dedo médio e o anelar entrou rapidamente na boquinha molhada.
Ela imediatamente começou uma sucção gostosa, exatamente como ele fazia em seu peitinho, ela sugava com tanta vontade e dedicação que Louis gemia abafado no seio. Os dois eram uma bagunça de saliva sem nem terem começado ainda. Ele desgrudou a boca do peitinho dela e a olhou, os olhos verdes eram piedosos e a boca rosa estava cheia com seus dedos.
— Tá bom poupée, agora puxa sua calcinha de lado pro papai, puxa — Harry gemeu pela maneira suja que o magnata a tratava.
(boneca)
Ela levou os dedos rapidamente a sua calcinha a puxando de lado, Louis agora estava ajoelhado no chão, deslumbrando da imagem absurda que era ter Harry com as pernas abertas diante de si, Louis jurou que poderia morrer ali mesmo.
A bocetinha da menina era uma perdição, os lábios eram gordinhos, mas não o suficiente para esconderem o grelinho, que era tão delicado, os pelos ralos que ela tinha na região contrastavam com a pele rósea. Louis levou os dedos que a minutos estavam na boca de Harry e os esfregou no grelinho.
Ela tremeu na poltrona, Louis a julgou tão sensível, ele nem havia a tocado direito e ela tinha sentido tanto. Ele desceu os dígitos os molhando com o próprio melzinho, eles brilhavam contra a luz da sala, os dedos subiram e mais uma vez massagearam o clitóris dela, dessa vez ela gemeu.
O magnata começou a masturbar a bocetinha dela, ora forte ora mais fraco, mas na mesma intensidade, era tão gostoso ver a garota se contorcendo na poltrona enquanto apertava os peitinhos em procura de alívio de seu prazer. Louis estava deslumbrado com a imagem de Harry tão entregue pra si, tanto que ele não esperou nem mais um segundo pra afundar sua boca na boceta molhada dela.
Sua língua foi rápida em se esfregar no grelinho, fazendo o trabalho que seus dedos faziam antes, esses, no entanto desceram até a entradinha brincando com o mel que escorria de forma abundante. Ele chupou o clitóris pra dentro de sua boca e esfregou a língua por ele todo, era tão gostoso ter ela em sua língua, provar do seu melzinho e saborear de uma buceta tão gostosa como a dela.
— Buceta gostosa que a putinha do papai tem — ele estapeou o grelinho dela, fazendo-a tremelicar — Ma chatte préférée.
(Minha buceta predileta)
Os olhos dela brilharam como estrelas. — Se é sua predileta papai, por que ainda está falando e não está com a boca nela?
Louis arqueou as sobrancelhas e sorriu sacana com a audácia da menina.
— Vadia minha.
No segundo seguinte ele tinha a buceta dela em sua boca. A língua explorava todos os cantos, subia, descia, rodava e até mesmo esfregava sobre a entradinha apertada. Ele deixou sua atenção toda no grelinho enquanto levava seu dedo indicador até a entrada, esfregou o dígito ali e sentiu ela se contrair, ele sorriu enquanto a chupava.
Continuou a esfregar seu dedo ali até que de tão necessitada a própria entrada da boceta de Harry o engoliu. Ela se contorceu na poltrona, as costas se arquearam e ela apertou a cabeça dele contra sua buceta, sentia de forma tão gostosa ele lhe chupar que sentia-se nas nuvens.
Tomlinson começou a movimentar os dedos em um vai e vem rápido, os barulhos molhados se espalhavam na sala e deixavam os dois ali presentes fora de órbita. Louis sabia como chupar uma buceta com maestria. Ele mamava o grelinho dela e curvava seus dedos dentro da bucetinha de uma forma absurdamente pornográfica.
Harry gritava tanto na sala que Louis tinha vontade de mostrar pra todos o quanto sua boneca era gostosa e barulhenta. Ele subiu seus lábios pela barriga dela, abocanhando o seio novamente. Ele a faria gozar mamando em seu peitinho.
Puxou o biquinho por entre seus dentes e no mesmo instante empurrou seus dois dígitos no buraquinho molhado dela. As costas se curvaram fazendo com que o peitinho entrasse ainda mais na boca dele, Louis se sentia no céu, seus dedos eram abrigados de forma acolhedora na buceta dela e sua boca era recheada pelo peitinho. Tudo o que ele sempre sonhou estava acontecendo exatamente ali, na sua sala.
Os olhos de Harry estavam fechados fortemente formando ruguinhas nos cantos, a boca vermelha por estar a tempo sendo mordida e as sobrancelhas sempre franzidas. Louis babou no peito dela e puxou seus dedos da buceta, quando ele enfiou o seio em sua boca novamente meteu os dedos fortemente, o corpo da garota solavancou na poltrona e ela deixou um grito alto sair de seus lábios.
─ Tão absurdamente molhada e barulhenta boneca ─ Louis soprou o biquinho a arrepiando.
─ C-continua por favor papai, e-eu vou gozar.
Louis sorriu e no mesmo instante começou a chacoalhar os dedos dentro de Harry, o barulho molhado se intensificou e conseguiu ser mais alto do que os gemidos manhosos que ela soltava conforme apertava sua bucetinha nos dedos dele. Tomlinson sentiu quando ela gozou sobre seus dedos, o corpo inteiro tremeu e um grito fino saiu da boca dela, mas o que mais o deixou encantado foram os olhos vermelhos do choro, ela chorava enquanto gozava, chorava tendo seu orgasmo nos dedos do magnata.
─ Porra. tu es magnifique ─ Louis estava honestamente encantado
(você é magnifica)
Seu pau explodia dentro da calça, uma mancha escura já era possível de ser vista conforme ele se levantou do chão, suas mãos foram rápidas em tirar o cinto e desabotoar a braguilha da calça social. Ele puxou seu caralho de dentro da calça, pingava e brilhava contra a luz, Harry sentia sua boca salivando na poltrona.
O magnata se aproximou dela e ela logo levou as mãos até o cacete dele, obviamente foi repreendida por Louis que bateu forte em seu rosto.
─ Vagabunda. É tão necessitada assim que precisa sempre tocar um pau quando vê? Você esqueceu que eu sou seu papai e eu decido o que devo fazer com você? Hm? ─ ele passeava com o polegar sobre o lábio dela.
Ela olhava de forma piedosa a Louis, os olhos brilhavam com as lágrimas recentes. ─ Desculpa papai.
─ É claro que eu desculpo petit poupée. Agora abre essa boquinha e coloca essa língua pra fora pro papai te engasgar com o caralho, abre?
(bonequinha)
A menina rapidamente colocou a língua pra fora e abriu a boca, como uma garota obediente obedecia a seu papai. Louis segurou seu caralho pela base e com a cabecinha escorrendo pré-porra ele esfregou na língua dela, antes de enfiá-lo na boca deixou duas batidinhas na bochecha a sujando do líquido transparente, Harry adorava ser tratada de tal maneira que até fechava os olhos recebendo tudo de bom grado.
Louis não esperou mais nem um segundo e enfiou seu cacete na boca dela, a cabecinha alcançou a garganta fazendo-a engasgar-se e soltar uma quantia absurda de baba sobre seu cacete. Ele punhetou seu pau com a saliva que Harry cuspiu e chacoalhou a cabeça em negação.
— É uma vadia tão necessitada, mas não aguenta meu caralho? Tsc Tsc que boneca burra.
Ele continuou a punhetar o pau e viu Harry choramingar, os lábios tremiam e os olhos lacrimejavam absurdamente, ela chorava, mas dessa vez era de desespero por ter sido ruim pra Louis.
— P-papai desculpa, prometo ser boa pro senhor, tenta de novo, fode minha boquinha. — a voz era tão baixa e manhosa.
Louis afagou os cachos e segurou no pescoço dela, ele se abaixou e raspou os lábios antes de sussurrar: — ma sale chienne.
(minha cadela suja)
Ele se levantou e manteve a mão no pescoço dela, ele guiou seu pau até a boca rosada e estocou devagar, a língua era tão absurdamente quente e a boca abrigava seu pau tão bem que Louis poderia passar o restante de sua vida enterrado na boca de Harry.
O magnata movia o quadril de maneira lenta, as estocadas certeiras deixavam Harry sedenta por mais, ela queria mais, queria o pau surrando na sua garganta, queria os olhos borbulhando em lágrimas, queria a boca ardendo por suportar o tamanho de Louis. Mas no fundo ela sabia que o homem só fazia isso por conta do primeiro engasgo.
Harry forçou sua cabeça contra o cacete, a mão de Louis em seu pescoço impossibilitava um pouco seus movimentos, porém Tomlinson percebeu que ela precisava de mais. Ele tirou seu pau da boca dela e cuspiu sobre a língua pra no segundo seguinte empurrar seu caralho na cavidade molhada.
A glande gorda bateu na garganta e dessa vez ela não engasgou, mas Louis viu os olhos se enchendo de lágrimas, ela rodopiou a língua no caralho dele e sentiu a pré -porra saindo em sua língua. Louis tinha a cabeça tombada pra trás, mas nem por isso perdia a coordenação nas estocadas.
Essas que todas as vezes acertavam o fundo da garganta de Harry, causando um barulho na sala e uma protuberância em sua mão que adornava o pescoço. Com sua mão livre Louis começou a dedilhar novamente a buceta de Harry, estava tão molhada e sensível.
— Boquinha de puta, hm? Do jeito que o papai gosta — ele esfregava o grelinho causando gemidos em Harry e vibrações no seu próprio pau.
Seu cacete já estava todo babado, as veias pulsavam a cada vez que entravam fortemente na boca de Harry, estava tão vermelho por estar segurando o orgasmo a tanto tempo, esse que viria logo, pois Louis sentia a cada vez que empurrava seu pau na boca de Harry sua pré-porra sair em abundância.
Seus dedos voltaram pra dentro da buceta dela e ela apertou a entradinha, era tão extremamente apertada que Louis queria foder aquele buraquinho pra que ficasse na grossura exata de seu pau. O magnata sentiu os dedos de seus pés começarem a formigar e seu sangue se esquentar, a boca de Harry era uma perdição e ele estava disposto a se perder pra sempre.
Em uma estocada retirou seu pau inteiro da boca dela e viu, os lábios rosas totalmente sujos de baba, era tão linda a forma que ela ficava acabada só com o pau de seu papai. Louis não conseguiu se segurar, pegou seu celular e no segundo seguinte afundou seu pau na boca dela, o caralho chegava ao fundo da garganta dela enquanto o flash do celular brilhava em seu rosto.
O magnata estava insano, segurava o pescoço com tanta força que impedia até mesmo a respiração da menina, as bochechas já ficavam vermelhas e os olhos cheios d’agua. Louis sentiu quando a menina gemeu alto em seu pau apenas pra causar a fricção gostosa, a porra atingiu a garganta de Harry preenchendo sua boca em seguida.
Tudo o que ela mantinha na cavidade era a glande vermelha, ela sugava com vontade puxando todo o líquido que seu papai tinha pra lhe dar. Louis sentia arrepios subindo por todo seu corpo e seu sangue borbulhava em tesão, ele queria devorar Harry, como uma fera ataca sua presa indefesa.
— Isso mon petit, engole todo o leitinho do papai — ele batia com a palma de sua mão na bochecha dela.
(minha pequena)
Louis terminou o vídeo e jogou o celular no sofá. Harry na poltrona tinha os olhos chorosos querendo mais de seu papai, ela nunca estava satisfeita precisava sempre de mais. O magnata segurou a menina pelas coxas e a levou até o sofá, os joelhos se apoiaram no estofado enquanto o peito se encostava nas almofadas.
Ela estava toda empinada pra ele, ela pertencia a ele. Tomlinson abriu os botões de sua camisa e a deixou no corpo, sua calça ainda estava em seu corpo e ele não pretendia a tirá-la. A bunda de Harry estava toda empinadinha pra si, tinha uma visão e tanto da bucetinha vermelha e do cuzinho que piscava querendo atenção.
Louis se aproximou e deixou que um filete de saliva caísse sobre a entradinha dela, a baba escorreu até a buceta e Louis foi rápido em esfregar o dedo desde o clitóris inchado até o cuzinho. Seu dedo circulava a entrada de Styles enquanto a cabeça de seu cacete se esfregava na bagunça molhada que era a buceta dela.
Ele não demorou pra penetrá-la, estava tão necessitado quanto ela. O corpo de Harry solavancou no sofá com o tamanho de Louis em sua bucetinha, era tão grande e alargava tão bem sua buceta. O magnata sentia o aperto de Harry em seu pau, suas paredes internas eram quentes e tão molhadas que seu pau poderia deslizar ali sem problema algum se não fosse pela grossura.
O dígito de Louis ainda massageava o cuzinho enquanto metia seu caralho na buceta dela, era recebido tão bem, era uma buceta tão quente e acolhedora. Assim que todo seu cacete entrou em Harry ele parou, deixou todo seu pau enterrado na menina enquanto apenas seu dedo forçava a entrada apertadinha dela.
Ele ficou ali, esperando que ela se acostumasse com o caralho gostoso na sua buceta apertada. — Caralho poupée, que bucetinha apertada. — ela soltou um chiado manhoso quando sentiu a pontinha do dedo indicador entrar em seu cuzinho.
(boneca)
Harry já não aguentava mais ter o pau do magnata atolado em si sem nenhum movimento, sua buceta esquentava e pedia pra que ele metesse forte em si.
— P-papai...
Era manhosa a voz que saía da garganta dela e Louis sabia o que ela queria, mas queria ver ela se fodendo no seu pau. Ele segurou na cintura dela e apertou os dedos em um pedido mudo pra que fizesse o que queria. Imediatamente ela puxou o quadril e voltou pra trás, chocando as peles suadas.
O gemido dos dois eram altos e sincronizados. Ela começou a rebolar os quadris, mexia com tanta dedicação que fazia Louis ter vontade de apertar a cabeça dela no sofá e foder aquela buceta até que enchesse ela de porra assim como fizera com a boca dela.
Ela ondulava o quadril de maneira lenta, fazendo o pau dele sair e entrar completamente em sua buceta, era uma sensação deliciosa sentir aquele caralho entrando na entradinha de sua buceta e chegando até formar uma protuberância no pé de sua barriga. Ela fazia tão devagar para provocar Louis, provocar seu papai até que ele ficasse com raiva e a fodesse com força.
Foram mais duas reboladas lentas antes que ela sentisse a mão dele entrando nos fios de seus cabelos, os dedos agarraram com tanta força fazendo o couro cabeludo arder, ela sentiu a perna esquerda dele ser apoiada no sofá, a mão calejada segurou na nádega dela, abrindo e apertando com as unhas deixando ali sua marca.
— Não passa de uma vadia provocadora — ele meteu seu pau e balançou o corpo dela no sofá, ela gemeu sôfrego — Me provoca como uma cadela e quando ganha....O que quer, fica gemendo que nem uma putinha.
Ele colocava força em suas estocadas, pra que Harry sentisse o quanto Louis a queria, pra que Harry sentisse o tamanho tesão de Louis por si, e ela sentia, sentia porque seu sangue pulsava, sua jugular ficava evidente em seu pescoço, suas lágrimas escorriam de seus olhos e seus lábios deixavam os gemidos gostosos saírem.
Suas estocadas eram rápidas, rápidas e certeiras, os dois estavam sensíveis e em uma órbita diferente, os corpos imploravam um pelo outro. Harry levou sua mão até a cintura de Louis o arranhando no mesmo instante em que o rapaz levou seus dígitos até a buceta dela o grelinho estava tão absurdamente molhado, fazia um barulho tão gostoso na sala junto dos corpos se batendo.
A perna de Harry tremia por debaixo de Louis e ele sabia que estava alcançando o orgasmo dela mais uma vez. Ele não diminuiu a velocidade de suas estocadas, pelo contrário, começou a empurrar ainda mais forte seu quadril contra o da menina, seu pau expelia pré-porra dentro dela, e ela molhava ainda mais o pau dele com seu mel.
Louis puxou mais a cabeça de Harry e beijou a boca da menina, os lábios se chocavam com ansiedade, era uma bagunça, mal conseguiam sentir a língua um do outro, os movimentos brutos dos corpos faziam Harry revirar os olhos e deixar lágrimas grossas escorrer por suas bochechas. Louis mordeu o lábio de Styles e puxou por entre seus dentes.
─ Papai! Lou! Porra ─ ela gritou e deixou sua cabeça cair pra frente no sofá, a buceta se apertava no pau de Louis e nem por isso ele deixou de meter nela.
Ela vinha mais uma vez pra Louis, o pau de Louis surrava tão bem seu pontinho que a fazia ver estrelas. Ele sentia seu orgasmo bem ao fundo, da mesma maneira que sentia quando Harry o tinha em sua boca. Seus dedos seguraram seu pau pela base e ele saiu da buceta dela em um plop molhado.
Esfregou a glande no grelinho sentindo a menina tremer. ─ Deixa o papai gozar no seu cuzinho boneca? ─ ele sussurrou próximo ao ouvido de Harry a arrepiando.
A cacheada não tinha forças nem mesmo pra responder, somente chacoalhou a cabeça e empinou ainda mais sua bunda na direção de Louis. Esse último que segurou seu pau e esfregou na entrada, sua pré-porra junto dos resquícios da porra de Harry lubrificaram o cuzinho. Ele forçou sua glande ali e gemeu dolorido pelo aperto que sentiu. Era tão fodidamente quente e apertado que deixava Louis dolorido. Harry estava mole no sofá, os olhos fechados sentindo Louis lhe usar como queria, como bem entendesse, ela era apenas sua bonequinha de foda, sua bonequinha para ser usada quando bem entendesse.
Ele lentamente enfiou todo seu cacete no cuzinho de Harry, o aperto fazia o sangue se concentrar ainda mais em seu membro, sua respiração era desregulada, seu orgasmo estava bem próximo e ele não havia feito movimento nenhum. Louis gemeu ainda mais dolorido quando Harry remexeu sua bunda e apertou o cacete dele, ela gemia manhosa no sofá.
─ Porra de cuzinho gostoso! ─ ele voltou seu quadril e empurrou com força, seu pau entrando de uma vez na entrada dela. ─ Você é minha, somente minha, amor.
Era tão gostoso sentir as paredes de Harry se apertando contra seu próprio pau, era quente e fazia Louis controlar minimamente seus movimentos, queria demorar a gozar somente pra continuar sentindo o aperto que ela deixava em seu pau. O magnata, no entanto, sentiu o arrepio cortar sua coluna e seus pés levemente formigarem.
Harry no sofá lentamente levou sua mão até seu grelinho e começou a se masturbar novamente, era tão bom ter Louis dentro de si, ela gostaria de sentir isso pra sempre. A cacheada apertou sua entrada e sentiu Louis soltar um gemido gritado e empurrar seu pau até a base no cuzinho dela, ela podia sentir a porra quente de Louis se derramando dentro de si e a deixando cheia.
Louis continuava a meter na entrada dela somente pra prolongar seu orgasmo e sentir toda sua porra sujando Harry, essa que tremelicava no sofá. Tomlinson sabendo o que estava acontecendo tirou seu pau ainda duro da entrada dela e enfiou seu dedo impedindo que qualquer resquício de sua porra ousasse sair dali, sem nem avisar meteu seu caralho na bucetinha dela.
Harry gemeu alto e manhosa e tremeu, Louis somente sorriu quando viu o líquido esguichar de dentro da buceta dela e sujar o estofado de seu sofá. A menina esguichava de uma forma tão bonita que deixava Louis vidrado na imagem dela se estimulando e gemendo feito uma puta barata.
Aos poucos ela foi parando seus movimentos e suas pernas foram parando de tremelicar, o corpo dela foi ficando mole e os joelhos cansados cederam deixando-a caida no sofá. Tomlinson retirou seu dedo da entrada dela e lenatmente ordenou: ─ Quero você cheia de mim, não ouse desperdiçar minha porra.
O magnata pegou um saquinho com uma quantidade pequena de cocaína e deitou a menina no sofá, ela tinha os olhos sonolentos e cansados, se sentou no chão ao lado de Harry no sofá atraindo a atenção dela pra si, os olhos verdes como um campo lhe olhavam com certa curiosidade, eles permaneceram dessa maneira até que Louis colou seus lábios nos dela.
─ Você é minha de agora em diante boneca, somente minha ─ ele sussurrou enquanto abria o saquinho com a droga, lentamente ele despejou uma quantidade sobre os peitos de Harry e cheirou, sentiu todo seu corpo relaxar com o efeito imediato do entorpecente, os resquícios que grudaram na pele suada, ele lambeu ─ Minha mais nova droga, a droga mais viciante que já provei em toda minha vida. Só tem um problema, o seu efeito não se compara com nenhuma das que eu costumo usar.
Harry sorriu fraco, seu corpo estava adormecido no sofá e ela já se entregava ao mundo dos sonhos, Louis possivelmente se juntaria a ela, mas ainda tinha o que resolver.
☆
Louis desligou o carro assim que chegou no galpão escuro. O carro que seus capi usavam estava estacionado logo na entrada, ele sentiu seu estômago borbulhar. Desceu do carro e passou a mão devagar sobre o revólver que tinha em sua cintura, sua luva era brilhante enquanto caminhava até as portas grandes do galpão.
Assim que abriu as portas viu todos os olhos se virando pra si, mas o que mais lhe chamou atenção foi o do homem que estava no meio do salão. Os olhos castanhos lhe olhavam com medo, ele tinha as mãos presas atrás das costas e os pés presos na cadeira, Louis já sorria sádico.
Ele se aproximou do homem e se apoiou nos ombros deste, seus olhos azuis cortavam bruscamente os olhos castanhos opacos dele, Louis pigarreou e deixou uma gargalhada escapar de sua boca deixando todos os homens ali presentes espantados.
─ Agora parece estar com medo, seu verme nojento. ─ ele bateu com o cano do revólver no rosto de Des, um filete de sangue já apareceu na bochecha suada dele ─ Na hora de desviar a porra da minha carga, você parecia bem mais confiante, até mesmo debochou da minha cara, não é?
O galpão ficou em silêncio e Louis não obteve sua resposta, o deixando irritado, ele desferiu um soco no rosto de Des, dessa vez a quantia de sangue que saiu foi maior e sujou a mão de Louis.
─ Parece que um gato comeu a porra da sua língua seu filho da puta. Tô esperando você debochar de mim e falar mal da sua filha do jeito que falava no telefone mais cedo. Como era mesmo que você dizia? “Uma garotinha estúpida que nunca obedecia ao próprio pai, uma completa mimada.” Era assim não? Mas eu não entendo, ela foi tão boa pra mim mais cedo, acho que o problema era você mesmo.
Des tinha a cabeça baixa, nem mesmo olhava pra Louis, tinha vergonha.
─ Olha pra cima, filho da puta, quero que me assista matando cada um de seus capangas nojentos pra depois matar você.
Louis nem mesmo ligou se tinha os olhos de Des sobre si, somente chegou perto do homem loiro que estava á direita de Des e foi rápido, colocou o revólver na testa dele e sem mais cerimônias disparou, matando-o, repetiu o mesmo processo com os outros três ali presentes, deixando somente Des.
Ele se aproximou mais uma vez e se abaixou na altura dos olhos dele.
─ Sabe, acho que você só fez uma coisa boa nisso tudo. ─ Louis esfregou o cano de arma no queixo dele ─ Trouxe Harry pra mim, agora ela é minha Des, vou fazer o papel que você não fez de protegê-la, de dar amor a ela, de cuidar dela como uma garota deve ser cuidada.
Ele bufou e passou as mãos sobre os olhos.
─ Mas quero que você morra tranquilo sabendo que a partir de agora eu serei o papai dela, vou dar carinho, amor e tudo o que a minha boneca pedir.
Louis se levantou e parou atrás de Des, segurou o revólver em sua nuca, antes que atirasse se abaixou e sussurrou no ouvido dele: ─ Queime no inferno, filho da puta.
O magnata atirou e o matou, a cabeça tombou pra frente e o sangue começou a espirrar no chão do galpão. Théo se aproximou de Louis tocando em seu ombro.
─ A carga já tá no caminho de volta.
Louis confirmou com a cabeça e o agradeceu baixo.
─ Se virem com esses corpos, se livrem disso e limpem toda essa porra, preciso cuidar de uma coisa mais importante.
Louis saiu do galpão voltando em direção a sua casa, afinal sua boneca lhe esperava.
"Mais profano que o inferno somente as paredes desta igreja que presenciaram os atos sujos de Harry e seu Padre favorito."
leia a parte um aqui!
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tw: Nesta história é óbvia a menção ao cristianismo e catolicismo, se você se sente ofendido pela história peço que por favor não leia!
parte 2 de yes, father william!
✞
Assim que meus pés se encontram com o Cosmati da igreja faço o nome do pai, do filho e do espírito santo. Meus olhos passeiam por toda a igreja, os bancos quase todos livres pelo horário em que cheguei, alguns dos irmãos que frequentam a igreja estão ajoelhados por entre os bancos rezando antes da missa.
Um pouco mais longe vejo ele, suas mãos fazem carinho nos cabelos loiros e pequenos da filha dos Warren's, seu sorriso é bonito, seus cabelos caem em sua testa e eu posso me ajoelhar diante dele, exatamente ali. Seus olhos azuis ainda não me viram aqui e é por isso que ele continua brincando com a garotinha.
Não faço questão alguma que me veja, me encosto até um dos últimos bancos da igreja, daqui posso ter uma vista privilegiada de todo seu corpo. A roupa preta o deixa atraente, posso dizer que ela ocupa o segundo lugar em meu ranking, digo isso porque já o vi sem roupa alguma e isso com certeza está em primeiro lugar.
Suas pernas ficam extremamente delineadas na calça jeans apertada, assim como os músculos de seu braço na camisa social. Não sei como ainda não entrei em combustão por meus pensamentos quentes e sujos dentro de um lugar tão sagrado.
Talvez Deus não me perdoe jamais pelos pecados em que cometi dentro dessa igreja.
Pecados esses que passaram a ser rotineiros após aquela terça-feira. Louis conseguiu meu número e estava sempre fazendo questão de me mandar mensagem, alguns eram convites para ir até a igreja pra que pudesse lhe ajudar, outras não passavam de fotos dele em qualquer lugar em que ele achava que eu possivelmente adoraria estar junto, ele também me envia outros tipos de fotos, essas costumam vir tarde da noite quando ele se deita em sua cama e se lembra de tudo o que fizemos.
Nossos encontros passaram a ser mais frequentes. Antes das missas, depois delas, nas tardes frias de quinta-feira em que ele me chama até sua casa pra que a gente veja algum filme junto, nas noites de sexta em que ele não celebra a missa e me chama pra comer qualquer porcaria na sua companhia ou naqueles dias em que ele só precisa relaxar e me chama pra que eu lhe ajude.
Sei que ninguém pode descobrir sobre isso porque Louis possivelmente deixaria de exercer seu sacerdócio e seria obrigado a assinar a papelada sobre seu desligamento no Vaticano. Fico genuinamente feliz por ninguém nem ao menos desconfiar do que temos. Isso só acontece porque Louis é muito querido entre as pessoas que frequentam a igreja e jamais pensariam isso dele.
Estou perdida em devaneios quando escuto um resmungo perto de mim me chamando a atenção. Louis está apoiado em seu braço esquerdo no banco em minha frente me observando com seus olhos azuis pecadores, posso ver a luxuria dançar em seus olhos bonitos assim que ele os passa sobre minha roupa.
O vestido rodado branco que desce até o meio de minhas coxas modela minha cintura de uma forma que faz com que os olhos dele fique ali por tempo demais, os colares pratas pendurados em meu pescoço realça o tamanho dos meus seios assim como o decote do vestido.
─ Isto é roupa pra se vir na igreja irmã Harry? ─ sua voz é lenta e eu percebo que ele está jogando comigo.
Meus lábios se juntam formando um biquinho de pena.
Ele não faz questão alguma de dizer mais alguma coisa, apenas segura em meu pulso e começa a me levar até seu escritório, esse que fica na parte de trás do altar. Meus pés dão pequenos pulinhos tentando acompanhar a rapidez de seus passos enquanto ele nos guia. Ele cumprimenta alguns religiosos enquanto passamos pelos corredores indo em direção a sua sala.
Assim que chegamos ele a tranca e verifica em seu relógio o horário, ainda faltam 2 horas até o início da missa. Louis tem os olhos em um tom mais escuro de azul, um azul diabólico poderia dizer assim, o sorriso que dança em seus lábios é provocador.
Estou sendo lentamente seduzida por ele e ele sabe disso.
Suas mãos sobem até meus cabelos, ele segura minha cabeça por entre suas mãos e mantém seus olhos ligados aos meus, ele faz um carinho singelo na minha bochecha com o dedão e com os outros dedos ele massageia meu couro cabeludo.
Ele sabe que me têm na palma de sua mão e faz questão de que eu saiba disso. Seus olhos azuis analisam minhas reações corporais conforme ele esfrega o polegar mais próximo de meus lábios, me deixando sedenta pra tê-lo dentro de minha boca.
— Preciso da sua ajuda hoje. — ele sussura chegando cada vez mais perto de minha boca.
Eu já não controlo mais meu corpo, estou mole como uma gelatina em suas mãos. Meus olhos se abrem e fecham devagar, esperando o restante de sua frase preencher meus ouvidos.
— Quero que faça a primeira leitura da missa.
Ele diz de forma lenta ainda fazendo carinho em meu rosto. Aceno positivamente com a cabeça, gosto de ajudar nas missas e Louis sabe disso, porém meu rosto se franze quando ele abre aquele sorriso diabólico e lentamente se aproxima do meu ouvido.
— Quero que faça a leitura, usando o vibrador que eu comprei pra você.
Meu rosto vacila quando sinto o beijo quente dele ser depositado em meu maxilar, seu cheiro preenche meu olfato e novamente meu corpo fica molengo. Suas últimas palavras ecoam em meus ouvidos e eu sinto a adrenalina começar a correr por minhas veias, todas as vezes em que estamos juntos sinto isso.
Ele permanece me segurando por entre suas mãos, seus olhos continuam me fitando, esperando a resposta que ele quer escutar, a resposta que ele sabe que vai ter de mim. Porém tudo o que faço é abaixar o olhar.
— Porquê faria? — questiono baixo, quase sussurrando.
Louis deixa uma lufada de ar sair por seus lábios e chacoalha a cabeça em negação, como se desacreditasse do meu questionamento. Sinto sua mão direita escorregar até minhas bochechas e antes de que meus olhos possam enxergar Louis mais uma vez, posso sentir o aperto forte de seus dedos na minha pele.
Em meus lábios se formam um bico, ele usa a força calculada para deixar uma marca vermelha ali. Sinto sua língua se afundar em minha boca e seu gosto de menta e nicotina me inundar, ele segura minhas bochechas de forma possessiva assim como faz com meus cachos, segura forte, puxando e dizendo de forma não verbal que pertenço a ele.
— Você não tem que questionar, boneca. — sua voz é baixa e ainda assim consegue transmitir domínio sobre mim — Não tem um porquê, não te devo explicações. Você está aqui pra servir a mim, sou teu Padre favorito e você é minha garotinha favorita, então não tem de questionar absolutamente nada, só aceite minhas ordens e as execute.
Meus olhos estão fixos nos seus apenas escutando tudo o que ele me diz. Louis tem seus extremos, existem dias que me trata como sua princesinha e beija meus pés, e existem dias que é curto e grosso, da maneira que eu gosto que ele seja, onde ele me trata com brutalidade e ordena tudo o que devo fazer, como se eu fosse burra demais para saber fazer o que ele quer.
Gosto de provocá-lo até que ele fique bravo e sério demais, até que seus olhos transmitam raiva e ele me trate como uma boneca de pano, fazendo o que bem entender.
— Já te disse alguma vez que era meu Padre favorito? — o questiono mais uma vez, dessa vez com as sobrancelhas franzidas.
Posso ver em seus olhos o fogo borbulhando, ele sorri ladino desacreditado do quanto estou sendo petulante hoje. Ele não diz nada, suas mãos que seguravam minhas bochechas agora seguram meus pulsos, ele me guia, até que minha bunda esteja encostada na madeira polida da mesa.
Ele me olha, analisando cada pequena reação em meu rosto, sua outra mão abre a segunda gaveta procurando por algo, não faço questão de saber o que é, não quando tenho seus olhos azuis esfomeados me olhando. Quando vejo de relance sua mão meu sorriso se aumenta.
Ele segura o vibrador rosa transparente forte, o saquinho transparente que o protege está sendo amassado por seus dedos. Louis me solta só para poder segurar o brinquedo sem o plástico, sua mão agora volta pro meu cabelo, ele puxa minhas mechas forte o bastante pra que cause uma ardência em meu couro cabeludo e pra que minha cabeça tombe pra trás.
— Você não precisa dizer nada. — ele aproxima sua boca da minha e captura meu lábio inferior com os dentes, chupa lentamente e solta, tento aprofundar o beijo mas ele puxa seu corpo pra trás — Eu conheço o que é meu.
Franzo minhas sobrancelhas e chacoalho a cabeça negando o que ele acabou de dizer. Seus olhos se apertam e ele solta meus cabelos. Sua boca se aproxima da minha orelha e sinto sua respiração quente bater naquela área sensível, sua mão desce lentamente por meu corpo, me provocando.
Ele adentra meu vestido e lentamente com o dedo indicador puxa minha calcinha de lado, seu dedo se esfrega devagar sobre meu clitóris. Meu quadril inconscientemente se impulsiona pra frente a procura de mais dos toques do Padre, porém tudo o que ganho é uma risada alta e sarcástica.
Louis retira o dedo da minha boceta e o leva até sua própria boca, o chupando. — Continuo sendo seu Padre favorito, não é?
Ele beija minha testa e novamente pega o vibrador, agora ele olha em meus olhos e levanta o brinquedo até meu rosto. Seus lábios surram o meu levemente, ele os deixa molhados e sedentos por mais, esfrega a língua o rodeando e abrindo passagem. Faço questão de chupar a língua dele pra dentro de minha boca, mas não dura nem dez segundos.
— Abre a boquinha pra mim, irmã Edward — ele sussurra sedutoramente perto de minha boca, raspando os lábios nos meus — Quero que você babe no seu vibrador meu bem, deixe ele bem molhado pra mim, hm?
Chacoalho a cabeça confirmando junto dos olhos piedosos e logo em seguida abocanho o brinquedo. Louis mantém os olhos em mim, intercalando entre minha boca e meus olhos me vendo engolir todo o comprimento do vibrador. Ele deixa a boca meio aberta para que as lufadas e os gemidos baixos saíam por ali.
Minha boca leva o brinquedo até a ponta, minha língua rodeia todo o comprimento o deixando todo babado, a saliva escorre pelo consolo e chega até as mãos veiudas de Louis, o que não parece incomodá-lo nem um pouco já que ele continua metendo aquele brinquedo em minha boca.
— Como pode uma garotinha com um ar tão inocente como você ser uma putinha sedenta? — ele pergunta retoricamente.
Eu apenas sorrio com a ponta do brinquedo dentro de minha boca pra voltar a chupa-lo com tudo. Enquanto chupo faço questão de levar uma das minhas mãos até o pau de Louis por cima da calça social, o acaricio e aperto sua glande fazendo-o gemer.
Minha outra mão brinca com minha bucetinha por debaixo do vestido, a deixando ainda mais molhada pelo melzinho que escorre em abundância. Quando começo a masturbar mais forte seu pau, ele tira o brinquedo de minha boca e deixa um tapa forte em minha mão que apertava seu pau.
— Para de ser uma vagabunda e se debruça na mesa. — ele ordena com aquela voz autoritária.
Faço rapidamente o que ele pediu e me viro na mesa deixando meus peitos amassados na madeira polida. Sinto ele levantar meu vestido e logo em seguida minha calcinha sendo colocada de lado novamente. O dedo médio e anelar dele brincam com meu grelinho antes de se afundarem sem nenhum aviso dentro de mim.
Meu corpo solavanca e minha cabeça cai sobre a mesa, é gostoso pra caralho ter ele dentro de mim, não importa o que seja, seu dedo, sua língua ou o seu pau. Ele investe pelo menos quatro vezes e tira os dedos, melecados pelo meu melzinho.
Sinto a ponta do vibrador em meu grelinho, ele provoca a entrada da minha boceta e volta a massagear meu clitóris, faz isso duas vezes antes de finalmente enfiar o vibrador em mim. Sua mão brinca em minha nádega, apertando fortemente pra deixar sua marca em mim.
Antes que eu possa me acostumar com o brinquedo dentro de mim, minhas pernas vacilam e da minha boca um gemido extremamente alto saí, quando a vibração começa. É gostoso, posso sentir as paredes da minha buceta vibrando e saber que terei de ler com isso dentro de mim me deixa ainda mais tentada.
— Gostoso, não? — ele pergunta sedutoramente aumentando as vibrações com o controle que está em suas mãos.
Não consigo responder sem que gemidos saíam de minha boca, então somente rebolo contra sua mão e aperto seu braço. Louis desliga as vibrações e ajeita o brinquedo dentro de mim, ele arruma minha calcinha e desce o tecido do meu vestido.
Em seguida segura em minha cintura me ajudando a levantar da mesa, suas mãos permanecem ali e ele me vira de frente pra ele. Sinto o carinho leve que seu dedão faz em mim e logo em seguida sinto seus beijos lentos por meu pescoço, ele me aperta pra si e sobe os beijos por meu maxilar, parando em meus lábios.
— Você é linda Harry, a garotinha mais linda do mundo. — ele acaricia meus cachos e posso sentir minhas bochechas queimando — E é só minha.
— Sim Padre Tomlinson, sou só sua garotinha, não se preocupe — beijo seu nariz e seus lábios.
Me remexo inquieta sentindo o vibrador dentro de mim, é gostoso até demais. Ele se indireita e arruma o topete, a gola de sua camisa e confere o horário.
— Está na hora irmã Edward, por favor, não seja uma oferecida, só eu posso ouvir teus gemidos. — ele diz por fim antes de abrir a porta e deixar que eu saía junto dele.
✞
A igreja agora estava lotada, os fiéis ocupavam todos os bancos, inclusive meus pais. Minha mãe estava à uns três ou quatros bancos de distância de mim, eu ocupava o primeiro banco junto dos acólitos vestidos de branco. Meus cachinhos suavam e alguns grudavam em minha nuca, podia sentir o vibrador ainda mais fundo em minha bocetinha conforme eu me mexia no banco.
Todos que passavam por mim deixavam um sorriso doce e um pequeno "boa noite", todos sabiam quem eu era, Louis fazia questão de deixar claro pra todos os devotos da igreja o quanto eu era um exemplo a ser seguido e que todas as jovens deveriam seguir o meu ensinamento.
Nessas horas eu o olhava com uma cara de ciúmes, ninguém podia conhecer Louis da maneira que eu o conhecia, ninguém podia ultrapassar a intimidade de padre e fiel ali da igreja, somente eu. Sua garotinha favorita.
— Bom noite irmãos! — ouço a voz grave de Louis e sorrio, ele sempre começa a missa de maneira simpática.
Ouço tudo o que já sei de cor e salteado e repito cada fala dele apenas sibilando com os lábios. Vejo todos sentados e sinto um arrepio percorrer por minha coluna quando o vibrador instantaneamente começa a vibrar dentro de mim. Meus olhos se arregalam e por pouco não solto um gemido baixo, a vibração é quase imperceptível mas posso senti-la bem ao fundo.
Sei que não estou alucinando quando vejo Louis abrir um sorriso de canto e tossir olhando pra frente. Mesmo com a perna bamba me levanto do banco em silêncio, meus sapatos de salto quadrado fazem um eco grande na igreja e eu sorrio por saber que tenho a atenção de todos em mim.
Assim que paro em frente ao altar faço uma pequena reverência e me encaminho para o púlpito, o livro grande com a capa dura e vermelha está aberto na parte em que devo ler. Meu sangue instantaneamente começa a ser bombeado mais rápido e meus olhos se dirigem pras mãos do Padre Tomlinson que estão por baixo de sua túnica, elas são levemente visíveis e eu posso enxergar o controle preto ali.
Sinto o vibrador começar a tremer dentro de mim e aperto minhas coxas enquanto engulo pra dentro de minha barriga o gemido que queria sair. Meu corpo todo se arrepia e eu fico quente, quente por saber que estou cometendo um pecado bem ali, diante um lugar tão sagrado.
Minha visão desfoca enquanto eu olho o livro em minha frente, minha boca sibila palavras das quais eu não faço a mínima ideia do que são ou da onde estão vindo. Parece que por um momento não sou eu quem comando meu corpo, estou levemente inebriada na onda gostosa do prazer que o vibrador me causa que não consigo me manter consciente.
— Graças à Deus! — escuto o coro de vozes e uma lágrima solitária escorrer pelo meu olho direito.
No mesmo instante sinto aquele mesmo arrepio correr por toda a minha pele, a vibração dentro de mim se cessa totalmente e eu posso sentir minha calcinha molhada grudando em meu clitóris. Volto ao meu lugar e vejo mais uma vez Louis com o mesmo sorriso que ele faz quando entra dentro de mim e fica parado sentindo minha buceta o abriga-lo.
Mentalmente me repreendo pelo pensamento e elevo meus olhos enquanto baixinho peço perdão. Que hipocrisia. Me sento devagar e sinto o vibrador se afundar ainda mais dentro de mim. Amélia, a senhora que também é uma das acólitas coloca a mão em meu braço e sussurra baixinho apenas para que eu ouça.
— Está bem menina? Me parece nervosa — me repreendo por não saber esconder tão bem meu nervosismo.
Olho nos olhos castanhos de Amélia e sorrio de forma doce. — Sim dona Amelia, só o nervosismo por estar lá em cima sabe?
Ela chacoalha a cabeça em concordância e sorri enquanto afaga minhas mãos. Me concentro agora na figura de Louis, ele está andando sobre o altar com sua túnica vermelha, sua mão segura o microfone enquanto sua voz grave soa nos alto falantes da igreja ecoando por todas as paredes. Vez ou outra ele fixa seus olhos azuis em mim e eu sinto uma pontada na boca do estômago.
Uma de suas mãos permanecem dentro da túnica, e eu tenho a absoluta certeza de que ele está planejando o momento em que vai apertar o botão do vibrador apenas pra me ver apertando as coxas. Ele fixa seus olhos em mim no momento em que diz algo sobre entrega, sobre se entregar totalmente a alguém, os meus olhos no entanto se arregalam quando inesperadamente ele coloca a intensidade no último.
Seguro um soluço na minha garganta e aperto as coxas, minhas unhas se cravam na pele da minha perna e eu sinto meu ponto g sendo massageado. Ele sorri sedutoramente e lambe os lábios, logo em seguida volta sua atenção a assembleia. Sua mão no entanto continua dentro de seu bolso e ele alterna as vibrações.
Ora lento, ora rápido ao ponto do meu dedo do pé tremelicar junto, ora ele só segura o botão que faz o vibrador tremer de uma maneira fraca mas contínua. Meus olhos lacrimejam e qualquer pessoa ali julga que eu estou me sentindo tocada pelas palavras de Louis.
Não são as palavras dele que me fazem chorar.
Lentamente me levanto do banco e me dirijo até o final da igreja, meus pés se atrapalham enquanto dão pulinhos rápidos e juntinhos, a missa continua e eu sinto minhas costas queimarem pelo olhar duro que estou recebendo do padre Tomlinson. Minhas mão suadas empurram a porta pesada do banheiro e eu solto uma lufada de ar assim que ela se fecha novamente.
Meus olhos param no espelho e eu vejo meu reflexo, meus cabelos estão levemente grudados em minha testa, minhas bochechas estão vermelhas como cerejas, meus lábios inchados e rosados e meus olhos brilham como estrelas no céu de uma noite escura. Inesperadamente sinto o vibrador
se remexer na última intensidade, minhas pernas fraquejam e eu rapidamente me dirijo até uma das cabines.
Minha cabeça tomba na parede gelada e eu deixo que um gemido escape por meus lábios, com medo de que aconteça novamente levo dois dedos até minha boca e os mordo fortemente. Minha outra mão vai até minha boceta, minha calcinha está encharcada, assim como minha buceta que pinga abundantemente.
Levo meus dedos até o vibrador e começo a me masturbar com ele, os barulhos molhados da minha boceta me fazem querer gemer mas eu me seguro. Louis deve estar me amaldiçoado por pensamentos, sei disso porque ele não diminuiu a intensidade do vibrador e não vai diminuir até que eu esteja de volta na igreja.
— Porra William... — gemo o nome dele baixinho e sinto aquele arrepio subir por minha coluna.
Leva só mais duas estocadas com o vibrador pra que eu venha em abundância na minha mão, minhas pernas tremem absurdamente e minha buceta expele ainda mais do líquido transparente, meus olhos se reviram dentro das pálpebras e meus dedos ficam ainda mais doloridos pela força que coloco na mordida.
Respiro sofrego e o enfio novamente em mim, dói um pouco pela sensibilidade do orgasmo recente mas padre Tomlinson me mandou ficar com isso e não sou louca de desobedece-lo. Saio da cabine e vejo que estou ainda mais vermelha do que quando cheguei, lavo minhas mãos no lavatório e jogo um pouco da água gelada em meu rosto.
Devagar saio de lá, volto a igreja e meus olhos se espantam quando vejo que a assembleia está vazia. As portas estão fechadas e as velas estão acesas, fico espantada, devo ter mergulhado muito na atmosfera do prazer que não percebi o tempo passando. Procuro com os olhos padre William, mas não encontro nada.
Estou prestes a gritar pelo nome dele quando vejo a figura de Louis, agora ele não tem mais a túnica vermelha, só o terno preto cobre seu corpo.
— Louis! — digo mas ele não levanta o rosto.
Minhas sobrancelhas se franzem por ele não ter respondido, ele se senta no altar, no mesmo lugar onde senta em todas as missas, na maior cadeira. Ele levanta o rosto e posso ver suas sobrancelhas apertadas e seus olhos escuros, ele provavelmente está bravo. Não me mexo, continuo exatamente onde estou com medo de que eu faça algo que não me foi pedido.
— Venha aqui — ele diz, sua voz é autoritária e tem controle automático em meu corpo já que em menos de dois segundos estou indo até ele.
Paro em sua frente, toda a igreja está sendo iluminada pela luz amarelada das velas e é exatamente com elas que eu enxergo seus olhos azuis escuros. Ele levanta seu olhar e me fuzila, sua boca está fechada em uma linha reta e eu posso sentir arrepios por todo meu corpo.
Ele mantém as mãos sobre as coxas e seus olhos baixos, posso sentir um pouco de sua fúria, a veia de seu pescoço está saltada e levemente vermelha.
— Se ajoelha aqui — ele indica o tapete vermelho com os pés e mais uma vez sinto um frio na espinha por não saber o que me espera dessa vez.
Faço o que ele pediu e me ajoelho a sua frente, minha coluna se mantém reta enquanto eu apoio os pés nos calcanhares, nessa posição o vibrador fica ainda mais fundo em mim e começo a entender o porque dele me querer de joelhos. Ele ajeita sua postura e desencosta do encosto da cadeira, suas costas no entanto continuam retas.
Ele aproxima sua mão de minha bochecha, primeiro é um toque leve e doce, quase como se ele estivesse acarinhando um gatinho que acabara de encontrar na rua, ele repete o mesmo movimento nas duas bochechas. Fecho meus olhos apenas pra sentir melhor seu toque e é ai que eu sinto a ardência.
Louis deixa um tapa forte sobre minha bochecha e um pequeno gemido sai de meus lábios. Ele sorri desacreditado e chacoalha a cabeça enquanto morde os lábios. Ele faz a mesma coisa nos dois lados do meu rosto, posso sentir minhas bochechas quentes e vermelhas e isso me faz abrir um sorriso ladino.
— Acho que já imagina o que vai fazer, não é irmã Edward? — posso gemer só por ouvir meu segundo nome sendo proferido de forma tão suja por ele.
— Não padre William — faço um biquinho e uma carinha triste arranjada.
Ele se abaixa e deixa um beijinho sobre meu nariz, em seguida um sobre minha bochecha, um sobre o lado direito da minha boca, até que ele consiga segurar meus lábios com seus dentes. Ele puxa de uma forma dolorosamente gostosa e solta fazendo um barulho molhado.
