uma creche daqui nove meses, esqueci de completar.
Você está gravida? O: Muita coragem ter um filho no meio desse caos, anon.

shark vs the universe
$LAYYYTER
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

Game Changer & Make Some Noise

titsay
noise dept.
occasionally subtle
art blog(derogatory)
Noah Kahan
d e v o n
Not today Justin
Today's Document

Discoholic 🪩
TMBGareOK. The Official They Might Be Giants tumblr
macklin celebrini has autism
🩵 avery cochrane 🩵
RMH

pixel skylines
taylor price
Claire Keane
seen from United States
seen from United States
seen from Chile

seen from Malaysia
seen from Laos
seen from India

seen from Singapore
seen from Colombia
seen from United States

seen from Belgium
seen from Aruba
seen from Malaysia
seen from United States
seen from Mexico
seen from Canada
seen from Bangladesh
seen from Germany
seen from United States

seen from United States
seen from United Kingdom
@d-maddox-blog1
uma creche daqui nove meses, esqueci de completar.
Você está gravida? O: Muita coragem ter um filho no meio desse caos, anon.
vc gosta de danoninho mas deixa todo mundo comer.
Hãn?
vms abrir uma creche?
Não sei se você percebeu anon, mas NY está praticamente destruida. Porque Diabos eu abriria uma creche?
Tears || Dana x Diana
Dana ficou observando Diana, mas sua mente estava longe, primeiro no fato do que aconteceu da unica vez que fugira do condominio, ela queria encontrar Selena, mas tudo que viu foi o garoto, o mesmo que lhe torturou, matando Aidan, e então saindo de lá, vendo o corpo do garoto com um sorriso satisfeito. Lembrou de como se aproximou, e tentou trazer o garoto de volta, mas logo teve que correr por ouvir passos naquela direção, a incerteza de ter conseguido fazer algo ou não a deixava nervosa, mas olhando para Diana ali, esperava que o garoto estivesse por ai.
Foi tirada de seus pensamentos, quando Diana lhe perguntou o tempo que passara daquela forma. Ela simplesmente se virou para a garota, e respondeu sua pergunta diretamente. - Três dias, pelo simples fato de que eu desmaiei quando vi você, e Daniel achou melhor que eu me recuperasse para que pudesse fazer isso. - Disse simplesmente, então logo emendou com a resposta a sua outra pergunta. - Thomas só tem passado todo o tempo dele na prefeitura, Megan se matou na frente dele, e o Daniel teve um desmaio esquisito, e eu estou confusa com isso.
Três dias. Três dias fora o tempo que Diana passou deitada em uma cama completamente desacordada, morta. Para ela parecia muito mais tempo, como semanas, talvez meses, e não era apenas por não ter notado o tempo, mas sim pelas coisas que pareciam ter acontecido ali. Tudo estava diferente demais para ela, principalmente com a ausência de Nathan e Eden, que ja deveriam ter voltado depois de todo esse tempo.
-- Daniel só estava tentando proteger você, pequena. Mas o que importa é que funcionou, certo? -- indagou soltando um sorriso leve para Dana, e enrolando seus dedos no cabelo dela carinhosamente. Logo ouviu ela falar de Megan, mas preferiu não tomar no assunto, afinal Dana era apenas uma crianças e esse era um assunto um tanto sério demais, que Diana preferia tratar com Daniel mais tarde. -- Acho que ninguém estava muito bem por aqui, não é? -- perguntou saltando uma risada fraca. -- Mas as coisas vão melhorar agora, certo? Vamos procurar Nathan, Lena e Eden e traze-los para casa de novo. -- falou com firmeza em sua voz, querendo faze-la acreditar nisso tanto quanto ela estava tentando, mas a verdade era que Diana não fazia ideia de onde eles poderiam estar, e o único lugar que passava em sua cabeça fora, é claro, a morte, era Hamptons, mas preferia tirar esse pensamento do lugar no mesmo instante que ele ousou surgir em sua mente.
Tears || Dana x Diana
Dana ouviu Diana gargalhar, e não resistiu, riu ainda mais, sabia que o que tinha dito deveria ter soado idiota, e até mesmo um pouco ofensivo, mas era pelo simples fato de saber que aquilo não mudaria, mesmo que ela tentasse interferir, e não podia negar, ela gostava da ideia. Sim, ela gostava, pois isso significava que eles estavam juntos, que els estavam bem, e isso para ela era tudo o que importava.
Ficou pensando no caso de não ter conseguido, e ela estava realmente com medo de não conseguir, mas agora ela sabia que podia fazer isso, e pedia que tivesse funcionado com Aidan da ultima vez. Olhou para Diana vendo que a mesma havia ficado em silencio, e então esperou pela sua pergunta, pois sim Dana sabia que alguma pergunta viria.
Então a ouviu perguntar se Nathan e Lena não haviam retornado, e deu um suspiro triste, pois tudo que Dana queria era que eles voltassem, pois ela estava realmente preocupada com Thomas. - Não, nenhum voltou, e é isso que acho estranho, Nathan mesmo que não conseguisse convencer a Lena teria voltado, ainda mais pelo fato de Eden estar com eles, eu acho que alguma coisa aconteceu. - Disse sinceramente, esperando que a garota entendesse.
Diana ficou pensativa com o fato de Nathan não ter voltado para o condomínio, assim como Eden, ela tinha certeza que também voltaria. Aquilo tudo estava estranho demais para ela, não conseguia entender o que tinha acontecido, nem mesmo sabia quantos dias tinha ficado morta antes de a trazerem de volta.
-- Quantos dias eu passei assim? -- perguntou com o tom um tanto sério, olhando para Dana. Ela estava sim, de fato, feliz por ter voltado, mas parecia que tinha perdido coisas demais por ali, e uma parte dela não entendia nada do que estava acontecendo, como se estivesse perdida. Podia sentir algo diferente dentro de si mesma, que não tinha percebido até então, não sabia exatamente o que poderia ser e nem comentaria nada sobre isso agora. -- O que aconteceu durante esse tempo? -- perguntou novamente um pouco preocupada e curiosa com o que ela poderia lhe dar como resposta.
Tears || Dana x Diana
Dana observou Daniel e Diana, e a vontade de rir a dominou, aqueles dois não mudariam nunca, e isso a fez lembrar de algum tempo antes, quando via o irmão implicar com Selena, com a unica diferença de que Selena embarcava na brincadeira, e ficava provocando ele, então viu que era isso, Daniel podia gostar de Diana, mas era da mesma forma que gostava de Selena, como uma irmã, e então sabia que logo veria Diana com Thomas, e ela aprovava, principalmente por saber que Diana talvez trouxesse o antigo Thomas de volta.
