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Esposa ♥️
A 1ª vez que dei pro meu chefe foi numa festa da firma com o meu marido nela. (Maio-2026)
By; Elisângela
Olá TeContos, desde já parabéns pelo conteúdo, adoro todos os contos aqui, to lendo vários por dias. Meu nome é Elisângela, vou relatar aqui algo que aconteceu comigo a pouco tempo e que eu não contei nem pra minha melhor amiga.
Eu tenho 33 anos, sou gaucha, sou loira, 1,70m, cabelos na altura dos ombros, corpo normal, não sou nenhuma gostosona mas eu sinto que os homens ainda se excitam comigo pois os olhares deles na rua ainda são frequentes. Sou casada com o Marcos, um moreno forte, 1,75m, professor de natação, ele sempre foi ótimo comigo, e, como foi o meu primeiro homem, sempre me ensinou várias coisas, o nosso relacionamento é ótimo e sempre fomos muito felizes.
Há 5 meses comecei a trabalhar numa firma de aluguel de veículos devido às necessidades cotidianas e lá conheci o Sr Davi, meu chefe, é um homem de 55 anos, mas está conservado para a idade, ele é um homem de 1,65m e magro, desde que eu comecei a trabalhar lá, ele sempre foi muito cordial comigo e eu notei que ele começou a me agradar.
O fato é que no dia do aniversário da firma (cerca de 2 meses atras), os funcionários foram convidados para uma recepção na casa do Sr Davi na serra, cheguei em casa e chamei o Marcos, nos arrumamos e fomos para a casa do meu chefe, quando chegamos, entramos e fomos recebidos pelo Sr Davi, que disse para ficarmos à vontade, Marcos já foi se enturmando com os meus colegas de trabalho e logo já estava naquelas horríveis mesas de carteado com todos aqueles machões que só pensam em beber e jogar baralho.
As outras mulheres estavam todas conversando inutilidades sentadas no sofá, eu me sentei com elas, mas logo me cansei e fui para a varanda tomar um ar. Senti alguém chegando e vi que era o Sr Davi, ele me disse se eu estava chateada e eu disse que não gostava do jeito que o meu marido era nessas ocasiões, ele me surpreendeu dizendo que meu marido não sabe como tratar uma mulher como eu e me convidou para um passeio pela propriedade. Eu nunca tinha dado trela para ele mas estava com vontade de dar uma volta e nesse momento ele me pareceu uma ótima companhia.
Fomos no meio das árvores por um caminho de pedras e eu notei que ele estava de olho nas minhas pernas, afinal eu estava com um shortinho pequeno (comportado) e com uma camisetinha apertada. Chegamos numa casinha que não dava para ser vista da casa principal, ele me chamou para entrar e tomar alguma coisa, eu aceitei e quando entramos, fiquei surpresa, aquela casinha era uma sauna, muito bem arrumada, com um barzinho e uma banheira enorme, no outro lado tinha uma bancada almofadada.
Ele preparou umas bebidas e ficamos conversando sentados na bancada, aquelas bebidas e o papo mole dele me deixaram um pouco excitada e eu comecei a suar, ele notou e me convidou para tomar um banho de banheira, eu disse que não, que eu não estava com trajes de banho e ele me disse que ele também não, nisso ele tirou sua bermuda e camiseta e ficou só de cueca, por sinal tinha um volume considerável dentro da sua cueca, eu pensei no meu marido jogando baralho e resolvi que não tinha nada de mais.
Fiquei só de calcinha e sutiã e entrei na banheira, ele entrou e para o meu espanto se sentou bem ao meu lado com o braço por trás do meu pescoço. Aí sim ele foi ousado, começou a falar no meu ouvido que me queria, que sempre me achou a mulher mais linda que ele já tinha visto, em vez de ficar brava com ele eu fiquei muito excitada, acho que era o jeito dele, fui ficando com a buceta molhada, ele se chegou mais e me beijou na boca, eu cedi e o beijei começando a sentir as mãos dele pelas minhas pernas e seios.
Depois de um tempo ele pegou a minha mão e colocou no seu pau, eu tive um susto, o do Marcos tem 16cm e é fino, mais com a cabeça grande e pouquinho torto (e feinho), mas aquilo era diferente, não dava para calcular na hora pois estava em baixo d"água mas era maior e mais grosso (bem mais), eu fiquei batendo uma punhetinha até ele se levantar e posicionar aquela maravilha na minha frente. Calculei que tinha uns 18cm, era muito grosso e tinha uma cabeçorra vermelha e brilhante que me hipnotizou (muito bonito), caí de boca e chupei, lambi, beijei, mamei, fiz de tudo, bati com ele na minhas língua, fiz gargantinha, cuspi nele, apertei suas bolas e tudo.
