Essa é minha primeira one aqui no tumblr e com hinter, já sou escritora no wattpad mas eu compartilho outro lado meu aqui, espero que gostem e me perdoem qualquer erro, corrigi algumas vezes mas sempre posso ter deixado algo passar.
Avisos: Hinter, Breeding kink, agegap, porn without plot, Spanking, Dacrifilia, sexo com desconhecido, possessividade, desuso de camisinha e etc. Palavras explícitas como xotinha, cuzinho, boceta e etc. Harry usa mais o pronome feminino mas também usa o masculino.
Hazz: 22
Lou: 37
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Harry queria foder.
Mas não uma foda morna, ele queria chorar, sentir um pau tão profundo em si, em todos os buracos, queria porra quente dentro dele, se sentir cheio, preenchido, como se o vazio dentro dele não fosse ser eterno. Ele queria parar de se sentir triste, excluído e sozinho.
Queria alguém que cuidasse dele, desse atenção aos seus peitinhos e mamasse com vontade, mas nunca tinha ninguém, é como se homens abominasse chupar uma buceta decentemente, nunca deixando harry satisfeito. O comiam sem a força necessária e não deixavam sua pele vermelha de tanto bater.
Então colocou sua saia mais curta, a blusa mais decotada e seus tênis, pensando mais uma vez enquanto se olhava no espelho que sempre seria assim, os livros, os filmes, eram falsos. Nunca iriam foder ele decentemente. Seus olhos tinham lápis azul os delineando, fazendo com que seus olhos verdes fossem destacados.
A noite estava fria, o vento arrepiava sua pele e deixava seus mamilos rígidos apontando na blusinha. Londres estava movimentada, o céu cheio de estrelas e a lua cheia. Quando Harry já estava perto do bar ele avistou um homem, encostado na moto, ele olhava cada centímetro do corpo dela, como se quisesse devora-lá.
Os olhos dele estavam focados nela e quanto mais se aproximava, mais os olhos azuis pegavam fogo, quando chegou perto, apenas colocou os braços pra trás e o olhou com a cara mais inocente que pode, ela não precisou abrir a boca, ele sabia o que ela queria só de olhar, e ele daria tudo.
- Oi bonequinha. - Harry sorriu. - Quer dar uma volta?
- Sim, por favor. - Ele sorriu e pegou o capacete na mala da moto, era linda, lustrada, uma Harley Davidson novinha em folha. Ele não a tocou de fato, apenas encaixou o capacete com cuidado pra não bagunçar os fio cacheados que caiam em seus ombros.
- Posso saber o seu nome? - Sua voz era gostosa, fazia sua boceta molhar.
- Harry. - O sorriso era cafajeste, como se soubesse que Harry era a maior vadia que ele já conheceu.
- Harry. - Ele experimentou o sabor na língua, como se seu nome fosse um doce gostoso. - Sou Louis, mas você pode me chamar do que quiser gostosinha.
- Chamarei como o Senhor achar melhor. - Os olhos dela eram pecaminosos, grandes, verdes, inocentes. Ele a levou até a moto e a ajudou com o capacete, após colocar o seu a ajudou a subir, montando logo em seguida.
Puxou os braços dela para sua cintura e Harry sentiu o quanto ele era forte, deliciosamente moldado. Ele deu partida na moto e o vento bateu em seu rosto, ela espalmou as mãos pelo peito dele, sentindo delinear na camiseta e tocou cada parte do tronco até mesmo alisando as coxas gostosas, evitando pegar em seu pau. Ele deveria ser tão grosso.
Quando eles pegaram uma via que permitia uma velocidade maior, Harry sentiu um frio na barriga, as estrelas em cada centímetro do céu, o vento gelado a deixando arrepiada mesmo com a blusa de mangas compridas.
O cheiro do vento era puro, fazia com que se sentisse livre. Ela aumentou os toques em Louis, passando as mãos por sua virilha, foi quando ele parou a moto no meio da estrada deserta. Desceu primeiro e arrancou o capacete, ele estava puto. Puxou Harry da moto e arrancou o capacete, segurando seu queixo com a mão lotada de veias.
- Sua vadiazinha, não consegue esperar só um pouco? - Harry ficou vermelha, ninguém nunca havia falado assim com ela. Louis chegou perto de seu ouvido. - Quer tanto dar essa sua boceta? É isso que você quer?
- Senhor.. por favor. - Ele riu e segurou sua cintura com força, atacando sua boca.
O capacete que ele arrancou dela caiu no chão, a estrada estava completamente vazia, a lua era a única luz deixando tudo com um brilho prateado. Louis a beijava com fome, enfiando a língua em sua boca, seus mamilos estavam duros e ela não sabia decidir se era pelo frio, ou pela língua que pegava tudo que podia. Ele a empurrou ao chão, a colocando de joelhos no asfalto.
- Abre. - Com pressa Harry abriu o botão e o zíper, ele não usava cueca, então o pau grande e grosso bateu em seu rosto, o sorriso que ele tinha no rosto era cafajeste e delicioso. - Chupa muito bem e eu penso se eu fodo essa boceta ou espero até chegarmos.
Harry ao menos sabia para onde eles estavam indo, mas ela precisa ser fodida logo, o mais rápido possível, ela lambeu desde as bolas até a cabecinha, a abocanhando, ele tinha um gosto perfeito, seu leite deveria ser tão bom. Ela primeiro mamou a cabecinha, brincando com a língua, era lisinha, macia. Ela amava mamar a cabeça, deixava sua xota pingando, ela poderia se esfregar no sapato do seu senhor e gozar só mamando naquela cabecinha gostosa.
- Uma vadia tão boa, esses olhos Harry, acabam comigo. - Ele bateu de leve no rosto dela e quando ela começou a descer por sua extensão ele agarrou os dois lados de sua cabeça segurando em seu cabelo, forçando até que o nariz dela batesse em sua virilha. Harry sentiu os olhos cheios de lágrimas e apesar de engasgar ela não parou, deixou com que ele fodesse sua garganta, babando em todo o caralho gostoso, esfregando sua língua onde ela conseguia, acariciava as coxas de Louis, segurando em suas bolas, brincando com elas, até mesmo apertando a bunda gostosa e grande que o de olhos azuis tinha. Louis era lindo, banhado pela luz da lua e um céu estrelado de cenário, seu maxilar marcado e os olhos azuis elétricos, pegando fogo por ela, toda vez que ele abria a boca pra gemer, sua xoxota pingava mais. Ele tirou o pau de sua boca e bateu em todo seu rosto.
- Que boquinha maravilhosa Garotinha, você sabe mamar um pau tão bem. - Harry sorriu com satisfação, ela amava ser elogiada tanto quanto ela era uma vadia suja. - Será que essa bocetinha vai ser tão bom quanto sua boca?
Ele a levantou pelo cabelo e beijou sua boca, compartilhando o gosto de pré gozo que ela tinha e a virou, apoiando-a na moto, levantando sua saia. Segurou a bunda gordinha e gostosa com as duas mãos, vendo a calcinha verde escuro enfiada naquele rabo tão gostoso. Ele beijou sua nuca e seus ombros, deixando Harry toda arrepiada.
- Eu vou foder a sua boceta bem aqui. No meio da estrada, pra que se alguém passar, ver a vagabunda que você é, minha vadia. - Ele disse enquanto deslizava o pau na sua fenda. Ele era enorme, grosso e sua xotinha estava pegajosa. Escorrendo por suas coxas. - Já está molhadinha pra mim, não é sua puta?
Louis bateu tão forte em sua bunda, que ela sabia que todos os dedos dele estavam marcados. Ele colocou a mão pra frente, deslizando por sua barriguinha e enfiando-a dentro da calcinha dela, sua xoxotinha pingava de tesão, seu cuzinho piscava enlouquecido.
- Você está pingando princesa, gostosa pra caralho. Abre as pernas pro seu macho. - Harry não sabia por que, mas ela queria, ela tinha medo de falar algo errado, mas queria tanto aquele pau. Ele a masturbou devagar, pegando bem no seu clítoris, beliscando e a fazendo delirar, quando ele tirou a mão, ela quis chorar e o choramingo que soltou foi involuntário, ele arrastou sua calcinha pro lado e colocou o dedo bem em seu cuzinho. - Eu prometo que vou chupar essa bucetinha mais tarde e comer esse cuzinho apertado, não vai existir um lugar desse corpo que minha boca ou meu pau não tenham passado mas agora amor, eu vou foder essa xota e te encher de porra pra ver se você para de ser uma puta oferecida.
- Lou, por favor. - Louis gemeu em seu ouvido, pincelando o pau em sua entradinha.
Ele segurou seu cabelo e puxou a cabeça dela pra trás, se enfiando na xoxota em um só empurrão, seu pau a destruiu, abriu cada centímetro dela, alargando sua entradinha molhada. Ela gritou forte, mas Louis não tinha dó, ele começou a se empurrar no mesmo minuto.
- Porra de buceta apertada, caralho. - Ele segurou seu pescoço e passou a arrematar dentro dela, ela sentia cada veia daquele pau, fodendo sua sanidade, a cabeça anuviado pela mão em seu pescoço e o pau fundo em sua boceta.
- Oh Louis, mais forte, por favor. - Harry gritava, sua boceta escorria naquele caralho, seu ponto G era acertado, ele segurou em seu quadril e a garota se apoiava na moto com medo de cair de tão forte que estava sendo fodida.
A fivela da jaqueta de couro batia na pele branca, causando vergões vermelhos, os mamilos de Harry estavam tão duros que ela poderia dizer que a qualquer momento leite iria sair deles, ela queria se libertar em qualquer lugar. O pau era grosso e deixava sua boceta ardendo, Louis não era um homem marombado, mas ele tinha tanta força ao arrematar dentro de si, ao segurar seu cabelo ou seus quadris, as marcas de seus dedos ficariam no pescoço branquinho e ela sentiria dor no dia seguinte pela força que ele usava para apertar.
- Você é a vadiazinha mais gostosa que eu já fodi, engole meu pau tão bem baby. - Louis olhou para baixo, seu pau entrava e saia encharcado do melzinho dela, isso o deixou insano. - Eu vou gozar tão fundo na minha vadia, que você vai sentir minha porra por semanas Harry.
Ele começou a fode-la com rapidez, quase não tirando o pau de dentro dela, a xotinha se apertava com força no caralho e com as pernas tremendo Harry ordenhou cada gota de gozo que Louis deu a ela, o grito em sua garganta saiu junto ao nome de Louis, sentindo seu orgasmo a arrematar quando o leite quente a preencheu, as lágrimas escorreram de seus olhos de tanto prazer e sua cabeça girou. Louis continuou fodendo-a enquanto ela sentia o gozo escorrendo por sua coxas. Ele continuava a acariciando, passando a mão por seu corpo.
Ele se retirou e rasgou sua calcinha colocando em seu bolso e abaixando a saia, Harry não sabia como, mas ela ainda estava excitada, ela precisava de mais, de tudo. Louis a virou e beijou sua boca depois de fechar o próprio zíper.
- Vamos princesa, eu ainda preciso foder o resto do seu corpo. - Quando Harry foi colocada na moto novamente, ela se sentia uma bagunça, grudando pela porra gostosa em suas coxas, sua boceta ainda pulsando e a cabeça anuviada pelo calor de Louis estar ali tão perto. Ele cheirava a hortelã, perfume caro e cigarro.
Harry não conseguia pensar em nada a não ser que Louis iria comer ela de novo, nenhum homem a tratou dessa forma, com força, sem dó de machucar, mas também zelando por ela, cuidando do seu prazer. Harry era carente, qualquer coisa que davam a ela, se agarrava com toda sua força.
O resto do caminho foi rápido, mas o pau de Louis estava extremamente duro, nem ao menos parecia que ele havia gozado pra caralho naquela boceta, no momento que ele tirou Harry da moto, viu o banco todo sujo de melzinho daquela xotinha e sua porra.
- Olha a bagunça que você fez amor, estava tão cheia. - Harry ronronou pra ele quando a mão com a tatuagem de 28 acariciou sua bochecha após retirar o capacete. A garagem do prédio estava cheia de carros luxuosos e quando Louis a levou para o elevador ele apertou o botão da cobertura, não tirava a mão dela, dando beijos em seu rosto, seu pescoço, tomando sua boca e quando as portas se abriram ele a pegou no colo, passando rapidamente pelo hall da entrada e entrando no apartamento grande. Harry ao menos teve tempo de admirar a sala, já que o de olhos azuis a deixava insana enquanto apertava sua bunda nua e beijava seu pescoço. Logo ela foi jogada na cama do quarto, a parede do lado esquerdo era toda de vidro dando uma visão ampla da cidade de Londres.
Louis rasgou sua blusa, liberando os peitinhos com mamilos rígidos e abocanhou o direito. Ele tirava as próprias peças de roupas sem larga-lá, parando só pra retirar a camiseta.
- Oh Louis! Me mama direitinho, mama sua garotinha. - Ele sugava e mordia, intercalando entre um e outro, passava a língua em seu mamilo e chupava com tanta força.
Descendo devagar ele beijou toda a barriga lisa, deixando beijos e lambidas envolta de toda borboleta que ela tinha tatuada, a saia apertadinha logo foi arrancada de seu corpo e Louis abriu suas pernas.
- Caralho Harry, sentir essa bocetinha é tão bom quanto olhar pra ela. - Os lábios eram gordinhos, e o grelhinho era grande, estava toda vermelha e molhada, cheia de porra ainda, o cuzinho era tão pequeno, amarronzado e ele queria destruir cada buraquinho. Louis caiu de boca sem pensar duas vezes, lambendo toda a xotinha, recolhendo o líquido e sentido sua porra misturada, ele sabia que nunca poderia deixar aquela garota ir, ela pertencia a ele.
Harry gritava loucamente, sentindo Louis sugar seu clítoris e enfiar a língua dentro dela, comendo sua boceta com a boca, a saliva escorria até seu cuzinho e ela precisava de Louis lá.
- Oh Louis! Você me come tão bem, porra. - Ela deveria estar piscando tanto que em um minuto depois Louis a virou de bruços, espalmando a sua bunda gostosa. Batendo com a mão cheia, marcando a pele de vermelho, fazendo ela se empinar e tremer de dor.
- Se empina pra mim, Cadela, empina gostoso pro seu Senhor comer esse cuzinho com a boca. - Harry se empinou como uma boa puta, rebolando e se mostrando, querendo que ele foda tudo dela, Louis distribui beijos pelas bochechas de sua bunda seguidos de mordidas doloridas e tapas ardidos. Harry gritava por ele, implorava. Mas quando ele passou a lamber seu cuzinho e enfiou a língua tão fundo, chupando ali como nenhum outro homem tinha feito, ela sabia que estava acabada. Não superaria-o nunca, ela precisava dele pra sempre. - Já ta bem molhadinha pro meu pau?
- Sim, Lou.. Papai.. Por favor. - Louis nunca havia sido chamado assim, mas a palavra foi direto pra o seu cacete, deixando o ainda mais duro, ele apenas alinhou a cabecinha com a entrada apertada e após cuspir grosso em seu pau, ele segurou o punhado de cabelos cacheados empurrando a cabeça da sua puta na cama e se enterrou devagar. Harry sentiu cada centímetro se afundar, ela gritou mesmo com a cabeça enfiada no colchão. Louis a fodeu, ela sentiu cada veia daquela caralho grosso, entrando devagar e alargando suas paredes, ela se sentia uma vadia, puta pra caralho com um pau ali, sem preparação, a ardência só a deixava mais insana, a fazia se sentir gostosa pra caralho.
- Tão apertado amor, você ta esmagando meu pau, caralho! Eu vou te encher de porra. - Louis olhou pra baixo e viu a borda do buraquinho totalmente vermelho, seu pau estava sendo sufocado pelo interior quente e molhado, a textura era tão boa. Ele arrematava com força e devagar, sentindo ela de verdade, aproveitando o quão gostoso era. Ele a virou de costas para cama e enfiou dentro dela de novo, era insuportável não estar sentindo seu interior. - Quero ficar pra sempre dentro de você, vou adormecer com meu pau dentro e acordar te fodendo todos os dias, minha garotinha, minha puta, só minha.
Ele estava possuído por um sentimento de possessividade, se alguém chegasse perto de Harry, ele mataria, ela era dele. Alguém só a foderia com a sua autorização, ele iria mandar nela. Ele distribuiu beijos por todo seu rosto vendo as lágrimas escorrendo dos olhos verdes, os deixando ainda mais brilhantes e bonitos, o lapis azul estava borrado, uma bagunça do caralho, beijando aquela boca tão bonita, os lábios eram rosas e gordinhos, ele segurou sua boca em um bico e cuspiu, vendo ela engolir e abrir a boca por mais. O tapa naquele rostinho tão bonito foi inevitável, ela passava a mão por seu peito, em cima da tatuagem, em seu pescoço mas foi quando ela agarrou Louis e arranhou suas costas e falou com tanta sinceridade que ele esporrou.
- Sou sua papai, sua pra usar, sua putinha, brinquedo de foda, sou sua propriedade Lou. - A porra saia em jatos de seu pau e ele não parou de estocar, metendo dois dedos na boceta quente. Harry sentiu uma sensação estranha, sua cabeça estava anuviada pela porra ainda saindo do pau de Louis e a deixando cheia, os dedos em seu ponto G e a forma como Louis a olhava, como se ela fosse dele de verdade, seu baixo ventre estava quente e ela precisava se libertar.
- Para… Papai, Lou, LOU! Eu vou fazer xixi, para para para. - Louis sorriu grande, sabendo o que ela queria.
- Vem garotinha.. deixa vir pro Papai. Minha putinha tão gostosa e obediente.. linda. - Harry relaxou e suas costas arquearam, era a porra da melhor visão que o de olhos azuis tinha tido na vida, a boceta esguichou, o enchendo da porra dela, molhando tudo e quanto mais Louis forçava em seu cuzinho mais ela molhava tudo, a porra já saindo pelas laterais do pau fodendo o cuzinho, o barulho era insano, os gritos de Harry eram incoerentes e ela implorava por algo que nem mesmo sabia.
Louis foi cessando seus movimentos aos poucos, reduzindo até parar. Com muito pesar ele tirou o pau de dentro dela, estava inteiro molhado, a garota estava acabada e começou a chorar subindo no colo do de olhos azuis.
- Lou, não me deixa… não me manda embora. - Seu choro era sentido, tão sincero e aquilo destruiu Louis, ele ia cuidar daquela garota, ela era sua.
- Nunca meu amor, sou homem de verdade e quando disse que você era minha é pq você é. - Eles se perderam enquanto tempo Harry ficou de lado no colo de Louis, que em algum ponto enfiou seu pau na bocetinha dela, sendo aquecido, e ela recebendo seus carinhos, com a cabeça enfiada no pescoço dele, dando beijinhos e se sentindo realmente dele.
you're the bad boy that I always dreamed of 🥊.。*♡ twoshot h!inter (II)
Descrição: Agora Harry finalmente entendia a frase, e da melhor maneira possível - "Todos os bons garotos vão para o céu, mas os garotos maus trazem o céu até você".
tag's: porn with plot - harry intersexo - harry às vezes sendo tratado no pronome feminino - traição entre personagens - size kink (diferença de altura, onde louis será maior e mais forte que o harry em muitos aspectos) - breve descrição de uso de drogas (maconha) - dominação - daddy kink - praise e voice kink - pequeno controle de orgasmo e estimulação - privação de ar pesada - face sitting - tapas na buceta - pequena humilhação - fear play - menção breeding kink - um pouco de choro - contato visual forçado - pequenos elementos do CNC (Consensual Não-Consensual)
🥊.。*♡
Os amigos do cara ajudaram ele a se levantar e Harry viu de esguelha o rosto dele manchado com sangue, algumas pessoas ao longe perguntando se era para chamar a polícia e ele o tempo todo balançando a cabeça em negação. Ouviram falar depois que esse homem já teve alguns problemas com a polícia e que possivelmente era esse o motivo para querer evitar colocá-los no meio – mais uma vez.
Os dois realmente escutaram a música duas vezes, mas foi impossível para Harry não perceber que depois de toda aquela euforia como Louis parecia diferente e distante. Quando a música acabou pela última vez, Harry pegou com jeitinho a mão de Louis e deu uma olhada, fazendo um beicinho preocupado que tivesse se machucado de alguma forma.
— Vamos limpar isso, hum? — Harry sugeriu, se afastando apenas para pegar alguns guardanapos de uma mesa vazia, depois puxando Louis pelo braço para irem até o banheiro, ignorando o olhar de algumas mulheres o acompanhando.
Os dois já estavam dentro do banheiro, Harry ajudando Louis passando com cuidado guardanapos um pouquinho molhados em seus dedos levemente machucados e ensanguentados. Estava certo de que durante todo aquele processo o mais velho tinha os olhos muito atentos nele como se tivesse a intenção de dizer algo, porém nada saía e estavam em silêncio já tinha um certo tempo, ouvindo uma música distante tocar no bar.
— Estique eles um pouco. — Harry mandou baixinho e Louis não demorou muito para fazer, deixando o garoto ver ele abrir e fechar os dedos agora limpos com facilidade. — Dói? — Perguntou preocupado, olhando para o rosto tenso do boxeador.
— Não. — Louis respondeu com simplicidade, sentindo os dedos gentis de Harry acariciarem as costas de sua mão com carinho.
— Então por que parece tão preocupado? — Harry jogou os guardanapos no lixo, em seguida dando um pulinho para conseguir sentar na bancada da pia. Teve a intenção de puxar Louis pela camisa para se aproximar mais um pouco, porém esse recuou e se encostou contra a parede gelada bem em frente a ele. — Não machucou tanto assim, né? Não vai te atrapalhar naquele torneio que comentou com seus amigos. — Harry disse ficando ainda mais preocupado, Louis balançando a cabeça em negação lentamente.
De alguma forma, se Louis no final de tudo aquilo tivesse se ferido e então se prejudicado, Harry logo se sentiria culpado e responsável pensando que não deveria ter aberto a boca, começando mesmo sem intenção aquela discussão acalorada.
— Não é isso. — Louis coçou a nuca um tanto sem jeito, os olhos azuis evitando olhar para o rosto de Harry. — Na verdade, estou mais preocupado em ter te assustado e estragado tudo entre eu e você com o que fiz. — Se explicou e Harry entreabriu os lábios em surpresa diante da confissão, pensando um pouquinho no que poderia dizer.
— Vem aqui, por favor? — Harry chamou com jeitinho, vendo Louis se aproximar dele ainda um tanto receoso, sendo necessário o próprio bailarino puxá-lo pelas vestes para que se encaixasse entre suas pernas, quando ele ainda tentou manter uma distância segura entre os dois. — Agora olhe para mim… assim. — Harry ditou com ambas as mãos se posicionando delicadamente nas suas bochechas, fazendo-o olhar em seus olhos verdes. — Nada, absolutamente nada, foi estragado entre nós dois por causa do que aconteceu. Consegue acreditar nisso?
Louis ficou alguns segundos olhando bem em seu rosto, como se quisesse ter certeza de que ele estava falando a verdade e não era algo que dizia por achar que era o que ele queria e precisava ouvir. Quando estava convencido de que sim, aquilo estava vindo realmente do Harry, a tensão que nem sabia existir escapou dos músculos de seus ombros e ele suspirou fechando os olhos por um momento, encostando a testa contra a sua.
— Admito, me assustou um pouco porque aconteceu tudo muito rápido e… ninguém nunca tinha feito algo assim por mim. — Harry dizia baixinho, a ponta dos dedos brincando com a barba curta dele. — Aquele cara foi um cretino e você estava tentando me proteger.
— Sim. — Louis assentiu rapidamente, colocando a mão sobre a de Harry em sua bochecha, virando o rosto para beijar o seu pulso com delicadeza. — Me desculpa por ter te assustado.
— Tudo bem. Só não faça mais isso… — Harry iniciou dizendo e Louis parou por um momento para ouvir o que ele diria. — Você quase machucou muito sua mão! Já pensou se não fosse conseguir competir?
Pegou Louis um pouco de surpresa saber que naquela situação Harry estava mais preocupado com o que poderia ter acontecido com ele, e não com o estado que o homem imbecil tinha ficado, acabando por despertar algo curioso dentro de si. O garoto tinha todos os motivos para querer distanciar Louis depois da briga e seria perfeitamente capaz de entender aquilo. Agora que estava um pouco mais calmo na companhia de Harry, percebia que talvez a situação não devesse ter cobrado tanto da parte dele.
Mas Harry ainda estava ali junto a ele, era o que realmente importava.
Ao se dar conta daquilo, Louis finalmente se sentiu mais confortável com a proximidade entre os dois, chegando um pouquinho mais perto para deixar um beijinho na testa de Harry, não vendo o sorrisinho tímido dele diante do gesto doce repentino.
Os olhos de Harry acabaram se fechando por um momento, sentindo os lábios de Louis deslizarem mais um pouco pela lateral de seu rosto até sua bochecha. Tamanha a proximidade de Louis, que Harry inconscientemente entreabriu os lábios se preparando para beijá-lo, mas ele não foi mais adiante. Ao invés dos lábios de Louis deslizando contra os seus, sentiu o polegar dele brincar com seu lábio inferior por um momento, acabando por tirar dali um pouquinho do gloss com sabor.
Mesmo que todas as células do corpo de Harry gritassem na necessidade de ter Tomlinson o beijando, se manteve parado com o rosto há poucos centímetros do dele, lábios não se tocando por muito pouco.
— Você não quer me beijar? — Harry perguntou baixinho e de modo preocupado, flagrando o sorriso de Louis com sua fala.
— Tava esperando você pedir por isso. — Louis respondeu provocador, gostando quando os dedos de Harry seguraram a barra de sua camisa e ele se inclinou um pouquinho para deixar um beijinho em seu queixo. — Assim você torna um pouco difícil de resistir.
Antes que Harry pudesse responder, Louis segurou o rosto dele e finalmente juntou seus lábios em um beijo que o garoto tanto tinha esperado naqueles últimos dias. Os quadris de Louis estavam bem posicionados entre suas pernas, as coxas de Harry se apertando ali de jeitinho necessitado.
Harry sentiu a bucetinha curiosamente pulsar quando a mão do boxeador se posicionou em seu pescoço, os dedos tatuados apertando as laterais levemente e ainda com certa firmeza capaz de deixá-lo ainda mais entregue. O bailarino acabou levando a própria mão para segurar o pulso tatuado com delicadeza, em um incentivo para que continuasse segurando-o daquele jeitinho.
As pernas de Harry estavam bem abertas para receber Louis entre elas, o vestidinho lilás subindo aos pouquinhos por suas coxas, a mão livre do mais velho deslizando sob seu vestido para apertar bem sua coxa e em seguida sua bunda. Em certo momento Louis apertou e puxou sua bunda com tamanha força, ao mesmo tempo que empurrava os quadris contra sua virilha, que Harry por um momento esqueceu onde estavam e deixou um gemidinho gostoso escapar contra a boca de Tomlinson.
Louis parou de beijá-lo por um momento, tirando a mão de seu pescoço para puxar seu vestidinho para baixo e expor seus peitinhos. Harry estava pronto – e muito ansioso também – para ter Louis mamando neles de novo do jeitinho que tinha feito em seu quarto, mas por algum motivo ele parou e ficou os observando um tanto... admirado.
— Eles ainda estão assim? Desde aquele dia. — Louis perguntou com um sorrisinho cretino, os polegares esfregando os biquinhos em movimentos circulares, os olhos azuis atentos nas marcas levemente arroxeadas de quando chupou ali bem gostoso.
— Uhum. — Harry assentiu um pouquinho ofegante pela excitação de estar de novo em um momento como aquele com Louis. Ainda mais depois do que esse tinha feito por ele há alguns minutos atrás, se questionando se era muito errado ter se sentido levemente excitado com aquilo…
— Oh, você realmente é uma boneca. — Louis agarrou ambos os peitinhos dele, se alternando em chupar um pouquinho ambos os biquinhos, soltando-o com um barulhinho de sucção. — E é uma boneca muito delicada. — Louis então levantou mais ainda seu vestidinho, olhando com atenção para sua cintura e quadris vendo que também tinha pequenas marcas ali. — Tão delicada e sensível que é preciso ter muito cuidado para te tocar e não quebrar. Tudo sobre você é tão perfeito, Harry… como eu posso com isso?
Harry corou violentamente e mordeu o lábio um pouquinho, se arrepiando por conta do frio que começou a sentir a partir daquele momento. Louis parecia ter percebido aquilo, pois voltou a beijá-lo lentamente ao mesmo tempo que arrumava seu vestidinho na região do busto e puxava por seus quadris para ajustá-lo devidamente.
