ATO VII TRABALHO NOTURNO ARTISTA: Shirley Maclaine PAGE: https://www.facebook.com/maclaineilustra "They came at her again, one from each side. Their flesh was already darkening to a bruised purple, hissing in this world’s hostile atmosphere. Diana leapt over the leftmost beast and swung her sword in a crescent arc towards its neck plates. She yelled one of the Lunari’s holy words and incandescent light blazed from the blade. The beast blew apart from the inside, gobbets of newly-wrought flesh disintegrating before the moonblade’s power. She landed and swayed aside from the last beast’s attack. Not fast enough. Razored talons punched through the steel of her pauldrons and dragged her around. The beast’s chest split apart, revealing a glutinous mass of sense organs and hooked teeth. It bit into the meat of her shoulder and Diana screamed as numbing cold spread from the wound. She spun her sword, holding the grip like a dagger and rammed it into the beast’s body. It screeched, relinquishing its hold. Steaming black ichor poured from its ruptured body. Diana spun away, biting down on the pain racing around her body. She held her moonblade out to the side as the clouds began to thin. The beast had tasted her blood and hissed with predatory hunger. Its armored form was now entirely gloss black and venomous purple. Bladed arms unfolded and remade themselves in a fan of hooks and talons. Unnatural flesh flowed like wax to seal the awful wound her blade had ripped. The essence within Diana surged. It filled her thoughts with undying hatred from a distant epoch. She glimpsed ancient battles so terrible that entire worlds had been lost in the fires of their waging; a war that had almost unmade this very world and still might. The creature charged Diana, its body rippling with the raw power of another realm of existence. Clouds parted and a brilliant shaft of silver speared downwards. Diana’s sword drank in the radiance of distant moons and light burned along its edge. She brought it down in an executioner’s arc, cleaving plated bone and woven flesh with the power of the night’s illumination. The beast came apart in an explosive detonation of light, its body utterly unmade by her blow. Its flesh melted into the night, leaving Diana alone on the plateau, her chest heaving with exertion as the power she had joined with on the mountain withdrew to the far reaches of her flesh. She blinked away after-images of a city that echoed with emptiness where once it had pulsed with life. Sadness filled her, though she had never known this place, but even as she mourned it, the memory faded and she was Diana again. The creatures were gone and the stones of the circle gleamed with threads of silver radiance. Freed from the touch of the hateful place on the other side of the veil, their healing power seeped into the earth. Diana felt it spreading into the landscape, carried through rock and root to the very bones of the world. “This night’s work is done,” she said. “The way is sealed.” She turned to where the moon’s reflection shimmered in the waters of the lake. It beckoned to her, its irresistible pull lodged deep in her soul as it drew her ever onwards. “But there is always another night’s work,” said Diana." BY: http://na.leagueoflegends.com/en/site/mount-targon/story.html ATO VII TRABALHO NOTURNO "No centro deste planalto estava um cĂrculo de pedras elevadas, cada uma gravada com espirais circulares e sĂmbolos curvos. Em cada pedra, Diana viu a mesma runa que brilhava em sua testa e sabia que havia chegado ao seu destino. Sua pele se arrepiou com uma sensação de antecipação febril, uma sensação que ela associava com magia selvagem e perigosa. Ciente, ela se aproximou do cĂrculo enquanto seus olhos procuravam por ameaças. Diana nĂŁo viu nada, mas sabia que algo estava ali, algo muito hostil e de algum modo familiar. Diana foi atĂ© o centro do cĂrculo e sacou sua espada. Sua lâmina crescente brilhou como um diamante na luz pálida da lua que penetrava as nuvens. Ela se ajoelhou com sua cabeça inclinada e a ponta da lâmina descansando no chĂŁo e a guarda da espada em seu rosto. Ela os sentiu antes que