Ele me pois de quatro na borda da banheira, eu tive um pouco de medo mas me soltei e esperei, ele posicionou a cabeça e foi enfiando bem devagar, senti uma queimação e quando a cabeçorra passou ele forçou mais um pouco e quase me rasgou no meio, estava pegando fogo, mas fazia meu corpo se contorcer de prazer, ele notou isso e forçou o resto para dentro de mim, chegando até o meu útero.
Ele me pegou pelos quadris e começou o vai e vem que durou uns 20 minutos me fazendo soltar gritos que acho que poderiam ser ouvidos até na casa, por isso me preocupei e segurei minha boca, mas estava derretendo de tanto gozar, quando senti ele enfiar com mais força e gritar esguichando vários jatos de porra me enchendo com seu gozo quente, aquilo saía com uma pressão incrível, parecia uma mangueira de bombeiro apagando o meu fogo.
Saímos da banheira e eu não resisti em limpar aquele tronco e sentir o gosto da porra daquele macho antes de nos trocarmos e irmos de volta para a festa. Ninguém percebeu nada, eu estava sentindo a porra escorrer pelas minhas pernas e a minha buceta arder muito, mais devia estar com cara de quem "comeu e gostou muito".
Após um tempinho lá falando um pouco conversando um pouco eu pedi ao meu marido para irmos embora, que estava com dor de cabeça. Era nossa senha para deixar o local numa boa. Na verdade eu tava saindo por estar muito molhada, e seria certeza algo perceber algo ali.
Desde então estou saindo com o meu chefe, e ele esta doido pra comer o meu cuzinho, mais estou com medo da dor.
Até quando conseguirei resistir ao seu pedido…Não sei!
Enviado ao Te Contos por Elisângela
Perdeu Pagou… Pagamos e Gostamos. (11-07-2026)
By; Fernanda
Meu nome é Fernanda e tenho 20 anos. Sou morena, com um bundão empinado e as coxas grossas. Minha irmã, piranha que só ela, não perdia uma chance de fuder com algum de meus primos, e já até a flagrei chupando o cacete de um deles.
E é com essa informação que vou ao ponto.
Copa do mundo, Inglaterra x Noruega, aproveitando que nossa tia estava aqui em casa e demoraria muito, minha irmã e eu fomos ate a sua casa com o pretexto de ver o jogo mais a real era apenas para infernizar nossos primo, sempre fazemos isso. Como já havia rolado algumas vezes nessa copa, mesmo sem entender tão bem de futebol, apostamos em quem venceria e claro que nós (Minha irmã e eu) escolhemos que a Noruega ganharia (já que ganhou do Brasil porque não ganharia da Inglaterra pensamos nós), nossos primos Reinaldo e Roberto, 21 e 22 anos, eu logo perguntei;
- valendo o quê?
e a idiota da minha irmã já foi logo falando;
- Quem ganhar escolhe é melhor.
Sem ver sacanagem na parada, aceitamos.
Ai já sabem né perdemos, a Inglaterra fez o grande favor de vencer, o Halaand fez o favor de não jogar nada. Meu primo;
- E aí fodonas, perderam? Ironizou Roberto.
Minha irmã mandou eles dizerem logo o que queriam. E eles mandaram na lata;
- Vocês vão ter que pagar um boquete para nós, Disse Reinaldo, sem vacilar.
- Qualé, ficaram malucos? disse indignada.
- Ué, tiraram tanta onda e agora vão amarelar?, provocou Roberto, rindo.
- Ta bom então, mas só um pouco, aceitou minha irmã, que já estava adorando a situação.
Ela foi logo puxando Reinaldo para o sofá e mandando ele sentar. Roberto ria e me provocava;
- e aí Fernanda, perdeu pagou.
Eu não acreditava no que via, minha irmã abaixou as calças de Reinaldo com cueca e tudo e começou a bater uma punheta para ele. Eles estavam á poucos metros de mim e logo comecei a sentir minha bucetinha se umedecer toda. Reinaldo tinha um cacete grande e logo estava super duro. Os dois me olharam e, com o cacete duro nas mãos, minha irmã me disse ;
- Vai Fernanda, chupa o pau dele.
Roberto me olhou e, já cheia de tesão mas muito envergonhada, o chamei para o meu quarto, puxando-o pelas mãos. Disse para o Roberto que seria só uma chupadinha e mais nada, e ele, com um sorriso safado concordou. Me sentei na cama com ele em pé á minha frente comecei a abrir sua calça. Antes mesmo de tirar seu cacete para fora, ele já se mostrava bem duro pelo volume que fazia.