Em meio àquilo, Louis tirava a própria jaqueta preta, e então se afastava um pouco de Harry para ajudá-lo a colocar. Aquele sorrisinho tímido se voltou para os lábios de Harry, as covinhas voltando a surgir em suas bochechas coradas, se inclinando para deixar um selinho em seus lábios em agradecimento.
— Vou te levar para casa. — Louis informou em meio aos selinhos que deixava em seus lábios, percebendo quando Harry fez um beicinho e olhou com olhinhos de filhote. — O que foi? — Perguntou com um sorrisinho.
— Então a gente não vai continuar? — Harry nem mesmo escondeu seu descontentamento, esfregando o rostinho em peitoral um pouco. — Não quero que acabe agora.
— E para onde você quer ir? — Louis voltou a acariciar o rosto dele, assistindo ele se recostar contra sua buscando mais. — Minha casa? — Sua fala fez Harry piscar algumas vezes e os lábios se entreabrirem com a intenção de dizer algo.
— Se você estiver me convidando... — Harry deu de ombros piscando os grandes olhos verdes algumas vezes, fazendo certo charme que arrancou um sorriso do mais velho.
— Vamos, então. — Louis o agarrou pelos quadris para ajudá-lo a descer da bancada da pia com um único braço, esse continuando a segurar sua cintura quando os dois saíram do banheiro.
Os dois se aproximaram da mesa onde um grupo de amigos de Louis ainda estava e ele não demorou muito para dizer que estava tudo bem, mas que precisariam ir porque Harry tinha que voltar para casa e que no começo da noite Louis já tinha se comprometido em dar uma carona para ele.
Harry educadamente se despediu de cada um e agradeceu por pela noite divertida, fora também que todos foram muito gentis com ele desde o começo. Chegava a ser cômico como Louis ficava o seguindo por todos os lugares que ele ia, a mão possessivamente em sua cintura e algumas vezes dando pequenos apertos ali, indicando que fosse um pouquinho mais rápido.
Eles finalmente saíram do bar e como de costume Louis conferiu se a trava se segurança do capacete estava devidamente colocada, antes de subir na moto e esperar pacientemente que Harry se juntasse a ele, dando partida quando o garoto estava se segurando bem apertado em si.
🥊.。*♡
— Então, você não mora sozinho. — Harry comentou sentado no sofá de couro sintético preto, assistindo Louis se movimentar pela sala para fechar as janelas que estavam abertas.
Eles tinham chegado no apartamento de Louis fazia alguns minutos. No momento em que entraram, o homem que morava ali junto a Louis estava saindo com um mochila e cumprimentou os dois educadamente, se afastando pelo corredor até o elevador sem falar muito mais.
As duas janelas da sala estavam abertas, deixando o cômodo um pouco frio pelo vento que insistia em irromper por elas. Louis talvez tenha visto a maneira que se encolheu um pouquinho dentro da jaqueta dele, cruzando os braços contra o corpo, pois indicou que ele sentasse no sofá, enquanto cuidava disso
— Não, divido o apartamento tem uns seis meses. — Louis respondeu quando terminou, se aproximando para sentar na mesinha de centro de frente para Harry. — O cara é gente boa. Ele respeita meu espaço, eu respeito o dele. Nunca tivemos problemas. — Comentou tocando em sua perna, indicando que deveria colocar o pé sobre seu joelho e Harry o fez, sorrindo como tolo com ele tirando seu sapatinho cuidadosamente.
— E ele vai voltar que horas? — Harry perguntou tentando disfarçar que estava um pouquinho preocupado do homem chegar de repente e os dois estarem em alguma situação comprometedora. Mas de pouco adiantou, porque Louis parecia muito bom em lê-lo como um livro aberto.
— Ele trabalha em período noturno, não se preocupe. — Louis provocou apertando seu tornozelo levemente, enquanto tirava a meia branca, pedindo logo depois o outro pé. — Eu também não deixaria ele ver nada. Só eu posso ver. — Disse em um tom claramente humorado, mas tinha ali uma pequena parcela de ciúme com a simples possibilidade.
Harry sorriu um pouquinho ao se dar conta disso.
— Quer que eu ligue o aquecedor? — Louis perguntou quando ficou de pé assim que terminou de tirar seus sapatinhos junto as meias. — Quer comer ou beber alguma coisa?
— Não precisa, você já fechou a janela. — Harry se aconchegou um pouco mais na jaqueta dele, gostando que ela estivesse cheirando exatamente como ele. — E não quero nada, obrigado.
— Tudo bem. Agora você fica aqui, enquanto eu vou no meu quarto conferir se não tem nenhuma surpresa vergonhosa. — Louis disse de modo honesto se abaixando um pouco para deixar um selinho em seus lábios e Harry riu um pouquinho, balançando a cabeça em compreensão. — Espero que entenda bem, eu não esperava te trazer aqui essa noite. — Comentou se afastando na direção da corredor.
— Own, que adorável. — Harry disse alto o suficiente para ele ouvir do quarto, ficando de pé para ver as fotos em uma das paredes da sala, todas de Louis competindo em torneios e ganhando prêmios.
Nesse meio tempo em que Harry estava distraído vendo as fotos e também uns quadros com pinturas, não acabou percebendo que o celular vibrou em cima do sofá em uma nova mensagem. Poucos minutos depois Louis surgiu no corredor o chamando para irem para o quarto, Harry não esquecendo de pegar o celular e os sapatinhos com meias para que não ficassem jogados e esquecidos no chão.
Assim que os dois entraram no quarto de Louis, esse entrando por último para fechar e trancar a porta com um barulho, Harry ficou um pouco surpreso ao ver que era mais organizado do que tinha imaginado. Até mesmo gostou da decoração, as paredes em um tom mais escuro que o comum, trazendo certo conforto para o cômodo aquecido.
Harry se aproximou e sentou na beirada da cama, deixando os sapatos no chão ali perto, olhando com interesse para as pequenas luzinhas de fada em um tom amarelo instaladas nas paredes, algumas plantas sobre a cômoda, outras na janela e nas prateleiras das paredes.
— É escuro no seu quarto. — Harry comentou um pouco fascinado, ouvindo Louis caminhar até ele e sentar logo ao seu lado, tirando os tênis. — Digo isso de um jeito "Uau! Nunca vi um quarto assim" no melhor sentido. Você viu como o meu é muito claro. — Harry se adiantou em explicar, quando imaginou que poderia ser interpretado errado, mas Louis apenas riu baixinho.
— Obrigado, Harry. — Louis disse em um tom divertido, dando tapinhas na coxa em incentivo para o garoto sentar ali, soando um pouco desesperado como Harry seguiu o comando no mesmo instante. — Hoje vou poder fazer como eu quiser? — Louis provocou em meio aos beijos que deixou em seu pescoço, a cabeça de Harry automaticamente pendendo para trás a fim de facilitar o processo, os dedos acariciando os cabelos da nuca dele.
— Como você quer fazer? — Harry perguntou baixinho, ofegando quando Louis ameaçou morder a região sensível.
— Eu quero fazer muitas coisas… todas que infelizmente não pude naquele dia em seu quarto. — Louis murmurava em um tom tranquilo, os dedos deslizando pelo inferior das coxas de Harry, pressionando a ponta deles sobre os lábios de sua buceta escondidos pelo tecido da calcinha de algodão. — Brincar com sua buceta usando minha língua, ou os dedos… — Louis disse de modo direto, sorrindo com a reação já esperada de Harry em esconder o rosto na curva de seu pescoço, apertando as coxas com força. — Não vou mentir, minha boneca, estive pensando sobre isso desde então.
— Eu também. — Harry sussurrou sua confissão e Louis segurou sua bochecha com cuidado para que olhasse diretamente em seu rosto, vendo divertido como ele estava extremamente corado e tentando desviar o olhar.
— Você também? — Louis perguntou apertando seu queixo ao que ele fechou os olhos. — Não faz assim, seja bonzinho e olhe para mim… assim mesmo. — Deixou transparecer como estava orgulhoso ao que ele obedeceu, o polegar fazendo um carinho nos lábios dele. — Sobre o que você esteve pensando?
— Sobre nós. O que aconteceu. — Harry dizia timidamente, encolhendo os ombros.
— Sobre nós e o que aconteceu. — Louis repetiu em um tom rouco, invertendo as posições com facilidade para que pudesse ficar entre as pernas dele e sobre seu corpo. — Em que exatamente? — Perguntou com os lábios próximos de seu rosto, mas nunca de modo que eles se encostassem.
— Sobre quando me beijou. — Harry ficou aliviado quando as palavras saíram de maneira coerente, e mais aliviado ainda quando Louis juntou seus lábios após isso.
Louis começou o beijando lento, usando os dedos para afastar os fios longos de seu cabelo para que não os incomodasse, a língua deslizando quente e molhada contra a sua de modo lento e tão gostoso, que inconscientemente suas longas pernas se abriram ainda mais para recebê-lo devidamente entre elas.
Os dois gemeram juntos na boca um do outro quando Louis fez questão de empurrar um pouco mais os quadris contra sua virilha, Harry sendo perfeitamente capaz de sentir o volume do pau semi-ereto roçando contra os lábios cobertos de sua buceta.
— E o que mais? — Louis continuou em meio a pequenos beijos estalados, não deixando de perceber a maneira que Harry puxava seus quadris para perto, em um pedido silencioso para que continuasse a esfregar suas virilhas uma na outra.
— Q-Quando beijou aqui, também. — Harry indicou os próprios peitinhos de um modo trêmulo, ainda envergonhado por Louis estar o fazendo falar daquele jeito.
— Hum, mas não foram só beijos, foram? — Louis perguntou puxando seu vestido para baixo pelo pequeno decote, expondo ambos os biquinhos ao ar gelado, começando a deixar beijinhos molhados por ali assim como Harry tinha dito.
— N-Não. — Harry engoliu em seco, se sentindo arrepiar todas as vezes que os lábios de Louis tocavam sua pele, e consequentemente a barba dele também. — Você os chupou… e mordeu um pouquinho.
— Disso eu lembro perfeitamente. — A língua quente dele circundou um de seus mamilos preguiçosamente, antes de começar a mamar nele gostoso, usando os dedos para estimular o outro.
Harry cantarolou em satisfação, a cabeça pendendo um pouquinho para trás, enquanto os dedos se emaranhavam nos cabelos de Louis para fazer um carinho em meio àquela sucção preguiçosa, porém persistente no biquinho sensível.
Percebeu que Louis propositalmente encostava a ponta dos dentes, enquanto se alternava em chupar seus peitinhos com vontade, as mãos agarrando ambos para dar certo volume e torná-los ainda mais apetitosos. Fora que sempre que ele interrompia a sucção, puxava seu mamilo entre os lábios e o soltava com um barulhinho molhado e estalado, o lambendo em excesso de saliva antes de voltar a colocá-lo na boca.
Harry teve a impressão que nunca se acostumaria com a sensação de ter aquela boca trabalhando naquela região em específico, que por si só já conseguia ser tão sensível, o nível indo um pouco mais além com tamanha atenção e dedicação.
Fora que Louis mostrava ter um prazer especial naquela pequena atividade, fazendo certa questão de deixar ali uma bagunça de saliva e diferentes marcas por diferentes partes de seus peitos, que ficavam tão doloridos com seus biquinhos inchadinhos.
Talvez Harry gostasse tanto quanto Louis e tenha até choramingado desgostoso quando ele parou de brincar com seus peitinhos.
— Mais alguma coisa? — Louis estava tão ofegante quanto Harry, aquilo fazendo o garoto rir um pouquinho e o mais velho consequentemente sorrindo também.
— Pensei em como seria você brincando comigo de outros jeitos. — Harry sussurrou, ainda ofegante, se inclinando para conseguir alcançar a boca dele. — Pensei em como me arrependi pelo que fiz naquele dia.
— Se arrependeu de que? — Não foi muito difícil para Harry perceber como Louis parecia levemente preocupado, se adiantando em segurar o rosto dele e juntar seus lábios em um beijinho um pouco mais demorado.
— Me arrependi de não ter deixado você usar os dedos ou a boca. — Harry explicou contra a boca dele. — Isso porque eu nunca- ninguém nunca fez algo assim comigo e eu deveria ter experimentado com você… ter deixado você fazer o que queria, mas fiquei com medo.
— Por que com medo? — Louis precisou fazer muito esforço para não demonstrar como o garoto quase tinha o destruído com aquelas palavras, o pau ficando ainda mais duro nas calças.
— Não sei. — Harry riu tímido. — Como eu disse, seria a primeira vez e acho que ficou muito na minha cabeça. Fora que você podia não… gostar tanto assim.
— Não fala isso… — Louis acariciou seus cabelos. — Ainda tá com medo? — Louis perguntou para se certificar de que realmente estava tudo bem e Harry pensou genuinamente sobre a pergunta, acabando por balançar a cabeça em negação.
— Com medo não, só um pouquinho inseguro eu acho.
— Não precisa ficar inseguro. — Louis fez um carinho em seu queixo, deixando beijinhos em diferentes pontos de seus lábios entreabertos. — Acho que você não tem ideia do quanto me deixou fascinado naquele dia, porque você foi tão incrível. Você me deixou maluco, minha boneca. Quando eu disse que não tinha conseguido parar de pensar sobre o que fizemos, eu realmente não consegui. Te ver durante essa semana todos os dias e não poder te tocar do jeito que eu queria acabou comigo…
— Sério? — Harry perguntou tolamente em um fio de voz, os grandes olhos verdes de boneca brilhantes feito de um filhote.
Foi impossível para Louis não ver que, enquanto buscava sua certeza, Harry levou os dedos até a calcinha para esfregar um pouquinho sobre o tecido macio da calcinha querendo um pouquinho de alívio.
Chegava a ser incrível como Louis conseguia esquecer um pouco o efeito que algumas de suas palavras conseguiam ter sobre Harry, que simplesmente adorava elogios e se afetava ao extremo em ser colocado no centro das atenções em reconhecimento por algo que era ou fazia bem. Foi impossível Louis não acabar pensando que poderia tirar um pouquinho de proveito daquele fator, com o único e principal objetivo de dar prazer para o bailarino e consequentemente deixá-lo mais confortável.
— Muito sério. — Louis endireitou a postura, ficando de pé na beirada da cama e ainda posicionado entre as pernas abertas de Harry. — Quer que eu diga as coisas que pensei? — Esperou que Harry balançasse a cabeça em afirmação ansiosamente antes de continuar, vendo ele continuando a dedilhar a própria buceta enquanto isso, aproveitando para passar as mãos gentilmente por suas coxas em uma desculpa para tocá-lo. — Fiquei me perguntando qual seria o seu gosto. Você já tem uma buceta tão linda e irresistível, eu mal podia podia tirar meus olhos dela. Imagina seu gosto direto na minha boca? Tenho certeza de que eu não conseguiria parar de comê-la.
Harry engoliu em seco e prendeu a respiração por segundos, pressionando e esfregando os dedos com um pouco mais de afinco sobre a calcinha. Até que em determinado momento, não resistiu e decidiu enganchar seus dedos ali, puxando a peça por suas coxas até os joelhos.
Os olhos de Louis se prenderam naquele pequeno pedaço de céu, os lábios e o grelinho esfoladinhos da buceta melados pela lubrificação expelida em tamanha excitação. Louis só de observar a região de aspecto muito macio, sentiu muita vontade de lamber por inteiro e limpar aquela pequena sujeira que o garoto tinha feito.
Louis se recusou a avançar e tocar Harry, sem que esse antes falasse propriamente que queria. Depois que o ouviu dizer que antes estava com medo e agora ainda se sentia um pouco inseguro, queria garantir de todas as maneiras possíveis que Harry fosse gostar daquilo tanto quanto ele e do começo ao fim.
Mas não podia se entender mal, achando que ele estava muito tranquilo, quando parte de si mal podia esperar a hora que teria aquilo que tanto queria há tanto tempo. Era mais difícil ainda quando a tinha exposta, diante de seus olhos, e tão perto que bastava esticar o braço e dedilhar com a ponta ansiosa dos dedos.
Então, Harry falou as palavras mágicas.
— V-Você não quer tocar? — Ele perguntou em um tom que demonstrava sua insegurança e timidez, Louis se adiantando em se explicar.
— Quero muito, boneca. Só preciso ter certeza antes que é isso que você realmente quer. — Louis explicou e Harry assentiu com a cabeça depressa, empurrando a calcinha um pouco mais até essa cair por suas pernas e ficar solta em seus tornozelos.
— Sim, eu quero. — Harry engoliu em seco. — Seus dedos… e sua boca. — Esticou os braços na direção de Louis e alcançou seu pulso, puxando a mão dele em direção a sua intimidade, prendendo a respiração quando os dedos dele roçaram nos grandes lábios da buceta. — Eu quero que você faça isso.
Louis sorriu satisfeito com sua aprovação, fazendo um gesto para que ele se afastasse mais um pouco e deitasse confortavelmente no meio da cama, para que então pudesse se encaixar entre suas pernas abertas. Ali Louis conseguiu deitar de bruços e seus braços agarraram as coxas dele por baixo, o rosto ficando a poucos centímetros de distância da bucetinha molhada e atrativa.
Por mais que estivesse tão ansioso quanto Harry que aquilo finalmente estava acontecendo, Louis não foi direto ao ponto. Queria aproveitar cada parte do que estava recebendo, se demorando no processo de deslizar a ponta do nariz pelo inferior daquelas coxas macias, usando a ponta da língua para provocá-lo e lamber lentamente até sua virilha, mas nunca diretamente onde ele precisava.
Harry engolia em seco todas as vezes que sentia a língua quente deslizar ao longo do inferior de sua coxa até o monte de vênus, Louis se limitando somente àquela região. Às vezes ficava difícil resistir e Harry acabava erguendo os quadris, tentando de algum jeitinho que Tomlinson fosse um pouquinho mais para baixo, ignorando riso cretino desse quando percebia o que estava fazendo.
A boquinha de Harry se abriu em um choramingo dengoso, as mãos no topo da cabeça de Louis para empurrá-lo um pouquinho mais para baixo e fizesse o que finalmente precisava fazer.
— Shh, não seja tão ansioso. — Louis zombou um pouco, deixando um beijinho bem sobre seu clitóris, arrancando um pequeno estremecimento de Harry que foi pego completamente de surpresa. — Sua bucetinha é tão linda, não consigo parar de olhar para ela. — Ele levou polegar para recolher toda aquela lubrificação expelida, facilitando quando começou a esfregar o grelinho em movimentos circulares. — E o seu cheiro, hum... você é todo perfeito.
Louis, muito atento em cada mínima reação do corpo dele, viu o momento que ele se contraiu excitado e em seguida liberou mais lubrificação.
Agora Louis precisava segurar a onda e não ser tão ansioso, assim como tinha dito para Harry, porque achava que nunca se sentiu tão tentado a colocar algo na boca como estava naquele momento.
Era tão fodido... Por que tudo no bailarino tinha que ser tão irresistível?
Louis usou os dedos para afastar os lábios da bucetinha e poder lamber uma longa faixa ali preguiçosamente, gostando de ouvir o pequeno soluço que Harry deixou escapar. A reação dele apenas serviu para incentivar Louis a ir mais adiante, mantendo a língua rígida para dar certas lambidas firmes em que dava uma atenção especial para seu clitóris inchadinho e desesperado por atenção, esse que parecia implorar para ser estimulado.
Louis continuou brincando com sua buceta e Harry gemeu dengoso com a sensação da língua quente deslizando em movimentos circulares sobre seu clitóris, os dedos acariciando os cabelos de Louis que mantinha os olhos bem abertos na sua direção. Toda aquela sensação incrível conseguiu se intensificar ainda mais quando ele indicou silenciosamente que deveria abrir mais as pernas, a calcinha continuando solta em um de seus tornozelos, a boca dele se aprofundando ainda mais no trabalho de brincar com os lábios da sua buceta.
Em determinado momento Louis pressionou mais a ponta do nariz bem sobre seu clitóris, conforme se esforçava para enfiar a língua enrijecida dentro dele, consequentemente fazendo-o vazar melzinho aos montes ao que esfregava o rosto ali e a barba fazia cócegas.
— Você é uma delícia. — Louis sussurrou rente a sua pele, o hálito quente atingindo a região pulsante e molhada. — Eu poderia te comer assim para sempre.
Como Louis esperava, porque reparava bem em seu bailarino e estava entendendo perfeitamente como ele funcionava, ouviu o gemido delicioso que escapou dos lábios rosa após sua fala. Sorriu satisfeito com o feito, passando a distribuir beijos por sua virilha e inferior das coxas, antes de começar a chupar de maneira preguiçosa e especificamente o monte de vênus, evitando propositalmente o clitóris que estava logo abaixo.
Harry ainda assim gemeu com a sensação, o peito levemente ofegante com todas as sensações explodindo em si. Ainda não se sentia capaz de parar aquele carinho constante que fazia nos cabelos de Louis, como se de alguma forma fosse convencê-lo a ser bonzinho consigo.
Mas os segundos estavam se passando e Louis continuava a se alternar entre dar aquelas pequenas chupadas no monte de vênus, e superficialmente deslizar a língua sobre os lábios da buceta. E a cada segundo que passava sob aquela tortura, sentindo a bucetinha formigar e o baixo ventre repuxar em prazer, mais Harry ficava agoniado querendo mais.
Desesperado por algo, mas muito tímido para pedir tal coisa, o próprio Harry levou os dedos com a intenção de estimular um pouquinho seu clitóris em busca de alívio. Porém, Louis segurou seu pulso e o afastou, mantendo-o preso no colchão com um risinho provocador.
— Louis. — Harry choramingou erguendo os quadris, demonstrando seu desespero.
— Shh, boneca. — Louis consolou, segurando seus quadris no colchão novamente, os lábios deixando beijos molhados por sua virilha e o inferior das coxas. — Tudo bem, shh. Só quis brincar um pouco com você, é difícil resistir quando sei que vai agir assim. — Louis assumiu com aquele sorriso cretino, chupando uma marca no inferior de sua coxa em um local escondido.
— Malvado. — Harry disse em um suspiro, os lábios permanecendo abertos em deleite com a língua de Louis voltando a se esfregar em movimentos circulares sobre seu grelinho, o garoto rapidamente se apoiando nos antebraços para poder assisti-lo. — B-Bom... muito bom. — Ele voltou a gemer, as costas batendo no colchão em um som abafado quando voltou a deitar logo em seguida.
Louis riu um pouquinho com a rápida mudança, mas não voltou a parar com os movimentos da língua, se esforçando de verdade para continuar daquele jeito que o garoto demonstrou gostar. Enquanto aquilo suas mãos deslizavam pelos quadris e coxas de Harry até chegar em seus joelhos, o incentivando a colocar ambas as pernas sobre ombros para que pudesse ir mais a fundo no que fazia.
Harry estava tão perdido na sensação de prazer, que se assustou um pouco quando ouviu e sentiu o celular vibrar violentamente bem ao seu lado. Mesmo que ainda estivesse deitado e não tivesse pego o celular, já era capaz de ver o nome de Christopher na tela.
Por mais que tivesse aproveitando muito o momento e quisesse ignorar todo o resto só de estar ali, não tinha como ele ignorar aquela ligação. Podia se tratar de um assunto realmente importante, como por exemplo a apresentação que ele e Christopher fariam juntos.
No momento que Harry tentou alcançar o celular, foi justo quando Louis começou a chupar seu grelinho preguiçosamente, enquanto esfregava a língua ali. As costas de Harry se curvaram com a sensação, as mãos agarrando e apertando os próprios peitinhos para descontar um pouco do prazer que estava sentindo.
Tudo ficou ainda mais intenso quando Harry se deu conta da maneira que Louis gemia prazeroso contra sua buceta. Parecia que ele estava fazendo questão de demonstrar o quanto estava excitado apenas de chupá-lo, fazendo pequenas pausas somente para puxar os lábios de sua buceta para os lados, a fim de deixá-la ainda mais exposta e poder voltar a chupar com mais dedicação.
E Louis parecia disposto a deixar bem claro como estava realmente aproveitando por finalmente ter o que tanto queria. Se provava isso com os pequenos gemidos abafados de satisfação, a sucção dedicada em que fazia sons molhados preencherem o quarto, isso fora a maneira que a ponta dos dedos se afundavam na pele de seu quadril em um claro pedido para que permanecesse de pernas bem abertas.
Harry respirou fundo e esticou o braço para alcançar o celular, o puxando para perto. Enquanto isso, empurrou um pouco a cabeça de Louis para dar um tipo de sinal de que deveria pegar mais leve.
— O que foi? — Louis perguntou se apoiando nos antebraços, os lábios e a barba brilhantes pela saliva e seu melzinho expelido aos montes contra a boca dele.
— Preciso atender. — Harry disse ofegante, atendendo a ligação e levando o celular até a orelha. — Oi, Chris. — Foi a primeira coisa que Harry disse quando atendeu, flagrando o momento que Louis revirou os olhos e se voltou para sua buceta.
— Onde você está? — Christopher perguntou preocupado e Harry foi rápido em ligar os pontos de que ele deveria ter ido até sua casa.
— Eu saí. Com uma a-amiga, depois do trabalho. — Harry mordeu o lábio com força para conter um gemidinho prazeroso, Louis chupando seu clitóris tão preguiçoso e ao mesmo tempo com tamanha dedicação. — O que foi? — Perguntou emaranhando os dedos nos cabelos da franja de Tomlinson para poder ver seus olhos muito azuis.
— Pensei que não tinha problema vir hoje para decidir os demais detalhes da apresentação. — Harry era capaz de identificar na voz dele como estava irritado e impaciente por não estar lá. — Você não pode... voltar? Sabe que isso é importante.
Pelo visto, mesmo que o celular não estivesse no viva-voz, Louis havia escutado e agarrou suas coxas de maneira ainda mais possessiva. Ele começou a comer sua buceta como se tivesse fome, os sons molhados de sucção ficando ainda mais altos e deixando Harry simplesmente louco.
As costas de Harry se arquearam prazerosamente e os dedos agarraram as mechas do cabelo de Louis com uma força capaz de machucar, mas o boxeador não demonstrou incômodo e muito menos parou com sua atividade excitante, se limitando a gemer e ser ainda mais habilidoso com a boca.
— E-Eu não posso. — Harry disse em um suspiro, mas ainda tinha certa indignação em sua voz. — É por isso que marcamos tudo antes. Eu não posso simplesmente largar o que estou fazendo para correr até aí. — Após sua fala ouviu Louis gemer mais uma vez contra sua intimidade em satisfação, os dedos acariciando sua coxa em um tipo de recompensa.
— Mas é algo importante. Se trata da nossa apresentação importante. — Christopher falou lentamente, como se Harry não estivesse sendo capaz de entender suas palavras com perfeição.
— E-Eu...
— Que bom que não me deixou te chupar daquela vez em sua casa, boneca. — Ouviu Louis comentar com a voz rouca, fazendo uma pausa em que utilizava o polegar para estimulá-lo em movimentos circulares. — Porque eu não ia conseguir parar de de jeito nenhum e que se foda o seu namorado. O que posso fazer? Você tem um gosto tão bom.
Harry arregalou os olhos e sentiu que ficou ainda mais molhado, as coxas estremecendo excitado conforme se esforçava para manter as pernas abertas para ele. Louis tinha um sorriso ao flagrar a reação dele com suas palavras, voltando a morder e chupar o inferior de suas coxas, deslizando para cima e para baixo a ponta dos dedos entre os lábios da bucetinha melada.
— Harry? Quem está aí? — Christopher perguntou e por pouco os olhos de Harry não saltaram das órbitas, pois por um momento tinha esquecido completamente que ainda tinha o namorado na ligação.
— Imagina, eu te comendo gostoso e o idiota entrando no quarto no mesmo momento? — Louis perguntou rouco, cuspindo bem sobre o clitóris inchadinho, esfregando os dedos ali em cima com um barulho molhadinho assistindo maravilhado o montinho se mover sob seu dígito. — E eu não ia parar, Harry. De modo algum.
— É uma amiga. — Harry falou depressa, tentando segurar a onda e ignorar as palavras do outro. — Eu disse que tinha saído com uma amiga... Desculpa, Christopher. Amanhã eu não trabalho, resolvemos isso amanhã pela manhã... ou no começo da tarde. — Harry rapidamente se corrigiu, porque não tinha a intenção de ir embora da casa de Louis tão cedo.
— Então vai dormir fora? Que amiga é essa? Não sabia que tinha amigas do trabalho. — Christopher perguntou insistente e interessado.
Porém, pouco a pouco Harry ficava cada vez mais fora de si e muito perto de gozar tão forte como nunca tinha feito. Também não ajudava nenhum pouco como Louis estava brincando com ele, parecendo disposto a desconcentrá-lo e o tornar inteiramente seu naquele momento, sem nenhuma disposição a dividi-lo um pouquinho com o namorado idiota.