Dana ouviu Diana rebater Daniel, e então riu de verdade. - Ora parem os dois, se quiserem se peguem logo, ou acabem com essa palhaçada. - Disse rindo, não era o tipo de coisa que diria normalmente, mas não conseguiu resistir. Ouviu Diana dizer que estava em boa companhia, e então sorriu olhando para o irmão que já estava saindo. - Viu senhor dos mortos, eu sou melhor companhia que você, pode ir passear que eu fico aqui na tranquilidade. - Disse brincando, rindo levemente.
Ficou ali ao lado de Diana, vendo o irmão ir embora, disse que iria atrás de remedios, mas sabia bem que tomaria o caminho da prefeitura, pronto para avisar Thomas que Diana estava de volta. Ouviu a pergunta da garota, e suas suspeitas se confirmaram, e ela realmente queria ver os dois juntos. - Ele esta na prefeitura, ele esta tentando lidar com todas as coisas que estão acontecendo, e você sabe que não é pouco, ele precisa se recompor um pouco, mas ele vai ficar feliz por ver que você voltou. - Disse sinceramente, olhando para Diana.
Diana não pode evitar fica um pouco surpresa com as palavras de Dana, a ficou encarando por alguns segundos, mas logo começou a gargalhar como ela. Aquilo era a mais pura verdade, por mais que Diana tentasse era impossível não revidar as provocações de Daniel, e ali naquele momento ela estava gostando de estarem do mesmo jeito que antes.
Ouviu Dana falar sobre Thomas e ficou algum tempo em silencio pensando sobre tudo o que deveria ter acontecido quando ela esteve fora. Não queria lembrar o tempo inteiro que tinha morrido, não que não estivesse feliz por Dana ter finalmente elevado seu poder para traze-la, mas não era algo realmente agradável de se lembrar. -- Eles não voltaram mesmo? -- indagou pensativa. -- Nathan e Lena. -- completou rapidamente, mas nem precisava ouvir a resposta, pois pelo jeito que Dana havia falado era mais do que obvio que não, eles não haviam voltado. Diana soltou um suspiro baixo tentando pensar no que poderia ter acontecido a eles dois. Talvez estivessem juntos em algum lugar. Talvez Hamptons, por mais que ela odiasse pensar que eles pudessem estar lá, não era algo descartável naquele momento.
Cecily e Caine agradecendo ao chão em que pisam.
Tears || Dana x Daniel x Diana
Dana estava realmente feliz agora, ela tinha conseguido, e mais uma vez viu a sua familia como deveria ser, com Daniel e Diana implicando um com o outro para variar. Ela não pôde deixar de rir do comentario do irmão, e era claro que Diana ia rebater, mas ela não tentaria botar juizo na cabeça deles agora, ela iria apenas aproveitar que a garota estava entre eles novamente.
Olhou para Daniel, um sorriso ainda no rosto, enquanto Diana a puxava para perto, então abraçou a morena, e ficou olhando a mão de Diana firme na mão de Daniel, ela achava que aqueles dois deviam se casar logo, essa era a verdade, se bem que tinha Thomas, e ela ficava confusa, pois também gostava muito dele, então não dizia nada, apenas esperava a escolha de Diana.
Escutou o comentário de Diana, e então assentiu, e sua mente se viu novamente no dia em que Anthony matou Aidan, antes ela não fazia ideia, mas agora quem era, e jamais esqueceria Anthony e Frances na vida, eles tentaram matar a ela e Grace, antes mataram Aidan, e não tinha duvida aluma, que foram eles que mataram Diana.
- Sim você disse, e agora temos a prova que você estava certa, e que o príncipe dos mortos aqui, estava apenas fazendo tempestade em copo d’água. - Disse rindo apontando para o irmão, mas ainda com a mente em Aidan, e o dia que foi ressuscita-lo. Esperava que o ressuscitado tivesse sido o mesmo que com diana.
- Eu dei comida para ele, ele tem estado comigo desde que… - Ela deixou a frase morrer, não gostava de lembrar o dia em encontrou Diana morta, para ela o importante era Diana estar ali. - Ele esta bem, e isso que importa, e agora você tem que descansar, e cuidar dessas dores. - Disse olhando para a morena.
Daniel continuou segurando com firmeza as mãos de Diana, era algo quase irracional, mas tinha medo que caso soltasse, algo poderia acontecer, mas afastou a ideia da cabeça pois confiava em Dana, e sabia que Diana ficaria bem, mas apenas continuou ali segurando a mão da morena, procrastinando, ao invés de fazer o que devia e chamar Thomas de uma vez.
Ouviu a garota lhe chamar de idiota e riu, então olhou para ela, com seu sorriso mais malicioso, e então falou. - Idiota mais bem que você gosta. E não minta Diana, nem finja que nada aconteceu. - Disse com uma falsa indignação, piscando para a garota em seguida.
Ouviu Diana falar sobre as dores e assentiu, pronto para providenciar alguma coisa, e então deu beijo na mão dela e soltou, se dirigindo até a porta indo atrás de remédios para dor. - Bom a dor eu posso resolver. Daqui a pouco eu volto com os remédios, e não sinta muito a minha falta logo eu estou de volta. - Disse já na porta.
Foi então que ouviu Dana e revirou os olhos. Ele não estava fazendo tempestade alguma, apenas sabia o que viria a acontecer caso descobrissem os poderes dela, e era isso que tentava evitar. - Dana o que eu faço é para o seu bem, então não reclame, eu sei exatamente o que eu estou fazendo. - Disse e então saiu em busca dos remédios para Diana.
Diana ficou realmente agradecida por Dana ter cuidado de Lennon, poderia parecer infantil demais para ela, mas não podia negar que tinha de fato se apegado ao bichinho que Dana a tinha dado. Sorriu para ela logo ouvindo Daniel lhe provocar novamente, revirou os olhos e bufou um suspiro longo, logo depois rindo. -- Não vou fingir. Até porque não aconteceu nada, Daniel! -- disse agora séria, falando diretamente para ele. Não podia negar também que aquilo estava a deixando mais confortável, como se nunca tivesse ido realmente.
-- Pode demorar o quanto quiser, estou em boa companhia -- Disse antes dele sair e logo se voltou para Dana novamente, olhando para ela com um sorriso largo no rosto. Ouviu ao redor enfim percebendo que não estava em sua própria casa e sim na de Thomas. Diana se perguntou o motivo para isso, por ela estar ela e ele não. Franziu o cenho confusa e pensativa virando-se para a garotinha novamente. -- Onde o Thomas está? -- foi o que perguntou, com as feições e o tom sério, pois não conseguia imaginar onde ele poderia estar ou como ele estava naquele momento, principalmente depois de ter expulsado seus irmãos do condomínio como fizera antes dela morrer.
Tears || Dana x Daniel x Diana
Dana conseguiu sentir o poder emanar dela, ela estava sentindo isso, sentindo que funcionaria, e ela estava pedindo que funcionasse. Olhou de Daniel para Diana, eles eram sua familia, era tudo que ela tinha, e não suportaria perder nenhum deles, então fechou os olhos novamente, se concentrando ainda mais, para que pudesse trazer Diana de volta.