— Reze irmã Harry, reze pra que você seja perdoada. — a maneira que ele diz perdoada me faz entender que ele está assim porque sai no meio de sua missa pra ir até o banheiro. — Feche os olhos e peça perdão menina, você merece ir pro céu, não é? — sua pergunta fica dançando sobre a tensão gostosa que nos rodeia.
Fecho os olhos e junto minhas mãos, coloco-as em frente ao meu peito, começo a sussurrar perdões baixinho como se estivesse realmente arrependida de tudo que fiz. Enquanto rezo posso sentir o olhar de Louis me queimar, ele me observa despudoradamente.
Meus lábios professam orações ensaiadas, professam perdões, posso sentir Louis se movimentando enquanto eu permaneço de olhos fechados e isso só aguça ainda mais minha vontade de abrir os olhos pra saber o que ele está fazendo. Me concentro nas palavras que saem da minha boca e no vibrador que a cada lufada funda se afunda ainda mais em mim.
Escuto o barulho do ziper de Louis, imediatamente paro de proferir as palavras e começo a respirar de maneira desajeitada, meu coração começa a bater mais rápido e eu começo a suar, minhas palpebras piscam mesmo estando fechadas.
— Acho que não mandei você parar de rezar, mandei?.
— Perdão padre William — esse é o perdão mais sincero que peço desde o momento em que me ajoelhei no chão.
Volto a professar perdões em vão, sei que de nada vai adiantar, meu caminho pro céu não existe mais.
Posso sentir Louis se mexer ainda mais perto, seu calor me fazendo pedir perdão por ser tão suja e sua proximidade me fazendo remexer os pés pra que o vibrador se afunde ainda mais em mim.
Sinto a mão de Louis em meus cabelos, elas fazem um carinho gostoso em meus cachos, como uma gatinha esfrego minha cabeça em suas mãos e é o suficiente pra que ele leve as até minha nuca e puxe os fios dali, tombando minha cabeça pra trás.
De relance posso ver seu rosto franzido e seus lábios sendo maltratados por seus dentes, sua expressão me causa arrepios mas nada me causa tantas sensações como a de ver as mãos dele repletas de veias segurando seu próprio cacete.
Ele segura na base de seu pau enquanto a fenda expele do líquido transparente e viscoso que eu conheço muito bem o sabor. Minha boca saliva só para que eu possa tê-lo em minha língua, pra que seu peso esteja preenchendo as paredes quentes e molhadas de minha cavidade bucal.
Quase solto um gemido quando vejo ele movimentar levemente seus dedos, o prepúcio escondendo sua cabecinha e a tornando ainda mais brilhante. Ainda de olhos semi abertos vejo William se aproximar de meu rosto ele me puxa ainda mais contra si.
Sem vergonha alguma ele aproxima seu pau de meus peitos e cospe sobre seu comprimento, sua saliva molha seu pau e respinga sobre a pele branca de meus seios, deixo que um choramingo saia de meus lábios. Ele somente sorri e aproxima seu cacete de meu rosto.
Sua mão segura meu cabelo de maneira dura ainda, posso sentir a pele começar a arder, mas não reclamo, jamais reclamaria de algo vindo dele. Lentamente sinto a cabecinha de seu pau raspar em meu queixo, ela quase não encosta em minha pele mas deixa seu rastro de pré-porra ali.
Dessa vez ele esfrega na minha bochecha, seu caralho está quente e eu mal posso esperar pra senti-lo pulsando dentro de mim. Sinto minha pele ficando pegajosa com o líquido que ele expele ali e isso só aumenta minha vontade. Ele força a cabecinha em minha bochecha e a esfrega até a ponta de meus lábios enquanto eu professo perdões.
— Perdão pai, por ter sido tão suja — dito baixinho e sinto a cabecinha de seu pau pincelar meus lábios.
Posso escutar a respiração de Louis ali, ela é pesada e descontrolada assim como a minha que não toma um ritmo contínuo. Ele me puxa ainda mais pro meio de suas pernas apenas pra que ele possa deixar batidinhas com seu cacete pesado em meu rosto.
Ele bate em meus lábios onde eu formo um biquinho molhado de saliva, em minhas bochechas, ele até mesmo se atreve a colocar a ponta de sua cabecinha em minha boca mas antes que eu possa lamber, ele puxa e solta uma risadinha.
Padre William está tão sedento quanto eu, seu pau pulsa em sua mão e expele pré-porra em abundância, no entanto ele mantém sua postura, como se nada ali estivesse causando tanto efeito quanto causa em mim.
— Perdoe-me, perdoe-me.
Já não peço mais perdão a Deus, agora Louis sabe que peço perdão à ele. Seus olhos brilham enquanto analisam meus lábios proferindo perdões diversas vezes, suas mãos se movimentam em seu caralho e ele vez ou outra bate a glande nos meus lábios.
Posso sentir o sabor agridoce de sua porra em meus lábios e minha boca fica seca para senti-lo ali dentro. Continuo deixando palavras sair baixinho de meus lábios enquanto assisto Louis se masturbando bem em minha frente. A imagem que tenho é divina e faz minha boceta piscar pra gozar.
Ele tem seus olhos fechados e vez ou outra os abre apenas para revira-los, sua veia do pescoço continua saltada, seu abdômen sobe e desce rapidamente onde indica sua respiração descompassada e porra, seu quadril ainda vestido pela calça deixa estocadas leves contra sua mão, em movimentos contrários. Seu pau parece tão gostoso, tão apetitoso que eu faria qualquer coisa para tê-lo em minha boca.
— Por favor padre William, perdoe-me!.
Dessa vez eu dito um pouco mais alto e logo em seguida sinto as mãos de Louis se apertando contra meus cabelos e sua outra mão indo mais rápido contra seu caralho. O barulho molhado se intensifica e não leva nem dois minutos para que ele despeje toda sua porra em minha pele.
O líquido quente pinta minhas bochechas e até mesmo um pedaço significativo do meu pescoço, ele tem os olhos brilhando enquanto esporra em mim e eu não posso estar diferente enquanto meus olhos borbulham em lágrimas. Padre Tomlinson pega seus dois dedos médios e começa a limpar toda a porra que está respingada em meu rosto.
— Bota sua língua pra fora — ele pede com a voz levemente carregada e eu não digo nada, apenas o obedeço.
Coloco minha língua pra fora e sinto ele pressionar o líquido ali, é gostoso. Tudo que vem dele é gostoso. Ele força seus dedos e esfrega contra minha língua enquanto eu permaneço observando seus olhos oceânicos, ele me embriaga, o seu jeito me deixa encantada e mesmo pecando me sinto tentada a continuar no pecado. Chupo seus dedos e faço barulhos molhados, apenas para provoca-lo.
— Se levanta — rapidamente estou de pé, minhas pernas estão dormentes a circulação está voltando ao normal e isso me incomoda um pouco — O que foi bebê? — ele pergunta provavelmente pela expressão óbvia que deixo em meu rosto.
— Minhas pernas padre Tomlinson — faço um bico piedoso — Pode me carregar? Por favor?.
Sei que não precisaria pedir por favor porque Louis faria de qualquer jeito, mas gosto de implorar por algo que já tenho. Ele se aproxima de mim e sussurra um "minha pequena" enquanto me pega em seus braços, um deles segura a parte detrás das minhas pernas enquanto o outro segura minha cabeça.
— Você é uma bebê — ele dita enquanto me leva até sua sala.
Meus olhos ficam fechados durante o curto percurso, seu cheiro forte e masculino preenche minhas narinas e me deixam levemente inebriada. Assim que ele abre e tranca sua porta meus olhos se abrem e as luzes amarelas iluminam o local.
Ele me coloca no braço do sofá, e eu gemo baixinho pelo vibrador que ainda continua dentro de mim, ele percebe e me lança um sorriso sacana. Sua mão voa até meus cachos e seguram enquanto ele enfia sua língua na minha boca.
Padre Tomlinson me beija com volupia, meu corpo todo treme só por um beijo seu e eu não quero que isso acabe nunca. Sua outra mão dança por meus seios e cintura, meu biquinho logo fica duro e roçando no tecido simples de cetim do vestido.
Ele desce sua boca pro meu maxilar e continua se abaixando até chegar em meu peitinho, sua boca deixa uma mordidinha em cima do tecido branco do vestido pra logo em seguida o puxa-lo pra baixo e revelar meu seio. Ele tá levemente marcado pelo nosso último encontro, umas manchinhas roxas pintam envolta da auréola e eu sorrio por ver o seu sorriso vitorioso.
Sua língua molha meu bico e eu sinto os mesmos espasmos de sempre, ele o deixa encharcado ao ponto de pequenos respingos escorrerem até meu vestido. Depois são seus dentes que o provocam. Ele me chupa com uma vontade absurda, como se nunca tivesse provado nada tão bom antes.
Sua boca passeia até o outro seio onde ele se delicia, ele chupa como se fosse o chocolate mais doce que já provou em toda sua vida, ele morde o biquinho apenas pra me ver ofegar e apertar os cabelos de sua nuca. Inesperadamente ele me empurra até que minhas costas estejam no sofá e minhas pernas no ar, o tecido do meu vestido sobe e minhas pernas ficam a mostra junto da minha calcinha branca arruinada.
Sem delicadeza alguma ele segura meus tornozelos e abre minhas pernas, as dobra e aperta até que meus joelhos se encostem em meus peitos. Suas mãos vão até minha boceta e deixam dois tapinhas fazendo meu corpo ter um espasmo pela região sensível, ele coloca minha calcinha de lado e tira o vibrador de dentro de mim.
Solto um gemido baixo e descontente pelo vazio, mas ele não dura muito porque no segundo seguinte sinto Louis descer sua boca até minha boceta. Ele esfrega sua língua em meu clitóris e mantém seus olhos presos em mim, analisando cada reação que esboço.
— Sua buceta é absurdamente quente — ele sussurra enquanto passa a língua devagar sobre meu grelinho.
Levo minhas mãos até seus cabelos e forço sua boca contra minha boceta enquanto rebolo os quadris, posso sentir sua saliva quente escorrendo até minha entrada e não me aguento ao soltar um gemido absolutamente alto. No mesmo minuto sinto Louis se levantar e disparar um tapa forte em minha coxa, minha pele arrepia.
Ele começa a tirar seu cinto e desabotoar a braguilha de sua calça, ele chuta o tecido com seus pés pra algum canto da sala e eu não me importo, não quando suas mãos voltam pros meus quadris pra tirar o tecido fininho da calcinha que eu usava. Suas mãos raspam em minha pele e eu posso revirar os olhos só por sentir seus toques sutis queimarem todo meu corpo.
Padre Tomlinson não diz nada enquanto junta minhas coxas, ele as aperta juntas, minha boceta ficando espremida no meio delas.
– Mantém as pernas assim.
Vejo ele passar o cinto envolta da pele branca de minhas coxas e começar a afivelar na parte traseira dela. Ele não tem dó, não tem porque aperta absurdamente forte ao ponto da pele ao redor do cinto já começar a ficar vermelha e dormente. Meus olhos se reviram a cada pequeno toque dele, tudo o que ele faz me deixa fora de órbita.
Ele me olha e deixa dois tapinhas sobre minhas pernas, seu sorriso é vitorioso e ao mesmo tempo orgulhoso, como se estivesse orgulhoso de mim. As mãos de Louis sobem por minhas pernas, ele segura no tornozelo e as dobra, dessa maneira fico toda exposta pra ele e minha buceta fica apertada.
Louis se move apenas pra parar ao meu lado, meus olhos o seguem até que ele esteja bem ao lado da minha cabeça, ele se ajoelha e passa a mão sobre minha bochecha, seus dedos são tão doces e leves que me fazem fechar os olhos. Logo sinto ele apertar minha bochecha me fazendo abrir os olhos inquieta.
— Conheço a coisinha que tenho. Abre a boca pra mim.
Ele não pede, ele manda e eu obedeço. Padre Tomlinson levanta a mão e eu vejo minha calcinha, ele me olha ansioso e mordendo os lábios, sinto meu corpo todo pegando fogo só não em minha barriga, já que um frio se instala bem ali. Louis enfia o tecido sem mais delongas dentro de minha boca, ele sabe o quanto gosto de gemer alto quando o tenho dentro de mim.
Ele sorri doce e passa os dedos novamente no canto do meu rosto, deposita um beijo casto no canto da minha sobrancelha e se levanta. Meus olhos lutam pra ficarem abertos, é uma tarefa difícil quando todo meu corpo está mole e sem controle jogado no sofá.
Padre Tomlinson se coloca novamente de pé em frente as minhas pernas, ele segura de uma maneira tão doce minhas coxas que acho que ele será carinhoso dessa vez, mas ao mesmo tempo em que essa ideia passa na minha cabeça William aperta minha pele e tomba minhas duas pernas pro lado. A fivela do cinto aperta tanto minha coxa que duvido que ficará roxa quando tirar.
Ele alisa minha nádega e massageia seu pau proximo a minha buceta, observar Louis é de longe uma das minhas coisas favoritas, sinto a cabecinha de seu cacete roçar na pele sensível da minha boceta e choramingo com a calcinha na boca. O couro do cinto aperta minhas coxas e consequentemente deixa minha boceta ainda mais apertada e sensível, é uma das sensações mais gostosas que já senti.
— Tão apertada pra receber o papai.
Ele divaga enquanto observa seu pau se esfregar em minha buceta, meu coração está acelerado apenas esperando o momento em que ele vai simplesmente se afundar em mim. Sinto seus dedos masturbando meu clitóris e gemo o mais alto que posso afinal o tecido faz com que o som seja abafado, os olhos do Padre brilham pra mim, como brasas que saem de uma fogueira.
Sem aguentar mais, Louis empurra seu cacete pra dentro da minha buceta, a primeira reação que tenho é solavancar meu corpo pra cima no sofá enquanto sinto o fino suor escorrer pelo meio das minhas costas, a ardência gostosa pelo tamanho do pau dele se instala imediatamente e minha garganta raspa incansavelmente pelos gritinhos que eu deixo escapar.
Eu rebolo meu quadril a procura de algum estímulo, em procura de sanar aquela queimação absurda que se intensifica a cada minuto dentro da minha bocetinha, mas é tudo em vão quando Louis me segura pela cintura impedindo qualquer movimento do meu corpo.
— Quietinha boneca, eu vou foder sua buceta hoje. — a maneira como ele deixa ênfase no 'eu' faz minha barriga borbulhar.
Assim que sua voz morre na sua sala ele apoia uma mão em minha coxa e brutamente empurra seu quadril contra o meu, é gostoso, é a sensação mais gostosa que eu já provei na vida ter Louis dentro de mim. Seu pau vai ao fundo dentro da minha buceta, a única coisa que consigo fazer é revirar os olhos e babar na calcinha que abafa meus gemidos.
Louis sabe como comer uma pessoa, ele sabe exatamente onde pegar, onde apertar, de que forma e qual força deve usar. Seu polegar e indicador brinca com o biquinho do meu peito da maneira que ele sabe que eu gosto, meus olhos lacrimejam por finalmente receber o que tanto queria.
— Porra! Eu nunca vou me cansar de comer sua buceta Edward — ele dita com o pescoço pra trás e os lábios entre os dentes.
Meus olhos não conseguem ficar abertos, a todo momento os reviro pra dentro de minhas pálpebras e gemo abafado no pano da calcinha. Louis percebe o quanto luto pra manter os olhos abertos e sorri antes de abaixar seu tronco e começar a meter lento.
— Deixa os olhos abertos boneca, a parte mais gostosa está em olhar — ele leva sua mão até minha bochecha e aperta tão forte que meus olhos lacrimejam.
— P-por favor! — suplico pedindo pra que ele me faça gozar logo.
Ele deixa um beijo em meu peito e sobe seu tronco. Como se o gemido alto que eu deixei escapar virasse uma chavinha dentro dele, sinto no segundo seguinte ele apertar minhas coxas que ainda estão presas no cinto. De repente ele me vira no sofá, meus peitos e minha barriga ficam apoiados no estofado e minha bunda fica totalmente exposta pra ele.
Padre Louis abre minhas nádegas e cospe sobre minha entradinha, sua saliva quente escorre até minha buceta e antes que eu possa raciocinar qualquer coisa ele abre os lábios dela e enfia todo seu comprimento dentro de mim. Meu corpo solavanca e arrepia absurdamente.
— Cacete Harryzinha! — ele massageia minha entrada com seus dedos e com a outra mão aperta minha nádega — Que bom que sou só eu que como esse seu rabinho, não é?
Não faço a mínima ideia do que está acontecendo ao meu redor, é como se uma névoa pairasse sobre mim e me levasse a outra realidade. Louis tem esse poder sobre mim. Seu pau alarga minha buceta e me faz ter as melhores sensações do mundo.
Sinto no pé da minha barriga seu comprimento e não posso deixar de segurar sua mão e levar até lá, forço sua palma pra que ele sinta a cada estocada sua o relevo que fica ali. Ele geme quando sente sua cabecinha forçar minha barriga.
Meus pés começam a formigar e eu sei que vou gozar logo, minha buceta está mais sensível que o normal pelo tempo de estímulo que recebi só hoje. Fecho meus olhos e deixo que Louis me guie, ele sabe o que fazer com sua garotinha, ele sabe o que é melhor pra mim.
Aperto minha bocetinha envolta de seu pau e sinto suas investidas aumentarem a velocidade, ele geme tão alto que arrepia todos os meus pelinhos. Louis leva sua mão até meu grelinho e começa a massagear, com a outra ele segura em meu pescoço e me levanta do sofá.
Minhas costas suadas encostam em seu peito, nossos suores causam um barulho molhado na sala e eu não posso deixar de gemer. Sua mão não abandona meu pescoço e ele não deixa de meter mais forte, nessa posição ele entra ainda mais fundo em mim.
— Promete pra mim irmã Edward — ele sussurra perto demais da minha orelha.
Eu o olho de canto como se questionasse o que devo prometer.
— Promete pra m-mim que mais ninguém no mundo v-vai tocar sua buceta e te ver como eu. Promete p-pra mim que eu sou seu Padre favorito....Hm...P-promete!
Sinto meu corpo se arrepiar por saber que Louis me trata como uma propriedade dele. Sua mão retira a calcinha de minha boca e uma grande quantidade de saliva escorre junto, meu maxilar dói e minha língua está levemente dormente.
— Own...P-padre Lou.... — gemo alto e em bom som causando eco na sala — V-você é o m-meu papai favorito! M-minha buceta é só sua!
Assim que termino de dizer ele solta meu pescoço e começa a estapear minha bunda metendo mais forte. Meu estômago revira e meu corpo borbulha como nunca antes, minha garganta seca e no minuto seguinte eu gozo em seu pau.
Nem por isso Louis deixa de meter em mim, seu pau continua a abusar da minha bocetinha de maneira gostosa prolongando meu orgasmo. Sinto ele começar a ir mais rápido e sei que ele vai gozar logo.
Contraio minha entrada causando um aperto em seu pau, é uma bagunça molhada. Meu melzinho escorre em abundância melecando minhas coxas, minha bunda está toda vermelha, minha garganta seca e dolorida, meus olhos estão cansados e se fecham sozinhos a todo instante, minhas costas estão suadas ao ponto dos pingos de suores descerem pelo meio delas, a sala cheira a sexo e não posso esquecer da áurea de luxúria que nos rodeia.
— Minha garotinha! — ele aperta minha bunda e simplesmente goza dentro de mim.
Sinto sua porra me encher, é quente e eu posso fechar os olhos pra sentir ainda mais intensamente.
— Isso, padre Louis, me enche com sua porra, me deixa cheia de você!
Acaricio seu braço e mantenho meus olhos em seu rosto. Ele franze as sobrancelhas e morde os lábios, seus movimentos agora são mais lentos pela sensibilidade de seu pau.
Leva alguns minutos pra que ele finalmente acalme seu coração e saia de dentro de mim. Sua porra quente escorre mas eu sou rápida pra segurá-la por mais tempo dentro de mim, gosto da ideia de ter algo de Louis sempre em mim.
Ele desafivela o cinto das minhas coxas e esfrega sua palma ali, apenas pra que eu não sinta o vermelhidão que aquilo causou. Gosto do jeito que a gente fica depois do sexo e esse é o momento mais gostoso de toda minha vida. Louis sobe sua calça e se senta no sofá onde a minutos atrás eu estava de quatro.
Ele me puxa pro seu colo, minhas pernas juntas e em cima das suas coxas, minha bochecha fica espremida em seu peito onde eu sinto seu cheiro de maneira ainda mais forte. Suas mãos começam a acariciar meus cabelos, é sempre o cafuné que faz meu coração acelerar e perceber que eu estou cada vez mais apaixonada por ele.
Movo minha cabeça apenas pra poder enxergar seus olhos azuis e seu rosto bonito. Minha respiração está quieta e lenta, o sono está começando a invadir meu corpo e o carinho de Louis instensifica ainda mais.
— Eu te amo Louis — solto baixinho e ele olha pra mim.
Seus olhos brilham e um sorriso começa nascer em seus lábios.
— Eu te amo boneca. Te amo tanto que vou deixar de exercer o sacerdócio por você Harry.
Meus olhos brilham tanto que sinto lágrimas borbulhando por eles, meu coração esquenta e começa a palpitar. O abraço forte pelo pescoço e fecho os olhos, não quero o perder nunca.
Lentamente seu cheiro me embriaga e eu me deixo cair no sono no meu lugar favorito, no colo de Louis.
"Harry sempre pega o ônibus mais cedo para poder vestir sua sainha curta e se exibir para o motorista gostoso."
𖹭 Voltei, finalmente!
𖹭 Logo após postar a one vou soltar uma enquete para vocês decidirem a próxima!
tags: hinter • desuso de camisinha • palavras de baixo calão como: bucetinha, cacete, pau, grelinho, xotinha • leve diferença de idade
𖹭 Se algo citado acima te incomoda, não leia e pule por favor.
𖹭 Word count: 5330
𖹭
"I know the driver sees it, I know he's peeking in the rearview mirror" - Wheels On The Bus, Melanie Martinez.
Harry estava estressado. Ele se encontrava no ponto de ônibus uma hora mais cedo, suas amigas haviam decidido fazer o trabalho antes da aula. Ele tentou protestar contra a ideia, mas no final todas votaram que era melhor assim. Claro, todas elas tinham carro e não levariam mais que trinta minutos para chegarem na faculdade. Harry sentia que poderia chorar de tanto sono. Obviamente ele não poderia deixar de se cuidar, acordou duas horas mais cedo que o habitual para poder tomar banho, arrumar seus cachinhos e se maquiar.
Realmente ponderou deixar aquele trabalho de lado quando avistou o ônibus se aproximando do ponto. Ele já estava lotado, com pessoas em pé até mesmo antes da roleta. Isso sem contar as pessoas que iriam subir no mesmo ponto que ela. Frustrante.
Ele não pode evitar revirar seus olhos quando subiu no veículo, tendo que se acomodar perto do banco do motorista. As pessoas não paravam de subir, ele se perguntava como todos caberiam ali dentro.
Após alguns minutos, -que pareceram horas- esperando todos subirem, o motorista fechou a porta e ônibus finalmente arrancou do lugar. O corpo de Harry deu um solavanco, ele não estava apoiada em nada e quase caiu para a frente. Então se virou para a frente, apoiando suas mãos na barra de ferro que separava o motorista dos passageiros. Foi quando o garoto viu.
Harry analisou cada pedacinho do homem. Seu rosto estava sério, os olhos azuis brilhavam como o céu e estavam focados no trânsito. Ele tinha uma barba por faze, com alguns cabelos brancos que contornava os lábios finos e rosados. Por um instante Harry imaginou como seria dar um beijo no homem. O uniforme da empresa grudada em seu corpo, as coxas marcavam na calça jeans e o garoto também podia perceber como os músculos de seu braço flexionavam quando ele virava para poder olhar pela janela. Harry então notou suas mãos. Caralho. Ele tinha tatuagens em uma das mãos, seus dedos apertavam o volante com força. O garoto poderia soltar um gemido somente com o pensamento que veio em sua cabeça ao imaginar aquela mão em seu pescoço ou até mesmo os dedos tatuados enfiados em si.
O cacheado estava tão focada em observar o homem que não percebeu que também estava sendo observada. O ônibus estava parado em outro ponto e então o motorista virou para olhar os passageiros subindo. Foi quando percebeu dois olhinhos verdes vidrados em si.
O homem não pode deixar de reparar em como o garoto a sua frente era tão lindo... E gostoso. Por alguns segundos ponderou se era mesmo um garoto, devido a suas roupas. Seu corpo estava coberto por um cropped branco, que marcava perfeitamente os mamilos eriçados. Na parte de baixo ela vestia uma saia roxa, que ia até o meio de suas coxas. Ele mordia os lábios vermelhinhos, totalmente perdido em seus pensamentos. O motorista salivou. A figura parada ali era a perdição em pessoa.
Os dois saíram de seus devaneios quando alguém gritou do fundo do ônibus, reclamando da demora. Só então Harry percebeu que o homem o olhava de volta, e isso fez suas bochechas corarem de vergonha. Qual é. Não é todo dia que se pode aproveitar uma volta no ônibus com um motorista gostoso.
Os dois trocaram olhares pelo resto da corrida, o motorista o observava pelo retrovisor e ele desviava todas as vezes, explodindo em vergonha. Mas não passou de olhares. Nenhum dos dois teve coragem de dizer nada. Estavam cada um perdidos em suas próprias fantasias.
Não demorou muito tempo para que Harry visse a fachada de sua faculdade. Por alguns segundos ele se esqueceu que deveria descer ali, mas o motorista foi muito solicito em perguntar. O garoto carregava uma mochila, provavelmente estava indo estudar.
- Você não desce aqui, boneca? - O sorriso ladino em seu rosto estava descarado. Harry sentiu seu corpo ferver por ter a atenção do homem totalmente em si e também pelo apelido. Ele concordou com um aceno, rapidamente tirando seu cartão da bolsa para poder passar na roleta.
- Obrigada... Louis... - Ele olhou o nome no crachá pendurado na camiseta. Um sorriso de lado apareceu em seu rosto, ela acenou para ele antes de rodar e então passar para trás no ônibus.
Louis o seguiu com os olhos por todo o trajeto que o garoto fez até sumir dentro do portão da faculdade. Sua língua molhou os lábios enquanto observava as coxas branquinhas, agora de costas, elas eram tão gordinhas que roçavam uma na hora a medida que o garoto andava. Ele tinha uma visão dos céus.
[...]
O dia havia sido tão corrido na faculdade, Harry se ocupou tanto com a faculdade que só teve tempo de pensar em qualquer coisa quando chegou em casa. Para terminar todo o trabalho, seu grupo ficou também depois da aula mas o garoto não protestou após uma de suas amigas dizer que o daria uma carona para casa.
Após tomar um banho relaxante, comer, e finalmente se deitar para dormir, foi quando as lembranças da manhã tomaram a cabeça de Harry. De repente, outro sentimento estava tomando o garoto. Ele sentia seu corpo quente enquanto lembrava do motorista, imaginando as situações mais eróticas possíveis. Harry estava frustrado, sem transar a tanto tempo e ainda fantasiando com um homem que havia visto apenas uma vez na vida.
Ele não resistiu em se virar na cama, estendendo seu braço para poder abrir a gaveta de seu criado mudo e pegar seu vibrador.
Aquele foi o primeiro dia que Harry meteu gostosinho em si mesmo enquanto pensava em Louis.
[...]
No manhã seguinte, apesar de todo o sono e cansaço, Harry estava de pé no ponto de ônibus uma hora mais cedo, como no dia anterior. Seu corpo queimava em excitação por saber que veria o homem mais velho mais uma vez. Ele sentia que todos os olhares estavam em si, como se todos soubessem que ele estava li apenas para ver Louis.
Quando o ônibus apareceu na esquina, o garoto sentiu seu corpo arrepiar. Se sentia como um bobo adolescente novamente, surtando por um crush no ensino médio. Mas ele não sabia que, dentro do ônibus, também havia um Louis ansioso por saber se veria o garoto novamente. Ele estava analisando cada terminal, afinal não havia visto em qual o garoto havia subido no dia anterior.
O homem parou o veículo no ponto, os olhos vidrados na porta querendo saber se final veria o cacheado. Um sorriso surgiu em seus lábios quando ele avistou a figura esbelta subindo a pequena escada do ônibus. Hoje ele estava com um vestidinho verde claro, coberto por desenhos de borboletinhas. O cabelo estava com os cachinhos perfeitos, prendidos de lado por uma presilha branca também de borboleta. Ele estava tão, tão lindo.
O sorriso no rosto de Louis aumentou quando o garoto se espremeu entre os outros passageiros para que me pudesse mais uma vez parar perto dele.
- Bom dia, Louis. - O garoto também sorria quando o cumprimentou. Os dois pareciam hipnotizados um com o outro.
- Bom dia, gracinha. - O motorista o respondeu, piscando para o garoto antes de se virar para frente e então voltar a dirigir.
Isso seguiu por dias.
Mesmo estando totalmente cansado e sofrendo para acordar cedo, Harry estava todos os dias as seis da manhã no ponto de ônibus. Ele entrava e ficava perto de Louis. O contato entre os dois não passava de bom dias e troca de olhares, mas a tensão sexual poderia ser sentida por qualquer um. Incontáveis foram as noites que Harry passou com seu vibrador enquanto sonhava em ser fodido por Louis. Ele estava a ponto de enlouquecer. O homem era simplesmente perfeito para ele. Alguns anos mais velho, e tão gostoso.
Foi quando ele tomou a decisão de que iria para cima de Louis. Ele acordou naquela quinta feira determinado. Seu banho levou mais tempo que o usual e ela também demorou para escolher sua roupa. Queria estar perfeito para Louis.
Faltando alguns minutos para sair de casa, parou na frente do espelho para dar mais uma checada. Estava novamente com um vestido, dessa vez rosa. O tecido era lido e com manguinhas curtas. O decote era mínimo, mas aconchegava perfeitamente os montinhos. Ele se sentiu confiante.
Mas, quando o ônibus parou em sua frente, a decepção tomou conta de Harry. Ao invés de Louis estar ali no banco do motorista, o esperando com um sorriso, estava outra pessoa. Harry se desesperou por alguns segundos. Louis havia mudado de linha? Sem o avisar? Ee se espremeu para poder chegar até o novo motorista.
- Bom dia, tudo bem? Você quem vai assumir essa linha agora? - Ele perguntou para o homem. A chateação estava por todo seu rosto. Ele estava tão animado para ver Louis naquele dia.
- Bom dia rapaz. - O homem o respondeu, o encarando pelo retrovisor. - 'Tô cobrindo o Tomlinson apenas hoje, ele teve um imprevisto mas amanhã 'tá aí.
Harry o agradeceu, sentindo um alívio o tomar. Ele iria ter que esperar mais um dia, mas pelo menos ainda teria Louis.
[...]
Na manhã seguinte ele estava mais uma vez arrumado para ver Louis. No fundo se perguntava se estava sendo idiota em levar aquilo a sério. Poderia não dar em nada, Louis poderia estar apenas sendo gentil, certo? Mas uma chama dentro do garoto apagava todas as dúvidas. Ele não iria desistir. Queria Louis e iria conseguir.
A chuva naquela manhã de sexta pegou Harry de surpresa. Ele estava no caminho para o ponto de ônibus quando foi tomado pelos pingos de água. Ele estava totalmente molhado quando alcançou o ponto. Por pouco, não perdeu o ônibus, que já estava parando. Ela esperou até que os outros estivessem entrado para poder subir. Felizmente, ou infelizmente, devido ao seu estado caótico, era Louis que estava sentado ali.
O homem sorriu ao ver o garoto, mas ele já estava chateado. Um biquinho se formava em seus lábios a medida que ele se aproximava de Louis. Agora que ele tinha Louis ali já estava totalmente arruinado, sua roupa molhada e penteado bagunçado. Louis, por outro lado, o achou extremamente adorável.
- Não ria, por favor. Estou péssimo. - Ele reclamou, se apoiando no ferro ao lado do motorista.
- Você não está péssimo, gracinha. Roupa seca, sabia? Aliás, eu adorei o vestido. - O elogio fez Harry sorrir. Claro que ele estava tentando chamar atenção de Louis, e era ótimo ver que estava funcionando.
- Obrigada, Louis... - O sorriso ainda estava em seu rosto. - Mas espero que não chova mais de volta na saída, odeio andar na chuva.
- Odeia a chuva, é? Você é feito de açúcar, por acaso? - O motorista também tinha um sorrisinho no rosto. Ele encarava o garoto pelo retrovisor. Apesar de gostar da companhia do garoto, odiava que seu único contato fosse apenas ali. Ele queria poder dar toda a sua atenção ao garoto sem ter que ficar ligado no trânsito ou nos passageiros.
- Sim, senhor.
- Então você é meu docinho de coco. - Louis jogou, vendo o garoto ficar ainda mais vermelho. Ele era simplesmente adorável. Mas, ainda assim, Louis podia ver que o biquinho ainda estava em seus lábios. - Você está tão birrento assim só por causa da chuva?
- Não! - Harry exclamou, negando rapidamente. - Você me deixou ontem, tive que ficar aqui sozinho... - O drama era certeiro, mas ele queria ver até onde podia levar Louis.
- Me desculpe, docinho. Tive um imprevisto com minha mãe, foi de última hora. - Ele se desculpou, parando no ponto e então se virando para o garoto. - Vou estar aqui para te levar todos os dias. Prometo que não vai mais acontecer.
- Espero que não, Lou. Minhas manhãs são melhores com você.
[...]
Harry tinha apenas uma certeza depois dele dia: Louis também o queria. Os dois estavam naquele flerte desgraçado a quase um mês. Harry sentia que poderia explodir de tanto tesão. Todas as noites ele tentava se distrair daquela tentação enquanto se masturbava, mas parecia nunca ser suficiente. Ele só iria estar satisfeito quando tivesse o pau de Louis indo fundo em sua buceta. E ele iria conseguir isso o mais rápido possível.
O próximo passo seria contar para Louis sobre o segredinho que tinha entre suas pernas. Aquilo não era um problema para o garoto. Mas ele sempre havia sido cuidadoso sobre a quem contar. Por isso não era sempre que o garoto estava com alguém. Mas sabia que podia confiar em Louis. Ele não iria ser um babaca como alguns dos garotos que havia saído. Louis era um homem. E, ah, que homem.
Harry passou todo o fim de semana ansioso. No domingo a noite, separou sua roupa. Fez questão de escolher uma saia vermelha, o pedaço de pano era o suficiente para cobrir sua bunda. Para a parte de cima, pegou um cropped branco, enfeitado com alguns corações vermelhos. Ia perfeitamente com a saia, com alcinhas finas e um decote mais puxado. Ele experimentou as peças antes de dormir. Estava ansioso para a manhã seguinte.
[...]
Harry sentia que todos olhares estavam em si. Se sentia como se todos soubessem o que ele estava prestes a fazer. O garoto se sentia uma perfeita vadia, vestindo as roupas mais curtas para se encontrar com o motorista de seu ônibus. Ainda mais quando lembrava que não estava vestindo nada por baixo da saia. Louis teria uma bela surpresa.
Sentiu seu coração bater forte quando viu o ônibus virar na esquina. Seus dedinhos apertavam a alça de sua mochila.
Como sempre, esperou que todos subissem antes de entrar. Era como se seu lugarzinho ao lado de Louis estivesse guardado. Talvez, apenas talvez Louis tivesse alertado todos os passageiros que pararam ali, dizendo que era perigoso. Apenas talvez.
O garoto subiu, seus olhos capturaram os de Louis no mesmo momento. Este, que parecia estar hipnotizado com a beleza do cacheado. Como todos os dias. Afinal, Harry sempre estava lindo. Tudo estava normal para Louis. Era Harry quem se sentia totalmente nervoso e ansioso.
- Bom dia, docinho. - Louis iniciou o contato, percebendo que o garoto estava um pouco aéreo. - Tudo bem?
Harry pareceu sair de seu transe ao escutar a voz de Louis. Ele sorriu de canto, se aproximando para se apoiar na barra de ferro e ficar perto de Louis. Esse, que já manejava o ônibus para fora do ponto.
- Bom dia, Lou. Estou muito bem, e você? - Toda a tensão parecia estar saindo de seu corpo ao que ele iniciou uma conversa com Louis. Harry realmente se sentia bem ao lado do homem.
- Com certeza estou melhor agora... Com uma coisinha linda dessas do meu lado... - O sorriso cafajeste estava em seu rosto. Harry sabia que Louis também tinha segundas intenções. Ele não estava sonhando ou vendo coisas.
- Que bom... Mas tenho certeza de que as coisas podem ficar bem melhores do que isso. - Ele sugeriu, encarando o homem.
- Ah, é mesmo? E como podem melhorar?
- Não seja tão apressado Louis, você vai ver... - Louis estava desconfiado de algo. Harry tinha um sorriso sapeca no rosto, mas não disse mais nada. O trajeto seguiu em mais puro silêncio, Louis estava curioso. Harry não tirava o sorriso do rosto. E não pareceu se importar quando perdeu o ponto que parava em sua faculdade. Ele estava aprontando, mas Louis não disse mais nada. Iria esperar para ver.
O ônibus esvaziou quase completamente após os alunos descerem na faculdade. Harry começou a se sentir mais confortável com o ambiente.
O garoto se virou de frente, apoiando suas duas mãos na barra para poder passar sua perna para o outro lado. Agora ele estava praticamente sentado no ferro. Ele sentiu o gelado tocar a parte interna de suas coxas e no mesmo instante seus lábios foram apertados pelos dentes branquinhos. A barra pressionava contra sua bucetinha, ele movimentou sua cintura levemente apenas para sentir seu clitóris ser apertado contra o pedaço de ferro. Naquele momento, ele não se importava com onde estava, ou se alguém estava o observando. Tudo que ele queria era a atenção de Louis.
- Hum, Louis? - Harry chamou pelo mais velho, que apenas murmurou para mostrar que estava ouvindo. Ele estava virando o ônibus em uma esquina, seus olhos estavam atentos no trânsito. - Tenho que te contar um segredo.
- O que, docinho? Louis o respondeu, rapidamente olhando pelo retrovisor. - Pode fa... - Sua fala foi interrompida pela visão que teve. Harry estava montado na barra, se esfregando como uma perfeita cadela. E, como se não bastasse, o garoto tinha a barra da saia levantada na frente, mostrando o tal segredinho.
Os olhos de Louis se prenderam ali, ele estava obcecado com a visão da xotinha molhada. Porra. Como Harry poderia ser mais perfeito?
- Caralho, Harry. - Ele murmurou baixinho, passando a língua por seus lábios. Ele queria tanto afundar seu rosto no meio das pernas do garoto comer a sua buceta.
Ele podia sentir seu pau ficando cada vez mais duro no meio de suas pernas. O olhar de Louis foi então para o rosto do garoto que o encarava de volta. Ele mordia os lábios com força, se segurando para não soltar um gemido. Ele estava tão molhado.
- Lou... - Ele sussurrou baixinho, forçando sua cintura a ir um pouco mais rápido. Louis estava hipnotizado, não conseguia desviar o olhar da cena. - Louis!
Ele saiu de seu transe com o grito alto de Harry, junto com alguns passageiros. Louis teve poucos segundos para segurar o volante e virar a direção do ônibus, antes que o veículo batesse em um carro na rua.
- Tá maluco, môto? - Uma mulher gritou do fundo. Louis sentia seu coração bater forte. O estrago que poderia ter causado aos passageiros e também ao ônibus era gigante.
- Porra! - Ele resmungou para si mesmo, olhando rapidamente para o rostinho agora assustado de Harry. Louis estava sério, claramente nervoso. Harry sentiu um arrepio correr por seu corpo com o olhar do mais velho. Ele se afastou da barra, ajeitando sua saia antes de sentar no banco atrás de Louis. Ele só queria chamar a atenção Louis e isso quase levou a uma tragédia.
Harry estava tão nervoso. Ele sabia que tinha feito besteira e sabia que Louis tinha motivo parra estar bravo. Conseguia observar sue rosto pelo retrovisor. O maxilar travado, os olhos focados no trânsito do lado de fora. Louis era um completo deus grego. Era tão errado que Harry estivesse ficando cada vez mais molhado ao pensar em Louis sendo agressivo com ele? Louis, por outro lado, dividia sua atenção entre dirigir e imaginar as coisas que poderia fazer com o garoto. Tudo que ele mais queria era seu pau indo fundo na buceta de Harry. Ele iria dar toda a atenção que queria.
Nenhuma palavra foi dita por nenhum dos dois até que o último passageiro desceu do ônibus.
Eles se aproximavam do ponto final, Louis parou o ônibus em uma rua vazia, afastada de qualquer movimento. O coração de Harry estava batendo na boca no minuto em que Louis virou a chave, desligando o ônibus. Agora o silêncio era total. Louis tomou impulso, saindo de seu banco e ficando agora em pé ao lado de Harry, que apenas o encarava.
- Você vai vir até aqui ou vai ficar apenas me olhando com essa carinha de cadela? - Seu tom era grosso. A calcinha de Harry estaria encharcada, se ele estivesse usando uma. Ele se levantou, parando de frente para Louis. Eles nunca haviam ficado tão próximos assim. O cacheado sentia agora de pertinho o cheiro do perfume forte.
Louis também estava encantado pelo garoto. Harry parecia ficar apenas mais lindo a cada vez que ele olhava. O garoto tinha os olhos pidões brilhando em sua direção. Louis sabia muito bem o que ele queria. Os lábios rosados pelo gloss eram maltratados por conta do nervosismo. Ele parecia uma perfeita bonequinha inocente. Exceto que, de inocente não tinha nada.
- Lou- eu... Sinto muito...- Harry murmurou, ele queria se desculpar pelo que havia feito. Mas não sabia se deveria falar muito naquele momento. Ele não conseguiu terminar sua frase.
O mais velho quem tomou a ação de se aproximar, levando sua mão até a saia do garoto. Ele levantou o tecido, expondo a bucetinha gostosa, que estava totalmente melada. Ele não resistiu em levar a outra mão ali, enfiando seus dedos entre os lábios grossos. Ela estava tão melada que Louis não tinha dificuldade em deslizar ali.
- Sente, Harry? Sente mesmo? - Ele perguntou olhando diretamente para o rosto do garoto, que fechava os olhos em prazer ao ter seu grelinho massageado. Ele havia sonhado tanto com as mãos de Louis... - Estou vendo o quanto você lamenta pelo que fez... Você queria tanto chamar a minha atenção, não é? Estava desesperado para que eu soubesse que você tem uma bucetinha, hum? Que gostosa, princesa.
Harry gemeu baixo, aprovando a forma que Louis o chamou. Ele gostava de ser tratado daquela forma.
- Olha como você me deixou, docinho... - Ele se afastou levemente para poder mostrar o volume em sua calça. Os olhos de Harry estavam grudados ali agora. Ele queria tanto, poder tocar ali. - Acho que você precisa me recompensar por toda a bagunça que você fez hoje, hum?
Louis não estava perguntando. Sua mão abandonou a xotinha melada, causando insatisfação nos dois. Seus dedos foram ágeis em abrir o zíper de sua calça e então descer a peça, junto com a cueca preta. O cacete duro balançou na frente de Harry, o fazendo salivar com a vista. Louis agora tinha seus olhos presos na boquinha gostosa. Ele levou a mão até o queixo do cacheado, o puxando para si. Eles estavam colados agora, a barba de Louis roçava na bochecha de Harry.
Os lábios cobertos pelo gloss de morango foram tomados pela língua do motorista, ele fez questão de provar o gostinho antes de iniciar um beijo molhado. Os dois estavam tão sedentos por aquilo, suas bocas se encaixaram da forma mais erótica possível.
Harry foi ágil em levar uma de suas mãos até o pau de Louis. Ele soltou um gemido baixo ao o sentir tão duro em sua mão. Sua mão se movimentava lentamente, batendo uma punheta gostosa para o mais velho. Ele aproveitava enquanto tinha sua boca sendo tomada pela de Louis, os lábios sendo chupados com força.
- Tá gostoso, hum? Quero ver se você aguenta ele na nessa boquinha gostosa. - Louis sugeriu, se afastando do beijo. - Ajoelha.
A ordem foi clara, mas Harry hesitou. Ele encarou o rosto de Louis.
- Mas, Lou... O chão 'tá sujo.. - Seus lábios formaram um biquinho. Sua mão ainda brincava com o pau de Louis quando ele teve seu rosto tomado pelos dedos do outro.
- Você não estava reclamando de sujo enquanto esfregava sua essa buceta ali igual uma vagabunda, não é? - Ele perguntou irônico, soltando uma risada sarcástica. - Ajoelha, porra.
A buceta de Harry molhou ainda mais com o tom rude do motorista. Ela ignorou totalmente seu pensamento anterior, se ajoelhando no chão do ônibus. Ela observou o homem de baixo, tendo agora o cacete duro e molhado bem em sua frente,
- 'Tá esperando o que? Chupa, princesa. - As mãos de Louis foram para os cachos do garoto. Ele tirou os fios do rostinho bonito, os prendendo em sua mão em um rabo de cavalo. Ele queria observar perfeitamente enquanto o garoto recebia seu pau.
Nada poderia ter preparado Louis. Nenhuma das vezes que tentou se distrair, batendo uma punheta gostosa pensando no cacheado. Nada se comparava ao ter os lábios macios tomando sua glande.
Harry pousou segurava seu pau dela base, os dedinhos passeando por sua extensão o causavam arrepios. Sua cabeça foi jogava para trás a medida que o garoto enfiava o pau todinho em sua boca.
- Caralho, docinho... Que boquinha perfeita, hum? Me chupando assim... - Ele murmurou em meio a suspiros, apertando seus dedos nos fios cacheados. Se sentia no céu. - Porra, isso!
Harry começou a mover sua cabeça rapidamente, ele babava todo o pau de Louis a medida que o enfiava até o final de sua garganta. O único barulho ali eram os gemidos baixos de Louis e o som de Harry se engasgando com o pau grosso. O garoto passava a língua pelas veias grossas, babando toda a extensão até chegar na glande avermelhada, onde sugava com vontade. O líquido branco e espesso tocava sua boca e ele era muito bonzinho em engolir.
Louis deixou que o garoto se acostumasse com seu cacete antes de apertar ainda mais sua mão em seus cachos. Harry sabia o que estava por vir, mas não protestou em momento algum. Ele sentiu a glande inchada batendo no fundo de sua garganta repetidas vezes quando Louis tomou o controle e passou a mover sua cintura, fodendo a boquinha gostosa.
O motorista não tirava os olhos dali, observando como seu caralho grosso era engolido pelo garoto, que apenas o recebia.
- Porra, Harry. Você tem uma boquinha de puta, que delícia princesa. - Ele gemeu arrastado, parando com os movimentos aos poucos ao perceber que o garoto precisava de ar. Somente quando tirou sua atenção dos lábios avermelhados e babados que então percebeu a situação em seus pés. O garoto estava sentado em seu sapato, se esfregando no couro todo aquele tempo. Ele puxou os ombros do cacheado para cima, vendo que seu sapato agora estava todo melado.
- Não podia esperar mais um pouquinho, doce? - Ele murmurou, virando o garoto de costas. Suas mãos pousaram nas costas do garoto, indicando que ele se inclinasse. Harry apoiou suas mãos na mesma barra que estava se esfregando minutos atrás. Agora ele estava empinadinho para Louis, dando uma visão perfeita de sua bucetinha vermelha, maltratada por ter sido esfregada repetidamente. Harry queria tanto gozar. - Você quer tanto que eu coma essa xotinha, não é? 'Tá tão desesperada assim pelo meu pau?
Harry estava delirando de tanto tesão. Ele apenas acenou com a cabeça, se empinando ainda mais em direção ao mais velho. Ele queria ser tocado por Louis novamente, mas tudo que recebeu foi um tapa estalado em sua buceta.
- Eu fiz uma pergunta. - O homem o repreendeu, se afastando para apenas observar como o cacheadinho estava tão lindo daquela forma, a sainha levantada, exibindo a xota gostosa ao que ele empinava a bunda.
- Sim, Lou! Por favor, me come gostosinho... Quero tanto o seu pau na minha bucetinha. - Ele choramingou, virando o rosto para poder observar o motorista. Ele estava apenas com a calça abaixada, sua mão agora punhetava o próprio pau.
