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happy birthday to our valentine boy ♡ #happyjaehyunday
Liam: -na fila pra pegar um café, com um boné e um óculos de sol claramente tentando passar despercebido -
Lottie: — Mas você não está fazendo da forma certa. — Arqueia as sobrancelhas — Falando nisso... Como está a coisas para vocês?
Liam: Eu só queria sumir do mundo por alguns instantes. -suspira- E você, como está?
Lottie: Da os ombros levemente. — O mesmo de sempre, eu acho.
Liam: Nós precisamos de férias.
Lottie: — Mas o semestre acabou de começar...
Tyler: -checando o celular antes de uma luta, tentando manter a calma-
Atë: — Eu sei, né. — Sorri, convencida.
Tyler: Eu acho que estou sendo esmagado pelo seu ego. -💩-
Atë: — Pelo menos vai ser asfixiado por algo que vale a pena: meu ego.
Tyler: Acho que eu prefiro levar alguns socos no ringue. -ri.
Atë: Da um soco de leve em seu braço. — Otario!
Tyler: O pessoal está falando de uma festa depois da luta, vamos?
Atë: — Vamos. — Sorri, concordando. — Eu nunca dispenso uma festa.
Charlotte: Sentada em uma mesa, no refeitório da faculdade, praticamente bufando.
Moço, dono da casa: — Vocês estavam transando na minha piscina!
Charlotte: — Nik! — Pula a cerca de volta, parando ao lado dele. — Você não pode sair comprando o silêncio das pessoas, isso é feio!
Klaus: Impaciente. — Quanto você quer pela casa?
Moço, dono da casa: — Eu não vou vender a minha casa! Eu vou chamar a polícia!
Charlotte: — Eu não posso ser fichada se novo... — Suspira.
Klaus: — Chame, eu estou no aguardo. — cruza os braços. — Mas ele não vão prender o filho de quem assina o pagamento deles. Sabe, se eu fosse você, aceitava o dinheiro e ficava calado.
Charlotte: — Você está sendo meio babaca. — Diz ao Nik.
Moço, dono da casa: — Quem você pensa que é, seu petulantezinho de merda?
Charlotte: — Niklaus. — Fica entre os dois. — Chega. Vamos embora, por favor. Eu não posso me envolver com polícia. É sério.
Klaus: Acaba cedendo. — Tá, tá, tá. Vamos sair daqui. — começa a caminhar para fora. — Você tem problemas mesmo com a polícia?
Charlotte: Pula a cerca, segurando a mão dele e correndo, enquanto o moço grita que vai chamar a polícia.
Klaus: deixa ser guiado por ela. — Ei, Charlie, acho que já estamos longe.
Charlotte: — Mas eles têm carros!
Klaus: — E eu tenho o Elijah. — a puxa para um beco, ligando para o irmão. — Manda o carro, agora. — faz uma pausa pro Ely responder. — Vou te mandar a localização. Ta, ta. Estou esperando. — desliga. — Podemos esperar cinco minutos aqui?
Charlotte: — Se eu for pega pela polícia, a culpa é sua. — Concorda em esperar.
Jude: sentado na biblioteca fazendo alguns desenhos.
Jude: — Você me acha uma pessoa difícil de ser amada?
Chanel: — Bem... Você é meu amigo e eu te amo, Judy.
Atë: Toda suja de graxa, saindo da aula prática da faculdade.
James: Distribuindo alguns panfletos, acaba por oferecer um a ela.
Atë: — Se eu pegar um agora, mal vou conseguir ler, com toda essa graxa. — Ri baixo. — Mas eu agradeço.
James: — Desculpe, não quis ser inconveniente. — Sorri levemente, tímido. — É apenas um projeto do meu curso.
Atë: — Um minuto. — Pega uma garrafa de água, jogando nas mãos e as limpando. Pega o panfleto. — Você cursa Psicologia?
James: — Curso sim. Estamos com uma campanha de conscientização sobre saúde mental.
Atë: — Oka... Me parece uma boa. — Concorda com a cabeça — Universitários costumam ser auto-destrutivos. Como vai funcionar essa campanha?
James: — Atenderemos gratuitamente quem tiver a necessidade de terapia e coisas assim. Ah, me chamo James. — Estende a mão para ela.