Não seria a primeira vez nem a segunda que eu iria chupar um cacete, mas aquela situação toda estava me perturbando muito, ao mesmo tempo em que me excitava, mas na hora que enfiando a mão dentro de sua cueca, tirando seu cacete para fora, um tesão louco me tomou o corpo e depois de o medir com os olhos, 16 cm confirmei depois, comecei a chupar. Era do tamanho que eu gosto, que dá para chupar bem gostoso enfiando quase tudo na boca. Abaixei sua calça e acariciando seu saco peludo, e me dediquei a mamar o cacete de Roberto. Seu pau era muito bonito e a cabeça era bem grande, inchada e roxa. Chupei meu primo durante uns dez minutos até que sentindo que ele iria gozar logo, aumentei o ritmo de minha chupada, indo e vindo com a cabeça cada vez mais rápido, até que senti sua porra me inundando a boca.
Pela primeira vez eu deixava alguém gozar em minha boca, eu sempre pedia para gozarem sobre meus peitos, mas estava adorando. Sua porra tinha um sabor muito estranho, mas não era ruim. Roberto gemia baixinho enquanto eu mamava e mamava, engolindo seu leitinho todo.
Depois me bateu uma vergonha e pedi que vestisse a calça. Ouvindo uns gemidos vindos da sala, Roberto me chamou para ir ver com ele o que eles estavam fazendo. Eu fui, e o que vi me acendeu novamente o tesão. Minha irmã estava de quatro no sofá sendo fodida com força pelo meu primo, que a segurava pela cintura. Roberto estava atrás de mim passando a mão em minha bunda. Continuei a assistir a transa dos dois e logo meu primo já estava me abaixando a calça de lycra que eu usava. Dei uma olhadinha para trás mas logo voltei a outra cena, deixando meu primo me lamber a bunda. Abaixado, ele me mordia a bunda toda e lambia meu reguinho. Eu estava hipnotizada pela cena, e muito excitada.
Meu primo, se aproveitando disso, me abraçou por trás e começou a me acariciar os peitos e a bucetinha completamente úmida. Depois ele tirou minha blusa e abaixando-se de novo atrás de mim, levantou uma de minhas pernas e começou a chupar minha buceta. Eu própria segurava minha perna no ar, enquanto sentia sua língua em minha bucetinha e no meu cuzinho. De onde nós estávamos eles não poderiam nos ver, pois eles estavam meio de costas para gente, e assim, assistindo meu primo comendo minha irmã, me agarrei ao alisar da porta e com uma das pernas levantadas, deixei que Roberto me comesse. Ele enfiou tudo de uma só vez e, me segurando pelos peitos, passou a me fuder.
Depois de alguns minutos, eles mudaram de posição, com ela sentando sobre ele mas, não querendo que me vissem, fechei a porta do quarto e puxei Roberto para a cama.
- Chupa minha buceta, eu estou morrendo de tesão, implorei.
Roberto me deitou, abriu e levantou minhas pernas e mandou ver. Nossa, e como chupava bem! Ele abria com os dedos meus lábios vaginais e enfiava a língua lá dentro, me fazendo gemer. Eu nem lembrava mais dos outros dois lá na sala. Roberto me chupou bastante até que veio para cima de mim e cravou seu cacete em minha bucetinha. Eu gemia e o abraçava, enquanto de pernas para cima, recebia seu cacete gostoso. Louca para gozar, troquei de posição com ele e de cócoras enfiei seu cacete na buceta.
O cavalguei por uns dez minutos e gozei aos gritos, rebolando como uma puta. Um dos melhores da minha vida! Meu gozo parecia não ter fim. Quanto mais eu rebolava mais eu gozava. Depois Roberto me virou de quatro e começou a me foder assim.
- Que bunda linda!, disse.
Enquanto me deliciava com as estocadas de Roberto, ouvia os gemidos de minha irmã na sala, me excitando ainda mais. Roberto tirou seu cacete e começou a lamber meu cuzinho. Depois de me lamber bastante, Roberto começou a enfiar um dedo, depois outro e logo um terceiro, enquanto me masturbava. Ele começou a me fuder o cuzinho, preparando-o para o seu cacete.
- Já bati muita punheta imaginando te comendo o cuzinho, disse enquanto enfiava e tirava seus dedos em minha bundinha. Agora eu vou te comer como sempre quis, priminha gostosa, concluiu.
Eu até pensei em fazer um doce para dar o cuzinho para ele, mas logo ele tirou os dedos e começou a enfiar o cacete duro como ferro em meu buraquinho apertado. Ao contrário do que esperava, não senti nenhuma dor, só prazer. Seu cacete foi entrando firme até que senti seu saco encostar na minha bucetinha, e assim que levei minha mãos até a ela, começando a me masturbar, Roberto começou a me comer. Ele estocava profundamente e quase tirava seu cacete de meu cuzinho, me fazendo delirar de tesão.
- Me come gostoso, estou adorando dar o cuzinho para você, gemi.
- Vou gozaaaaar.... gemeu logo em seguida.