- Com você pedindo me pedindo assim igual uma cadela, como eu posso negar? - O sorrisinho sacana estava em seu rosto. Ele se aproximou por trás, pousando a mão direta na bunda de Harry. Um tapa estalado foi deixado na pele branquinha. - Que rabo gostoso, princesa. Vou me divertir tanto com você...
Seus dedos apertaram a bunda do garoto, ele afastou lado apenas para poder observar com atenção. Harry contraia a xotinha ao redor do nada, estava tão ansioso para receber o pau de Louis. O último, que não hesitou em dar o que seu docinho queria. Ele enfiou apenas a cabecinha, sentindo o interior quente de Harry o tomar. E então foi aos poucos, querendo o sentir por inteiro.
Era muito melhor do que qualquer um dos dois haviam imaginado.
- Louis, porra! - Harry gemeu alto, rebolando levemente no pau do motorista. O cacete de Louis era grosso, fazia sua xotinha arder. - Vai, Lou... Fode a minha bucetinha... - Harry o provocou, rebolando agora com mais força. O pau de Louis foi fundo, o fazendo gemer ainda mais alto.
O motorista não estava diferente. Suas mãos apertavam agora a cintura do garoto, ele soltava murmúrios baixos sentindo seu pau ser esmagado no buraco apertado.
- Puta merda, Harry. Você é tão gostosa, caralho. - Sua cintura moveu até o final, sua pélvis agora encostada na bunda do garoto. Ele começou a se mover, dando estocadas rápidas e fundas. Ele adoraria aproveitar o momento com o garoto mas sabia que já estava atrasado para sair com o ônibus.
O gemidos de Harry eram altos, sendo cobertos apenas pelo som das peles se batendo ao que Louis metia fundo no garoto. O mais velho sentia o corpo do cacheado ficando mole, sabia que ele estava sendo estimulado a algum tempo e estava prestes a gozar, mas Louis queria fazer algo antes.
Ele se afastou do garoto, tirando seu pau de dentro do garoto a muito contragosto. Ele se sentou no banco da frente e então puxou o garoto para se sentar em seu colo.
- Vem cá, docinho. Quero te olhar enquanto gozo dentro de você. - Ele ajudou Harry a se sentar, passando as coxas grossas pernas ao redor de sua cintura. As mãos do homem então voaram para a blusa do garoto, abaixando a parte da frente apenas para ter certeza do que já pensava: sem sutiã. - Você faz de propósito, não é? Sempre andando por aí sem sutiã, me deixando maluco só de imaginar...
Harry tinha peitos lindos. Nem tão grandes, nem pequenos. Perfeitos. Os biqinhos amarronzados estavam arrebitados, mostrando quão excitado ele estava. As mãos grandes do homem apertaram os montinhos, que cabiam perfeitamente em suas mãos. Ele apertou os mamilos durinhos, torcendo a pele apenas para ver o rostinho de Harry se revirando em prazer. O garoto estava adorando aquela atenção. Ele adorava tanto brincar com seus próprios peitinhos, mas era muito melhor ter seu ponto sensível sendo estimulado por Louis.
O mais velho logo tirou uma de suas mãos, deixando que sua boca tomasse o lugar. Sua língua se enrolou no mamilo direito, ele chupava, lambia e mordia enquanto apertava o outro. O gemidos de Harry estavam ficando cada vez mais altos, ele iria gozar a qualquer momento.
Com sua mão livre, Louis segurou seu pau, o guiando novamente para o buraquinho do mais novo. Ele enfiou de vez, arrancando um grito alto de prazer dos dois. As estocadas estavam mais bruscas dessa vez, Louis empurrava sua cintura para cima, fodendo a xotinha enquanto sua boca trabalhava em deixar o outro seio também marcado. Ele mamava nos peitinhos do garoto como se fosse sua coisa favorita. E talvez fosse, a partir daquele momento.
- Louis! Assim, assim. Eu vou gozar, Lou... Porra! - O garoto gritou, cravando seus dentes no ombro de Louis enquando sentia uma confusão no pé de sua barriga. O mais velho não o respondeu, apenas levou um de seus dedos para a bucetinha, o pressionando contra o grelinho inchado. Foram poucos segundos até ele sentir seu pau sendo molhado. Ele parou com os movimentos por alguns segundos com garoto se desmanchou em seu colo, finalmente gozando. - Awn, Louis...
- Que delícia, amor... Você foi tão gostosinha, hum? Mas eu ainda quero gozar nessa buceta. - Louis se afastou dos peitos do garoto pousando suas mãs agora em sua cintura para poder pegar mais impulso, voltando a meter sem dó.
Harry pousou suas mãos no peitoral do homem, tentando se afastar.
- Para, Louis! - Ele se sentia tão sensível, sentia como se fosse explodir, mas Louis não parou com os movimentos até que finalmente sentiu seu orgasmo vindo. Ele acertou seu pau fundo uma última vez antes de derramar toda sua porra dentro da xotinha.
- Puta merda, princesa... - Ele gemeu alto, colando seus lábios nos do garoto pela mais uma vez. - Minha intenção era te chamar para sair antes de tudo isso, mas você não conseguiria esperar não é?
Os dois rieam, ainda presos em uma bolha de tesão e cansaço, eles estavam totalmente suados e acabados. Louis estava extremamente atrasado, mas demorou mais alguns segundos antes de se afastar do garoto, o ajudando a se limpar com uma blusa que tinha dentro de sua mochila e depois a colocar suas roupas. - Vamos, você vai voltar para casa. Nem fodendo que vai para a faculdade assim.
Ele murmurou ciumento, vendo Harry se sentar quietinho no banco atrás dele. Somente então Louis levantou o olhar, encarando fixamente a câmera que ficava ali. Assustado pegou seu celular para checar as mensagens. O nome de Zayn, o monitor das câmeras, brilhava na tela com uma mensagem o agradecendo pelo show.
Harry sempre foi excelente em humanas. Entretanto, em exatas ela era péssima. Isso a irritava o bastante para deixá-la chateada consigo mesma.
Ela queria sempre ter as maiores notas, sempre ser a melhor da turma, mas os cálculos faziam sua cabeça doer e sua concentração ir para o espaço.
Por isso sempre pedia ajuda em casa, sua mãe a ajudava quando podia, mas ela era médica, havia plantões para cumprir e por isso quase nunca estava em casa.
Já seu pai... bem, ele era meio descuidado e ocupado demais com o trabalho, sempre o colando em primeiro lugar e não dava muito valor para coisas simples, como passar o tempo com seus filhos. Então sempre dava uma desculpa diferente quando eles pediam algo, como agora:
— Papai? — Harry dá duas batidinhas na porta, entrando quando ouve um "pode entrar". — O senhor pode me ajudar com o dever de química? Prometo que vai ser rapidinho.
— Agora eu não posso, H, tenho muitas coisas do trabalho pra organizar, pode ser mais tarde?
Harry apenas acena com a cabeça, coisa que seu pai não vê por estar concentrado demais na tela do computador em sua frente. Ela sai do escritório, fechando a porta, sabendo que não existe um "mais tarde".
Então, sem muitas alternativas, ela caminha até o quarto do irmão mais velho, dando batidinhas na porta antes de entrar.
Louis estava sentado na cama, sem camisa e com a bermuda folgadinha que usa nos treinos de futebol. Ele havia acabado de chegar, seu corpo ainda estava meio suado e seus cabelos bagunçados. Seus olhos azuis vidrados na tela de seu celular.
Harry ignorou a sensação engraçadinha que sentiu no meio das pernas.
— Lou? — ela chama baixinho.
— Oi, princesa — ele leva sua atenção até o corpinho pequeno encostado em sua porta.
Harry usava um vestidinho de seda com o qual costumava dormir. O tecido na cor perolada combinava com sua pele branquinha, além de deixar seus olhos verdes mais brilhantes. Ele grudava em seu corpo, deixando todas suas curvas perfeitamente marcadas.
Louis não media seu olhar no corpo da irmã. Sabia que era errado, mas não conseguia evitar.
— Você pode me ajudar com o dever de química? — pergunta, tirando o mais velho do transe.
— Claro, amor, só vou tomar um banho, tá? Vai fazendo o que você sabe que depois a gente corrige.
— Tá bom, Lou — responde com um sorriso fofo.
Ele respira fundo quando sua irmã sai de seu quarto. Ela se tornou sua perdição quando entrou na adolescência, seu corpo começou a tomar forma e seu rosto a ficar mais maduro. Agora, Harry é um tesão.
Aquela carinha de inocente dela acaba com a sanidade de Louis, além dos peitos avantajados com os mamilos sempre marcados nessas roupas finas que ela usa. Sua bunda redondinha e empinada, as coxas grossas... ele tem vontade de marca-las com suas mãos.
E hoje ele vai fazer de tudo para usufruir daquele corpo gostoso.
***
Depois de tomar um banho gelado afim de tirar o calor do seu corpo, Louis colocou um dos shorts molinhos que usava pra dormir e foi para o quarto de Harry.
A porta estava encostada, então ele conseguiu entrar sem fazer barulho, aproveitando a visão que tinha dali.
A mais nova estava deitada de bruços no seu tapete de pelinhos rosinha, seu vestidinho estava levantado, deixando Louis ver a polpa gordinha de sua bunda e sua calcinha branca com coraçãozinhos desenhado. Seus pés estavam no alto, balançando para frente e para trás enquanto ela escrevia no caderno.
O pau de Louis pulsou, querendo se enterrar na bunda gordinha.
Ele ficou um tempinho admirando a cena, vez ou outro levando a mão até o pau, o apertando em busca de alívio. Harry se mexia às vezes, fazendo seu vestidinho subir cada vez mais. Cansado de apenas olhar, Tomlinson chegou mais perto.
— E aí, princesa, já progrediu com alguma coisa? — ele se sentou na cama, assistindo o corpo gostoso de cima.
— Um pouco, consegui fazer algumas, mas não sei se estão certas — ela leva o olhar até o irmão.
Tomlinson quase desiste do autocontrole ali mesmo. Harry o olhando de baixo, com aqueles olhos verdes inocentes, enquanto mordia a pontinha do lápis.
Ele apertou com força o colchão, se segurando o máximo possível para não fazer uma besteira.
Enquanto isso, Harry descia seu olhar calmamente pelo corpo do irmão. Admirou as clavículas nuas e marcadas, a tatuagem no peito, a barriga sequinha e malhada por causa do futebol, a elevação no short...
Desde que percebeu que os olhos de seu irmão não desgrudavam do seu corpo, ela começou a provocá-lo. Sempre fazia coisinhas simples de um jeito inocente, como: deixar a porta do quarto encostada enquanto estava deitada em seu tapete com a bunda à mostra.
Ela retornou seu olhar para o rosto do irmão, percebendo que a atenção dele estava em sua boca, então ela fecha os lábios entorno do lápis, dando uma leva sugada, fazendo suas bochechas criarem pequenos sulcos antes de tirá-lo de lá e voltar sua atenção para o caderno.
Sorrindo vitoriosa quando ouve um suspiro de Louis.
— Deita aqui do meu lado pra você ver se estão certas — pede.
— Claro, princesa, chega pro lado.
Os dois ficam deitados com o corpo esticado e os cotovelos apoiados no chão. Harry mostra alguns exercícios que fez e Louis a parabeniza pelos que estão certos e ajuda a acertar os que estavam errados.
O pau do mais velho continuava duro e ficar deitado naquela posição, com a ereção contra o chão, estava o machucando, então ele resolve deitar de lado, com uma mão apoiando a cabeça.
Harry vê isso como uma ótima oportunidade para provocá-lo. Ela deixa seu lápis rolar para o lado, indo parar embaixo da sua cama. Para conseguir pegá-lo, ela muda o ângulo do seu corpo, jogando sua bunda para trás, a fazendo escostar no pau do irmão.
Pego de surpresa, Louis solta um gemido. A bunda branquinha sendo coberta apenas pela calcinha, esbarrando no seu pau vez ou outra, por causa das tentativas de Harry de pegar o lápis, estavam o enlouquecendo. Sua maior vontade era bater e apertar aquela bunda, mas se controlou e fingiu inocência quando Harry voltou a olhá-lo com um biquinho nos lábios.
— Meu lápis foi parar debaixo da cama, mas eu não consigo pegar porquê meus bracinhos são curtos — choraminga. — Pega ele pra mim?
— Claro, amor.
Ela voltou a se deitar de bruços, o vestido emaranhado em sua cintura. Louis aproveitou essa oportunidade para aproveitar um pouquinho mais do corpinho da irmã.
Ele passa uma das pernas por cima dela, ficando ajoelhado, e se estica para pegar o lápis. Com o movimento, seu quadril abaixa, pressionando a ereção contra a bunda de Harry, ela não consegue segurar o gemidinho que foge de sua garganta e Louis sorri convencido por isso.
— Aqui, princesa — ele a entrega o lápis.
— Obrigada, Lou — agradece, ajeitando o corpo e empinando a bunda.
Ainda por cima da garota, Louis apoia as mãos ao lado dos ombros de Harry, ficando completamente por cima. Ele ainda dá algumas instruções para ela sobre o dever, mas discretamente, ou nem tanto, começa a se esfregar nela.
Ele não usava cueca, e com o tecido fino e larguinho do short, seu pau encaixava certinho entre as bandas da bunda da garota.
Louis ouve um gemidinho baixo que sai dos lábios de Harry, sorrindo malicioso e aumentando a velocidade e a pressão dos movimentos. Ela retribui, empinando a bunda e dando reboladinhas.
Antes que pudesse evitar, Louis solta um gemido alto, seu pau pulsa liberando porra quando o orgasmo o atinge. Ele se pressiona com força em Harry, esperando sua respiração se acalmar.
Mas ele rapidamente sai de cima dela, colocando seu vestido no lugar e deitado de bruços ao lado da irmã, quando ouve passos no corredor. Logo seu pai está abrindo a porta, dizendo que já está tarde e que eles deveriam dormir. Ambos acenam e desejam boa noite para o pai.
— Boa noite, princesa — Louis diz, lhe dando uma beijo na bochecha e um tapa na bunda, antes de correr para seu quarto.
***
No outro dia – sábado – Harry acordou determinada a provocar ao máximo seu irmão. Foi tão injusto ele ter gozado se esfregando nela e depois largar ela molhada e com tesão sozinha, tendo que se satisfazer com seus próprios dedos.
A mãe dela só voltaria à noite e seu pai, como sempre, ficaria enfurnado no escritório.
Seu plano começou no café da manhã, quando desceu para comer e encontrou o pai e irmão sentados na mesa. Deu um beijo na bochecha do pai e ignorou completamente o irmão. Caminhou até o balcão onde algumas coisas estavam servidas e se abaixou para pegar, ou fingir pegar, algo no armário de baixo.
Sua bunda ficou empinada na direção de Louis, ele conseguia ver com clareza a calcinha dela molhada e a bucetinha marcada no tecido. Em seguida, ela voltou para a mesa, se abaixando e esticando o corpo por cima da madeira para alcançar a cafeteira que estava ali. O movimento fez com que seu vestidinho ficasse mais largo na frente, deixando seus peitinhos aparentes, bem em frente aos olhos azuis.
O mais velho estava começando a ficar duro e o dia nem havia começado direito.
Na hora do almoço, os papéis se inverteram, ou quase.
Harry ficou com a louça, já que seu irmão fez o almoço. Enquanto a garota lavava os pratos, Louis resolveu provocá-la.
Acima da pia, havia alguns armários onde eles guardavam doces, salgadinhos e alguns alimentos. Ele se aproximou e prensou o corpo de Harry contra a pia. A garota ofegou surpresa, segurando um gemido quando sentiu o pau de Louis na sua bunda.
Querendo provocar de volta, ela se esticou para guardar um prato no escorredor, precisou ficar na ponta do pé pra fazer isso e o movimento fez seu vestido levantar e sua bunda se esfregar em Louis.
O mais velho segurou o gemido na garganta, não querendo se dar por vencido. No final, ele se afastou e subiu para o quarto, deixando para trás Harry com seu sorrisinho malicioso.
Mais tarde, deitada em sua cama, Harry se sentia entediada. As tardes de sábado eram sempre assim, até que uma ideia veio em sua mente. Ela levantou animada, indo para o banheiro tomar um banho, voltando para o quarto e procurando no meio de suas roupas alguma camisa do time de Louis, sorriu sapeca antes de vesti-la, ficando apenas com ela e com uma calcinha de renda branca.
Pegou seus livros e cadernos, colocando-os no tapete e foi até o quarto do irmão. Deu batidinhas na porta e a abriu quando ele deu permissão.
— Oi, Lou, você pode me ajudar com o dever de novo? — pede de um jeitinho fofo.
— Ajudo, princesa — ele sorriu de lado.
Ela sorriu e terminou de abrir a porta, mostrando seu corpo inteiro. Percebeu o olhar do mais velho passeando por cada pedacinho de si, ficando focado nas coxas branquinhas desnudas. Harry deu as costas para voltar para seu quarto, deixando a visão da polpa de sua bunda balançando de um lado para o outro enquanto andava rebolando, apenas para provocar Louis.
Ele ficou hipnotizado. Sua irmãzinha com sua camisa e apenas de calcinha era uma imagem que ele gostaria de enquadrar e colocar em seu quarto.
Louis logo saiu do cômodo, quando chegou no da irmã, a porta estava aberta e a visão era ainda melhor que da última vez: ela estava de bruços, as pernas retas e um pouco separadas deixando sua bucetinha marcada na calcinha completamente exposta, a camisa estava acima de sua cintura, a bunda branquinha toda aparente.
Ele entrou e fechou a porta, em total silêncio para que a mais nova não o percebesse ali. Caminhou lentamente até ela, colocando uma perna de cada lado e sentando nas coxas da garota, seu pau já desperto roçando na bunda dela.
Harry levou um breve susto com seu irmão e soltou um leve gemido quando seus cachos foram agarrados e sua cabeça puxada para trás.
— Acha que eu não percebo que você me provoca como uma puta necessitada por pau? — sussurra no ouvido dela.
— Lou...
— O que você quer, hein? Por que fica me provocando dessa forma? Você sabe que é errado, não é? Ficar agindo como uma vadia e se oferecendo para seu irmão mais velho — enquanto falava, ele rebolava o quadril, fazendo Harry soltar gemidinhos manhosos.
— Por favor, Lou.
— Por favor o que, princesa? Ficou o dia inteiro me provocando para agora pedir por favor?
Harry gemeu alto quando recebeu um tapa na bunda. Seu coro cabeludo ardia e sua buceta pulsava. Ela nunca sentiu tanto tesão de uma vez só como agora. Ela rebolou e empinou a bunda, massagendando o pau de Louis, sentindo como era grosso e duro.
— Lou — gemeu manhosa. — Se esfrega em mim de novo, me deixa molhadinha com sua porra, por favor.
— Uma putinha tão educada — ele deixa um beijo em sua bochecha antes de empurrar a cabeça dela para baixo, a deixando presa contra o chão.
Com a mão livre, ele libera seu pau do short, ofegante aliviado. Ele se masturba lentamente, batendo com a glande avermelhada e molhada de pré-gozo na bunda branquinha. Enquanto isso, Harry geme manhosinha, sentindo o pau do irmão na sua bunda e as vezes na sua bucetinha molhada.
— Princesa, você precisa ficar quietinha, não vai querer que o papai ouça e venha ver como a filinha dele é uma putinha oferecida que deixa o irmão usar ela, não é?
— Não, Lou.
— Então seja silenciosa, sim? Se eu ouvir algum som vindo de você eu vou parar, ok?
Harry acena com a cabeça, mordendo o lábio inferior para impedir que seus gemidos saiam.
Louis volta sua atenção para a bunda de Harry, ele puxa a calcinha para o lado, deixando a xotinha toda molhada descoberta. Ele passa o polegar entre os lábios, forçando na entradinha apertada e descendo para o grelinho, onde ele faz movimentos circulares.
Harry se remexe, sua bucetinha pulsava, implorando por algo a preenchendo. Seu lábio já estava ficando machucado pelas mordidas, suas mãos apertavam o tapete.
— Abre mais as pernas pro Lou, amor.
A garota obedece imediatamente, não conseguindo segurar um gemido quando sente a glande de Louis massageando sua buceta.
Ele se esfrega nela com lentidão, apenas sentindo e aproveitando a sensação gostosa. Louis passa dois dedos na xotinha, pegando o melzinho e espelhando por entre a bunda da irmã, tornando aquela parte molhada.
Ele agarra os dois lados da bunda de Harry, as puxando para lado e encaixado seu pau no meio. Começa a fazer movimentos de vai e vem lentos, gemendo baixinho e rouco.
— Lou — Harry choraminga. — Por favor.
— O que você quer, princesa?
— Você.
— Mas eu já estou aqui, bebê.
— Dentro de mim, Lou — ela geme quando o pau dele volta a esfregar sua xotinha. — Quero você dentro de mim, por favor.
— Tão necessitada — dá um tapa na bunda dela. — Você vai me aguentar todo, amor?
— Aguento, Lou, por favor.
Ele sorri e desce o corpo, abrindo mais as pernas de Harry e se deitando entre elas. A garota geme alto quando sente a língua do irmão lambendo sua xotinha. Ele brinca com o grelinho dela para em seguida afundar a língua na grutinha molhada, arrastando para cima e para baixo.
— Geme mais baixo princesa, se não eu vou ter que parar.
— Não p-para, Lou, tão bom — geme.
Harry enfia dois dedos em sua boca, os chupando para se manter em silêncio.
Louis puxa os lábios da xotinha, a deixando exposta pra ele. Tão vermelhinha e molhada, as vezes Harry se contrai e mais melzinho sai da entradinha apertada. O mais velho queria tanto acabar com ela, fazê-la se abrir em seu pau, sem preparação nenhuma. Ao mesmo tempo em que tem vontade de chupar e meter sua língua ali, até ter ela gozando em sua boca.
Então é isso que ele faz, lambe de baixo à cima para logo depois enfiar sua língua nela, fazendo movimentos de vai e vem e depois brincando com o grelinho.
Ele sente Harry se contorcendo, soltando alguns choramingos abafados enquanto rebola na cara de Louis. As pernas dela começam a tremer e ele sabe que ela está perto de gozar, então para.
— Lou! Volta, continua — choraminga desesperada.
Ela estava tão perto de gozar, estava tão bom.
— Você só vai gozar no meu pau, princesa.
E antes que Harry possa responder, Louis força a glande na entradinha apertada. Por mais que esteja muito molhadinha, ela não estava preparada o suficiente para a grossura de Louis, a ardência é forte, mas ela se sente tão bem sendo alargada pelo pau dele. Sua xotinha se expandindo apenas e por causa dele.
— Tão apertada, amor, certeza que me aguenta? — diz rouco, se controlando para não colocar tudo de vez.
Louis vai se enfiando aos poucos, sentindo o interior quente aperta-lo com força, sendo quase doloroso. Ele geme aliviado quando já está inteiro dentro dela. Harry continua gemendo baixinho e choramingando, ainda com os dedos na boca e suas bochechas molhadas por algumas lágrimas que escorreram.
O mais velho se mantém parado por um tempo, deixando que a irmã se acostume. Quando percebe que ela já está mais calma e o aperto em seu pau já não é mais tão insuportável, ele se movimenta, saindo completamente, deixando apenas a cabecinha dentro, para em seguida entrar com tudo, fazendo Harry gemer alto.
Ele começa com movimentos calmos, saindo e entrando em um ritmo controlado, suas mãos apertavam a bunda branquinha e a cintura fina, deixando a marca vermelha dos dedos ali.
— Lou... mais forte.
Louis atende ao pedido, estocando com força e agilidade, uma mão puxou os quadris dela para cima, a deixando em seus joelhos enquanto a outra subiu para os cachos, formando um rabo de cavalo e puxando, deixando a garota com as costas arqueadas e a bunda empinada.
O som dos quadris de Louis batendo nos de Harry ecoavam pelo quarto, junto com os gemidos que ambos tentavam segurar.
Louis a fodia com força, uma das mãos apertava e estapeava a bunda da garota que já estava ficando vermelha, cheia de marcas. As pernas dela começaram a tremer e o mais velho soube que ela estava perto do orgasmo mais uma vez, então ele acelera os movimentos, entrando com ainda mais brutalidade, fazendo o corpinho menor que o seu dar solavancos para frente.
— Lou! — geme alto quando o orgasmo atinge seu corpo.
Louis solta seu cabelo, deixando o corpo dela cair no chão, ainda segurando seu quadril para mantê-la de quatro. Uma de suas mãos puxou a bunda de Harry para o lado, dando espaço para que conseguisse ver com perfeição seu pau saindo e entrando.
Ele sentiu seu pau pulsar, o orgasmo sendo arrancado de si quando Harry se contraiu, a deixando cheia de porra. Louis se retirou de dentro da garota, punhetando o membro que ainda soltava porra para prolongar a sensação gostosa e melar a bucetinha inteira com o líquido branco.
Quando se acalmou, assistiu com orgulho sua porra escorrendo entre os lábios judiados da xotinha vermelhinha.
Harry caiu deitada, suas pernas tremiam e seu corpo ainda dava leves espasmos.
Louis colocou seu short novamente, arrumou a calcinha de Harry e puxou sua blusa para baixo, antes de deitar no tapete e puxar a garota para seu peito, fazendo carinho em seus cachos.
— Tudo bem, princesa?
— Tudo, Lou, obrigada por me ajudar com o dever de química — responde sorrindo sapeca.
i’m sorry that i’m misbehaving 🧸🧴🫧 oneshot harry cis!girl
Descrição: Harriet é uma garotinha mimada do papai. Ela costuma fazer pequenas birras e beicinho e tende a conseguir exatamente o que deseja, só por ser tão boazinha e Louis não se sentir capaz de lhe recusar. Mas o que acontece quando essas pequenas birras extrapolam um pouco e o mau-comportamento fica cada vez em evidência?
Harriet sabe muito bem que garotas malvadas merecem ser punidas por não obedecerem. Mas ela ainda não descobriu o que acontece quando as lições de seu papai parecem não ser mais o suficiente e então precisa aprender novamente suas boas maneiras de uma vez por todas, antes que seja tarde e ela não seja mais amada por Louis – se é que isso é humanamente possível.
tag’s e avisos: essa one contém incesto (relação pai e filha) e se isso lhe for um tema muito incômodo, recomendo que não leia para não haver maiores choques futuramente. Todos os personagens desta obra são maiores de idade e todas as relações aqui descritas são de, certa forma, consentidas entre adultos. Os personagens principais claramente não são normais, tem sim problemas da cuca e não estou negando isso.
Além disso, haverá bastante manipulação, gaslighting, consensual não-consensual, anal forçado e punitivo, “jogo de impacto” com Harriet levando cintadas e tapas na bunda e buceta, breeding kink e somnophilia. Harriet será uma verdadeira chorona e brat (pirralha) que faz sim certas coisas pra ter determinado tipo de atenção e reação do Louis, mesmo de que forma inconsciente, além de fazer uso de chupetas.
E para finalizar, meus agradecimentos à @hellomel1 que enviou a ideia de “plot do mercado” nas minhas asks e sem ela todo esse plot não teria acontecido, mesmo que esse tenha fugido MUITO da curva e ido para outros caminhos HAHA! um beijo 🩷
(+1 adendo de que hoje é aniversário da @harryboneca fazendo dezoito anos!! feliz aniversário amada e sinta que essa é pra você especialmente. Daí se você ler e odiar, não se sinta pressionada e pode mandar mensagem que eu tiro sem chorar no banho (talvez eu não chore… talvez) beijos!!
🥀.
Já fazia alguns minutos que os dois estavam dentro do carro no mais absoluto silêncio. Harriet estava sentada no banco de trás com um beicinho inconfundível e os braços cruzados. Vez ou outra a garota não resistia e olhava para o retrovisor a fim de ver os olhos azuis muito frios de seu papai, esses muito atentos no movimento da rua, pois estava dirigindo.
Louis estava puto e ele realmente tinha motivos para estar. Já fazia pelo menos quatro dias que ele estava comentando em casa sobre a reunião importante que teria no trabalho e justo naquele dia Harriet tinha decidido ser uma garotinha má na escola, fazendo com que ligassem para ele informando sobre a discussão entre a filha e uma colega e que ele deveria ir para lá o quanto antes.
Assim como qualquer pai preocupado, Louis chegou se perguntando se tinha sido uma briga muito feia e se a filha estaria machucada. Mas quando chegou junto aos pais da outra garota envolvida na confusão para conversar sobre o que aconteceu com a coordenadora que viu tudo, se envergonhou ao descobrir que na verdade Harriet havia começado e ainda tinha chegado a machucar a menina quando a empurrou e essa bateu o cotovelo na parede quando caiu, por pouco não machucando a cabeça. Harriet tinha um tipo de arranhão no rosto, causado no momento em que a menina tentou se defender, mas tirando isso ela estava perfeitamente bem.
Bem até demais.
Louis, olhando de modo um pouco fuzilador para a filha – que permanecia quietinha sentada no canto da sala ouvindo tudo com um rostinho tranquilo – pediu desculpa para os pais da garota e disse que aquilo não voltaria a se repetir, ou de mais providências ele tomaria por conta própria. Aparentemente tudo sobre aquela conversa havia acabado da melhor maneira que poderia diante das circunstâncias, mas de qualquer modo Harriet pegou três dias de suspensão.
“Então é isso? Você não vai nem falar comigo?” Harriet perguntou quando voltou da sala de aula com a mochila nas costas, os cabelos presos em uma trança escocesa emaranhados consequentemente da briga, a blusa branca de manga comprida um pouco suja. Louis optou por ignorá-la, enquanto andava na frente em passos largos para sair da escola. “Você está sendo… está sendo bobo!” Harriet gritou furiosa quando estavam a poucos passos do carro, isso fazendo Louis parar e se voltar para ela, olhando em diferentes pontos do local antes de agarrar suas bochechas lhe apontando o dedo indicador.
“Veja a porra da sua atitude e fique quieta. Assim como não tinha o direito de atacar aquela garota, não tem o direito de falar assim comigo e achar que vai ficar por isso mesmo, garotinha mimada” Louis falava de modo grosseiro e Harriet olhava para ele com olhinhos de cachorro e se sentindo até meio ofendida. “Dessa vez eu não vou pegar leve com você. Então recomendo que cale a boca e pense duas vezes antes de me provocar. Tá entendendo, Harriet?”
“Sim.” Harriet respondeu à contragosto, ainda com aquela expressão irritada no rosto e sem olhá-lo nos olhos.
“Eu perguntei se você entendeu.” Louis voltou a perguntar cutucando sua bochecha, ainda naquele tom e mais próximo do rosto dela, daquela vez lágrimas escaparam de seus olhos muito verdes deslizando por suas bochechas coradas.
“Sim, papai.” Ela se corrigiu furiosa olhando profundamente em seus olhos azuis e então Louis a soltou, destravando as portas do carro e abrindo a porta de trás esperando ela entrar para bater com força.
Os dois estavam desde então sem falar um com o outro, Louis só voltando a dizer algo quando ligou para o escritório querendo saber como as coisas tinham se desenrolado sem ele no final da reunião, fazendo planejamentos de um novo encontro para terminarem de discutir as ideias um outro dia.
Enquanto estava na ligação, Louis de vez em quando olhava pelo retrovisor a filha com a testa encostada no vidro da janela, as lágrimas rolando pelo seu rosto em silêncio. Aquilo honestamente não afetou o homem nenhum pouco, porque sabia que sua dureza havia sido mais do que necessária naquele momento.
Por Harriet ser sua única filha, ele tendia a cumprir muito com seus caprichos e mimá-la um pouco, ele era capaz de reconhecer isso. Mas ele também sabia ser duro quando precisava ser, e fazia certo tempo que ele não fazia isso, porque sabia que Harriet estava passando por um momento um tanto difícil em relação a mãe distante.
Louis não havia estourado somente com o fato de precisar sair de uma reunião importante e descobrir que a filha começou uma briga na escola. Chegava até a ser ridículo essa ideia de ficar tão puto por algo do tipo, porque é isso que filhos fazem, eles enlouquecem a porra da sua cabeça e cabe a você ficar minimamente são.
Louis ter chegado naquele ponto foi por causa de uma junção de pequenas coisas que aconteceram ao longo da semana. Harriet estava parando de obedecê-lo daquele jeito bonzinho que sempre fazia. Ela parou de voltar para casa no horário certo e ainda ousava mentir para Louis, dizendo o contrário. Começou a entrar sem autorização no escritório de Louis quando esse estava fazendo algo importante, algo que nunca fez mesmo quando era pequena, e começava a fazer ceninhas desnecessárias na frente de seus sócios só para irritá-lo.
E como se não fosse o suficiente, quando chegava o final do dia e estavam prontos para dormir, Harriet aparecia em seu quarto daquele jeitinho meigo e tão doce com a intenção de bajular o pai um pouco com direito à muitos beijos e carinho, pois não era inocente e sabia o quanto ele deveria estar estressado após tudo que o fez lidar durante o dia. Mas então, quando as coisas estavam evoluindo e algo grande estava prestes a acontecer, a garota choramingava dizendo que estava cansada e que Louis deveria largá-la, pois queria dormir sozinha no próprio quarto aquela noite.
Honestamente? Louis tinha sido paciente até demais, e por isso ele não se sentia nenhum pouco culpado pela maneira que estava lidando com aquela nova situação. Harriet tinha escolhido ser a maior das putinhas mimadas com ele? Ótimo, então ela teria sua pior versão, até que resolvesse voltar a ser sua boa garota.
Quando estavam perto de chegar ao supermercado para comprar as coisas que estavam faltando em casa, Louis encerrou a ligação informando que ligaria mais tarde para discutirem sobre aquilo com mais aprofundamento. Ele estacionou o carro e pegou o celular junto a carteira no porta-luvas.
— Você fica. — Louis disse prestes a abaixar as janelas do carro, a garota imediatamente se movendo para ficar entre os dois bancos da frente, o olhando com uma expressão desacreditada.
— O quê? Por quê? — Harriet perguntou apertando um pouco seu ombro para ter sua atenção, o ouvindo murmurar com simplicidade “porque eu estou dizendo” ao que tirava o cinto de segurança. — Papai, não… isso é injusto. Fora que está um calor, seria insuportável ficar aqui esperando tanto tempo.
Nessa parte Louis reconhecia que ela tinha razão. Fora que ele não gostava muito do estacionamento daquele lugar, porque geralmente tendia a aparecer umas pessoas estranhas, e a garota ficar ali sozinha o trazia certa insegurança.
— Por favor. — Harriet voltou a falar baixinho quando Louis ainda não tinha respondido nada, ocupado em responder alguma mensagem no celular. — Por favor, por favor, por favor…
— Você não vai ter o direito de pedir absolutamente nada. Está entendendo bem, Harriet? — Louis perguntou olhando para ela pelo retrovisor do carro, vendo um sorriso crescer em seu rosto. — Harriet, estou falando.
— Tá! Tá bom. — Ela deixou a mochila cair no chão do carro e abriu a porta para sair em um pulo.
Louis respirou fundo com os olhos fechados pelo momento que subia as janelas e só então saiu, travando as portas do carro para se afastar na direção das portas de entrada, a mão na base das costas da filha para que acompanhasse seu ritmo.
Assim que os dois entraram, Harriet correu até onde estavam os carrinhos de compras e puxou um de tamanho maior, o empurrando até onde o pai estava para então pular dentro dele e sentar ali com as pernas dobradas juntas do corpo com um sorrisinho sapeca, antes de colocar na boca a chupeta lilás que levava consigo para todos os lugares que ia.
Louis fingiu que não estava prestando atenção nela e que não estava ligando nenhum pouco para sua presença, começando a empurrar o carrinho na direção do corredor de congelados. Durante todo aquele momento em que estava olhando os produtos e pegava o que lembrava estar precisando em casa, ignorava a maneira que Harriet sutilmente abria as pernas para si, fazendo a saia cinza do uniforme escolar levantar um pouco e expor sua calcinha rosa bebê. Em certo momento Harriet puxou seu celular do bolso frontal de sua calça e colocado em um aplicativo para assistir aqueles vídeos bobos, abrindo e fechando as pernas distraidamente ao que chupava a chupeta com pequenos barulhinhos estalados, Louis precisando ter muita força de vontade para ignorar quando alguns homens passavam e ficavam a observando sua bebê por tempo demais com sorrisinhos perversos.
Teve um momento que Louis estava empurrando o carrinho já com algumas coisas tranquilamente, acompanhando pelo relógio as notificações que chegavam de vez em quando no seu celular, mas nunca algo muito importante para precisar pegá-lo. Harriet, que até aquele momento estava dando toda a sua atenção para o que assistia, de repente se deu conta do setor em que estavam e os seus olhos brilharam.
Antes de abrir a boca para qualquer coisa, ela deu uma boa olhada nas coisas que já tinham dentro do carrinho, e simplesmente não encontrou nada que fosse de seu interesse. Então ela bloqueou o celular e o deixou sobre o colo, começando a prestar atenção no que tinha nas prateleiras.
— Papai. — Harriet chamou um pouco embolado por causa da chupeta e talvez Louis tenha fingido que não a escutou, porque sabia que coisa boa não vinha pela frente. — Ei, papai. — Harriet voltou a chamar com mais clareza quando tirou a chupeta da boca.
— Hum.
— Eu posso pedir só uma coisinha? — Ela pediu piscando os grandes olhos.
— Não, eu falei que você não ia ter direito a pedir nada e você concordou. — Louis disse em um tom tranquilo, realmente não querendo perder a linha na frente daquelas pessoas.
— Mas é só uma coisinha. — Harriet continuou em um choramingo, já olhando na direção do chocolate que gostava muito. — E não é tão caro assim. Faz tempo que eu comi.
— Harriet, não. — Louis viu que ela ia voltar a falar e parou de repente de empurrar o carrinho e andar, olhando sério na sua direção. — Harriet, eu já falei que não. Falei que não e acabou, encerra assunto. — Falou com firmeza e aquele bico voltou para os lábios dela, os olhos brilhando do modo que denunciava que ela iria chorar mais uma vez naquele dia.
Quando Harriet se calou diante de sua ordem, Louis realmente pensou que tinha se enganado e não foi tão ruim quanto havia imaginado. Pois bem…
— Primeiro você defende a idiota da Meredith que quem vê pensa que você é o pai dela. — Harriet começou com a birra daquele jeitinho familiar com os braços cruzados e a expressão fechada no rosto. — E agora tá sendo mal assim comigo por causa daquela bobagem. Por isso que não gosto de você! — Falou um pouquinho mais alto, atraindo a atenção de umas poucas pessoas que estavam no mesmo corredor.
Louis engoliu em seco de um modo, que parecia estar engolindo aquela vontade de fazer algo idiota em público. Ignorou aqueles olhares que estavam direcionados para os dois, tendo certeza de que Harriet continuava falando coisas, mas estava ocupado demais em se manter calmo durante todo o trajeto até o caixa e depois levar as compras até o carro para prestar a mínima atenção em sua tagarelice boba.
E foi quando Louis estava colocando as sacolas dentro do porta-malas com Harriet ainda chorando baixinho deitada de bruços nos três bancos de trás, que Louis a ouviu dizer no meio do choro:
— Eu não te amo mais, seu idiota. Eu vou embora morar em Paris com minha mãe e o namorado Pete dela.
Louis fechou o porta-malas com tamanha força que o barulho alto ecoou por toda parte no estacionamento, fazendo o carro balançar um pouco com o impacto. Ele empurrou o carrinho de compras e se afastou para entrar no carro pela porta de trás, encontrando Harriet surpresa com sua atitude repentina de entrar daquele jeito.
O mais velho não pensou muito quando puxou com força a filha para seu colo, a bunda dela ficando empinada para cima sobre suas coxas e levantou sua saia, começando a desferir tapas fortes e estalados em suas nádegas uma vez após a outra. Harriet tinha os olhos arregalados em choque e cheios de lágrimas, o rosto já totalmente corado e um pouquinho inchado por estar chorando por um tempinho.
Sua boquinha rosada estava aberta em ofegos e choramingos de dor, implorando para o papai parar, enquanto balançava o bumbum e as pernas tentando se desvencilhar da maneira que ele a segurava apertado para continuar atingindo sua bunda cada vez mais forte.
— Nunca mais diga isso. — Louis rosnava pausadamente a cada golpe desferido em seu bumbum, ouvindo Harriet chorar e tremer em seus braços, os dedos magros apertando o banco do carro. — Está ouvindo, Harriet?! Você é minha! Vai sempre ficar comigo, porque seu lugar é comigo. Eu quem cuido de você!
— Sim, papai! Sim! — Harriet gritava com as lágrimas caindo feito cascatas, respirando aliviada quando Louis parou por um momento, a mão apenas deslizando e massageando seu bumbum já tão vermelho àquela altura. — Desculpa! — Ela pediu chorosa, apertando os olhos com força quando mais tapas voltaram a atingir sua bunda e marcá-la ainda mais por tamanha força que seu papai aplicava.
— Não, eu não desculpo. — Louis parou por um momento e fez ela se erguer um pouco e se posicionar de quatro sobre seu corpo, agarrando os cabelos presos em uma trança para fazê-la olhar em seus olhos. — Em casa vamos continuar e você vai aceitar calada, está ouvindo? Você me tirou da porra do sério hoje. — A garota se limitou a balançar a cabeça em afirmação, ignorando o quanto ainda chorava aos montes e a bunda ardia de modo que não fazia há muito tempo.
Louis então, que ainda não estava de todo mal, alcançou a chupeta dela que estava largada sobre o banco e levou até seus lábios para silenciá-la e acalmar o seu choro, antes de fazê-la sentar corretamente no banco com o cinto de segurança e descer do carro para entrar pela porta do motorista e dirigir rumo para casa. Ignorou totalmente o choramingo dolorido que ela deixou escapar por estar sendo obrigada a sentar se sentindo dolorida de tal jeito.
O coração de Louis ainda estava batendo forte no peito e as mãos suando no volante pela euforia do que tinha acabado de acontecer. Já fazia um tempo que não tinha sido necessário ele acertar uns bons tapas em Harriet, porque, novamente, ele tinha uma filha boazinha que só estava escolhendo ser insolente nos últimos dias.
Durante todo o caminho para casa, ele tentou evitar olhar para o retrovisor a fim de ter uma vista do banco de trás e da garota sentada ali. Ela ainda soluçava e fungava baixinho, fazendo o possível para se manter o mais quietinha possível com a cabeça abaixada.
Quando chegaram em casa, Louis estacionou o carro na garagem e abriu o porta-malas para pegar o que tinha dentro, vendo Harriet descer do carro e andar devagarzinho arrastando a mochila para dentro de casa, provavelmente ainda sentindo o bumbum doer. Quando entrou com todas as sacolas, não viu a filha em lugar nenhum, supondo que ela tinha subido para o quarto e que precisaria ir atrás dela depois.
Com as compras guardadas e tudo em seu devido lugar, Louis subiu as escadas e se direcionou até o quarto da filha, vendo ela deitada no meio da cama e um pouco encolhida ainda usando as roupas da escola. No momento em que ela notou sua presença, já sabia o porque estava ali, e obedientemente sentou no meio da cama, desfazendo os primeiros botões da camisa branca para puxá-la sobre a cabeça, depois tirando o sutiã branco de renda que ainda mostrava um pouco o biquinho amarronzado de seus peitinhos.
Ela piscou os olhos um pouco amedrontada quando Louis, a observando com atenção e em silêncio, desafivelou o cinto de couro caro e se aproximou mais da cama com ele em mãos.
Harriet fungou um pouco e se aproximou mais da beirada da cama, deitando de bruços ali com a bunda já vermelhinha empinada e à mercê de qualquer coisa que seu papai fosse fazer. De imediato ela estremeceu assustada quando sentiu os dedos de Louis tocarem superficialmente sua bunda, sendo que ele ainda estava se ocupando em levantar sobre os quadris a saia que ainda usava e em abaixar sua calcinha até seus joelhos.
— Você me decepcionou tanto hoje. — Louis murmurou apertando com ambas as mãos o cinto, olhos muito atentos na bunda redondinha e lisa, já vermelha com o formato de suas mãos.
— Eu sei. — Harriet respondeu em um sussurro, sendo pega de surpresa quando o primeiro golpe cortante e seco veio, fazendo-a agarrar a beirada do colchão com força e apertar os olhos.
— Você falar que não me ama mais, que vai embora, não adianta absolutamente nada. — Acertou sua bunda mais duas vezes, vendo ela se encolher e choramingar agoniada. — Você acha que vai adiantar de algo, Harriet?! — Louis gritou acertando daquela vez um tapa estalado com a própria mão, antes de agarrar seus cabelos e fazê-la olhar para si com aqueles olhos brilhantes de boneca e um beicinho. — Acha que isso vai fazer eles te amarem? Ninguém vai te amar mais do que eu, Harriet, nunca. Nem mesmo sua mãe ou o idiota do namorado dela. Está entendendo?!
— Sim, papai. — Harriet fungou, voltando a chorar alto quando as cintadas voltaram uma atrás da outra, e ficaram simplesmente piores quando passaram a ter como foco aquela região abaixo das nádegas (local que na opinião de Harriet, era onde mais doía e tinha quase certeza de que Louis secretamente sabia disso). — Papai! Para, por favor! — Ela berrava chorosa, levando as mãos para trás do corpo, esfregando o local dolorido que ardia e queimava de modo insuportável quando Louis fazia pequenas pausas.
Louis só parou com a sessão de cintadas quando sentiu que o braço estava cansado e merecia parar um pouco, os olhos fechados com os sons de choro da filha ao fundo, uma mecha da franja puxada para trás com um gel acabando por cair em sua testa. Assistiu em silêncio ela se virar com dificuldade para deitar de costas e olhar em seus olhos com o rostinho vermelho e um pouco inchado, as costas da mão se esfregando ali para secar aquela bagunça de lágrimas.
— Eu sinto muito, papai. — Harriet disse fungando pelo choro.
— Eu não acredito mais em você. — Louis respondeu cortante e Harriet se encolheu um pouquinho. — Eu estive te desculpando ao longo da semana e tenho me decepcionado cada vez mais. Você me decepcionou, Harriet.
— Papai. — Harriet parecia um pouco chocada com o modo sério que Louis dizia aquelas palavras, chegando a sentar e engatinhar para pertinho dele, se apoiando nos joelhos para abraçá-lo apertado pelo pescoço, mesmo que esse não tenha retribuído e mantido os braços parados nos lados do corpo. — Não diga isso. Eu sei que fui boba falando aquilo antes, mas eu amo muito, muito você. Só tem vezes que eu me sinto- não sei, me sinto tão brava! Mas nada daquilo foi sério.
— Eu não ligo. — Louis a afastou e Harriet paralisou, esperando que em algum momento ele voltasse atrás, mas por sua expressão séria, ele realmente parecia irreversível com aquilo, pelo menos por ora. Ele voltou a segurar as bochechas de Harriet daquele modo já conhecido, indicando que queria ela prestando bem atenção em suas palavras. — Eu sou a única pessoa que ama você de verdade, que nunca deixaria você. Mas eu também tenho um limite e talvez chegue um dia que eu vou parar de querer você, assim como sua mãe fez… e então, Harriet? Quem vai restar no mundo pra amar você desse jeito?
Louis então a soltou e se afastou para pegar o cinto largado no chão, antes de sair do quarto deixando-a sozinha para trás sem ousar olhar uma outra vez para ela. No momento que fechou a porta, ficou parado ali por um momento e a escutou começar a chorar baixinho, só então se afastando para ir até o escritório, sabendo que parte do que precisava fazer para tratar daquele assunto já tinha sido feito.
✨
Já fazia horas que Louis estava no seu escritório em casa. Ele nem mesmo tinha saído para acompanhar a filha no jantar, mesmo que essa tenha vindo informar que ela mesma tinha preparado e queria comer junto a ele.
Louis continuava um pouco frio em relação a Harriet, mas também sabia os momentos certos para pegar um pouco mais leve e fazê-la se dobrar aos pouquinhos ao seu modo de querer as coisas. Quando, por exemplo, ela vinha até ele para mostrar algo que tinha feito em busca de sua atenção ou aprovação, Louis mostrava pouco interesse para depois dar um gesto muito pequeno de aprovação como “muito bem, bebê” o que conseguia ser mais que o suficiente para deixá-la em chamas buscando mais e mais.