Olhou mais uma vez, viu Daniel acariciando o rosto de Diana, e sorriu brevemente, e agora estava ali, apenas esperando, pedindo que tivesse conseguido, que tivesse Diana novamente entre eles, e então aconteceu. Diana abriu os olhos, ela tinha conseguido, ela trouxe Diana de volta, e agora não pode evitar o sorriso que se formou em sua face.
Ela estava feliz, tinha sua familia de volta, agora só faltava Thomas ali para que tudo ficasse perfeito, ela segurou firme a mão de Diana, e então olhou para o irmão sorrindo, e viu que agora ele estava sorrindo também, e estava bem mais como ela sempre lembrava, ele agora voltou a ser o Daniel, e tudo estava bem.
Daniel olhou da irmã para Diana agora com um grande sorriso no rosto, ele não podia estar melhor. Dana havia conseguido, Diana agora estava de volta, e ele tinha sua família novamente, pois para ele Thomas e Diana eram sua família, assim como a garota que eles haviam salvado, alias, ele nem fazia ideia se alguém havia contado algo a Grace, ele tinha esquecido disso, teria que descobrir.
Mas nesse momento ele só importava em ver a garota ali, e quando ela começou a chorar ele ficou preocupado, será que algo havia acontecido? isso era o que iria descobrir. - Diana? Você esta sentindo muita dor? Eu posso providenciar algo para você. Você só tem que me dizer o que esta sentindo. - Perguntou olhando para ele, agora passando a mão em seus cabelos.
Então lembrou que precisava avisar Thomas, ele precisava saber que Diana estava de volta. Mas ele primeiro veria o que a garota precisava, pois isso, para ele, era o mais importante. - Dana, eu estou orgulhoso de você. Nunca esqueça disso pequena ave. E estou orgulhoso de você também viu, acho que você bem esta comemorando isso, e vai querer meu corpo como recompensa. - Disse rindo, era bom poder implicar com Diana novamente.
Diana também não poderia estar melhor naquele momento. Ela estava sim, viva novamente. Vendo Dana e Daniel bem a sua frente. Ainda sentia seu corpo doer, mas a felicidade de poder estar com eles era mais do que isso. Um sorriso largo estava estampado nos lábios secos da morena que apertava a mão de Dana com certa força, mas sem machuca-la.
-- Idiota. -- foi a resposta que deu a Daniel, seu tom saiu fraco e um pouco baixo, mas logo uma risada apareceu ali. Afastou o corpo com um pouco de dificuldade para ficar sentada e logo puxou Dana para si, a envolvendo em seu colo, segurando o corpo da pequena contra o seu, mas sem soltar as mãos de Daniel com a outra.
-- Eu disse que você ia conseguir, lembra? -- indagou ela sentindo mais algumas lágrimas escorrendo por seu rosto e afundou o mesmo nos cabelos de Dana por alguns segundos. -- Obrigada, baixinha. -- disse e logo ergueu a cabeça e deixou que ela a soltasse, limpando as lágrimas com uma das mãos.
-- E- Estou estou bem, só cansada e com dor de cabeça. -- respondeu fazendo uma leva carreta, mas logo dando um sorriso mais firme, pois mesmo que estivesse sentindo dor, não queria que eles se preocupassem ainda mais com ela.
-- Dana! Eu esqueci de deixar comida pro Lennon antes de sair! -- exclamou forçando um pouco sua voz a sair mais alto. Isso poderia sim parecer ridiculo, mas Diana não queria se focar em sua dor, ou em sua morte, apenas queria ficar ali, como estava.
Tears || Dana x Daniel x Diana
Dana estava pronta para ajudar Diana, acordou o irmão naquele dia, queria fazer isso, e queria fazer logo, por Diana, por Thomas, por Daniel, ela precisava fazer isso, pois estavam todos sofrendo, e ela não aguentava mais isso. Foi caminhando ao lado de Daniel durante todo o trajeto ate a casa de Thomas, mas antes de chegarem seu irmão desmaiou, ela sentiu o coração apertar, e um desespero se apoderou dela.
O que estava acontecendo? Porque as pessoas estavam daquele jeito? Por mais quanto tempo tudo aquilo iria continuar? Ela não aguentava mais isso, ela estava farta, ela queria que tudo aquilo parasse. Olhou para o irmão outra vez, e então ele acordou falando de Diana, e ela assentiu, queria que ele ficasse bem, e ela faria qualquer coisa para isso. – Vamos lá grandão, e vê se não me assusta dessa maneira novamente.
Logo estavam subindo as escadas, ela sabia que ele estava cuidando para que tudo ficasse bem para esse momento, o modo como deveria estar cuidando do corpo de Diana, e ela estava certa, pois ao entrar no quarto, ela parecia apenas adormecida, e não morta como sabia que estava. Se aproximou da garota, passando a mão em seu rosto, e então fechando os olhos, se concentrando, e pedindo para que aquilo desse certo
Daniel acompanhou Dana até o quarto em que Diana estava ele estava cuidando dela, para que ela estivesse bem até aquele momento, mas ele ainda não havia se acostumado, ele não conseguia acreditar que ela não estivesse mais ali, e não queria sequer pensar que Dana podia não conseguir trazê-la de volta, isso seria demais para ele, perder alguém que você se preocupa como um irmão dessa maneira.
Observou o modo como Diana estava, se alguém apenas visse, apenas pensaria que ela estava dormindo, mas eles sabiam mais, sabiam que Diana estava morta, e talvez, apenas talvez, continuasse daquela maneira, mas ele pedia muito que não, ele não podia perdê-la assim, já tivera que se afastar de Selena, mas isso foi uma escolha, pois Thomas precisava dele, mas não aceitaria perder Diana.
Então começou a olhar para como Dana começou a acariciar o rosto da garota, e ele do outro lado fez o mesmo, então viu Dana fechar os olhos sabia que aquele era o momento. Ficou olhando de Dana para Diana com expectativa, esperando para ver se sua irmã conseguiria, e então aconteceu. Algo estava emanando da mão de Dana, ele não sabia especificar o que era, e logo se virou para Diana, algum tempo depois, ele não pôde evitar o sorriso que surgiu em seu rosto. Diana estava abrindo os olhos.
Seu coração começou a bater novamente, ela conseguia sentir seu coração pulsar, sua respiração voltando, mas ainda sim tudo o que ia era a escuridão. Diana ainda não conseguia abrir os olhos como queria. Sentia as mãos delicadas e pequenas em seu rosto, a deixando tranquila, fazendo seus músculos começar a se descontrair rapidamente. Ainda não tinha controle sobre seu corpo, não como antes.