Eu não aguentei tanto tesão e gozei com ele, aos gritos novamente, como nunca havia gozado. Ali eu entendi por quê dizem que nada é melhor do que gozar por trás. Roberto me fodia freneticamente e eu não parava de gozar, sentindo sua porra escorrendo pelas minhas pernas, até que desabamos na cama, exaustos.
Depois de trocarmos uns beijos, nos vestimos e voltamos á sala, encontrando-os também já vestidos e no maior love. Começamos a rir feito bobos e depois de uma rodada saideira de cerveja, nós vinhemos embora. Antes de dormirmos, contamos uma para a outra o que tinha rolado e rimos muito. Assim como eu, ela também tinha dado o cuzinho e tinha adorado.
Valeu muito a pena ter perdido a aposta, agora acho que darei mais vezes para o Roberto.
Enviado ao Te Contos por Fernanda
Virou vicio e ninguém suspeita (01- Junho- 2026)
By; Mirela
Ola Te Contos me chamo Mirela, tenho 24 anos, namoro, e o que contarei aqui para vocês o que começou acontecer no inicio desse mês de Junho e continua acontecendo.
Era segunda feira 01 de Julho, era uma tarde quente, eu me arrumei com cuidado. Vestido leve, daqueles que marcam o corpo sem ser vulgar demais, com uma fenda lateral que deixava as coxas à mostra quando eu andava. Salto alto preto, maquiagem sutil. Meu namorado sabia que eu ia resolver um problema burocrático na cidade vizinha com o pai dele.
– Tudo bem amor, vai com ele então. Depois passa aqui quando voltar, tá? – ele disse no telefone, sem desconfiar de nada.
O sogro chegou pontual. Um coroa sarado, ex militar, daqueles que malham bastante pra manter a forma, cabelo grisalho bem cortado, cheiro de perfume caro. Ele insistiu no carro dele pra economizar, e eu acabei cedendo. Entrei no banco do carona, o vestido subiu um pouco nas pernas. Ele ligou o som baixo, uma música sensual que preenchia o carro. Os primeiros minutos foram normais, conversa fiada sobre o trabalho. Mas eu percebi os olhares. De rabo de olho, ele descia o olhar pelas minhas coxas lisas, pela curva dos seios pressionados contra o tecido.
Eu disfarçava, mas não conseguia ignorar o volume que crescia na calça dele. Uma protuberância grossa que latejava contra o tecido. Meu corpo reagiu. Senti um calor subir pela buceta, um formigamento no grelinho. A viagem de quarenta minutos pareceu eterna.
Chegamos, resolvemos o assunto. O cara do cartório até comentou:
– Sua esposa é linda hein?Meu sogro sorriu, possessivo:
– Não, ela é minha nora.
Aquilo me deu um frio na barriga. O jeito que ele disse “minha nora” carregava outro peso. No caminho de volta, ele parou o carro de repente numa estrada secundária. Antes que eu pudesse falar, ele grudou em mim. A boca dele tomou a minha num beijo faminto, língua invadindo, chupando meus lábios com desespero.
– Para… – eu murmurei, mas minha voz saiu fraca, traída pelo tesão que já molhava minha calcinha.
Ele não parou. A mão dele entrou pela fenda do vestido, apertando minha coxa grossa, subindo devagar até roçar a borda da calcinha. O cacete dele estava duro como ferro, roçando na minha perna.
– Eu quero você há tanto tempo, sua putinha – ele rosnou no meu ouvido, mordendo o lóbulo.
Ele ligou o carro de novo e entrou num motel ali perto. Eu obedeci, calada, o coração batendo forte. Quarto com hidromassagem. Assim que a porta fechou, o coroa enlouqueceu de verdade. Me prensou contra a parede, beijando como se fosse o último beijo da vida. Mãos grandes apertando minha bunda, puxando o vestido para cima.
– Olha essa bunda… caralho, você esconde isso tudo do meu filho? – ele disse, rindo safado.
Ele tirou os sapatos, a camisa, revelando o peito definido, abdômen marcado. Calça e cueca foram ao chão. A pica dele saltou, grossa, veias pulsando, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Uns bons 18 centímetros de vara latejante. Ele balançou ela na minha frente.
– Olha o que você fez, sua safada. Essa pica tá assim por sua causa o caminho todo.
Eu me ajoelhei, admirando. Peguei aquela vara quente com as duas mãos, punhetando devagar, sentindo o peso, a rigidez. Massageei as bolas pesadas, cheias.
– Que pica gostosa, sogro… – sussurrei, olhando pra ele com olhos pidões.
Ele gemeu baixo, tirando meu vestido com urgência. Fiquei só de sutiã, calcinha fio dental e salto. Ele afastou, admirando.
– Porra, que corpo. Vou comer você todinha hoje, nora. Vou foder cada buraco seu.
– Vai mesmo? Então vem… – respondi, já molhada.