Louis tirou a atenção dos papéis que estava lendo quando ouviu batidinhas na porta, sorrindo consigo mesmo para a pequena evolução, antes de murmurar um “entre”. Harriet apareceu já usando pijamas e prontinha para dormir, a mantinha rosa em mãos e a chupeta na boca.
— Tá na hora de dormir. — Harriet informou um pouco embolado por causa da chupeta e Louis a olhou sobre a armação dos óculos deslizando pela ponte de seu nariz.
— Hum. — Ele olhou rapidamente para o relógio de pulso e assentiu, se voltando para os papéis que ainda segurava. — Verdade. Boa noite, Harriet.
Louis tinha se voltado para aqueles papéis importantes que antes estava lendo, mas ainda era capaz de sentir o olhar confuso da filha queimando sobre si. Mesmo com aquele seu pouco caso, ela não tinha movido um passo para sair de onde estava, e até parecia que ainda estava digerindo tamanha indiferença.
— Papai não vai me colocar pra na cama? — Harriet finalmente perguntou quando tirou a chupeta da boca, a confusão gritando em sua voz. — O papai sempre me coloca pra dormir.
— É verdade. — Louis respondeu. — Mas depois de suas últimas ceninhas, o modo que tem me estressado tanto, comecei a pensar que já tem toda uma atitude de garotinha grande que pode se virar sozinha. Entende o que estou dizendo?
— Acho… acho que sim. — Ela falou claramente desapontada, mordendo o lábio. — Então boa noite… te amo, papai.
— Boa noite, Harriet. — Foi o que Louis se limitou a dizer, digitando algo no computador e só voltou a olhar na direção dela quando essa saiu fechando a porta lentamente atrás de si.
Claro que Louis não estava totalmente tranquilo sobre aquela decisão. Desde sempre ele tem sido aquele a proteger sua garotinha, amá-la e mimar com tanta atenção nunca vista, que com certeza aquela decisão estava doendo tanto nele quanto nela.
Mas claro que ele não se manteria 100% firme naquilo de forma tão intensa. Por isso que quando terminou o que precisava fazer do trabalho, desligou o computador e as luzes do escritório, saindo fechando a porta para andar silenciosamente pelo extenso corredor.
Louis parou em frente à porta do quarto de Harriet e girou a maçaneta lentamente, abrindo a porta para encontrar uma luz curiosa sob a coberta rosa bebê no quarto completamente escuro.
— Harriet? – Louis chamou baixo e viu ela abaixar o cobertor, mostrando que estava com uma lanterna e um livro no colo. — Pensei que já estivesse dormindo.
— Desculpa, eu não consegui. — Ela pediu com a vozinha baixa, a chupeta lilás na boca. A garota esfregou os pés na cama em clara empolgação quando Louis fechou a porta e se aproximou da cama, sentando ali tirando os sapatos para sentar bem ao seu lado. — Eu to lendo aquele livro que você sempre lê pra mim, oh. — Entregou o livro pra ele e Louis segurou, passando o outro braço sob sua cabeça para que ela deitasse juntinho de si.
Antes que Harriet pudesse perguntar qualquer coisa, suspirou aliviada quando o papai começou a ler a página que ela estava em um tom baixinho, usando a mão para acariciar gentilmente seus cabelos. Ela não se conteve e sorriu tolamente, passando o braço no abdômen dele para abraçá-lo apertadinho e esfregar o rostinho em seu peitoral, olhando pelo canto do olho na direção das ilustrações na página.
Os dois ficaram por minutos naquele mundinho e em determinado momento, Harriet até se sentiu confortável o suficiente para se esticar um pouquinho, tirar a chupeta da boca e deixar um beijinho bem molhado na bochecha de seu papai. Depois disso Louis interrompeu a leitura um pouco e olhou por alguns segundos para ela, sendo pego de surpresa quando ela avançou de modo apressado e deixou mais um beijinho, desta vez sobre seus lábios entreabertos.
— Obrigada, papai. — Ela agradeceu baixinho voltando a colocar a chupeta na boca.
— Dormir, Harriet. — Louis largou o livro fechado sobre a mesinha de cabeceira e a soltou para que deitasse sozinha, vendo seus olhinhos de cachorro. — Você sabe que é hora de dormir.
— E-Eu sei… tudo bem. — Ela deixou claro que ainda queria dizer algo, mas que não queria deixar seu papai irritado, então se encolheu sob as cobertas. Louis reconheceu a filha se esforçando para ser boazinha e não deixou de ficar orgulhoso.
— O que está pensando? — Louis perguntou, curioso para saber o que tinha se passado por sua cabeça e ela queria lhe falar.
— É que… eu estou me sentindo um pouco inquieta e não consegui dormir. Mas eu juro que vou ficar quieta e vou tentar muito, papai. — Harriet garantiu imediatamente, temendo que seu papai entendesse tudo errado e ela levasse uma bronca.
— Inquieta? Sobre o que está pensando? — Louis perguntou, começando a fazer um carinho sutil em sua barriguinha sob o tecido macio de seu pijama, a ponta dos dedos deslizando com cuidado para dentro do shortinho antes de voltar para fora.
— Sobre como eu fui má com você. — Ela sussurrou, temendo falar aquilo um pouco mais alto e soar pior do que já era. — Que você ainda tá muito, muito bravo comigo e dormir assim não ia dar pra mim, papai.
— Hum… — Louis cantarolou em entendimento, deslizando a mão para para baixo e começou a fazer um carinho bem sobre sua buceta, ainda através do tecido fino do short. — Não me entenda errado, Harriet, papai ainda tá muito chateado…
— Eu sei. — Ela assentiu rapidamente, abrindo um pouquinho mais as pernas para seu papai ter um pouco mais de liberdade em fazer um carinho gostoso ali.
— Mas, eu assumo que muitas das coisas que eu disse, eu não tinha realmente a intenção de dizer. — Louis falou baixinho, daquela vez colocando a mão para dentro de sua calcinha e com a ponta dos dedos começou a dedilhar entre os lábios de sua bucetinha, se segurando para não soar feito o maior dos canalhas com o fato de que ela já estava tão meladinha.
— É- é mesmo? — Harriet perguntou um pouco fora de órbita, piscando os longos cílios pretos com a sensação daqueles dedos se movendo em movimentos circulares sobre seu grelinho esfoladinho e proeminente entre os grandes lábios de sua buceta. — Como o quê?
— Sim, é mesmo. — Louis assentiu, não parando de esfregar ali delicadamente. — Como… eu sempre vou te amar, meu bem. Já falamos sobre talvez chegar um dia em que algum garoto estúpido apareça na sua vida fazendo propostas, falando que vai ser o melhor pra você… Mas isso não é verdade. Ninguém vai te amar do jeito que o papai ama, princesa. Você pode quebrar o meu coração, ser malvada comigo e falar todas aquelas coisas idiotas que tem me dito ultimamente, mas você sempre vai ser minha e eu sempre vou ser seu. Entende isso?
Os olhinhos verdes de Harriet se marejaram e ela assentiu, por conta própria, puxando o shortinho e calcinha para baixo a fim de mais liberdade para o que seu papai fazia.
— V-Você ainda tá bravo? — Harriet perguntou com um beicinho, ficando cada vez mais molhada nos dedos dele.
— Sim, filha, muito bravo. — Louis assentiu, se afastando um pouco para dar uma olhada no que os próprios dedos faziam, antes de se voltar para pertinho do rosto dela. — Mas você conhece o papai. Sabe que ele sempre vai cuidar de você direitinho, mesmo que você não mereça isso.
— Eu sei. — Harriet sussurrou com um pequeno sorriso, abrindo os lábios para um gemidinho com aquela sensação na buceta ficando cada vez mais gostosinha. — Era assim que você fazia com a mamãe?
— Não, meu bem, não chega nem perto. — Louis sorriu um tanto sádico, deixando um beijinho na testa dela, ao mesmo tempo que os dedos começavam a se mover de modo mais urgente. — Não chega nem perto de tudo que eu faço por você. De você eu cuido como se fosse a minha vida. Por que acha que ela quis ir? Ela via como eu nunca seria capaz de amá-la do jeito que eu te amo e não aguentou isso.
Harriet voltou a gemer e a cabeça pendeu um pouquinho para trás, os dedos agarrando forte o pulso de seu papai. As reações bonitas e desesperadinhas de seu corpo deixavam cada vez mais claro o quanto ela estava perto de finalmente gozar.
— Ela tinha ciúme de você. Do que você era capaz de fazer comigo, de me fazer começar discussões e sempre favorecer seu lado, mesmo quando não merecia, porque de novo… você é tudo para mim, boneca.
— Papai! Papai, papai… — Harriet começou a gemer sem parar, em claro aviso de que estava cada vez mais perto. Louis rapidamente alcançou sua
chupeta largada sobre a cama e colocou em sua boquinha, esfregando os dedos depressa e ainda na mesma posição, fazendo-a finalmente gozar com espasmos bonitos correndo por todo o seu corpinho.
Com Harriet gozando, os dedos de Louis continuaram a se mover sobre seu grelinho a fim de prolongar seu orgasmo. Até mesmo teve um momento que a garota não aguentou mais a estimulação e segurou seu pulso com força, o puxando para tirar a mão dali e abraçou seu braço contra o peito como se fosse um de seus ursinhos.
Depois do orgasmo gostoso, as pernas bonitas ficaram um pouco moles e seu corpo inteiro relaxou, as palavras de seu papai ainda ecoando em sua cabeça como a melhor melodia que poderia escutar.
— Hora de dormir. — Louis a fez soltar seu braço e substituiu por um dos ursinhos jogados em cima da cama, antes de começar a arrumar o short e a calcinha devidamente em seu corpo, e em seguida o cobertor sobre seu corpinho. — Boa noite. — Louis beijou o topo de sua cabeça e sorriu vendo ela estremecer mais um pouquinho, murmurando “boa noite, papai”.
🌟
— A Lacey então me disse que não queria mais participar do meu grupo porque a Michele estava nele, e ficou fazendo uma palestra sobre a Michele nunca cumprir com as suas partes do trabalho e coisas do tipo, e que eu só chamava a Michele porque éramos muito amigas. — Harriet tagarelava no celular, sentada na banheira em meio a toda aquela espuma. Louis estava no mesmo banheiro, frente ao espelho fazendo a barba. — Então eu fiquei tipo “é claro que chamo a Michele porque ela é minha amiga, mas ela também tem ideias incríveis para as apresentações. Eu não tenho culpa se você é burra e se propõe a fazer sua parte e a dela”. — Harriet se interrompeu no que dizia quando sentiu o olhar de Louis sobre si logo após aquela fala. — Claro que eu não usei essas palavras e fui mais gentil… é, ele está aqui. — Harriet tinha um sorriso amarelo, ainda olhando para o pai.
— Diga pra Amber que você precisa desligar. — Louis mandou molhando a navalha na água da pia e Harriet fez beicinho, mas não contestou.
— Preciso ir, Amber. Nos falamos depois do jantar… tudo bem, tchau. — Harriet então desligou e jogou o celular sobre a pilha de roupas no cesto que tinha logo ao lado, se afundando um pouco mais na água em um ponto que só tinha o rosto e as orelhas para fora. — Não vai brigar comigo, vai?
— Não. — Louis respondeu prestando atenção ao que fazia. — Só não acho que seja hora de ficar no celular.
— Porque você me quer só pra você. — Harriet brincou soprando aquelas bolhas perto de sua boca, sabendo que tinha uma grande parcela de verdade naquela brincadeira.
— Sim. — Louis afirmou com um sorriso e começou a lavar o creme de barbear do rosto quando terminou.
— Agora você vai cuidar de mim, não é? — Harriet perguntou, levantando uma das pernas para fora da água com espumas e sais de banho, para indicar sobre o que está falando. — Isso me faz pensar que já faz muito tempo que você não cuida de mim desse jeito. — Ela falou em um tom acusador, vendo Louis se aproximar com uma navalha nova e um outro tipo de creme.
— Também não fale como se minha princesa estivesse merecendo algum tipo de tratamento especial nos últimos dias. — Louis apontou com os olhos semicerrados em acusação, puxando o banco de madeira para sentar bem perto da banheira. — Eu sempre te digo: só quem se comporta bem merece minha atenção. — Louis colocou uma toalha sobre o colo e deu batidinhas, indicando que Harriet deveria colocar uma das pernas ali, o que a garota não demorou a fazer.
— Humf. — Ela cantarolou contrariada, cruzando os braços sob a água, sentindo as mãos fortes de seu papai espalharem o creme por toda a sua perna. — Eu não deixaria de cuidar de você por ter me magoado. Você faz parecer muito fácil, me negligenciar. — Louis riu para a escolha de palavras dela e Harriet até esqueceu por um momento a conversa que estavam tendo para observar admirada o seu papai sorrir daquele jeito por sua causa.
— Não é fácil, Harriet, mas às vezes é necessário. — Louis começou a falar naquele mesmo tom calmo e controlado, deslizando suavemente a navalha por sua longa perna para se livrar daqueles pelinhos. — O que temos é como uma via de mão dupla. Eu quero cuidar de você, mas também quero ser cuidado em troca. E também não é como se você não conseguisse me magoar com aquelas ceninhas que gosta de fazer de vez em quando.
— Mas isso é meio que culpa sua, papai. — Harriet deu de ombros, os dedos brincando com a beirada da banheira, juntando ali um pouco de espuma. Após sua fala, ela notou que seu papai parou por um momento o que fazia para olhar bem na sua direção e saber onde queria chegar. — Às vezes parece que você prefere ficar preso no trabalho do que passando tempo comigo. Então eu tenho que arrumar um jeitinho de ter sua atenção. — Harriet explicou dengosa com um dar de ombros, piscando algumas vezes os longos cílios.
— Você é muito espertinha. — Louis limpou o creme na toalha gasta que tinha sobre o colo quando terminou aquela perna, fazendo um gesto indicando que Harriet deveria mudar a posição para colocar a outra sobre suas coxas. — Em falar nisso, espero que esteja se concentrando nos exames do final do ano. Já basta ter repetido um ano, não acha?
— Não quero conversar sobre isso. — Harriet genuinamente parecia magoada. — Quando fala desse assunto, você faz eu me sentir burra.
— Harriet. — Louis a repreendeu, parando por um momento de passar o creme em sua outra perna. — Eu não faço filhos burros. Você é como uma dessas pessoas inteligentes que acham que algumas coisas não merecem seu esforço e depois acabam se prejudicando. E eu preciso que você se esforce, porque tudo que estou construindo agora, um dia vai ser tudo seu para preservar.
— Mentira. — Harriet sorriu pequeno com aquela fala, observando seu papai fazer movimentos ágeis com a navalha ao longo de sua perna. — O Johnny é seu primogênito. Tudo será dele para administrar.
— E eu te pergunto: onde está Johnny? — Louis perguntou com um sorrisinho sarcástico e Harriet respondeu baixinho “com a mamãe”. — É, acho que já faz dois anos que ele foi com sua mãe para a França, ficar sob a asa do poderoso namorado Pete dela, porque os dois viram nisso uma oportunidade de ouro. Eles nos deixaram em um monte de merda, meu amor…
— Deixaram?
— Oh sim, deixaram. — Louis respondeu com ênfase, e Harriet tinha um bico um tanto confuso. — Eu estava passando por alguns problemas financeiros na empresa e sua mãe estava jurando que eu iria à falência. Nesse meio tempo ela conheceu o Pete, que estava querendo comprar minhas ações na época, jogou as coisas na mala para ir embora com ele e o final você já sabe… Agora ele quem entra em contato pedindo suporte às escondidas, Johnny está como empregado de outros recebendo uma miséria para uma mente tão brilhante e sua mãe se fodeu pra caralho apostando no cavalo errado. — Louis contava com um sorrisinho discreto nos lábios, os olhos verdinhos de Harriet bem atentos naquela expressão dele, concentrado em lavar sua perna.
— Eu não sabia que as coisas estavam assim. — Ela disse em um tom baixinho e o modo que sua voz soou fez com que Louis parasse o que fazia para olhar na sua direção.
— Não ouse se sentir triste por eles, meu bem. — Louis falou deslizando as mãos por sua perna lisa em um carinho. — Eu ainda lembro quando sua mãe falou que você deveria arrumar suas coisas, pois vocês iriam embora e você perguntou “e o papai?” e ela disse que não estávamos mais juntos e que você iria com ela. Mas você disse…
— Eu não vou. Eu vou ficar com o papai. — Harriet completou, dizendo exatamente o que tinha dito naquela noite e Louis sorriu orgulhoso, como se fosse a primeira vez que a filha disse algo do tipo. — Depois disso ela me disse coisas horríveis. — Murmurou pensativa, como se o momento estivesse se passando naquele exato instante em sua cabeça.
— Eu já disse, você a deixava maluca. — Louis deu de ombros. — Ela poderia ter sido uma mãe melhor e ter insistido que a própria filha ficasse do seu lado querendo ou não, mas não fez isso, fez? — Harriet balançou a cabeça em negação, digerindo cada palavra do pai. — Hoje que ela de vez em quando manda mensagens confusas que mexem com a sua cabeça, tentando uma aproximação, porque sabe que tudo o que eu tenho conseguido até hoje, vai pra você. Você não é tola, amor, você sabe disso. No fundo sabe.
— Eu sei. — Harriet sussurrou, assistindo Louis ficar de pé deixando as coisas de lado para se livrar da cueca e entrar na banheira com muita espuma e bolhas junto de si, sentando recostado na outra ponta lhe arrancando imediatamente a reação de chegar mais pertinho para sentar em seu colo, onde logo foi recebida prontamente.
— Daquela vez, você escolheu ficar e me deu força pra me dedicar muito e te dar todas essas coisas boas e bonitas, porque tudo foi por você. — Louis sussurrava rente ao ouvido dela, os dedos dedilhando a curva na base de suas costas, sentindo a maciez do bumbum dela se movendo quase sutilmente sobre seu pau. — E é por isso que você deve ficar comigo. Ficar comigo e ser minha.
— Eu já sou sua. — Harriet respondeu baixinho e se afastou o suficiente para olhá-lo nos olhos, segurando ambos lados de seu rosto com as mãos molhadas com um pouco de espuma. — E eu sempre vou ficar. — Os dois estavam tão próximos, que seus lábios se encostavam conforme Harriet falava.
— Eu sei. — Louis tinha um sorriso um tanto sádico. — Minha boa garota.
Harriet se moveu um tanto empolgada sobre o colo dele, juntando seus lábios de um jeito desesperado e afoito. Louis foi bonzinho e permitiu que ela continuasse do modo que desejasse até que quisesse parar por conta própria.
— Agora sente-se direito, pois o papai tem que terminar de dar banho em você. — Harriet até queria protestar, pois fazia muito tempo que ela não sentava no colo do seu papai e eles ficavam se beijando daquele jeitinho.
Porém, a garota estava em uma missão de ser boazinha, por isso não demorou para obedecer sua ordem e voltar a sentar entre suas pernas ficando de costas para ele.
Louis logo juntou espuma nas mãos e começou a deslizar pelas costas de Harriet, esfregando ali cuidadosamente e criando ainda mais espuma, apreciando como a pele leitosa era simplesmente tão macia sob seu toque. O tempo todo a garota ficou calada e paradinha, sentindo os toques um tanto firmes por suas costas e braços, só ficando um pouco mais ouriçada e inquieta quando as mãos foram para a sua clavícula e desceram um pouquinho até seus peitinhos.
— Tão bonita. — O papai sussurrou rente a sua orelha, a trazendo um pouquinho mais para perto pra relaxar encostada em seu peitoral. — Papai ama quando você é boazinha. — Louis continuou e aquele ponto as mãos já deslizavam e apertavam seus peitinhos pequenos, os biquinhos marrons lindamente arrebitados.
— Uhum... — Harriet tinha os olhos fechados com a sensação das mãos dele apertando seu corpo, virando o rosto na direção dele e logo tendo os lábios tomados em um beijo desajeitado.
Harriet posicionou as mãos sobre as dele para que continuasse brincando com seus peitos, mas Louis de qualquer forma deslizou uma delas por sua barriguinha até a região entre suas pernas entreabertas, os dedos grossos começando a dedilhar a região com afinco, sentindo ali alguns pelinhos.
— Hum, acho que o papai esqueceu uma parte. — Louis murmurou deslizando o polegar sobre o seu monte de vênus com alguns pelinhos para que ela entendesse do que estava falando, fazendo-a rir com os olhos ainda fechados e as covinhas surgindo nas bochechas.
— E justo a mais interessante. — Harriet brincou acertando tapinhas de leve em sua bochecha, Louis a olhando com os olhos semicerrados. — Papai bobo.
🌟🌟🌟
— Eu tenho a impressão de que você não gosta quando as pessoas fazem esse tipo de observação, mas é um pouco impossível quando eu estou vendo bem na minha frente. — Donna, a mulher baixa na faixa dos cinquenta anos, de cabelos loiros curtinhos comentava dando uma boa olhada em Harriet logo ao lado do pai. — Harriet, você está muito parecida com a Amélie quando fazia aqueles jobs aos dezessete, dezoito anos. Esses olhos tão verdes, o cabelo e esse sorriso… Você também teria se dado muito bem nesse meio.
Ela dava uma sequência de elogios e as bochechas da garota ficavam cada vez mais coradas, se encolhendo para ficar mais juntinho do pai que tinha um braço protetor em seus ombros magros – nunca em sua cintura quando tão expostos.
Louis tinha decidido que Harriet já tinha aprendido parte de sua lição e estava boazinha o suficiente, por isso permitiu que ela o acompanhasse em um jantar beneficente promovido pela empresa. Fora que todos os seus sócios e algumas funcionárias de anos falavam que há muito tempo não viam a garota adorável e que queriam vê-la naquela noite sem falta, logo dependia de Louis aquele encontro.
Não havia muito o que dizer, Harriet estava mais do que linda naquele vestido rosa bebê de cetim pouco abaixo de seus joelhos, as alças finas dando destaque para sua clavícula ressaltada, o colar dourado delicado em seu pescoço alvo. No tecido delicado ficava marcado em seu busto os mamilos arrebitados dos peitinhos pequenos, também tinham pulseiras douradas em seus pulsos.
Naquela noite, os cabelos longos e castanhos cor chocolate de Harriet, que tinham poucos cachos nas pontas e em algumas mechas, estava metade preso e ainda assim caiam feito cascatas por suas omoplatas. Ela era uma visão e tanto, chegava a ser preocupante o tanto que Louis se gabava e ao mesmo tempo se preocupava com isso.
— Você tem razão, Donna. — Louis começou a falar, chamando a atenção das duas. — Eu não gosto quando falam isso. — Falou em um tom humorado fazendo a mulher rir, Harriet pressionando os lábios para conter um sorrisinho porque sabia que tinha uma parcela de verdade.
— Oh, querido, isso são fatos! Infelizmente não tem muito o que você possa fazer sobre isso. — Ela ainda ria um pouquinho e se voltou para Harriet. — Querida, lembra das gêmeas Rachel e Molly? Elas estão aqui hoje junto a outros amigos e você pode ir lá ficar com elas. Deixe os velhos conversarem sobre assuntos chatos de velhos.
— Ah… tá bom. — Harriet disse olhando na direção do pai, que sorriu pequeno indicando que ela deveria ir em frente.
Harriet distanciou alguns passos e olhou para trás, vendo Louis sibilar um “comporte-se” e a garota já entendeu bem o que o pai quis dizer somente com aquilo: não beba e não faça nenhuma cena que me envergonhe.
Os dois só ficariam ali por pelo menos duas ou três horas. Não tinha como causar naquele meio tempo… ou tinha?
🌟🌟🌟
Tinha.
Tudo estava correndo perfeitamente bem. Harriet estava conversando e rindo com o grupo de meninas e alguns rapazes que tinham acabado de se aproximar tentando um assunto. Pelo menos três deles deixaram bem claras as suas intenções, se aproximando muito de Harriet e tentando ter sua atenção a todo custo, mas a garota se limitava a responder todos com educação e fingir que nada demais estava acontecendo.
Mas bastou uma das garotas do grupo, Tasha, com seus cabelos ruivos e um vestido de tubinho cor bronze, começar a falar sobre Louis para o clima das coisas mudarem um pouco.
— A Amélie era, tipo, uma das minhas modelos favoritas quando eu era mais nova. Droga, eu via as fotos dela te levando pra passear no shopping e ficava ardendo de inveja! — Tasha falava um pouco embolado, pois tinha secretamente jogado um pouco de uísque dentro do copo que era para conter apenas suco. — Aqui entre nós, mas todos falam sobre como ela foi tão burra em ter deixado seu pai. Fala sério, olha aquele homem. — Falou olhando na direção em que Louis estava com uma taça em uma das mãos, a outra no bolso frontal da calça social, conversando com um grupo de pessoas e a atenção de todos voltada para ele como sempre costumava acontecer.
Era um pouco difícil de manter os olhos longe de Louis Tomlinson quando esse estava na sala.
— Tasha… — Uma das garotas que Harriet não lembrava o nome repreendeu a amiga, que riu encolhendo os ombros.
— Mas, gente? Isso são fatos. Não é porque a Harriet é filha dele que vai ser burra e cega. O pai dela é gostoso e acabou, e ninguém entende também porque ele nunca mais se envolveu com outra pessoa.
— Eu acho que você tá um pouco atrasada, Tasha. — Um dos garotos falou passando o braço pelos ombros dela, que revirou olhos para aquele toque desnecessário. — Pois o senhor Tomlinson parece que manda bem sim, mas no sigilo. — Indicou com o queixo novamente onde ele estava e todos olharam naquela direção, inclusive Harriet.
Louis não estava mais perto daquele grupo com quem conversava e sim no bar, parecendo esperar por uma bebida. Uma mulher loira tinha se aproximado, cumprimentou com abraço e um beijo no rosto, continuando por perto porque Louis ainda mantinha uma mão na cintura dela com os olhos bem atentos em seu rosto.
Aquela cena com certeza não tinha agradado Harriet, mas ainda não tinha sido o suficiente para fazer seu peito arder daquele jeito característico que premeditava desastre. O que tinha feito Harriet pirar foi assistir Louis a puxando um pouco para perto novamente naquele toque cuidadoso em sua cintura, para falar algo rente em seu ouvido que a fez rir levando a mão ao rosto, logo depois a levando para apoiar em seu ombro e deixando-a por ali de modo tão casual e comum para os dois.
E aquela proximidade não foi interrompida de modo algum. Seus rostos continuaram próximos e ele não parava de tocar a porra do quadril dela e Harriet quis gritar, espernear e fazer literalmente um escândalo na frente de todas aquelas pessoas idiotas que nas quais ela não conhecia e muito menos se importava.
Seu papai detestava quando havia garotos idiotas a rondando. Ele ficava maluco até mesmo quando homens de seu trabalho ficavam a rondando como se fosse a coisinha mais brilhante e curiosa da sala, desejando em seu íntimo a chance de ficarem minimamente a sós com ela para tentar ter sua atenção. Se fosse Harriet, no lugar daquela mulher, com qualquer outro homem desinteressante daquele elegante salão, Louis já teria a pegado e feito um barulho por causa disso.
Harriet se sentia em seu devido direito de estar chateada, furiosa e enciumada pela situação.
— Idiota… — Harriet murmurou consigo mesma, ainda assistindo a cena. Então ela bateu o pé e avançou na direção dos três garotos que estavam dando em cima dela antes, olhou no rosto de cada um, mas não conseguiu se recordar qual exatamente que procurava. — Qual de vocês manés que trouxe maconha? — Perguntou impaciente e revirou os olhos ao que os três levantaram a mão juntos. — Os três vão servir. Vamos
Harriet seguiu andando na frente com os três no seu encalço, ouvindo as gêmeas falarem em uníssono que queriam ir juntas e logo puxou uma delas pelo braço para segui-los em silêncio e sem chamar atenção de quem estava ali.
E isso aconteceu há alguns minutos. Tinha se encerrado a conversa entre Louis e Susan, sua funcionária e já um tipo de amiga, que tinha pedido há algumas semanas férias antecipadas por causa do casamento com a esposa, Tara, e Louis concedeu sem maiores problemas. Louis tinha lamentado não poder comparecer a cerimônia e perguntou se elas tinham gostado do presente que ele enviou, perguntou como estava na nova casa e coisas do gênero. Os dois encerraram com ela informando que voltaria para o escritório em uma semana e ele foi rápido em dizer para ela aproveitasse e que mandasse lembranças para Tara.
Depois disso Louis olhou na direção que sabia que a filha estava, mas não a encontrou ali de jeito nenhum. Ele franziu o cenho um pouco confuso, mas não se preocupou tanto sobre aquilo,
imaginando que ela deveria ter ido ao banheiro. Mas acontece que os minutos estavam passando e nada dela aparecer novamente e ele já estava começando a ficar um pouco cansado de procurar por ela naquele mar de rostos desconhecidos.
— Com licença. — Louis pediu em voz baixa, se afastando do grupo e andando entre as pessoas na direção de uma das portas que levava ao lado de fora.
À princípio, tudo que ele viu foi o mais completo nada, além de árvores e arbustos que cercavam a luxuosa casa que havia sido alugada para aquele evento. Ele estava prestes a entrar para dentro, quando escutou mais ao longe risadas que vinham exatamente dessas árvores e então ele se deu conta de que não somente Harriet havia “sumido” como também algumas pessoas que estavam no grupo em que ela conversava.
O que você já está aprontando de novo, Harriet? Foi a primeira coisa que Louis pensou, descendo os degraus para seguir o caminho de pedras que levava até a origem das risadas e conversas indistintas.
Louis se aproximou de um lugar em específico e viu um grupo de adolescentes sentado na grama e conversando, fumando o que parecia ser um baseado e alguns até mesmo estavam se beijando e trocando carícias nada discretas para o local. Mas foi mais vozes um pouco mais adiante que chamaram a atenção de Tomlinson e ele logo seguiu até elas.
— Eu vou ser o seu melhor, Harriet Styles. — Foi uma das coisas que Louis conseguiu ouvir e rapidamente se aproximou mais, tentando ser o mais silencioso possível mesmo que o sangue já começasse a esquentar em suas veias. — E você não vai conseguir esquecer…
— Droga, você é tão convencido que tá começando a me dar enjoo. — Ouviu a voz mais arrastada que o comum da filha e espiou entre as folhas do arbusto alto, conseguindo ver ela deitada na cama com a cabeça recostada no tronco caído de uma árvore e um garoto sentado logo ao lado dela, meio que se debruçando sobre seu corpo.
— Claro que estou convencido. Fui escolhido pela famosa Harriet Styles, que ninguém nunca conseguiu ter uma chance sequer.
— Sim, porque eu já tenho alguém. — Harriet falou com um sorriso sapeca, como se aqueles beijos que o garoto começou a distribuir por seu pescoço não surtissem efeito algum. — E se ele descobre como nós dois estamos aqui, ele provavelmente mataria você. Na verdade, acho que ele me mataria também, porque eu não tenho me comportado muito bem…
— Não tem como você calar a boca um pouco e aproveitar? — Ele perguntou em um tom irritadiço e Harriet suspirou cansada e o empurrou para conseguir se desvencilhar de seu toque e do modo que estava encurralada. — Qual foi, Harriet?
— Cala a boca. — A garota ficou de pé com um pouco de dificuldade, se apoiando em uma árvore quando se sentiu muito tonta e como se estivesse perto de voltar ao chão novamente. — Talvez eu devesse ter escolhido seu irmão tonto. Bem que papai diz que tenho dedo podre para algumas coisas.
Louis ainda em silêncio assistiu ela com certa dificuldade andar para sair daquele local escondido e afastado, ouvindo o garoto chamar sem parar para que ela voltasse e pudessem se resolver, que ele sentia muito em ter falado daquele jeito. Pelo modo que Harriet respondia e parecia um tanto fora de órbita, ficava um pouco claro que algo ela deveria ter bebido ou “usado”, e Louis nunca esteve tão decepcionado com tamanha rebeldia.
Ele não adentrou aquele mato para buscá-la ou fez um escândalo para que ela viesse logo. Só se manteve parado ali, esperando que ela saísse e viesse ao seu encontro sem nem mesmo ter ideia, porque sabia que no momento em que ela colocasse os olhos em si justo naquele lugar, se daria conta do tamanho da encrenca que se meteu.
E foi exatamente o que aconteceu quando ela surgiu com os cabelos emaranhados, rosto corado e olhos verdes arregalados. A droga dos lábios bonitos dela estavam sem o batom, porém avermelhados do jeito que costumavam ficar quando Louis a beijava.
— Pai…
— Vamos pra casa. — Louis disse seco, sem acrescentar qualquer outra palavra, e assim como tinha feito dias antes quando foi buscá-la na escola após a confusão, saiu andando na frente para que o seguisse.
Isso afetou Harriet, ela não gostou da ideia de que tudo aquilo estava se repetindo. Qual era a porra do problema dela? Qual era o problema deles dois, na verdade, para sempre se voltarem para aquele tipo de situação.
— Não. — Ela falou alto e isso fez ele parar de andar e se virar para olhar na sua direção de modo fuzilador.
— Não? “Não”, o quê?
— Você tá errado dessa vez. Eu vi você lá dentro com aquela loira nojenta! E eu tenho certeza que é esse tipo de coisa que deve tá fazendo quando vai pro trabalho, ou pra essas tais reuniões e jantares beneficentes. Não é? — Harriet berrava com os olhos cheios de lágrimas e parecia ter esquecido que seu novo grupo de amigos de uma só noite estava ali entre as árvores.
— Que porra você tá falando? — Louis tinha uma expressão incrédula no rosto, imaginando que a filha tava inventando coisas só para ter o gosto de iniciar uma nova discussão acalorada entre os dois, assim como tem feito quase sempre nos últimos dias.
— Estou louca agora? Não tava lá dentro conversando bem íntimo com aquela mulher no bar? Vai dizer que sou idiota feito a mamãe?!
— Você não vai querer comprar essa discussão comigo, Harriet. — Louis falou em um tom assustadoramente calmo, lhe apontando um dedo indicador ameaçador. — Eu não vou deixar. Então é melhor você ficar quieta agora e o que tiver pra falar, vai falar comigo em casa. Não na frente dessas pessoas. — Indicou com um gesto vago os arbustos e árvores, ouvindo no mesmo momento o farfalhar de algumas folhas, como se alguém tivesse se mexido no mesmo instante.
— Tudo bem. Continue se escondendo. — Harriet falou olhando furiosa para ele, caminhando em passos largos para passar na sua frente, mas teve o cotovelo segurado com força e o corpo puxado para se chocar contra o dele. — Ei!
— Só pra lembrar que quem tava se escondendo no mato com as pernas abertas feito uma puta pra um qualquer não era eu. Então é melhor você se colocar no seu lugar e lembrar com quem está falando, porque você sabe como é duro com o papai fora do sério dentro de casa.
— Humf. — Harriet deu de ombros. — Relaxa que a surra de antes ainda arde. — Respondeu sarcástica e se soltou do aperto para voltar a andar, engolindo em seco quando ouviu ele dizer atrás de si “e a que vai levar quando chegar em casa vou fazer questão de que arda ainda mais”.
•••
No momento em que os dois chegaram em casa, Harriet nem teve tempo de dar uma escapadinha para o quarto, pois Louis a agarrou de jeito um tanto agressivo pelos cabelos e a guiou até o sofá da sala, ignorando seus protestos.
Quando eles tinham entrado no carro para voltar para casa e tinha ficado todo aquele silêncio, a mente e o coração de Harriet estavam começando a se acalmar e ela pensou que talvez não devesse ter ido tão longe, pois seu papai estava mais zangado do que nunca esteve.
Um medo que ela nunca sentiu de estar com ele, decidiu começar a correr por suas veias justo naquele momento, pois ele não seria misericordioso e não tinha razão para ser diante de tamanha desobediência. Então um instinto berrou dentro de Harriet que a fez arranhar o braço dele com tamanha força, que ele só a soltou por um momento antes de voltar a agarrá-la mais forte grunhindo um palavrão.
Harriet foi empurrada e caiu curvada sobre o braço acolchoado do sofá, tendo o vestido levantado e a calcinha minúscula arrancada com força, chegando ao ponto de rasgar e ficar aos trapos no chão.
— Para com is- Ai! — Harriet foi interrompida com um tapa agressivo.
— Cala a boca! — Louis gritou acertando novamente sua bunda com tamanha força, que ela balançou um pouquinho com o impacto e o local imediatamente ficou vermelho.
Fora que tinha aquele tom que Louis gritou aquela ordem que fez algo no inferior de Harriet tremer e se revirar de um jeito que não fazia há muito tempo. Com ambas as mãos ele empurrou suas pernas para lados opostos indicando que as queria bem abertas e a boquinha de Harriet se abriu em um gemido silencioso, sentindo os dedos dele abrirem com agressividade os lábios de sua buceta, e ele estava tão perto que era possível sentir a respiração quente dele bater contra sua intimidade.
— O que- o que tá fazendo? — Ela perguntou confusa e com a voz já embargada pelo choro iminente, gemendo dolorida quando ele sem aviso algum deslizou dois dedos para dentro de si. — Papai! — Harriet o repreendeu, os dedos apertando o estofado do sofá.
— Me assegurando que ninguém mexeu no que é meu. — Louis respondeu em um grunhido, curvando com força os dois dedos dentro dela e em seguida os separando em movimentos de tesoura, antes de puxar para fora novamente e observar bem para ter certeza de que não havia nada de errado.
— Não fizemos nada! — Harriet se remexeu para se afastar do toque dele, mas ele imediatamente voltou a deslizar a ponta de dois dedos de ambas as mãos, puxando os lábios da xotinha para lados opostos a fim de ver melhor e a garota estremeceu. — Eu já disse que não aconteceu nada! Para com isso! — Ela choramingava balançando as pernas inquieta e só conseguiu as fechar quando Louis finalmente se afastou, se instalando um pequeno silêncio no cômodo que tinha de fundo apenas suas respirações um pouco descompassadas.
— Hoje você me emputeceu pra caralho, Harriet. Não tem ideia do quanto eu estou louco pra… porra… — Harriet percebeu que ele realmente estava furioso em tal nível, que nem mesmo conseguia organizar as palavras e dizer de modo coerente.
O corpo de Harriet petrificou quando escutou o familiar barulho da fivela do cinto sendo retirado da calça. Logo veio na cabeça de Harriet que ela deveria correr imediatamente e se esconder. Correr o mais rápido que conseguisse, mas ela sabia que no momento em que fizesse aquilo, Louis se tornaria mais irritadiço e as coisas poderiam ficar ainda piores.
Mas ela também não queria ficar ali parada, levando uma surra que ainda não achava merecer. Ela fazia absolutamente tudo que estava no seu alcance para ser uma menina boa e perfeita, do jeito que seu papai queria e precisava que ela fosse, só que ficava um pouco difícil de acontecer dessa maneira quando o mais velho constantemente fazia coisas que deixavam a sua cabeça confusa.
Não era segredo nenhum: muitas pessoas queriam ter a chance de ficar com seu pai e Harriet era perfeitamente capaz de entender isso. Além dele ser um homem atraente e bem sucedido, não haviam coisas negativas a se dizer sobre ele, que sempre se mostrou alguém respeitoso que contribui para com a sociedade fazendo grandes doações ou campanhas no próprio trabalho. Ele era um homem de nome reconhecido e muitas mulheres, até mesmo homens, tentavam cair matando em cima para ter pelo menos uma casquinha.
E Harriet, como a garotinha ciumenta que era – porque não tinha como negar, ela conseguia às vezes soar mais complicada do que o próprio pai – não se sentia capaz de lidar bem com tudo aquilo e coisas como o que aconteceu naquela noite, tendiam a acontecer de uma forma ou de outra.
Mas nunca foi tão gritante assim. Harriet nunca extrapolou os limites daquela maneira, indo às escondidas para um lugar reservado com rapazes e muito menos confrontando Louis pelo ciúmes sabendo que tinha pessoas escutando e poderiam descobrir sobre o que acontecia às escondidas.
Em resumo: Louis, que não tinha necessariamente feito algo de errado do modo que a filha acreditava, estava puto porque toda aquela birra sem sentido tinha voltado. E Harriet, acreditando nos próprios motivos dela, sentia que uma grande injustiça estava lhe acontecendo e seu pai estava sendo ridículo.
Então ela decidiu que não iria de modo algum ficar parada e simplesmente aceitar aquela surra iminente. Ela em um movimento ágil engatinhou rapidamente no sofá e pulou o braço estofado, correndo descalço e depressa na direção das escadas que levavam ao segundo andar.
Louis ainda tentou segurá-la, mas quando não a alcançou, permaneceu parado onde estava para assistir a silhueta dela sumir de vista e ouvir atentamente seus passos rápidos correndo escada acima.
Louis aproveitou aquele momento para respirar fundo por um instante e depois seguir na direção em que ela tinha ido, à sua procura para resolver aquela situação de uma vez por todas. Assim que pisou no primeiro degrau para subir as escadas, escutou o barulho de uma porta batendo com força mais ao final do corredor do andar de cima, então soube que ela tinha ido se esconder no próprio quarto.
Louis, em um calma que não existia de fato, se aproximou da porta fechada do quarto dela e parou logo na frente dando algumas batidas. Parou por um momento para ver se conseguia ouvir algo vindo lá de dentro, mas não escutou absolutamente nada.
— Harriet-
— Vai embora! — Ouviu ela gritar e sua voz soou abafada por estar no cômodo trancado.
— Abra a porta, Harriet. — Louis mandou dando algumas batidas, e a garota aparentemente decidiu ignorar. — Eu não estou brincando. Abra agora mesmo, preciso falar com você. — Naquele ponto ele não estava conseguindo esconder que ainda se encontrava puto, logo Harriet não seria tola de abrir com o risco de se deparar com sua ira mais intensa que antes.
— “Falar comigo”? Você não quer falar comigo, quer bater em mim! — Harriet devolveu acertando a porta com algum objeto, pois Louis até recuou um passo com o barulho. — Você não precisa se preocupar com mais nada. Dessa vez eu vejo que eu preciso ir mesmo embora, e você não vai ter que ficar esquentando sua cabeça tendo alguém como eu ao seu lado. Aí sim vai poder se divertir com aquela loira nojenta que conversou na festa, vai poder fazer o que quiser com ela, sem precisar esquentar a cabeça pensando que ainda estou por aqui.
— De que porra você tá falando?
— Não se faça de desentendido! Não se faça de bobo comigo! — Louis percebeu que daquela vez ela estava mais próximo da porta, porque sua voz soava mais alta e clara. — Não só eu, mas todo mundo percebeu o jeito que vocês estavam olhando um pro outro e como você segurou ela… você é nojento! Nojento!
Juntando aquelas informações que Harriet estava dando, fora com o que estava se lembrando dos eventos de quase uma hora atrás, se deu conta de que a filha estava falando de Susan, sua funcionária do escritório.
— Esta falando da Susan? Ela trabalha para mim, Harriet, deixe de ser tão estúpida. — Louis acertou com o punho fechado na porta, ficando indignado que tinham chegado naquele ponto de novo por causa de algo tão idiota.
— Bom, isso explica porque agora você passa mais tempo no trabalho do que em casa. Deve estar muito ocupado fodendo com a vadia ridícula. — A garota parecia ter acertado golpe similar na porta, porque fez um som alto igual e Louis sentia o sangue esquentando mais nas veias, porque simplesmente odiava quando Harriet começava a falar daquele jeito e ainda usando aquele tipo de palavras.
E não satisfeita, Harriet continuou a falar sem parar um monte de suposições absurdas do que Louis deveria estar fazendo quando não estava com ela em casa, parecendo fazer certa questão de usar o máximo de palavras sujas que nas quais tinha conhecimento.
Em certo ponto, se limitando a escutar o escândalo que a menina estava fazendo – Harriet claramente se aproveitando do seu silêncio questionador para dizer tudo que queria – Louis se movimentou pelo corredor até um tipo de cômoda pequena que continha chaves reservas de todas as portas da casa, inclusive da porta de Harriet, que tinha trocado não havia muito tempo e ele fez questão de ter uma chave pra si.
Louis pagaria para ver a surpresa no rosto da filha quando colocou a chave reserva na fechadura e girou para destrancar a porta, a abrindo e tendo tempo de ver ela pulando na cama e se encolhendo no meio do montante de pelúcias e travesseiros.
— Agora vamos conversar, Harriet. — Louis disse entrando no quarto e fechando a porta logo atrás de si, não se esquecendo de trancá-la e tirar a chave para guardar no bolso da calça.
•••
— Papai… — A pobre Harriet se encolhia e chorava, o corpo tremendo dos pés a cabeça com a sensação terrível de ardência da bunda sendo atingida mais vezes do que era capaz de contar.
Ela não se lembrava de algum dia já ter apanhado tanto e estar doendo tanto quanto doía naquele momento. Talvez a pior parte fosse que Louis não falava absolutamente nada, além de abusar da força com as cintadas em seu bumbum.
Já havia minutos que eles estavam naquela situação e Harriet de todas as maneiras possíveis implorou muito para seu papai pegar um pouco mais leve ou parar de uma vez por todas com aquilo, porque já tinha sido o suficiente para ela entender como se comportou mal. Mas não estava adiantando, seu pai estava furioso de modo que nunca esteve antes e parecia irreversível sobre aquela lição.
Absolutamente nada era dito pelo mais velho e ele só deixava escapar grunhidos irritados, a respiração um pouco pesada pelo esforço que estava fazendo conforme acertava suas nádegas já com tantos vergões que quase se aproximavam de um tom arroxeado.
Harriet estava deitada de bruços sobre as coxas dele, o bumbum bem empinado sobre seu colo dando um livre acesso para fazer o que desejasse. Papai amarrou seus pulsos juntos com uma corda, os braços bem esticados em direção a cabeceira da cama, o que não a permitia fazer muita coisa além de apertar o lençol ou alguns dos travesseiros quando a dor ficava um pouco mais difícil de lidar.
E em determinado momento ela percebeu quando Louis deixou o cinto de lado e a fez abrir mais as pernas, os dedos começando a se esfregar em sua bucetinha lisa com afinco.
Antes que Harriet pudesse dizer qualquer coisa, foi pega de surpresa quando tapas começaram a ser desferidos bem sobre os grandes lábios da sua buceta. O corpo dela ficou completamente paralisado, os dedos dos pés se curvaram com força e ela se agarrou ainda mais ao travesseiro, soluçando com os olhos se enchendo de lágrimas.
Os tapas eram fortes com aquela mão forte e firme e os sons estalados preenchiam o quarto junto aos seus choramingos de dor. Louis só fazia uma pausa quando, com ambos os polegares, puxava sua bucetinha para os lados e a abria para cuspir diretamente ali, e só então continuar a atingindo uma vez atrás da outra.
De repente um outro som soou pelo cômodo e se tratava do celular de Louis tocando.
— Fica bem quieta. Tá entendendo? — Louis disse em um tom cortante, a palma da mão atingindo sua bunda e permanecendo ali apertando a pele machucada.
— Sim. — Harriet respondeu baixinho, abaixando a cabeça encostando a testa no colchão da cama, aproveitando o momento para tentar ficar mais calminha.
A pessoa que Louis atendeu começou a falar sobre algo relacionado ao trabalho e que aparentemente não tinha como esperar outro momento para ser debatido. Louis estava em silêncio ouvindo o que essa pessoa tinha a dizer, se distraindo com os dedos dedilhando e brincando com a bucetinha molhada e tão avermelhada por todos aqueles tapas.
Teve um momento que Louis apenas deixou a mão sobre sua bucetinha, a cobrindo perfeitamente e sem fazer qualquer movimento, apenas a deixando pousada por ali. Mas isso parecia ter sido o suficiente para Harriet, que em um pequeno incomodo por já estar a tanto tempo na posição, balançou um pouco os quadris e a xotinha roçou gostoso naquela palma levemente molhada.
Foi quase a mesma sensação de quando Harriet montava somente a coxa do seu papai ou até mesmo um de seus travesseiros que tinham o tamanho e forma ideal para aquela brincadeirinha gostosa.