os visse. Uma repentina queda na pressĂŁo. Uma mudança na temperatura do ar. Diana ficou em pĂ© enquanto os espaços entre as pedras foram divididos. O ar se retorceu e um trio de feras berrantes investiu contra ela a uma velocidade feroz; carne de marfim, carapaças brancas como ossos de armaduras segmentadas e garras de aço. Terrores. Diana mergulhou abaixo de uma mandĂbula fechando com dentes que pareciam Ă©bano polido, cortando com sua espada em um arco acima da cabeça que cravou o crânio do primeiro monstro em seus ombros pesados. A criatura caiu e sua carne se desfez instantaneamente. Ela rolou aos pĂ©s de Diana enquanto os outros os outros circulavam como um bando de caçadores, agora cientes de sua lâmina brilhante. A criatura que ela matou agora lembrava uma poça de piche borbulhante. Eles avançaram novamente, um de cada lado. Sua carne já estava escurecendo em um tom roxo, sibilando na atmosfera hostil deste mundo. Diana saltou sobre a fera mais Ă esquerda e brandiu sua espada em um arco crescente na direção das placas de seu pescoço. Ela berrou uma das palavras sagradas dos Lunari e uma luz incandescente queimou em sua espada. A besta explodiu de dentro, pedaços de suas vĂsceras desintegraram perante o poder da lâmina lunar. Ela pousou e desviou do Ăşltimo ataque da fera. NĂŁo foi rápido o suficiente. As garras afiadas entraram no aço de suas ombreiras e a carregaram. O peito da fera foi dividido, revelando uma massa viscosa de ĂłrgĂŁos e dentes enganchados. Ela mordeu a carne do ombro de Diana, que gritou quando o frio anestesiante se espalhou pela ferida. Ela girou sua espada, segurando o punhal como uma adaga e a enfiou no corpo da fera. O monstro gritou, afrouxando a pressĂŁo. Ele espirrou um fluido negro de seu corpo rompido. Diana foi para longe, engolindo a dor que percorria seu corpo. Ela segurou sua Espada Lunar de lado enquanto as nuvens começaram a se dissipar. A fera provou seu sangue e grunhiu com uma fome predatĂłria. Sua forma blindada estava agora inteiramente coberta de um brilho preto e de um roxo venenoso. Braços laminosos se desdobraram e se refizeram em um misto de ganchos e garras. Carne anormal fluiu como graxa para vedar o ferimento horrĂvel que a lâmina havia feito. A essĂŞncia dentro de Diana cresceu. Ela cobriu seus pensamentos com um Ăłdio imortal de uma Ă©poca distante. Ela teve um vislumbre de batalhas ancestrais tĂŁo terrĂveis entre os mundos que foram perdidas nas chamas de seu decorrer; uma guerra que quase desfez este mundo e ainda poderia fazĂŞ-lo. A criatura investiu contra Diana, seu corpo estava repleto com o poder puro de outro reino de existĂŞncia. As nuvens se partiram e um raio brilhante de prata espalhou-se para baixo. Embebida no resplendor de luas distantes e luz, a espada de Diana queimou em seu gume. Ela golpeou em um arco de execução, partindo o osso cromado e a carne trançada com o poder da iluminação noturna. A fera destruiu-se em uma detonação de luz, seu corpo foi totalmente desfeito pelo seu golpe. Sua pele derreteu na noite, deixando Diana sozinha na planĂcie, seu peito agitando-se com esforço enquanto o poder que ela o poder que se juntou a ela na montanha escapava para as extensões distantes de sua carne. Ela piscou e viu imagens pĂłstumas de uma cidade que ecoava com um ermo, onde já havia pulsado com vida. A tristeza lhe tomou, apesar de nunca ter conhecido este lugar, mas mesmo ao lamentar por ele, a memĂłria esvaneceu e ela voltou a ser Diana. As criaturas se foram e as pedras no cĂrculo brilharam com linhas de luz prateada. Livre do toque daquele lugar odioso do outro lado do vĂ©u, seu poder reparador penetrou na terra. Diana sentiu ele se espalhando no lugar, carregado por pedra e raiz, atĂ© a prĂłpria ossada do mundo. "O trabalho desta noite está pronto" , ela disse. "O caminho foi vedado". Ela virou-se para onde o reflexo da lua brilhou nas águas do lado. Ele fez um sinal para ela, sua atração irresistĂvel estava arraigada profundamente em sua alma enquanto ela continuava sendo atraĂda. “Mas sempre há outro trabalho noturno”, disse Diana." BY: http://br.leagueoflegends.com/pt/site/mount-targon/story.html