Louis foi capaz de perceber que Harry realmente estava perto de vir, então em um tipo de jogada para que ele deixasse Christopher de lado e voltasse a aproveitar o momento como estava fazendo antes, começou a retardar o processo. Deixou de chupar a xotinha para deixar pequenas lambidas no clitóris inchadinho, ou apenas esfregava o polegar ali preguiçosamente.
Harry começou a responder as perguntas de Christopher, olhando confuso na direção de Louis em claro questionamento do por quê ele parou de fazer daquele jeito gostoso de antes, e que agora mais parecia disposto a provocá-lo.
— Você tem uma buceta tão linda. — Louis voltou a falar, os dedos puxando os lábios da xotinha para os lados novamente.
— Christopher, eu posso te ligar depois? Ok. — Harry disse sem nem mesmo escutar sua resposta, não olhando para a tela quando desligou e deixou o celular de lado. — O que foi? Por que parou? — Perguntou com a respiração levemente alterada, não escondendo sua decepção por Louis ter parado o que fazia antes.
— Oh, não sabia que você era tão sujo assim. Queria que eu te fizesse gozar, enquanto ainda falava com seu namorado? — Louis forjou um tom surpreso e Harry engoliu em seco balançando a cabeça em negação, enquanto os dedos dele ainda se pressionam na entradinha apertada da sua bucetinha. — Não? Mas eu acho que é exatamente isso que você queria.
Harry ficou completamente alheio a pequena olhada que Louis deu no seu celular jogado de lado sobre a cama.
— N-Não. — Harry respondeu corado, levando as mãos ao rosto por se dar conta de que sim... talvez ele quisesse aquilo um pouquinho. — Por favor, pare com isso..
— Com isso o quê? — Louis perguntou humorado, afastando os dedos da buceta dele. — Com isso? — Se referiu a tocá-lo e Harry choramingou em reclamação, plantando os pés no colchão e erguendo os quadris, muito necessitado em busca de mais.
— Não. — Harry esticou os braços em direção a ele, usando ambas as mãos para segurar a mão grande dele para colocá-la novamente em sua intimidade. — Me toca, por favor. Eu estava perto. — Disse um pouco envergonhado, mas com tamanha excitação e necessidade, não tinha como dar muito espaço para essa timidez.
— Hum… — Louis cantarolou fingindo ponderar, enquanto voltava a esfregar o polegar sobre o clitóris rosado para estimulá-lo. — Gosto de ouvir você. Me deixe saber se gostou quando eu estava te comendo, agora a pouco. Ou prefere que eu coloque os dedos e foda sua bucetinha com eles?
Harry fechou os olhos por um momento e os dedos magros apertaram com força o lençol escuro da cama, se forçando a conter um gemidinho com as palavras sujas de Tomlinson. Na mesma intensidade que o rosto de Harry corava envergonhado com as coisas que Louis costumava falar com tamanha naturalidade, ele sentia um prazer inegável onde sua bucetinha ficava ainda mais molhada e dolorida em busca de toques ágeis e inteligentes do outro.
— Sua boca… tava muito, muito bom. — Harry se forçou a responder coerentemente, antes que Louis mais uma vez parasse de tocá-lo e o deixasse à beira da loucura.
Talvez Harry tenha ficado um pouco fascinado com o que Louis conseguiu causar nele usando apenas a boca. Era necessário entender e não pensar que ele estava sendo exagerado. Nunca tinha recebido um oral antes, Christopher não fazia o tipo que se importava com aquilo e só então que Harry estava descobrindo que aquilo era uma coisa.
Não o entendam errado, ele tinha amigos que falavam abertamente sobre suas vidas sexuais com companheiros ou companheiras, mas Harry nunca se imaginou recebendo um oral em toda a vida. Quer dizer, ele nunca se imaginou pedindo para Christopher oferecer para ele algo do tipo, mal podia pensar em qual poderia ser a reação desse.
Mas Louis… Louis parecia sentir muito prazer em fazer aquilo, consequentemente tornando Harry em uma bagunça excitada.
— Eu também achei muito bom, boneca. — Louis sorriu usando os dedos para voltar a afastar os lábios de sua buceta para os lados, lambendo uma longa faixa com a ponta da língua. — Porra de buceta gostosa, princesa. — Voltou a chupar seu grelinho proeminente de jeito preguiçoso, usando a ponta da língua para estimulá-lo em meio àquilo.
Harry estremeceu um pouquinho e fechou os olhos com força, não se dando conta da maneira que Louis riu um pouquinho da reação de seu corpinho.
Droga, como ele poderia se manter são com as coisas que Louis dizia tão fácil e tranquilamente?
— N-Não fica falando essas coisas. — Harry choramingou esfregando as mãos no rosto quente, se apoiando em seguida em um dos antebraços para poder assisti-lo, o peito ofegante subindo e descendo sem parar.
Harry sentiu o momento que Louis riu abafado, ainda o chupando causando aqueles sons molhados estalados e tão gostosos, a barba curta fazendo cócegas quando ele fazia questão de esfregar o rosto em sua intimidade vermelhinha.
Pouco a pouco a bucetinha de Harry voltava a dar aqueles sinais de que iria gozar em breve. Estava esquentando e formigando daquele jeitinho familiar, Harry esfregando os pés na cama agoniado, os dedos apertando os biquinhos durinhos dos peitinhos já judiados para descontar um pouquinho de toda a sensação.
— L-Lou… estou vindo. — Harry avisou alerta, os dedos voltando a se emaranhar nos cabelos da franja dele para conseguir ver seus olhos azuis. — M-Muito perto. — Gemeu abrindo ainda mais as pernas e Louis parou de chupá-lo, mas cuspiu sobre o grelinho para esfregá-lo com os dedos em movimentos circulares e ágeis.
— O quanto você está perto? — Louis perguntou de modo claramente provocador e Harry bateu os pés na cama, os olhos de repente começando a lacrimejar tornando o garoto uma confusão.
— Muito! Tão perto, Lou, por favor…
— Você quer que eu te faça gozar, mas você sabe que só bucetas que pertencem ao papai gozam. Sua buceta é minha, Harry? — Aquela fala foi o suficiente para as pernas de Harry terem pequenos espasmos e as costas se curvarem, os olhos revirando sob as pálpebras. — Me responde, Harry, a quem sua buceta pertence? Pertence ao papai?
— Sim! É sim! — Harry disse agoniado e Louis balançou a cabeça em negação.
— Sim o quê? Pertence a quem?
— Ao papai! Pertence ao papai, Lou. Pertence a você, ela é sua e somente sua. — Um gritinho excitado ficou preso na garganta de Harry quando Louis, aparentemente satisfeito com sua resposta, voltou a chupá-lo tão gostosinho e deixando-o tão melado de saliva, que não sobrou um resquício de pensamento coerente em sua cabeça.
Louis o chupando tinha sulcos nas bochechas meladas pela mistura de sua saliva e o melzinho expelido aos montes por aquela buceta, e os olhos azuis vidrados assistindo interessado as expressões prazerosas em seu rosto corado e suado, a boquinha rosada aberta em gemidos chorosos e desesperados. Soube o exato momento em que Harry estava gozando quando repentinamente o corpinho delicado começou a estremecer por inteiro em pequenos espasmos bonitos, tentando a todo custo se afastar da extrema estimulação e fechar as pernas para que Louis parasse.
Naquela névoa de orgasmo prolongado, Harry não era capaz de se dar conta da maneira que gemia "do papai, do papai, do papai…" sem parar. E Louis era persistente, as mãos fortes agarrando com firmeza ambas as coxas de Harry para que ele as mantivesse abertas, o impedindo a todo custo de afastá-lo e evitar que parasse de ter cada vez mais do seu gostinho diretamente na boca.
E com toda aquela estimulação extrema e Harry despertando aos pouquinhos, se acumularam lágrimas em seus olhos de boneca e ele começou a bater ambos os punhos no colchão em um tipo de trégua, choramingando pedidos para que Louis parasse e que não conseguia suportar mais.
Louis finalmente parou, soltando seu grelinho daquela sucção com um barulho estalado e de um jeito extremamente ofegante, alguns fios grudando na testa suada, lábios e barba brilhantes de saliva por toda parte se tornando uma visão e tanto.
Harry finalmente conseguiu juntar ambas as pernas com força tendo as mãos entre elas e as encolhendo se virando de ladinho, tirando aquele momentinho para se recuperar. Durante todo aquele momento, a figura delicada estava sendo observada com atenção pelo boxeador, que se posicionou sobre os joelhos e chegou mais juntinho de Harry. Ali ele se abaixou um pouquinho para deixar um beijo sobre sua bunda, a mão grande acariciando a curva de sua cintura naquele processo.
— Tudo bem? — Louis perguntou com cuidado e ouviu Harry cantarolar em afirmação. Se debruçou sobre o corpinho dele e praticamente o cobriu, apoiando ambas as mãos no colchão nas laterais de sua cabeça, começando a deixar beijos em seu rosto. — Certeza?
— Só preciso de um tempinho… por favor. — Harry pediu ofegante, virando o rostinho mais um pouco para que Louis começasse a beijar sua boca, sentindo seu próprio gosto nos lábios dele.
— Tudo bem. — Louis sussurrou em meio aos selinhos, se afastando dele depois para levantar da cama e alcançar a garrafa d'água que já deixava estrategicamente na cômoda logo ao lado. — Quer um pouco d'água? — Perguntou depois que bebeu alguns goles, observando com certo prazer o bumbum de Harry com algumas marquinhas virado na sua direção.
— Uhum. — Harry assentiu sentando na cama preguiçosamente, sorrindo bobinho quando Louis voltou a se aproximar emaranhando os dedos nos cabelos de sua nuca, levando por conta própria a garrafa para seus lábios.
Harry avisou quando bebeu o suficiente e agradeceu, voltando a deitar de ladinho daquela vez de modo que conseguia ver Louis, assistindo ele se aproximar da cômoda para deixar a garrafa e pegar algo dentro da primeira gaveta junto a um isqueiro.
— Você se importa? — Louis perguntou mostrando o que parecia ser um cigarro, enquanto abria um pouco a janela do quarto.
— Isso é maconha? — Harry perguntou com os olhos semicerrados, sorrindo quando Louis o olhou com um sorrisinho cúmplice. — Não. Vá em frente. — Disse por fim, puxando um dos travesseiros para perto de si, abraçando-o ao que esfregava o rosto ali sentindo o cheiro de Tomlinson.
— Preciso ir com mais calma com você, huh? — Louis disse se referindo a erva em um tom humorado, mas ao mesmo tempo carregava certa verdade
Harry observou Louis acender o cigarro de maconha, enquanto dava um longo e demorado trago, fechando os olhos liberando a fumaça pouco depois muito perto da janela.
Aproveitou aquele momentinho que tinha para se livrar completamente do vestidinho lilás, que àquela altura não passava de um tecido enrolado em sua cintura, deixando-o de lado junto ao seu suéter e a jaqueta de Louis, ficando completamente nu no meio da cama espaçosa.
Harry acabou fechando os olhos e respirando fundo, passando as mãos distraído nos próprios peitinhos sensíveis, circundando a pontinha do dedo nos biquinhos de tom rosado escuro. Ainda distraído passando as mãos no próprio corpo muito exposto, elas deslizaram por sua barriguinha até a virilha e então adentrando o meio das pernas já abertas, usando a ponta dos dedos para brincar na região de cima a baixo entre os lábios molhados da buceta sensível.
Enquanto aquilo, Louis observava a cena atentamente tendo o cigarro aceso entre os dedos grossos, dando mais uma tragada aproveitando para se livrar da calça e cueca que ainda usava.
— Essa tem um cheiro bom. — Harry comentou repentinamente, abrindo os olhos e olhando na direção de Louis, que despertou dos pensamentos.
E estava sendo um pecado Harry deitado tão tranquilamente no meio da sua cama, totalmente nu com os pés plantados no colchão e pernas abertas, dedilhando a própria buceta como se não fosse afetar Louis e deixá-lo simplesmente maluco.
— Quer um pouquinho? — Louis perguntou liberando a fumaça, se aproximando quando Harry assentiu sentando na cama. — Não sabia que minha princesa fumava. — Comentou levando o beck ao lábios do bailarino, que deu uma longa e preguiçosa tragada que segurou um pouco, tossindo pouquinho quando liberou a fumaça depois.
— Já faz um tempinho que não, alguns anos. — Harry disse voltando a deitar, segurando a mão de Louis para que ele sentasse na beirada da cama pertinho de si. — Então a onda pode bater um pouquinho mais rápido que o que considerado normal. — Tinha um sorrisinho nos lábios rosinha e covinhas, Louis sorrindo também segurando suas bochechas para deixar mais um beijinho em sua boquinha.
— Relaxa. — Louis murmurou com os lábios contra os seus. — Mais um pouquinho?
Harry acabou assentindo e assistiu Louis dar mais um longo trago, depois aproximando os lábios dos seus entreabertos para liberar a fumaça preguiçosamente ali. O bailarino sorriu em meio a essa névoa prazerosa, deixando Louis se afastar para colocar o beck em um tipo de cinzeiro de vidro sobre uma mesinha ao lado da cama.
Harry vendo Louis se livrando da camisa preta sobre a cabeça e os braços, lambeu os próprios dedos levando-os de volta até a bucetinha que voltou a dedilhar preguiçoso a região dos pequenos lábios esfoladinhos e ainda melados. Louis parou ao lado da cama, bem de frente para o seu rosto, a grande ereção pendida a poucos centímetros de sua boquinha.
Daquela vez, Louis que lambeu os dedos para molhá-los com saliva, levando-os até a bucetinha de Harry para substituir os dedinhos dele e começar a masturbá-lo com sons molhados.
Com aquilo Harry se apoiou nos antebraços e cuspiu em uma das mãos, antes de começar a punhetar a cabecinha gorda do pau de Louis com jeitinho, puxando-a na direção de sua boquinha aberta para lamber em um excesso de saliva enquanto isso. Harry sorriu um pouquinho ao se dar conta da maneira que Louis suspirava afetado todas as vezes que sua língua se esfregava ali, lambendo com dedicação a região onde estava o piercing prata com duas bolinhas, os dedos dele acariciando a parte de trás da sua cabeça em incentivo para continuar.
— Você quer chupar ele? — Louis perguntou assistindo a língua brincar com o seu piercing, se segurando muito para não demonstrar o quanto ele estava conseguindo deixá-lo afetado com praticamente pouco.
— Você é grande, mas eu posso tentar. — Harry disse baixinho com um sorrisinho nos lábios, movimentando o punho para frente e para trás por todo o seu membro onde os dedos por muito pouco não se fechavam. — E-Eu não sei se vou conseguir ser tão bom quanto você foi comigo…
O pau de Louis se contorceu um pouquinho em excitação com tão pouco, vazando diretamente nos lábios dele um pouquinho de pré-gozo, flagrando o exato momento em que Harry limpou a região com a ponta da língua.
A reação de Louis foi apertar os fios longos de seu cabelo e esfregar os dígitos sobre seu grelinho com um pouco mais de afinco, impulsionando os quadris na direção de seu rostinho corado, Harry com a boquinha bem aberta conseguindo receber sua glande e chupá-la preguiçosamente.
Chupando e ao mesmo tempo usando a língua para circundar a cabecinha daquele pau, Harry não conseguia parar de pensar na maneira que somente a glande era capaz de fazê-lo sentir que sua boquinha estava bem preenchida. Se dar conta disso teve um efeito imediato em sua bucetinha que já pulsava de tesão, liberando melzinho aos montes diretamente nos dedos grossos de Louis, que ameaçava colocá-los ao pressionar a ponta na entradinha, mas nunca ia em frente.
Tinha muitas coisas sobre o boxeador que o tornava consideravelmente maior que Harry, e de uma maneira curiosa o mais novo gostava de verdade desses pequenos detalhes. O preenchia de satisfação inexplicável ter Louis sobre seu corpinho e ele praticamente cobri-lo por inteiro; as mãos grandes e fortes passeando e apertando com certa firmeza seus peitinhos e sua bunda; como parecia que ele poderia facilmente quebrá-lo com qualquer toque em falso em uma força não calculada.
Isso porque Harry já era sensível. Mesmo sendo um bailarino desde que era apenas uma criança, reconhecia sua tendência a ficar dolorido por determinados motivos, ou como um simples aperto ou pequenas colisões poderiam deixar marcas em sua pele alva.
O que Louis tinha dito antes sobre ele ser muito sensível não era exagerado. Harry realmente conseguia ser um serzinho delicado, que sentia algo ferver em todas as partes com a ideia de estar nas mãos de um lutador como Louis.
Esse sentimento, necessidade quase desenfreada, deveria ter um nome, certo?
— Quero comer essa sua buceta de novo. — As palavras de Louis saíram em um fio de voz, no mesmo momento em que Harry fazia certo esforço para levar um pouco mais daquele pau na boca, sentindo o momento que ele gemeu dengosinho em reação às suas palavras. — Te fazer gozar na minha boca e sentir seu gosto… foi uma das melhores coisas que eu poderia ter hoje, princesa. — Louis continuou em um tom baixinho.
Harry não suportou e tirou sua glande da boca, pressionando os lábios com força para evitar que mais sons desesperadinhos escapassem de seus lábios. Mas isso foi em vão com Louis pressionando a ponta do dedo médio em sua entradinha, acabando por enfiá-la ali e aos pouquinhos deslizando cada vez mais para dentro.
Harry se apertou com força envolta daquele único dedo dentro de si, mas que era o suficiente para fazê-lo derreter e sentir algo se revirar em seu baixo ventre. A bucetinha de Harry, que mal tinha gozado forte, voltou a pulsar daquele jeitinho com a sensação.
— Tão apertada… — Louis sussurrou em um tom afetado e falho, olhando nos olhos verdes brilhantes dele. — Tudo bem? Posso colocar outro?
— Sim… — Harry respondeu no mesmo tom, a mão ainda se esforçando para punhetar o pau dele, mesmo com o que acontecia ali embaixo. — S-Seja gentil. — Pediu envergonhado e Louis sorriu, os olhos azuis ainda muito atentos no que fazia.
— Tudo bem, gentil. — Louis repetiu, enquanto pressionava na borda da buceta daquela vez a ponta do dedo anelar junto ao outro, os forçando a entrar juntos lentamente.
Enquanto aos pouquinhos os dois dedos entravam em Harry com certa resistência, Louis assistia ele se mover inquieto e os olhos verdinhos arregalados, lábios abertos com a sensação. Era quente pra caralho assistir ele se esforçar para levar seus dois dedos, imaginando como seria quando estivesse metendo o seu pau ali.
Harry abriu ainda mais as pernas em uma tentativa de facilitar mais para Louis, gemendo dolorido e assustadinho porque ele de repente precisou fazer com um pouco mais de força pois não estava entrando.
— Machucou? — Louis perguntou preocupado, mantendo os dedos parados.
— Espera- só um pouquinho. — Harry pediu de modo ofegante, segurando o pulso dele com delicadeza. — Só um pouquinho… — Repetiu deitando as costas no colchão, a mão continuando a acariciar seu pau e descendo um pouco mais para as suas bolas cheias, arrancando arrepios dele.
— Porra, boneca, não sabia que você era tão apertada. — Louis murmurou mantendo os dois dedos dentro dele parados, mas movimentando o polegar sobre seu grelinho para distrai-lo um pouquinho de qualquer incômodo. — Será que meu pau vai caber aqui dentro?
— Hum, Lou… — Harry se apertou com força, gemendo um pouquinho mais.
— Estou falando sério, meu bem. Tudo sobre você é tão delicado, como eu posso com isso? — Louis disse não escondendo como aquilo conseguia deixá-lo extremamente excitado, chegando a vazar um pouquinho de pré-gozo da sua fenda.
— E-Eu consigo. — Harry disse desesperadinho, tão perdido em tesão e chegando a temer de alguma forma que Louis não fosse querer ir adiante por estar dando certo trabalho.
— Você tá tão maluco por isso quanto eu, huh?
— Sim, sim. — Harry balançou a cabeça em afirmação algumas vezes, rebolando os quadris contra os dedos dele que se mantinham parados a todo instante. — Você já pode mexer eles... pode mexer. — Harry disse rapidamente, pressionando a pontinha dos próprios dedos sobre o dorso da mão dele em sua intimidade para que fosse em frente e fizesse algo.
Mesmo que ainda tivesse certa resistência da bucetinha apertada se contraindo firmemente em volta dos seus dedos, Louis começou a foder aquela xotinha do modo que Harry precisava. E ainda que os movimentos já tenham se iniciado com certa firmeza e força que Harry não estava acostumado, o bailarino foi bonzinho e resistiu ao impulso de fechar as pernas, chegando até mesmo a abri-las ainda mais a fim de facilitar o trabalho do boxeador.
A cabeça de Harry voltou a pender para trás pelo prazer, os fios longos do cabelo castanho com poucos cachos caindo feito cascatas pela lateral do colchão e balançando de acordo com os movimentos dos dedos de Louis fodendo sua xota, esses que impulsionavam seu corpinho para trás.
Notando a maneira que Harry estava começando a balançar e erguer os quadris do colchão, os gemidos gostosos ficando cada vez mais altos e frequentes, a mão livre de Louis se apoiou sobre seu baixo ventre com força para mantê-lo preso e paradinho ali, continuando a fodê-lo daquele mesmo jeitinho.
— L-Louis. — O gemido de Harry saiu arrastado e falho, de acordo que tinha a buceta fodida cada vez mais rápido, os dois dedos grossos começando a se curvar para atingir um pontinho específico e especial dentro de si. — Oh, meu- assim...
— Assim? — Louis começou a curvar mais os dedos e meter com mais força, causando sons molhados tão gostosos junto a gemidos cada vez mais desesperados de Harry, que assentiu vezes demais.
Mas aquilo não durou muito quando Louis de repente parou e teve cuidado, enquanto puxava com certa dificuldade os dedos para fora da buceta de Harry, já que esses eram apertados com tanta força pela bucetinha estreita. Foi irresistível o som molhado que a buceta fez ao que seus dedos deslizaram para fora, isso sem contar o gemidinho dolorido que Harry deixou escapar após o pequeno tapa que Louis deixou sobre os lábios esfoladinhos da bucetinha.
A boquinha de Harry estava entreaberta com a respiração descompassada, assistindo Louis se desvencilhar de seu toque e se afastar da cama na direção da cômoda, onde pegou algo dentro de uma das gavetas. Harry até tentou espiar para descobrir o que era, mas foi em vão.
Enquanto Louis não voltava para a cama, Harry aproveitou um pouco para levar novamente os dedos até a bucetinha já dolorida só dos poucos minutos em que Louis brincou com ela.
Harry melou o dedo indicador com a própria lubrificação, pressionando em seguida a ponta na entradinha até que ele tivesse deslizado devagarzinho para dentro por inteiro. Claro que depois que teve a chance de experimentar a sensação dos dedos grossos de Louis dentro de si, nem se comparava aos seus consideravelmente magros e pequenos demais. Mas ainda assim, eles pareciam uma boa opção para "começar" e se acostumar, antes que de fato pudesse levar os de Louis depois e quem sabe mais tarde o seu pau.
Então Harry aproveitou aquele momentinho para se dedar lentamente, se alternando em movimentar o dedo para dentro e para fora, ou em esfregar o dígito sobre o grelinho para se estimular e ficar um pouco mais molhado.
Tão distraído que Harry estava na missão de se preparar para Louis e facilitar um pouco mais para ele – ainda com aquele medinho ridículo de que o homem pudesse acabar perdendo a paciência consigo – que não percebeu quando o boxeador voltou a se aproximar da cama, só se dando conta quando ele subiu de joelhos no colchão.
Mesmo que Louis estivesse entre suas pernas assistindo com muita atenção ao que fazia, Harry ainda com tamanha timidez não parou – talvez porque a erva que tinha fumado já tinha começado a fazer efeito, deixando-o mais relaxado. Naquele meio tempo, Harry viu que ele tinha deixado de lado, sobre o colchão, um tipo de garrafinha e camisinhas.
Harry decidiu que já poderia colocar outro dedo junto ao indicador, os olhos presos nos azuis de Louis, que acompanhava atentamente os movimentos de sua mão. Pouco depois Harry não resistiu em olhar um pouco mais para baixo, vendo o exato momento em que Louis alcançou o lubrificante derramando um pouco na mão, antes de começar a punhetar todo o pau agilmente.
— Se sente bem? — Louis perguntou baixinho, movimentando o punho por todo o pau com sons molhados, esfregando propositalmente a cabecinha rubra nos dedos de Harry.
— Uhum. — Harry assentiu quando colocou o segundo dedo dentro de si, começando a movê-los juntos. — E-Estou conseguindo.
— Você está. — Louis disse em um tom orgulhoso, olhos atentos em como ele fodia própria buceta devagarzinho à princípio. — Depois os dedos do papai que vão brincar com ela?
Harry tinha esquecido como havia gostado de Louis se referindo a si mesmo daquele jeito, isso servindo como incentivo o suficiente para mover os dedos um pouco mais rápido.
— S-Sim, o papai vai. — Harry não demorou a assentir em um ofego, tendo de bom grado Louis sobre seu corpo se abaixando o suficiente para beijar sua boquinha.
Harry aproveitou aquela proximidade de Louis para puxá-lo ainda mais para perto, até que estivesse novamente deitado na cama junto a si. Harry parou de se tocar, puxando os dedos para fora de si com um barulhinho molhado e um tanto excitante, para levar a mesma mão até o pau de Tomlinson que ainda se punhetava.
Louis sorriu pequeno ao se dar conta da maneira que Harry afastou sua mão para substituir pela dele. Harry ainda se virou para deitar de ladinho, ficando ainda mais juntinho do seu corpo, se apoiando no antebraço na lateral de sua cabeça para poder ver seu rosto e eles ficarem próximos.
— Quero fazer você se sentir bem, também. — Harry disse um pouquinho arrastado e com um sorrisinho, acabando por arrancar um sorriso de Louis também. O punho de Harry já se movia firme, porém em movimentos preguiçosos por todo o membro com uma facilidade causada pelo lubrificante espalhado antes pelo próprio Louis. — Me mostra como é bom pra você. Como você gosta...
Louis nem mesmo tinha dito algo e Harry já tinha se sentado no colchão, se inclinando sobre seu pau ereto que ainda vinha sendo punhetado. Na nova posição em que Harry estava logo ao lado de seu corpo, o garoto estava quase de quatro com o bumbum empinado na direção do rosto de Louis, que tinha os olhos bem atentos naquela região irresistível e estando louco para apertar com suas mãos.
Harry se abaixou mais um pouquinho e voltou a lamber preguiçosamente a cabecinha do pau em movimentos circulares, fazendo uma pequena pausa e olhando sobre o ombro na direção de Louis quando sentiu os dedos dele brincarem com sua buceta exposta, os olhos azuis muito atentos nos movimentos que o próprios dedos faziam.
Os cabelos de Harry, levemente bagunçados, começaram a atrapalhar um pouco e não demorou muito para puxá-los para trás. Lambidas molhadas e preguiçosas continuavam a ser distribuídas por toda parte no membro grosso, facilitando quando a mão de Harry começou a punhetar a parte de baixo, enquanto a boca envelopava a cabecinha gorda com um gemidinho.
Louis engoliu em seco com a sensação da boca quente e molhada na glande sensível, os lábios se abrindo em um gemido quando Harry fez questão de esfregar a língua na região de seu piercing. Após ouvir sua reação positiva, Harry o tirou da boca com um sorrisinho e olhou na direção de Louis, a mão ainda trabalhando em estimular seu pau.
— Fiz bem? — Harry perguntou com as covinhas nas bochechas causadas pelo sorriso.
Louis, olhando para aquela boca rosada e brilhante pela saliva, só pensou nos cenários em que a foderia com força arrancando lágrimas daqueles olhos de boneca.
Só o pensamento foi o suficiente para fazer as bolas repuxarem e o pau pulsar, liberando mais pré-gozo pela fenda. E Harry, que ainda tinha a mão segurando com firmeza seu pau, sentiu o exato momento que isso aconteceu e sorriu mais um pouquinho, se inclinando para voltar a lamber a glande e limpar ali o pré-gozo expelido.
— Sim, você fez. — Louis respondeu com a voz falha, os dedos apertando e massageando a carne macia da bunda do bailarino. — Vá em frente... use bastante a língua. — Louis incentivou e Harry se voltou para sua pequena tarefa, querendo dar o máximo de si para agradar Louis, assim como ele tinha feito consigo.
Harry tinha feito poucos boquetes namorando com Christopher, que nunca fez quaisquer reclamações ou críticas sobre eles. Mas ali com Louis parecia ser uma situação completamente diferente.