E honestamente? Um único movimento como aquele, foi o suficiente para fazer Harriet gemer baixinho e dengosa, porque só tinha sido muito bom algo sem querer estimular seu clitoris sensível, inchadinho e negligenciado.
Mesmo com um pouco de medo de qual poderia ser a reação do papai com sua brincadeirinha libidinosa, afinal ela não merecia nem um pouquinho afligir prazer a si mesma diante das circunstâncias em que estava, Harriet voltou a se empurrar contra a palma daquela mão e esfregar a bucetinha com afinco e deliciosamente. E honestamente, os sons cada vez mais molhados que essa fazia conforme se esfregava feito uma putinha louca por prazer, estava começando a pirar até mesmo Louis, que nem se sentia mais capaz de prestar atenção ao que seu funcionário dizia, pois estava ocupado olhando para aquela linda cena.
— Harriet. — Louis conseguiu repreender em um grunhido curto, mas isso só fez a garota olhar em sua direção sobre o ombro com os olhos marejados, rostinho corado e destruído.
— Papai. — Harriet sibilou de modo falho, porque a partir daquele ponto, o próprio Louis esfregava um dedo em particular entre os grandes lábios de sua bucetinha dolorida. — Fode, papai. — Harriet choramingou e voltou a enfiar o rosto no colchão para conter os gemidinhos manhosos, choramingando quando tapas estalados voltaram a ser deixados sobre sua xotinha.
Louis começou a falar algo na ligação que Harriet não estava se importando minimamente de entender do que se tratava, pois ele agia como se não estivesse tratando de algo importante naquele mesmo momento que atingia sem parar tapas e mais tapas sobre sua buceta avermelhada.
— Amanhã pela manhã discutimos um pouco mais sobre isso, antes de enviar pela tarde os planejamentos. — Louis disse, pronto para encerrar a ligação, aproveitando para tirar Harriet de seu colo e fazê-la deitar completamente no meio da cama. Ele ficou de pé, dando uma analisada no corpo totalmente exposto e o rosto dela totalmente corado e um pouquinho inchado do tanto que chorou. — No momento estou muito ocupado com outros assuntos e não posso discutir mais… — Nesse momento Louis tinha apoiado o celular no ombro contra o rosto, enquanto desabotoava a calça para abaixá-la um pouco, os olhos verdinhos de Harriet atentos em cada movimento dele.
A ligação foi encerrada e Louis se aproximou mais da cama, segurando as panturrilhas da garota para fazê-la virar de bruços com facilidade. Harriet se apoiou nos antebraços, mas se manteve quietinha, a cabeça abaixada encarando a coberta macia sob si, sabendo que Louis observava cada uma das manchas que tinha causado por sua bunda e coxas.
Ela estremeceu e se arrepiou por inteiro com o contato da ponta dos dedos dele deslizando por seus tornozelos, subindo por sua panturrilhas até chegar às suas nádegas doloridas e marcadas pelas cintadas e palmadas. Seus olhos se fecharam e ela mordeu o lábio em precipitação com as pernas sendo abertas e Louis subindo no colchão para se encaixar entre elas
— Você sabe como eu amo comer essa buceta, Harriet. — Louis murmurava em um tom tão baixo, que Harriet mal se sentia capaz de ouvir, tendo o coração batendo tão forte em seus ouvidos em precipitação. — E você torna as coisas difíceis para mim, pois…
— Garotas que não se comportam, só merecem isso se for por trás. — Harriet sussurrou aquele ensinamento que ela já conhecia muito bem, e no mesmo instante sentiu um líquido gelado escorrer ao longo da sua bunda, tendo as nádegas puxadas pelas mãos rudes de seu papai para os lados para que esse líquido melasse seu cuzinho e a buceta por toda parte.
— Isso mesmo… e isso tende a acontecer tanto, que eu até desconfio que você prefere quando o papai faz assim. — Harriet escutava perfeitamente sons molhados de punheta, enquanto isso Louis propositalmente esfregando a cabecinha do pau em sua entradinha apertada ameaçando entrar, mas nunca seguindo em frente. — Que você gosta quando o papai fica bravo e faz isso com força.
— N-Não. — Na verdade, ela gostava um pouquinho, porque em todas essas vezes em seguida seu papai cuidava muito bem dela, sabendo de seu estado frágil e vulnerável, fazendo-a se sentir tão amada e querida.
Harriet sempre ficava muito dolorida quando era fodida por trás. Era fofo quando seu papai fazia certa questão de garantir que ela fosse recompensada por ter sido boazinha em levar tudo que Louis tinha para si.
Ali Harriet soube o exato momento que seu papai iria parar de provocar e seguir em frente, tendo uma das nádegas sendo agarrada com mais força para o lado, a glande quente e gorda se pressionando com mais força em seu buraco. Os dedos magros de Harriet agarraram o lençol da cama com força e seus olhos se estreitaram com a sensação de ardência ao ser invadida, não contendo um gemido delicioso quando as mãos de Louis se posicionaram sobre as suas e seus dedos se entrelaçaram.
— P-Porra. — A garota não conteve o palavrão choramingado, olhando sobre o ombro na direção de seu papai só para ter os lábios tomados em um beijo afoito.
— Shh… — Louis sussurrou rente aos seus lábios e empurrou os quadris em uma estocada forte contra sua bunda, ambos gemendo em meio ao som estalado das peles se chocando e da cabeceira atingindo a parede. — Você sabe que merece. — Louis falou baixinho e com certa dificuldade rente a orelha dela, que balançou a cabeça em afirmação várias vezes, fios longos do cabelo ficando bagunçados em seu rosto.
— Eu sei. — Ela sussurrou trêmula, encostando a testa em suas mãos ainda entrelaçadas e mordendo o próprio lábio com força para conter os gemidos doloridos um pouco altos.
Louis àquele ponto já tinha começado a se mover com tamanha força para dentro e para fora de seu cuzinho, gemendo todas as vezes que havia aquela resistência quando ia deslizar para dentro por inteiro e mesmo quando puxava os quadris para fora. Sua prova de que a lição estava sendo bem recebida, era que em momento algum a filha fez mais algum tipo de birra, ou implorou para ser livrada do castigo. Ela só continuava ali, paradinha recebendo tudo e choramingando dolorida quando as estocadas conseguiam ser ainda mais fortes.
— Eu amo você. — Louis rosnou rente a orelha dela, uma mão em sua garganta para que mantivesse a cabeça erguida.
— Eu te amo. — Harriet disse com um pouquinho de dificuldade, fazendo um esforcinho para olhar em seu rosto novamente. — Me desculpa. E-eu não… eu não sei porque estou sempre sendo má com você. — Após essa fala os olhos dela se encheram de lágrimas e ela enfiou o rosto no colchão, no mesmo instante Louis parando com os movimentos, o pau enfiado até o fundo em seu cuzinho.
— Ei… — Louis acariciou a nuca dela com a ponta dos dedos, distribuindo beijinhos por suas costas e ombros, mas ela continuou com o rosto escondido. — Amor, olhe pra mim. — Louis finalmente deslizou para fora com cuidado, vendo o corpinho dela tremer um pouco, então a fez se virar para ficar com as costas no colchão e virada na sua direção, o rosto totalmente vermelho e chegando a chorar de soluçar.
— Minhas amigas, outras mulheres… todo mundo mataria pra ter um pouquinho de você, e eu fico agindo assim. — Ela fungou, esfregando o nariz com as costas da mão. — Não sei porque eu fico agindo como se não fosse o suficiente. Como se- como se faltasse algo.
É porque falta, Louis não evitou o pensamento e sorriu pequeno para ela, acariciando sua bochecha molhada pelas lágrimas.
Era de uma mãe que Harriet precisava.
— Vamos tentar resolver isso. — Louis disse baixinho, ajudando ela a desamarrar os pulsos, reparando em seu bico confuso.
— Mas você já fez de tudo. — Harriet murmurou em um tipo de derrota, ficando satisfeita quando Louis deitou com a cabeça sobre os travesseiros e a trouxe junto para deitar pertinho de si.
— Você vive dizendo que quer sua mãe, não é? — Louis sentiu o exato momento que o corpo dela ficou tenso contra o seu e ela apoiou uma das mãos sobre seu peitoral, olhando direto em seu rosto.
— Onde quer chegar? — Ela então sentou e passou uma das pernas sobre seu quadril, sentando bem sobre suas coxas. — Você vai me mandar embora?
— Sim… — Louis suspirou fechando os olhos e esfregando as mãos no rosto, sentindo o olhar preocupado de Harriet ainda queimando em si. — Você fica constantemente falando sobre querer ir para a casa de sua mãe e estou começando a achar que é o melhor a ser feito… Talvez você precise ser cuidada por uma mãe, comigo não está funcionando.
Harriet ficou em silêncio, olhando para o pai como se ele tivesse acabado de falar um dos maiores absurdos que ele já falou na vida. Onde estava aquele homem que se recusava a deixá-la ir embora, ainda mais para a casa da mãe em outro país com a chance de não se verem mais em muito tempo?
— Você não me quer mais? Eu me comporto mal e você não me quer mais. — Harriet não o deixou responder e já concluiu por conta própria, os olhos voltando a se encher de lágrimas.
— Você sabe que não é isso. — Louis sentou e as mãos tocaram em suas bochechas para ter sua atenção. — Por mim, você ficaria pelo resto da vida ao meu lado, virando tudo de cabeça para baixo ou não, e sabe disso. Mas, se está tão infeliz e acha tanto que deve ir embora, eu não vou mais te prender aqui comigo. Se ao lado dela sente que vai ser mais feliz, garanto que não precisa se preocupar e eu daqui vou continuar fazendo por você tudo que quiser e precisar. Entende o que digo?
Harriet engoliu em seco e balançou a cabeça em afirmação. Antes que pudesse dizer mais qualquer coisa, o celular de Louis voltou a tocar e ele a tirou com cuidado de cima de si, ordenando que fosse tomar banho porque ele precisava resolver coisas urgentes do trabalho.
E a deixou para trás, como se não tivesse acabado de dizer que ela agora estava livre para ir, se assim quisesse
•••
Já fazia alguns dias desde a última conversa de peso que havia acontecido entre Harriet e Louis.
Harriet já tinha voltado para o colégio e sua rotina comum e tinha feito de sua missão pessoal focar tanto nos testes, que não pensaria sobre as coisas atualmente estarem estranhas entre ela e o pai. Ela tinha tentado enganar a si mesma chegando animada em casa e indo direto até seu escritório para falar sobre a prova que tinha tido, ou a nota que havia tirado e dentre outros assuntos que podiam não ser tão interessantes, mas que Louis sempre arranjava um tempinho para escutá-los. Porém, Louis era sempre um ouvinte mais que silencioso e às vezes a interrompia para dizer que precisava resolver alguns assuntos importantes, mas que eles podiam continuar “aquilo” depois.
Harriet sempre se sentia tão idiota por não aprender sua lição de uma vez por todas e ficar quieta. Estava na cara que Louis não queria conversar com ela e muito menos fingir que não havia um clima pesado entre os dois.
Naquele momento a garota estava deitada no meio da cama usando um shortinho rosa minúsculo para dormir e uma regatinha branca alguns números maiores que o que costumava usar. Ela tinha a chupeta na boca, fones grandes nos ouvidos e assistia no tablet sobre uma rotina de skin care de uma modelo predileta. Tão distraída ela estava, que nem se deu conta das batidinhas na porta, só reparando quando essa foi aberta lentamente por seu pai, que ainda usava os óculos de leitura do trabalho.
Ela no mesmo instante pausou o vídeo e tirou os fones do ouvido, permanecendo deitada indicando que ele poderia se aproximar.
— Vim conferi como você está. — Ele comentou sentando na beirada da cama e Harriet sorriu um pouquinho, mesmo sabendo que aquilo não era verdade. — Fez o trabalho de literatura que comentou mais cedo?
— Comecei. — Harriet respondeu baixinho, sentando para engatinhar na cama e alcançar a mochila do colégio jogada no chão, tirando dali uma pasta rosa e a entregou para o pai.
Harriet voltou a deitar do mesmo jeito que estava antes, brincando distraída com os dois cordões do shortinho, enquanto o pai lia atenciosamente em silêncio o seu trabalho, que estava mais para um tipo de rascunho. Ela espiou ele um pouco pelo canto do olho e não se impediu de sorrir satisfeita quando ele alcançou um marca-texto amarelo que estava jogado sobre sua mesinha de cabeceira e começou a grifar partes que ela deveria revisar e corrigir.
— Tá fazendo esse sozinha? — Ele perguntou de repente e Harriet piscou os olhos algumas vezes, despertando dos pensamentos.
— Não. Esse eu e a Meredith estamos fazendo juntas. — Harriet notou o momento que o pai arqueou uma sobrancelha e balançou a cabeça em afirmação, confirmando seus pensamentos. — Sim, a Meredith que empurrei. A coordenadora quer ter certeza de que estamos de bem, ou algo assim.
— E você vai se comportar? — Louis perguntou de um jeito que fez algo no estômago de Harriet se revirar no melhor dos sentidos.
— Sim, papai. — Ela respondeu baixinho e percebeu o modo que Louis pigarreou e se mexeu desconfortável onde estava sentado após sua resposta. Viu ele fechar a pasta e colocar sobre sua mesinha de cabeceira com o marca-texto tampado, se movendo para chegar um pouco mais perto de si.
— Vim aqui também pra te falar uma coisa. — Harriet piscou curiosa e logo balançou a cabeça em afirmação, incentivando ele a ir em frente. — Esses dias estive em contato com sua mãe. Falei sobre sua vontade de visitar ela, e quem sabe até morar, dependendo do que aconteça.
Harriet ficou em silêncio e engoliu em seco. Ela não imaginou que seu pai realmente fosse atrás daquilo, depois de tantas vezes ter dito que ela nunca, jamais iria para longe dele.
Depois da informação ela rapidamente sentou e ficou um pouco mais alerta, mostrando que estava prestando bem atenção em suas palavras. Ela viu Louis suspirar e tirar os óculos antes de continuar.
— Ela disse que ela, seu irmão e Pete ficariam felizes de receber você por um tempo. E caso desejasse ficar, assim seria. — Louis dizia em um tom baixo e calmo, não fazendo questão alguma de disfarçar seu desânimo em passar tal informação. — Só impôs algumas condições e dentre outras coisas, mas que sou capaz de providenciar.
Aquela última parte sem dúvidas chamou a atenção da garota e a deixou sem dúvidas curiosa.
— Condições?
— É. Ela disse que eu deveria arcar totalmente com seus estudos e dentre outras despesas como médicas ou até roupas… Auxiliar no aluguel de uma casa mais confortável onde você possa morar com eles e outras coisas do tipo.
Harriet não sabia bem porque, mas aquilo tinha a deixado um pouco desconfortável. Sua própria mãe não podia a oferecer roupas que queria ou até mesmo pagar por suas consultas ao médico ou remédios como qualquer outra mãe? Ela teve a impressão de que a mãe estava na verdade se aproveitando de seu pai, que jamais lhe negaria aquelas coisas básicas.
— E tem outra coisa. — Louis chamou sua atenção novamente. — Ela disse que eu não poderia te visitar lá, ou viajar até lá para que você pudesse me encontrar. Ela quer “evitar problemas”.
— Mas- Mas isso é ridículo. — Harriet disse em um tom indignado e Louis balançou a cabeça em afirmação.
— Eu concordo, mas é o que ela quer.
— E você estaria disposto a fazer isso? — Harriet tinha um tom irritado na voz e ela até chegou a cruzar os braços daquele jeitinho marrento já conhecido por Louis, que não evitou um sorriso. — Simplesmente não ir me ver porque Amélie quis assim.
— Harriet, precisa entender que isso aqui não é sobre o que eu ou sua mãe queremos, mas sobre uma coisa que você quer. Se for de sua vontade viver com sua mãe sabendo dessas condições, tudo bem, eu irei aceitar.
— Por quê? — Harriet tinha um beiço e tava se segurando tolamente para não começar a chorar feito uma idiota.
— Porque quero que você seja boa e esteja feliz. E se pra ser uma boa menina e estar feliz precise morar com sua mãe em outro país sem podermos nos ver, eu vou ter que engolir meu orgulho e aceitar isso. — Louis acariciou seu rosto com o polegar e Harriet se inclinou mais em direção ao seu toque, fechando os olhos em precipitação quando ele se inclinou mais na sua direção, mas tudo que fez foi beijar carinhosamente sua testa. — Você ainda tem tempo para pensar sobre isso. Agora tá na hora de você dormir e eu tenho que terminar umas coisas…
— Não vai. — Harriet pediu com um beicinho, os olhos ainda brilhantes por estarem cheios de lágrimas. — Me coloca pra dormir.
— Não, boneca. Papai tem que trabalhar. — Louis se desvencilhou do toque dela e pegou seu tablet junto aos fones que estavam jogados ali, os colocando na gaveta da mesinha. Ele logo se voltou para a cama fazendo-a deitar confortável sobre os travesseiros fofos e a cobriu devidamente com o cobertor, ligando o abajur que tinha logo ao lado. — Durma bem.
Louis mais uma vez se inclinou para beijar sua testa, Harriet, porém, segurou docemente suas bochechas e ao invés disso juntou seus lábios em um selinho delicado. Ela tinha os olhos fechados e suspirou alegremente deslizando mais os lábios contra os dele, que permaneceram parados e ele logo segurou suas mãos para poder se afastar como se aquilo simplesmente não tivesse acontecido.
— Boa noite, Harriet. — Ele disse indo até a porta e desligando a luz no interruptor, em seguida saindo e deixando Harriet sozinha com o coração acelerado e uma vontade quase incontrolável de berrar para que ele ficasse junto dela.
A garota ficou deitada em meio ao silêncio no quarto parcialmente escuro pensando em todas as coisas que seu pai havia a dito. Agora que ele estava a dando mais liberdade para tomar esse tipo de decisão complicada e importante, mais do que nunca ela desejou ardentemente voltar pra quando ela era a garotinha boba do papai que precisava de sua total ajuda para decisões. Quer dizer, até um dia desses era exatamente isso que ainda acontecia e então do nada Louis a estava dando aquela liberdade para escolher ir morar com Amélie e Harriet no fundo sentia que ele estava fazendo aquilo de propósito, para deixá-la em um tipo de encruzilhada – ou era apenas impressão e coisas de sua cabeça.
Pelas informações que Louis tinha a passado, ela sentia que sem dúvidas sua mãe não era nada confiável e talvez estivesse a usando para que Louis indiretamente a desse um tipo de conforto que tanto almejava ter novamente. Fora que tinha um pequeno/grande detalhe: Amélie queria impedir que ela e Louis tivessem grande contato.
Harriet não era de todo boba e reconhecia que a relação entre ela e o pai tendia a ser um pouco caótica na maior parte das vezes. Eles discutiam e berravam um com o outro, ficavam por um tempo se evitando, mas rapidamente tudo aquilo passava e estavam juntinhos novamente.
Ela amava Louis com todo o seu coração e era tão apegada a ele de forma que nunca seria com qualquer outra pessoa do mundo. Ele quem cuidava tão bem dela e a tratava como uma princesa e sabia a maneira certa de fazer isso porque a conhecia melhor do que ninguém.
Harriet não acreditava que um dia sua mãe fosse capaz de amá-la do modo que Louis fazia tão facilmente. E ela acreditava muito menos que seria capaz de lidar com a distância e a saudade de seu papai, sendo dolorido imaginar que não poderiam ficar se encontrando com frequência.
Diante daquilo, ela já tinha feito sua decisão.
•••
O relógio de seu tablet marcava 00:15 quando Harriet estava totalmente decidida, reuniu coragem o suficiente e levantou cuidadosamente da cama e na ponta dos pés saiu do quarto, andando pelo corredor até a porta fechada do quarto de Louis.
Ali ela ouviu sons abafados que indicavam que a televisão estava ligada. Ela deu algumas batidinhas na porta, porém não teve resposta, então a abriu e encontrou seu papai adormecido na cama usando apenas a cueca branca, os óculos de leitura no rosto e ao lado o notebook ligado mostrando que havia caído no sono lendo algo.
Harriet fechou a porta evitando fazer qualquer barulho e se aproximou mais da cama, abaixando a tela do notebook com cuidado e subindo ali devagar, chegando mais pertinho do seu papai para se certificar de que ele dormia mesmo.
A garota reparou que nos últimos dias ele esteve trabalhando muito e preocupado com algumas coisas – que agora imaginava se tratar de sua decisão sobre morar ou não com a mãe – e sempre que Louis se encontrava em momentos assim, tendia a cair no sono facilmente e de tão cansado não conseguia despertar com facilidade.
Harriet não resistiu e chegou um pouquinho mais perto dele, segurando sua bochecha que já estava com a barba por fazer, e juntou seus lábios em um beijinho molhado e estalado. Ela logo em seguida se afastou e olhou bem para seu rosto, esperando que a qualquer momento ele fosse acordar, mas isso não aconteceu e ela acabou deixando uma risadinha gostosa escapar pela situação.
Foi quando que, ainda dormindo, seu papai deixou um pequeno gemido escapar e inconscientemente levou a mão até o pau bem marcado no cueca branca e que já curiosamente se encontrava levemente duro. Harriet então se aproximou um pouquinho mais da ereção dele e afastou cuidadosamente a mão dele dali, antes de começar a fazer certo esforço para conseguir abaixar sua cueca e expor a cabecinha vermelha e melada de seu pênis.
Ali, Harriet se inclinou e começou a deixar beijinhos delicados em todas as partes da cabecinha rubra, enquanto os dedos ainda trabalhavam em abaixar bem mais a sua cueca até que essa já estivesse em suas pernas, logo toda a sua virilha estava exposta.
Já fazia dias que ela e seu papai não brincavam, a última vez sendo quando tomaram aquele banho juntos e nem se podia dizer que muitas coisas interessantes aconteceram além de umas carícias. Naquele momento talvez ela não estivesse sendo uma garota comportada e boazinha, mas queria que seu papai interpretasse aquilo da melhor maneira possível.
Ele mesmo já tinha a dito várias vezes que brincar daquele jeito com ela conseguia deixá-lo mais aliviado e feliz. Tudo o que Harriet queria era deixar seu papai satisfeito e mostrar que tinha o escolhido, que queria ficar com ele e ponto, encerrar aquela história.
Harriet então segurou com cuidado a ereção grossa e pesada no punho que mal conseguia se fechar envolta do comprimento e o levou até a boca quente e aveludada, começando a mamar na cabecinha com língua se movendo contra a fenda preguiçosamente. Ela ouviu o gemido rouco e falho que Louis deixou escapar, se movendo um pouco inquieto em seu sono.
Harriet cuspiu na cabecinha e viu a saliva deslizar por toda parte, começando a mover então o punho para cima e para baixo com cuidado, lembrando-se perfeitamente de tudo que seu papai já havia a ensinado.
Antes de continuar naquela brincadeira, Harriet se posicionou de joelhos e tirou a regata sobre a cabeça e em seguida o shortinho junto a calcinha de algodão, estando completamente nua ao que se voltava para a punheta lenta.
Tomando cuidado com os dentes e querendo se dedicar em ser perfeita ao fazer aquilo, Harriet enfiou o máximo que conseguia da ereção dentro da boca, gemendo dengosa quando sentiu o canto dos lábios arderem um pouco e o pau pulsar gostoso contra sua língua. Ela sentiu o exato momento que seu papai se moveu um pouco inquieto e rapidamente se afastou, tomando cuidado para que ele não despertasse justo naquele momento.
Ela esperou um pouquinho e ficou olhando bem para ele, só se voltando para sua pequena travessura quando ele tinha parado de se mexer e respirava lentamente em um sono tranquilo. Harriet voltou a se apoiar nos joelhos, mas dessa vez as pernas estavam espaçadas. Ela cuspiu na ponta dos dedos magros em uma bagunça de saliva e os levou até a própria buceta, começando a melar ali em toda parte, a boquinha entreaberta deixando escapar pequenos ofegos conforme se tocava observando seu papai ainda dormir tranquilamente, o pau ereto é completamente babado.
Sentindo que já estava molhada o suficiente e aquele pau tanto quanto, Harriet moveu com cuidado as coxas de Louis e então passou uma das pernas sobre seu quadril, pairando sobre seu colo. Ela levou uma das mãos atrás das costas e tateou em busca do pau dele, mordendo o lábio em concentração quando o segurou pela cabecinha e guiou até sua xoxota apertada, apertando os olhos se esforçando para encaixá-la direitinho ali.
— Hum… — Harriet gemeu dolorida mordendo o próprio lábio com força, a bucetinha se contraindo com força envolta da cabecinha gorda quando essa entrou por inteiro.
Ela estava precisando ter muito cuidado para não apoiar o peso do corpo sobre Louis e então acordá-lo, mas também estava sendo tão difícil encaixar todo aquele pau dentro de si completamente sozinha, quando sempre tinha Louis para auxiliá-la de um jeito tão gostoso e capaz de fazê-la se derreter.
Levando as mãos para a própria bunda, apertando e a puxando com força para os lados, Harriet começou a deslizar cada vez mais para baixo aos pouquinhos e então subia só para se acalmar um pouquinho e continuar descendo logo em seguida. No momento que sentiu as nádegas tocarem a pélvis de Louis, os olhos dela se reviraram e a cabeça pendeu para trás com a sensação de pressão constante em seu baixo ventre por estar tão bem preenchida.
— Meu Deus. — Ela sussurrou agoniada, esfregando os dedos no próprio baixo ventre com a sensação incrível de ter Louis tão fundo.
Harriet então começou a subir e descer por toda aquela ereção, mesmo sentindo a bucetinha tão dolorida sendo a forçada a se alargar envolta dele. Ela ainda precisava de manter calma e em movimentos tranquilos, pois não queria que seu papai acordasse tão de repente.
Mas acontece que aquela buceta tão apertada e molhada estava fazendo coisas com Louis. Aquele calor apertado envelopando sua ereção sensível o fazia se mover inquieto durante o sono, gemidos inconscientes escapavam de seus lábios e aos poucos ele despertava do mundo dos sonhos.
Chegou em um ponto que Harriet não conseguiu resistir mais e um gemido um pouco mais alto escapou de seus lábios em meio a suas pequenas reboladas, de modo desesperado se lançando para frente tirando rápido os óculos de seu papai deixando-os de lado, os lábios se encontrando com os de Louis e começou a beijá-lo meio desajeitada e dengosa.
Foi só então que Louis começou a despertar, a movimentação de Harriet sobre seu corpo sendo mais constante, sentindo sensações curiosas lá em baixos.
— Harriet? — Louis ainda piscava os olhos tentando os abrir, a voz saindo tão rouca que sua fala mal conseguia ser compreensível.
— Papai, eu quero ficar com você. — Harriet disse ofegante, ainda deixando beijinhos sobre seus lábios e o queixo, sentindo as mãos dele deslizando suavemente por suas costas nuas.
— Tá bom, deita com o papai… — Louis disse ainda fora de órbita, só se dando conta de que havia algo de muito curioso quando as mãos deslizaram mais até a bunda nua de Harriet e só então se deu conta daquele calor e aperto em seu pau. — Porra, amor… o que está fazendo? — Ele gemeu fechando os olhos com força.
Então Harriet sentou corretamente sobre Louis com as costas retas e ele pôde ver os peitinhos pequenos com os mamilos marrons arrebitados, o olhar descendo um pouco mais para baixo para se dar conta de como ela estava afundada em seu pau.
A cabeça de Louis rolou para trás pela vista daquele corpinho e a sensação prazerosa intensa que o consumiu, as mãos imediatamente agarrando os quadris dela para que continuasse se movendo.
— Eu não quero ir. Eu quero ficar com você, papai. — Harriet voltou a repetir, rebolando para frente e para trás naquele pau, fazendo pequenas pausas entre as palavras para deixar beijinhos adoráveis em seu rosto sonolento e confuso, os lindos peitinhos balançando. — Eu não quero ficar com minha mãe. Ela não vai cuidar tão bem de mim como você.
— É mesmo, bebê? — Um sorriso cretino cresceu nos lábios dele, que arrumou um travesseiro sobre a cabeça para observar melhor Harriet montar feito uma boa garota em seu pau, os movimentos tentando Louis a colocar aqueles peitos na boca. — Vai ficar pra sempre comigo?
— Sim! E eu vou ser tão boazinha. — Harriet garantiu com os grandes olhos verdes de corça brilhantes pelas lágrimas. — Eu juro que vou me comportar direitinho pra você querer ficar comigo.
— Oh, Harriet, você é uma menina tão boa pra mim. — Louis grunhiu excitado com ela montando incansavelmente em seu colo, apoiando as mãos em seu peitoral para ter estabilidade e se mover mais rápido. — M-Merda, eu vou gozar. — Louis alertou ao mesmo tempo que apoiava os pés na cama, segurava a cintura dela e começava a estocar mais forte para cima, sendo uma loucura de excitante o som das peles se chocando e da cama rangendo.
— Sim, papai! — Harriet tinha um sorriso enorme no rosto e os olhos fechados, sentindo o momento que o pau de Louis pulsou forte dentro de si. — Goza… goza em mim.
— P-Porra, não… — Louis despertou um pouco daquela onda enorme de prazer e agarrou a cintura de Harriet para puxá-la e fazê-la levantar do seu pau, mas a garota no mesmo instante apertou mais forte as pernas nas laterais do seu corpo e passou a rebolar mais gostoso ali. — Harriet, amor… — Louis agoniado tentou chamar sua atenção, acertou tapinhas em sua coxa e, novamente, tentou a tirar de cima de si.
— Dentro de mim. — Ela implorou dengosa, lambendo provocativa a linha de seu maxilar marcado. — Me enche com seu leitinho, papai. — Provocou lambendo o lóbulo de sua orelha e isso foi o suficiente para quebrar Louis, que não pensou muito quando mordeu com força seu ombro magro e arrancou um gritinho da garota trêmula sobre seu corpo, que tinha a buceta sendo devidamente preenchida por todo seu gozo.
Ambos os corpos estavam quentes e suados, o de Harriet um pouco mole sobre o de Louis, o rostinho corado escondido na curva do pescoço do mais velho. Em determinado momento ela foi colocada pra deitar de costas na cama e teve as pernas abertas por seu papai, que se encaixou ali com o rosto entre elas para comer sua buceta com o rosto se esfregando ali, como se fosse sua coisa favorita em todo o mundo.
Ali Louis chupou ao ponto de ficar em evidência os sons gostosos de sucção e enfiou os dedos tentando puxar para fora todos os resquícios de sua porra branquinha, limpando tudinho, cada mínima parte esfregando bem a língua.
— Papai, para… — Só chegou um momento em que Harriet não aguentou mais ser tão estimulada na buceta sensível e empurrou a cabeça dele, fechando as pernas contra a outra com força para impedi-lo de continuar.
Louis riu um pouquinho dela, mas ainda assim não se afastou exatamente. Apoiou um dos antebraços ao lado de sua cabeça e continuou sobre seu corpinho, encaixando com cuidado a cabecinha do pau ainda semi ereto e extremamente sensível dentro de sua bucetinha fodida, os olhos presos nos dela que tinha a boquinha aberta em um gemido silencioso.
Com seu papai novamente dentro dela, a cabeça de Harriet pendeu para trás e as unhas curtas se fincaram nos quadris de Louis para que ele mantivesse parado enfiado até fundo daquele jeito. Ela estava claramente tensa sob seu corpo e só começou a relaxar mais quando Louis começou a distribuir beijos por seu pescoço, aos pouquinhos descendo cada vez mais até colocar seu peitinho na boca, o mamando preguiçoso e usando a língua quente para brincar com o biquinho e deixá-la mais relaxada embaixo de si.
Louis, mesmo que tão sensível com o orgasmo recente, balançou os quadris preguiçosamente para frente e para trás em teste, se alternando em chupar e mordiscar ambos os seus peitinhos para em seguida se voltar para sua boquinha entreaberta pelos ofegos.
Os minutos estavam se passando com os dois naquela bolha. Quando chegou no ponto de Harriet começar a mover os próprios quadris inquieta, levando os dedos para estimular o próprio grelinho implorando por atenção, foi justo no momento em que Louis também se recuperou do orgasmo e começou a ser mais urgente nas estocadas contra sua buceta.
E Harriet logo ficou sem ar porque Louis estava fazendo aquilo do jeitinho que ela precisava que ele fizesse. Por mais problemático que isso fosse, Louis quem conhecia seu corpo melhor do que ela mesma e sabia como ele precisava fazer para tirá-la do eixo e a intensidade que deveria ter quando fazia aquilo.
Louis ia fundo batendo a pélvis contra sua virilha, mas deslizava para fora devagar só para voltar fundo com força. Harriet em todas essas vezes, se possível, abria ainda mais as pernas e ficava lá, paradinha recebendo tudo ao que os segundos se passavam e ela ficava cada vez mais imersa no prazer, os gemidos chorosos escapando de sua boquinha contra a orelha dele.
Aqueles movimentos controlados e ritmados só duraram até que em uma estocada em particular ele atingiu um pontinho dentro dela, capaz de fazer suas lindas pernas estremecerem e ela lhe agarrar apertado de um jeito agoniado. A partir dali, Louis fez de sua missão continuar acertando o mesmo ponto diversas vezes na mesma posição, as estocadas rápidas e fortes fazendo o corpinho dela balançar e a cabeça atingir a cabeceira acolchoada diversas vezes.
Ela tentava abrir a boca em palavras compreensíveis, mas tudo que saía eram choramingos excitados, que eram engolidos quando Louis devorava seus lábios em um beijo bagunçado com muita saliva e língua da parte de ambos.
De tanto estimular uma vez após a outra seu ponto G em tantas estocadas fortes, só houve um momento em que ela deixou um gritinho escapar e seu corpo estremeceu por inteiro, a buceta pulsando conforme esguichava envolta do pau grosso que a preenchia.
— Boa garota, Harriet… boa garota.
— Louis grunhiu com dificuldade, ainda socando gostoso na buceta que não parava de fazer uma bagunça nele, melando toda sua pélvis com aquele líquido incolor.
Louis só parou quando o pau escorregou sem querer para fora da xotinha encharcada, mas se aproveitou para segurar na base e bater com a ereção diversas vezes em seu grelinho avermelhado e esfoladinho, rindo sacana quando ela choramingava dolorida em todas essas vezes.
— Agora papai quer que você goze, hum? — Louis sussurrou no momento que enfiou dois dedos dentro dela, começando a curvar ambos com força de acordo com os movimentos de entrar e sair que fazia. — Você disse que agora vai ser boazinha. Então eu sei que vai obedecer, não vai?
— Sim. — Harriet respondeu imediatamente, focando nos movimentos que os dedos dele faziam. — Vou ser boazinha. — Ela disse com dificuldade, inconscientemente abrindo mais as pernas e Louis sorriu.
— E se você não for mais boazinha, Harriet? E se voltar a se comportar como nos últimos dias? Papai não vai saber o que fazer com você…
— Eu não vou! — Ela chorou desesperada, sentindo o orgasmo se construir com a sensação da buceta esquentando, papai dedando ela tão gostoso. — Eu juro… você pode deixar de me amar e me mandar embora, desistir de mim, se isso acontecer.
— Shh, tudo bem, tudo bem. — Louis voltou a falar em um tom sussurrado rente a boquinha aberta dela. — Isso é perfeito, meu bem. Estou orgulhoso de você.
Então o corpo inteiro de Harriet paralisou por alguns segundos em que até segurava a respiração, e só relaxou quando se liberou em um orgasmo intenso que fez a buceta se liberar em mais alguns jatos nos dedos de Louis, os lábios abertos em um gemido silencioso, se agarrando em seu papai para mantê-lo por perto.
Harriet voltou a agarrar o pulso dele e fechar às pernas, impedindo-o de continuar, pois àquela altura já tinha começado a chorar de sensível e de tamanha sensação incrível que a preenchia.
Louis então deitou de costas no colchão, puxando-a mais para pertinho de si, em seguida cobrindo os dois com um cobertor. Harriet não demorou a virar de costas para ele, se aconchegando mais contra seu corpo para uma conchinha em que puxou seu braço para agarrar seu corpinho e mantê-la aquecida.
— Eu amo você, boneca… e você sempre vai ser minha.
Harriet, que tinha os olhos fechados, sorriu timidamente com a frase sendo sussurrada em seu ouvido, nem mesmo imaginando o quão articulado seu papai teve que ser para nos últimos dias trabalhar nela até que achasse inviável a ideia de ir morar com a mãe e pensar definitivamente que deveria ficar para sempre com ele.
Talvez… apenas talvez, ele tivesse realmente entrado em contato com a mãe de Harriet sobre a possibilidade da garota morar lá. Mas as chances das coisas que Amélie supostamente impôs para Louis serem reais conseguiam ser no mínimo duvidosas e absolutamente ninguém precisava saber disso.
Ele não estava pronto para ter Harriet longe de si. O lugar da garota, era ficar bem ao seu lado e ele sabia que nem mesmo ela estaria pronta pra ir, se realmente fosse o caso.
Pois era exatamente assim que devia ser e ponto final.
E na manhã seguinte, os dois sentados no sofá ainda usando pijamas, Harriet estava sentada preguiçosamente com as pernas sobre a de seu papai com o telefone fixo na orelha conversando com a mãe – naquela manhã, Louis foi bonzinho e a deixou faltar a aula para ficar junto dele, afinal essa estava cansada da brincadeira que tiveram noite passada.
Mesmo que Louis tivesse os olhos presos na tela da televisão, assistindo o filme que Harriet tinha escolhido, ainda se mantinha bem atento na conversa que se desenrolava logo ao seu lado.
— Sim, mãe, tenho certeza. — Harriet garantiu pela terceira vez, balançando os pés indicando que Louis deveria voltar a massagear do modo que costumava fazer. — Vou só pra visitar, mas nas férias antes da faculdade… estou bem morando aqui com papai.
Louis não se conteve e sorriu consigo mesmo, olhando na direção de Harriet para descobrir que essa também já tinha um sorrisinho meigo nos lábios.
Porque era exatamente assim que devia ser entre os dois.
⠀ ೀ Harry ganha um computador de seu padrinho e acaba precisando da ajuda dele pra mexer no presente novo.
(hinter, hbottom, h 18 anos. ltops, l 39 anos. dirty talk. squirting. manipulação, bem leve. )
‹𝟹
Harry deixou sua mochila sobre o sofá da sala e logo em seguida começou a correr em direção ao seu quarto, seus pés pulavam de dois em dois degraus, completamente ansiosa. Harry havia recebido uma mensagem de seu padrinho um pouco antes de sair da escola onde ele dizia pra sua garotinha que tinha uma surpresa lhe esperando no seu quarto.
Harry sempre adorou surpresas e por esse motivo saiu correndo de dentro da escola nem mesmo esperando suas amigas que lhe acompanhavam todos os dias até sua casa. A garota chegou na porta de seu quarto e deu de cara com sua escrivaninha com um computador novo e ligado.
A menina havia pedido ao padrinho há muitos meses atrás quando seu laptop começou a travar pelo tempo grande de uso, mas Louis disse que não podia no momento e que quando pudesse comprava. Harry sabia que era mentira do padrinho porque Louis era dono de uma marca de joias, e nunca estava sem dinheiro.
Sua boca não conteve o grito alto e suas mãos batiam palmas animadas, seus pés deram pulinhos e a menina saiu correndo em direção a mesa. Seus dedos foram diretamente pro mouse de gatinho rosa que tinha ao lado do computador, mexendo em todo o sistema novo recém-instalado.
Seus olhos brilhavam enquanto ela mexia despreocupadamente na tela brilhante. Provavelmente Louis havia instalado o sistema mais recente de atualizações o que dificultava a menina um pouco de mexer. Seu laptop tinha uma atualização vergonhosamente velha e ela havia ficado um pouco pra trás em questão de tecnologia.
Um bico se formou em seus lábios e logo a menina descia as escadas de sua casa novamente.
─ Padrinho! ─ a menina gritava pela casa o chamando.
─ Na cozinha amor ─ ele prontamente respondeu.
Harry abriu um sorriso de ponta a ponta quando chegou e encontrou o tio de costas terminando de fumar seu cigarro e apagando a bituca no cinzeiro que estava sobre a pia preta de mármore. Louis se virou e foi recebido com um abraço caloroso da afilhada e beijos quentes depositados em seu pescoço.
─ Obrigada, obrigada, obrigada! ─ ela dizia repetidamente.
─ Foi apenas uma surpresa, pequena. Você gostou?
─ É claro padrinho! Foi a melhor surpresa em tempos! ─ ela dizia com um sorriso bobo, porém ele murchou rápido.
─ O que foi cachos? ─ Louis questionou ao ver a carinha de sua afilhada.
─ É muito dificil de mexer Lou, eu não consegui. Será que você pode me ajudar padrinho? ─ perguntou com uma carinha pidona.
Louis beijou a ponta do nariz da garota e sorriu pequeno pra ela.
─ É claro meu amor, sobe que daqui a pouco ‘tô subindo pra te ajudar.
A menina nem agradeceu, só saiu em disparada pro quarto. O computador permanecia ligado quando chegou no quarto e como ela era ansiosa, tentou novamente mexer sozinha enquanto seu padrinho não subia. Seu corpo estava dobrado em frente a mesa enquanto tinha seu quadril levantado pra trás, nem mesmo se importando com seu vestido curto que mostrava sua calcinha rosa.
Estava tão interessada em seu novo presente que nem notou a presença de Louis no quarto, só se assustando quando sentiu a coxa do mais velho tocar em seu bumbum.
─ Que susto Lou! ─ Harry colocou a mão sobre o peito
O tio sorriu ladino e se sentou na cadeira, em seguida pegando o mouse da mão da menina.
– Olha bebê, o assistente que veio instalar ele aqui ensinou algumas coisas básicas, tipo – deu uma pausa e procurou o aplicativo na tela – Como colocar senha, como baixar seus aplicativos e como customizar do jeito que você quer.
Louis dizia tudo atentamente, olhando pra tela que deixava seus olhos brilhando enquanto Harry olhava completamente interessado no que o padrinho fazia. Seus dedinhos impacientes foram pro mouse o puxando da mão do tio, começando a mexer sozinha.
O padrinho da menina se encostou na cadeira enquanto observava sua menina mexendo no computador novo. A bunda completamente empinada em sua direção, mostrando a bucetinha gordinha sobre a calcinha de pano rosinha. Vez ou outra a menina mexia a bunda branquinha, principalmente quando conseguia mexer certinho em seu computador.
Louis ficava louco vendo a bunda em sua direção e sua sobrinha completamente entretida no computador nem se importando em mostrar a bucetinha pro padrinho. Louis podia sentir seu pau endurecer na calça e sua mente não o ajudava criando cenários onde sua garotinha sentava em si até que seu pau estivesse todo nela.
E logicamente ela aguentaria tudo de bom grado, era uma boa garotinha e iria aguentar todo o pau do padrinho enterrado em si.
Louis sentiu quando a menina se sentou em seu colo, exatamente em cima de seu cacete. Ele jura que quase gemeu, mas segurou e logo em seguida apertou a cintura da afilhada como se fosse ajudá-lo em algo.
– Padrinho eu preciso tirar uma foto pra colocar de tela de bloqueio – a menina ajeitava seus cachinhos na frente da câmera e propositalmente se remexia no colo de Louis.
Ela sentia o pau do padrinho duro embaixo de si, sentia ele raspando exatamente em seu grelinho e por isso o provocava como uma boa garotinha. Se remexeu e fez uma carinha de pidona no momento em que clicou pra tirar a foto, sorrindo fofo pro padrinho e dizendo que havia ficado perfeita.
A menina notava o estado afetado que o padrinho estava e por isso se remexia ainda mais no colo dele terminando de ajustar seu computador com o tema rosinha como ela mesmo havia apelidado. Louis sentia seu corpo borbulhar, era como uma tortura ter sua afilhada em cima de si se esfregando como uma puta massageando seu cacete.
Ele não sabia se aguentaria se segurar por mais tempo, seu pau já pulsava dentro da calça e a buceta da afilhada já liberava do melzinho, ele podia sentir sua calça ficando molhada apenas pelo atrito do tecido da calcinha nela. A menina não parava de o provocar, ainda estava se remexendo e agora soltava pequenos gemidos conforme esfregava sua buceta no caralho do padrinho.
Louis mordeu os lábios e logo em seguida segurou forte na cintura da menina, a levantando de seu colo. Colocou a cacheada na mesma posição em que estava antes, seu corpo empinadinho totalmente pra si, a bucetinha já molhada manchando a calcinha deixando Louis louco por saber que não era o único a gostar da brincadeira.
– Tava no colo do padrinho só pra se esfregar como uma cadelinha necessitada boneca? Apenas porque não consegue segurar essa sua buceta de puta e precisa ter algo nela? Porque não disse antes? O padrinho pode te ajudar pequena, é só você deixar eu ver sua bucetinha que eu te ajudo. – ele dizia tudo sedutoramente lento deixando Harry borbulhando de tesão.
Harry deixou que um gemido escapasse de sua boca ao terminar de escutar o que o tio dizia. Sua cabeça se balançou rápido, inúmeras vezes indicando o quão necessitada ela estava.
– Tudo bem bebê, o padrinho pode te ajudar, mas quero que você continue arrumando seu computador enquanto eu faço você gozar só com a minha língua pode ser? – Louis pediu alisando a bunda branquinha.
– Sim padrinho sim, por favor sim. – ela gemeu novamente.
As mãos grossas do padrinho se apossaram da cintura da menina a colocando totalmente empinada na mesa do computador, a bunda totalmente exposta pra si e a bucetinha gorda marcando na calcinha rosinha. Os dedos do padrinho rasparam desde as coxas da menina subindo em um toque minimalista, arrepiando todo o corpo miúdo.
Louis roçou seus dedos na borda da calcinha, a menina se sentia completamente afetada tanto que seus dedos nem mexiam mais no mouse. O padrinho lambeu a bucetinha da afilhada por cima da calcinha, molhando todo o pano rosinha e arrancando um gemido arrastado da menina.
– Continua a mexer Harry, o padrinho não mandou você parar, mandou? – Louis bateu na bunda da menina arrancando um gritinho dela.
Tomlinson puxou a calcinha da menina, liberando finalmente a bucetinha da afilhada. Os lábios gordinhos e branquinhos, com pequenos pelinhos crescendo deixando Louis a beira de cometer uma loucura. Louis não esperou mais nem um minuto, simplesmente começou a chupar toda a buceta branquinha da afilhada.
As pernas da menina tremiam, chacoalhavam conforme Louis chupava o grelinho vermelho da afilhada. Gemidinhos baixos saíam da boca da menina enquanto ela continuava a mexer descontroladamente no computador, nem vendo mais o que fazia, só clicava em qualquer coisa.
A língua quente e molhada de seu padrinho se apossava de toda sua buceta, explorando qualquer pequeno lugar, desde a grutinha apertada até o grelinho pulsante. A saliva escorria desde a boca de Louis molhando seu queixo e até mesmo seu pescoço, sujando também as coxas de Harry.
– Hm....P-padrinho – a menina gemeu – P-por favor.
Louis sorriu contra a bucetinha dela, sua língua trabalhava arduamente somente no objetivo de fazer sua garotinha gozar. O que também não seria uma tarefa muito difícil, visto que a menina tremia continuamente sobre a mesa. Os dedos de Louis se arriscaram entrar na buceta dela porém era apertada, apertada até demais.
– Padrinho, v-vai devagar – ela pediu chorosa – E-eu só brinco com meu d-dedo quando ela f-fica muito molhadinha. Mas p-por favor enfia l-logo, eu p-preciso do seu dedo.
A menina implorava continuamente à Louis, esse que apenas sorria e a provocava passando lentamente o dedo sobre a grutinha apertada da afilhada. Podia sentir a bucetinha se contraindo a cada vez que seu dedo passava por cima do buraquinho como se fosse enfia-lo.
Sua língua ainda rodeava o grelinho vermelho da menina e provavelmente ela gozaria em menos de minutos, por esse motivo Louis meteu os dedos dentro da garota. O dedo médio foi engolido com facilidade pela quantidade de lubrificação que a menina expelia e Louis não pôde deixar de sorrir enquanto ainda a chupava.