Ele arrancou o sutiã, mamando meus peitos com fome. Chupava os mamilos duros, mordiscava, lambia toda a barriga, descendo. Ajoelhou, cheirou minha buceta por cima da calcinha.
– Que cheiro bom de puta no cio.
Me virou de costas, puxou a calcinha com os dentes, descendo devagar. A bunda ficou exposta, o fio enterrado no cuzinho.
– Nossa, olha esse cu… tudo apertadinho. Vou comer ele também.
Agachou e mordeu minha bunda, lambendo entre as nádegas. Me colocou de quatro na cama, mordendo e chupando. Depois me levou pra hidromassagem. Água quente, borbulhando. Ele me sentou na borda, abriu minhas pernas e grudou a boca na minha buceta.
– Ahhh… sogro… que delícia… – gemi, segurando a cabeça dele.
A língua dele era experiente. Lambia os grandes lábios, chupava o grelinho inchado, entrava na entradinha molhada. Depois desceu pro cu, lavando, enfiando a ponta da língua.
– Lambe meu cuzinho… assim… porra… – eu pedia, rebolando.
Ele chupava o grelo com força, sugando, mordiscando de leve. Eu explodi.
– Aiiiiii não paraaaa que eu vou gozar… aaaahhh! – gritei, o corpo tremendo, gozando na boca dele.
Ele lambeu tudo, sorvendo meu mel.
– Vou tomar tudo, sua cadelinha. Que buceta gostosa.
Era minha vez. Segurei aquela pica grossa, bati na língua, chupei a cabeça, descendo até as bolas. Mamava uma bola de cada vez, lambendo o saco inteiro.
– Caralho… que boquinha gulosa… mame essa vara, nora… – ele gemia, segurando meu cabelo.
Eu desci fundo, engasgando, saliva escorrendo. Ele fodia minha boca com estocadas.
– Vou gooooooozar… segura aí… porraaa!
Ele jorrou na minha boca, porra grossa, quente, muito volume. Encheu minhas bochechas. Eu cuspi tudo na barriga dele, lambendo depois. Ele me beijou com gosto de porra, misturado. Tomamos banho juntos, mãos explorando. Mas o tesão não baixou. Ele me grudou na parede do box, subiu em mim, ergueu uma perna e enterrou a pica na minha xoxota de uma vez.
– Aaaaiii… que pica grande… me rasga… – gritei, unhas cravadas nas costas dele.
Ele metia forte, fundo, as bolas batendo na minha bunda molhada.
– Toma essa vara, putinha. Buceta apertada do caralho.
Mordia meu pescoço, minhas costas, xingando sem parar.
– Cadela safada… dando pra sogro… traidora… gosta de pica de coroa né?
– Gosto… fode mais… me fode gostoso… aaaahhh!
Fodemos uns bons dez minutos naquela posição, água caindo. Ele me virou, me colocou de quatro na banheira, metendo de novo, batendo fundo.
– Olha esse cu piscando… vou comer ele depois.
Eu rebolava, desesperada.
– Vou gozar de novo… na sua pica… porraaa… aaaahhh!
Ele gozou junto, enchendo minha buceta de porra quente, jatos fortes.
– Toma toda a porra do sogro… encheu essa xoxota… que delícia.
Ficamos ali, ofegantes. Depois saímos, nos arrumamos e voltamos. Na estrada, ele ainda passava a mão na minha coxa.
– Isso fica entre nós, hein? – ele disse.
– Claro… mas quero mais – respondi, sorrindo safada.
Cheguei em casa à noite, meu namorado me esperava. Dei um beijo nele, ainda sentindo o gosto do pai, a buceta latejando com a porra do sogro escorrendo na calcinha.
Dias depois, o tesão voltou mais forte. Meu sogro me chamou pra “ajudar” em outro serviço. Dessa vez eu já sabia o que ia rolar. Entrei no carro dele de saia curta, sem calcinha. No caminho, ele já enfiou a mão entre minhas pernas.
– Buceta molhada já? Safada.
– Tô louca pra sentar nessa pica de novo – confessei.
Ele parou no mesmo motel. Quarto maior. Mal fechou a porta, me jogou na cama. Tirou tudo rápido. A pica dele já babando.
– Chupa, vadia.
Eu chupei com mais vontade, babando na vara, engolindo até o fundo da garganta. Ele gemia rouco.
– Que garganta profunda… engole tudo, putinha.
Depois me fodeu de lado, uma perna erguida, metendo devagar no começo, depois acelerando.
– Olha como sua buceta engole minha pica… apertadinha… geme pra mim.
– Aaaahh… mais forte… me arromba… sogro delícia… – eu gritava, gemendo desesperada.
Ele me virou de bruços, levantou minha bunda e enfiou no cu devagar. Primeiro a cabeça, depois o resto.
– Aiiii que cu apertado… vai devagar… aaaaiii… tá entrando tudo…
– Relaxa, vadia. Esse cu é meu agora.