No segundo seguinte Diana abriu os olhos com rapidez, puxando o ar com força, como quando passamos muito tempo em baixo d’água. A principio não sentiu nada mais do que alivio por conseguir respirar novamente, mas a adrenalina e o desespero que estavam presentes na hora de sua morte ainda estavam ali, presentes, como se nunca tivessem partido. Diana caiu na cama novamente, respirando fundo e com força, puxando todo o ar que podia e depois soltando. Uma, duas, três vezes. Nem mesmo notou a presença dos outros dois ali, pois agora estava sentido sua cabeça girar novamente, seu corpo estremecer. A dor ali presente assim como a sensação dos cortes que antes tinha levado de Anthony. Mas uma cosia não estava certa, suas costas doíam, doíam demais, e ela não tinha sofrido nada ali, então qual era o motivo para aquilo? Eles a teriam jogado de algum outro lugar? Diana não sabia, nem mesmo conseguia pensar sobre isso agora. Suas mãos estavam tremulas, ainda conseguia sentir o sangue saindo por seu corpo, mesmo que não estivesse.
Então ela se concentrou, depois de conseguir forçar sua respiração a ficar mais calma. Finalmente conseguia enxergar algo concreto, algo real. Pode ver Dana e Daniel a sua frente, olhando para ela, isso fez com que tudo mudasse. Ainda sentia as dores ali, dores na cabeça, em seus braços, em suas costas. Mas internamente tudo parecia melhor, sua respiração se tranquilizou, agora ela trocava o olhar entre os dois, deixando algumas lágrimas caírem por seu rosto, e soltando uma risada curta e fraca, mas ainda sim mostrando que estava agora em paz, rezando para que não fosse apenas um sonho ou uma coisa de sua mente.
Diana Maddox. 18 anos. Olhar da Penitência Sem Poder. Anna Speckhart.
‒ Biografia:
Diana nasceu em Nova Orleans, mudando-se para Nova York quando completou doze anos pela separação dos pais e como havia ficado com a mãe, foi para a cidade onde estava a maioria dos parentes maternos. Não foi tão perturbador ver os pais se separarem: na verdade, foi um alívio se livrar do porco do pai. Ele batia na filha com chinelo, cinta e tudo o que se possa imaginar, algumas vezes até com um cabo de bambu que guardava na antiga casa. Na mãe, as surras eram ainda mais severas. Elas têm cicatrizes até hoje.
Desde cedo, Diana se mostrou ser uma criança tanto quanto “diferente” em relação as outras. Era mais calada e fechada, provavelmente pelo o que passava em casa, e começou a mostrar comportamento depressivo. Foi à psicóloga, porém nunca contava tudo para ela e realmente não ligava para o que ela dizia. Ela sempre falava que Diana era uma menina linda, inteligente, que todos a amavam e que o que havia passado em Nova Orleans com o pai, havia ficado lá. Diana só assentia com isso, mas não concordava, porque ainda ficava pensando no que passou. Mesmo assim, conforme os anos foi melhorando, conhecendo novas pessoas e se tornando mais falante e feliz. Mas em um dia, recebeu a notícia de que seu avô, do qual gostava muito, havia falecido com um derrame.
Chorou por dias, mas prometeu a si mesma a ficar forte e não chorar mais, nem pelas pessoas que ama. Depois disso, ficou um pouco obcecada com qualquer coisa relacionada a morte: ela voltou um pouco para trás, parecendo estar mais uma vez desenvolvendo o comportamento depressivo e o jeito reservado. Mas ao contrário do que muitos pensam, Diana está bem diferente agora do que era quando criança. Ficou mais agressiva, como seu pai era. Impulsiva. Rebelde. E aparentemente sem limites.
Isso foi uma medida drástica: ela tinha que mudar, e encontrou um jeito sendo assim, além de algumas vezes sentir a necessidade de punir a si mesma, porque o problema só devia estar nela. Ela faz isso de diversas maneiras, até maltratando e ofendendo as pessoas que ama. Em um dia, acabou xingando a mãe de todas as maneiras, explodindo de repente enquanto ouvia um sermão da mãe em como ela havia mudado. Sua mãe nunca foi das mulheres que admitiam que um filho aumentasse um tom de voz pra cima dela, mas fez algo que Diana nunca havia pensando que ela faria: a mãe lhe deu um tapa no rosto. Ficou apenas alguns minutos sem dizer nada, com uma das mãos apoiada na bochecha que ardia onde havia recebido o tapa. Estava surpresa e não havia palavras para aquilo, até mesmo sua mãe estava assim. Não quis ouvir as desculpas da mãe, por isso foi correndo para seu quarto, trancando-se ali.
No dia seguinte, acordou e não viu mais ninguém em casa. Todos os maiores de dezenove anos haviam sumido e Diana viu ali mais uma chance de recomeçar. Ganhou o poder Olhar da Penitência, que era a habilidade que qualquer um que olhasse em seus olhos, ela poderia utilizar o poder e fazê-lo sofrer uma dor extremamente intensa, até levá-lo a morte. Ainda não controla bem o poder, porém treina-os todos os dias.
Juntou-se a Thomas Mason, vendo ali outra chance de ganhar uma família, em que todos sejam iguais.
— Depois da escuridão
Diana já estava bastante próxima de Thomas Mason. Tinha amigos, pessoas que aparentemente se importavam com ela. Tinha, de fato, uma família.
Antes mesmo da Escuridão, Diana foi morta por Anthony Price, mandado por Matthew para que matassem ela e Jessica.
Passou alguns dias do jeito que devia, morta. Esse foi o tempo que a escuridão agiu. Até que Dana, uma das únicas que Diana realmente se importava, a trouxe de volta.
O que ela não sabe é que além de ter uma forte ligação empatica com Jessica, a Escuridão tirou seu poder.
‒ Personalidade:
Desde a morte do avô, Diana virou fissurada em qualquer coisa que envolva morte. É geralmente vista usando vestidos pretos, além de sempre com um lápis preto nos olhos e um crucifixo no pescoço, apesar de não ser religiosa. Misteriosa, impulsiva, explosiva, reservada algumas vezes e orgulhosa. Ainda tem traços de depressão e é muito vulnerável, mas esconde isso sendo sarcástica e tendo atitudes que muitos julgariam e condenariam. Por mais que tenta ocultar isso, o que os outros, ainda mais aqueles que conhece e gosta, pensam sobre ela a afetam e muito.
É bastante sensível, por nunca ter tido uma família de verdade acaba por se apegar fácil a qualquer pessoa. Coloca o bem estar e a segurança das pessoas que confia em primeiro lugar, antes mesmo de sua própria.
‒ Relações:
— Nutre sentimentos por Thomas Mason.
--- Amiga de Dana e Daniel Grey.
‒- Amiga de Caine Lewis.
— Amiga de Nathan Mason.
— Possui ligação empatica com Jessica Hattford, por terem morrido juntas.
Nathan e Diana, tempos antes da morte dela.
