“Estranho seria se eu não me apaixonasse por você, o sal viria doce para os novos lábios. Colombo procurou as índias mas a terra avistou em você, o som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário. Estranho é gostar tanto do seu All Star azul, estranho é pensar que o bairro das Laranjeiras, satisfeito sorri quando chego ali e entro no elevador, aperto o 12 que é o seu andar, não vejo a hora de te reencontrar e continuar aquela conversa que não terminamos ontem, ficou pra hoje. Estranho mas já me sinto como um velho amigo seu. Seu All Star azul combina com o meu preto de cano alto. Se o homem já pisou na lua, como eu ainda não tenho seu endereço? O tom que eu canto as minhas músicas para a tua voz parece exato.”
— Nando Reis.
Então, criei um novo TDD e vou começar do 0. Criei outro porque o antigo está muito sobrecarregado. Está mais esclarecido no novo grupo e o antigo grupo será deletado.
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Tudo que vai, volta. Apostei todas as minhas fichas nesse ditado inútil, e hoje sei que tudo que vai, só volta se souber o caminho, por isso me arrependo de não ter dito meu endereço quando a felicidade ousou me perguntar.
Uma criança cai e chora alto até a mãe escutar, mas quando cresce e leva uma rasteira da vida, começa a chorar escondida e bem baixinho no escuro do quarto, pra não precisar explicar uma dor que aparentemente não corta, mas machuca bem mais do que um joelho ralado.
Tudo bem partir agora, meu bem, quando tudo já está bem mais que perdido, até as flores que achei que seriam fortes o suficiente para durar a vida inteira só por serem suas. Não há problema em ir agora, já que o tempo no final sempre vence, sempre leva, sempre engana, me enganei. Finalmente achei...
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é… Respeito.