Diferente de todas as vezes em que já esteve com Christopher, ali Harry estava desesperado para agradar Louis de alguma forma. Por mais desesperado e tolo que isso soasse, era a mais pura verdade e ele era capaz de reconhecer isso. Louis tinha feito tão bem para ele até aquele momento e Harry só queria mostrar que era capaz de fazê-lo se sentir tão bem quanto.
Apesar de Harry saber o básico sobre boquetes e se sentir pelo menos 10% seguro de que conseguia fazer um bom trabalho, não era como se estivesse acostumado com o tamanho que Louis tinha.
Porque já era fato, tudo sobre Louis conseguia ser consideravelmente maior, se comparado a Harry.
Mas ainda assim Harry focou na missão de levá-lo até a boca e se esforçar muito para fazer um bom trabalho.
Então, Harry respirou fundo e cuspiu sobre a glande, assistindo a saliva deslizar ao longo do membro e só então sua mão voltou a trabalhar por toda a ereção. Depois disso levou a glande até a boca e começou a chupá-la, lembrando de usar a língua como Louis tinha dito, apertando as coxas uma na outra em excitação por já sentir a boca bem preenchida de certa forma. Isso sendo apenas um começo e não sendo o suficiente, Harry logo avançou mais um pouco e se esforçou para colocar um pouco mais na boca, gemendo abafado junto a Louis quando sentiu o canto dos lábios arderem.
Mesmo com aquele pequeno incômodo, Harry continuou ali o chupando e utilizando o máximo que podia da língua para estimulá-lo. Seus olhos se arregalaram e gemeu arrastado quando a ponta de dois dedos dele se pressionaram em sua buceta até ambos entrarem completamente.
Harry balançou o bumbum e tirou seu pau da boca com um ofego, usando os dedos para esfregar a glande, enquanto aproveitava para se recuperar um pouquinho e se acostumar com a invasão.
Então de repente Harry sentiu os dedos deslizarem repentinamente para fora e em seguida um impacto contra uma de suas nádegas, preenchendo o quarto com um som estalado seguido de seu gemidinho surpreso. Harry sentiu a região queimar e latejar com o tapa forte, enviando diretamente para sua virilha uma sensação de formigamento em excitação pelo feito.
— Coloca na boca, de novo. — Louis mandou apertando a carne dolorida da região que tinha atingido, Harry logo entendendo o porquê daquilo. — E chupa direitinho, assim como você acabou de fazer.
— E-Eu vou tentar. — Harry gemeu falho e Louis apertou sua bunda com mais força, fazendo-o estremecer.
— Você vai fazer. — Louis corrigiu sacana, a cabeça pendendo para trás com um gemido preso na garganta quando a boquinha voltou a envelopar seu pau, e ainda se esforçando para levá-lo o mais fundo que podia. — Puta merda... Continue assim.
Harry gemeu e começou a mover a cabeça para cima e para baixo, garantindo de deixar escapar o máximo de saliva que podia, usando a mão para masturbar o que não conseguia colocar na boca. Ele nem mesmo era capaz de perceber como gemia dengoso durante todo o processo, consequentemente deixando Louis ainda mais maluco e tentado a foder sua garganta.
Em um momento em particular, perdido em tesão pela sensação daquela boquinha mamando desesperada em seu pau, a bagunça de saliva e sons molhados junto a gemidinhos gostosos, Louis inconscientemente estocou os quadris para cima contra a boca de Harry.
Harry engasgou desesperadinho, levantando a cabeça para recuperar o ar e se acalmar, lágrimas escapando dos olhos brilhantes. Harry tossiu um pouquinho e respirou profundamente tentando recuperar o ar, o canto dos lábios e a garganta ardendo um pouco.
O bailarino não percebeu que no momento em que se engasgou, Louis tinha se dado conta do que fez e se sentou, a mão afagando suas costas macias querendo se certificar de que estava bem.
— Machucou? — Louis perguntou com a respiração tão desritmada quanto a de Harry, ele se virando para olhá-lo ao que balançava a cabeça em negação.
Antes que Louis pudesse falar qualquer outra coisa, Harry arrumou a postura e voltou a se inclinar sobre seu pau, voltando a chupá-lo da melhor maneira que podia. Assim Louis continuou sentado e apoiou uma das mãos no colchão atrás do corpo, levando a outra para tirar os dedos dele da frente do rosto e poder vê-lo se esforçar para ser bom.
— Tão bonito com a boca cheia com o pau do papai. — Louis elogiou em um gemido, assistindo o momento que Harry gemeu também e fechou os olhos com força, empurrando a cabeça para baixo tentando chupar mais. — Caralho... sua boca é muito gostosa. Como pode tudo em você ser tão bom. — Ele voltou a gemer, trabalhando em juntar os cabelos de Harry em um rabo de cavalo com uma só mão para que não o atrapalhasse.
Harry voltou a fazer mais uma pausa, tirando-o da boca de modo ofegante e o braço se movendo para masturbar seu pau babado, consequentemente fazendo os peitinhos pequenos ainda com marquinhas balançarem um pouco de acordo com os movimentos.
Ainda segurando seus cabelos, Louis puxou sua cabeça para mais perto e a outra mão apertou suas bochechas fazendo um biquinho em seus lábios, não demorando para beijá-lo em uma bagunça excitante de saliva.
— Deixa o papai foder sua boca, deixa. — Louis pediu em meio aos selinhos estalados em seus lábios, Harry tinha os olhos fechados e já estava um pouco fora de órbita.
— Não sei se consigo. — Harry murmurou com um beicinho e Louis sorriu.
— Claro que consegue. Vamos fazer com calma no começo. — Louis esclareceu, passando o polegar por suas bochechas coradas e o queixo melado de saliva misturado ao pré-gozo. — Respira fundo, fica calminho e volte a fazer o que fazia antes. — Ditou guiando sua cabeça de volta para sua virilha e Harry obediente seguiu, feito uma boneca sendo manipulada em suas mãos. — Mas enquanto isso... você precisa se esforçar de verdade... pra chupar tudo. — Louis falou com um pouco de dificuldade, já que Harry tinha voltado a colocá-lo na boca, o garoto cantarolando em compreensão em meio a sua pequena atividade
Com os minutos se passando naquele momento íntimo entre os dois, Louis precisando arranjar forças o suficiente para se manter firme e não enlouquecer, ele não demorou a perceber como Harry gostava de receber instruções e realizá-las da melhor maneira possível.
Louis o cobrou que tentasse colocar todo o seu pau na boca e ali estava Harry, lutando contra os instintos de se afastar desesperadinho e manter a calma sentindo aquele pau enfiado até o fundo de sua garganta. Lágrimas escorriam de seus olhos e molhavam as bochechas coradas, fazendo poucos segundos que estava daquele jeito, mas que eram o suficiente para destruí-lo.
Louis o tempo todo se assegurava de dizer que estava fazendo um bom trabalho, acariciando seu cabelo e sutilmente segurando sua cabeça para mantê-la parada o chupando na base. Harry tinha os olhos fechados com força e a garganta relaxa, a ponta do nariz na virilha do boxeador, sentindo os pelinhos curtos de um tom ruivo queimado fazerem um pouquinho de cócegas.
Mas Harry não resistiu por muito tempo, se afastando com o rosto totalmente corado e tossindo pela falta de ar, um fio longo de saliva e pré-gozo ficando ligado de seus lábios ao pau totalmente babado.
No meio tempo em que se recuperava, Harry escutava a voz de Louis ao longe lhe garantindo que tinha feito um ótimo trabalho. Mesmo que estivesse molinho, Harry ainda assim não parou de punhetar seu pau preguiçosamente, descendo a mão mais um pouquinho para os dedos massagearem suas bolas cheias e cobertas de saliva.
— Vamos lá. Eu sei que você consegue. — Louis voltou a segurar a cabeça de Harry de volta para seu pau. — Respira fundo... assim mesmo, vamos lá.
Harry prendeu a respiração e voltou a abocanhar o pau dele, tomando cuidado com os dentes e fazendo bom uso da língua, rapidamente conseguindo chupar até a base optando por ignorar a ardência no canto dos lábios e garganta, fora a dor no maxilar.
O que ele podia fazer? Descobriu que gostava muito daquilo, mesmo com a pequena dor e o incômodo que acompanhava. Os gemidos e os elogios de Louis serviam como um estimulante eficaz, ainda mais quando ele frisava o quanto sua boca era um céu e que ela o fazia querer mais um pouquinho a cada instante.
Então aquele foi o momento em que Louis deitou as costas no colchão, segurou firme os seus cabelos e manteve sua cabeça parada, começando a estocar o quadris para cima e para baixo em movimentos constantes. Harry começou a gemer com a sensação do pau entrando e saindo em movimentos rápidos, isso fora a maneira que a glande atingia sem parar o fundo de sua garganta e aos poucos gritava cada vez mais alto a sua necessidade por ar.
Harry deu seu máximo e se manteve firme respeitando o próprio limite, até um ponto em que gemeu em meio aos sons molhados e de engasgo, os dedos apertando a coxa de Louis. Entendendo o que estava acontecendo, Louis deu mais algumas estocadas fundas e fortes, antes de permitir que ele se afastasse.
Harry aproveitou aquele momento para tentar se recuperar por completo, respirando profundamente e expirando, limpando a bagunça que estava seu rosto com as costas da mão. O tempo inteiro ele era observado por Louis, que precisou apertar a base do pau com força para evitar que acabasse gozando antes da hora.
Então é possível imaginar como a cabeça de Louis quase entrou em pane quando Harry poucos minutos depois voltou a lamber preguiçoso a cabecinha de seu pau.
Foi preciso Louis afastá-lo cuidadosamente, tentando chamar sua atenção para que olhasse em seus olhos.
— Não, não, Harry. — Louis balançou a cabeça em negação, Harry o olhando confuso com os olhos verdes muito grandes.
— Mas eu quero fazer você gozar. — Harry disse com um beicinho, a mão massageando as bolas de Louis, fazendo-o quase perder a sanidade. — Você me fez gozar assim, lembra? Quero fazer com você também. — Voltou a colocar Louis na boca, mas ainda tinha a garganta ardendo feito o inferno, então decidiu que chuparia somente sua glande e a mão faria o restante do trabalho.
— P-Porra. Tudo bem... eu aviso quando for gozar. — Louis se comprometeu, sabendo que naquele ritmo aquilo não demoraria muito a acontecer.
E realmente não demorou, pois ainda que não estivesse o chupando como antes, Harry colocava certa determinação em mamar na cabecinha de seu pau, propositalmente dando certa atenção em estimular a região de seu piercing.
A cabeça de Louis voltou a pender para trás pelo prazer, os dedos apertando os cabelos da nuca de Harry de modo que tentava descontar um pouco do prazer que estava sentindo, ouvindo o gemidinho que Harry deixou escapar por causa disso. Pouco a pouco aquela sensação ia crescendo cada vez mais no baixo ventre de Louis, fazendo as bolas repuxarem em prazer cada vez mais e se sentindo cada vez mais perto de finalmente vir.
Então, quando finalmente teve a sensação de que não iria conseguir resistir por mais tempo, deu pequenos tapinhas na região entre as omoplatas de Harry que tinham algumas pintinhas marrons espalhadas na pele branquinha, como pequeno aviso de que estava finalmente vindo. Harry parecia ter o entendido de imediato, pois se afastou com um barulho estalado de sucção e a boquinha avermelhada e brilhante com saliva.
Louis foi pego de surpresa com Harry juntando seus lábios em beijinhos estalados, o punho dele se movendo com mais rapidez por seu pau, causando barulhos um pouco mais altos por causa de toda a saliva ali.
Foi quando Harry começou a distribuir beijos por sua bochecha e em seguida pescoço, que as coisas ficaram um pouco mais difíceis para Louis. O que ele podia fazer? Era um de seus pontos fracos.
— Estou vindo. — Louis gemeu excitado e isso incentivou Harry a ser ainda mais rápido nos movimentos, continuando a beijar e lamber carinhosamente a região de seu pescoço e maxilar. — Porra, bebê... assim mesmo.
E Louis continuou a praguejar excitado, enquanto longas tiras de porra escapavam da fenda de sua glande avermelhada. Harry continuou a punhetá-lo até a última gota, a porra deslizando ao longo do membro e sujando as costas de sua mão, parando somente quando Louis segurou seu pulso pela sensibilidade.
Louis respirava ofegante, o peito subindo e descendo fora de controle, observando em silêncio como Harry se alternava em olhar para aquela bagunça que tinha feito em sua mão e o seu pau que ainda pulsava levemente após o orgasmo.
Harry por fim olhou para ele com um sorrisinho expondo os dentes de coelho e covinhas, se inclinando por conta própria para deixar mais um selinho em seus lábios entreabertos.
— Você gozou muito. — Harry disse ainda com aquele sorriso. — Significa que foi bom, não foi? Eu fiz como você gosta.
Louis acabou sorrindo também com o modo ansioso e esperançoso que Harry estava dizendo aquilo, a voz dele rouca por ter tido a garganta fodida momentos antes, fora que estava um pouco mais lenta que o normal — provavelmente por causa da erva.
— Sim, meu bem. Foi ótimo, você foi incrível o tempo todo. — Louis garantiu assistindo o sorriso de Harry crescer um pouco mais, se possível, e apontou na direção da mesinha redonda e pequena ao lado da cama. — Ali tem lenços umedecidos. Você pode pegar e se limpar. — Louis indicou e Harry olhou naquela direção, engatinhando no colchão para pegar a caixa.
Louis voltou a deitar com as mãos atrás da cabeça sobre um travesseiro, os olhos presos na bunda de Harry virada na sua direção, vendo uma marca vermelha em resultado de quando atingiu ali com um tapa. Era claro que, Harry delicado do jeito que era, ficaria mais uma vez marcado por si com tamanha facilidade.
Quando Harry terminou de se limpar após alguns minutos, se voltou rapidamente para Louis, mais uma vez se inclinando sobre ele para juntar seus lábios em um simples selar molhado e demorado. Em meio ao beijo, Louis incentivou Harry a passar a perna sobre si para ficar sentado sobre seu colo, as pernas em cada lado de seu corpo.
O beijo foi aprofundado cada vez mais, as línguas deslizando molhadas e quentes contra a outra e Harry se sentindo cada vez mais excitado por isso, começando a rebolar levemente sobre o colo de Louis bem sobre seu pau semi-ereto pousado sobre o baixo ventre. Acabou esquecendo que Louis tinha acabado de gozar e se encontrava além do estado de sensível, só vindo a se dar conta disso quando ambas as mãos dele agarraram sua bunda com força, forçando-o a parar com os movimentos. Isso fora o pequeno grunhido excitado de Tomlinson, que chegou a morder seu lábio inferior.
— Desculpa. — Harry pediu ofegante e um tanto excitado, Louis sorrindo balançando a cabeça em negação, mostrando que não tinha problema.
— Agora não vamos conseguir fazer isso. — Louis murmurou com os lábios explorando o pescoço dele, algumas vezes esfregando a ponta do nariz ali para sentir melhor seu cheiro. — Mas eu posso sentir que você tá muito molhado e quer gozar de novo, não quer? — O mais velho tinha um tom levemente provocador, Harry apenas conseguindo balançar a cabeça em afirmação muitas vezes. — E você gostou quando eu te fiz gozar com minha boca, huh?
— Sim... Muito. — Os olhos verdes de Harry chegaram a brilhar e Louis quis fodê-lo naquele mesmo instante.
— Então eu posso fazer de novo. — Louis voltou a deixar selinhos em seus lábios. — Senta no rosto do papai e ele pode comer sua buceta mais uma vez. — Louis incentivou puxando-o pelas coxas e Harry se apoiou nos joelhos, olhando para ele de modo incerto e hesitante. — Qual o problema? Vem, querido.
— V-Você tem certeza? — Harry perguntou se movendo sobre os joelhos a incentivo de Louis, que riu divertido dos seus olhos arregalados e rosto extremamente corado. — Parece estranho... — Harry já tinha os joelhos nas laterais da cabeça de Louis, as mãos dele deslizando por seus quadris e os apertando para incentivá-lo a se abaixar.
— Ei, relaxa. — Louis murmurou tranquilo, tentando passar um pouco dessa tranquilidade para ele. — Já fizemos isso antes. Sei que não desse jeito... mas você mesmo disse que gostou sim? Então vai gostar assim também. — Louis virou o rosto e conseguiu beijar parte de sua coxa.
Isso parecia ter servido como incentivo o suficiente para Harry ir em frente e se abaixar pelo menos um pouquinho, porém sendo o bastante para Louis conseguir lamber uma longa faixa sobre os lábios esfoladinhos da buceta vermelhinha.
Harry engoliu em seco e apertou as mãos em punhos sobre as coxas, pois tinha esquecido como a sensação conseguia ser tão deliciosa. Ainda inseguro sobre se abaixar muito e colocar mais de seu peso sobre o rosto do boxeador, Harry fez certo esforço nas coxas para se manter naquela posição não muito abaixado.
Bastou alguns segundos para Louis perceber o que Harry estava fazendo e como ele estava de certa forma "se privando", então não demorou a agarrar as coxas dele com os braços fortes, puxando-o um pouco mais para baixo com a língua ainda trabalhando ininterruptamente em lamber toda sua buceta.
Harry deixou um suspiro afetado escapar, apoiando a mão em uma das pilastras de madeira na ponta da cama, a outra com os dedos trêmulos escovando os fios lisos da franja de Louis. Ficou ainda melhor aquela sensação quando Louis ao invés de lamber, começou a chupar seu grelinho dentro da boca, fazendo questão de deixar em evidência os sons de sucção e os pequenos de satisfação.
Com Louis voltando a chupá-lo daquele jeitinho gostoso, Harry decidiu que nunca se acostumaria com a sensação. Era simplesmente incrível e ele tinha a impressão de que poderia ficar daquele jeito para sempre.
Harry nem percebeu que estava cada vez mais entregue ao prazer, começando a mover aos pouquinhos os quadris contra a boca de Louis, que àquela altura tinha deixado a língua para fora apenas para que Harry pudesse usar como desejasse.
Naquele ritmo as coisas ainda estavam até calmas. Só vieram a se intensificar quando Louis enrijeceu a língua e começou a mover a cabeça para frente e para trás, fodendo a bucetinha do bailarino sensível, que querendo mais daquela sensação consequentemente acabou esquecendo de seus receios.
Louis não ajudava nenhum pouco, enquanto as mãos agarravam da maneira que podia a bunda de Harry para puxar cada vez mais a buceta contra os movimentos de sua cabeça. Mas Louis não precisou fazer aquilo por mais tempo.
Harry já tinha se livrado do último resquicio de timidez de seu corpo e já se encontrava mais relaxado, ambas as mãos agarrando os cabelos de Louis e mantendo sua cabeça parada, começando a quicar e rebolar sem escrúpulos na língua ainda rígida. Na opinião de Louis, a melhor parte de tudo aquilo, tirando o fato que Harry estava literalmente fodendo a própria buceta na sua boca, era os lindos gemidos roucos e desesperados que ele deixava escapar.
Louis decidiu de uma vez por todas que amava aqueles gemidos. Poderia passar uma vida inteira os escutando.
Em certo ponto Harry ficou parado com a língua de Louis enfiada dentro de si o máximo que podia, rebolando ali para frente e para trás, não percebendo que estava estimulando o próprio clitóris o esfregando bem sobre a ponta do nariz de Louis.
Aquela merda era tão excitante e Louis, assim como Harry, queria mais à todo instante. Porém, com um certo pesar, ele precisou pedir um tempinho acertando tapinhas na coxa de Harry em aviso, pois precisava recuperar o ar.
Harry não demorou muito a perceber o que ele precisava, sentando ofegante sobre seu peitoral, observando o rosto dele corado ao extremo, lábios rosa e barba coberta de saliva. Isso fora os olhos azuis em que as íris estavam totalmente tomadas pelo preto das pupilas, ele até parecia um pouco fora de órbita.
Ambos aproveitando aquele pequeno e necessário momento de pausa, Harry começou a deslizar carinhosamente os dedos pela barba dele, por sua testa um pouco suada e depois pela ponta do nariz. Louis o tempo todo beijava o inferior de suas coxas, ou as apertava deliciosamente entre os dedos grossos.
— É bom? — Louis perguntou rouco e com a respiração ainda um pouco descontrolada. Harry rapidamente assentiu com um sorriso, se sentindo na necessidade de esfregar os dedos no clitóris um pouquinho em busca de alívio.
— Muito bom. — Harry corrigiu, o sorriso crescendo um pouquinho mais com Louis fazendo um pequeno esforço para assisti-lo se tocar.
— Volta, vem aqui. — Louis mandou apertando as coxas dele com mais força, Harry voltando a apoiar uma das mãos no pilar da cama e se abaixou com cuidado para não machucá-lo.
Quase imediatamente as costas de Harry se curvaram em prazer e sentiu um friozinho familiar no baixo ventre, enviando diretamente para sua buceta a sensação de pulsar em tesão, vazando melzinho aos montes diretamente na boca de Tomlinson.
Louis fez questão de chupar tudo, pouco se importando se soava desesperado como balançou a cabeça em meio a sucção, se inclinando em meio a isso demonstrando que queria realmente enterrar seu rosto ali. Ninguém poderia julgá-lo, a culpa era de Harry por ter uma buceta tão gostosa.
— Usa a boca do papai pra gozar. — Louis disse rouco, em meio aos beijinhos que deixava sobre seu grelinho, Harry estremecendo sob o toque de cada um dele. — Me deixe saber se está vindo.
— Tudo bem. — A voz de Harry saiu em um sussurro e ele cumpriu bem com o que precisava fazer, pois não demorou muito para voltar a rebolar necessitado no mesmo ritmo de antes.
Assim como Harry, Louis gemia a todo instante, tirando de Harry absolutamente tudo que conseguia, os sons prazerosos de garoto servindo como um estimulante eficaz para buscar ter cada vez mais.
Louis imaginou que Harry estava prestes a gozar quando sentiu as coxas dele nas laterais de sua cabeça estremecerem e se apertarem em suas orelhas, e em seguida os dedos dele agarraram os cabelos de sua franja com um pouco mais de força que antes.
Harry voltou a rebolar os quadris do jeitinho que estimulava o clitóris na ponta do seu nariz, assim como tinha feito antes. Isso fora que ele ainda se empurrava contra sua língua, para que continuasse a foder sua xotinha daquele jeito.
— L-Lou. — Harry gemeu chamando a atenção dele. — Estou vindo. — Avisou assim como ele tinha mandado fazer, choramingando porque Louis parecia ter começado a chupar seu grelinho com mais dedicação. — M-Meu Deus, Lou, assim... assim mesmo. — Harry aprovou os movimentos ágeis da língua rígida de Louis atingindo seu clitóris inchadinho em meio a sucção, olhando direto para os olhos dele que agora estavam pretos por causa das pupilas dilatas, esses atentos na reações de seu rosto.
Harry, um pouco desesperado demais para vir logo, levou os dedos até os grandes lábios da buceta e os separou para lados opostos deixando-a mais abertinha. Daquele jeito, se possível, tornou as coisas ainda melhores e Harry definitivamente estava gozando de novo.
— Meu Deus... — O corpinho inteiro de Harry tremelicava em pequenos espasmos, a mão apoiando na testa de Louis e o empurrando tentando fazê-lo parar. — Louis, pare. — A voz de Harry saiu em um choramingo, tentando se apoiar nos joelhos para evitar que ele continuasse o chupando de modo insistente, prolongando seu orgasmo e consequentemente tornando sua buceta além do nível de sensível.
Mas Louis continuou o máximo que pôde e quando Harry se deu conta já tinha lágrimas nos olhos, soluços escapando dos lábios e filetes de suor deslizando por sua têmpora e ao longo da curva suave de suas costas.
Quando Harry conseguiu escapar de Louis, por muito pouco não caiu da cama, caindo na verdade com um baque surdo no colchão logo ao lado do boxeador de rosto extremamente corado e ofegante. Harry imediatamente levou as mãos até a região pulsante entre as pernas, respirando fundo tentando se recuperar do orgasmo recente, não vendo Louis sentar e chegar mais juntinho de si, os dedos dedilhando e apertando carinhosamente sua cintura até sua coxa.
Harry sentiu o momento que Louis deitou a cabeça sobre sua barriga e abriu os olhos para olhar na direção dele, um sorrisinho preguiçoso surgindo em seus lábios com o boxeador começando a deixar beijos em diferentes partes naquela região.
— Porra... — Harry praguejou em um suspiro, os olhos focados no teto do quarto.
Por Harry não fazer o tipo de pessoa que fala palavrões com tanta frequência – na verdade, Louis não se lembrava de ouvi-lo dizer uma única vez – Louis ficou o observando em silêncio com certa surpresa que transparecia nos olhos azuis. Então Harry continuou:
— Agora eu entendo. — Harry disse um pouquinho grogue e distante, olhos fechados e um sorrisinho no rosto, enquanto acariciava os cabelos de Louis.
— O quê? — Louis perguntou curioso, observando tolamente o rosto bonito e corado do bailarino, aproveitando aquele carinho dos dedos dele no topo de sua cabeça.
— O que falavam sobre sexo. — Harry explicou olhando para ele. — Que é muito bom. Agora eu entendo.
O rosto de Harry ficou ainda mais corado com a maneira que Louis estava olhando para ele, então o afastou e virou para deitar de bruços, afundando o rosto no travesseiro fofo para evitá-lo por um momento e conseguir se recuperar.
Arrepios voltaram a consumir o corpo de Harry com os lábios de Louis fazendo uma trilha de beijos por sua bunda, na curva suave da base das costas e ao longo de sua coluna até sua nuca. Harry ficou ainda mais instigado quando sentiu Louis pressionar a ereção contra sua bunda, encaixando o pau entre suas nádegas e estocando os quadris ali para se estimular.
Os olhos de Harry se arregalaram quando Louis com uma força incrível de repente fez seu corpo virar batendo as costas no colchão e ficar de frente para ele. A boquinha rosa de Harry estava aberta em um ofego e Louis se aproveitou para beijá-lo, enquanto o fazia abrir as pernas e se encaixava ali. Harry gemeu gostoso com suas bocas juntas, com zero escrúpulos em deixar a entender que aquela era sua reação por sentir a ereção dele se pressionar sobre os lábios da sua buceta.
— Ainda quero muito te foder nessa buceta. — Louis assumiu segurando a glande, começando a esfregar ela no grelinho inchado e vermelhinho de Harry de tão estimulado, ouvindo ele gemer dolorido pela sensação. — Acha que podemos?
— Tô' muito sensível. — Harry choramingou segurando as bochechas dele, continuando a deixar selinhos em seus lábios. Por isso que por um momento Louis pensou que Harry diria não, mas então ele continuou. — Então coloca tudo devagarzinho. — Harry sussurrou em meio aos beijinhos, não se dando conta de como o pau de Louis vazou pré-gozo direto na sua buceta.
— Tudo bem, vou fazer devagar. — Louis beijou sua testa e depois se afastou o suficiente para alcançar a camisinha e o lubrificante.
Harry continuou deitado com as pernas abertas e dobradas, os pés apoiados no colchão, daquele jeito ficando com a bucetinha exposta para o outro. Tendo aquele momentinho de calma, Harry começou a brincar distraído com os próprios peitinhos. Com um sorriso ele abriu mais as pernas quando Louis indicou, esse já colocando a camisinha na cabecinha do pau e a deslizando ao longo da ereção até a base.
Louis observava seu corpo atentamente, enquanto espalhava lubrificante por todo o pau com a camisinha e passava a punhetá-lo com barulhos molhados e estalados. Os dedos da mão livre de Louis estava ligados com o lubrificante, aproveitando para levá-los até a buceta de Harry, deslizando dois dedos juntos para dentro dele.
Harry mordeu o lábio e ficou olhando para baixo, assistindo excitado os movimentos da mão dele punhetando o próprio pau e ainda fudendo sua bucetinha com os dedos grossos. Foi difícil de conter o gemido quando Louis começou a curvar os dedos, pressionando exatamente em seu ponto G.
As costas de Harry se arquearam lindamente e ele gemeu com uma porra de sorriso no rosto, que foi capaz de fazer os miolos de Louis derreterem.
— Tá gostoso? — Louis perguntou rouco e Harry balançou a cabeça em afirmação muitas vezes, erguendo os quadris na direção dele em busca de mais.
— Muito. — Harry respondeu dengoso.
— Então, diga "sim, papai." — Louis mandou continuando a curvar os dedos como ele gostou, ouvindo com satisfação ele reagir positivamente com sua ordem.