Atë: — Atë. — Segura a mão dele, a apertando firmemente.
James: — Caramba, que nome bonito. — Realmente admirado.
Atë: — Obrigada! — Sorri. — Eh... Vamos lá. Vem do grego: Ἄτη, que quer dizer "ruína", "insensatez" e "engano". Vem da mitologia grega, Atë era a deusa da fatalidade e das personificações das ações irreflexivas e de suas consequências. Tipicamente, faz referência aos erros cometidos que lhes levam a perdição, a caminho da morte.
James: — Wow. Isso é brilhante. — Com os olhinhos brilhando.
Atë: Faz uma reverência, sorrindo. — Agradeça ais meus avós por isso, eles quem escolheram.
James: — Seus avós parecem ser pessoas muito inteligentes.
Atë: — Eles são velhinhos adoráveis. — Concorda, sorrindo.
James; — Adoro idosos. Se dependesse de mim, trabalharia em um asilo.
Atë: — E o que te impede?
James: — Bem, é raro eles precisarem de estagiários.
Atë: — Deveríamos procurar, sabe?
Blue: Encontrava-se nas arquibancadas do campo de Quadribol, assistindo ao treino de uma das casas. A gorota estava pensativa, e sussurrava para si mesma o tempo todo.
Jon: — Adoro quando me chamam de “cuzão” ou “pirralho”, na mesma frase então é quase um orgasmo.
Blue: Caiu na risada. — Você não tem tipo, quinze anos?
Jon: — Dezesseis, mas o que isso tem a ver?
Leiliah: Parou na orla da Floresta, após sair de sua aula de Trato das Criaturas, olhando ao redor como se certificasse estar sozinha.
Kevin: — Como isso pode ser culpa minha?
Leiliah: — Você está me estressando e você é xereta!
Kevin: — Não sou xereta, apenas estou dizendo que você não pode entrar ai.
Jofrey: Caminhará tranquilamente pelos corredores da escola, em direção as suas aulas matinais.
Billius: revira os olhos. — Não me canse, Joe. Hoje ainda tem aula de Herbologia.
Jofrey: O garoto praticamente deslizou pela parede, de forma dramática. — Oh, Herbologia não!
Billius: — Herbologia, sim, infelizmente. — Suspira.
Blue: Encontrava-se nas arquibancadas do campo de Quadribol, assistindo ao treino de uma das casas. A gorota estava pensativa, e sussurrava para si mesma o tempo todo.
Jon: — Adoro quando me chamam de “cuzão” ou “pirralho”, na mesma frase então é quase um orgasmo.
Leiliah: Parou na orla da Floresta, após sair de sua aula de Trato das Criaturas, olhando ao redor como se certificasse estar sozinha.
Kevin: — Como isso pode ser culpa minha?
Jofrey: Caminhará tranquilamente pelos corredores da escola, em direção as suas aulas matinais.
Billius: revira os olhos. — Não me canse, Joe. Hoje ainda tem aula de Herbologia.
Jofrey: Caminhará tranquilamente pelos corredores da escola, em direção as suas aulas matinais.
Billius: — Mas esse é o meu papel. Ser o dramático do grupo, e o que deixa você e os DeHaan longe o suficiente de toda a bagunça.
Jofrey: — Acalma o coraçãozinho, princesa.
Billius: Joga o cabelo que não tem. — Eu sempre seria sua magestade.
!rene: Myla, eu não entendi. Hahahaha
PERDÃO
agora lendo, nem eu então vou responder de novo
Laurianne: Joga a mochila na grama do jardim, com raiva.
Laurianne: — Eu tenho medo de patos, eles me assustam.
Bucky: — É engraçado porque ele o chama de “Ducky”, e as vezes parece que é comigo.
Laurianne: — É como irmãos gêmeos com os nomes combinando.
Bucky: — Então meu gêmeo é um pato?
Laurianne: — Você se sente conectado com ele dessa forma?
Bucky: — Como se fosse minha cara metade.
Laurianne: — Então acho que vocês são como irmãos gêmeos.
Bucky: — Sua gêmea é a sua cara metade?
agora eu só to pensando nas duas sabrinas no final da s3
Laurianne: — Minha cara metade do “bem”. Minha mãe diz que somos como a rainha do inferno e a rainha do céu, obviamente sou a rainha do inferno.