Ready Aim Fire || Diana x Thomas x Daniel;
Thomas não estava disposto a conversar. Ouviu Daniel e acenou para ele um sim somente com a cabeça, guardando o revólver no cós de sua calça. Olhou para baixo, vendo o sangue se juntando e ficou calado alguns segundos, simplesmente olhando-o, até que levantou a cabeça e viu Daniel segurando a garota loira nos braços e Diana com Dana. Sem falar nada, se aproximou de Diana, ainda não a olhando nos olhos e pegando Dana de seus braços, sem dar chance para a garota reclamar, levando-se em conta que era mais forte. Segurou a criança entre seus braços, se virando e caminhando para sair de lá, o seu sapato completamente sujo de sangue, deixando passos até quando já estava siando de lá e o rio de sangue vermelho correndo pelo chão.
Quando chegou lá fora, já se sentia exausto. Havia usado seu poder demasiadamente, e claro que pagaria por seu excesso, mas não se importou. Chegou no carro e com esforço, se abaixando, abriu a porta de trás, colocando dana lá, deitada. Deixou a porta aberta, porque sabia que Diana ainda iria entrar, e voltou para a direção, entrando e sentando lá, esperando os outros entrarem para partirem daquele lugar, já sabendo como sairiam de lá mesmo sem Nathan.
Segurou a loira firmemente em seus braços, e mesmo que não a conhecesse estava preocupado com ela. Olhou para Diana a vendo pegar Dana como já era esperado, e logo Thomas a ajudando. Daniel mesmo que não dissesse estava aliviado por ter eles dois ali, pois se não tivesse talvez já tivesse ainda mais descontrolado, mais doente do que estava. E por saber que Diana e Thomas estavam ali cuidando de sua irmã ele pode pensar mais além.
Olhou para Dana nos braços de Thomas, e pediu para que ela estivesse bem, que estivesse viva. Logo saiu atrás do amigo deixando que Diana passasse em sua frente pois já não estava com medo, não que ele estivesse antes, mas agora estava claro que não restava mais ninguém além deles ali.
Ao sair, não viu Nathan, Lena e Eden em lugar nenhum, e imaginou o que poderia ter acontecido, mas nada lhe veio a mente, talvez estivessem feridos e tivessem preferido voltar antes deles, Daniel não sabia. Colocou Grace cuidadosamente no bando de trás, ao lado do corpo de sua irmã, vendo Diana seguir para o outro lado e sentar no bando de trás com as duas garotos desacordadas. Então apenas seguiu para o banco do carona e ficou ali, virando e observando a irmã ainda adormecida.
Diana acariciou os cabelos de Dana delicadamente, afundando seu rosto nos fios castanhos da criança, até que sentiu o corpo dela ser puxado de seu braço lentamente. Ergueu o olhar vendo Thomas, ainda de cara fechada pegando Dana de seu colo, nem mesmo ousou dizer uma palavra, apenas deixou que ele a levasse e olhou para Daniel, dando um meio sorriso e seguindo na frente dele até a saida.
Não viu Nathan e Lena, mas esperava que estivessem bem, e que Eden estivesse com os dois. Olhou ao redor se certificando que não tinha mais ninguém ali, e então viu Thomas colocando Dana no carro, correu até o outro lado, abrindo a porta e adentrando no veiculo, sentando e batendo a porta delicadamente. Puxou o corpo de Dana da mesma forma, para que ela ficasse em seu colo, e arrumou o corpo da outra loira, que deveria ser menor e mais nova que ela, para que também ficasse confortável.
Olhou para Thomas rapidamente dando um suspiro e logo vendo ele dar partida. Então olhou para Dana novamente, afastando os fios de cabelo que estavam em seu rosto para trás da orelha e dando um meio sorriso leve e aliviado por ela estar ali.
Ready Aim Fire || Diana x Thomas x Daniel;
Silêncio.
Foi a resposta inútil de Thomas, porque ele sabia que não adiantaria brigar naquele momento. Sua irmã havia descido do carro e feito um verdadeiro show, enquanto ele falara claramente que era para ela ficar dentro do carro. Diana também desceu, e Thomas ficou em silêncio, como um verdadeiro palhaço – não que ele quisesse, mas era a sensação que tinha – até que, em um ultimo momento, voltou para dentro do carro, dirigindo em silencio.
Mais silêncio.
Qualquer ser vivo, em toda a face da terra, já poderia imaginar que, fosse o que fosse, não era bom. Nada bom.
Até que parou na porta do galpão, e não computou nada. Absolutamente nada. Desceu do seu lugar, deu a volta no carro e abriu a porta do lado de Lena, não olhando mis pra ela.
- Saia desse carro e suma. Eu não quero olhar pra você, eu não quero ver você, eu não quero nem saber se você está morta ou viva, mas chega. – E para espanto de todos que o conheciam, ele começou a berrar, gritos tão altos que o fizeram ficar vermelho. – QUANDO EU MANDO UMA COISA, É PROQUE EU SEI O QUE EU ESTOU MANDANDO, SE VOCÊ QUER SAIR POR AI TOMANDO TIROS E SENDO A SUPER MUHER, VOCÊ VAI SER NO INFERNO, PERTO DE MIM, NÃO! – Ele estendeu a mão, segurando o braço dela e simplesmente a puxando para fora do carro.
Nunca, em nenhum ano de suas vidas, Thomas vai encostado a mão em Lena. Ou em Nathan também. Ele podia ter todos os defeitos do mundo, mas não era bruto. Só que sua irmã mais nova havia ultrapassado todos seus limites.
- Eu quero que você suma. Não me interessa que você faça, eu quero que você SUMA! Você pensa que vai usar seus poderes em mim e depois ainda me fazer de palhaço de novo e eu vou aceitar? – Olhou para Nathan, que uma altura daquelas já deveria estar atônito com a situação. – Pode ir com ela ou ficar, a escolha é sua, mas eu não quero mais olhar pra ela.
E um segundo depois se virou, indo em direção ao galpão e pegando seu revolver, o qual ele pensou, estupidamente, que nem havia usado ainda, porque sua irmã mais nova havia tomado a frente de tudo e tomado um tiro. Pois bem, se era assim que ela iria agir, ele não queria mais se importar.
Viu Daniel e Eden, e segurando o revólver, se aproximou deles, sem olhar para Diana também, porque ele não esqueceu que ela desceu do carro.
- Vamos terminar com isso de uma vez por todas.
Entrou no lugar, vendo Diana usar seus poderes, uma profusão de ferimentos e queimaduras de níveis que ele nunca vira, e não olhou nos olhos da garota, nem mesmo assim. Seguiu praticamente marchando, e quando chegou na porta dos fundos, simplesmente levantou a arma e deu um tiro na fechadura, entrando em seguida.