— Sim, papai. Sim, sim... — Harry continuou gemendo desesperadinho, precisando segurar o pulso dele para que parasse. — Se você continuar... pare, por favor. — Pediu sem conseguir raciocinar muito bem a ordem das palavras e Louis logo o escutou, puxando os dedos para fora.
Harry viu Louis mais uma vez pegar a garrafa de lubrificante, derramando mais um pouco na mão para deslizar no próprio pau e em seguida uma certa quantidade bem sobre seu monte de vênus, o líquido geladinho deslizando pelo seu grelinho e lábios da buceta até seu cuzinho.
Levou a mão até a própria virilha, sentindo a grande quantidade de lubrificante que tinha ali. Deslizou os dedos um pouco mais para baixo, espalhando o líquido melhor por toda parte.
Chegando mais pertinho, o boxeador segurou uma das coxas de Harry com força, e segurando a ereção deu batidinhas no sobre o clitóris dele com a cabecinha do pau. A cada uma dessas batidinhas, o corpinho de Harry tinha pequenos espasmos pela sensibilidade, mas ainda assim mantinha as pernas abertas para o outro.
Louis então se debruçou sobre seu corpo e apoiou o antebraço sob sua cabeça para não colocar todo seu peso em cima dele, seus rostos há pouco centímetros de distância um do outro. A outra mão Louis guiou a glande até a entradinha de sua buceta, empurrando lentamente os quadris para frente até que encaixasse ali e deslizasse de pouco em pouco para dentro do calor apertado.
O bailarino sensível gemeu dolorido sob seu corpo, os lábios abertos e olhos arregalados se mantendo atentos em seu rosto. E assim como ele, Louis tinha os lábios bem abertos e em um gemido satisfeito com a sensação, precisando se abaixar mais um pouco quando Harry o puxou para juntar seus lábios.
Com Harry se apertando com tamanha força, não foi possível Louis entrar um pouco mais, àquela altura tendo somente a glande dentro dele. Louis quem separou seus lábios, se esforçando para ignorar o choramingo de Harry, e voltou a dar atenção para seus peitinhos em que começou lambendo antes de chupar.
— Oh, sim... — Harry ofegou usando os dedos para escovar os cabelos da parte de trás da cabeça dele, que continuava se alternando entre lamber e chupar ambos seus biquinhos inchados e sensíveis.
E Harry já sabia que ele estava fazendo aquilo na tentativa de deixá-lo mais relaxado e consequentemente possibilitar que entrasse um pouco mais. Claro que estava funcionando, Louis já parecia saber perfeitamente o que precisava ser feito para brincar do jeito certo com seu corpo.
— Você é uma delícia. — Louis grunhiu em meio as sucções persistentes em seus peitos, passando a beijar e sugar entre os lábios a pele de seu pescoço. — Tudo em você é tão bom...
— Você... você tá me fazendo corar. — Ao mesmo tempo que Harry tentou falar aquilo de modo descontraído e humorado, ainda ficou muito claro em sua voz como estava prestes a derreter sob o corpo de Louis.
Harry começou a rir baixinho quando sentiu Louis rir contra seu pescoço, ficando satisfeito quando ele juntou seus lábios mais uma vez e aproveitou o momento para ir mais adiante empurrando os quadris para frente. Ambos voltaram a gemer na boca do outro, mas ainda assim não foi o suficiente para interromperem o beijo, não quando Harry segurava sua nuca tão apertado para que continuasse.
Ainda que estivessem tão próximos e colados um no outro, Harry deslizou a mão entre seus corpos começando a dedilhar a própria buceta, se sentindo mais excitado que nunca com a sensação de estar tão esticado para receber Louis. Harry ainda aproveitou para dedilhar provocaticamente a parte do membro de Louis que ainda não tinha dentro de si, em seguida sua virilha e as bolas.
Então Harry logo depois daquela pequena provocação, ainda passou uma perna pelo quadril de Louis, fincando o tornozelo em sua bunda em um pedido silencioso para o dar mais e mais.
Harry voltou a beijar e deixar pequenas lambidas no pescoço de Louis, porque gostava de sentir sua barba, aquela sensação se espalhando por sua virilha só por ouvi-lo gemer baixo e rouco por sua causa. Continuou com aquilo até alcançar sua bochecha e então perto de sua orelha com uma jóia ali, dando uma pequena lambida no lóbulo, antes de dizer:
— Coloca tudo dentro de mim. — Harry pediu em um sussurro, pressionando os lábios e se contraindo com força em volta de Louis quando o ouviu gemer mais uma vez naquele tom grave tão gostoso aos seus ouvidos. — Tudo. — Voltou a repetir e Louis daquela vez levou a mão livre até seu pescoço, se mantendo muito atento em seu rosto corado e olhos verdes de corça.
— Mantenha os olhos em mim, huh? — Louis ordenou e sentiu sob sua palma Harry engolir em seco, balançando a cabeça em afirmação muitas vezes. — Eu quero ver seu lindo rosto, enquanto meu pau te fode até o fundo. Assim como você queria, sim?
— Sim, papai. — Harry daquela vez adicionou o título por conta própria e foi o suficiente para Louis.
Não se podia entender Louis da maneira errada. Ele queria mais do que tudo foder aquele garoto, arrancar tudo dele e o devolver na mais pura forma de prazer. Porém ele não queria de modo algum estragar as coisas com passos maiores que poderia dar.
Em sua mente ainda esta fresco o detalhe de que Harry estava muito sensível. Honestamente? Em outras circunstâncias, ou pessoas, aquilo não seria o problema para Louis. Mas se tratava de Harry Styles em sua cama e sob o seu corpo, e ele esperou muito aquilo com aquele garoto em específico.
Pois bem? Sim, ele estava um pouco ansioso e não queria estragar nada.
Como o próprio Harry tinha pedido, Louis realmente colocou tudo e foi melhor que ambos poderiam ter esperado. Mas ainda que estivesse em um tipo de névoa de prazer, Harry era capaz de ver como Louis parecia no mínimo "preocupado".
Então Louis começou a se mover, para frente e para trás, entrando e saindo até glande e então voltando até que os quadris atingissem os seus. E em todas as malditas vezes, Harry fazia questão de não conter de modo algum seus gemidos, porque queria que Louis soubesse o quanto ele estava gostando, pois realmente estava.
No sexo, de modo geral e um tanto irônico, a penetração nunca foi a parte favorita de Harry, porque se dependesse somente desse fator, ele nunca conseguia sentir prazer de verdade. Talvez no início e em um tipo de calor do momento até sentisse algo, mas logo precisava apelar para os dedos a fim de finalmente conseguir... sentir.
Mas talvez, só talvez, Harry estivesse fazendo sexo errado nos últimos anos, porque apesar de ter apenas começado, tinha algo no modo que Louis estava se movendo. No começo as estocadas foram muito cuidadosas e um tanto experimentais, pois em determinado momento, quando um movimento em particular foi capaz de atingir algo especial em Harry, que não foi capaz de se conter em demonstrar isso, Louis logo fez disso sua missão.
E Harry estava amando cada segundo.
Louis ainda mantinha o ritmo calmo, porém constante, certamente ainda preocupado consigo e era possível notar ele se contendo. E estava sendo o suficiente até o momento em que deixou de ser, porque Harry queria mais e mais. Essa necessidade só não estava sendo literalmente gritada, porque Harry esperava passar bem o recado fincando daquela vez ambos os tornozelos na bunda dele e as unhas curtas afundando na pele de seu quadril em uma tentativa de puxá-lo cada vez mais.
E essa pequena tortura durou até Harry conseguir reunir a coragem e folego o suficiente para dizer algo.
— Assim, mais forte. — Harry pediu em um ofego, as mãos deslizando pelas costas dele até suas nádegas, as puxando contra si em incentivo. — Você não precisa se conter... olhe pra mim. — Harry segurou o rosto dele para fazê-lo olhar em seus olhos. — Eu quero isso com força.
— Eu não quero-
— Me machucar? Não vai. — Harry garantiu desesperadinho. — Se você- se você fizer mais rápido, eu vou me sentir bem e vou gostar. Eu prometo. E você também vai, sim? — Harry barganhou, puxando o polegar da mão dele em seu pescoço, levando-o até a boca para chupar a ponta.
— Tem certeza? — Louis perguntou já começando a acelerar o ritmo um pouco, Harry voltando a balançar a cabeça em afirmação e sem querer mordeu o dedo dele um pouco com a sensação mais intensa que o consumiu. — Você vai se sentir bem?
— N-Nós vamos. — Harry corrigiu com um pouquinho de dificuldade, porque Louis ainda queria sua língua brincando com o polegar dele. — Eu sei que você vai ser bom... você é sempre bom comigo.
Harry mordeu o lábio e engoliu em seco sentindo o momento que Louis deslizou completamente para fora de si, se afastando para descer da cama e agarrar seus tornozelos, puxando seu corpinho para a beirada do colchão. O bailarino se apoiou nos antebraços assistindo excitado ele voltar a segurar a ereção e posicionar novamente em sua buceta, empurrando ela completamente para dentro de si em uma só estocada que foi capaz de arrancar ar de seus pulmões.
O próprio Harry se dedicou muito na missão de ficar com as pernas bem abertas para o boxeador, as mãos fortes dele segurando tão gostoso e apertado seus quadris, puxando-o no sentido contrário de seus movimentos um pouco mais duros.
Harry inconscientemente se apertava com força em volta dele a cada mínimo movimento em que ele ameaçava sair, ainda apoiado nos antebraços de modo que conseguia ver perfeitamente aquele pau grande entrando e saindo. A boquinha de Harry estava aberta e ele fazia questão de deixar Louis ouvir seus gemidinhos e suspiros satisfeitos, àquele ponto o verde das íris já foram tomadas pela escuridão das pupilas dilatadas.
Louis atendeu bem ao que Harry queria e precisava, metendo forte e fundo naquela buceta estreita com gemidos roucos excitados, mas ele ainda optava por se manter atento às expressões de seu rosto corado e levemente suado, ou como ele agarrava um de seus dedos e o apertava como forma de conseguir apoio.
Ele achava incrível flagrar aqueles momentos em que Harry não conseguia conter os gemidos um pouco mais altos, levando tarde demais o dorso da mão até os lábios e mordendo a pele um pouco para descontar seu prazer em algo, voltando a deitar as costas no colchão.
Do modo que Louis estava de pé fora da cama e consequentemente um pouco mais alto que Harry, em determinado momento ele acabou agarrando o corpinho de Harry com um pouco mais de força, trazendo os quadris dele junto a si para ficar na altura de sua virilha. Na nova posição Harry tinha apenas a cabeça e as omoplatas deitadas no colchão, as costas curvadas com Louis daquele momento em diante definitivamente começando a usar sua buceta como se fosse uma coisinha.
As estocadas estavam sendo firmes e certeiras naquele pontinho dentro de Harry, sons estalados preenchendo o quarto toda vez que a pelvis atingia os quadris de Harry, os dois deixando escapar sons prazerosos ora baixos, ora altos. A cama estava rangendo e batendo um pouco na parede, e se Harry não estivesse aproveitando tanto a foda, ele com certeza estaria preocupado com o incômodo aos vizinhos.
Mas ele estava aproveitando muito e não tinha como ele pensar em outra coisa, que não fosse aquele pau o dando a impressão de que estava cada vez mais fundo.
Com aquela sensação de Louis estar cada vez mais fundo e algo diferente em sua barriguinha, Harry se forçou a abrir os olhos e olhou na direção da própria virilha, os olhos se arregalando um pouco quando se deu conta de algo diferente e um tanto estranho.
Todas as malditas vezes que Louis impulsionava os quadris mais para frente e fazia certa questão de ir mais fundo e forte, uma pequena elevação se projetava em seu baixo ventre. Harry não precisou pensar muito para chegar na conclusão de que aquilo deveria ser o pau de Louis, mas ele ainda temia estar vendo coisas de tão excitado e fora de órbita que se sentia.
Em busca de ter um tipo de prova, o bailarino levou uma das mãos até ali e pressionou os dedinhos magros no baixo ventre, deixando escapar um tipo de "oh!" impressionado conforme aquela região subia e descia bem sob seus dígitos.
Louis percebeu a surpresa no rosto dele e como olhava atentamente para uma região em específico, desviando o olhar de seu rosto para tentar descobrir o que era e ficou no mínimo... insano.
— E-Eu acho que- que estou te sentindo na minha barriga. — Harry falou em um tom chocado e ainda excitado, as palavras saindo cortadas conforme Louis batia contra ele.
— Tira a mão. — Louis mandou ofegante e suado, parando por um momento com o que fazia para ver o que estava acontecendo. Harry obedeceu, mas manteve um dos dedos por perto, apontando exatamente onde era para ele acompanhar.
Harry assistiu com certa satisfação Louis realizar os movimentos com certo cuidado para ver o exato momento em que a coisa acontecia, e a expressão que tomou seu rosto corado quando assistiu acontecer foi uma das melhores que o bailarino poderia ter imaginado. Louis assistia aquilo com certa admiração e surpresa, conseguindo segurar um dos lados do quadril de Harry com apenas uma mão, porque queria sentir aquilo acontecer tanto quanto ele, levando a mão livre para pressionar naquela região.
— Isso é incrível. — Louis sussurrou com um pequeno sorriso, começando a meter em Harry com mais força, porém ainda lento de certa forma. — Eu sinto como estou fundo na sua buceta... mas é louco poder ver isso. Você vai me deixar maluco, Styles. Não tem ideia de como isso me deixou tentado a gozar fundo na sua buceta... deixar ela cheia com minha porra pra ficar claro a quem você pertence agora.
— A quem- a quem eu pertenço? — Harry tinha os olhos um pouco arregalados pela excitação que a fala do outro trouxe.
— Ah sim. — Louis tinha um sorriso um tanto sádico no rosto diante da reação dele, permitindo que voltasse a deitar as costas no colchão. Porém Louis puxou e colocou ambas as pernas dele em seus ombros, enquanto voltava a entrar dentro dele. — Porque você agora é todo meu, Harry, e de mais ninguém.
Harry de modo inegável ficou mais corado por conta da nova posição, fazendo-o se sentir ainda mais exposto. Fora que Louis falar daquele jeito sobre sua vontade de gozar dentro dele, fez Harry desejar tanto quanto que de fato acontecesse.
As estocadas já começaram fortes. A cada movimento Harry sentia as bolas cheias dele atingirem sua buceta e aquilo era simplesmente tão quente, todo o seu corpo estava fervendo querendo cada vez mais. Os dedos de Harry foram para os quadris dele e voltou a apertar ali, o puxando para si com certa força para ter mais.
Para Harry a melhor parte daquilo era que o rosto de Louis estava muito próximo do seu e ele era um homem muito vocal no sexo. Harry não pensava que aquilo era um diferencial e uma coisa que o instigava até finalmente ter. Louis não ter problemas em demonstrar que estava gostando tanto quanto ele, fazia algo no inferior de Harry se aquecer pensando "porra, ele está assim por minha causa e eu estou assim por causa dele".
Por isso que muitas vezes ele acabava se impedindo de fazer barulho quando prensava os lábios com força, se concentrando e dando certa preferência aos gemidos prazerosos do boxeador, assistindo a cada detalhe da expressão dele se franzindo em satisfação. Harry assistia e sua buceta vazava mais e mais em volta daquele pau, fazendo uma bagunça deliciosa de ser vista.
Merda, já parecia um pouco óbvio que ele estava amando cada parte daquilo.
— Continua assim. — Harry implorou em um choramingo excitado, as mãos de Louis segurando nas dobras de seus joelhos para continuar no ritmo que Harry tinha gostado. — Oh assim, Louis... você é tão bom. — Ele gemeu com a cabeça pendendo para trás, o corpinho sendo empurrado para trás sempre que a pélvis de Louis atingia sua bunda, e os peitinhos com os biquinhos durinhos balançando tentadoramente em todas as malditas vezes.
Naquela posição em especial, Louis estava conseguindo fazer com que a glande atingisse diversas vezes o seu ponto G e isso fazia Harry sentir como se pudesse ir ao céu em todas elas. Por isso que Harry estava cada vez mais distante, lábios abertos em gemidos que não saíam, mãos apertando e puxando os próprios peitinhos querendo descontar em algo.
Porém Louis não era uma máquina e o bailarino era capaz de perceber que ele estava ficando exausto, a postura que ele estava não era uma das melhores. Acontece que, mesmo reconhecendo aquilo, Harry não se sentia capaz de evitar choramingos descontentes com os movimentos ficando mais lentos, as mãos voltavam a agarrar seus quadris em um apelo.
Era óbvio que o boxeador fazia o máximo que podia para se manter fazendo exatamente como Harry queria, mas logo precisou parar em uma pausa e rapidamente juntou seus lábios em um pedido de desculpas silencioso.
— Vamos com calma... — Louis murmurou ofegante em meio aos selinho em seus lábios. — Você tá acabando comigo. — Isso arrancou um riso baixinho de Harry, que finalmente teve as pernas libertas da posição levemente desconfortável quando Louis se afastou um pouco para arrumar a postura.
Harry também acabou aproveitando o momento para lembrar a si mesmo de respirar um pouco, o coração batendo loucamente dentro do peito. Ele sentia a bucetinha dolorida pulsar de modo que nunca fez antes, Louis tinha saído de dentro dele e uma parte de si se sentia levemente desconfortável em não estar mais tão bem preenchido como esteve nos últimos minutos.
O bailarino foi pego um pouco de surpresa quando Louis o fez virar e de repente ele estava deitado de bruços no colchão. Nem mesmo foi necessário Louis dizer algo e Harry de prontidão se apoiou nas mãos e joelhos, a bunda ficando devidamente empinada na direção de Louis.
No mesmo instante em que Harry olhou para trás sobre o ombro tentando ver Louis, seu corpo reagiu com pequenos espasmos diante da atitude de Louis em puxar suas nádegas para os lados, podendo lamber uma longa faixa de sua buceta até seu cuzinho exposto. A boca de Harry estava aberta em um longo suspiro com a sensação, sorrindo quando sentiu Louis morder sua bunda e distribuir várias outras mordidas em diferentes partes com a clara intenção de marcá-lo o máximo que podia.
Harry deixou escapar um ofego quando, após mais uma mordida seguida de um pequeno chupão, Louis acertou um tapa forte e estalado bem sobre aquela região levemente dolorida com pequenas marcas de seus dentes.
— Me fode. — Harry pediu balançando o bumbum de um lado para o outro, querendo deixá-lo tentado a voltar para sua bucetinha. — Volta, por favor.
— Que garoto bonzinho pedindo "por favor". — Louis provocou voltando a subir na cama, a mão apertando uma das nádegas avermelhada dele, enquanto voltava a colocar a glande na sua xotinha. — Quer tanto assim gozar no pau do papai?
— Sim. — Harry balançou a cabeça em afirmação, sentindo ele entrar até o fundo e só então deitando a bochecha no colchão e os braços na lateral da cabeça, o sorrisinho voltando para os lábios com a sensação de estar preenchido novamente. — Obrigado, papai. — Agradeceu dengoso esfregando o rosto na cama, voltando a balançar a bunda só para provocá-lo um pouquinho e por querer que ele começasse a se mexer logo.
Mas Louis não permitiu que ele continuasse afastado daquele jeito, enrolando o cabelo de Harry na mão e o puxando até que tivesse as costas bem curvadas, bunda devidamente empinada para si e voltasse a se apoiar nas mãos.
Somente quando Harry seguiu bem esse seu comando que Louis voltou a se mover, quadris atingindo a bunda dele em cheio com sons estalados dos corpos se chocando preenchendo o quarto. O fato de Louis já ter começado rápido e forte pegou Harry de surpresa, os lábios dele abertos em gemidos que não saíam e ficando presos em sua garganta, os dedos magros apertando o lençol da cama.
Louis começou a acertar vários tapas seguidos um do outro em suas nádegas durante as estocadas e depois disso foi praticamente impossível para Harry se manter silencioso, ainda mais quando o boxeador fazia questão de apertar a carne dolorida com tamanha força que ele sentia vontade de chorar.
O boxeador sentia que estava há um simples passo de perder a sanidade com seu adorável bailarino fazendo certa questão de gemer feito uma vadia, falando com dificuldade coisas como "você me fode tão bem", "seu pau é tão bom, tão fundo dentro de mim" e "me fode até eu gozar, por favor". Conseguia ser louco como Louis adorava Harry sendo vocal e falando exatamente o que sentia ou queria.
— Porra, minha princesa... é como se sua buceta fosse feita só pra mim. — Louis grunhiu excitado com aquele calor apertando seu pau e os sons molhados com o pau entrando e saindo, Harry engolindo em seco quando o braço forte passou por seu pescoço e foi puxado com as costas grudando no peitoral dele, a cabeça caindo por seu ombro. — Feita especialmente para o meu pau foder.
— Ela foi. — Harry disse mandando a timidez pelos ares, o braço forte de Louis se pressionando cada vez mais em seu pescoço e as estocadas aparentemente ficando cada vez mais profundas impulsionando-o para frente. — E ela- e-ela é sua.
— Sim? Diga isso de novo. — Louis mandou estocando os quadris com força e saindo devagar até a glande, repetindo o processo de modo que Harry ficava sem ar e ainda desesperado por isso.
— Minha buceta é sua. — Harry disse falho, os dedos apertando o braço de Louis e àquela altura seu queixo estava apoiado no canto de seu antebraço e aquilo estava começando a fazê-lo sentir coisas que nunca sentiu antes. — Você a tomou, agora é sua. Só sua.
— Você tem noção de como está soando feito a maior das putinhas falando assim? — Os lábios de Louis estavam rente a sua orelha, eles deslizando no lóbulo com um delicado brinco conforme falava. — Mas é exatamente o que é, huh? Você fica andando por aí com essas roupinhas adoráveis, falando desse jeito meigo e sendo essa coisinha perfeita para todos. Você tem a porra de um namorado e está gemendo feito uma vadia com meu pau te fodendo sem parar, falando que sua buceta me pertence. Putinha do caralho... finalmente tendo a buceta fodida como merece.
Um gemido gutural teria escapado da boca de Harry se seu pescoço não estivesse sendo tão apertado, o impossibilitando aos poucos de respirar com facilidade.
Toda aquela junção de palavras saíram na medida certa para a buceta de Harry esquentar e ele sentir que definitivamente era capaz de gozar só daquele jeito, se Louis continuando o empurrando até a borda de tal modo.
Harry definitivamente não estava conseguindo respirar e aquilo conseguia ser ainda mais enlouquecedor pelo simples fator de que o prazer acompanhava tudo aquilo. Mas apesar que de uma maneira curiosa ele estivesse gostando daquele pequeno fator, ele realmente precisava respirar e tinha a sensação de que não conseguiria fazer as palavras saírem por sua boca, e sabia que precisaria usá-la para alguma coisa.
Então em uma tentativa de passar uma dica para Louis em meio às fortes e constantes estocadas contra sua buceta, todas essas empurrando seu corpinho para frente, a única reação de Harry foi morder o braço de Tominson em meio a gemidos e tentando passar uma dica, fincando seus dentes na pele tatuada e sentindo ali os músculos do braço se tensionarem e a reação dele de grunhir apertando seu quadril com tamanha força que Harry quis chorar mais uma vez – no melhor dos sentidos.
Harry respirou profundamente em total alívio quando Louis o livrou daquele aperto em seu pescoço, porém o braço musculoso permaneceu ali para segurá-lo contra si naquela mesma posição, parando de meter nele por um momento para oferecê-lo a chance de se recuperar um pouco.
— Isso foi muito bom. — Harry disse em um tipo de choramingo, querendo gritar porque aquele pau era tão bom e sua bucetinha estava tão esticada em volta dele. — É como se... você fosse me quebrar. Por favor, não pare.
— Realmente uma putinha do caralho. — Louis parou por um momento nos movimentos e segurou o rosto de Harry por trás, fazendo ele olhar na direção de um espelho na parede em frente a ele para ver o próprio rosto muito corado e suado, alguns fios do cabelo grudando na testa. — Olha só pra você. Quem diria que esse lindo rostinho gosta de uma foda assim? — Os dentes e a língua dele encostavam no lóbulo de sua orelha, e ele usava uma das mãos para apertar seus peitinhos, acabando por flagrar a expressão em seu rosto. — E você tem essa porra de sorriso. Quer acabar comigo.
— Talvez. — Harry ainda sorria expondo as covinhas nas bochechas, começando a se mover para frente e para trás por conta própria, em um claro pedido para que Louis voltasse com o que fazia antes.
Porém, o boxeador não demonstrou ter qualquer intenção de que iria começar a foder o bailarino como esse precisava e muito menos o repreendeu por ter tomado a iniciativa de fazer aquilo por conta própria.
Então quando Harry começou a empurrar a bunda para trás, uma das mãos apoiada na parede ao lado do espelho e a outra segurando aquele braço ainda em seu pescoço, ele não tentou disfarçar o quanto estava sendo difícil. Ele já se sentia dolorido quando era Louis trabalhando em meter constantemente em sua buceta, mas parecia que fazer aquilo por conta própria intensificava ainda mais as coisas.
— Você é tão grande. — Harry sussurrou agoniado, persistindo em se empurrar para trás e para frente por mais dolorido que fosse. — Me deixa tão, tão cheio. — Os olhos se reviraram prazerosamente quando tinha a impressão de que Louis estava voltando a apertar mais aquele braço em volta de seu pescoço, conforme ele rebolava mais rápido e necessitado em seu pau.
— Merda... sua bucetinha é apertada pra caralho, boneca. — Louis voltou a enterrar a ponta do nariz nos cabelos bagunçados de Harry, que choramingava olhando na direção do espelho para aquela elevação que ainda se projetava na barriga lisa.
— Lou-is. — Harry chamou com dificuldade, ambas as mãos puxando a palma grande da mão livre de Louis para que ele pressionasse ela em seu baixo ventre. — S-Sente, papai? Na minha barriguinha. — Chorou propositalmente dengoso e arfante, o ar escapando mais e mais dos pulmões.
— Porra, sim. — Louis grunhiu voltando a meter em Harry, esse incentivando enquanto continuava se empurrando e rebolando no sentido contrário.— Eu quero muito gozar dentro de você. Gozar tão fundo e te deixar cheio de mim de todas as maneiras possíveis. — A voz de Louis continuou rouca rente a orelha de Harry, tendo a impressão que ele se apertou ainda mais forte em seu pau após sua fala. — Eu faria uma bagunça em você... gostaria tanto de ver como seria sua xotinha pingando com minha porra.
— L-Louis! — Os olhos verdes de Harry se encheram de lágrimas e o rosto ficou extremamente vermelho, a boquinha dele continuando aberta buscando por ar.
Harry começou a acertar tapas e fincar as unhas curtas na pele daquele braço de Louis em volta do seu pescoço, sentindo os músculos rígidos sob os dedos e sendo capaz de ver a marca vermelha e bem visível da sua mordida logo ali.
— O que foi, huh, princesa? — Louis continuou o enforcando e ignorou seu apelo, assistindo com certo prazer a expressão desesperada de seu rosto pelo reflexo do espelho. — Você gostou tanto assim da ideia? Sabe que a qualquer momento eu poderia tirar essa camisinha e gozar muito dentro de você. E eu sei que você ficaria desesperado por causa do imbecil do seu namorado... desesperado sabendo que eu estaria te devolvendo para ele marcado por mim de todas as maneiras possíveis com sua xotinha cheia da minha porra. Tenho certeza de que você iria gostar disso, como a vadiazinha que é. E ele teria que limpar toda a minha bagunça em você com a língua e eu sinto que você gostaria muito disso, huh?
— Louis- — A boca de Harry continuou aberta, mas tudo que saiu em seguida foi um pequeno "por favor".
— Shh... tudo bem, tudo bem. Não precisa pedir duas vezes por isso. — Louis disse em um tom tranquilo rente ao ouvido dele e um sorriso um tanto sádico no rosto, sabendo que na verdade o pequeno bailarino estava implorando para respirar.
E Louis nunca faria aquilo de verdade sem Harry pedir antes. Mas ver como a ideia excitava Harry tanto quanto ele, e como sua buceta ficava ainda mais molhada com todo aquele melzinho espalhando por seu pau, conseguia fazer Louis sentir coisas.
Louis só se demorou naquilo um pouco mais, até o momento que sentiu o corpinho do bailarino amolecer contra seu, os olhos muito grandes se revirando e a boquinha rosada aberta com a língua para fora acumulando um pouquinho de saliva. Foi só nesse momento que Louis parou e o segurou com cuidado contra seu corpo, Harry ficando recostado contra seu peitoral e a cabeça pendida em seu ombro, piscando muitas vezes ao que se recuperava pouco a pouco.