O quarto agora era preenchido pelos barulhos molhados e gemidos manhosos de Harry, os dedos de Louis abusavam de sua entradinha apertada, fortemente entrando e saindo causando barulhinhos gostosos ao ver de Louis.
– Tão apertada minha menina – Louis a elogiou. – Tão gostosa e boazinha pro padrinho.
Seus lábios se prenderam sobre o grelinho da afilhada e seus dedos apertaram um ponto dentro de Harry, que prontamente gozou. O corpo tremelicou forte sobre a mesa e um gemido alto rasgou a garganta dela indicando à Louis que sua garotinha havia gozado.
Louis sorriu orgulhoso ao ver a buceta toda vermelha e repleta de lubrificação, as coxas estavam vermelhas pela barba de Louis que raspou ali por um tempo. A menina não dizia nada apenas respirava forte sobre a mesa enquanto sentia seu corpo ainda tremelicar e sua mão mesmo tremendo mexer lentamente sobre o mouse.
O padrinho da menina apertou seu pau totalmente duro sobre a calça e gemeu jogando a cabeça pra trás. Liberou o cacete de dentro da calça gemendo aliviado. Bombeou todo o comprimento umas duas ou três vezes antes de se levantar e bater com a cabecinha sobre a buceta da afilhada.
A cabecinha dura e vermelha se afundou na bucetinha molhada porém não entrou. A menina soltou um gemido, sua bucetinha estava sensível e o pau de seu padrinho parecia tão grande.
– Lou, s-será que vai c-caber tudo na minha bucetinha? Você é t-tão grande padrinho, n-não sei se aguento. – a voz chorosa indicava que a menina chorava.
Louis afagou seus cachos antes beijar todo o comprimento das costas branquinhas da menina.
– O padrinho Lou não vai te machucar bebê. Você vai ser boa pra mim não vai? Vai deixar eu enfiar tudinho dentro de você né? Vai aguentar quietinha. – Louis a beijava deixando todo o corpo mole sobre a mesa.
Louis experimentou colocar sua cabecinha na buceta da menina e gemeu dolorido, ela era apertada pra caralho, porém o aperto o deixava ainda mais tentado a fazer o que queria. Seus dedos subiram desde as coxas até o meio de suas pernas, alcançando seu grelinho o massageando pra que de alguma maneira a fizesse sentir prazer mesmo que sentisse uma pequena dor.
Ele entrava e saia com sua cabecinha de dentro da menina, empurrando devagar e sentindo seu corpo todo reagir ao aperto gostoso que recebia. Sua afilhada gemia dolorido mas ao mesmo tempo pedia por mais e mais do padrinho.
Enquanto enfiava seu pau na garotinha buscou o seio dela, apertando o mamilo por entre os dedos causando ainda mais prazer. Seus dedos massageavam do grelinho dela a distraindo da dor, o que havia funcionando pois Louis já estava todo dentro dela.
– Isso amor, tão boazinha pro padrinho – Louis gemeu beijando seu pescoço – Tão fodidamente apertada e gostosa.
A menina se sentia mole, seu corpo nem mais respondia, ela sentia o pau de seu padrinho entrando e saindo de si, podia sentir ele acertando seu ponto todas as vezes pelo tamanho grande de seu caralho. Ela não sabia em que focar, no pau entrando e saindo de sua buceta lhe causando prazer, nos dedos gostosos de seu padrinho que abusavam de seu grelinho, ou na mão que apertava seu seio lhe causando arrepios.
De sua boca só saia o nome de Louis, como súplicas, implorando por mais, pra que ele fosse mais fundo em si e que a usasse como bem entendesse.
– De quem você é bebê? Fala pra mim, de quem você é? – Louis pediu sussurrando maliciosamente perto de sua orelha.
– Do L-lou, do padrinho Lou – ela gemeu alto jogando sua cabeça sobre a mesa, cansada demais pra se sustentar.
Seu corpo balançava na mesa, e se arrepiava todas as vezes que Louis entrava com mais força. Sabia que estava totalmente errada de estar fazendo isso com seu padrinho, mas nada era melhor do que sentir ele fundo em si, a comendo forte. Porém seu lado racional – que não era tão grande – a xingava, estava fazendo isso com seu padrinho sem nenhuma proteção.
Seus olhos se reviravam quando Louis estocou forte em seu pontinho vezes seguidas, e ela soube que ele provavelmente gozaria logo. Sua boca se abriu e uma gemido rasgou sua garganta antes de sua voz entrecortada sussurrar pra Louis.
– L-lou por f-favor, não g-goza lá dentro – ela pediu – Pode g-gozar onde quiser, só não goza lá dentro padrinho.
Louis sorriu malicioso e ladino, a menina fazia questão de ser educada até mesmo pra pedir algo tão sujo.
– Por que o padrinho devia escutar a menina dele? Hm? Não gosta da ideia de ter minha porra dentro de você? – Louis a chantageou.
A menina gritou, literalmente, provavelmente todos saberiam o que acontecia ali.
– S-sim porra.....Sim – a menina admitiu – M-mas quero te sentir na minha boca padrinho. Por f-favor Lou.
Louis não poderia recusar um pedido desse, seus dedos massagearam mais rápido o grelinho da menina e deixou mais uma ou duas estocadas antes de sentir a menina esguichar em seu pau, o expulsando de dentro dela. Louis sorria orgulhoso por saber que ele havia causado aquilo na menina.
Ela gemia e tremia sobre a mesa, uma bagunça total. Louis bombeou seu pau com sua mão e a girou rapidamente virando o rosto angelical pra si. Bateu duas vezes com a cabecinha rubra nos lábios vermelhos de Harry e gemeu sentindo sua porra escorrer pelo rosto da afilhada.
O líquido branco escorria pelas bochechas, pela boquinha e até mesmo pingava sobre o peitinho da menina.
Louis não pôde deixar de sorrir ladino e lamber os lábios ao ver sua afilhada totalmente destruída à sua frente. Louis se abaixou e a beijou lentamente. Em seguida começando a elogia-la
– Porra bebê, você foi tão boa pro padrinho Lou. – ele beijava todo o rosto sujo da afilhada, sentindo seu próprio gosto. – Aguentou tudo tão bem, uma menina de ouro. Padrinho Lou tá muito orgulhoso da garotinha dele.
Louis deixou mais um beijo sobre o pescoço e a pegou no colo, colocando-a na cama, limpando todo o corpo dela em seguida. Louis beijou mais uma vez os lábios da menina e estava prestes a deixar que ela dormisse quando escutou ela sussurrando baixinho.
– Obrigada padrinho Lou. Eu te amo.
E Louis soube que não foi pelo computador que a menina havia agradecido.
‹𝟹
demorou mas finamente veio, essa one foi pedida em uma ask anônima e eu finalmente consegui desenvolver ela. Não sei se ficou do jeito que a pessoa que a pediu queria mas me esforcei o máximo.
Feliz Natal, e até o ano que vem gatinhas e gatinhos♡
"Louis teve uma surpresa ao tentar buscar suas filhas mais cedo na escola. Acontece que as garotas não estavam na sala de aula, sequer haviam ido a aula. Louis nunca iria esperar encontrar duas princesinhas fodendo em casa."
tags: gêmeas tomlinson-styles cis girls • desuso de camisinha • incesto entre irmãs e pai • palavras de baixo calão como: bucetinha, cacete, pau, grelinho, melzinho, xotinha, porra
Se algo citado acima te incomoda, não leia e pule por favor.
𖹭 Boa leitura, espero que gostem!
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𖹭
- Vez do papai brincar.
O dedo de Louis brincava com a xotinha de Harper. Ele enfiava e rodava bem devagar antes de tirar. E repetia várias vezes, apenas para ver os olhinhos da filha rolando e brilhando em desespero. Seu pau pulsava apenas em observar como ela estava tão molhada, tudo que ele queria era se afundar no buraquinho quente.
- Você quer tanto, não é princesa? - Ele perguntou, recebendo um gemido baixinho seguido de uma confirmação rápida com a cabeça. A garota se sentia tão sensível. - O papai vai te dar amor, vou te comer bem gostoso até você melar todo o meu pau, hum? - Ele retirou seu dedo da buceta melada, o levando até seus lábios para poder sentir o gostinho salgado. Delicioso.
O olhar de Harry seguia o movimento de seu dedo. A cacheada estava de joelhos na cama do outro lado do pai, que não perdeu tempo em retirar seu dedo se sua própria boca e enfiar agora na da filha, que aceitou com bom gosto. Seus lábios gordinhos se fecharam ao redor do dedo, ela o sugava como se estivesse chupando um pau.
- É tão gostosinho, não é papai? Agora o senhor sabe porque eu gosto tanto de chupar a bonequinha... - O sorrisinho no rosto da garota parecia tão inocente, mas todos ali sabiam que não era. Louis sempre chamava Harper de boneca. A reação do mais velho foi enfiar outro dedo e ir mais fundo na boca da garota, fodendo sua boca com rapidez. A baba escorria por seu queixo e Louis gostava de ouvir o barulho que fazia quando seu dedo tocava na garganta da garota, a fazendo engasgar. Era uma cena tão quente e Harper os assistia, desejando ter o papai a tocando daquela forma também.
Louis havia prometido.
- Papai... - Ela murmurou, se levantando da cama para poder se aproximar dos outros dois. Louis se virou para a outra filha ao ser chamado. Claro, ele tinha que dar atenção para suas duas filhas. Ele a estendeu a mão livre, a puxando para mais perto. Harper estava de barriga para baixo na cama, seu rosto estava tão perto do cacete duro. Ela podia ver a glande vermelhinha brilhando com a porra escorrendo.
Harper não precisou pedir duas vezes.
- Tira a calça do papai, boneca. Quero sentir a sua boquinha. - Ele a incentivou, empurrando a cintura em sua direção. A garota prontamente obedeceu, levando seus dedos para a barra da calça. No mesmo momento Louis estava com a camisa social, seu pau sendo agora livre para sua bonequinha brincar.
A garota se aproximou, agora um pouco incerta. Ela estava obcecada pela ideia de chupar o pai desde o momento que o viu batendo uma na cadeira, mas estava tão incerta. Diferente de Harry, todas suas experiencias haviam sido apenas com a irmã. Nenhuma delas envolvia um garoto.
Louis pode perceber a hesitação de sua garota. Claro. O papai tinha que ensinar sua filhinha como chupar um pau. O seu pau. - Vem cá, bebê. O papai vai te mostrar.
Ele a chamou com o dedo, agora segurando seu pau pela base. Ele o guiou para a boquinha de Harper, a deixando sugar apenas a cabecinha.
- Caralho, Harper... - Louis praguejou, jogando sua cabeça para trás por alguns segundos. A boquinha quente o segurava tão gostoso.
Louis agora prestava atenção em suas duas putinhas. Harper chupava sua glande como se fosse a porra de uma chupeta e Harry se deliciava com os dedos do pai fodendo sua garganta. Louis não havia parado em momento algum e apesar de a garota estar começando a sentir falta de ar, ela não se afastou. Queria mostrar para seu papai como ela era boa. E Louis obviamente notou como sua filhinha não tinha dificuldade de engolir seus dedos.
- Tenho certeza de que não é a sua primeira vez, hum? - Seu tom parecia calmo. Ele encarava o rostinho de Harry, seus lábios estavam vermelhinhos e seu queixo totalmente babado. Ele pensou que talvez suas bochechas também precisassem de alguma cor, fazendo assim seus dedos saírem da boca da garota para poderem se prender nas bochechas da garota. A marca de seus dedos com certeza ficariam ali, os lábios de Harry agora formavam um biquinho devido a força que o pai apertava. Ele estava sério. - Fiz uma pergunta, Harry. Quantos paus nojentos você já colocou nessa boquinha?
Harry se sentia pressionada agora. Ela adorava o sexo sujo que tinha com irmã, mas sabia provar dos dois lados. Enquanto Harper recusava todas as investidas na escola, Harry sabia muito bem aproveitar as rapidinhas no banheiro com os garotos (e as garotas também). Ela se divertia bastante, mas seu pai não parecia gostar tanto.
Para Louis, a ideia de ter outros homens tocando sua princesinha era pior do que o segredo sujo que as duas matinham. Ou o que ele estava prestes a fazer com as duas.
Ele estava certo, afinal. Ele era o papai delas.
- Papai... Eu, me de- desculpa... - Suas palavras saíam emboladas devido ao aperto em suas bochechas. - Não vou fazer mais papai, e-eu prometo.
Louis sorriu cínico, aproximando seu rosto do da garota. - Claro que não vai, princesa. Hoje o papai quem vai foder a sua boceta de vagabunda. E se eu descobrir que você estava se esfregando em qualquer um, nós vamos ter sérios problemas. Harper vai me contar tudo, não é boneca?
Ele se virou para a outra filha, que apenas assentiu olhando para o pai. Ela estava muito mais preocupada em chupar o cacete do pai.
Louis deixou um beijo rápido nos lábios da garota cacheada, ele estava realmente interessado em outra coisa. Ele inclinou seu corpo, seus lábios tomaram o mamilo esquerdo da garota. Ele sugava com vontade, lembrando de quando entrou no quarto e encontrou as duas. A cena dos peitinhos balançando havia mexido com sua cabeça.
Sua mão se apoiou na cabeça da outra filha, ele empurrava sua cintura, fazendo seu pau entrar completamente na boquinha quente. Harper tentava se acostumar com a sensação de ter algo tão grande assim em sua boca, ela movia sua cabeça em movimentos de vai e vem enquanto seu papai a guiava pela cabeça.
Louis afundava seu rosto dos peitos de Harry enquanto Harper afundava seu cacete em sua boquinha. Ele se sentia no céu.
O biquinhos de Harry estavam vermelhinhos e sensíveis quando Louis se afastou. Harry gostaria de ter um poquinho mais de atenção ali, mas gostou mais quando seu papai segurou seus cachinhos, a guiando até seu pau.
- Harper, seja boazinha e divida com a sua irmãzinha, hum? - O mais velho pediu, tendo em segundos a visão mais excitante que ele já pensou ter. Suas filhas estavam em sua frente como duas cadelinhas, as línguas para fora enquanto tentavam se dividir para chupar o seu pau. Elas se inclinavam no colchão, deixando os rabinhos bem empinados no ar. Porra.
Harry engolia o pau do papai e Harper desceu com sua língua até as bolas, deixando pequenas lambidas. Ela as tomou em sua boca ao escutar os gemidos de aprovação do pai, ela o chupava como se fosse a coisa mais gostosa que sua boca já tivesse provado.
Louis sentia que poderia gozar a qualquer momento ao ser tão estimulado, mas ele queria vir dentro de uma de suas garotinhas, então se afastou antes que pudesse atingir seu ápice.
As gêmeas o olhavam com os olhinhos brilhando, como duas criancinhas tristes ao terem seu brinquedo favorito tirado. Mas Louis tinha ideias melhores. Ele as instruiu a deitarem de barriga para frente na cama, puxando as duas para que ficassem na beira da cama. Seu corpo entrou no meio das pernas de Harper, ele finalmente iria dar o que ela tanto queria.
Suas duas mãos pousaram nas coxas da garota, ele as empurrou deixando então sua xotinha exposta. O pau de Louis pulsava com a visão. Harry também observava. Ela levou sua mão até a própria buceta, ela estimulava seu grelinho enquanto assistia seu papai foder sua irmãzinha.
- Você é tão linda boneca, o papai quer tanto te sentir... - Louis segurou seu pau pela base, o guiando para a entradinha apertada de Harper. Seus olhos se fecharam com força ao sentir seu pau sendo esmagado no espaço apertado, assim como os de Harper. O máximo que ela já havia aguentado eram os dedos de sua irmã. Ela soltava gemidos baixinhos, sentindo uma ardência em sua xotinha, mas mesmo assim levou suas mãos até a cintura do pai, o puxando para mais perto. Gemidos altos vieram dos dois ao que Louis entrou por completo na garota, as bolas batendo em sua bunda.
- Tudo bem, hum? - Louis olhava fixamente para o rosto da filha, capturando todas suas reações. Afinal, ele não queria machucar sua bebê. - Você está indo tão bem amor, recebendo o pau do papai assim. Tão gostosa... - Ele sorriu para a garota, pousando suas mãos agora em sua cintura. Ele deu o primeiro impulso, tirando seu pau lentamente somente para entrar novamente, cada vez com mais força. Ele estava encantando com o rostinho de Harper sendo tomado pelo prazer.
Seus olhinhos rolavam e ela mordia os lábios com força, se acostumando com o tamanho do caralho enfiado em sua buceta. Ela virou o rosto para o lado, buscando os lábios da irmã. Ela queria ser tomada pelos dois.
A cena foi o ápice para Louis. Agora seu quadril se movia rapidamente, fazendo seu pau bater com força no pontinho da garota, que tentava conter os gemidos entre um beijo. Harry comandava o beijo querendo que a garota relaxasse. Era uma cena tão gostosa de assistir, de qualquer ponto de vista. Louis se afundando na bucetinha da filha, ou então as gêmeas dividindo um beijo tão erótico como aquele. Era impossível saber quem estava mais excitado.
- Papai, papai. Assim, hum... - Harper não conseguia formar uma frase, tudo que soltava eram apenas palavras desconexas. Ela podia jurar que iria explodir de tanto tesão. - Me come assim papai! Oh, por favor.
O mais velho podia perceber que ela estava perto, ele levou uma de suas mãos até o grelinho da menina, o estimulando na mesma intensidade que comia sua xotinha gostosa. Ela levou as mãos para os próprios mamilos, os apertando enquanto sentia seu corpinho tremer.
- PAPAI! - O gemido alto saiu quando ela melou ainda mais o pau do mais velho, atingindo seu ápice. Ela sentia seu corpo nas nuvens. Louis parou com as estocadas, mas continuou com o estímulo no clitóris, prolongando seu orgasmo.
- Caralho, amor. Você foi tão bem, sim? Mas fez uma bagunça, olha... Melou todo o pau do papai. - Ele saiu de dentro da garota, observando o melzinho escorrendo de sua entrada. - Princesa, ajuda o papai a limpar. - Ele chamou atenção de Harry, agora virando para a gêmea cacheada. - Papai vai te dar atenção.
Harry sorriu de canto, sabendo que também teria o pau de seu papai. Ela ajudou Harper a subir mais na cama e virar. Mais uma vez ela tinha a boca colada na buceta da irmã, ela sugava todo o melzinho que vazaza de sua entradinha.
Louis virou apenas a cintura de Harry na cama, ele podia ver o a xotinha pulsando, implorando por um toque. Ele enfiou apenas a cabecinha, brincando com a filha mais velha. Ele poderia ter ido devagar, mas apenas a vaga lembrança de que sua princesa já tinha dado a bucetinha para outro garoto o deixou possesso mais uma vez. Seus dedos afundaram na cintura de Harry e ele entrou com força, começando a movimentar seu quadril rapidamente.
A garota soltou um gemido alto, que foi totalmente abafado com a mão do pai afundando seu rosto na xotinha da irmã. - Limpa direitinho, hum?
Louis segurou seus cachos, tomando impulso para ir cada vez mais fundo. O quarto agora era uma bagunça de gemidos. Harper estava jogada na cama pós orgasmo, mas ainda tinha sua xotinha sendo estimulada por Harry que era fodida com força pelo pai.
- Esse aqui... - Louis disse rude antes de acertar um tapa na coxa de Harry. - É por ter sido uma vagabunda e ter dado essa buceta para qualquer um antes do papai. E esse aqui... - Ele acertou mais um tapa, agora em cima do grelinho inchado da garota. - É por ter uma buceta tão gostosa assim, caralho.
Aquilo foi demais para Harry. Suas maos pousaram nas coxas da irmã, ela cravou suas unhas na pele branquinha enquanto tinha seu orgasmo, também gozando no cacete do pai. - O-OH, papai, me desculpa, papai.
Ela gemia baixinho, também sentindo seu corpo molinho. Louis não demorou para atingir seu ápice, derramando sua porra dentro da filha. Ele soltou um gemido rouco, estocando mais uma vez antes de sair de dentro da garora.
Sua porra branquinha escorria, mas ele foi rápido em enfiar o dedo ali, a empurrando de volta para dentro.
Seu corpo foi inclinado na cama e ele deixou um beijo no rosto de Harry. - Um presente, hum? Papai está orgulhoso de ver como cuidou da sua irmãzinha.
Ele fez o mesmo com Harper, deixando um beijo em sua testa.
- Minhas duas princesas deixaram o papai muito feliz.
Harry é a mãe do melhor amigo de Louis, eles estão curtindo o final de semana numa casa de praia e os peitos cheios de leite não contribuem, vazando quase a todo momento, sem ninguém dentro de casa a única ajuda que tinha era do garoto sarado que seu filho Theo tinha como um irmão.
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❕: momrry, hinter, palavras de baixo calão, lactation, cockwarm, desuso de camisinha.
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— Você tem certeza de que não quer ir com a gente cara? — Theo pergunta pela segunda vez.
Louis faz uma cara de cansaço, fingindo muito bem para seus amigos.
— Tenho gente, me desculpem. Acho que amanhã eu vou pegar uma onda com vocês, ainda temos mais uma semana aqui.
Theo deu de ombros e os outros garotos concordaram, pegando suas pranchas, parafinas e protetores solares. Antes de passar pela porta de entrada seu melhor amigo disse.
— Já que você vai ficar quero que tome cuidado com a mamãe, o doido do ex dela ta pirado atrás dela, qualquer coisa você corre pra praia e me chama.
Louis confirmou com a cabeça e fez seu high-five combinado com Theo que criaram desde que se conheceram.
As vozes e passos foram se distanciando, dando lugar ao canto de Harry no andar de cima ao tomando seu banho premium depois de fazer Luke dormir, seu neném de nove meses.
Sem ânimo algum ele ligou a TV passando os canais até parar em um em que passava um jogo, prendendo sua atenção a partida, depois de quase meia hora seus olhos só foram desgrudados da tela por conta da figura estonteante vindo em sua direção.
— Não foi com os garotos? — perguntou se sentando perto de si no sofá, deixando sua cabeça encostada no estofado enquanto olhava para o perfil do menino que balançava a cabeça negativamente focado no jogo. — Ah, entendi… Futebol para você é melhor do que curtir uma tarde de surf com seus “manos”.
Louis riu da forma em que ele disse “manos”, abaixando o volume da televisão e virando seu rosto para Harry.
— Só não tava afim de ir mesmo. Luke está dormindo?
— Anham. Como um anjinho. — Harry falava ao mesmo tempo que secava o peitoral desnudo do garoto ao seu lado. — Quantos anos você tem querido?
Louis franziu as sobrancelhas e respondeu:
— Dezenove, eu achei que você sabia.
— Meu Deus! Você é muito novinho pra ter um corpo desse. — pensou alto.
— Como? — Louis perguntou abismado.
— Quer dizer… Hm, eu preciso checar o bebê, com licença.
Harry se sentia um pateta, deixando o garoto lá e fingindo que tinha algo a fazer com seu neném. Louis depois de ver ele subindo as escadas rápido voltou sua atenção ao jogo mas estava no intervalo, então desligou a TV.
Pegou seu celular e rolou pelo Instagram vendo nos stories seus amigos na praia, respondeu algumas dm’s com garotas que conheceu nas festas que ia e bloqueou a tela.
Enquanto se refrescava do calor com uma limonada cheia de cubos de gelo ele viu Harry adentrando a cozinha.
— Quer? — ofereceu a bebida a mãe de seu amigo.
— Oh, não Louis, muito obrigada gatinho. — seu foco agora era outro, seus peitos vazavam no sutiã e ele estava agoniado com aquilo molhado nos seus mamilos, nem percebendo que seu vestido transparecia a situação caótica ali dentro.
Louis não teve como não reparar, se sentindo endurecer dentro da bermuda ao saber que aqueles peitos estavam tão cheios que chegavam a vazar porém não era para si.
— Querido por acaso você viu aquela bombinha que uma vez Theo pediu para você pegar? Ela serve para extrair o leite dos meus seios quando estão muito pesados, daí eu guardo e depois coloco numa mamadeira para dar a Luke. — Harry rodava a cozinha procurando, abrindo todas as gavetas e armários.
— Me desculpe Harry, mas eu não vi… — Louis foi sincero, terminando de beber o refresco e lavando na pia seu copo, enxugando as mãos com um pano logo depois. Escutou um suspiro frustado da mamãe perto de si e um sorriso cretino apareceu em seu rosto. — Mas sabe, eu posso te ajudar com isso.
Harry lhe olhou em confusão, apoiado na ilha da cozinha vendo o garoto lhe encurralar com um copo que usou antes agora lavado em suas mãos.
— E como você me ajudaria?
— É fácil, você coloca esses seus peitos deliciosos para fora e eu te ajudo a colocar o leite do neném aqui no copo, não é assim que se faz?
Harry prendeu a respiração, a mão de Louis foi para sua cintura fazendo um carinho muito bom, as orbes azuis encontravam as verdes analisando se aquilo entre eles que estava prestes a acontecer era o corretor a se fazer.
— Tudo bem, se você está se oferecendo não é? Não irei negar.
— Até porque não tem ninguém além de nós dois nessa casa mamãe, somente eu e você, hm? — as pernas esguias tremeram ao sentir beijos molhados em seu pescoço. — Ninguém mais precisa saber, ninguém nunca vai saber disso que vamos fazer.
— N-Ninguém…
— É, ninguém.
As mãos de Louis foram para a barra do vestido, puxando para cima e tirando do corpo esbelto, o conjunto de lingerie branco deixava a pele quase de um mesmo tom, o garoto amou ver os peitos tão grandes pendurados quase para fora da peça, desceu seu olhar e ficou petrificado.
— O que foi Lou? — Harry perguntou acanhado tentando se esconder.
— V-Você tem uma…
— Um vagina, sim. Você tem algum problema com isso? — perguntou receoso.
Louis soltou um sorriso e pôs as mãos na cabeça ao que balançava a cabeça em descrença. Ele ficou um tempo calado olhando para Harry até que sua vontade foi maior em agarrar ele, grudando suas bocas.
Por alguns segundos o encaracolado ficou estático e sem saber o que fazer mas seus sentidos voltaram ao sentir a língua de Louis entrando na sua boca. Compartilhavam um beijo lento e cheio de ofegos e estalos enquanto as mãos habilidosas do garoto sarado desatacavam seu sutiã, a peça caiu no chão e ele teve a obrigação de parar o beijo para analisar aqueles peitos cheios de leite para si.
— Porra mamãe, você é uma puta gostosa do caralho. — Harry gemeu ao sentir as mãos meios ásperas agarrando seus seios e fazendo uma massagem bruta, molhando a mão do garoto com seu líquido. — Me deixa te mamar por favor, te todas as formas vai. Nos seus peitinhos ou na sua bucetinha.
— Mas você disse que iria me ajudar a tirar o leite para Luke e não para você querido. — os olhos de Louis chegavam a lacrimejar ao escutar Harry rejeitando seu prazer. — Você está chorando?
Louis nunca tinha chorado por uma coisa tão boba, quão vergonhoso era chorar pelo leitinho da mamãe do seu melhor amigo, chorar porque queria de qualquer maneira se acabar naqueles seios.
— Oh gatinho, não chore.
— Me desculpe mamãe, eu posso me ajoelhar, lamber o chão, qualquer coisa mas me deixe mamar neles.
Harry olhou para os lados confirmando se não havia mais ninguém ali, deixou um carinho na franja do garoto e pegou em seu próprio seio ao que sua outra mão pegava delicadamente o rosto do menino, lhe trazendo para perto do seu biquinho pontudo escorrendo leite.
— É todo seu querido, se divirta, hm? — sorriu terno para Louis. Ele não esperou mais nada e abocanhou o seio, massageando o outro com a mão. — Ai Lou, não seja tão esfomeado! Está machucando a mamãe.
— Foi mal. — falou abafado ao que tinha o peito preso em sua boca, mamando como nunca antes.
Ele estava louco de tesão, e viu Harry rebolar no nada ao que sentia falta de algo para lhe dar prazer na pulsação lá embaixo. Foi com isso que ele colocou seu joelho entre a intimidade dele, sentindo friccionar na ponta começando uma bagunça de excitação ali, chegando a molhar até parte de sua coxa.
Sugou todo o leite possível de um e não satisfeito foi para o outro, sugando também o líquido. Harry nunca em sua vida recebeu uma mamada tão boa assim em seus peitos, nem mesmo seu ex marido ou os poucos casos que teve fizeram tão gostoso assim. Ele estava hipnotizado com o talento daquele adolescente, o melhor amigo do seu filho mais velho.
O melhor amigo de Theo.
— Louis, pare! — falou com urgência, o garoto não lhe obedeceu, muito focado em sugar todo o leite dele e acabar com o inchaço e dores em seu peito. — Pare agora!
O tom bravo fez ele ficar em alerta, soltando o peito de sua boca e olhando para Harry.
— Não podemos continuar, não podemos! — Harry se afastou dele porém Louis foi rápido em lhe agarrar por trás lhe fazendo gemer ao sentir a brutalidade e o membro duro se esfregando em si.
— Está sentido mamãe? Você me deixou assim! — levou sua mão para frente de Harry, pegando com força na sua bucetinha marcada na calcinha e babando entre o tecido fino. — Não pode parar agora já que não tem ninguém aqui que te faça saciar essa sede de pau que você tem. Sede do meu pau não é? Porque olhe só como você ta molhadinha pra mim amor.
Seus dedos começaram a estimular o clítoris ainda por cima do pano, enquanto seu quadril atrás de Harry simulava estocadas lentas e fundas.
— Hm, Loueh… Não faz isso gatinho.
Louis sorriu sacana, e lhe virou. Harry agarrou sua nuca quando foi segurada pelos braços musculosos do garoto, pulando em seu colo e prendendo suas pernas atrás dele ao que andavam até o sofá espaçoso.
O adolescente se sentou com a mamãe em seu colo e logo eles estavam se beijando eroticamente, com apertos de Louis em sua cintura e as unhas afiadas de Harry em sua nuca. As coisas esquentaram mais ainda quando a mamãe achou certo rebolar no cacete marcado na bermuda, ao que o menino voltou a mamar em seus peitos vazantes.
— Ai gatinho você mama a mamãe tão bem, que delícia.
— Seu leitinho é viciante demais.
Harry sorriu e o puxou para um beijo lento, com línguas se entrelaçando e cabeças indo de um lado pro outro para um encaixe melhor. Ele poderia dizer que era loucura mas estava doido para sentir aquele jovem dentro de si, indo fundo ao que não deixava de mamar seus peitos doloridos.
— Lou. — o gemido manhoso soou como um chamado e assim o garoto lhe olhou, suas bocas estavam grudadas uma na outra, as respirações compartilhadas de uma cavidade a outra. — Entra em mim vai.
Louis não quis saber de mais nada, desabotoou a bermuda e puxou somente seu pau pra fora, puxando o corpo de Harry para mais perto de si, ao que suas intimidades foram de encontro uma com a outra.
— Bota a calcinha de lado mamãe. — sussurrou e mordiscou o lóbulo da orelha dele.
Prontamente seu pedido foi acatado e ele gemeu rouco ao estar dentro daquele calor tão bom. Segurou firma na cintura marcadinha e Harry se apoiou em seus ombros ao que começava a subir e descer lento em seu pau.
Era quase como um sexo baunilha, trocavam olhares profundos durante o ato e o menino fazia questão de mamar em seus peitos pesados, mas o clima mudou ao que os beijos de Louis foram para seu pescoço e depois sua boca, voltando a se beijar loucamente.
— Porra tu senta tão gostoso gatinha. A tua buceta me aperta tanto, é tão gostosa de meter.
— Você gosta Lou? — Harry perguntou com uma cara safada, começando a quicar na rola grossa do garoto, que balançou a cabeça em concordância e gemeu rouco, ajudando em seus movimentos ao que segurava em sua cintura e começava a estocar pra cima. — Aww gatinho, que gostoso! I-Isso…
— Porra pula que nem um coelhinho na minha pica ne? E ainda disse que não queria, vagabunda.
— Tenha respeito pela sua mamãe!
— Você deixou de ser uma mamãe quando começou a quicar na minha rola amor.
Aquela conversa suja estava deixando os dois perto do ápice, então os movimentos voltaram a ser lentos e com carinho. Os olhares estavam presos um ao outro enquanto Harry rebolava lentinho no cacete dele.
A cabeça encaracolada deitou no peito sarado do adolescente, e os beijos em seu cabelo o fazia sorrir manhoso, as carícias em suas costas e nuca o deixavam a beira do sono.
— Cansadinha mamãe? — Louis perguntou ao que rebolou o próprio quadril deixando ambos com gemidos na boca. — Posso te satisfazer enquanto você descansa, hm? Quer?
— Por favor Lou. — pediu envergonhado.
O jovem lhe deitou no sofá e ficou por cima, deixou um beijo em seus lábios antes de voltar a mamar em seus peitos e meter com carinho e lento, porém muito fundo, foi nisso que ele achou seu ponto G, o gemido manhoso saiu de sua boca e o sorriso de Louis brotou, seu ego cresceu ao acertar mais vezes num mesmo lugar e escutar as lamúrias da mamãe.
— É aqui não é gatinha? Ta gostoso enquanto eu meto aqui?
— Sim Lou, muito… Não para por favor ta?
— Se eu pudesse não pararia nunca de meter em você gostosa.
Harry sorriu inerte, não sabendo exatamente onde estava ou o que sentia.
Louis gemeu rouco ao meter mais e enfiar seu rosto no pescoço da mamãe, as mãos de Harry agarravam seu cabelo e deixava um carinho gostoso.
— Gatinho, eu vou gozar!
— Vem amor, pode vir pra mim. Molha meu cacete todinho vai.
Harry gemeu com aquela fala e com a estocada funda que sentiu, derramando seu prazer no pau do garoto que segundos depois lhe encheu todinho de gozo.
Louis virou a posição deles, deitando no sofá com um braço dobrado atrás do pescoço e deixando Harry descansando em seu peito. Eles trocaram alguns selinhos antes de caírem em um sono profundo.
Ao menos escutaram a babá eletrônica avisando que Luke tinha acordado, nem o choro do neném, muito menos os garotos voltando da praia rindo e fazendo piadas um com o outro, porém o silêncio apareceu quando viram os dois no sofá, Theo estranhou o silêncio repentino e olhou para frente, querendo matar Louis, seu melhor amigo, por estar dentro da sua mãe sem vergonha alguma no sofá da casa de praia deles.
A amizade deles com certeza acabou, mas os encontros as escondidas de Harry e Louis jamais.
🎹 - Transar as escondidas com seu priminho era uma das melhores coisas que aconteceu na vida de Louis, ao descobrir aquele lado safado do rapaz mais novo durante uma de suas aulas de piano, estava viciado na maneira de descobrir novas notas a partir dos gemidos de Harry. E hoje não seria diferente, chegando na sala de estar onde estava posto o instrumento, esperando ansiosamente o cacheado, tendo seu queixo indo ao chão ao vê-lo tão diferente, com roupas e postura femininas.
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A história se passa na década de 20! Tem desuso de camisinha, exibicionismo e contém falas e atos de possessividade.
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— Oh querido, entre por favor. Harry está ainda se arrumando, sabe como ele gosta de dar uma de noiva em dia de casamento, acha que pode deixar todos esperando.
O moreno riu antes de dizer:
— Não tem problema nenhum tia Anne, espero o tempo que for.
Anne estava de pé perto do corpo dele que estava sentado no estofado exuberante, ela sorriu amorosa e passou as mãos em seu cabelo.
— Está tão crescido William! Esse tempo no colégio interno te fez parecer um baita homem, entrou um menino e saiu um galante.
Louis sorriu envergonhado, puxando as mãos meio enrugadas dela e deixando um beijo casto se levantando e lhe abraçando.
— Eu te agradeço muito por ensinar boas maneiras ao meu filho, e agora estão começando com essas aulas de piano, que primo melhor ele poderia ter, hm?
O pensamento sujo de Louis falou mais alto em sua mente e o sorriso cretino quase escapou ao refletir que ele era um primo muito bom para o mais novo, além de lhe ensinar o básico da vida o ensinava a como tratar bem um homem, seja da forma mais culta ou de maneira mais pejorativa, quando no final da aula ele fazia o garoto engolir seu pau inteiro ao tocar uma das músicas de Beethoven.
— Irei precisar sair, mas confio em você com meu filho. Não deixe que ninguém além de você entre ou saia da casa, escutou? — falou ela autoritária.
— Cuidarei de Harry da melhor forma.
Foi o clique da porta da frente do casarão fechando e o som de passos descendo a escada em espiral luxuosa e moderna para época, Louis soltou um suspiro em espanto.
Desde quando aquele garoto usava roupas assim?
— Olá priminho! — Harry disse animado, deixando um beijo casto na bochecha barbuda. — Estou ansioso para nossa aula, eu estava lendo um livro sobre a história do piano, onde tudo começou e… Lou você está me ouvindo? — perguntou risonho acenando a mão na frente do seu rosto, tomou um susto e soltou um gemido ao que as mãos fortes puxaram sua cintura, o rosto se embrenhou no pescoço leitoso deixando mordidas. — Louis por favor, novamente não… E-Estamos aqui para as aulas de música.
— Eu te conheço muito bem, e a muito tempo para saber que sua demora toda no banho é porque estava se preparando para mim, não é Harry? Enfiando esses dedos no seu cuzinho já pensando na minha rola te fodendo bem fundo.
— I-Isso é mentira! — com muita relutância empurrou seu primo de perto de si, correndo para perto do piano do outro lado da sala tendo algo entre eles para não correr o risco de Louis lhe agarrar novamente. — Se papai souber disso ele te mata! E mamãe vai nem olhar no seu rosto!
Louis deu um sorriso sacana ficando junto as teclas fechadas do instrumento, apoiando as mãos acima do piano, tirando seus óculos de grau e ajeitando sua franja.
— Sabe Harry, sua titia Jay iria ficar horrorizada ao saber que foi você que implorou da primeira vez para sentar em mim, lembra? Porque eu lembro bem do que você disse. “Por favor Lou, eu quero quicar tanto no seu cacete, eu faria qualquer coisa que você mandasse.”
Harry ficou com as bochechas vermelhas e desviou o olhar do mais velho.
— Mas sabe, já que você não quer mais me mostrar esse seu lado de vadia, vamos a nossa aula.
Louis ficou com o braço recostado no piano esperando Harry contornar e se sentar no banquinho, e assim o garoto fez mesmo olhando com receio para seu primo que estava com o rosto normal, agora sério pegando a partitura e colocando no apoio na sua frente.
— Está esperando o que para começar a tocar? — perguntou ríspido, tirando do seu bolso um tabaco e acendendo ao mesmo tempo que voltava a colocar seus óculos de grau nos olhos tão azuis.
Harry abriu a parte do teclado e suspirou antes de começar a passar seus dedos por todo comprimento do instrumento, relembrando as notas da partitura.
Era uma música muito difícil isso ele não nega, e estava com medo de errar e levar bronca do seu professor e também primo. Seu nervosismo era tanto que a palma de suas mãos suavam, olhando da partitura para o homem ao seu lado analisando seu rosto aflito com dos dentes apertando os lábios em agonia.
Por outro lado Louis estava relaxado contando mentalmente os erros de Harry, até agora foram treze e se batesse na casa dos vinte teriam um sério problema.
O mais novo estava menos aflito e mais concentrado, chegando no último conjunto de notas, mas o barulho do cinto de Louis sendo retirado da calça lhe chamou atenção e seus dedos tropeçaram, acabando por errar a última nota no final da música. E algo lhe dizia que aquele sorrisinho no rosto do seu professor não era nada bom.
— Você faz questão de errar, não é? — Louis perguntou ficando rente ao seu rosto, Harry engoliu em seco e prendeu a respiração quando a mão aspera do homem mais velho apertou seu rosto com força, fazendo seu lábios formarem um biquinho. — Vadia burra do caralho!
Lágrimas brotavam em seus olhos com aquele comportamento de Louis, arregalando as orbes esverdeadas ao sentir o couro do cinto passando na pele de sua bochecha delicada.
— Levante-se e arreie suas anáguas.
— M-Mas Lou…
— Agora! — ordenou com raiva, a veia saltada na sua testa indicava o nível de fúria em que estava.
Ele obedeceu ao que foi mandado, se apoiando no piano ao ficar empinado sem nada para lhe cobrir, suas anáguas estavam presas em seus pés. Sentiu seu vestido ser levantado e um tapa desferido em uma da bandas de sua bunda, tendo um carinho logo depois das mãos rudes do seu primo que ria desacreditado com o quão bom era ter aquele garoto a sua mercê.
O zíper da calça de alfaiataria do mais velho foi aberto, chamando atenção de Harry que virou o rosto a tempo de ver o cacete tão bem dotado sendo posto para fora, com alguns resquícios de excitação ao ter as veias marcadas.
Desde que experimentou pela primeira vez aquele pau ele estava viciado, e sempre que via seu primo fazia questão de lhe agradar seja com a boca ou qualquer outro buraco em que Louis poderia foder e se satisfazer. Não ligava para os pelos ao redor do membro, aquilo só lhe deixava com um ar de mais masculinidade e amadurecimento.
Ainda olhando para a bunda do seu priminho o homem começou uma punheta lenta e gostosa em seu pau, proporcionando uma visão incrível para o mais novo ao ver o prepúcio subindo e descendo com o movimento da pele do membro sendo estimulado, ele queria sair daquela posição e lamber tudo que deixava aquela cabecinha rosada e grossa toda babada.
Louis abriu a banda de sua bunda e gemeu com a visão do cuzinho vermelho que lhe abrigava tão bem, passando a ir mais rápido na sua punheta, indo com seus olhos azuis até o cacheado que focava seu olhar na suas mãos dando-se prazer e com os lábios um pouco abertos soltando pequenos gemidos de aprovação ao ver o mais velho tendo sua bunda como um dos fatores da excitação.
— Acho que sua única função nessa vida é servir a mim Harry, somente a mim querido.
— Lou me deixa te mamar, por favor.
O professor soltou uma risada irônica e balançou a cabeça negativamente, soltando seu membro e agarrando as ancas do mais novo, escutando o gemido que foi proferido ao começar a soltar beijos molhados no seu pescoço,.
— Hoje eu vou te usar como meu buraco de porra, me entendeu? — perguntou num sussurro rente a orelha, recebendo um gemido fino como resposta e ficando insatisfeito com aquilo. — Você me entendeu Harry? Eu quero respostas verbais e não gemidos!
— Sim Louis! Te entendi!
— Ótimo.
E sem aviso prévio as mãos levantaram mais seu vestido, quase ao mesmo tempo em que o cacete duro ficou entre suas bandas com a cabecinha apontando em seu cuzinho, quando o rapaz pensou em reclamar sobre algo Louis já tinha lhe penetrado.
Um gemido alto de dor ecoou na sala, e as estocadas do homem contra si começaram, tão fortes que fazia seu corpo solavancar no piano.
— Eu quero que você continue a tocar Harry, me mostre que não é uma vadia tão burra assim, vai que com um pau enterrado nesse seu cuzinho você consiga algo, não?
O garoto tinha lágrima nos olhos, gemendo demais como sempre sendo muito barulhento, reuniu todas as forças e levou seus dedos as teclas do piano, olhando para a partitura com a visão embaçada e voltando para seus dedos, começando a reproduzir as notas enquanto gemia e Louis lhe fodia mais ainda.
— I-Isso querido, está vendo que não é tão difícil assim? — falou no ouvido de Harry e deixou um beijo estalado na sua bochecha, voltando a estocar mais forte. — Seu cuzinho é tão bom querido, me aperta tanto, muito melhor do que as bucetas que eu como por aí. Eu trocaria todas elas só por você, sabia?
— Aww Lou… — gemeu e soluçou com lágrimas nos olhos ao mesmo tempo em que focava em sua música sendo tocada no piano, seu corpo balançando, os barulhos das peles se encontrando e Louis gemendo rouco no seu ouvido, fazia seu orgasmo querer vir.
— Você é muito melhor que as vagabundas baratas dos bordeis, eu tenho uma própria puta particular e amo isso. Posso te foder a hora que quiser e sei que não vai reclamar, vai Harry?
— Não Lou, eu nunca reclamaria do seu pau me fudendo como está fazendo agora.
O ego do professor só aumentou, fazendo suas estocadas aumentarem e os gemidos do garoto ficarem confusos, falando várias coisas ao mesmo tempo, Louis sabia que ele estava vindo e foi por isso que aumentou mais ainda sua velocidade.
— Oh Deus! — seus dedos ainda tocavam a última parte da música, nem sabia como conseguia. — Isso Lou, fode vai, me fode mais! — e assim seu pedido foi atendido.
— Vadia! Adora dar esse seu rabo para o priminho, não é? Só eu que te como gostoso.
— Sim, só você. — apertou seus olhos sentindo sua visão ficar turva e seus dedos dormentes ainda nas teclas. — Eu não aguento mais Lou, eu vou gozar!
— Goza amor, vem pra mim, goza bem gostoso com meu pau enterrado nesse teu cuzinho de puta.
Assim que a última nota da música foi proferida diante dos seus dedos, seu gozo expeliu no seu membro esquecido, melando a parte de dentro do vestido já que na frente não estava suspenso como atrás. Ele encostou sua cabeça no instrumento gelado, respirando fundo ao sentir os movimentos mais lentos de Louis dentro de si.
O barulho do portão do casarão foi escutado e seus olhos arregalaram, mas os de Louis tinham um ar de perversidade, e ele foi rápido em puxar as anáguas dos pés do garoto e subindo, deixando somente coberta até onde seu pau estava enterrado no seu priminho.
E antes de Des, Anne e Gemma entrarem na sala o mais velho já tinha sentado com Harry em seu colo, de alguma forma conseguiu esconder o que faziam por debaixo daqueles panos todos.
— Você só vai sair daqui quando eu gozar bem fundo dentro de ti. — Louis sussurrou ao passar o paninho que sempre levava consigo no rosto do garoto e no seu, diminuindo o suor de ambos.
Des ficou surpreso em ver Louis ali e estranhou seu filho no colo do mais velho, mas nada disse ao se servir com um copo de Whiskey e oferecer um a Tomlinson, que aceitou de bom grado.
— Fale a eles Harry.
Os olhos do garoto esbugalharam, com medo imenso de seu primo falar o que faziam antes deles chegarem, ou pior tudo que andavam fazendo a um tempo.
— Louis… — falou receoso.
— Qual o problema deles saberem? — perguntou com um brilho de diversão nos olhos.
Os três sentados no sofá estavam confusos, até Anne se pronunciar:
— Fale Harry, aconteceu algo?
— Não mamãe.
— Na verdade aconteceu sim.
Harry estava com o coração acelerado, as batidas já nem se sincronizavam mais.
— Anne, Gemma, Des… O filho e irmão de vocês somente aprendeu a como tocar a música mais difícil de Beethoven! Magnífico, não é?
Anne sorriu e bateu palminhas animadas, Des balançou a cabeça em concordância, e Gemma falou:
— Então toque para nós Hazz!
— É Harry, mostre a eles o que você aprendeu na aula de hoje, desde as passadas também, hm?
O garoto olhou para os rosto ansiosos respirou fundo antes de começar a passar seus dedos finos nas teclas, sentindo o membro de Louis fundo dentro de si, suas coxas escorrendo gozo, e a respiração do mais velho na sua nuca.
Era tanta coisa ao mesmo tempo, porém se ele fizesse algum deslize levaria bronca dos seus pais pela falta de vergonha em frente ao seus olhos, e por Louis que bateria em seu rosto e bunda lhe xingando ao ter errado algo que dizia ser tão fácil.
Não tinha para onde correr!
Lendo as notas na partitura e reproduzindo as mesmas no instrumento foi quando sentiu o jato quente e gostoso dentro de si, indo fundo e ficando lá, o som da música que tocava abafou o gemido rouco de Louis e o dele que não suportou ao sentir o membro tão duro lhe enchendo até a borda.
O leitinho de Louis estava preso em si enquanto seus pais batiam palmas com sua vocação para a música, como se fosse um espetáculo eles comemoravam e lhe elogiavam, e as cortinas se fecharam quando seu primo proferiu:
— Fizemos um ótimo trabalho Hazz, digno de um baita prêmio, hm? E só pra te lembrar, você fica ótimo com essas roupas querido, mas não use para nenhum outro além de mim, sim?