O que veio sem seguida foi, literalmente, uma explosão de sangue. O garoto, ao ver Thomas entrar, virou o revólver para ele, mas ele foi mais rápido e tirou no pescoço do garoto – nem entendeu como o tiro bateu lá, o derrubando. Havia outros 4 garotos, que se aproximaram, mas Thomas, levando por uma fúria nunca sentida antes, simplesmente ficou olhando para eles, e o primeiro, que vinha na frente, foi o primeiro. Caiu, gritando no chão, chamando atenção de seus amigos – um já apontava seu revolver para Thomas novamente. E um segundo depois ele explodiu, em uma massa de carne e sangue. O segundo olhou, aterrorizado, sentindo algo errado nas mãos. Quando olhou, o sangue estava começando a correr, e ele também explodiu, o seu sangue correndo para fora, a ordem e chamado de Thomas. O terceiro foi apenas um segundo depois, mas o quarto, com o poder já mais fraco exercido sobre ele, começou a cair de joelhos, gritando e tentando lutar contra, até que também explodiu – em pedaços bem maiores do que os amigos mortos.
Mas, o mais incrível na cena era que, com o chamado de Thomas, o sangue dos garotos estavam correndo pelo chão, indo em direção a ele, formando uma grande poça de sangue aos seus pés. Era como se ele tivesse chegando em outro nível do seu poder, e nem a menos tivesse notando isso e sem saber se havia outros garotos por ali ou não. O sangue estava lá, se juntando mais e mais, um espelho vermelho mostrando a figura em pé de Thomas Mason.
Daniel não pensava em absolutamente nada naquele momento. Era como se o mundo em sua volta não existisse, como se fossem ele, os homens que pegaram sua irmã e ela própria, que agora deveria estar ferida em algum canto daquele lugar imundo. Nem mesmo ouviu Nathan dirigindo a palavra a ele, ou Diana tocar seu ombro, apenas adentrou no lugar ao lado dela, olhando fixamente para frente, também com uma arma mas apenas procurando alguém. Dana.
Virou para o lado esquerdo assim que ouviu o primeiro tiro de Diana, e logo se aproximou dali vendo um garoto ja morto, e a morena tomando conta do outro. Usou seu poder, fazendo o garoto levantar, e pegar a arma de seu companheiro que estava no chão. Olhou para Diana um tanto surpreso pela rapidez dela, mas em nenhum momento lhe dirigiu a palavra, mas estava agradecido por ela estar ali para salvar sua irmã. Saiu em direção ao lugar, fazendo com que o corpo do cadáver os a companhasse, e logo ativando seu poder no outro corpo para que fizesse o mesmo.
Chegou um pouco atrás de Thomas e Diana vendo o sangue começar a escorrer pelo chão, e mais corpos espalhados pelo local. Daniel nem mesmo esperou que falassem nada, adentrou no lugar, e logo passou po um corredor pequeno vendo ali duas meninas presas, uma loira, coma mão sangrando muito, muito mais do que o normal, aparentemente inconsciente, mas ele podia ver que ela lutava para se manter acordada, mas ja havia perdido sangue demais. Viu Dana desmaiada ali e soltou a arma no chão, se ajoelhando e desamarrando os pés e as mãos de sua irmã, levantando o rosto dela delicadamente, mas ela estava mesmo desacordada. Olhou novamente para a loira e pensou em Dana, ela não a deixaria morrer ali. Se ela estava mais ferida, devia ter feito algo para que não deixassem Dana da mesma forma.
Daniel foi até a cadeira dela, a desamarrando também e olhando para Thomas. — Vou levar ela. vai acabar morrendo se a deixarmos aqui. — anunciou — Você pode… — pediu indicando a mão da loira, para que ele parasse o sangramento, e então a pegou no colo, pois sabia que Diana e Thomas cuidariam bem de Dana.
Diana seguiu em silencio ao lado de Thomas, já sabendo que ele deveria estar furioso com tudo o que tinha acontecido momentos atrás e que parte dessa raiva era culpa dela, e se ele quisesse descarregar a raiva aquele era realmente um ótimo momento. Viu os garoto praticamente explodirem e seu sangue por todos os lados, deixando escapar um sorriso em seus lábios novamente, mas sem tirar os olhos do sangue que escorria.
Então Daniel chegou, e a morena apenas lhe deu espaço para passar, seguindo logo atrás, recarregando a arma e prestando atenção em seu redor. logo viu Daniel apressar o passo e fez o mesmo, pois sabia o que isso significava. Ele havia visto Dana. Deixou que ele a soltasse, mas quando o fez Diana já estava ali ao lado dele. Olhou para ela sentindo seu coração apertar, sua garganta secar no mesmo instante e seu corpo ficando frio. Respirou com dificuldade olhando para a perna cortada dela e percebendo a marca quem seu pescoço, aquela garota iria pagar caro por ter tentado mata-la.
Diana foi para frente do corpo de Dana, a puxando para si, e a segurando no colo do melhor jeito que pode. Sentindo o cheio do cabelo dela e logo sua pele ferver novamente, de raiva por tudo aquilo, de todos aqueles imbecis. Mas não estava se importando mais com isso exatamente, apenas queria cuidar de Dana naquele momento.
Ready Aim Fire || Lena x Nathan x Diana x Thomas.
Thomas já estava preocupado com Nathan, pelos irmãos ter usado seu poder assim. Ele sabia que o irmão era cuidadoso e nunca realmente se excedia, só que, ainda assim, ele se preocupava. Na verdade, eram poucas as pessoas que despertavam esse sentimento de vontade de ajudar, de proteção no garoto, mas, quando o despertavam, eram intensos. Ele não suportava a ideia d Nathan ou Lena machucados. Dana, Daniel e até mesmo Diana também, cada um em seu lugar.
Ficou em silencio, dirigindo, ouvindo o irmão responder Lena, quando Diana chamou a atenção de Nathan, e, sem pensar, simplesmente freou o carro, o fazendo derrapar um pouco.
- Vamos acabar com isso então. Nathan, fica dentro do carro, mas presta atenção nas balas. Lena, ajude também. Ninguém se move daqui de dentro. – E era uma ordem geral.
Um segundo depois ele abriu a porta, esperando que Nathan entendesse que ele pediu para desviar as balas desativando a gravidade, se fossem atirar nele, e que Lena usasse o poder dela para errarem os tiros, se fosse o caso. Thomas não tinha medo de realmente morrer, e estava ali para resolver algo, e se ele queira resolver algo, ele iria.
- Eu sou Thomas Mason, e todos vocês já devem saber. Eu vim aqui porque eu quero falar com Matthew O’Hara. E eu quero falar agora, então alguém me diga onde ele está. – Falou em um tom alto para as sombras, porque ele sabia que alguém iria falar ou, pelo menos, atirar.
A porta do carro ainda estava aberta, e ele estava ali em pé, sem sua arma, mas tentando concentrar nas sombras, porque claro que ele não tinha a menor pretensão de morrer.
- Eu fiz uma pergunta e eu estou esperando.
Isso poderia até mesmo ser considerado burro, porque eles estavam em território inimigo, mas tirando as armas daqueles garotos, Thomas não achava que nenhum fosse realmente uma ameaça real.
