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@cosmic-o
Nunca tive...
Isso é fato. Nunca tive tão certo do que sinto e, olha que isso me espanta, admito que sempre me peguei intrigado com esse estado de sentimento que era a certeza daquilo que sinto e que posso sentir. Certeza. Sentir. Palavras completamente antônimos etimológicos; desde quando algo que se sinta é certeza absoluta!? Desde quando sentimos? Ah é claro. Não tente desmitificar a certeza daquilo que sinto, não há (ainda, quem sabe) ser no mundo que me faça não achar uma verdade universal aquilo que posso sentir e - garanto - nem a vocês. Rotulam demasiadamente o amor, amor é estado de espírito, amor é sorrir e fazer sorrir, amor é amar e ser amado. Ora! É mesmo!? Amar pode ser uma tarde no shopping; andar de mãos dadas, por que não?; até aquele ciuminho bobo que faz questão de aparecer. Nada é tão devastador quanto a intimidade, aquela resposta atravessada, a cara emburrada no ápice de um desentendimento; o carinho que chega de surpresa e te afaga ao relento, a falta do carinho que te causa saudade; o cafuné despretensioso que lhe acalma a alma, a ausência desse entrelaçar dos dedos que lhe faz me chamar. Nada. Nada disso abrandará esta pulsação, esta vibração no âmago de minha alma o que anseio por ti, nem no mais leve pulsar da batida do meu peito, nem na mais forte contração. Voltando a falar do que sinto, não tenho muito mais o que lhe dar, mas posso oferecer-te a eternidade do que posso sentir… Te amo
É vendaval, na mão ou não, mulher é um livro sem final
Haikass (via cosmic-o)