Harry balançou a cabeça afirmando.
Sua cabeça estava conturbada, queria sair dali o quanto antes e se trancar em seu quarto pensando na loucura que fez, no pecado imenso que vinha praticando com seu primo que lhe viu nascer.
Ele não precisava ir ao inferno para saber o rosto do diabo pois já sabia que o em pessoa estava bem próximo de si, e era Louis.
"Louis teve uma surpresa ao tentar buscar suas filhas mais cedo na escola. Acontece que as garotas não estavam na sala de aula, sequer haviam ido a aula. Louis nunca iria esperar encontrar duas princesinhas fodendo em casa."
Obs:
𖹭 Minha primeira one aqui, sejam gentis por favor!
𖹭 Fiz essa planejando uma parte 2 então me falem o que acharam.
tags: gêmeas tomlinson-styles cis girls • desuso de camisinha • incesto entre irmãs e pai • palavras de baixo calão como: bucetinha, cacete, pau, grelinho, melzinho
Se algo citado acima te incomoda, não leia e pule por favor.
Wordcount: 3039
𖹭 Boa leitura!
𖹭
Os olhos de Louis estavam vidrados no porta-retrato em cima de sua mesa. Na foto, duas garotas sorriam largo para a câmera, que estava sendo segurada pelo mesmo. Harry e Harper Tomlinson. As duas filhas e preciosidades do homem.
Adolescentes nem sempre são fáceis de lidar e controlar, mas Louis tem filhas exemplares. Desde pequenas, sempre foram muito obedientes ao pai também muito estudiosas, se dedicando ao máximo aos estudos e a família, mesmo que sempre tenha sido apenas os três.
Família é tudo. O que foi algo explicado desde a infância, quando a mãe das garotas as largou com o pai para fugir com um amante. Desde então, Louis se esforçou ao máximo para proteger suas filhas e trabalhar para poder dar a melhor vida a elas.
Ele parece tão calmo apenas ao pensar nas meninas. É uma forma de pensar em coisas boas e tentar se distrair da confusão do trabalho.
Mas a calma de Louis se vai no mesmo momento que David, um de seus funcionários, pigarreia o lembrando que ele ainda está ali esperando uma reposta. O corpo da homem tensiona totalmente ao receber o olhar, agora frio, do homem.
- Eles querem uma reposta. O que digo, sr. Tomlinson? - O homem pergunta mais uma vez, o que parece triplicar a raiva de Louis.
Ele não consegue entender como conseguiu contratar funcionários tão incompetentes, capazes de perder na entrega uma encomenda de quase um milhão de libras avaliados em pedras preciosas.
- Resposta? Que tipo de resposta você quer que eu dê, seu imbecil? Quem quer uma reposta sou eu! - O tom de Louis é alto, a raiva corre por seu corpo, fazendo seu sangue pegar fogo. - Sua única função era rastrear a porra da encomenda e garantir que ela chegasse aos clientes. Você foi designado apenas para isso!
Isso é péssimo em maneiras que Louis não consegue formular no momento. Quebra de contratos, perda de mercadoria. Ele sente que poderia quebrar a cara de David. Esse, que não move ao menos um dedo, sabendo que o ataque ainda não acabou.
- Você vai descobrir qual resposta dar a eles, por bem ou por mal. Você tem até o fim do dia para localizar aquelas jóias e entregar para os Warren. - O dedo de Louis foi apontado em direção ao homem. Seu aviso final. - Ou então, a reposta que eu vou te dar não vai ser nada agradável.
Foi a última coisa que Louis disse que antes de pegar suas coisas e sair da sala. Todos os presentes no corredor estavam o olhando, com certeza já estavam cientes da confusão causada por David e ouviram toda a gritaria. Ninguém seria louco de dizer uma palavra. Nem mesmo a secretária, querendo saber se deveria ou não desmarcar os compromissos do dia ao ver o chefe carregando a bolsa e o paletó com ele para o elevador.
Louis se sentia tão cansado. Os problemas surgiam cada vez mais, sem nenhuma solução seguida. Tudo que ele precisava eram férias, o que com certeza não era possível.
Mas talvez um dia relaxante ao lado de suas filhas poderia o ajudar a tirar o estresse do corpo. pelo menos por algumas horas.
Por fim, ele decide buscar as garotas mais cedo na escola para passarem o dia juntos.
Mas obviamente o dia poderia piorar.
Louis encarava confuso a secretária enquanto caminhava em sua direção voltando da sala de aula sem suas filhas.
- Senhor Tomlinson, as garotas não estão em aula. Pelo que chequei com o porteiro e também com os outros professores, elas não vieram hoje. - A mulher o informou, tentando passar de forma calma. A raiva de Louis estava estampada em seu rosto.
Ele se lembrava muito bem de ter visto as garotas arrumadas na hora do café antes de sair de casa. Isso poderia significar várias coisas. Ele estava confuso. Suas filhas nunca foram de matar aula.
- Claro. Me esqueci que elas tinham uma consulta médica hoje. Me perdoe pela confusão. - Apesar de gentil, seu tom foi seco. Ele já não estava de bom humor. E não queria acreditar que suas garotinhas estavam matando aula.
Seus dedos foram ágeis em pegar o celular e discar o número de Harper, e em seguida o de Harry. Os dois caíram na caixa postal.
Mas ele ainda poderia dar um voto de confiança a suas filhas. Afinal, elas nunca fizeram isso. Com certeza tinham um bom motivo.
Era isso que o homem pensava ao que estacionava o carro em frente sua casa, alguns minutos depois. Os dois carros, presente de dezessete anos das garotas, estavam estacionados na garagem.
Ele se deparou com total silencio ao entrar na casa.
Talvez suas filhas estivessem apenas muito cansadas. Talvez tenham ficado para fazer um trabalho. Talvez. A cabeça de Louis tentava criar varias desculpas para o comportamento de suas filhas.
Seu semblante confuso foi ficando cada vez mais serio ao que ele terminava de subir as escadas. Agora, no corredor do segundo andar, ele conseguia ouvir perfeitamente barulho vindo do quarto das garotas.
Gemidos.
O homem reconheceu no mesmo instante a voz de Harper. Ele podia sentir seu sangue ferver. O primeiro pensamento a correr por sua cabeça foi que a garota tinha algum garoto em sua casa. Ele não queria acreditar.
Seus passos foram ágeis até o final do corredor. A porta estava aberta pela metade, ele conseguia ver com clareza o que se passava em cima da cama de Harper.
Nada poderia ter preparado Louis para aquela cena. Harper não estava com um garoto. Era uma garota. Especificamente Harry, sua outra filha.
A cabeça de Louis agora rodava com a cena. Ele não sabia o que pensar ou dizer, mas seus olhos não conseguiam desviar da imagem de Harry sobre o corpo da irmã. Suas pernas estavam cruzadas e o homem conseguia ouvir entre os gemidos o barulho molhado das bucetas se esfregando.
Harper estava deitada na cama, seus fios lisos espalhados pelo travesseiro. Ela ainda vestia seu sutiã, diferente de Harry, que estava completamente desnuda em cima da irmã. Seus peitinhos balançavam rapidamente junto com os cachos em seu cabelo ao que ela se forçava contra a buceta da irmã, totalmente desesperada por prazer. Ambas soltavam gemidos finos, fazendo todos os sentidos de Louis entrarem em pane.
Sua primeira reação foi empurrar a porta com força, fazendo com que a maçaneta batesse na parede e enfim fizesse as garotas percebessem que estavam sendo observadas.
Harry soltou um grito agudo, se desvencilhando do corpo da irmã e prontamente enrolando o seu no edredom que estava em cima da cama. Harper fez o mesmo, sem conseguir tirar seus olhos da figura do pai na entrada no quarto.
As duas garotas tinham um olhar assustado, sem conseguir soltar uma palavra que fosse. A situação estava feia. Realmente feia.
- Eu gostaria de receber uma explicação. Agora mesmo. - O homem finamente disse. Sua voz era firme e grossa. Ele podia observar suas duas filhas encolhidas na cama, como duas cachorrinhas indefesas e amedrontadas. Mesmo com o pedido do pai, elas não foram capaz de dizer algo. Isso nunca acontecia. Ver Louis bravo -principalmente com suas garotinhas perfeitas- dentro daquela casa era totalmente raro.
- Eu estou esperando por uma reposta. - Ele se aproximou aos poucos da cama, seu olhar duro era dividido entre as duas garotas. Ele iria mentir ao dizer que não estava se divertindo pelo menos um pouco com a situação. Era complicado dizer. A cabeça de Louis rodava em pensamentos diferentes. - Quando eu cheguei vocês não estavam tendo problemas em ser barulhentas, não é? Quando o papai sai, as gatinhas fazem a festa, hum? Não sabia que estava criando duas vagabundas. - As palavras saíram da boca de Louis antes que ele pudesse pensar. Agora, seu tom era cínico.
Harper olhava para seu pai com os olhos marejados. Ela se sentia totalmente envergonhada por terem sido pegas no pulo. Ao contrário de Harry, que agora não encarava apenas o rosto do pai. Louis tinha a expressão séria, mostrando o quão irritado estava com a situação. Mas, para a surpresa das gêmeas, o volume marcado na calça do pai revelava outra coisa.
Ela poderia se livrar de um castigo e ainda tomar proveito da situação.
- Papai... - A garota começou, se aproximando lentamente do pai. O edredom caiu em seu ombro direito com o movimento, deixando seu peito a mostra novamente. Os olhos de Louis grudaram ali imediatamente. - Não fala assim com as suas garotinhas... - Ela desviou seu olhar para a irmã, a esticando a mão para que ela pudesse se aproximar - Nós estávamos apenas nos divertindo...
Harry estava totalmente se jogando para cima do mais velho. Seus olhinhos verdes brilhavam em direção ao seu pai, que a olhava com certa dúvida, mas também admiração. Harry sempre fora a mais exibida das gêmeas. Sempre falando pela dupla, sempre querendo mais atenção. Não era de se admirar que ela estivesse no controle da situação. Harper apenas seguia o que sua irmã falava.
- O papai também pode brincar... Nós prometemos ser boazinhas, não é Harper? - Ela se virou para a irmã, que prontamente acenou com a cabeça ao que também se aproximava do pai. Agora Louis tinha suas duas garotinhas ajoelhadas em sua frente na cama. Ele podia ver seus olhinhos em expectativa, esperando por qualquer ação do mais velho.
Ele poderia parar com aquela cena maluca ou então jogar tudo para o alto e foder suas duas filhas em cima da cama de uma delas.
A segunda opção parecia muito mais interessante.
Antes mesmo que Harry pudesse tocar o mais velho sob a calça social, o homem puxou o cabelo das duas, as afastando de seu corpo. - Acha que vai ser fácil assim tocar no papai? Se vocês se comportarem, talvez eu deixe... - Suas mãos guiaram a cabeça de suas filhas, fazendo com que seus rostos se encontrassem. - Não mandei pararem.
O corpo das duas garotas pegava fogo. Quando decidiram faltar aula para poder relaxarem um pouco, não pensaram que poderiam ser pegar por nenhum segundo. Ou que então seu pai acabaria participando.
Harry foi rápida em colar seus lábios nos da irmã em um beijo gostoso. Louis não sabia se queria participar ou então assistir as duas se beijando como se não houvesse amanhã. Os lábios gordinhos de Harper eram sugados com vontade por Harry, que mantinha o controle. O aperto das mãos de Louis no cabelo das garotas fazia suas cabeças arderem, mas as duas soltavam gemidos baixinhos por estarem gostando tanto de terem o papai as ajudando e guiando.
Louis sentia seu pau latejar dentro da calça. Ele senti que poderia chorar de tanta excitação ao observar suas garotinhas.
Lentamente o homem se afastou das duas, levando suas mãos diretamente para a fivela de seu cinto. Ele precisava de um alívio naquele mesmo momento.
Harper virou seu olhar para o pai, querendo o observar e o chamar para que voltasse a toca-la. Ela observou o exato momento em que ele abaixou a calça junto com a cueca, liberando o cacete duro. Sua glande brilhava devido ao pré-gozo que escorria. Ela sentia sua boca salivar tamanha vontade de tomar seu papai em sua boca.
Louis se livrou da calça, ficando apenas com a camisa social. Sua mão tomou seu pau pela base, o masturbando em movimentos lentos. Barulhos de satisfação saiam de sua boca ao que finalmente recebia um alívio. Ele deu um sorriso de canto ao perceber o olhar de Harper vidrado no cacete molhado. - Você quer, princesa? Se fizerem um show bem gostoso para o papai posso pensar em foder a sua boquinha depois. - Ele se aconchegou na poltrona ao lado da cama, relaxando seu corpo no estofado enquanto ainda movimentava sua mão em seu pau.
Louis queria sentar e observar suas filhas se comendo enquanto batia uma. Seus olhos estavam presos nas duas figuras na cama. Harry tinha as duas mãos no rosto da irmã, ela a segurava como se fosse seu bem mais precioso. Louis se sentiu um idiota por nunca ter percebido o que estava acontecendo bem debaixo de seu nariz. Obviamente aquilo já estava rolando a algum tempo.
Harry desceu suas mãos para as costas da irmã. Seus dedinhos foram ágeis em desfazer o fecho do sutiã para enfim a deixar totalmente nua. Seus olhos brilharam ao contemplar os peitos com os bicos durinho a sua frente. Harper, percebendo as intenções da garota, se deitou em na cama e a puxou. A boca de Harry rapidamente se prende ao redor de um dos peitos da irmã, ela chupa seu mamilo como se fosse a coisa mais gostosa que sua boca poderia provar. Seus dedos apertam o biquinho do outro peito, fazendo com que Harper solte um gemido baixo. A dor é mínima e ela sente todo seu corpo pegar fogo com a irmã mamando em seus peitinhos.
- Mhm.... Hazzy, por favor. Eu quero mais. - Sua voz é baixa, mas o pedido é ouvido por Harry e também por Louis, que aperta seus dedos com mais força em sua glande ao ver a filha suplicando pela outra. A coxa de Harry estava entre as pernas de Harper, ele podia ver a segunda esfregando sua buceta ali. Desesperada por mais toques.
- Vamos, Harry... Sei que você sempre cuida tão bem da sua irmãzinha... Não vai fazer feio agora na frente do papai, não é? - Louis se dirigiu a Harry, sabendo que seria Harry a controlar o momento das duas. Aquilo havia sido uma ordem direta e Harry prontamente obedeceu. Sua boquinha se desprendeu do peito da irmã, um único fio de saliva ainda os ligava. Seus lábios traçaram um trilha de beijos pela pele branquinha da irmã, que arrepiava a cada toque. Harry sabia que, apesar de estar totalmente molhada, Harper ainda estava nervosa por causa da presença do pai. Era seu dever como irmã (apenas alguns minutos) mais velha fazer a irmã relaxar e aproveitar o momento. Seu papai prestava atenção, e com certeza ela seria recompensada depois.
A boca de Harry parou na pélvis da garota. Ela levantou seu olhar para poder observar o rostinho de Harper.
- Relaxa, irmãzinha... Não é como se eu não soubesse que você gosta de plateia... - Ela soltou em um tom irônico e podia ver as bochechas da irmã ficando vermelhas ao que ela virava o rosto para observar a reação do pai. Esse que tinha o maxilar travado, o sangue pegando fogo apenas de imaginar qualquer outra pessoa assistindo suas garotinhas. Mas ele decidiu não interromper, teria sua oportunidade depois. Ele queria ver observar as duas.
Harper teve suas pernas separadas pelas mãos de Harry. Assim ela podia ter a visão da bucetinha molhada da irmã, ela estava implorando por algum toque.
Os dedos longos de Harry tocaram os lábios da buceta, a deixando totalmente exposta. Sua boca grudou no grelinho, fazendo Harper gemer alto. Não tinha nada que Harper gostava mais do que receber uma oral da irmã e Harry sabia bem disso.
Harry dividia sua atenção entre sugar o clitóris com força e passear com sua língua até a entradinha, apenas forçando. Ela conseguia deslizar sem dificuldade, Harper estava ficando cada vez mais a vontade com seu papai a observando e sua buceta estava completamente melada.
- Hazzy... Porra, assim. Come a minha bucetinha, hum... - Suas palavras eram perdidas no meio de murmúrios. A esse ponto ela já estava rebolando na boca da irmã, que a devorava com vontade.
- Eu amo tanto te comer assim, Harper... Princesa, amo sentir o seu gostinho assim.... - Harry devolveu, agora levando dois de seus dedos até a entradinha da irmã. Sua boca voltou a chupar o grelinho inchado ao mesmo instante que enfiava seus dedos. Harper tentava se empurrar mais contra os dedos, agora totalmente perdida em sua bolha de prazer. Ela queria tanto gozar.
Afinal, elas haviam sido interrompidas.
Agora os dedos de Harry se moviam rapidamente, ela fodia a irmã enquanto a chupava tão gostoso. O melzinho de Harper escorria para sua boca. Ela sabia que a irmã iria gozar.
- Vamos, irmãzinha. Vem para mim, mostra para o papai como você é tão boazinha para mim. - Seus dedos se curvaram dentro da bucetinha apertada, fazendo Harper empurrar o quadril para cima. Isso fez com que os dedos de Harry fossem ainda mais fundo.
Harper estava perdida em sua própria bolha de prazer. Ela se esfregava contra a boca da irmã, suas mãos apertavam seus próprios peitinhos. Ela iria explodir.
- Hazzy, Hazzy! Eu vou gozar. Por favor... Hazzy! - O corpo da garota tremia em cima do colchão. Ela estava tão, tão perto. Foi um grande choque quando ouviu uma simples palavra saindo dos lábios do pai.
- Harry, pare. - A ordem foi obedecida rapidamente, Harry tirou os dedos da irmã, mesmo com os protestos e lamúrias. Harper estava jogada na cama, seu corpinho totalmente mole devido ao estado de prazer e frustração. Ela queria chorar. Na realidade, lágrimas ralas saíam de seus olhinhos verdes. Sua irmã a observava, sem poder fazer nada para a ajudar. Não seria louca de desobedecer o pai.
Louis estava se divertindo, de certa forma. Ao mesmo tempo que suas filhas eram duas cadelinhas desesperadas, não fariam nada sem a aprovação do papai.
Ele se levantou da poltrona, caminhando em direção da cama. Os olhos das duas garotas estavam vidrados no pau grosso e duro, vazando pre-gozo. Louis também iria expldodir de tesão.
Ele parou na beira da cama, levando seus dedos para tocar o queixo de Harry.
- Muito bom, meu amor. Cuidou direitinho da sua irmãzinha... Papai está orgulhoso de você, hum? - Ele disse com um sorrisinho pendendo de seus lábios.
Oh, ele tinha tantos planos para acabar com suas filhas.
Sua atenção agora estava em Harper, a garota ainda estava jogada na cama, frustrada mais uma vez por ser interrompida. Suas perninhas abertas revelavam a buceta vermelhinha e sensível para o papai, que não perdeu a chance de acertar um tapa em seu grelinho.
- Só vai gozar no pau do papai, amor. Não precisa me olhar assim... Você também foi tão boazinha, eu não sabia que minha princesinha podia ser uma putinha tão desesperada assim. - Seus dedos rodearam a entradinha da garota, ele enfiou somente a pontinha para a ver tremer mais uma vez na cama.
Sinopse: Quando Louis Tomlinson aparece na boate que sua namorada trabalhava para a ensinar nunca mais mentir para si e aproveita para ensinar uma lição em seu melhor amigo também.
- Voyerismo com personagem secundário, Zayn Malik.
- Harry mulher cis.
A luz vermelha da boate recaia sobre o corpo de Harry, ressaltando suas curvas e nuances, os longos cabelos cacheados batendo em sua bunda redonda enquanto a garota andava para lá e para cá com a bandeja repleta de bebidas em sua mão. Botas vinílicas que subiam até metade de suas coxas com salto de mais de vinte centímetros batendo contra o chão, seu corpo coberto apenas por uma calcinha de renda preta e seus seios expostos para todos os clientes, apesar de serem proibidos de tocar, os enchia os olhos.
one de natal ainda ta valendo porque só se desmonta as árvores dia 06 de janeiro💋💋💋
🎄
"Mas Lou e se eles não gostarem de mim?" a voz beirava a incerteza e Louis a conhecia muito bem pra saber que agora a ponta de seu dedo indicador estava sendo mordida.
— Harry, minha menina, é impossível isso acontecer, é impossível alguém não gostar de você — ele terminava de separar a calça social — Por favor se troque logo e vem pra cá, é só meu pai e minha mãe, estou te esperando, beijos meu doce.
Era natal e aniversário de Louis, a época mais gostosa do ano havia chego, onde toda a família Tomlinson se reunia e fazia a maior festa. Sempre foi assim, desde que Louis havia completado 4 anos.
Mas agora com seus 24, as coisas estavam diferentes. Ele ainda morava com seus pais não porque era obrigado, mas sim porquê gostava de estar junto deles, do conforto que era sua casa.
Era somente ele, seu padrastro Mark, -que era como um pai- e sua mãe Johhana. As irmãs se mudaram quando completaram 20 anos, estavam atrás de seus sonhos, mas estavam sempre vindo visitá-los.
Hoje porém não ia ser apenas os três. Louis havia finalmente encontrado alguém. Harry. A menina de cachinhos cor de chocolate e olhos verdes como esmeraldas.
Louis havia ficado perdidamente encantado desde o primeiro dia que chegou na agência de fotografia para seu primeiro ensaio após ser contratado.
A menina era angelical, ele se lembra bem dela entrando na sala com os cachos caindo por seus ombros e rosto, um sorriso doce e meigo em seus lábios e aquela roupa lilás a deixava ainda mais linda.
Os dois trocaram olhares durante todo o ensaio, Harry estava encantada também com o fotógrafo de olhos azuis ele era charmoso por si só, era gostoso ver a forma como ele mordia os lábios e puxava a franja pra trás antes de apertar o botão pra tirar a foto.
O pedido de namoro não demorou pra sair, duas semanas depois eles já estavam com alianças e mais felizes do que nunca. Isso tudo já fazia 7 meses e os pais de Louis ainda não a conheciam, o garoto queria traze-lá no natal pra que ela pudesse também comemorar o aniversário com ele.
Louis terminou de passar o perfume e checou uma última vsz sua roupa no espelho, sua camisa de gola alta preta contrastava com a calça cinza.
Desceu as escadas em pulinhos rápidos e viu a mesa toda decorada, velas acesas em pedestais, pratos decorados, taças finas, vinhos postos sobre a toalha de renda bonita.
Sua mãe como sempre vestia suas roupas mais bonitas, seu pai estava com seu terno preto. As luzes eram amareladas e deixavam o ambiente aconchegante junto dos piscas piscas da árvore de natal.
— Acho que Harry já deve estar chegando — Louis puxou assunto.
Viu o rosto de sua mãe se iluminar.
— Estou ansiosa pra conhecê-la Lou, ela parece ser tão doce.
Antes que Louis pudesse responder a campainha tocou e seu coração se acelerou. Ele saiu rapidamente em direção a porta e a abriu.
Ele desejou que seus olhos fossem câmeras polaroids, daquelas em que capturam as cores vivas e deixam as fotos ainda mais bonitas. Harry estava impecável.
Seus cachos foram a primeira coisa que chamaram a atenção de Louis, eles eram tão soltos e brilhosos, os lábios tinham a cor vermelha, como a decoração que a mãe de Louis havia posto na mesa, a ponta de seu nariz brilhava assim como seus olhos.
Seu tronco era coberto pelo suéter creme, suas unhas em vermelho, mais forte que o tom de sua boca, sua saia xadrez preta e vermelha era tão curtinha, não cobria nem metade de suas coxas branquinhas. Em seus pés suas botinhas pretas.
— Minha menina! — Louis segurou na cintura dela e grudou seus lábios, ela tinha gosto de menta e seus lábios estavam muito gelados.
As mãos dela se enroscaram nos cabelos de Louis, ele quase gemeu.
— Não me provoca agora boneca, por favor — ele pediu a trazendo pra dentro da casa.
Seus pais estavam na sala esperando Harry, Louis pediu que ela deixasse a bolsa pendurada no hall e segurou novamente na cintura dela, dessa vez a prendendo em frente ao seu corpo.
Ele a levava até a sala dessa maneira, colado em seu bumbum. Seus lábios foram rápidos até a orelha dela sussurrando baixo assim que eles entraram na sala.
— Não poderia levar você pra conhecer minha mãe em uma saia tão curta assim — os dedos apertaram a pele do quadril dela — Mas acho que gosto disso.
Ele sabe que Harry estava vermelha de vergonha pois sentiu a respiração desregulada dela. Louis saiu de trás dela com um sorriso ladino, seu braço se apoiou sobre o quadril fininho.
— Pai e mãe, essa é Harry — ele colocou um cachinho atrás da orelha dela e deixou que a bochecha vermelha ficasse a vista. Era óbvio que estava envergonhada. — Meu anjo, essa é minha mãe e meu pai.
Harry sorriu meigo, seus olhos se fecharam e seus dentinhos de coelho apareceram.
— Oi Sra. Tomlinson — sua voz era tão baixa e tão extremamente quebrada, que Louis quis sorrir.
— Pode me chamar de Johhana querida, é um prazer conhecê-la, bem que o Louis disse que você é um anjo.
Ela corou ainda mais forte pelo elogio.
— O-oi Sr. Tomlinson. — ela gaguejou timidamente.
Mark sorriu e esticou sua mão a menina, saudando de forma doce.
— Sinta-se em casa menina e não precisa de formalidade, sou apenas o Mark. — ela concordou com a cabeça sorrindo pequeno.
Harry se sentia em casa, acho que os pais de Louis haviam gostado dela.
⠀⠀⠀⠀ ⠀ ៸៸៸ ⠀⠀⠀⠀ ⠀
— E você gosta do seu trabalho Harry? — a voz de Johhana se espalhava na mesa enquanto todos comiam a comida saborosa.
Harry limpou o canto de seus lábios e sorriu pequeno.
— Eu amo, desde criança tenho o sonho de ser modelo e quando pude finalmente realizá-lo foi o dia mais feliz da minha vida. E afinal se não fosse por isso não teria conhecido Louis. — ela olhou com os olhos brilhantes pra Louis, deixando um selinho na boca dele.
Tomlinson sorriu encantado, os dois estavam presos na bolha da paixão.
O de olhos azuis desceu a mão sobre as coxas de Harry deixando um aperto gostoso. Sua mão permaneceu ali, era um carinho leve.
Todos engataram em uma conversa incansável sobre natal, sonhos, futuro e logicamente sobre o aniversário de Louis.
— Oh querido, eu te trouxe um presente, posso te entregar mais tarde, está na minha bolsa — Harry disse baixo a Louis.
Tomlinson novamente sorriu e acarinhou mais as coxas da namorada, ele subiu um pouco mais a mão entrando com os dedos por debaixo do tecido fino da saia.
— Não precisava minha menina, você por si só é meu presente. — os dois estavam sozinhos na mesa de jantar, os pais de Louis estavam pegando as sobremesas.
As digitais de Louis procuravam pelo tecido fino da calcinha da namorada por debaixo da saia. A pele era tão suave e lisa que Louis podia grudar seus dedos nela pra nunca mais tirar.
Os pais de Louis demoravam na cozinha e ele agradecia pois o carinho que fazia na namorada estava tão bom. Seus dedos alçaram a virilha de Harry e ele não encontrou o tecido fino e costumeiro da calcinha dela.
Seus olhos se viraram pra ela como se esperasse uma resposta, ela tinha as bochechas vermelhas e os olhos brilhavam, ela encarava o quadro a sua frente.
— Louis querido, você vai querer o mousse de morango? — Tomlinson virou seus olhos pra sua mãe na porta da cozinha segurando a travessa com o doce.
— Pode ser mãe, acho que a Harry também, não?.
Ele se virou pra namorada no mesmo momento em que esfregou a ponta de seu dedo médio no clitóris dela, estava tão molhada que Louis poderia se afundar nela agora mesmo.
A menina contra sua própria vontade virou pra Johhana, seus olhos estavam tão tão brilhantes, sua bochecha doía. Ela apenas chacoalhou a cabeça pra afirmar que queria sim da sobremesa.
Louis assistia tudo com um sorriso sacana, seu dedo não parava a massagem curta e gostosa que fazia e ele sentia ela tentar fechar as coxas.
— Para de tentar fechar a porra dessa perna — ele sussurrava tudo tão pornograficamente que Harry tinha vontade de se levantar e sentar sobre ele.
Ela deitou a cabeça sobre o ombro de Louis e escondeu o rosto com as mãos. Ela queria poder gemer tão alto, queria poder segurar os cabelos de Louis como sempre fazia, mas os pais dele estavam no cômodo ao lado.
Ela sentia a ponta dos dedos de Louis raspando em seu grelinho fazendo espamos se espalhar por todo seu corpo. Louis pegou no queixo da menina e levantou minimamente.
— Levanta o rosto meu anjo, meu pai e minha mãe não podem ter a impressão de que você é uma putinha, podem? — ele sussurrou tudo tão pecaminosamente que Harry quis chorar.
No momento em que Harry levantou a cabeça com as bochechas vermelhas Johhana entrou pela porta carregando as travessas de doces sendo seguida por Mark.
As sobrancelhas da mãe de Louis se franziram quando observou atentamente a nora, ela tinha as bochechas tão vermelhas e os olhos tão brilhosos.
Louis por outro lado parecia tão calmo, seu rosto era tranquilo o que também tranquilizou Johhana que não questionou o comportamento da garota.
O Tomlinson mais novo continuava a acariciar o grelinho de Harry, ela escorria lubrificação por debaixo de mesa e era tão tão molhada que Louis queria poder lambe-la.
— Aqui Harry, espero que goste querida. — Mark entregou o prato onde continha do doce que ela havia pedido.
Ela agradeceu baixinho, quase nem expondo sua voz com medo de que gemesse sem querer.
Louis desceu seus dedos, agora eles acariciavam a entrada da bucetinha da menina, ele podia ver pelas reações do corpo dela o quão nervosa estava.
Com sua mão livre comia do doce que sua mãe havia lhe dado, saboreava tão lentamente que parecia que não estava fazendo nada de tão pecaminoso por debaixo da mesa.
Quando Harry levou a colher até a boca Louis inesperadamente enfiou seu dedo na bucetinha apertada. Era tão ridiculamente apertada que parecia que Louis nem mesmo havia usado tantas vezes.
— H-hmf — a de cachos deixou escapar sem querer e arregalou os olhos quando a mãe de Louis lhe encarou.
— Tudo bem meu anjo? — foi Louis quem perguntou enquanto ainda metia seu dedo nela.
A menina o queimou com os olhos antes de sussurar — S-sim, o doce está o-ótimo afinal Johhana.
— Obrigada querida. — ela respondeu desconfiada do comportamento da garota.
Por outro lado Harry queria tirar todas suas roupas e deitar sobre a mesa, deixar que Louis usasse de seu corpinho, deixar que ele a fizesse gozar tantas vezes que a bucetinha dela pudesse até mesmo arder.
No entanto tudo o que podia fazer era rebolar disfarçadamente sobre o dedo médio do namorado. Esse que percebeu que Harry queria mais e a ajudou enfiando mais um dedo.
Ela tremeu sobre a cadeira, quietamente, seus dentes apertavam tanto seus lábios que ela achou que sangrariam. Ela comia o doce agora com rapidez pra que pudesse subir ao quarto de Louis.
— P-papai, por favor preciso s-subir com você — ela sussurrou tão perto da orelha de Louis que ele arrepiou — come s-seu doce rápido.
Louis no mesmo instante, comeu somente mais duas colheradas do doce de sua mãe e empurrou o pratinho sobre a mesa.
— Mãe, pai, vou subir com Harry ela não está muito bem — ele disse aos pais e surrou ainda mais o pontinho dela — Acho que é o nervosismo por conhecer vocês, depois descemos tudo bem?
Os pais de Louis concordaram rapidamente e desejaram melhoras a Harry. A garota agora sentia o melzinho escorrer por sua bocetinha toda conforme se levantava da cadeira da cozinha, já se sentindo tão vazia sem os dedos de Louis dentro de si.
Tomlinson se agarrou atrás da menina novamente colando seu caralho duro na bunda dela. Eles subiam tão rápido os degraus que parecia mesmo que a menina passava mal.
Assim que Louis fechou a porta do quarto ele preensou a menina na porta, seus dedos apertaram o pescoço dela tão forte que impossibilitava até mesmo a respiração.
No entanto no rosto de Harry um sorriso sacana dançava sobre seus lábios e seus olhos tinham um brilho tão prazeroso.
— Você é mesmo uma putinha não é, meu anjo? Não passa de uma vadia exibicionista que adora ter meus dedos dentro de você a toda hora — sua outra mão agora se apossava da boca de Harry.
Ele soltou o pescoço dela e segurou nos cachos, a trazendo até a cama de casal. Louis a usava como uma boneca, tanto que a jogou sobre a cama como se fosse uma pena.
Ele a virou com a bunda redonda pra cima, o tecido fino da saia subia sobre a pele avantajada deixando-a quase toda a mostra. O de olhos azuis subiu sobre as pernas dela ficando com o caralho apertado sobre as coxas dela.
Ele passeava com as mãos na pele lisa e macia, onde bem entendia, ele conhecia todo o corpo dela, era como se tivesse um mapa em sua cabeça dizendo exatamente onde colocar as mãos.
Harry gemia baixinho na cama arrebitando sua bunda com a intenção de que Louis apertasse ainda mais. Ele a conhecia pra saber a putinha que tinha. Seus dedos foram pro meio das coxas sentindo-as molhada.
— Você é meu presentinho sabia Harry? — ele abaixou seu rosto e beijou as costas da menina, repleta de pintinhas — O meu melhor presente de aniversário, só eu posso te ter assim, totalmente submissa e desesperada debaixo de mim, implorando pelo meu pau te comendo, não é?
A menina só sabia gemer, de sua garganta somente gritos saíam, suas mãos agarravam os lençóis da cama de Louis como se pudesse descontar ali a vontade que tinha.
Sem esperar mais Louis levou seus dedos novamente a entrada da bucetinha da menina, eles entraram em uma facilidade tão grande que Louis quis afundar seu pau ali.
Ela gemia tão alto e tão desesperada que Louis tinha seus olhos brilhando, mas a parte consciente da sua cabeça dizia que seus pais podiam escutar os gritos dela.
Por isso Louis levou suas mãos até os cabelos da nuca dela, apertaram tão forte que ele levantou a cabeça dela do travesseiro.
Ainda com seus dedos trabalhando dentro dela ele lentamente se abaixou até que sua boca estivesse na altura da orelha dela sussurrando baixo: — Minha menina eu sei que você é exibicionista e gosta que todos saibam que eu sou seu dono, mas cala a porra dessa sua boquinha linda porque eu acho que você não quer que meus pais venham interromper nossa brincadeira, quer?
A menina tinha os olhos chorosos enquanto seus dentes prendiam os lábios gordinhos por entre eles.
— Eu te fiz uma pergunta meu anjo, acho melhor me responder. — como se tivesse esperando a resposta ele parou com os movimentos dos dedos.
— N-não Lou, não quero que eles nos interrompam, prometo g-gemer mais b-baixo.
Louis a beijou no nariz e voltou a empurrar seus dedos, exatamente no pontinho onde ela tremia as pernas. Como havia prometido ela tampou a propria boca afim de não deixar nenhum som sair.
Louis com a mão livre soltou a braguilha de sua calça deixando finalmente seu pau livre, estava tão vermelho e molhado. A menina não demorou a levar a mão até o cacete dele o apertando por entre os dedos.
As luzes de natal que estavam penduradas na janela do quarto de Louis faziam Harry ficar ainda mais linda, seus olhos eram tão verdes e seu corpo todo brilhava pelo suor.
A menina se contorcia na cama conforme Louis abusava de seu pontinho, era um trabalho e tanto pra ela manter os gemidos só pra si. As unhas pintadas de vermelho foram até a nuca de Louis o puxando contra si.
Ela encostou a boca na orelha dele e começou a gemer baixinho com pequenos pedidos de "por favor" ela nem sabia pelo o que pedia, mas Louis entendia exatamente o que ela queria.
No mesmo instante começou a chacoalhar os dedos dentro da menina, era a maneira certeira de fazê-la tremer.
Os dedos de Harry que estavam em volta de seu pau o apertaram no mesmo instante em que ela deixou o orgasmo tomar conta de seu corpo. As pernas tremiam e a cabeça caiu sobre os lençóis brancos de Louis.
— Isso meu anjo, fica toda molinha pra mim — ele sussurrava perto da orelha dela — Fica bem molinha pra eu poder comer sua bucetinha com meu pau agora.
Os dedos de Louis sairam em um plop molhado da buceta de Harry, ela sentiu os olhos marejarem quando pode sentir a sensação vazia que se instalou em sua bucetinha. E Louis viu.
— Calma minha menina, eu sei que você gosta de estar sempre cheia, seja com meu pau ou com os meus dedos, eu já vou te dar o que você quer. — ele novamente a tratou como uma boneca.
Segurou na cintura da menina e a virou na cama, deixando-a com a barriga pra cima. A bucetinha dela estava vermelinha e toda molhada pela baba que ela expelia.
Os olhos dela já estavam sujos de preto pelo rímel que ela havia passado, assim como todo o corpo estava suado.
Louis não aguentou não lamber toda a bocetinha dela, não quando ela parecia tão gostosa. Ele esfregou a língua no clitóris sensível o que fez a cacheada tremer, seus lábios sugaram também o grelinho pra dentro de sua boca.
Ele deixava a bucetinha dela ainda mais molhada, era uma bagunça gostosa de saliva. Seu dedo médio novamente se voltou pra entradinha dela quando Louis começou a esfregar seu cacete no lençol.
Era uma fricção tão absurdamente gostosa que o fazia chupar com mais afinco a boceta da namorada. Ela mantinha dois dedos na boca afim de não deixar nenhum som sair dali.
Louis tinha vontade de sorrir e fotografá-la por ser tão extremamente submissa dessa maneira. Ele havia pedido pra que ela não gemesse e ela como uma cadelinha submissa o obedecia.
— Você é minha cadelinha submissa sabia? — ele levantou seus olhos pro rosto dela, essa que nem fazia questão de abrir os olhos — Estou falando com você, acho bom abrir esses olhos e me escutar direito.
Ela sorriu fraco e abriu os olhos na direção de Louis, eram tão brilhosos e submissos, eram tão bonitos. Louis sentia o formigamento no pé de sua barriga por isso aumentou a velocidade de seus dedos, se ele viria, Harry iria vir primeiro.
A lubrificação da menina ficou mais abundante e os gemidos abafados se tornaram mais desesperados, Louis soube que ela estava vindo de novo por isso voltou sua boca a bocetinha dela lhe ajudando.
Ela tremeu e gozou novamente sobre o lençol, Louis no entanto empurrou seu pau mais duas vezes na cama e antes que pudesse se derramar foi rápido em se levantar e colocar a cabecinha vermelha de seu pau na bocetinha dela.
A porra branca escorreu sobre a buceta vermelha, a deixando ainda mais molhada e babada. Era tão bonito que Louis ficava encantado.
O pau de Louis estava duro, como se não tivesse expelido toda a porra. Por esse motivo Tomlinson tampou a boca da menina com a palma de sua mão e sem mais nem menos meteu seu pau na bucetinha dela.
— P-papai! — ela gemeu abafado contra a mão de Louis fazendo este sorrir sacana.
— Isso amor, seu papai.
Ele se abaixou e começou a chupar o peitinho bonito dela, era tão gostoso ter ele em sua língua. Mais gostoso ainda era poder o chupar até deixar a marquinha roxa que ele frequentemente deixava.
A menina tremia sobre a cama, o pau de Louis era tão gostoso surrando seu pontinho G a cada vez que entrava nas paredes apertadas dela.
Louis nunca se cansaria da sensação molhada e quente que a namorada tinha, era tão gostosa que ele viveria com o pau dentro dela, era tão gostoso.
Seus movimentos eram brutos e fortes, faziam barulho pelo quarto, junto dos gemidos abafados de Harry, ele sabia que provavelmente seus pais escutariam mas não se importava com isso, pelo menos não agora que tinha seu cacete comendo Harry.
— Você é minha boneca sabia? Só minha Harry — ele olhava tão intensamente nos olhos verdes da menina que eles lacrimejavam. — Fala pra mim meu anjo, de quem você é?
Harry estava lenta, seu raciocínio estava lento, todo seu corpo estava.
— S-sou sua boneca papai Louis, somente sua p-pra você usar e a-abusar quando quiser.
Louis aumentou as estocadas no mesmo instante em que levou sua mão até o grelinho duro da menina. Ela iria gozar mais uma vez junto com Louis.
— Boa garota meu amor! — o elogio soava como música pros ouvidos dela.
Ela adorava que a elogiassem, principalmente com aqueles em que ela parecia um mero objeto.
Louis começou a deixar estocadas certeiras na bucetinha dela, estimulava o grelinho com mais rapidez fazendo-a prender a entrada da boceta e causar arrepio nos dois.
Ele sabia que ela viria logo. Continuou a meter nela e estimulando o grelinho ele voltou a chupar os peitinhos já vermelhos.
Em um instante Harry prendeu a respiração e tremeu a perna, logo em seguida Louis pode sentir o líquido sair em abundância da bucetinha de Harry expulsando até mesmo seu pau de lá de dentro. Estava esguichando como rotineiramente fazia.
— L-lou! — ela sibilou com os olhos lacrimejando.
Louis olhava a cena completamente orgulhoso, seus olhos brilhavam e sua mão não deixava de trabalhar em seu pau o estimulando.
Ele logo veio, dessa vez se desmanchando sobre o peitinho de Harry a deixando toda suja.
Demorou alguns minutos pra que os dois voltassem a consciência e pudessem respirar de forma regulada.
— Feliz aniversário Lou, amo você — Harry sussurrou baixinho ao namorado.
— Também amo você, minha menina!.
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Harry acordou com a leve queimação que sentia no pé da barriga, a rotineira sensação de orgasmo de espalhava por seu corpo e ela nem mesmo havia aberto os olhos ainda.
Podia sentir a respiração de Louis atrás de si, assim como também podia sentir sua bucetinha sendo usada, estava tão quentinha e molhada.
Ela levou sua mão até sua boceta esfregando o dedo médio e o anelar em seu grelinho, estimulando seu corpinho ainda mais pra que seu orgasmo fosse mais intenso.
Sentiu Louis morder seu ombro e logo em seguida a porra quentinha escorrer dentro de si, ela podia sentir o pau dele pulsando absurdamente dentro de sua bocetinha enquanto recebia toda a porra quietinha.
Assim que ele terminou de jorrar toda a porra, retirou seu pau devagar enfiando seu dedo indicador novamente na bucetinha dela.
— Papai quer que você guarde esse presente de natal aí, pode ser? Você disse ontem que era minha bonequinha e que eu podia te usar quando quisesse e eu usei, agora quero que guarde meu presentinho, pode ser?
— T-tudo bem papai, vou ficar cheinha de você.
Ela lambeu a ponta de seus próprios dedos. Louis tirou o dedo de dentro dela a fazendo prender a entrada da boceta pra que nada que estivesse ali saísse.
Louis a virou e a beijou na ponta do nariz, na testa e deixou um último na boca.
— Você me deu um presente de aniversário ontem e hoje eu tô te dando o seu de Natal. — ele sussurrou com os lábios raspando com os da menina — Inclusive Feliz Natal, minha menina.
— Feliz Natal Lou e obrigada pelo presente, você é um ótimo papai.
Ela fechou os olhos quando Louis a puxou pra deitar em seu abraço quente e caloroso, afinal ainda eram sete e meia da manhã.
Descrição: Harry, como todos os anos, é convidado por sua avó para um chá de Páscoa com as amigas mais velhas.
Mas neste ano tem a presença de Louis Tomlinson, o neto de umas das senhoras a participar do evento.
[...]
Amanhecia um lindo dia de Páscoa, quem não ama esse feriado? Comer chocolates, ganhar bombons, etc...
Para Harry seria um dia de competição e diversão.
Sua avó e as amigas todos os anos organizavam um desfile e chá da tarde de páscoa, funcionava assim: Cada jovem tinha que ir acompanhado de um parceiro para o desfile, depois o chá para esperar a votação das senhoras mesquinhas.
O cacheado se arrumava em frente ao espelho, acabara de pegar seu vestido lindo florido que encomendou dias antes, era tão bonito. Na parte de trás longo e na frente curto, mostrando as coxas fartas bonitas, nos seios um bojo com alcinha. Por baixo da vestimenta refinada, usava uma lingerie transparente e renda branquinha, cinta liga bege cobria.
De acompanhante convidou Max, o vizinho bonitinho que dava pro gasto. Max vinha de uma família rica e besta, por isso se achava a ultima bolacha do pacote, o mais novo se perguntou "Porque não?", loiro, cara de ignorante, musculoso, e jogador de vôlei.
Olhou-se no espelho mais uma vez, alisando o vestido, tirando qualquer pelinho e imperfeição.
Escutou a campainha tocar, lembrou do garoto que viria o buscar. Desceu as escadas tranquilo pois seus pais viajaram a negócios da empresa de filmes e imagem, então não precisaria dar satisfações, a verdade é que Anne e Desmond não falavam com a avó de Harry. Erros do passado.
- Oi, tudo bem? Você está lindo demais. - Max deu um beijo na bochecha naturalmente rubra de Harry, pegando em sua mão.
- Digo o mesmo, Jones. - Deu um passo, e o outro fez um gesto para o de cachinhos passar primeiro. Admirando o belo corpo naquela vestimenta fina.
[...]
O evento estava com bastante pessoas, jovens com suas avós. A decoração harmônica chamou a atenção do Styles mais novo, que sorriu ao ver as diversas cores no jardim, cores pastéis.
Procurou sua avó e o melhor amigo com seus olhos gravando o rosto de cada pessoa presente. Viu Luke animado com Mike falando com a sogra que é uma das colaboradoras do evento.
O loiro riu pedindo licença para a morena e puxou Mike consigo, andando em direção ao amigo que o esperava.
– Oi Hazz, vejo que veio mesmo acompanhado. – Sorriu malicioso pro garoto que o olhava e prendia a cintura de Harry nos braços.
– Eu falei que viria. – Empinou o nariz, e deu um tapinha na cabeça do garoto como se fosse um cachorro.
– E esse vestido? Eu amei demais, que designer bonito.
– Fiz com a Leila da loja em Nova York, aquela que tinha comentado. – Falou o que fez o outro assentir lembrando.
– Agora lembro! Mulher chata mas talentosa. – Parou ao que Michael cochichou no ouvido dele.
– Quem cochicha o rabo espicha! – Harry se apoiou no ombro do acompanhante.
– Só não te respondo porque tenho uma coisa muito importante para te dizer, advinha quem está aqui?
Harry arqueou uma sobrancelha olhando para os lados.
– Calum está aqui? – revirou os olhos ao pensar no seu ex, o menino era legal, respeitador, mas muito galinha. Mesmo que tivessem terminado, ele ainda continuava ciscando.
– Não, Hazz! Louis está! – Soltou o nome um tanto alto, fazendo Harry arregalar os olhos e se apavorar.
Será que tá gostoso o bastante para o garoto de orbes azuis?
– L-Louis Tomlinson? Me diz que não... – Atraiu o olhar confuso de Max que esperou para as próximas falas.
– Ele mesmo, mas não quero te desanimar, muito menos te deixar triste... ele veio com a namorada, a neta da velha sistemática, Nooar. – Deixou os lábios em linha reta desejando que seu amigo não tivesse um surto naquele momento.
– Lu, porque isso me deixaria triste? Sabe que não me importo com isso, quando ele botar o olho em mim, já viu. – Seu tom superior pesou e o casal riu se encarando sabendo o que o cacheado faria.
– Seja lá o que estiver pensando, estou com você. – Deixou beijos no ar saindo com o namorado.
– Quem é esse cara? – Curioso o loiro, perguntou.
– Um amigo que não vejo a três anos, nada demais.
Louis e Harry eram do mesmo grupinho de amigos, saiam juntos, sempre se deram muitíssimo bem. Um beijo e três tardes de um sexo maravilhoso. Que somente eles podiam ter.