— Ainda com o papai, bebê? — Louis perguntou baixinho em sua orelha e Harry escutava a voz dele como se ele estivesse distante, ainda sentindo ele se mover para dentro e para fora de si em movimentos preguiçosos. — Vamos, fale com o papai. — Louis incentivou abraçando sua cintura com um dos braços fortes, usando a outra mão para acertar tapinhas leves em sua bochecha.
— E-Eu... estou b-bem. — Harry garantiu com um pouco de dificuldade e ofegante, mas ainda sorrindo por receber beijos molhados de Louis em seu pescoço e bochecha.
Ainda muito mole para reagir e ficar mais ativo do modo que estava antes, Louis decidiu sentar na cama e trouxe Harry junto a si, em momento algum saindo de dentro dele. Os dois ainda estavam de frente para o espelho, Louis com as pernas abertas e Harry no meio completamente sentado em seu pau.
Harry se sentia como uma boneca nos braços do homem forte. Aquele único braço continuava agarrando sua cintura, segurando seu corpo conforme ele por conta própria levantava os quadris e fodia sua buceta, porque ainda não conseguia se mover. Os minutos estavam se passando e a lucidez batendo na porta da consciência de Harry, lhe trazendo novamente força e disposição para continuar, mesmo com o cansaço de já estarem naquilo há muito tempo.
Em certo ponto Louis nem mais o segurava e tinha ambas as mãos atrás do corpo e apoiadas no colchão, assistindo a bunda machucada de Harry balançar um pouco conforme ele subia e descia preguiçoso por todo o seu pau, de costas para si. Harry, que ainda não estava 100%, se sentia aéreo tanto pela privação de ar quanto pela maconha que há pouco tinha fumado, por isso também tinha as mãos no colchão entre as pernas abertas de Louis e as próprias pernas encolhidas nas laterais das coxas dele para ajudar nos próprios movimentos.
Em algum momento Harry apenas sentou no colo de Louis com aquele pau enfiado até o fundo, assistindo com um sorrisinho a si mesmo no espelho, rebolando gostoso para frente e para trás com glande na barriguinha aparecendo e sumindo constantemente. Harry acabou ofegando com o polegar de Louis se pressionando em seu cuzinho sem parar, ameaçando colocá-la dentro e isso fazia ele ofegar com a pequena ardência, balançando um pouco o bumbum.
Aparentemente só aquilo não era o suficiente para Louis, que gemeu e acertou dois tapas seguidos na lateral de sua bunda, fazendo Harry piscar despertando daquele estado e se esforçando para voltar a subir e descer com gemidinhos.
— Princesa... — Louis disse em um ofego, gemendo rouco quando Harry rebolou um pouco mais forte. — Eu vou gozar logo. — Avisou com os olhos atentos naquela bunda judiada balançando sem parar toda vez que batia em sua virilha com os pelos literalmente molhados de tanto melzinho que escapou daquela bucetinha.
— Uhum! — Foi tudo o que Harry conseguiu responder em um gemido, os olhos fechados e a cabeça pendida para trás, os fios longos do cabelo cor chocolate se movendo de acordo dos movimentos montando.
— M-Meu bem. — Louis chamou com dificuldade, levando os próprios dedos até a buceta dele, começando a esfregar seu grelinho. — Está perto também? Fale comigo. — Pediu trabalhando naquela missão de estimulá-lo e Harry choramingou tocando no dorso da mão dele, incentivando que continuasse.
— A-Assim vou conseguir. — Se referiu a Louis tocá-lo especificamente ali, então Louis continuou e isso fez Harry se mover mais rápido e mais forte, arrancando um gemido dele. — Me avise- me avise quando... — Harry parou de quicar em seu pau por um momento e não conseguiu continuar falando por ora, aproveitando que Louis sabia exatamente como deveria tocá-lo. — Avise quando for gozar. Por favor. — Harry pediu em meio as pequenas reboladas, ouvindo Louis assentir com tanta dificuldade quanto ele.
Louis assentiu da maneira que podia e segurou a cintura dele para incentivá-lo a continuar subindo e descendo. Isso fez Harry choramingar levemente exausto e com as coxas já doloridas, mas ele ainda assim o fez.
O boxeador soube que estava muito perto quando Harry, em meio as quicadas e reboladas em seu pau, começou a acariciar com os dedos suas bolas cheias e meladas com aquela bagunça de lubrificação.
— Louis. — Harry chamou em meio aos movimentos que fazia, a pequena voz dengosa e ofegante. — Eu sei que é errado- mas eu... você tem razão. Eu sou uma vadiazinha. — Ele olhou para Louis sobre o ombro, parando com o pau completamente dentro de si e continuando com reboladas em círculos, vendo a expressão de surpresa e excitação que tomou o rosto suado dele, tirando seus cabelos do meio para conseguir ver o seu melhor. — Eu quero muito você gozando em mim. Dentro de mim. — Harry se corrigiu e Louis prendeu a respiração, a mão em sua cintura apertando tão forte que o bailarino pensou que fosse em ordem para se mover mais e logo o fez, arrancando um grunhido de Tomlinson. — Eu quero, Lou! Eu realmente quero sentir isso- minha bucetinha cheia com você gozando tudo em mim.
— Harry! — Louis chamou alerta, batendo com os dígitos em seu clitóris sensível e se afastando, cedendo ao deitar as costas no colchão.
Ele nem precisou avisar com todas as outras palavras e Harry, ao invés de continuar para ele vir logo, se levantou saindo do colo de Louis até que o pau estivesse fora de si. Louis ia questionar, mas as palavras ficaram presas em sua garganta com Harry voltando a ficar em cima de si, dessa vez de frente, enquanto puxava a camisinha jogando-a de lado.
Então Harry fez a merda mais excitante de todas.
Apoiou uma das mãos em seu abdômen e com a outra segurou seu pau, começando a esfregar a glande gorda e quentinha entre os lábios esfoladinhos da buceta e bem sobre o grelinho, fazendo barulhos molhados misturados aos gemidos roucos dos dois juntos.
— Goza nela, Louis. — Harry pediu ainda esfregando a glande no clitóris inchadinho, gemendo agoniado com a sensação de formigamento que se espalhava cada vez mais em sua buceta, mas de um modo mais intenso e diferente de antes. — Goza na minha buceta. Faz uma bagunça nela.
Perdido em prazer, a cabeça de Louis estava pendida fora da cama e ele estocava os quadris para cima, naquela bagunça molhada a cabecinha escorregando e por pouco entrava dentro de Harry e logo saía. Isso fazia ele grunhir tão excitado e insano, que era um pouco difícil para Harry não acompanhá-lo.
Harry sentiu o exato instante que aquele esquentar e formigar da sua buceta evoluiu a tamanho ponto, que a xotinha começou a esguichar sobre a virilha de Louis de pouco em pouco em meio a um orgasmo. O bailarino gemia alto e desesperadinho balançando o quadris, mesmo sem ter ideia do que estava acontecendo, continuando a se estimular usando o pau de Louis porque a única coisa que sabia era que estava gostoso. Ainda assim sentiu o momento que pau de Louis pulsou com intensidade em sua mão e ele começou a gozar ali por toda parte, os olhos azuis vidrados na bagunça que estavam fazendo juntos.
Louis acabou segurando o pulso de Harry para que ele parasse de segurar seu pau sensível com tamanha firmeza, o puxando para deitar junto a si por um instante, o abraçando apertado quando seu corpinho começou a ter espasmos e ele choramingava a cada um desses.
Em algum momento, mesmo que os dois estivessem uma completa bagunça, Louis virou de lado e ficaram deitados juntinhos um de frente para o outro. Ele puxou logo em seguida o edredom macio sobre seus corpos, dando mais preferência para Harry, que ainda estremecia um pouquinho e Louis tinha impressão que isso se dava por conta do frio também.
Durante aquele momento, Louis não fez perguntas para Harry ou tentou fazê-lo falar, se limitando somente a acariciar seu rosto suado docemente com o polegar, vendo o momento que ele fechou os olhos. A ponta de seus narizes se encostavam e Louis fechou os olhos, continuando com aquele carinho.
— Você tá com frio? — Harry perguntou de repente e Louis voltou a abrir os olhos, se deparando imediatamente com os grandes olhos muito verdes. — Vem. — Louis nem precisou responder e Harry arrumou melhor o edredom sobre ele, puxando-o pela cintura para ficar mais perto.
— Como se sente? — Louis perguntou se inclinando para beijar seu rosto.
— Exausto. — Harry respondeu com um pequeno beiço, mas ele ainda conseguiu sorrir expondo covinhas e os dentes de coelho. — E ao mesmo tempo tão bem. Você também?
— Pode apostar que sim, princesa. — Louis sorriu também e se debruçou um pouco sobre ele, deixando beijos preguiçosos por seu rosto quente até Harry segurar seu rosto e juntar seus lábios finalmente. Sentiu Harry estremecer mais uma vez e se afastou dele com certo pesar. — Vou buscar na sala o aquecedor. Você tá literalmente tremendo.
— Estou tremendo por muitas coisas. — Harry brincou ainda estremecendo um pouquinho, o beicinho voltando para seus lábios quando Louis se afastou e levantou da cama. — Louis, não precisa. — Disse um pouco tímido com a situação.
— Já volto. — Garantiu em voz alta saindo do quarto.
Louis realmente voltou depressa para o quarto e fechou a porta atrás de si, encontrando Harry sentado no meio da cama com o celular em mãos. Pela expressão no rosto de Harry, ele estava lendo algo importante e Louis optou por ficar em silêncio naquele tempinho, voltando para a cama quando o aquecedor estava ligado em um nível bom.
— Ele sabe sobre nós. — Harry disse lento olhando na sua direção. — O Christopher.
— Como assim?
— Sabe quando desliguei o celular? Eu não tinha exatamente desligado, como pensei. — Após isso Harry jogou o celular de lado e voltou a deitar, se enfiando de baixo do cobertor, tendo a impressão que Louis não parecia minimamente surpreso com aquilo. — Então ele escutou algumas coisas... no mínimo.
— E agora? — Louis perguntou interessado, se aproximando um pouco mais dele.
— Ele disse que sabe e que quer falar comigo o quanto antes. Então eu agora, pelo menos agora, não quero pensar nisso. — Harry deu de ombros, puxando Louis para deitar junto a si novamente. — Eu estou acabado e tive a pouco o melhor sexo de minha vida. Me deixe aproveitar esse momento. — Harry virou de costas e puxou o braço de Louis a sua volta, implorando por uma conchinha em que o boxeador não demorou muito para se aconchegar mais junto a ele.
Harry já estava com os olhos fechados e já tinha um sorriso nos lábios quando sentiu Louis se aproximar para falar algo em sua orelha.
— Também foi o melhor sexo da minha vida, Styles. — Louis murmurou rouco na orelha dele e Harry se encolheu timidamente, sentindo os lábios dele na curva de seu pescoço. — Obrigado.
— Você está me agradecendo por sexo? Eu vou começar me achar. — Harry provocou e riu quando Louis reagiu acertando um tapa estalado em sua bunda, massageando a região dolorida em seguida.
Então os dois deitaram juntos prontos para dormir um pouco, antes de terem que se preocupar com questões do dia seguinte. E o tempo todo Louis pensou no quanto mal podia esperar para Harry ser completamente dele, e ele também pertencer totalmente ao adorável bailarino pequeno e delicado que tinha nos braços.
Era sábado e Harry estava um tanto quanto frustrado por sua situação atual. Louis era seu alfa, seu namorado à três longos anos e ele nunca havia deixado Harry longe no período do pré cio, porém por causa de uma reunião de emergência, Louis teve que ir ao trabalho e deixou Harry sozinho em casa com seu irmão gêmeo, William.
Louis e William eram completamente opostos, Louis era um alfa que esbanjava charme e imponência, era firme e possessivo, ao mesmo tempo que tratava Harry como se fosse um cristal prestes à se partir. Já William era seu melhor amigo, um beta doce, cuidadoso, amoroso e tão sensível quanto Harry. Eles eram inseparáveis, logo que o ômega começou a se envolver com o alfa ele desenvolveu uma amizade bonita e respeitosa com William, todos felizes e contentes em morarem juntos, tudo era sincronizado e leve, aquela relação era harmônica até nos detalhes.
Hoje, sábado, folga dos três, Louis estava trabalhando. Era triste para Harry, ele tinha planejado ser mimado o dia todo pelo seu alfa, o pré cio sempre o deixava mais sensível e manhoso, necessitado de atenção e cuidado. Pelo menos ele tinha William, que tinha ido tomar banho antes de começarem a cozinhar juntos o almoço.
- Eu sinto muito se você fez merda, cara, mas esse problema não é meu. Não vou sair da minha casa em pleno sábado pra ajeitar uma cagada que você fez sem a minha permissão. – William falava ao telefone e Harry se esticou no sofá, olhando o beta parado em frente ao banheiro com a toalha enrolada na cintura, o cabelo tijelinha escorrendo água por todo torso magro. Louis e William eram idênticos, foi impossível para Harry não sentir seu baixo ventre esquentar ao ver William ser tão ríspido ao telefone, agindo como Louis, como um alfa. Ele desapareceu dentro do quarto, voltando pelado pelo corredor enquanto esbravejava e gesticulava raivoso ao telefone. Não era anormal que eles se vissem nus, fazia parte da intimidade que eles tinham. O que não era normal era o baixo ventre de Harry contrair olhando o corpo nu de William, sentindo seu coração bater nos ouvidos. Era o pré cio, só podia ser, chegando sorrateiramente e afetando o cérebro de Harry. Ele se virou se bruços no sofá, pressionando o pau semi ereto contra o couro, apertado no shorts curto que usava. Alcançou seu telefone e abriu a conversa de Louis.
“Vai demorar pra chegar, alfa?”
Ele respirou fundo, desviando o olhar para William que segurava o celular entre o ombro e a orelha, subindo a cueca preta por suas pernas.
“Vou, amor. Estou cheio de problemas pra resolver, me desculpa, tá? Você está precisando de alguma coisa?”
“É meu pré cio, alfa. Eu preciso de você.”
Harry respondeu com um bico, deixando o celular de lado e agindo como o ômega mimado que era, não aceitando que seu alfa estava trabalhando ao invés de estar cuidado de si. Voltou à atenção à William, mordendo a bochecha enquanto percorria os olhos para a v line e o pau marcado na boxer. Suspirou frustrado, pensando na sorte que tinha de William ser um beta, sem cheiro, sem tentações para seu lobo.
- Que cheirinho doce. – William disse à Harry, que não reparou que ele não falava mais ao telefone. – Parece torta pêssego, algo assim, será que os vizinhos estão cozinhando? – ele respirou fundo, sentando no sofá e puxando as pernas de Harry para cima das suas, fazendo carinho em seus pés.
- É, eu acho que sim. – Harry engoliu em seco, sabendo que o cheiro doce saia de si. – Horário estranho pra cozinhar doces, né? – riu nervoso, virando de barriga pra cima, não querendo arriscar que sua situação se complicasse cada vez mais – como William ver uma mancha escura bem no meio do seu shorts.
- O que você quer comer hoje, H? – William perguntou, percebendo que o semblante de Harry era distante. – O que foi, Hazzy?
- Nada. – respondeu mexendo os dedos dos pés, tentando se concentrar em qualquer coisa que não fosse William e como ele era idêntico ao alfa.
- Você quer o Louis, não é? – Will fez cócegas em seus pés, o ouvindo rir. – Eu entendo que esteja chateado, mas odeia tanto minha companhia assim, é? – Brincou, vendo Harry negar rápido.
- É só que ele tinha prometido ficar comigo hoje, sabe? – Harry se sentou. – Mas tudo bem, vamos cozinhar, sim? – ele sorriu se levantando – Cozinhar com o melhor amigo desde mundo. – ele saiu andando até a cozinha, abrindo a geladeira pra conferir o que iriam conseguir fazer com o resto das compras do final de mês.
🎀
Eles estavam cantando e dançando na cozinha gargalhando, rindo um do outro quando Harry sentiu a primeira pontada. Segurou na bancada com força até as juntas dos dedos ficarem brancas, gemendo o mais baixo que pôde.
- O que foi? Está tudo bem? – William de apressou em se aproximar, fazendo carinho em suas costas.
- Eu estou bem. – Harry engoliu seco, envergonhado demais com a situação, sentindo-se arrepiado pelo toque dos dedos gelados de William em sua coluna.
- Não parece. – William riu fraco, percebendo que o cheiro de pêssego de tornara mais forte, não entendendo a situação.
- Está tudo bem, juro juradinho. – Harry sorriu fraco, voltando a mexer o molho branco, se concentrando em cantar e tentar ignorar os sinais do seu cio ficando cada vez mais fortes. Desligou o fogo, pegando um copo d’água e virando, sentindo um calor absurdo e tirando a regata que usava, indo até a sala e ligando o ventilador.
- Você está com calor? Harry, está vinte graus aqui dentro. – William estranhou, sabendo que Harry era a pessoa mais friorenta que ele já conheceu.
- Muito calor. – Harry respondeu afetado, perdendo muito tempo em olhar aquela franja estupidamente perfeita em sua testa, seu mundo girando e gritando por seu alfa.
- O que eu posso fazer pra te ajudar, Harry? – William disse despreocupado, tirando a forma do forno, fazendo Harry se perder em seus braços tão bonitos e firmes, mais afetado ainda por ouvir ele falando como seu alfa falava, solícito.
- Eu acho que é meu cio, maninho. – Harry sentiu outra pontada, se segurando nos ombros de William, que rodeou o braço em sua cintura o segurando.
- Seu cio não é amanhã? – William perguntou agitado, sem saber o que caralhos faria com um ômega no cio, principalmente o ômega do seu irmão no cio.
- Odeio o Louis por te contar essas coisas. – Harry aninhou a cabeça em seu peito, apertando forte a camiseta e gemendo alto, seus olhos cheios de lágrimas em pura vergonha. – Chama o Louis, Will, chama ele. – choramingou.
- Ok, vamos pro quarto. – Will segurou Harry com rapidez, o segurando no colo e atravessando o corredor, o deitando na cama que ele dividia com Louis. – Vou ligar pra ele, sim? – ele disse discando o número, vendo Harry assentir se esfregando no colchão, uma mancha enorme em seu shorts. – Louis, temos um problema. Harry está no cio. – avisou.
- E onde ele está?
- No seu quarto, eu trouxe ele pra cá.
- Ok, como ele está?
- Como assim, ele está no cio oras?!
- Ele está gemendo? A bunda está molhada? Está chorando? Como ele está?
- Choramingando seu nome, se esfregando contra o colchão e com uma mancha enorme no shorts. – William disse envergonhado.
- É, ainda não está completamente no cio mas vai ficar. Eu vou precisar da sua ajuda, maninho.
- Como assim, Louis?
- Você vai ter que ajudar ele até eu chegar, Will. Ele está com dor, você não pode deixar meu ômega chorando de dor. Vai até meu armário, na primeira gaveta tem uma caixa de madeira.
- Louis, eu não vou fazer isso. Nem fodendo.
- Will, maninho... Me obedece, sim? Eu preciso que me ajude.
- Louis, você ficou maluco porra? Ele é seu ômega, eu sou um beta e sou seu irmão! Eu não vou fazer nada com ele.
- Maninho, você sempre foi meu melhor amigo. Eu não me importo de dividir meu ômega com você, principalmente porque ele está precisando de cuidado.
- Eu sou um beta, Louis. Como você acha que eu posso satisfazer o Harry?
- Acredite em mim, você vai conseguir satisfazer ele até eu chegar em casa. Só faça o que eu te peço, prometo que essa vai ser a única vez.
- Ele é meu melhor amigo, mano. Não sei se consigo fazer isso, muito menos agir como se nada tivesse acontecido depois.
- Will, maninho, nossa vida inteira você esteve sendo meu bebê, eu sempre te tratei com amor e carinho, com cuidado e proteção, eu nunca deixei você sozinho e nem desapontei você. Não faça isso comigo, sim? Me retribua tudo que eu fiz por você, uma vez sequer. – Louis dizia com aquela voz manipuladora que William odiava ouvir mas não conseguia não obedecer.
- Ok. – William respirou fundo, nervoso. Foi até o armário e pegou a caixa. – O que eu preciso usar?
- Tem um frasco pequeno de perfume aí, não tem?
- Sim. O que é?
- Perfume de alfa. Passe atrás das orelhas, no seu pescoço e nas suas mãos.
- Porque caralhos você tem isso, Louis?
- Eu sabia que chegaria o dia que eu precisaria que você me ajudasse com ele, Will. Passe o perfume e me coloca no viva voz, me deixe falar com ele.
- Maluco. – William bufou, colocando no viva voz e colocando o celular ao lado da cabeça de Harry, deixando sob o colchão. – Hazzy, Louis quer falar com você. – avisou afagando seus cabelos, deixando a caixa em cima da cama e abrindo o frasco, passando como Louis mandou e ouvindo Harry gemer alto, fungando e suspirando o cheiro forte.
- Alfa. – Harry choramingou.
- Oi ômega, seu cio chegou, não é? Will me contou.
- Sim alfa, vem pra casa, eu preciso tanto do seu nó. – Harry levou a mão até seu pau por dentro do shorts, esfregando o dedão na cabecinha. – Eu tô tão molhadinho alfa, tão bom pra você.
- Papai vai demorar pra chegar, amor. Eu já estou saindo daqui, mas eu preciso que você seja bem cuidado enquanto eu não chego. Will vai cuidar de você, tudo bem?
- Não. Eu quero meu papai! – Harry brigou, se apertando o pau duro e dolorido entre os dedos, soltando gemidos manhosos.
- Will, me coloca por vídeo.
William pegou o telefone, apoiando entre o colchão e a cabeceira, ligando por vídeo e olhando Louis atender, já estando dentro do carro.
- Olha pra frente, ômega. – ele mandou, vendo Harry olhando pra câmera com o rostinho choroso.
- Papai, vem pra casa. – ele tremia, gemendo alto e arranhando os lençóis.
- Tá doendo muito, não é? Você precisa que alguém te ajude, bebê. Seja bom pra mim, deixa o Will usar seu rabinho, deixa ele te aliviar. Papai vai ficar aqui olhando o tempo todo, sim?
- Não. – Harry desviou o olhar. – Papai mau.
- Que feio, Harry. Eu não sou mau, estou tentando ajudar você, aliviar sua dor. Não seja ingrato.
- Papai é mau sim! Me deixou sozinho! – Harry esbravejou, uma nova onda de dor lhe tomando o fazendo revirar os olhos e se empinar chorando.
- Harry, chega! Eu estou dizendo o que é melhor pra você e tudo que você tem que fazer é aceitar! Você sabe que eu sempre sei o que é melhor pra você. – brigou, vendo Harry assentir com um bico contrariado nos lábios.
- Will, quero que suba na cama e esfregue seu pau na bunda dele. Beije a bochecha dele e o deixe sentir seu cheiro.
- Louis... – William exitou.
- Agora.
- Me promete que nada vai ficar diferente. – William disse se ajoelhando atrás de Harry.
- Eu prometo. Faça.
- Eu quero o papai. – Harry choramingou.
- Sim, Hazzy, eu sei. – William disse, as mãos ao lado da cabeça de Harry e o pau semi ereto esfregando em sua bunda coberta pelo shorts molhado. Ele esfregou o nariz na bochecha de Harry, que gemeu alto enlouquecido pelo cheiro que ele tinha, o cheiro do seu alfa.
- O cheiro do papai. – choramingou.
- Sim amor, ele está com o cheiro do papai. Viu? Eu disse que ele vai cuidar de você até eu chegar.
- Papai, tá doendo muito. – seus olhos estavam grudados na tela do celular, analisando o semblante excitado que Louis tinha.
- Will, tira a roupa dele. – Mandou, vendo ele pensar alguns segundos antes de obedecer, puxando o shorts pra fora com as mãos trêmulas. Louis admirou o modo que seu irmão olhava fixamente pra bunda molhada do seu ômega, sabendo que ele desejava ver o buraquinho babado. – Abre a bunda dele, Will. Olha o cuzinho dele, veja o quão molhado meu ômega fica. – William apenas obedeceu, olhando hipnotizado pro cuzinho contraindo, brilhando.
- Então o cheirinho de pêssego era seu, Harry? Docinho demais. – William apertou as bandas de leve, mordendo o lábio inferior.
- Ele também tem gosto doce, sabia, Will? Lambe ele, sente como o buraquinho dele é macio, como o gosto é tão bom que não dá vontade de parar de lamber e cuspir, de judiar por horas seguidas.
- Não quero! Quero só o papai. – Harry brigou.
- Se continuar desse jeito não terá o papai e vai passar a merda do cio sozinho. Respeite o William e agradeça à ele por aceitar ajudar você, cachorrinho. Agora.
- Não.
- Will, bate nele. Forte, quero ver ele gritar.
- Ele gosta de apanhar? – Will perguntou com a respiração engatada, sentindo o pau já duro não conseguindo entender como estava assim com tão pouco.
- Ele ama apanhar, Will. Ele gosta de ser tratado como a putinha do papai. Agora ele vai ser a putinha do maninho também, do jeitinho que ele gosta de chamar você, estou certo?
- Sim. – William disse assentindo, espalmando um tapa forte contra a bunda branca de Harry.
- Porra! – Harry gemeu gritado e William sentiu seu cérebro girar, olhando pra Louis num pedido mudo para bater de novo, vendo ele assentir antes de dar outra pancada, e mais outra, vendo Harry se empinando submisso. Seus tapas eram firmes contra a pele branca, não desviando o olhar nem sequer por um segundo, hipnotizado pela derme se tornando cada vez mais vermelha, os pelinhos todos arrepiados.
- Meu deus! – Harry gemeu, esfregando o rosto contorcido em prazer nos lençóis, a bunda se empinando cada vez mais inconscientemente.
- Lambe ele, Will. – Louis disse rouco, ficando maluco de tesão de ver seu irmãozinho brincando com o seu ômega. William se abaixou e colocou a língua pra fora, sentindo sua boca encher d’água antes de dar a primeira lambida, gemendo com o gosto, sentindo Harry jogar o rabinho pra trás pedindo por mais, não sendo capaz de negar aquele pedido velado, passando a esfregar a língua por todo buraquinho, gemendo e apertando a bunda sensível pelos tapas, deixando ela toda aberta.
- Está gostando, amor? Hum? O maninho faz tão bem quanto o papai? – Louis tinha um sorriso diabólico no rosto, tirando uma das mãos do volante pra apertar o pau duro dentro da calça social.
- Melhor que o papai não. – negou gemendo alto, sentindo William soltar um rosnado fraco contra sua bunda, fazendo Louis perceber que ele dizia só pra agrada-lo.
- Seja sincero, bebê. Não minta pra mim, você sabe que o papai sempre sabe quando você está mentindo.
- Desculpa papai, sim, muito bom. – Harry apertou os lençóis. – Eu posso tocar no maninho, papai? – Perguntou envergonhado, esperando Louis assentia antes de levar a mão até os cabelos de William, o pressionando contra sua bunda.
- Eu estou tão orgulhoso de vocês dois. – Louis mordeu o lábio inferior. – Pede pro Will enfiar os dedos em você, bebê, pede.
- Não. – Harry negou baixinho recebendo um olhar raivoso de repreensão vindo de Louis, o fazendo engolir em seco. - Maninho. – Harry rebolou contra a sua língua, respirando fundo ainda envergonhado. – Você pode me dar seus dedos? – Sussurrou inseguro, um medo estranho o afetando, medo de Louis brigar consigo.
- Peça direito, Harry. Nós sabemos que você é uma putinha necessitada, não tente agir diferente. – Louis disse firme.
- Will, você pode por favor enfiar seus dedos no meu rabinho? Eu preciso tanto disso. – Harry mordeu as bochechas vermelhas, olhando o sorriso orgulhoso de Louis pelo telefone.
Louis observou William afastar os lábios da bunda de Harry e esfregar os dedos no cuzinho babado, repreendendo o mesmo. - William. Fale com ele, não dê tudo que ele quer, quando ele quer. Depois ele fica mimado e quem vai ter trabalho pra corrigir sou eu. – Eles fizeram contato visual e ele pôde notar a respiração desregulada do irmão. – Não se prive de nada, maninho. Não vou me chatear, estou te dando permissão pra fazer o que quiser com o meu ômega. Gosta de sexo bruto, Will? Faça com ele. Gosta de bater? Pode bater. Gosta de foder forte? Machuque o rabo dele. Nada está fora dos limites, não é, Harry? O que você fala pro papai quando é demais?
- Eu falo minha palavra. – Harry choramingou. – Eu preciso de algo papai, tá doendo, eu tô tão vazio. – Harry fez bico.
- Diga pro maninho, Harry. Se explique.