Metia no cu com força, estocadas fundas, mão no meu grelo esfregando.
– Goza no meu cuzinho… enche ele de porra… – pedi, enlouquecida.
Ele gozou, enchendo meu intestino. Depois virou e me fez sentar na cara dele, esfregando a buceta na boca enquanto eu mamava a pica.
Dias viraram semanas. Encontros escondidos, rapidinhas no carro, foda completa no motel.
A relação virou vício. Eu vivo molhada só de pensar na pica dele. Ele vive duro pensando na minha buceta e cu. E o melhor: ninguém suspeita. À noite eu dormo com o namorado, de dia dou pro meu sogro com tudo.
Enviado ao Te Contos por Mirela
Goddess Zephy
Modification of the second impregnation by the black bull. The cuck has to care for the first black child his wife had.
Como meu casamento mudou após um flagra.
Meu nome é Paula. Em 2022 faço 40 anos. Sou casada com Geovane há 15 anos. Um relacionamento muito bom. Temos uma filha de 10 anos. Quando minha filha fez 6 anos, eu voltei a trabalhar. Na empresa que trabalho estamos sempre em contato com clientes e outros funcionários de empresas. Acabei me envolvendo com um colega de trabalho de outra filial. Tudo aconteceu numa festa de final de ano, mais precisamente em 2018, que após algumas bebidas, peguei carona com este amigo, e trocamos alguns beijos no carro dele. Fiquei péssima, pois meu marido não merecia tal atitude de minha parte. Desde então, eu e meu amigo que aqui vou chama-lo de Paulo, estamos sempre juntos na empresa. Conversamos muito, todos os dias, e acabamos nos tornando confidentes. Ele me contava muitas coisas da vida conjugal e eu também. Inclusive sempre dizia a ele o arrependimento que tinha por ter beijado-o naquele final de ano. Ele entendia, não forçava a barra.
Sempre que ele vinha a minha filial, saíamos para almoçarmos juntos. Quando estávamos a sós, acabávamos dando um jeito para namorarmos um pouco. Algumas pessoas da empresa já desconfiavam de nós dois. Foi então que um dia, resolvemos sair para tomarmos uma cerveja e irmos a um local mais sossegado onde podíamos ficar mais à vontade. Me dei muito “mal” (ou não). Numa sexta-feira falei para meu marido que iria ter uma reunião acompanhada de um pequeno evento depois desta reunião. Isto sempre acontecia. Mas neste dia, fui para um motel com o Paulo e foi maravilhoso transar com ele. Que delicia de homem. Que pegada. Acho que não sentia prazer assim há muito tempo. Neste dia, Paulo me levou para casa, já um pouco tarde e paramos próximo demais do meu apartamento. Foi aí que aconteceu uma coisa que mudaria nossas vidas. Meu marido nos pegou juntos, foi a situação mais constrangedora para mim e para o Paulo. Estávamos aos beijos, eu o masturbava, quando meu marido bate na janela do carro, do lado onde eu estava, e apenas me pergunta o que era aquilo? Eu quis morrer naquele instante. Temia um escândalo e o fim do meu casamento. Um filme de terror passou por minha cabeça. Paulo, meu amante não sabia como agir. Meu marido com olhar sério. Virou as costas e saiu. Fiquei chorando muito no carro. Quando me acalmei, fui para casa, Paulo foi embora. Em casa tive uma “DR” com meu marido. Eu tentava me explicar e ele calado. Sério. Conversamos baixo para não acordar nossa filha. Eu chorava como nunca chorei. Pedia perdão. Implorava para não contar nada para minha filha. Geovane ali calado. Mudo. Olhos lacrimejando. Levantou, falou baixo no meu ouvido que não contaria nada para a nossa filha. Pediu para eu ficar calma. Me deu um beijinho e foi dormir. Fui tomar meu banho e não sabia o que pensar. No dia seguinte, acordei cedo, fiz uma bela mesa de café, até minha filha perguntou porque daquilo tudo. Meu marido acordou, tomou seu banho, tomou café com a gente, saiu para levar minha filha para escola e ir para o trabalho. Antes da sair me deu um beijinho, gesto que não acontecia mais na nossa relação, nossa filha ficou feliz. Fiquei sem saber o que estava passando. Paulo me enviou uma mensagem, contei para ele o que estava acontecendo. Disse que estava com medo do meu marido está planejando alguma coisa. Fui para o trabalho, meu amante estava tenso e eu também. Mandei uma mensagem para meu marido e ele respondeu com carinho. Não me aguentava de curiosidade e medo. Perguntei se ele me perdoava e ele respondeu que sim. Meu Deus, foi a melhor mensagem que tinha recebido do meu marido. Geovane então perguntou se queria que ele me buscasse no serviço. Respondi que sim e as 18hs ele já estava na porta da empresa me esperando para irmos para casa juntos. Neste dia, conversamos e meu marido disse que já sabia do meu caso porque já tinha lido várias conversas minha e de Paulo no whatsapp. Aquele erro que cometemos de achar que estamos escondendo tudo de quem está ao nosso lado. Fiquei surpresa. Disse porque ele não tinha me dito, porque não terminou com tudo. E ainda quis saber como ele sabia que eu estaria ali no carro àquela hora da noite? Geovane me falou que viu minha conversa com Paulo quase o dia todo, que naquele dia tinha pedido para trabalhar de casa, para ficar de olho no meu computador, onde tinha espelhado meu whatasapp. Meu marido tinha descoberto a senha, há muito tempo, segundo ele, e ainda me disse que era muito óbvia.