Lena assentiu ao que Thomas dizia abrindo a porta e saindo do carro logo depois dele. Olhou diretamente para aqueles que os ameaçavam alguns de armas apontadas e outros mais relaxados, não eram muitos, não de tanta ameaça. Thomas dirigiu a palavra a eles, mas os mesmos apontaram as armas em direção a Lena em primeiro lugar, o que era extremamente previsível. — Ridículos. — Lena resmungou consigo, ainda esperando alguma resposta deles sobre a pergunta do irmão. " Claro que sabemos que vocês são, e bem, Matthew não vai falar com vocês, estejam certos disso. " Respondeu um deles, um de arma engatilhada em direção a Thomas.
Lena fixou os olhos neste, esperando por uma reação de qualquer outro, ou até mesmo do irmão, mas iria se adiantar perguntando de Dana, pois se estavam a postos, sabiam onde ela estava. Mas antes que pudesse dizer algo, um garoto do canto da barreira de pessoas que se encontrava ali, exclamou o nome dela com um leve tom de deboche : " Lena ! Veio aqui pra gente terminar o serviço que o Stryder não teve coragem de fazer e te matar de vez ?" Perguntava arqueando uma sobrancelha sugestivamente sobre o que havia dito complementando o deboche. — Se você não nos responderem, ou ao meu irmão quem morre hoje é um de vocês. — Respondeu de voz firme, deixando claro que não se dirigia somente ao garoto que havia dirigido suas palavras a ela mas sim a todos, deixando a ameaça clara.
— Acreditem, posso parecer inofensiva mas não vão gostar muito de me ver sem paciência, e eu não estou com nenhum pouco hoje pra lidar com vocês já que esgotaram a que tinha a muito tempo. — Fez uma pausa para dirigir um rápido olhar para o garoto que havia a debochado mas voltou a observar de modo que observava a todos. — Então nos façam um favor, poupem a minha paciência, e a do meu irmão e abram suas bocas imundas e digam logo onde o Matthew mandou leva-la ? — Perguntou, mas os outros continuavam com a mira pronta, enquanto Lena respirava fundo e tentava manter a calma sobre as reações idiotas que os outros tinham. — Vamos logo ! Não se façam de tontos ! — Levantou o tom da voz levemente mas nenhuma resposta vinha.
Ao meio do silêncio pela falta de resposta, Lena ouviu o barulho do gatilho ser apertado em uma arma em sua proximidade, fazendo seu coração saltar e fechar os olhos com força e a respiração acelerar usando as probabilidades para deter a bala para qualquer que fosse o lado que ela havia ido. Segundos depois abriu os olhos novamente, olhando para Thomas, para Diana e Nathan dentro do carro mas todos pareciam bem. Sentiu uma queimação no ombro direito, como se algo tivesse passado por ali rapidamente arranhando com força, e logo a sensação do mesmo local úmido. Tocou o braço, passando os dedos levemente e vendo seu sangue entre eles, rangeu os dentes de dor mas voltou o olhar para eles. — Só, isso ? — Arqueou as sobrancelhas, nunca havia levado um tiro, nem mesmo de raspão como havia acabado de levar mas imaginava que a dor era realmente ruim.
— Ta bem… certo, esgotaram minha paciência… — Fez uma pausa respirando fundo pela dificuldade que a dor causava. Suspirou mais algumas vezes ganhando calma pelo fato de seu corpo todo pedir para se descontrolar e estancar com algo certo para aquele lugar que o fazia perder sangue, mas mesmo assim, olhos direta e fixamente para aquele que havia atirado, tentando controlar a raiva dentro de si, e as probabilidades. — Você vai me dizer aonde levaram ela. — Falou num tom seco e firme, como uma ordem direta. — Me diz onde levaram ela agora ! — Exclamou, perdendo um tanto do controle, sabendo que os outros não iriam atirar pelo fato de serem ameaçados pelo restante que a acompanhava. Aquele que havia atirado ainda parecia resistente entre as probabilidades, fazendo Lena usa-las com mais raiva ainda. " E-Eu não devo falar… é… o… eu não…" ele dizia, agora de arma abaixada, e de cenho franzido, ainda confuso. — Você vai me dizer, agora. — Mandou novamente, procurando olhar diretamente para o garoto. " O… galpão" ele disse de forma devagar como se tentasse se lembrar " Frances, Anthony… eles disseram que o galpão era um bom lugar. Ele fica… ali ? É, ali, na parte mais abandonada." Ele disse apontando para a direção direta de onde estavam indo, logo atrás dele, enquanto os outros olhavam confusos para o garoto.
Suspirou, aliviada por ter conseguido feito dizer. Mas ainda tinha uma coisa em mente. Nunca havia imaginado pensar em fazer algo assim, de verdade, mas sentia tanta raiva do que estavam fazendo, e agora ainda mais com o machucado ardendo e desorientando-a. — Atire neles. — Disse, sem ao menos pensar mais algumas vezes antes de mandar, se referindo aqueles que eram os colegas do garoto. Meio relutante, o menino virou-se, mirando nos outros, que tentaram se salvar mas eram lerdos demais e acabaram morrendo. Lena não fez questão de observar a cena, porque abaixou a cabeça de cansaço, mas iria terminar com aquilo, porque a raiva a deixava louca para terminar com aquilo. Encarando o chão com a respiração pesada, dirigiu as ultimas ordens forçando as palavras. — Atire em si mesmo. — Disse quase com um sussurro, fechando os olhos, e ouvindo o barulho do tiro.
Endireitou o corpo, olhando para os corpos no chão agora parando de usar as probabilidades. Olhou por mais alguns segundos, tentando entender se sentia remorso, ou ainda raiva. Mas desviou o olhar para o banco no carro, querendo simplesmente continuar, esquecer daqueles corpos e seguir em frente atrás de Dana. — Vamos. — Disse como um pedido, olhando de relance para Thomas, e voltando para seu lugar no carro. Logo depois prosseguiram para o lugar onde o garoto havia indicado, enquanto ela se encolhia pela dor que o tiro de raspão havia causado. Chegando ao lugar, estacionaram o carro, vendo duas figuras conhecidas, Eden e Daniel estavam lá, mas não pareciam já ter resolvido tudo como Nathan havia suposto.
Nathan já estava se acalmando, tentando relaxar com os olhos fechados, porém ouviu a voz de Diana ao lado dele e abriu-os repentinamente, ainda mais quando Thomas freou o carro. - O que foi? - Murmurou, se segurando no banco da frente e no de trás ao mesmo tempo, para que pudesse ficar fixo no mesmo canto. Foi quando olhou para frente, e mal teve tempo de notar certamente o que havia feito-os parar, pois seu irmão já estava o instruindo. Quando Lena saiu do carro, Nathan olhou para Diana, que também o encarava, mas depois ela abriu a porta e saiu também, enquanto ele a seguia para o lado de fora.