- Will. – Harry começou baixinho. – Quando eu não quero mais eu falo pro papai minha palavra, que é ursinho. Porque eu gosto muito de ursinhos. – Ele escondeu o rosto nos lençóis. – O maninho pode me foder, não pode? Eu preciso de você já que o papai é muito, muito mau. – Ele juntou as sobrancelhas.
- Papai não é mau com você, Harry. – Dessa vez foi William a repreender. – Ele estava trabalhando e eu estou aqui pra você. Faça e fale o que quiser, mas não me diminua. Eu não aceito que ninguém não me deseje de verdade. – Ele tinha o semblante fechado, bravo. – Me diga que me quer, Harry. Admita que me deseja, me peça desculpas e não seja idiota ao ponto de falar nada que me faça sair por aquela porta e deixar você chorando de dor sozinho. – William tinha o maxilar travado e as unhas cravadas nos quadris de Harry, que gemia e revirava os olhos pela maneira que ele falou consigo, sentindo-se humilhado, exatamente como ele gostava.
- Me desculpa, maninho. Eu fui ruim com você, eu posso te fazer me perdoar. – Harry olhou por cima dos ombros, arrepiando com o olhar escuro de William o intimidando. – Posso te recompensar? O que quer que eu faça? Faço tudo pelo seu perdão e pra ter nem que seja um pouquinho de você. – fez bico, os olhos marejados.
Louis por sua vez, sorria largo vendo a interação dos dois. – Ele sabe chupar um pau como ninguém, Will. Ele engole tudo, leva até o fundo da garganta e não se importa quando dói. Harry é uma boa vagabunda, sabe muito bem que tem que aguentar tudo pra ser perdoado. Não sabe, bichinho?
- Sei papai, eu sei. Maninho, você quer usar minha boca? Você pode, eu prometo ser bom. – Ele gemeu alto apertando os lençóis entre os dedos e pressionando as coxas, uma nova onda de dor e calor se fazendo presente. – Por favor. – disse com a voz embargada, lágrimas gordas saindo de seus olhos pressionados. – Papai pede pra ele deixar, papai! – ele se retorcia no colchão, a lubrificação escorrendo entre as coxas juntas.
- O que acha, Will? Pode deixar meu bebê ter seu pau? – Louis parou no semáforo, ficando um pouco frustrado por perceber o engarrafamento.
William se levantou e retirou todas suas roupas, voltando pra cama. - Venha, Harry. – se deitou ao seu lado, as pernas na direção do celular. – Me convença a foder você.
- Não tape a câmera, Harry. Quero ver sua boca mamando meu irmão. – Louis suspirou, levando as mãos até a calça social, abrindo com pressa e tirando o pau dolorido de tão duro pra fora, agradecendo pelos vidros do carro serem completamente pretos. – Senta na cara dele amor, sim? – ele resmungou frustrado, tendo que andar coisa de três metros com o carro e parar de novo, voltando a atenção para os dois.
William segurou as coxas de Harry com firmeza, não deixando que as mesmas apetassem sua cabeça, lambendo as bolas pesadas do ômega. Harry rebolava em seu rosto, tentando fazer sua língua deslizar até o rabo necessitado, choramingando. – Papai, presta atenção em mim. – chamou por Louis que dirigia mais um pouquinho pela estrada paralisada.
- Deixe seu papai orgulhoso, filhote. Use sua boca para mostrar como você é bom e o quanto merece nossos paus. – Mandou, finalmente segurando o cacete entre os dedos, subindo e descendo o punho lentamente, suspirando pesado vendo seu ômega assentir o olhando com os olhos pidões enquanto expunha a língua quente, úmida e macia, lambendo a cabecinha do caralho fodidamente dolorido e molhado de William, sentindo o gosto suave da pré porra, gemendo abertamente ao se sentir entorpecido pelo sabor novo. Segurou a base e abocanhou a cabeça toda, revirando os olhos e gemendo com ele na boca quando William lambeu uma faixa gorda no meio de sua bunda. Ele lhe deu um tapa forte na bunda e rosnou excitado, passando a meter a língua pra dentro do cuzinho que piscava implorando pra ser alargado e preenchido, maltratado e usado até sua bunda formigar em plena exaustão. Harry cravou as unhas nas coxas grossas de William, descendo a boca devagar enquanto mantinha contato visual com Louis, engolindo tudo e o sentindo latejar em sua garganta, sorrindo ladino para seu alfa, pedindo silenciosamente por elogios.
- Bom pra caralho bichinho, papai não vê a hora de chegar pra ter o aperto gostoso da sua garganta. Mama ele amor, fode sua garganta pro papai ver. – Louis falava com a respiração engatada, apertando o pau entre os dedos bem na cabecinha, imaginando a garganta pequena de Harry o esmagando.
- Que rabo gostoso, Hazzy. – William rosnou atrás de si, lhe dando um tapa leve bem em cima do cuzinho, o fazendo gemer e tombar a cabeça em sua coxa, masturbando Will devagarinho. – Pede pra eu foder você gatinho, pede pra mim. – Rosnou, cuspindo em cima do buraquinho que escorria lubrificação, deixando William molhado no queixo, pescoço e peitoral, fazendo uma tremenda bagunça. – Está me molhando igual um cachorrinho bebê, precisa tanto de mim, não precisa? – Gemeu rouco. – Lou, está gostando de me ver usar seu bichinho? – Riu sádico, começando a entrar na fantasia insana do irmão.
- Pra caralho, maninho. Só me decepcionando com nosso brinquedo, está tão burrinho, não consegue nem te responder. Você deveria estar vendo o rostinho dele, ele quer tanto oferecer o cuzinho apertado pra você brincar mas está tão vermelho, tão envergonhado. – Louis gemia com um sorriso ladino, vendo Harry mamar na cabecinha do pau como um bebê em sua chupeta, querendo mais e mais da pré porra gostosa.
- Não sou burrinho papai, mas é muito gostoso, não quero parar de engolir ele. – Protestou, rebolando a bunda de um lado pro outro. – Maninho, me abre? Me fode com seus dedos, quero ficar bem aberto pra você, sim? Você faz? – Choramingou logo voltando a mamar a cabecinha, masturbando com firmeza, querendo tirar o máximo de pré porra que conseguisse, implorando pra engolir tudinho. Will mordeu sua bunda com força, o fazendo gritar alto assustado, metendo dois dedos pra dentro dele de uma vez, indo até o fundo, empurrando o máximo de podia, girando eles.
- Seja bom pra mim Harry, pare de apertar meus dedos desse jeito, me deixe te abrir. – disse ficando maluco com a maneira dolorida que Harry pulsava em si, rebolando com as pernas tremendo.
- Filhotinho, quero que esfregue seus peitos no pau do maninho. Cuspa nele e molhe bastante seus peitos, quero te ver bem molhadinho e sujo pra mim. – Louis mandou vendo Harry assentir, os cabelos começando a grudar na testa suada. Ele segurou o pau e cuspiu com abundância, masturbando ele, deixando todo molhado antes de esfregar por todo o rostinho, batendo com ele em suas bochechas e na língua, se esfregando no pau como um gatinho manhoso. Cuspiu de novo, finalmente esfregando ele nos peitos médios, inchados pelo cio. Esfregou a cabecinha nos mamilos durinhos, vendo Louis se masturbando mais rápido e sentindo William passar a meter os dedos em si, fundo, forte e lento, o fazendo delirar com as sensações.
- Papai, mostra seu pau pra mim? Por favor, me deixa ver você se tocando? – ele gemia deixando lágrimas escorrerem dos seus olhos. – Maninho, me abre mais, coloca mais dentro de mim. – Ele começou a se jogar contra as estocadas, sentindo mais um dedo escorregar pra dentro de si.
- Vou deixar você largo, Harry, pronto pra receber meu pau quando eu quiser. – William rosnou, estocando agora quatro dedos no cuzinho pulsante, a lubrificação de Harry escorrendo por seu braço. Sugou as bolas dele, mamando nelas, engolindo a lubrificação que as deixavam escorregadias.
- Will, abre o rabo dele até ter espaço pra nós dois. – Louis rosnou mudando a posição da câmera, fazendo seu pau aparecer nela e jogando o banco pra trás, mostrando desde seu rosto até o cacete molhado com as bolas pesadas pra fora da calça. – O que acha disso, filhote? Consegue aguentar nós dois ou é um bichinho imprestável?
- Eu aguento papai, aguento sim! Maninho, eu preciso muito muito do seu pau, você pode me dar? Papai, ele pode me dar? – choramingava desesperado. – Vou agradar vocês dois, prometo que vou. – se desesperou com os olhos grudados no pau grande e grosso de Louis enquanto voltava a foder sua própria garganta no de William, que era tão grosso quanto o do alfa, o fazendo imaginar o quanto teria que se abrir e esticar pra abrigar os dois dentro de si como o bom bichinho que era.
- Não sei, Will, você acha que ele merece seu pau? Acha que ele mamou direitinho? – Louis perguntou com um tom de desdém.
- Na verdade não. Já tive muito melhores, sendo sincero. – Disse com um sorriso ladino, vendo a pele de Harry se arrepiar. – Não se esforçou nem um pouco pra me agradar, só está esperando que eu foda ele, o que é bem triste. Você me ofereceu ele dizendo que ele era tão bom, estou decepcionado. – ele abriu os dedos dentro do rabo pulsando, arrancando um gemido gritado de Harry.
Harry rosnou baixo, irritado por não ter o pau socando fundo em si, frustrado por estar com dor e estar sendo negligenciado.
- Você rosnou pra gente, Harry? Você realmente fez isso? – Louis rosnou de volta, completamente irritado. – Mimado do caralho. – Subiu a câmera e a deixou apenas no seu rosto, assistindo Harry negar com a cabeça e começar a chorar.
- Não papai, por favor me deixa te ver. – Soluçou, ainda mais frustrado. – Desculpa!
- Cala a boca Harry, não quero ouvir nenhuma palavra vinda de você. Mau criado, você é burro! Burro! – ele socou o volante. – William, faz o que quiser com ele. Apenas faça para machucar. Realmente machucar.
- Fica quieto agora! – William mandou empurrando ele deitado no colhão, subindo em cima de si acima do peito, segurando os cachos com força e enfiando o pau fundo em sua garganta passando a estocar contra sua boca. – Você é patético. – William riu, lhe dando um tapa forte no rosto molhado de lágrimas, sentindo ele batendo os pés contra o colchão. – É assim que se engole um pau, Harry. Quando alguém é bom em te dar um cacete pra você se aliviar, você engole ele independente se machuca ou não. Você mama seu papai com toda essa má vontade? – Ele puxou a cabeça de Harry pra trás o deixando respirar antes de se empurrar pra dentro de novo, trepando com sua boca com rispidez. – Aguente comigo, Harry, aguente e eu vou te dar o que você tanto quer. – ele segurou o celular e virou a câmera, deixando posicionada no rostinho choroso e vermelho engolindo seu pau com relutância. Empurrou até encostar na garganta, completamente dentro da cavidade apertada, levando a mão livre e fazendo um carinho com o indicador da testa até a pontinha do nariz bonito. Harry fechou os olhos aproveitando o toque gostoso, tentando se concentrar em respirar pelo nariz, abrindo os olhos e os arregalando quando William usou o indicador e o dedão pra apertar seu nariz, o impedindo de conseguir qualquer resquício de oxigênio. – Veja seu bichinho ser castigado, Lou. – Disse gemendo rouco, passando e ir e voltar com o cacete dentro da boca dele devagar, sempre metendo a cabecinha bem no fundo. – Quantos segundos você acha que ele aguenta, Lou?
- Quinze. – Louis sorriu orgulhoso, apreciando Harry tão vulnerável.
- Quinze, Harry. – ele empurrou até o fundo e manteve ali, Harry passando a tentar empurra-lo pra longe com as mãos desesperadas. - Um. Dois. Três. Quatro. Cinco. Se continuar tentando sair, vai ter mais quinze. – avisou, vendo Harry parar de empurrar a contra gosto. – Seis. Sete. Oito. Nove. Dez. Onze. Doze. Treze. Quatorze. Quinze. – William soltou seu nariz e tirou o pau de dentro da boca dele, o assistindo puxar o ar agoniado.
- Agora você vai passar a obedecer a gente, filhotinho? – Louis perguntou sorrindo, esfregando o dedão por toda a cabeça molhada de pré porra.
- Foi perfeito pra mim, Hazzy, você sabe disso, não sabe? – William passou a acariciar sua bochecha, limpando suas lágrimas. – Muito, muito bom. – Levou o dedão até os lábios molhados de saliva, o esfregando entre eles.
- Sei, maninho. Vou obedecer. – disse sentindo sua cabeça girando ainda tentando recuperar a respiração.
- Obrigado por me ajudar a adestrar ele, Will. – Louis riu nasalado.
- Agora eu posso ter seu pau, maninho? Por favor. – Choramingou, beijando a pontinha do dedão que brincava entre seus lábios.
- Ele pode, Lou? O que você acha? – William sorriu ladino, vendo Harry se desesperar lentamente.
- Eu acho, sim. O que você está sentindo, Harry? Fale pro papai.
- Meu rabinho tá doendo muito, papai, meu pau também, tá muito duro. Por favor, minha barriga está muito vazia e eu preciso muito muito de filhotinhos, preciso ficar cheio papai, preciso muito. – Choramingou, pressionando uma coxa na outra.
- Me deixe ver seu pau entrando no buraquinho dele, Will. – Ditou.
William saiu de cima de Harry, parando ao seu lado. – De quatro. – Espalmou um tapa ardido contra seu peitinho, ficando maluco ao ver ele balançar. – Hm, que peitinho bom amor. – Enquadrou a câmera nos peitos dele, puxando e torcendo os mamilos, batendo e os deixando bem vermelhos. Harry gemia e revirava os olhos, apertando mais as coxas e arqueando as costas, a boca aberta sem emitir nada, tremendo mais e mais a cada tapa.
- Esses peitos são bons demais Will, não vejo a hora de engravidar ele, poder mamar o leite o quanto eu quiser, vai ser tão doce, consegue imaginar?
- Vai ter que dividir comigo, Louis, não vou perder a chance de mamar bem gostoso nele. – Ele cuspiu em cima dos peitos, espalhando a saliva neles e passando a apertar os montinhos com a mão cheia.
- Vou amar dividir ele com você maninho, eu uso um e você outro, fazendo ele deixar a gente muito bem alimentados. – Louis grunhiu.
- Papai, maninho, por favor. – Harry chamou os dois, achando que nenhum deles estava dando a devida atenção que ele queria. – Eu vou dar meu leite pra vocês, prometo, só por favor maninho, me dá seu pau, por favor. – ele começou a chorar, esfregando os olhos com os dedos, completamente manhoso e frustrado. – Papai, vem pra casa, preciso muito do seu nó, por favor, por favor.
- Oh meu amor, está tudo bem. – William sentiu uma pontada de pena, afagando seus cabelos e filmando o choro dele para Louis.
- Que bonitinho, chorando porque ninguém te usou ainda, bichinho? É isso? – Louis riu. – Não tenha dó dele, Will, ele é só uma coisinha viciada em pau, não consegue ficar um dia sem se abrir todo em mim, não é, meu ômega?
- Papai... – Harry chorou mais, cobrindo o rosto com as mãos. – Por favor, está doendo muito!
- Deixe-me ver você chorar, Harry. – Louis mandou. – Sabe que eu odeio que você esconda meu rostinho de mim.
- Muito mais bonito assim. – William aprovou, vendo Harry descobrir o rosto, o semblante entregando o quão frustrado está. – Vou te dar o que você quer, Hazzy. – William girou seu quadril, o deixando deitado de bruços, se encaixando entre as pernas abertas. Ele deitou o tronco sob as costas de Harry, ficando apoiado com a mão ao lado de sua cabeça e com a outra mudando para a câmera frontal, gravando o seu rosto e o de Harry. – Empina seu rabo pra mim, bebê. – Sussurrou contra seu ouvido, sentindo a bunda gostosa esfregando em seu pau. Mordeu o lóbulo de sua orelha, lambendo e sugando pra dentro da boca, descendo os beijos por sua bochecha e lambendo, sentindo o salgado das lágrimas. Ele mordeu sua mandíbula e beijou, lambeu o pescoço e sugou a pele.
- Beija seu maninho, Harry, me deixe ver. – Louis rosnou excitado, vendo Harry virar a cabeça o máximo que pôde pela posição. William se aproximou, lambendo os lábios de Harry, puxando o inferior entre os dentes antes de afundar a língua dentro da boca quente, a língua macia enrolando na sua. – Vocês são totalmente meus. – Louis rosnou mais alto, fazendo William sorrir provocativo em meio ao beijo molhado.
William separou o beijo devagar, lambendo os lábios abertos de Harry e seguindo a vontade que o sufocou, fazendo um bico com os lábios e deixando sua saliva escorrer pra dentro da boca dele, o vendo fechar a mesma e engolir.
- Obrigado, maninho. – Harry agradeceu olhando fixamente no fundo de seus olhos.
- Porra. – Louis xingou, jogando a cabeça pra trás no encosto do banco e apertando a base do pau, tentando não gozar.
William se ajeitou nos joelhos, mudando pra câmera traseira e gravando a bunda de Harry e a grande mancha molhada que ele deixou nos lençóis. – Fica de quatro, Hazzy. – Espalmou um tapa forte em sua bunda, o fazendo gritar e se colocar de quatro, bunda pra cima e tronco na cama. – Vou foder seu ômega sem camisinha, Louis. O que meu irmão acha disso? – Perguntou com um sorriso ladino, batendo a cabeça do pau no cuzinho, o fazendo contrair implorando pra ser fodido.
- Eu acho uma delícia, maninho. Quero ver ele cheio com a sua porra, escorrendo até as bolas. – Louis disse firme, ouvido Harry gemer alto.
- Mas e se o maninho me engravidar, papai? E se ele colocar filhotes na minha barriguinha? – Harry falou manhoso.
- E desde quando você se importa, bichinho? – Louis disse rude. – Você vai ter os meus filhotes Harry, e se acontecer, terá os de William também. Você é meu brinquedo e eu decido o que acontece com você e com seu corpo, porque tudo em você é minha propriedade.
- Agora cala a boca, bebê. Só quero ouvir você gemendo e gritando. – William disse empurrando o pau pra dentro, entrando no buraquinho devagar, deixando que Louis acompanhasse cada milímetro que ele engolia. – Que buraco bom, Harry. Que porra de buraco bom, nem parece que fica aberto no cacete do seu papai toda noite. – Grunhiu, enrolando a mão nos cabelos dele e estocando até o fundo, sua pelve encostando na borda inchada.
- Maninho! – Harry gemeu gritado, seu rabo ardendo pra se abrir todo. – Meu deus, meu deus! – Choramingou se empinando mais. – Me fode por favor, por favor, Will! – Harry esticou as mãos acima da cabeça apertando os lençóis entre os dedos, revirando os olhos e sentindo seu baixo ventre ardendo em necessidade.
William puxou sua cabeça pra trás, tirando o cacete e empurrando até o fundo, passando a estocar forte, fundo e lento, deixando Harry cada vez mais insano, precisando de mais. Will é diferente do seu papai, ele mete até as bolas, é rude, fazendo seu corpo solavancar pra frente e pra trás, enquanto seu papai era bruto e metia rápido e forte, como se precisasse consumir cada célula de si com urgência. William apreciava o aperto e não dava descanso em sua próstata inchada, tirando seus sentidos enquanto Louis o fazia virar um bichinho mole e desmiolado. Ambos o destruíam, de maneiras diferentes e igualmente boas.
- Caralho. – William rosnou.
- Usa ele pra gozar Will, faça dele seu brinquedo. – Louis Grunhiu irritado quando ouviu as buzinas atrás de si, só então percebendo que finalmente a estrada foi liberada e estava pronto para ir para a casa. – Me deixe ver o rostinho dele. – pediu ajeitando o pau dentro das calças, começando a dirigir novamente.
William apoiou o celular entre o colchão e a cabeceira novamente, deixando na câmera frontal. Apoiou os cotovelos ao lado da cabeça de Harry e gemeu rente a sua orelha, voltando a estocar forte, rebolando os quadris e surrando sua próstata. – Olhe pro seu papai amor. Você não se sente sujo em estar sendo fodido pelo seu maninho enquanto seu papai só assiste? – William provocou, segurando em seu queixo com uma das mãos e levando três dedos pra dentro da sua boca, sentido ele gemendo enquanto babava neles. – Mama meus dedos enquanto seu papai não chega pra te dar mais um cacete, bebê. – Grunhiu beijando sua bochecha, passando a língua por toda ela, olhando diretamente para Louis.
- Eu chego em dez minutos no máximo, e quero você pronto pra me mamar, Harry. Lembre disso, não quero que ouse gozar antes de me ter. – Louis instruiu. – Will, continua usando a boquinha dele, não deixe ela vazia. Enfie até a garganta, não deixe ele se acostumar a não ter nada dentro dela, não quero ter que suportar ele tentando se acostumar. Quero chegar e empurrar até a garganta sem que ele reclame uma vez sequer.
- Não vai ter nenhuma relutância da parte dele, Louis. Eu garanto, estou deixando todos seus buracos bem abertos só pra você chegar e usar. – William sorriu. – Não é, Hazzy? Seu maninho está deixando você muito bem aberto, concorda? – Perguntou inalando o cheiro dele, sentindo-o cada vez mais forte enquanto ele gemia cada vez mais alto, tirando os dedos da boca dele para que ele respondesse.
- Muito aberto maninho, pronto pro papai. – disse com a voz fodida. – Papai, ele é muito bom. – choramingou . – Eu deveria ter vergonha? – fez bico com os olhos marejados, vendo Louis assentir.
- Deveria sim, bichinho. Está gemendo igual uma puta com o cacete do meu irmão no rabo, não acha que deveria se envergonhar por isso? – Louis respondeu falsamente.
- Não quero mais então, não quero mais maninho! Não quero! – brigou, tentando fugir de William, fazendo o pau dele sair de dentro de si.
- Cala a boca, porra! – William tapou a boca dele e o nariz, metendo o pau pra dentro e estocando com raiva, o fazendo gritar abafado contra sua mão e revirar os olhos, molhando toda sua palma com baba e lágrimas gordas. – Mau criado! Eu disse que não quero você me rejeitando, sua puta burra! – William gritava e rosnava contra sua bochecha, fazendo ele delirar em prazer. – Você só serve pra trepar, omegazinho, só pra isso. Como se sente sabendo disso? Só a porra de um buraco mais nada. – disse firme, sentindo o rabo de apertar com força, pulsando e expulsando quantidades absurdas de lubrificação, pingando de tanto tesão. – Você está me sujando todo, Harry, está pingando por mim, como pode dizer que não me quer? Seu rabo está implorando pelo meu pau, coisinha burra.
- Ele é muito idiota quando quer, Will. Acha que pode me enganar, dizer que não me quer quando a bunda vaza tanto que mancha tudo que encosta e o cheiro me deixa enjoado de tão forte. – Louis se divertia vendo Harry chorar compulsivamente. – Quer os dedos dele na sua boca, Harry? – observou Harry assentir desesperado. – Dê à ele. – mandou, vendo William obedecer e passar a estocar os dedos contra a boca babada, o pescoço todo molhado de saliva. – Isso Will, mantenha a nossa puta bem cheia. Já estou chegando.
- Viu, Harry? Seu papai está chegando, amor. Vai ter finalmente dois paus dentro do seu rabo, você quer tanto isso, não quer? – William rosnou, rindo ao vê-lo assentir tão desesperadamente, cuspindo em sua bochecha. Ele tirou os dedos de dentro da boca dele o ouvindo gritar os gemidos, cuspindo três vezes em seus dedos antes de empurrar eles cheio de saliva pra dentro da boca de novo, o sentindo mamar e sugar os dedos como pôde, querendo engolir toda sua saliva. – Você é tão nojento amor. – esfregou o nariz em sua bochecha babada, sentindo o baixo ventre contrair e começando a estocar rápido e forte, sentindo as pernas de Harry tremendo, querendo ceder por tamanha estimulação. – Vou usar você sempre que eu quiser, sabia? Será que seu papai deixa? Posso te usar de brinquedinho, sempre que seu papai estiver trabalhando eu posso te amarrar e te foder, mesmo que você não queira. Amarrado e amordaçado pra não me irritar, vou te abrir com meu pau e gravar, mandar pro seu papai seu rabo sendo fodido, seu rostinho chorando, sua garganta esticada no meu pau, seu cuzinho todo largo e frouxo de tanto ser comido, expulsando minha porra pra fora.
- Vou gostar tanto de ter meu bichinho sempre aberto pra mim, Will. Não vou mais precisar perder tempo abrindo o rabo dele pra usar, vai estar sempre pronto pra me receber, mesmo que você já tenha usado até inchar e ficar dolorido, sei que ele vai aguentar ser usado por mim também. É só pra isso que ele serve, afinal, existindo só pra me fazer gozar. – Louis aprovou com um sorriso no rosto, vendo Harry com os olhos fechados e revirados, apreciando ser tratado e subjugado dessa forma.
- Que ótimo, Lou, prometo que ele vai ser muito bem aproveitado. – William grunhiu, assistindo Louis sair do carro já na garagem. Ele subia as escadas, ainda conectado na chamada. Harry não havia percebido, estava com os olhos fechados mamando os dedos em sua boca e concentrado em não gozar, seu pau estava inchado e as bolas doloridas e roxas, seu cérebro já não passava de uma gelatina. – Olha pra frente, Harry. Olhe seu papai. – William sussurrou, rindo ao ver Harry arregalar os olhos quando percebeu que Louis estava parado na porta do quarto, tirando os dedos de sua boca e o permitindo olhar pra trás.
- Papai! Papai! – Harry o chamou com as mãos, desesperado por ele.
- Oi bichinho. – Louis desligou a chamada, indo até Harry na cama. – Como meu filhotinho está? – ele se abaixou até Harry, beijando seus lábios completamente babados.
O orgulho que eu tenho da cecela nao ta descrito eu passei a tarde ansiosa pra esse post pois sabia que iriam AMAR assim como eu amei cada trechinho!!! TE AMO PORRA 😭🫶🏻
Avisos: Diferença de idade (Louis 35, Harry 17), orgasmo forçado, CNC, somnophilia, humilhação, daddy kink.
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As unhas recém pintadas de rosa ainda estavam molhadas, enquanto ela delicadamente segurava o palito do pirulito de cereja entre dois dedos. A última edição da Vogue estava aberta nas suas coxas, e o óculos de sol começava a escorregar pelo narizinho. Harry suspirou profundamente, entediada. Mesmo no jardim ela conseguia sentir o cheiro da massa de bolo no forno, dava para escutar a sua mãe discutindo com o seu pai; uma típica tarde de verão. Se eles não estivessem esperando por uma visita, não teria nada além de limonada até a hora do jantar. Mas o seu padrinho, Louis Tomlinson, estava vindo para passar alguns dias com eles. E a mãe de Harry amava dar uma boa impressão.
Harry não admitiria isso em voz alta, claro, mas os seus nervos estavam à flor da pele. Louis era um homem muito ocupado, e as vezes que ele tinha tanto tempo livre eram raras, então ele enchia Harry de promessas sobre coisas que eles deveriam fazer juntos. O momento chegou, e Harry queria usar cada segundo. Agora ela tinha 17 anos, eles iam poder tomar uma cerveja juntos (escondido dos pais dela, claro) Louis teria que ensinar a garota dirigir. E para isso que Harry estava mais animada do que tudo, se ela soubesse dirigir poderia ir todos os finais de semana até a casa do seu padrinho, não ia precisar mais ficar tanto tempo distante.
Ela balançou seus pezinhos despreocupada, o esmalte rosa brilhando sob a luz do sol, não notou o barulho do carro estacionando em frente a sua casa, ou os passos pesados se aproximando dela. Apenas quando uma sombra foi criada, que Harry ergueu a cabeça pronta para dizer para a sua mãe que, não, ela não tinha desistido de fazer algo mais produtivo que ficar a tarde toda folheando revistas. Mas era Louis, de braços para trás e os olhos escondidos atrás de óculos escuros.
Harry soltou um gritinho surpresa, se levantando bem rápido e praticamente se jogando nos braços do seu padrinho, ela pulou no colo dele e passou as pernas por sua cintura. “Você veio mesmo!” A garota continuava repetindo, toda encantada.
“Como você cresceu, querida.” Louis disse, impressionado, colocando a sua afilhada de volta no chão. “Deixe-me olhar você” Ele segurou o queixo dela entre dois dedos, e a analisou como se ela fosse um objeto do seu interesse. Quando notou a bochecha vermelhinha pela sua atenção, o homem sorriu e soltou a garota. “Como tem sido o seu verão, amor?”