Neste dia que fui flagrada por meu marido, eu e Paulo conversamos muita safadeza o dia todo. Eu cheguei a falar para ele eu amava meu marido, minha família, mas que estava com muita vontade de ficar com ele. Comparei-o com meu marido no quesito tamanho da ferramenta e muitas outras coisas que já tínhamos vivido. Paulo, na conversa comentou o quanto minha boca era gostosa e o quanto o fazia gozar batendo uma para ele. Não acreditava que meu marido tinha tido acesso a toda a nossa conversa. Que vergonha! Sobre o flagrante, Geovane disse que ficou da janela do apartamento esperando eu chegar. Quando viu o carro de Paulo parando mais distante, desligando os faróis e ninguém desceu, resolver ir ver se era eu que estava neste carro. E não deu outra. Me contava tudo com muita calma, eu não acreditava. Então resolvi beijar meu marido e ele me beijou como nunca. Peguei no seu pênis e vi que estava muito excitado. Surpresa, perguntei se aquela história estava deixando daquele jeito, ele falou que sim. Não sabia o que sentia. O alivio foi imediato. Mas o medo da reação ainda me rondava. Chegamos em casa e transamos como nunca. Ele me fez gozar tanto. Olhou nos meus olhos e perguntou sobre Paulo. Eu num primeiro instante não quis falar, Geovane então pediu para não esconder mais nada, ele já sabia o suficiente para separarmos, mas me amava e não conseguiria me deixar. Perguntei o que ele queria saber? Ele então perguntou se tinha atrapalhado o meu romance com meu amante? Não acreditei. Falei que Paulo estava com muito medo. Que temia que ele me deixasse. Que temia o fim da minha família. Temia até eu ser agredida. Depois Geovane quis saber como tudo começou, o que eu sentia por ele e até das nossas transas. Fiquei sem saber o que dizer mais fui aos poucos narrando alguns detalhes. Geovani me perguntava com todas as letras se o Pau de Paulo era mais gostoso que o dele. Eu falei que não, mas que era maior, mais grosso e me dava muito prazer. Nesta hora, meu marido ficou muito excitado e transamos de novo. Fui ficando mais à vontade para contar as coisas. E a cada detalhes que eu revelava, mais via o tesão que ele sentia. Entendi então que ser corno era uma fantasia do meu marido.
No dia seguinte, acordei e meu marido tinha preparado aquele café. Estava carinhoso e atencioso como nunca. Saiu para levar nossa filha à escola e ir trabalhar. Antes, pediu para eu olhar no whatsapp. Tinha uma mensagem do meu amante. Corri, peguei meu celular e li a mensagem do Paulo perguntando se estava tudo bem em casa. Se meu marido tinha conversado comigo. Meu marido se passou por mim e apenas disse. “Está tudo bem, depois conversamos”. Quando meu marido saiu, escrevi para o Paulo. Falei que meu marido tinha saído e que estava podendo falar aquele hora. Falei que o clima ficou pesado mas que eu e achava que tinha resolvido a situação. Paulo de consciência pesada e muito aliviado pediu 1001 desculpas. Disse que não me traria problemas e pôs um “fim na nossa relação”. Ele quis saber o que meu marido fez? Se tinha me agredido? Se tinha falado em separação? Todo preocupado. Perguntou até se eu queria que ele se desculpasse com meu marido. Estava desesperado.
Expliquei para Paulo que nada disto seria necessário. Que eu e meu marido de forma civilizada havíamos conversado. Que era para ele ficar tranquilo que também não iríamos levar problemas para ele e a sua família. Foi então que Paulo comentou que tinha amado transar comigo e que achava que não conseguiria ficar sem mim. Eu aproveitei a deixa, e também e disse o mesmo. Ele surpreso, perguntou se iriamos ter outros encontros. Eu respondi que sim. Surpreso ele questionou sobre o meu marido? Eu apenas disse, vai ter que acostumar!