Estava apoiado na porta do carro, agora vendo mais claramente com o que iriam lidar. Vários outros garotos estavam apostos atrás de alguns becos, e agora batiam boca com Thomas e Lena. Nathan ficou parado ao lado de Diana, sem abrir a boca para pronunciar nada, apenas notando cada detalhe da cena que se desenvolvia á frente. Na verdade, ele só estava aposto para qualquer coisa que viesse a acontecer, mas se dependesse dele aqueles garotos já estavam flutuando para a morte, literalmente.
Foi quando as coisas entre Lena e os adversários á frente começaram a ficar tensas. A irmã os ameaçava e, em troca, eles também. Nathan trincou o maxilar fortemente, pois não sabia a hora certa de usar seus poderes e evitar machucados em qualquer um deles quatro. Poderia ser a qualquer momento, e por isso permaneceu em alerta todo o tempo em que se passou nessa discussão sem fundamento. Até que ouviu um tiro, e antes que pudesse se mover, o ombro de Lena sangrava, mas ela se reprimia em demonstrar que estava sentindo dor, continuando a afrontar os outros. Nate puxou a arma do cós da calça, lentamente, aproveitando que a irmã estava na frente dele e empatava a visão alheia. Provavelmente Diana tivesse visto, mas ele não virou a cabeça um segundo para saber se tinha. E aí que as coisas esquentaram ainda mais. Nem ao menos teve tempo de levantar a arma para atirar ou mesmo desligar a gravidade em torno daqueles outros, pois Lena já tinha feito o trabalho todo e mais: ainda conseguiu descobrir onde Dana estava.
Preocupado, passou por detrás de Diana até ir para frente da porta de trás, segurando Lena sem encostar no machucado dela. Olhou para Thomas e depois para os garotos mortos á frente, virando de novo para a irmã, agora ensanguentada. Ele estava apavorado, mas só teve tempo de ouvir o que ela falara, logo depois se soltando dele e entrando no carro, ficando encolhida ali. Nate não esperou, fechou a porta da frente do carro de uma vez, assentindo para Thomas e depois virando para Diana, fazendo menção para que ela entrasse, logo depois ele entrando também.
Assim que chegaram perto do local, para prevenir de não serem pegues por mais nenhum intrometido, Nathan abriu a porta do carro, saindo de uma vez e abrindo a porta da frente, especificamente a que Lena estava, para pegá-la no colo, segurando primeiramente nos joelhos dela e depois começando a puxá-la dali pelas costas, ajeitando-a nos braços. Viu Eden e Daniel vindo na direção contrária deles, e logo se apressou, com Lena encolhida nele, e nem ao menos se importando se estava ou não sujo de sangue - era o mesmo sangue que ele mesmo. Chegou mais perto de Daniel, e este estava furioso. Eden já tomava a frente, junto com ele, mas Nathan foi mais rápido, ficando na frente dele e alertando. - Fica calmo! Ela já tá bem ali! - E suas feições eram de desespero, pois sua irmã agora também estava machucada, e provavelmente Dana deveria estar a salvo, uma vez que foram rápidos com o resgate. - Vamos! - Com isso apenas se virou para frente, vendo o galpão que disseram que a garota estaria. Seus braços doíam pelo peso de Lena, mas era algo preciso, e ele só largaria ela quando esta estivesse bem.
Diana não achou que Thomas fosse escuta-la daquela forma, mas não pode deixar ficar aliviada por ter visto algo que parecia útil. Mesmo ouvindo o pedido dele, a morena saiu do carro logo que viu Lena fazendo o mesmo, e logo depois Nathan. Ergueu a arma apontando para o beco que Thomas estava encarando logo ouvindo alguns garotos falarem e Lena respondendo com um tom que ela nunca imaginaria ouvir vindo da irmã de Thomas, permaneceu firme, tentando saber exatamente onde eles estava para atirar e acabar logo com isso.
Então o barulho de tiro ecoou pelo lugar fazendo Diana segurar a arma com mais força e logo olhou para onde Lena estava, vendo o sangue começar a sair por sua pele. Diana nem mesmo teve tempo de raciocinar logo vendo os garotos mortos no chão e Nathan colocando Lena de volta no carro. Assentiu para ele indo para o carro novamente, mas ainda sim sem abaixar a arma. Adentrou no veiculo, e logo viu Thomas fazer o mesmo, se dirigindo até o lugar onde ficaria o tal galpão onde Dana deveria estar.
Saiu do carro rapidamente, vendo Daniel já a frente de todos, e correu para perto dele, pois queria assim como ele matar qualquer um ali, principalmente Matthew. Ouviu Nathan dirigir a palavra a ele e tocou de leve seu ombro já adentrando no lugar junto de Daniel, sabendo que Thomas estaria logo atrás dele, e em pouco tempo os acompanhando. Pensou se não seria melhor poupar Lena e Nathan, mas decidiu não palpitar pois o que realmente importava era o bem estar da garotinha que estava em algum lugar ali dentro.
O galpão era escuro, iluminado apenas por algumas lampadas sujas, que não ajudavam muito na visão deles, mas logo ouviu passos prórximos e apontou a arma para a mesma direção vendo dois garotos de aproximarem. Diana nem mesmo perdeu tempo perguntando quem eram, apenas atirou em primeiro, perto do pescoço, e sem hesitar atirou novamente no segundo garoto, vendo os dois cariem no chão. Correu na direção deles, chutando o primeiro que já estava morto, e tirando seu arma. O outro parecia lutar para respirar. A morena o segurou pela blusa e o levantou com força. -- Onde ela está? -- perguntou com rispidez, olhando nos olhos dele, e começando a sentir seu poder querer se ativar mas mantendo o controle. -- Eu perguntei aonde ela está. -- disse agora apontando a arma para a cabeça dele. "N-na garagem... N-nos fundos." Um sorriso surgiu nos lábios da morena que logo após a resposta deixou que seu poder se ativasse.
Viu tudo o que tinham feito com Dana, pois o garoto certamente estava presente. As facadas, o enforcamento. As mãos de Diana se apertaram na blusa do menino, mas logo foi para seu pescoço o apertando com força, o ouvindo gemer. Viu ele livrando os agressores, viu seus rostos e fez questão de grava-los bem. Diana já conseguia controlar seu poder melhor agora, e não queria ver seu passado. Aquilo ja estava de bom tamanho. O fez sentir toda a dor que Dana deveria ter sentido, e também a da outra garota loira que Diana não conhecia mas que deveria ter ter sofrido igualmente. Começou a ver seus olhos começarem a queimar como de costume, o grito dele ecoando por toda a sala, sua perna provavelmente sangrando assim como a de Dana deveria estar, e sua mão abrindo como a de Grace.
Quando finalmente viu a alma dele queimar. Diana o soltou como se não fosse anda no chão e olhou para trás, já vendo Thomas ali. E começou a andar na direção de onde deveria ser os fundos do lugar,