Harry ainda se lembra dos intervalos das aulas, um Louis ajoelhado ao lado da cadeira com o garoto puxando a sua gravata do uniforme enquanto ele chupa sua bocentinha repleta de orgasmo e saliva.
As pernas separadas no ar, sentindo toda aquela sensação gostosa de perigo, pois algum aluno poderiam pega-los.
– Pensei que era alguém mais importante. – Agarrou a cinturinha fina e o guiou para dentro.
– Mas é- não, não é. – Suspirou ainda pensando nas coisas que fariam ao ver Tomlinson novamente.
Harry, ajeitou a postura para andar com o poder que ele tem. Por cima do vestido puxou a calcinha fazendo um barulhinho de estalo, levantou os seios durinhos e grandinhos para cima.
– Quer um suco de framboesa? – Perguntou analisando Harry.
– Não, mas agradeço se tiver de pêssego, com um pouquinho de adoçante, por favor, Max.
– Volto logo.
As mãos do menino treme, a parte maior da vestimenta longa voava de um jeito naturalmente sexy.
Avistou um nariz de bolinha, como isso? Como reconheceu apenas pelo nariz? Porra, ele conhece cada mínimo detalhe daquele homem.
O coração fez "tumtum" de jeito repentino, dando para ele mesmo escutar.
Pegou a correntinha pequena em seus dedos, nela tinha o símbolo de uma âncora. Foi tão automático que parecia arte do destino.
Louis parou de rir aos poucos quando pousou a atenção no garoto mais lindo que cruzou o seu caminho no ensino médio.
Tentou um sorriso fraco, virando- se um pouco por estar sem graça, quando menos esperou tinha um suco bem a frente do corpo e o rosto do loiro também.
– Coloquei cinco gotinhas, espero que esteja magnífico. – Bebeu o suco rosinha admirando o mais alto que parecia um tanto nervoso dando goles grandes quase se engasgando.
– Obrigado, precisei me refrescar. Licença. – Entregou o copo dando tapinhas no ombro do garoto.
– Hey, me espera! – Segurou na mão do menino impaciente andando ao lado, acenando para alguns seres gentis ali.
Tomlinson estava o olhando de longe, perfurando cada centímetro do mais novo.
🐰
Prestes a começar o desfile, os casais estavam cada um em fileira. Max com um sorriso gigantesco ao lado do garoto que arrumou alguns cachos.
– Estou perfeito? – Questionou ao acompanhante.
– Está, como sempre. – A palavra fez o outro dar a língua e revirar os olhos.
– Começaremos agora, endireitem-se, por favor. Um casal por vez. – A senhora mandou, conferindo a lista.
Um casal de ruivos passou primeiro que eles. Os dois vestidos elegantes, com a cor rose dominando, ficando tudo a ver com as flores ornamentais.
Deram a volta, sorrindo para todos.
– Vamos lá, Styles. – Jones agarrou sua mão fazendo ele tropeçar um pouco e puxar o braço para si, andando perfeitamente como se não estivesse com o loiro.
Poxa, tinha que ser agora?
Um ser de olhos azuis e mandíbula travada, este endireitou a postura, ajeitando o paletó de linho, seguindo o menino com fome e desejo, Harry poderia cair da passarela de boca no pau enorme dele, tanta saudade.
O cacheado prensou os lábios, ao ver que estava de mãos dadas com uma garota. Mas aquilo era só um detalhe quaisquer, tão bobo. Riu dando um piscar de um olho só para Tomlinson. Mexendo com toda a vontade o quadril.
Lembrou de Louis no colegial, de como ele era ciumento com os garotos que davam em cima dele, os ataques de ciúmes estão guardados em sua memória. Por isso, colocou a mão delicada no ombro de Max, e deslizou empinando a bunda até o chão, pegando o outro de surpresa, mas que adorou, pegou na mão e trouxe o garoto mais pra perto.
Esse ato deixou as senhoras presentes chocadas, o castanho apertou as mãos umas nas outras, reprimindo a vontade de pegar aquele garoto insolente e dar muitos tapas naquela boceta gorda e na bunda cheinha.
E claro, mamar muito os melões gostosos.
Harry deu um rebolado bem excitante, com o vento balançando o vestido leve.
– Meu anjo, você foi perfeito ali!! – A avó do menino, Amélia, gritou dando pulos mantendo a classe. Ela trajava um vestido preto com um decote bem aberto, salto alto e maquiagem forte. Os cabelos lisos para um lado só.
– Puxei a senhora, vovó. – Deu um beijinho na bochecha dela.
– Bom, lembra de Elisa Tomlinson? – Chamou a amiga mais velha, que sorriu bebendo um champanhe.
– Sim! Oi Lisa, como está? – Abraçou rápido.
– Estou bem, jovem Styles. – Mostrou sua completa simpatia.
– Cadê Louis? Faz tempo que não se veem... – Amélia cutucou com o cotovelo a amiga que sorriu de lado.
– LOUIS! – Fez um sinal chamando ele desesperada. – Venha aqui, meu querido neto.
Oh, não não não... - Harry pensou desejando fugir dali, mas ao mesmo tempo ficar.
– Boa noite. – A voz grave assustou o menino de cachinhos, deu um salto mínimo de onde estava. Quase sendo segurado pelo acompanhante que olhava as redes sociais.
Mil flashbacks, milhões de cenas vieram a mente dele.
O melzinho já melava a coxa roliça, os biquinhos ficando durinhos, e o vestido mostra perfeitamente aquele relevo grossinho do seio.
– Boa noite, Tomlinson. – Com as maçãs rubras falou lentamente, sendo hipnotizado por causa daquele homem, agora com o rosto mais maduro do que da última vez.
– Lou, vamos na barraquinha falar com a minha avó? Quero te apresentar as amigas dela! – A morena, Eleanor, fingiu que não tinha ninguém a sua volta.
– Sinto lhe dizer, mas meu neto vai ter que ficar na nossa companhia agora. – Elisa fez uma careta assustadora para a garota que observou o namorado.
– Nos vemos depois. – Simplesmente falou para ela ir.
Assentiu com a expressão contorcida e saiu revirando os olhos. Conversaria sobre a atitude de Louis mais tarde.
– Nossa companhia que nada, vamos garoto que não sei o nome, e Amélia. – Virou as costas dando uma piscadela para os dois. Max ficou desnorteado sendo levado pelos dois braços pelas duas.
– Oi... – Mordeu os lábios provando um pouco do gloss. Nervoso e vermelho.
– Hazz, quanto tempo. – Segurou com carinho a mão branquinha, e beijou.
Como um devido cavalheiro.
– Meu jogador preferido dos intervalos, por onde andou? Se engraçando pra cima de gente que não vale porra nenhuma? – Não podia evitar o jeito possessivo. Somente de pensar que aquela cobra tem o moreno, ele já fica possesso.
– Acabei de chegar e me recebe dessa maneira, minha boneca?
– Sabe o que é isso? Tesão pra caralho. – Na relação que eles tinham, Harry era o mais boca suja, literalmente.
– Será que tem algum canto...
– Louis William, esqueceu que tem namorada?
– Não, mas você também esqueceu que veio com aquele playboyzinho?
– Ele não é meu namorado.
– E nem ela, estamos a contrato, ninguém sabe. Ela quer a vida de modelo, e eu quero a minha vaga de vice presidente da empresa do pai dela. Trocamos as oportunidades.
– Melhor para mim, não? – Deu a volta indo para um específico lugar.
[...]
– Um banheiro? Okay, faremos isto direito. – Louis tirou o terno caro, o deixando no cabideiro da porta.
– Vem tigrão. – Brincou com a língua pra fora.
– Tire a calcinha de renda que está usando. – Desabotoou a camisa branca, em seguida o relógio Rolex.
– Como você-
– Fala sério, você mostrou esse rabo para todos! Saiba que não gostei de olharem para essa bunda, que é só minha, sempre foi.
Harry tremeu dos pés à cabeça.
Com nenhuma sutileza, colocou o garoto por cima da bancada de mármore em frente ao espelho.
Tirou a calcinha dando na mão cheia de veias, o mel docinho estava bem no meio da calcinha. Louis, botou um pedacinho do tecido chupou para dentro.
– Abra essas pernas deliciosas, vai. – Guardou a peça no bolso lateral da calça.
Sim, sim, sim esse clítoris está despejando leitinho só para ele!
Forçou as pernas fracas para ficarem separaras dando o acesso.
A bocetinha é tão gorda, recheada de gostosura, depiladinha, lisinha, e gostosinha de meter a língua.
Primeiro foi a língua, essa sensação de ter aquela parte o tocando, lambendo trouxe total nostalgia.
– Não gostei do showzinho que deu com aquele esquisito lá. – Mordiscou um dos lábios da boceta, fazendo o outro ofegar em surpresa.
– F-ficou com c-ciúmes?
– Não irei te responder, pelo meu ato vai saber.
A pia de mármore fez um barulho estranho, mas ambos não ligaram.
Não esperou, em introduzir dois dedos. Até a boceta conhecia seus dedos, a boca, a língua, o pau.
Empurrou mais um dedo, no total três dedos grossos entrando e saindo. Sendo espremidos pela entrada pedindo socorro 'eu quero uma piroca grande me machucando'
Harry, com a mão livre, deslizou as alcinhas do vestido, puxando os fios da nuca do homem, aproximando com cautela do seio necessito de uma chupada bem forte.
Guloso, massageou por entre as mãos, e pôs tudinho na boca, o mamilo com gosto de morango, o hidratante. Mamou fazendo pressão, mordendo de levinho o biquinho rosinha, babadinho. Gostando tanto de estar no meio das pernas da sua princesa a dando satisfação e recebendo um carinho nas costas.
Naquela manhã, antes de se preparar, tomou um banho e passou hidratante de frutas vermelhas, se tocou nos seios pensando no homem.
– Hum, divino meu bem, parece que estou provando de uma torta de morango, você é delicioso!
Amassou a cintura, que em minutos tornou-se maltratada, marcas que ficariam por volta de uma semana.
Trilhou beijinhos até a xana molhada. Fez biquinho e deu beijinhos antes de chupar inúmeras vezes, de cima só dava pra ver a cabeça trabalhando rápido naquilo, o músculo da língua ficando fraco, o clítoris durinho fazia a língua cansar, mas não pararia.
–O-Oh awwwnn por favor, meu amor! N-nãoo pare, nun- AWWNN LOUIS! – Ele atingiu seu pontinho especial.
– Te chupar é uma honra, princesa. – Tocou uma punheta rápida para se ter um pré gozo pra juntar com o de Harry.
Direcionou o pau duro e ereto para a entrada avermelhada.
– OH MERDA! WILLIAM! – Encostou forte no espelho que ele trincou, pagariam depois.
– VOCÊ ME DEIXA LOUCO, LOUCO PORRA! – Meteu forte, saindo e entrando podendo ver o seu caralho grosso estragando completamente a xota.
Em mais uma parte do vidro trincou, não sabem dizer, pois estão no meio de um sexo violento.
– ISSO BEM AÍ LOULOU!
Louis franziu o cenho, sua pupila dilatou, e segurou na ponta do mármore e entrou com tanta força que sentiu pena de Harry.
O rostinho vermelhinho, e o corpinho abraçado ao de Louis enquanto o recebia, era incrível. Poderiam tirar uma foto de seus estados, estavam acabados.
Se retirou de dentro e o ajudou a descer.
– Ajoelha e me limpa com a boquinha. – Assim ele fez, pegando na mão o membro grosso que antes estava dentro de si.
Abriu a boca, e deixou o invadir. Louis deu impulso para frente para trás, fazendo garganta profunda, suspirou pesado.
– PRINCESA GOSTOSA! ME CHUPA BEM DEMAIS! – Quando gozou, deixou Harry sem respirar já que apertou seu pescoço com tamanha força, três minutos depois ele foi permitido a engolir a porra toda.
– Isso foi uma ótima recepção de boas vidas, obrigado Hazz.
Beijaram-se com carinho.
O vício apenas retornou novamente, e não deixariam isso para trás.
Harry e Zayn eram o casal mais lindo do campus, todos invejavam o belo casal, só não desconfiavam que a garota adorava ser fodida bem gostoso e feita de putinha pelo professor de direito penal Louis Tomlinson, e Zayn, adorava a ideia de saber que sua namorada adorava outro pau além do seu.
Essa história é um repost do meu antigo booksmut, o falecido Celestial do Wattpad.
Para qualquer um era hipnotizante manter os olhos sobre Zayn e Harry. Por onde passavam, o casal atraía olhares de todos os homens ou mulheres e até os mais velhos que frequentavam o recinto. Eles eram o assunto semanal da faculdade e qualquer coisa que faziam os tornava motivo para estarem sempre nos assuntos corriqueiros de qualquer grupo nos corredores, por mensagem ou alguma conversa banal no refeitório. Harry e Zayn eram dois estudantes de moda, faziam questão de chamar total atenção com roupas incríveis e superiores à qualquer outro conjunto barato que os outros alunos usavam. Eram realmente o casal do momento, e mesmo que já namorassem há pouco mais de um par de meses, ninguém desconfiava que a garota na verdade era a putinha de Louis Tomlinson, o professor de direito penal. Por trás daquela pose de boa moça, o hobby favorito de Harry era matar aulas pra sentar gostoso no caralho do Sr. Tomlinson até sentir a bucetinha dolorida.
A garota com seus belos vinte e dois anos nunca achou errado sentar no pau do professor de trinta e nove e gemer baixinho seu nome enquanto fodiam gostoso na sala interditada de computação, entre os monitores e os notebooks espalhados sobre as mesas. Era revitalizador sentir a porra grossa e quentinha de Louis descer por suas coxas branquinhas após uma foda dura em algum cantinho que improvisavam na sala. Sua xotinha sempre terminava muito maltratada pelo cacete grosso do professor.
Antes de conhecer Louis, a garota nunca havia pensando em trair ou cogitado usar a frase "o escondido é mais gostoso" para definir o relacionamento que mantinha às escondidas com o professor. Ela detestava qualquer tipo de traição e mentiras, até esbarrar com o moreno de belos olhos azuis em uma festa para os alunos do campus.
Louis sempre foi o tipo de professor que preferia manter uma relação saudável com seus alunos. Sempre gostou de cultivar amizades dentro e fora das salas de aula, então constantemente era convidado para as festas que aconteciam no campus e por mais que sempre negasse com prontidão qualquer convite, ele decidiu que na primeira semana do início de semestre ele iria em uma das festas que seus alunos tanto insistiam para que fosse. Ele não sabe o que deu nele quando aceitou ir em uma festa daquelas e se viu beirando á embriaguez na festa para calouros, dançando de forma tímida e com receio de reconhecer algum aluno.
Tudo estava indo bem até repentinamente um corpo se chocar fortemente contra o seu, jogando em suas roupas todo o líquido vermelho que continha em seu copo, manchando sua melhor camiseta e fazendo seus óculos de grau voarem longe.
Ele se sentiu um idiota diante de todas as risadas vindas de todos presentes ali, mas quando abriu os olhos conseguiu enxergar com dificuldade um par de olhos verdes tão brilhante quanto esmeraldas recém colhidas o observando com certa pena. A garota espalmou uma das mãos sobre os lábios com os olhos arregalados e lhe perguntou se tudo estava bem, e sim estava, mas ele só conseguiu acenar concordando com aquele belo anjo que mais tarde descobriu ser Harry Styles, a infelizmente namorada de Zayn Malik.
Louis à primeira vista ficou triste depois de alguns minutos de diálogo saber que a garota namorava. O que ele não estava esperando, era que a safada o chamaria para a pista de dança e logo depois uma dança inocente viraria algo totalmente sexual, com a cacheada roçando seus enormes peitos com os bicos durinhos em seu peitoral e vez ou outra roçando as coxas grossas no seu pau bem marcado nas calças e mais tarde o arrastasse para um banheiro, lhe dando o melhor boquete que já houvera recebido em toda a sua vida. Ele se lembra perfeitamente de como ficou a boquinha carnuda em volta do seu pau, enquanto a outra mão masturbava a bucetinha nua sem calcinha, coberta apenas pela sainha curta.
Harry Styles era uma verdadeira putinha, que sentiu uma vontade incontrolável de ter o pau de Louis em sua boca assim que notou o jeito sexy e sério do professor, dando adeus ao mínimo de sanidade que tinha, pouco se importando com seu namorado presente na festa, ela só queria o caralho daquele homem fodendo a sua boquinha enquanto levava tapas daquelas mãos tão gostosas e apertos em seus cachos dos dedos ásperos.
Zayn por sua vez, fingia não dar ouvidos à todos que o alertavam sobre a traição de sua namorada. A verdade era que ele sempre soube que era corno, desde o dia em que Harry chupou Louis no banheiro da festa com portas abertas, para que qualquer um que passasse ali a enxergasse de olhinhos lacrimejando e uma rola grossa fodendo sua boquinha com um tesão incontrolável.
Zayn sempre soube, mas tentava manter sua pose fingindo estar sempre bravo quando a menina saía apenas com Louis ou quando ela o deixava sozinho no refeitório para fazer companhia ao moreno, mas na verdade ele sentia um tesão incontrolável ao saber que Harry procurava por outro pau como uma verdadeira vagabunda.
Agora, ele se encontrava deitado esparramado no sofá com um semblante raivoso, em falsa decepção enquanto apertava firme o controle da televisão do apartamento que dividia com Harry. Desde que acordou estava ouvindo a garota falar sobre Louis que de acordo com a mesma, chegaria em cinco minutos para prepararem um projeto para o Conselho estudantil da faculdade. A garota desfilava pelo apartamento com um short minúsculo e apertadinho, exibindo suas coxas grossas e metade da sua bunda gordinha pra fora, sem calcinha alguma por baixo, marcando os lábios gordinhos da xotinha melada que ansiava pelo pau de Louis.
Logo batidas foram ouvidas na porta, Harry sorriu animada com seus cachinhos esvoaçantes enquanto corria para atender. Ao abrir, seus olhos brilharam e um sorriso com covinhas iluminou seu rosto ao ver seu homem radiante, com um sorriso sacana e os olhos bonitos cobertos por óculos de grau. Louis vestia um moletom grosso com as mãos escondidas no bolsos frontais do mesmo e calças folgadas. Ele a deixava completamente encantada.
— Como você está, meu amor? — Ela não mediu esforços para abraçá-lo, puxou seu corpo forte para um abraço firme roçando suas coxas grossas no meio das pernas de Louis.
Louis sorriu com malícia, se surpreendendo mais uma vez com a sua putinha que o provocava de uma maneira tão explícita mesmo ao ter o namorado deitado no sofá da sala, há pouquíssimos metros de distância.
— Estou bem minha linda, vamos fazer o trabalho?
Com seus corpos minimamente afastados, ele levou ambas as mãos firmes para a cintura fina da garota, apertando o local com total devoção, chocando seu peitoral firme aos seios fartos com os mamilos gostosos completamente durinhos sendo exibidos por uma camiseta colada, evidenciando que a garota não usava um sutiã. Louis amava ter aqueles peitos gostosos na sua boca e chupar os mamilos com total devoção.
— Só se antes você me der um beijinho rápido. — Sussurrou contra os lábios finos e macios de Louis alternando seu olhar entre a boca do homem e seus olhos azuis.
Rapidamente as mãos firmes de Louis envolveram os quadris gordinhos da garota, tomando seus lábios em um beijo de tirar o fôlego. Harry apertava os ombros de Louis e fazia questão de esfregar seus mamilos duros contra o tecido grosso do moletom, movendo sua língua contra a de Louis, descontando todo seu tesão mordendo e chupando o lábio inferior do professor que já sentia seu cacete duro marcar sua calça somente com um beijo de Harry. Era sempre assim, ela conseguia o excitar apenas com beijos.
— Me toca Lou, quero sentir suas mãos no meu corpo enquanto me beija. — Sussurrou com os lábios minimamente afastados.
A sua respiração pesada, ofegante, se chocava contra os lábios vermelhos e judiados de Louis que agarrou a bunda gorda entre seus dedos, apertando o local sem delicadeza alguma, puxando a garota para mais perto fazendo seu pau totalmente duro dentro das calças roçar na bucetinha coberta apenas por um minúsculo short que a deixava marcada de um jeito delicioso, dividindo sensualmente os grandes lábios cheinhos da garota entre o tecido apertado do short, pressionando o grelinho sensível.
— Você quer que eu te toque, putinha? Com o corno do seu namorado tão próximo de nós? — Louis disse baixinho, rouco, contra o pescoço branquinho da garota, vendo a mesma se derreter completamente, jogando submissamente seu pescoço para o lado com os olhinhos fechados.
Enquanto distribuía beijos em todo o pescoço branquinho, Louis escorregou uma de suas mãos para a xotinha espremida nos shorts colado. Roçando dois de seus dedos no grelinho inchado marcado no tecido, sentindo o quão quente e úmida sua putinha já estava somente em fazer toda aquela cena na frente do namorado que assistia calmamente a televisão. A garota se segurava para não gemer, com o corpinho trêmulo jogado contra a porta sentindo os dedos ágeis de Louis acariciarem sua buceta com delicadeza, escorregando os dedos por seu clitóris inchadinho com o polegar ao mesmo tempo que pressionava seus grandes lábios.
— A vadia já tá com a buceta toda molhada pedindo minha rola. — Louis sussurrou baixo contra os lábios gordinhos, sussurrou tão baixo quanto um segredo que ninguém poderia saber, capturando em seguida a boca de Harry para um beijo rápido, sem parar de pressionar seu clitóris com o dedão, escorregando os outros dedos pela buceta quente e molhada de sua garota que sentia as pernas trêmulas.
Ela adorava a dualidade de Louis que em certas horas demonstrava ser sério, escondido entre armações de óculos grandes e roupas sociais. Já em outros momentos era o Louis que a tratava como uma vadia, dando tapas em seu rosto e maltratando sua bucetinha e seu cuzinho da forma que mais amava.
— Louis, por favor... — A garota gemeu baixo, em uma súplica desesperada, incrívelmente necessitada dos toques de Louis.
Os dedos ágeis masturbavam sua buceta molhada em movimentos circulares e precisos, com a outra mão firme maltratando a pele branquinha de sua bunda agora devidamente exposta, já que Louis ousou levantar seu pequeno short por completo. Harry sentia sua pernas trêmulas, o sangue correndo fervorosamente em suas veias ao mesmo tempo que tentava segurar um gemido manhoso que parecia impossível de conter. Louis distribuía beijos lentos e quentes junto à mordidas impiedosas em seu pescoço exposto, ao mesmo tempo que roçava o pau duro em sua coxa em uma tentativa gostosa de aliviar o tesão incontrolável que crescia em meio à suas pernas.
— Vamos para o quarto!
A breve precisão com que se afastou do corpo quente, fez com que sentisse uma necessidade implícita para que voltassem a se encontrar. Uma brisa gélida invadiu seu corpo que buscava incessantemente pelo calor inebriante de Harry.
Ela parecia fora de si, perdida, com os lábios avermelhados presos entre seus dentes, apenas assentindo rapidamente para o que havia sido uma ordem, desgrudando prontamente suas costas da porta de madeira maciça caminhando até Louis com certa dificuldade por suas pernas bambas devido o prazer divino que seu homem lhe proporcionava. Ele, por sua vez, mantinha um sorriso venenoso se vangloriando mentalmente da forma mais cretina possível por ter uma garota tão gostosa implorando por seu cacete dentro de sua bucetinha.
Louis riu nasalmente, virou as costas e pisou no carpete cor mel passando por Zayn que continuava de costas assistindo televisão. Ele não o fez menção para cumprimentá-lo, mas Harry passou por ele avisando que fariam um trabalho juntos, dando-lhe um beijo rápido nos lábios e acariciando a barba rala do namorado. O professor não se conteu em revirar os olhos com um sorriso sarcástico dançando em seus lábios, se surpreendendo com o quão falsa Harry poderia ser.
Louis mal esperou para que a garota fechasse a porta do quarto, em um sentimento único de tesão predominando seu corpo, ele a segurou com uma das mãos em sua cintura fina envolvendo seus outros dedos livres ao redor do pescoço branquinho, levemente imaculado marcado pelos beijos e mordidas de seu namorado Zayn. Na real, Louis achava perdidamente excitante foder com Harry e saber que logo depois a safada iria pedir a rola de Zayn, como uma puta necessitada.
Seus lábios prontamente procuraram o maxilar da garota, beijando e mordendo o local se deliciando com os gemidos baixos que o deixavam perdidamente duro. Seu cacete já pingava pré gozo, e ele podia sentir a cabecinha melada escapando para fora da cueca.
— Louis, eu preciso do seu cacete comendo a minha bucetinha, eu quero tanto ser fodida por você papai... — A garota gemeu manhosa.
Harry já estava acabada e Louis mal havia começado. Seu corpo inteiro jogado contra a parede, os lábios gordinhos entre os dentes, os cachos desgrenhados e os mamilos durinhos deliciosos marcando a blusa que a mesma usava, fazia com que Louis sentisse seus lábios salivarem. Ela era a personificação de tudo o que deixava Louis louco, ela o fazia perder a cabeça.
— Minha putinha tá tão necessitada. Consigo ver isso em seus olhos. — Louis mordeu o lábio inferior subindo seus dedos até os mamilos, apertando-os entre seu polegar e o indicador.
Harry choramingou com um biquinho em seus lábios. Seus olhos esverdeados lacrimejavam implorando por Louis. Ela conseguia sentir perfeitamente o pau duro e grosso que tanto amava roçar em sua coxa, próximo a sua virilha enquanto os dedos ásperos maltratavam seus mamilos sensíveis.
— Deita na cama vadia, vou comer essa tua buceta molhada com a minha língua, do jeitinho que voce gosta. — Louis sussurrou rouco, com os olhos fixos à imensidão esverdeada de Harry que gemeu assim que sentiu um tapa em sua bochecha gordinha.
Harry caminhou até a sua cama movendo seus quadris de forma provocativa sentindo o olhar de Louis queimar em sua bunda. Ela se deitou sobre os colchões e viu o olhar do homem cair em seu corpo não tardando em provocar. Ela sorriu mostrando suas covinhas com seus sorriso de canto e esfregou os dedos nos próprios mamilos, descendo as mãos para os quadris gordinhos até chegar em sua bucetinha toda melada, abrindo as pernas para Louis, que observava a cena inteira massageando seu caralho duro totalmente evidente nas calças de moletom, imaginando como seria esfregar a cabeça do seu pau entre os lábios gordos daquela xotinha inchada.
A garota sorriu passando dois de seus dedos em seu grelinho pressionando o local, separando os lábios gordinhos gemendo manhosa ao sentir o prazer invadir seu corpo. Ela separou mais suas coxas dando a visão perfeita de Louis de sua buceta úmida manchando o short colado a medida que ela se masturbava. Seus grandes lábios faziam um volume no pequeno short, marcando as curvas da sua buceta molhada com o clitóris pulsando e sua entrada se contraindo devido os olhares desejosos de Louis.
Desesperadamente, ele se aproximou ficando de joelhos na cama erguendo os quadris de Harry com suas mãos, abaixando o pequeno shorts lentamente apreciando a forma como sua lubrificação manchou o short em uma abundância jamais vista. Louis roçou seus dedos nas coxas grossas e leitosas até que o short estivesse no chão.
— Mmmh amor, sua buceta tá tão molhadinha. Isso tudo é porque está sedenta pelo cacete do teu amante? — Seus dedos alcançaram o clitóris inchado, pressionando e massageando lentamente.
— Sim Louis, eu estou realmente sedenta pra ser fodida. — Harry gemeu apertando os próprios seios rebolando nos dedos grossos de Louis.
Com um sorriso safado ele inclinou até que sua cabeça estivesse entre as coxas da garota, contemplando a bucetinha incrivelmente molhada, o clitóris inchado e sua entrada contraindo-se em busca de algo. Sua língua rapidamente foi de encontro ao clitóris, envolvendo os lábios no local chupando com voracidade pressionando as coxas macias forçando para que ficassem bem abertas. Os gemidos baixos e manhosos se tornavam cada vez mais altos. Harry rebolava sentindo a língua de Louis pressionar deliciosamente seu clitóris enquanto as mãos firmes apertavam e estapeavam suas coxas.
Seus dedos rapidamente procuraram a nuca de Louis, agarrando firme os fios em sua nuca, pressionando mais forte sua bucetinha úmida nos lábios macios que agora roçavam por toda a extensão sua intimidade. Louis sentia o gosto característico na ponta de sua língua e ele simulava beijos no clitóris de Harry, agora penetrando dois de seus dedos fazendo com que as costas da garota se arqueassem, gemendo desesperada.
— Mmm... Lou, come a sua putinha... Porra — Harry gemeu manhosa com ambas as mãos apertando seus seios e beliscando os mamilos sensíveis.
— Minha vadia já tá louca pra gozar. — Louis deixou um beijo seguido de um chupão no clitóris inchadinho se afastando da buceta molhada de Harry apenas para admirar o quão acabada sua garota já estava.
Os cachos bonitos desgrenhados em uma bagunça gostosa e os olhos tomados pelo prazer evidenciavam seu estado. Ele sabia que em breve ela gozaria se continuasse, portanto se colocou entre as coxas grossas retirando com rapidez e habilidade sua camisa e seu moletom, revelando seu cacete bem duro e melado de pré gozo que se chocou contra o seu baixo ventre em um barulho erótico. Harry estava hipnotizada contemplando o pau grosso tomando por veias grossas, uma cabeça inchada e vermelha vazando em abundância o seu líquido perolado, lubrificando seu comprimento grosso e pulsante.
— Fica de quatro puta, quero te comer enquanto você rebola esse rabo gostoso pra mim. — Louis disse rouco observando a maneira submissa que Harry se apoiou de joelhos na cama empinando a sua bunda farta em direção ao seu homem, rebolando e olhando sob os próprios ombros em um pedido silencioso para ser fodida. — Gostosa do caralho. Tá com a bucetinha toda molhada querendo meu cacete...
Com dois dedos, Louis acariciou o clitóris inchado de Harry que reagiu ao toque de maneira extremamente sensível, arqueando as costas e afundando seu rostinho no travesseiro, rebolando desesperadamente por mais.
Sentindo os dedos úmidos com a própria lubrificação natural da garota, Louis os levou até que estivesse no cuzinho apertado de Harry, acariciando delicadamente o local vendo a mesma se contrair desesperada por algo lhe preenchendo.
— Você quer meu pau nesse cuzinho guloso, princesa? — Louis ditou, lentamente com a sua voz falha como um sopro. Seu pau pulsava e seu baixo ventre se contorcia com a visão. — Pede pra mim vadia, fala que quer meu pau nessa bucetinha e nesse cuzinho gostoso. — Uma série de tapas ardentes foram depositados na bunda farta de Harry, que gritou com sua boca abafada no travesseiro.
Harry contorcia os dedos dos pés e apertava os lençóis, louca para ser fodida da forma que mais almejava. Sentindo-se completamente fraca e inundada de tesão, ela olhou por cima dos ombros encontrando os olhos azuis profundos de Louis.
— Me come Louis, fode a sua puta. Come meu cuzinho e a minha buceta do jeitinho que só você sabe fazer, quero ser usada e ter sua porra gostosa dentro de mim. — Sua voz fraca fez Louis sorrir.
— Você é tão boa pra mim princesa... Sempre obedecendo as ordens do teu macho.
Com um sorriso malicioso, Louis se inclinou minimamente até estar com a mão na gaveta ao lado da cabeceira, alcançando um plug anal metálico com uma jóia rosa na ponta, empurrando a base do mesmo até que estivesse frente aos lábios gordinhos de Harry, que abocanhou o metal gélido, afundando o mesmo em sua boca até sentir a base da jóia encostar seus lábios. Ela sabia o que estava por vir e seu interior vibrava em emoção, ela adorava sexo anal e ficava mais feliz ainda por Louis ter sido o seu primeiro nesse quesito. Tratou de umedecer o material e deixá-lo completamente envolto em saliva simulando um boquete, como sempre fazia no pau de Louis, chupando bem direitinho.
— Não me canso de dizer o quanto você é gostosa, puta merda. — Ele puxou o plug de seus lábios, sorrindo ao vê-lo repleto de saliva.
Louis o guiou até o cuzinho apertado que piscava desesperadamente, colocando apenas a pontinha do plug em Harry, vendo a forma que o cuzinho da garota o engoliu por completo de uma forma tão sedenta, em seguida penetrando seu pau de maneira precisa em sua buceta, socando com força sentindo a sensação única da buceta apertada de sua garota o apertando de maneira tão gostosa que deveria ser proibida. Um gemido alto e manhoso deixou os lábios de Harry e já nessa altura eles não se importavam com o fato de Zayn estar no andar de baixo, ela apenas rebolava no pau grosso de seu amante que socava firme estapeando a bunda gostosa.
Louis gemia rouco, extasiado por ter seu pau apertado na buceta ainda mais estreita devido o plug anal grosso alargando o cuzinho. Harry gemia desesperadamente alto, rebolava como uma vadia gemendo o nome de Louis apertando seus dedos nos lençóis.
— Vadia safada, adora dar a buceta com algo enfiado no cuzinho. — Louis gemeu escorregando a palma de sua mão até o pescoço branquinho, envolvendo seus dedos ali e puxando a garota para cima, juntando seu peitoral às costas nuas. — Imagino como seria te foder junto com aquele teu namorado corno. Eu no cuzinho e ele na buceta. Você ia amar, não é vadia? — O mais velho deixou tapas ardentes na bunda gordinha que se movia rápido de acordo com as estocadas fundas. — Responde putinha, ou será que você só sabe gemer? Adora gemer no cacete de outro macho enquanto teu namoradinho tá lá na sala e tu aqui no quarto comigo implorando pra ser fodida.
— Ah Loueh, sim eu sou uma vadia e adoro gemer com teu pau. — Harry choramingou, inebriada pelo barulho de seus corpos de chocando com força.
Louis a fodia sem piedade alguma. Com uma mão agarrada em seu pescoço e a outra em sua cintura, ele movia os quadris de maneira firme sentindo a lubrificação de Harry escorrer por suas coxas e molhar deliciosamente seu pau ao ponto de fodê-la com ainda mais força, hipnotizado com o jeito que a bunda gordinha e farta balançava de acordo com suas investidas.
— Puta gostosa do caralho. Tá gostando de ter meu cacete dentro dessa tua buceta enquanto teu namorado corno tá lá na sala? — Louis gemeu entredentes, colando ainda mais seu peitoral nas costas lisinhas de Harry, aproximando seus lábios da orelha repleta de piercings, mordendo seu lóbulo. — Caralho que bucetinha apertada princesa, tô quase gozando.
— Então goza Lou, enche minha buceta com sua porra gostosa. — Harry manhou baixinho tendo seu corpo largado novamente na cama, sentindo ambas as mãos agarram seu quadril com força.
Ela rebolava de encontro ao quadril de Tomlinson, ordenhando o pau do professor para ter toda a porra dele dentro de si. Continuando as investidas, Louis sentiu seu baixo ventre se contorcer ao mesmo tempo que as pernas de Harry tremiam enquanto todo o seu corpinho se tornava frágil. Seu baixo ventre se contorceu e assim que ela contraiu-se em um orgasmo gostoso, molhando todo o seu lençol, Louis despejou toda sua porra grossa e quentinha dentro da buceta da garota, retirando seu pau apenas para ver seu gozo descer pelas coxas.
— Vem cá princesa, chupa meu pau, deixa ele bem duro de novo pra eu foder seu cuzinho.
Por mais que Louis sentisse a vontade extrema de descansar, ele nunca cansaria de foder Harry. Ela conseguia despertar seu melhor lado em diversos aspectos e o sexo com ela era cada vez mais gostoso.
Ela se encontrava ofegante, assim como Louis, mas sorriu safada com os olhinhos brilhando engatinhando até estar com o rosto próximo a virilha de Louis que continuava de joelhos em sua cama. Com os lábios gordinhos preso entre os dentes, ela segurou com delicadeza o pau flácido de Louis abocanhando e chupando a cabecinha inchada e sensível sentindo o gosto delicioso dos resquícios da porra de seu dono.
— Gatinha, tudo bem aí? Ouvi alguns barulhos e vim ver se você tava bem.
Junto á batidas na porta, Harry ouviu seu namorado chamando de maneira preocupada. Seus olhos praticamente saltaram de suas orbes e ela se afastou rapidamente do pau de Louis que sem esforço algum já se encontrava duro. Ela tentou inutilmente cobrir seu corpo com o lençol molhado com seu próprio orgasmo mas Louis não parecia esboçar nenhuma reação.
— Volta aqui e chupa meu pau vadia. — Ele ordenou, sem se importar com o tom de voz alto.
— Lou... — Ela fez gestos desesperados com as mãos para que ele falasse mais baixo.
Sem esperar por uma resposta, Louis agarrou os cachos desgrenhados e os puxou com força para baixo, até a boca de Harry estar novamente em seu pau duro e já úmido de pré gozo, chupando com vontade, mamando até sentir o nariz encostar nos pelos ralos e a cabeça inchada em sua garganta.
— Hazz amor eu vou abrir a porta, me responde. — Por mais que Zayn estivesse dócil, ainda assim parecia muito preocupado.
Sem tirar as mãos dos cachos úmidos de suor, Louis jogou forte seus quadris para frente fodendo a boca de Harry enquanto a mesma se inundava em uma tosse desesperada por ter sua garganta dolorosamente invadida.
— Amor, porque a porta tá trancada? O que houve? — Ele tentava abrir a porta mas sem sucesso.
— Escuta aqui vadia, você vai ali, vai abrir a porta pro teu namoradinho e ele vai assistir eu fodendo seu cuzinho, entendeu? — Ele agarrou o maxilar de Harry com força, pressionando seus dedos nas bochechas gordinhas. — Vou colocar aquela sua coleira ao redor do seu pescoço e você vai andando até lá de quatro.
— Sim senhor.
Os olhos verdes brilharam de tesão, dividindo sentimento com a humilhação que invadia seu corpo, mas não podia negar que a sensação era indescritível. Louis esticou o braço para pegar a coleira dentro da mesma gaveta que retirou o plug e a enredou em torno do pescoço marcado por seus dedos. Prendendo a coleira de maneira que incomodasse sua respiração, deixando um tapa forte na bunda avermelhada vendo a mesma se colocar na posição mandada.
Harry caminhou de quatro, como uma perfeita cadelinha até a porta, com a bunda bem empinada piscando o cuzinho com o plug e a buceta completamente úmida manchando o interior de suas coxas. Seu corpo inteiro vibrava em excitação e seus músculos pareciam queimar. Sentada sobre os próprios calcanhares, ela esticou a mão para destrancar e abrir a porta, olhando diretamente para seu namorado que arregalou os olhos estático ao ver sua namorada nua daquela forma.
Seus sentimentos explodiram em dúvida, mas em uma fração de segundos, ao ver Louis deitado nu na cama enquanto batia uma punheta ele soube o que estava acontecendo. Os lençóis bagunçados, ambos cheirando a sexo e sua garota completamente acabada deixava bem claro o que acabara de acontecer ali. Ele só não esperou que fosse continuar tranquilo quando descobrisse, no fundo de seus sentimentos ele sabia que o professor na verdade vinha à seu apartamento foder sua namorada e diversas vezes após foderem, ele via e sentia o esperma no interior das coxas e na buceta de sua garota. Ele adorava a sensação de sentir o esperma de outro homem em sua namorada.
— Amor? — Sua voz saiu trêmula, ele ainda estava estático no lugar observando Harry nua com o corpo marcado.
— Zayn, segura na coleira e traz a putinha pra mim. — Louis ordenou, sem um pingo de vergonha e Harry quis chorar por ter o seu namorado e seu amante no mesmo recinto, mas não podia negar o quanto aquilo a excitava.
Engolindo o seco, Zayn pegou a coleira entre seus dedos trêmulos e caminhou com Harry continuando a andar de quatro, até entregar o material da corrente nas mãos de Louis, que observava tudo com um sorriso malicioso. Ele adorava estar no controle e toda a situação atual fazia seu pau pulsar de excitação, atraindo o olhar de Zayn que engoliu o seco ao reparar no quão grosso era o pau de Louis.
— Agora, você vai sentar ali naquela poltrona e o máximo que pode fazer é bater uma punheta enquanto eu como o cu da sua namorada. Está me ouvindo? — Louis disse rouco com uma das sobrancelhas levantadas e um sorriso malicioso entre os lábios, vendo Zayn assentir. — Zayn, que eu saiba eu sou mais velho que você. — O tom sarcástico fez a espinha de Zayn se arrepiar e seu pau começar a endurecer dentro das calças.
— Sim senhor. — Ele disse baixo, totalmente acanhado voltando seus olhos para sua namorada que ainda se encontrava de joelhos no chão observando tudo com sua respiração ofegante enquanto brincava com o biquinho de seus seios fartos.
— Bom garoto. — Louis elogiou com sarcasmo mas estava adorando tudo aquilo.
Bastou apenas um olhar duro enquanto batia em suas próprias coxas, para que Harry entendesse o que deveria fazer. Obedecendo prontamente passando suas pernas ao redor dos quadris de Louis, roçando de maneira necessitada seu clitóris inchado na cabecinha melada do pau de Tomlinson, ouvindo o mesmo gemer rouco rente ao seu ouvido.
— Chupa meu pau, deixa ele bem molhadinho pra entrar em você enquanto eu preparo seu cuzinho com minha língua, amor. — Sussurrou rouco acariciando as bochechas rosadas deixando um beijo casto nos lábios inchados.
Gemendo manhosa em resposta, Harry inverteu as posições, agora passando suas pernas ao redor da cabeça de Tomlinson, prendendo suas coxas grossas ao redor do rosto de Louis que imediatamente levou seus dedos á jóia do plug, retirando lentamente o material gélido contemplando o quanto sua garota estava bem dilatadinha pra receber seu pau, o fazendo sorrir malicioso em meio aos beijos molhados que deixava na parte interna de sua coxa. Harry por sua vez encarava o namorado descaradamente, com uma de suas sobrancelhas levantadas e um sorriso sacana nos lábios enquanto acariciava o pau duro de Tomlinson e beijava o comprimento grosso sentindo as veias pulsarem em seus lábios.
Sem querer perder tempo ela o abocanhou, levando todo o pau até o fundo de sua garganta ao mesmo tempo que Louis cuspiu forte em sua entrada, sacando a língua para fora lambendo seu cuzinho e forçando a língua em sua entrada, quando as mãos fortes se empenhavam e mantê-la bem aberta. Era inevitável conter os gemidos, Louis era sempre tão bom. Os sons que saíam de sua garganta deixava o boquete ainda mais gostoso e Zayn apreciava a forma que sua namorada chupava o pau de outro homem, com tanta devoção e submissão. Ela parecia tão satisfeita com aquele pau enorme em seus lábios cheinhos e rebolava em círculos sufocando Louis com a sua bunda farta.
— Puta merda... — Zayn jogou a cabeça para trás, tirando seu pau de dentro do aperto das calças e batendo uma punheta lenta quando Harry soltou o cacete de Louis e gemeu manhosa com as costas arqueadas, jogando a bunda para trás sentando na língua de Tomlinson que a penetrava.
A barba rala roçava entre as bochechas da bunda completamente melada e úmida de saliva, a deixando com uma ardência gostosa entre as pernas, Harry contraía-se procurando por algo maior a preenchendo e já sentia lágrimas nos cantos de seus olhos.
— Lou, por favor, fode meu cuzinho vai — Pediu manhosinha apertando os próprios seios rebolando nos lábios macios, melando o queixo de Tomlinson de saliva e com a própria lubrificação de sua buceta.
— Fica de quatro pra mim agora, vadia. — Louis sussurrou. Tão baixo que Harry mal ouviu, mas prontamente assentiu ficando na posição pedida com sua bunda na direção de Zayn.
Seu namorado estava extasiado com toda a cena. Louis era bruto, másculo e fazia questão de demonstrar isso. Seu pau vazava tanto pré gozo enquanto admirava aqueles dois, que não sabia se estava excitado por ter sua namorada tão submissa a um outro homem ou se estava excitado com Louis, com certeza era os dois.
Harry apoio as mãos delicadas na cabeceira da cama e rebolou em círculos quando sentiu a cabecinha melada do pau roçar no seu cuzinho molhado e dilatado pelo plug. Sem preparação alguma, Louis a penetrou forte, jogando os quadris para frente de forma bruta sorrindo ao ouvir o grito de dor rasgar a garganta de Harry. Suas mãos ágeis seguraram a cintura fina, se apossando das gordurinhas no local, passando a foder rapidamente o cuzinho apertado de sua garota. Socando firme, extasiado pelos barulhos obscenos e pelo quão a entrada de Harry era receptiva, apertada e quente.
— Vadia safada do caralho, não era isso que você queria? Que eu comesse esse teu cuzinho apertado? — Ele ofegou, retirando seu pau por completo da garota apenas para meter com lentidão e vê-lo sumindo dentro daquele cuzinho tão pequeno.
— Sim senhor, era isso que eu queria Lou. Ser usada por você até ter toda sua porra dentro de mim. — Harry choramingou baixinho com dificuldade, sentindo uma série de tapas estalarem em sua bunda.
Zayn sentiu um arrepio em sua espinha e o frio tomar conta de seu corpo enquanto seus pelos se tornavam eriçados. Ele teve que largar o próprio pau ou gozaria em instantes. Levando seus dedos em formato de anel na base de seu próprio pau, ele apertou firme mordendo o lábio inferior sentindo seu orgasmo sendo interrompido. Louis não tinha piedade de Harry e estocava de maneira bruta segurando o corpo molhinho entre seus braços fortes. A garota sentia lágrimas encharcarem o travesseiro e sua buceta melada queimava de tanto tesão ao ter Louis violando seu corpo de maneira tão crua e gostosa.
— Ah Louis, amor eu vou gozar, fode vai. — Ela gemeu chorosa contra o travesseiro, levando seus dedinhos aos olhos para enxugar as lágrimas.
— Também vou gozar princesa, vou encher esse teu cu gostoso de porra bem quentinha. Não é isso que você quer? — Louis inclinou seu tronco até estar com os lábios próximos ao ouvido de Harry, levando seus dedos até o clitóris negligenciado, massageando frenéticamente sem parar de fodê-la por trás, enquanto sentia o corpinho desfalecer e suas pernas tremerem enquanto seu cuzinho se contraía em um aperto gostoso, ordenhando o pau de Louis.
Harry não conteve seu gemido ao chegar ao orgasmo, gritou sentindo as pernas trêmulas quando explodiu em um orgasmo intenso, manchando mais uma vez seus lençóis. Louis mantinha ambas as mãos abraçando a cintura de Harry para que a mesma não caísse, ele mantinha os quadris alheios erguidos até gozar, enchendo-a em abundância com sua porra grossa.
— Princesa, você é perfeita, adoro você. — Louis tirou seu pau de dentro de Harry, extasiado com a visão de sua porra escorrendo por entre as coxas da garota que continuava estática deitada de barriga para baixo.
Ao ter seus olhos em Zayn, ele percebeu que o mesmo se segurava para não gozar, como se esperasse por por uma permissão. Então, com o dedo indicador Louis o chamou para se aproximar e totalmente acanhado ele andou meio desajeitado, com o pau duro para fora das calças e uma frustração aparente em seu rosto.
Ele se aproximou minimamente, mas com o olhar Louis o chamou para mais perto, até estar com o pau duro e negligenciado em frente ao seu rosto e com uma das mãos, Louis não tardou em segurá-lo forte pela base, masturbando rapidamente e espalhando todo o pré gozo que escorregava da fenda. Zayn gemia descontroladamente e ao perceber que ele estava próximo do orgasmo, Louis continuou a masturbá-lo com maestria fazendo com que a porra branquinha jorasse na bunda farta de Harry. Com um sorriso safado, Louis aproximou seus lábios do pau alheio que pulsava pelo recente orgasmo, chupando deliciosamente a cabecinha exposta e limpando dali todos os resquícios de porra.
— Se continuar sendo um bom garoto, da próxima vez você poderá se juntar a nós. Apenas se prometer seguir as ordens devidamente. — Louis piscou, inclinando seus lábios até a bunda avermelhada encharcada de esperma, lambendo e chupando grande quantidade do líquido viscoso ali, não sabendo diferenciar se era o seu ou o de Zayn.