EU TAMBÉM KKKKKKKKKKKKKKKKK
Bucky: — Bem, o inferno sempre me pareceu mais divertido.
MYLA EU AMEI DEMAIS ESSA FALA DA LAURI
Laurianne: — E é. — Pisca pra ele.
FOI A PRÓPRIA SABRINA SPELLMAN
Bucky: Sorri. — Como é por lá?
AMO DEMAIS
Laurianne: — O inferno ou a minha casa?
Nagisa: Segurando uma caixinha de presente nas mãos, e usando um terno, mas de tênis e sem meias.
James: — Quem, Nag?
Nagisa: — Minha mãe e meus irmãos.
James: Dá um sorriso de orelha a orelha. — Eu amei eles. Sua família inteira é incrível.
Nagisa: — Espere até conhecer a vovó!
James: — Você tem uma vovó malvada?
Nagisa: — Eu diria apenas mau humorada, mas de um jeito engraçado.
James: — Daquelas que batem em você com um pano de prato?
Nagisa: — Você leu a minha mente?
James: — Nope, não sou muito bom com legilimência.
Nagisa: — Eu gostaria de ter esse dom.
James: — É difícil demais!
Nagisa: — Será que é algo que nascemos com ele ou algo que adquirimos com o tempo?
James: — Até onde eu sei, dá para ser estudado e trabalhado. Pelo visto vem no pacote do DNA mágico.
Nagisa: — Sinistro! — Fala todo empolgado. — Eu quero aprender.
James: — Bem, eu tenho alguns livros. Podemos tentar juntos. — Sorri.
Nagisa: — Eu adoraria. Vou ler a mente de todo mundo.
James: — Será que isso é uma boa ideia?
Nagisa: — Você vai dizer que é invasivo.
James: — Bem, dependendo da situação, talvez seja. Acho que sabendo quando usar, não tem problema nenhum.
Nagisa: — E quando é uma boa para usar?
Chris: — Esse natal está esquisito.
Chanel: — Estamos em Hogwarts, indo a um baile, você tem cheiro de cigarro, o que tem de esquisito?
James: — Obrigado. — Sorri. — Foi por um motivo estúpido, mas ainda assim estou bravo.
Chris: — Quer conversar?
Chanel: — Somos bons com essas coisas de brigas.
James: — Foi por conta do criptex que vovó mandou. Ela quer ficar com ele! Tudo bem, esquecemos de quem é a vez, mas não é justo! Ela perdeu o criptex da última vez!
Chanel: — Vocês não podem os dois ficar com o criptex?
James: — Oh, não. Cada um deve ficar um tempo com ele, mas talvez, apenas talvez, eu tenha estragado um ha pouco tempo.
Chris: — Não da para consertar?
James: — Nope. Quando ele caiu no chão, quebrou o frasco com vinagre e dissolveu o papiro... E vovó se certifica de que magia nenhuma funcionará no criptex.
Chris: — Ela não pode mandar de novo?
James: Imita a voz da avó: — ”Cada criptex é único, e se vocês não se organizarem para descobrir o segredo dele, a mensagem estará perdida para sempre”.
Chanel: — Vocês não podem tentar chegar a um acordo, Jay?
Chris: — Ele disse que estragou...
James: — Em minha defesa, se ela não tivesse pulado nas minhas costas, o criptex estaria inteiro.
Chris: — Então foi apenas um mal entendido, certo?
James: — Isso é um assunto sério na nossa família, então talvez seja mais do que isso.
eu troquei meu user
Chris: — Mas, Jay... Mas o que isso quer dizer exatamente?
Near: No dormitório da Uni, com Lottie. — Lottie, eu sinto muito.
Lottie: Abraçada ao travesseiro, com os olhos vermelhos de tanto chorar.
Lottie: — Vocês estão me deixando confusa.
Dominique: — Tá vendo, Near? A gente quebrou a mamãe!
Near: — Na verdade, eu também estou confuso...
Dominique: — O que diabos está acontecendo?
Near: — Estávamos brigando e agora estamos confusos.
Lottie: — Só quero pintar meu cabelo...