Paulo Riu. Ficamos em paz. E graças a Deus esta situação não acabou numa desgraça. Meu marido vem buscar todos os dias no serviço, agora. Não sai mais tanto com seus amigos, e até um futebol que participava uma vez por semana, inventou que tinha se machucado e saiu deste compromisso. Eu e Paulo continuamos a sair juntos. Ele não sabe ao certo se meu marido sabe. Eu sempre tento preservar meu marido, dizendo a Paulo que inventei uma desculpa para Geovane, para encontrar com ele. Quando saio com Paulo, aviso meu marido que vou ter uma reunião até mais tarde. Ele já sabe com quem é esta reunião e me diz para divertir e que estará me esperando. Gente, é incrível como isto mudou nossas vidas. Como sou feliz com meus dois homens. Já teve vez eu pedir para Geovane para não me buscar no trabalho, porque o Paulo ia me levar. Antes, sempre paramos em algum local, as vezes em drive-in para um namoro rápido. Várias vezes cheguei em casa após fazer boquete completo em Paulo e vou logo beijando meu marido e perguntando baixinho no seu ouvido: Sentiu o gosto? Ele quase morre de tesão quando faço isto. Outra coisa que já fiz com meu marido, após estas rapidinhas com Paulo, é enxugar a porra do Paulo com a minha calcinha e entregar minha peça intima toda suja para meu marido, quando chego em casa. Ele quase goza perna abaixo quando trago esta surpresa para ele. A, e tem mais. Sempre que saio com o Paulo, chego em casa encontro janta pronta, filha tomada banho e as vezes até já na cama. Meu marido mudou da água para o vinho.
Estivemos uma vez num churrasco de um colega de trabalho. Eu fui com meu marido. Paulo estava presente e não levou a esposa. Apresentei todos para meu marido, inclusive Paulo, que num primeiro momento ficou muito sem graça, não sabia como agir. Eu falava com Paulo que meu marido nem lembrava eu era ele. Foi assim que ele ficou mais tranquilo e conversou com meu marido na festa. Já com meu marido, eu ficava provocando. Perguntava se estava gostando de conhecer de perto meu “PA”, meu amante. Dizia que alguns colegas da empresa deveriam estar curiosos, porque alguns desconfiavam que eu e Paulo tínhamos um caso e ele estando ali, deveria deixar muita gente encabulada. Geovane e Paulo conversaram sobre futebol, politica, casamento. Quando o assunto era esposa, meu marido falava para o Paulo o quanto me amava. Que ele não imaginava tudo que tínhamos vivido e passado juntos. Que um casamento só sobreviveria se houvesse muito cumplicidade. Paulo ouvia tudo, me elogiava. Chegou a dizer ao meu marido que eu deveria ser muito especial mesmo. Eu ouvia tudo e confesso sentir a mais poderosa do mundo. Final da festa, meu marido se levanta e vai ao banheiro, pedi para Paulo tomar conta de mim. Todos nós rimos. Paulo amou ter conhecido seu sócio, longe do meu marido me contava que não acreditava que toda história tinha tido aquele rumo. Falei para Paulo que foi difícil. Mas que Geovane não sabia que ele era o mesmo cara do flagra. Paulo então, como não é bobo nada, me perguntou se ele não sabia mesmo ou eu estava protegendo meu maridinho? Nesta hora disse que ele não sabia mesmo. Meu marido voltou. Nos beijamos, estávamos todos já altos pela bebida. Foi quando resolvemos ir embora, e fui ao banheiro e Paulo foi atrás. Disse para Geovane que tinha que olhar a sua esposa, já que ele tinha pedido. Rimos e eu já imaginava que Paulo queria um sarro. Próximo ao banheiro, nos beijamos muito. Tirei minha calcinha e dei para Paulo ver o quanto estava melada. Não demoramos muito e fomos embora. No carro, a caminho de casa Geovane perguntou o que tinha acontecido no banheiro e eu comentei que demos uns beijos e que tinha dado a minha calcinha melada para o Paulo matar um pouco à vontade e que Paulo disse que me devolveria na segunda-feira toda esporrada. Geovane ficou louco de tesão. Ele ama ser meu corno, e agora, já falei que vai lavar minhas calcinhas sujas. Ele disse que vai fazer. Não vejo a hora de saber se arrumei uma boa lavadeira. Esta é minha história. Bye Paula!
O tipo de leitura que faz muito bem para quem curte e para quem pensa em viver a vida de casal de uma forma mais “ Temperada ” !!!
Se vc pensa só em liberar sua esposa ou se vc quer participar não importa…o que importa e que vcs sejam felizes com a cumplicidade de que existe espaço para amar e dividir seus parceiros !!!!
I hope it’s not his cum
👰🌶️🔥🆗👍🤫
Cadê os machos de Brasília DF pra comer minha mulher?
Estamos em Jataí Goiás
Modification of the second impregnation by the black bull. The cuck has to care for the first black child his wife had.
Esposa ♥️
Esposa ♥️
Drink every drop