“Um saco, padrinho.” Ela revirou os olhos, sentando na espreguiçadeira de novo. Harry acertou os óculos em formato de coração, e voltou a brincar com o palito do seu pirulito. “Os meus pais não me deixam fazer nada além de ir à igreja” Resmungou, tirando o pirulito da boca e fazendo um biquinho com os lábios. “E eles não param de brigar!”
É claro que Harry não estava contando toda a verdade, ela nunca escutava os seus pais (algo que o seu padrinho sabia bem) e mesmo sem a autorização deles, ela sempre inventava alguma coisa. Pulando a janela do seu quarto no meio da noite para ir em festas, ou prometendo ir no culto da tarde quando na verdade estava indo para alguma festa na piscina. Harry andava com os seus vestidinhos que pegava um dedo acima do joelho magro, tinha um colar de crucifixo e as unhas pintadas de rosa algodão doce. Mas tinha algo no seu olhar jade que nunca deixou Tomlinson se enganar, antes que ela começasse por contra própria contar detalhes da sua vida para o seu padrinho. Mesmo não sendo tão presente na vida dela, Louis era a pessoa que mais conhecia a garota. Até porque ela amava contar as coisas para ele, amava tentar impressioná-lo com as suas histórias.
“Pensei que gostasse de contar a verdade para o seu papai.” Ele lubrificou os lábios rosinha com a ponta da língua, passando uma rápida olhada ao redor para garantir que ainda eram apenas os dois no jardim. Harry fez que sim com a cabeça, as palavras fugindo da sua língua enquanto ela assistia o seu padrinho.
Harry enrolou os dedinhos na barra da saia, olhando para o seu próprio colo, ela sentia o seu corpo mais aquecido. Colocou o pirulito para o lado, criando uma protuberância na bochecha rosada, e a sua fala saiu enrolada quando ela disse “Eu estou falando a verdade, Lou.”
Louis havia se esquecido que coisinha adorável era a sua afilhada. Com aquele jeito que transborda uma inocência quase pura, os olhos verdes demais e os lábios, céus, aqueles lábios. Ele nunca deixou de desejar eles ao redor do seu pau, na mesma vontade que a garota enchia a boca com aquela porcaria açucarada.
“Fico algumas semanas fora e você já voltou a ser uma coisinha mentirosa?” Falou baixinho, apenas para Harry escutar, transbordando escárnio. “Eu quero a verdade agora, Harry.”
“Eu saí algumas vezes” Ela deu de ombros, tirou o pirulito da boca e engoliu o acúmulo de saliva, o cantinho dos seus lábios brilhavam. “Fui em um encontro também.” Admitiu baixinho, e com mais convicção prometeu: "Mas eu não parei de pensar no senhor, padrinho! Esperei por você todos esses dias. Estava morrendo de saudades, juro.”
Louis fez que não com a cabeça, ainda sorria, de forma beirando ao sadismo. Ele sabia que esse seria o melhor verão em muito, muito, tempo.
Ele não acreditava numa única palavra vinda daqueles lábios. Mas sabia que não havia muito o que fazer, William e Anna esperavam ele dentro de casa. Harry e as lições que ela merecia poderiam esperar. Eles teriam tempo.
“Vem aqui, amor.” Falou com afeto, e como uma cachorrinha obediente ela se levantou e parou de frente para ele. Louis tomou o pirulito dos seus dedos e jogou no chão. “Eu já disse para não se entupir com essas porcarias, não foi?”
“Sim, papai.” Harry olhava para seu docinho despedaçado na grama, os lábios ainda brilhavam pelo doce, e as sobrancelhas finas franzidas.
“Agora que estou aqui, não há desculpas para você escapar como uma cadelinha desobediente, certo?” Harry fez que sim com a cabeça. Louis segurou o queixo dela de novo, porém com mais força dessa vez, ele tirou os óculos escuros da garota, podendo enfim ver a íris jade brilhando. “Hoje você será uma boa garotinha durante o jantar, e amanhã cedo começamos as suas aulas de direção.”
“Sério!?” Harry perguntou com os olhinhos brilhando, quase esquecendo da dor que o aperto dele causava.
Ao invés de responder com palavras, ele se curvou e deixou um beijo no canto dos lábios dela, depois se afastou e soltou a garota. “Agora corre na frente e avisa os seus pais que eu cheguei.”
Ele assistiu Harry fazer o que foi mandada, lambeu os seus lábios e sentiu o gostinho de cereja que ficou. Louis suspirou fundo, ajeitou o volume na calça social justa, então começou a caminhar rumo à porta de entrada.
…..
Louis foi muito bem recebido, a família Styles amava a sua presença. Ele fingiu se importar com a fala interminável de Anna, fingiu gostar do bolo feito especialmente para ele (Louis detestava doces) e bebeu uma cerveja com William enquanto os dois discutiam sobre futebol. O jantar foi exaustivo da mesma forma, mas a recompensa veio depois. Enquanto bebiam mais cerveja, assistindo a partida de um time que ele nem conhecia, Harry se aninhou no seu colo. Os pais da garota achou adorável, eles apreciavam a ligação linda que Louis e Harry tinham, e estavam acostumados com o excesso de afeto entre os dois. Não era estranho para eles Louis cumprimentar Harry com um leve roçar de lábios, ou os dois terem uma soneca abraçadinhos no sofá após o almoço. Eles confiavam muito em Tomlinson, que era um amigo de William desde a época de escola.
Louis olhou para o lado, vendo que William e Anna praticamente cochilavam enquanto assistiam o jogo. A sua mão parecia grande na coxa da garota, tinha o contraste da pele pálida e macia de Harry, e o dorso avermelhado de Louis, com veias saltadas e tatuagens nos dedos. Ele esfregou a palma contra ela subindo devagarinho, passando pela barra da saia até sentir a respiração engatada da sua garotinha, então ele descia a mãos novamente, indo pela parte interna da coxa.
“Na minha próxima viagem, eu vou levar você” A voz rouca no seu ouvido deixou Harry arrepiadinha. A mão de Louis passou por debaixo da saia de novo, chegando tão perto da conchinha dela que as coxas de Harry tencionaram, prendendo a mão de Louis entre elas. “E, então, será apenas nós dois por alguns dias.”
“Apenas nós dois?” Ela repetiu em tom de pergunta. “Padrinho…” Harry falou manhosa, descontente porque Louis não tocava mais nas suas coxas, as mãos dele voltaram para a cintura dela, e no mesmo instante Anna se levantou.
“Acho que a nossa hora já deu, Harry.” Ela pegou os copos de cerveja na mesinha de centro. “Está tarde pra você ficar acordada, e o seu padrinho precisa descansar.”
Harry estava pronta para resmungar que não era uma garotinha mais. Se quisesse ficar acordada até mais tarde, ela podia. Mas lembrou que o seu padrinho pediu para ela ser boazinha, então a contra gosto seguiu as ordens da sua mãe.
Ela se virou e deixou um beijinho molhado na bochecha de Louis, a barba rala fez cócegas contra a sua pele e ela sorriu. “Até amanhã, Louis” As suas pernas estavam um pouquinho bambas quando ela se levantou, a saia tão em cima que, quando ela se curvou para deixar um beijinho na bochecha do seu pai, o bumbum dela com a calcinha rosa enfiada entre as bochechas gordinhas ficou todo exposto para o Tomlinson. Dava para ver até o começo da conchinha dela, e na calcinha rosa pastel um círculo molhado.
Tomlinson não tirou os olhos, assistindo as coxas roliças e o balançar da saia enquanto Harry se afastava. Ele queria levantar e ir para o quarto de hóspedes, lidar sozinho com o volume molhado em sua cueca. Mas William estava acordado, e definitivamente notaria o volume na virilha de Louis quando ele ficasse de pé. O homem bufou, forçando um sorriso para o amigo. “Uma última antes de ir deitar?” William balançou a garrafa de cerveja.
“Claro, cara.” Louis confirmou, e enquanto Will ia na cozinha buscar mais cerveja, ele pegou uma almofada e colocou no colo.
O jogo tinha acabado, agora passava algum reality bobo que Louis ficou olhando até que o outro homem voltasse. A televisão estava no mudo, e um silêncio confortável permaneceu enquanto eles bebiam e olhava as imagens passando. “É muito linda a relação que você e Harry construíram” William disse do nada. “A minha filha confia em você como um pai, sabia?”
Louis coçou a barba rala, tomando um gole longo do líquido amargo. Ele suspirou fundo. “Eu a tenho como se fosse minha filha, cara. Harry, você e Anna são importantes pra mim.” Disse honesto, sentindo a sua moral péssima pelo quão duro o seu pau estava. Mas Louis estava falando a verdade, na medida que Harry foi crescendo ele foi ficando mais e mais presente na vida dela. Amava quando as férias chegavam, então ele dirigia por quase duas horas, apenas para buscar a garota e os dois poderiam viajar por algumas semanas. Harry era brilhante, e Louis tentava protegê-la sempre que possível, ainda que o sentimento de não ter tempo o suficiente com ela fosse constante. Talvez ele tenha batido umas pensando nas coxas dela, lembrando do bumbum pressionando seu cacete sempre ela sentava no seu colo, nos peitinhos que ficavam perfeitamente marcados no tecido das blusas porque ela não usava sutiã, talvez. Mas ela ainda era a sua afilhada, ela era sua. Harry era a pessoa mais importante na vida de Louis.
“Tenho medo dela desviar do caminho certo, de ser corrompida” William disse com melancolia, e Louis segurou para não revirar os olhos. “Eu sei que ela te conta tudo… o que Harry disse sobre os encontros que vai?”
“Encontros?” Louis perguntou, primeiro confuso, e depois apertando a garrafa de cerveja que estava na sua mão.
“Sim. Um carro diferente para na nossa porta toda semana pra buscar ela” William fez que não com a cabeça. “Ela garante que dessa vez é sério, que é uma pessoa da nossa igreja, mas na semana seguinte nunca vem a mesma pessoa.”
Louis mordeu os lábios com força, olhando mais uma vez para a televisão. Ele não conseguia beber mais da sua cerveja, a raiva que sentia criou um bolo na garganta. “Diz que não quer que ela seja corrompida, mas deixa Harry entrar no carro de homens que você não conhece?” Tentou falar de forma clara e lógica, quando a sua vontade era de gritar na cara de William: Porque você não está cuidando direito da minha filha?
A sua vontade maior era subir os degraus e ir direto no quarto de Harry, encher aquela cara sonsa de tapas. Putinha do caralho.
“É um dos motivos por que estávamos sentindo tanto a sua falta, amigo.” William riu, se curvando pra frente só para deixar um tapinha no ombro de Louis, não notando o olhar duro que estava recebendo. “Você vai saber lidar melhor com essa situação, colocar um pouco de juízo naquela cabecinha." William bocejou, colocando a garrafa ainda pela metade na mesinha que a sua esposa havia arrumado. “Adolescentes nunca escutam os pais, você sabe!”
“Sim, eu sei.” Respondeu secamente.
William levantou. “Bem, vou indo.” Foi caminhando rumo às escadas. “É bom te ter de volta!” Praticamente gritou, mas Louis não respondeu. Ficou em silêncio, ouvindo os passos pesados na escada.
Ele virou o resto da cerveja, queria tanto ir no quarto de Harry que mal confiava em si mesmo. Desligou a tv, pegou a garrafa de William junto a sua e levou para a cozinha. Quando chegou no quarto onde ficaria, uma suíte pequena e confortável, tomou um banho quente. Independente da raiva fervente que sentia, ainda estava dolorosamente duro. Ele se masturbou devagar, a sua mente rodando com ideias do que faria com Harry no dia seguinte, até onde poderia ir e fazer aquela garotinha se arrepender. Louis mordeu os lábios com força, até sentir o gosto de sangue na língua, enquanto gozava. Ele riu, desligando o chuveiro. Já sabia o que ia fazer.
….
Harry usava um vestido xadrez, dois palmos acima do joelho, e um moletom amarrado na cintura. Era mais aberto no busto do que ela costumava usar, e dava para ver a curva que os seios dela faziam, o crucifixo batendo bem ali. Ela desceu as escadas pulando igual um coelhinho, deu um beijo molhado na bochecha do pai, fazendo ele rir pela sua animação. Repetiu o mesmo com a sua mãe, que mandou ela se comportar. Quando viu Louis, encostado na ilha da cozinha e soprando o café quente na caneca, ela praticamente se jogou no seu padrinho.
E pela primeira vez em muito, muito tempo. Tudo o que Harry recebeu de volta foi um sorriso pequeno, forçado. Nenhuma palavra doce, nenhum abraço ou beijinho, nada. Ela sentiu o rosto vermelho de constrangimento, olhou ao redor para garantir que os seus pais não tinham visto.
“Padrinho, está tudo bem?” Perguntou insegura.
“Vai tomar o seu café” Louis não olhava para ela, verificando uma página de jornal da semana passada. “Eu não tenho a manhã toda”
Os lábios de Harry formaram um biquinho. Ela se afastou, colocou leite quente na sua xícara e ficou olhando, passando o dia anterior todo na sua mente, tentando lembrar de algo que poderia ter tirado Tomlinson do sério. Ela não fez nada de errado! Foi boazinha como ele pediu, até se deitou na hora que foi mandada. Harry não estava entendendo o porquê de ser tratada de forma rude e indiferente. Ela pegou um bolinho e ficou assistindo Louis, ele usava moletom e jeans, um par de tênis tão branco que parecia ter acabado de sair da caixa. Harry puxou ar para os seus pulmões, então soltou devagarinho.
Depois do café da manhã, e de muitos avisos da sua mãe, eles foram para o carro de Louis. Ele quem dirigiu até o outro lado da cidade, onde tinha uma via deserta e eles não colocariam ninguém em perigo. Ele não falou nada, nem olhou para Harry o caminho todo. Quando chegaram, ele trocou o assento com ela. O nervosismo da garota era grande, mas estar recebendo um tratamento tão rude do seu padrinho a deixava com a mão tremendo antes mesmo de ligar o carro.
“Sabe pelo menos ligar o carro?” Louis perguntou, não mais alto que um murmurar de palavras, enquanto acendia um cigarro.
“Eu sei!” Harry falou orgulhosa, ligando o carro apenas para mostrar. Ele continua segurando o freio, agora que era a parte difícil. “Não sou tão boa em dar partida, e o meu senso de direção é meio ruim” Ela olhou para Louis como quem pede ajuda, mas ele nem olhou pra ela.
“Anda logo, porra, acha que eu não tenho mais o que fazer?” Ele nem alterou o tom de voz, e Harry estremeceu onde estava. O padrinho nunca falava assim com ela, e seus olhinhos encheram de lágrimas.
Provando o que ela havia falado, o carro deu um arranco para frente, e outro para trás quando Harry apertou o freio com tudo, então o motor morreu. Louis não olhou e nem disse nada para ela, Harry suspirou trêmula e tentou de novo. Dessa vez o carro saiu do lugar de verdade, antes da mesma coisa acontecer.
“Pelo que parece, abrir as pernas é a única coisa em que você é boa” Louis falou, e Harry olhou para ele com os olhos arregalados no mesmo instante. “Achou que eu não ia descobrir, princesa?”
“Padrinho” Harry começou cheia de manha, o que deixou Louis ainda mais puto.
Ele puxou ela pelo cabelo, fazendo um choramingo de dor deixar os lábios cheios no mesmo instante. Harry ainda segurava no volante com força, lágrimas quentes molhando suas bochechas. “Você vai dirigir essa porra direito, e se acontecer isso aqui de novo, vai ter que continuar a aula sem esse vestidinho de vagabunda”
Harry tentou fazer que não com a cabeça, mas o aperto de Louis era persistente, forte. “E se alguém passar na via?”
O mais velho riu, soltando a garota. Ele abriu a janela e jogou o cigarro fora, depois não fechou a janela de novo. “Sabemos que isso não seria um problema para você.”
Harry fez que não com a cabeça, fungando. Ela respirou bem fundo, e deu partida. Mais uma vez nem saiu do lugar, o carro jogou os dois para frente e depois para trás de novo. Ela olhou para Louis toda medrosa, “Papai, me perdoe por favor!” Implorou “Eu não estou de sutiã, eu não quero ficar sem roupas”
Aquele jeitinho manhoso estava sendo insuportável para Louis, que já estava sem paciência para a garota. Achava ela uma putinha, uma mentirosa. Por um momento ponderou se ela era assim com outros homens, se ficava cheia de lágrimas e choramingos enquanto a sua bocetinha era fodida. Harry provavelmente era uma dessas.
“Eu vou acabar com você se não começar a fazer o que mando.” Dessa vez a sua voz saiu mais forte, carregada pelo desgosto. E Harry fez que sim com a cabeça, puxando a barra do vestido. Ela tirou por cima, fungando, e Louis assistiu a pele pálida sendo exposta, primeiro a barriga, depois os seios empinadinhos, maiores do que ele imaginou que fossem. Os mamilos eram marrons e estavam durinhos.
Ela gritou surpresa quando Louis deixou um tapa no peito, pouco acima do mamilo
“Foram quantos?” O mais velho perguntou.
“Eu não sei!” Harry disse, ainda chocada que estava mesmo sendo castigada. Ela levou outra tapa, bem mais forte, na sua coxa. Um barulho de estalo tomando conta do carro. “Papai! Não!” Falou brava, achava mesmo que Louis estava passando dos limites, ela estava vermelha de vergonha e raiva, desapontada que haviam chegado em tal situação. Ela tentou se pressionar contra a porta do carro, para fugir do alcance de Louis, mas teve o seu cabelo puxado de novo “Para!” Harry gritou, recebendo agora um tapa na cara.
“Diz amor, quantos homens comeram essa boceta?” Louis continuou segurando ela pelo cabelo, e ele viu quando Harry começou a esfregar uma coxa na outra, tentando criar alguma fricção. Louis riu, seu hálito quente batendo no rosto dela, a sua garotinha havia mesmo virado uma mente fazia, feita pra foder.
“Se contar com o meu professor de dança, 8” Confessou baixinho, envergonhada. Ela não queria ser castigada embora soubesse que merecia. Desde que o seu padrinho estava mais distante ela se sentia sozinha, qualquer chance de conseguir um pouco de atenção, mesmo que isso significasse deixar algum cara que tinha a idade para ser o seu pai foder a sua xota, ela agarrava.
Harry era pequena para a sua idade, ela tinha coxas roliças e os peitinhos cheios, mas fora isso era magrinha, ficava pequena ao lado de outras meninas da sua idade, pequena ao lado do seu padrinho. Imaginar um homem pegando ela, e colocando contra a cama, tirando suas roupas cor pastel e deixando apenas o crucifixo prata que grudaria na pele molhada de suor, e enfiando o cacete dentro da bucetinha pequena, toda vermelha. Isso deixava Louis fora de si, ela era a garotinha dele. Apenas dele.
Louis olhou para o cambio de marcha, onde Harry ainda tinha uma mão apoiada. “Gosta de ficar cheia então, uh!” Ele soltou o cabelo dela, tirou a mão dela do lugar e colocou a sua própria. “Senta aqui” Mandou, e Harry olhava sem entender. “Tira essa calcinha e senta aqui.”
“É grande demais, papai -” Ela falava sem ar, desesperada, e foi calada com mais um tapa na bochecha. Tão forte que Harry fechou os olhos sentindo seu ouvido zunir. “Oh” Ela gemeu baixinho, uma ardência de outro mundo se espalhando por sua bochecha. Ela começou a se encolher e puxar a calcinha para baixo, tentando esconder o tecido todo molhado, mas Louis viu de qualquer forma. Por ser pequena, foi fácil para ela colocar um joelho em cada banco, sua grutinha bem em cima do cambio.
Harry foi sentando devagarinho, a boceta toda lambuzada sendo a única lubrificação, na medida que foi se abrindo ao redor do câmbio largo, tentando pegar tudo, ela gemia muito alto e desesperada, implorando pelo seu papai. A lubrificação de Harry escorria aos montes ao redor do câmbio, fazendo a maior bagunça. “É muito duro papai” Ela chorava, sem conseguir se mover. Tinha a marcha todinha dentro da sua boceta, e o corpo dela tremia pela vontade de ser fodida de verdade. Louis olhava hipnotizado, seu cacete doendo de tão duro.
“Você usava proteção?” Perguntou.
Harry fez que sim com a cabeça, começando a rebolar bem devagarinho. “Ah” ela gemeu. “Nunca deixei eles gozarem dentro, papai!”
“Porque você não gosta?” Perguntou com ironia, vendo que Harry tentava se foder na marcha do carro, a mesma que a momentos atrás a garota implorava para não ter dentro dela.
“Eu queria que fosse você” Admitiu tímida, apertando seus peitinhos “O tempo todo, queria que fosse o senhor me deixando bem cheia com o seu cacete, parece tão gostoso! E a sua porra ia me manter bem alimentada, bem quentinha.” Harry se curvou para frente, apenas o suficiente para roçar seu rosto na barba rala de Louis, ele tão perdido pela sua garota que esqueceu que ela estava sendo punida, deixou ela se roçar no seu rosto, esfregar os lábios cheios de gloss nos seus. “Eu sou a garotinha do papai e não tenho vontade de ser mãe, mas eu deixaria o senhor me encher dos seus filhinhos. O tanto que quisesse.”
Louis riu sem ar, segurando o rosto dela bem pertinho do dele. Ele mordeu os lábios macios da garota, que ainda restava o gostinho de morango, até sentir o gosto mais amargo do sangue. “Ah, querida” Ele disse, lambendo o sangue dos lábios dela, que soltou um suspiro sofrego. “Eu vou foder tanto essa boceta, e depois despejar tanta porra na sua barriguinha, que não será uma surpresa se você aparecer por aí grávida.”
Harry tentou voltar para trás, não gostando do que estava ouvindo, e apenas recebeu um tapa pesado pela atitude. As suas duas bochechas estavam muito vermelhas, especialmente após receber tantos tapas do seu padrinho “Eu preciso me aliviar” Confessou envergonhada, apertando mais ao redor da marcha ao que tentava segurar o orgasmo.
Louis sorriu. “Coloca o seu vestido de volta, vamos voltar pra casa.”
Harry piscou rápido, tentando entender. A sua boceta ardia tanto pela violação, e a garota sentia que podia chorar se não conseguisse algum alívio. Ela escorreu mais ao redor do câmbio, por um momento pensou que tinha mesmo gozado. “Papai” Implorou. Harry não recebeu nada além da indiferença daqueles olhos azuis. “Eu posso chupar o senhor? Por favor?” Harry fungou, rebolando devagarinho contra a marcha. “E-eu preciso de alguma coisa. Qualquer coisa!”
Louis ponderou por um momento, olhando para os lábios vermelhinhos, inchados pela mordida e brilhando por causa da saliva. Seria uma delícia tê-la ao redor da sua glande, sugando da forma desesperada que Harry estava, e depois forçar até o fundo, além do que a garota poderia aguentar. Ele apertou seu pau por cima da calça, ajeitando o volume tão duro.
“Se não colocar seu vestido de volta agora você vai ir todo o caminho de volta pra casa do jeito que está” Ele repreendeu, e Harry caiu no choro.
Ela saiu de cima da marcha devagarinho, voltou para o assento e colocou seu vestido, que estava todo amassado e torto em seu corpo. Ela parecia acabada; o rosto todo vermelho e molhado de lágrimas, o cabelo ondulado estava desgrenhado e Harry continuava com as pernas abertas, apertando as suas próprias coxas com força. Até a pressão do banco do carro contra a sua conchinha a deixava sensível, a entrada dela estava toda dolorida, mas a dor de estar tão pertinho de um orgasmo e não ter isso era ainda maior.
“Olha a bagunça que você fez!” Louis resmungou, e Harry olhou para a marcha. Estava toda lambuzada com o seu melzinho, o preto ganhou uma aparência lustrosa com todo o líquido que Harry escorreu ali. “Limpa isso agora, porra.”
Harry tentou se ajeitar como podia, ela se inclinou e foi lambendo o câmbio da marcha. Ela passava a língua da ponta até embaixo, recolhendo a bagunça que fez. Ela suspirou profundamente, cansada, e gemeu baixinho quando sentiu mais mel escorrer da sua concha e ir direto para o banco do carro. Os olhos de Louis pesavam nela, quando Harry tinha dificuldade para continuar, como ela não parava porque ainda não teve uma autorização do seu padrinho, como ela ia tentando ( inutilmente e da forma que julgava sútil) conseguir alguma fricção contra a xota, se esfregando no assento feito uma cadela, gemendo como uma. Louis sentia que ia gozar nas calças como um maldito adolescente se não fizesse algo logo, mesmo que não estivesse em seus planos foder a garota naquele carro.
Ele simplesmente saiu do lado do passageiro, deu a volta no carro e abriu a porta do motorista, onde Harry estava. Quando notou o que estava acontecendo, ela teve o impulso de passar pelo banco onde o seu padrinho estava, agora vazio, e pular pra fora do carro. Foi uma ideia estúpida, eles estavam no meio do nada e não havia para onde fugir. E Harry era lenta demais. Louis apenas puxou as pernas dela, fazendo com que a parte inferior da garota pegasse para fora do carro. Ele ergueu o vestido, e lá estava. O bumbum cheio e branquinho servido como um banquete pra Tomlinson.
Louis desfez o zíper da sua calça e colocou o cacete pra fora, como uma mão ele segurava na nádega farta de Harry, e com a outra ele se masturbava rápido, faminto. Ele riu quando a escutou gemer baixinho, vários e vários “Por favor”
“Eu não vou te comer, vagabunda” Falou com a respiração pesada, mordendo os lábios para não gemer enquanto esfregava a glande gorda, toda rubra e encharcada de pré gozo, no cuzinho da sua afilhada. Ele se forçou um pouco, apenas testando o quão apertada era ela, e Harry voltou a tentar se afastar — dessa vez teria conseguido, se Louis não tivesse segurado ela pela cintura. “Nunca deu esse cuzinho, então?” Perguntou malicioso, deixando um tapa pesado na nádega branquinha, antes de separar e expor o cuzinho todo contraído, já melado com a sua pré porra.
“Meu cuzinho não, papai!” Harry continuava repetindo, mas é claro que ela não seria ouvida. Ainda estava recebendo uma lição, afinal, e sabia que se não tivesse sido uma cadelinha tão carente, a sua primeira aula de direção com o seu padrinho não teria acontecido dessa forma.
Louis apenas se forçou para dentro dela, deixando tapa atrás de tapa quando Harry se contraia demais, ficando muito apertada e não deixando ele entrar. As paredes suaves se apertavam tanto ao redor do seu cacete, expulsando ele pra fora, que o homem começou a suar, sentindo uma dor que normalmente não sentia quando ia foder alguém. Mas, na mesma mão do desconforto, estava um prazer tão grande. Que Louis fechou os olhos e gemeu, enfiando tudo o que faltava de uma vez, obrigando Harry a aceitá-lo.
“Porra, Harry” Gemeu, sentindo seu gozo sendo derramado dentro do cuzinho dela. Louis enrubesceu pelo quão rápido veio, mas é que ela estava tão apertadinha, tão gostosa, que a sua vontade era de continuar, de socar bem fundo e com muita força, até que, então, Harry não fosse mais tão apertada.
Ele tirou o pau de dentro dela e colocou pra dentro da sua roupa, subiu o zíper e ajudou a sua garotinha a ficar de pé. Louis olhou ao redor, vendo a via ainda deserta e o céu infinito sendo a única testemunha do que aconteceu naquele carro. Harry estava mole, apoiou o rosto no peito do seu padrinho, sentindo a porra dele escorrer pelas suas coxas. Ela estava com a xotinha toda sensível por ter sido forçada em algo tão duro, e agora o seu cuzinho, que antes era virgem, ardia pela intrusão. Sempre teve uma ideia do quão grande o cacete de Louis era, mas agora ela sentiu isso.
“Os meus buraquinhos doem” Choramingou, deixando que Louis pegasse o rostinho dela entre as mãos e beijasse os seus lábios com cuidado. Permitiu a língua dele dentro da sua boca, deslizando suavemente pela sua, enquanto a barba rala roçando em sua pele dava a distante sensação de cócegas. “Papai” Harry murmurou manhosa, se apertando mais contra Louis.
“Eu vou te levar para casa agora” Louis avisou, deixando um último beijinho na bochecha rosada antes de se afastar. Ele observou a garota com um pouco de dificuldade para andar, indo para o outro lado do carro e voltando para o banco de motorista, onde ela ficou encolhida em si mesmo.
Naquela noite, após o jantar (que Harry não apareceu, disse estar com dor de cabeça e sem fome) enquanto bebiam um pouco de whiskey, William tornou a tocar no assunto. Primeiro perguntando como Harry havia se saído na aula, “Excelente!” Louis respondeu, fazendo o homem brilhar de orgulho, então perguntou se eles haviam conversado sobre aquilo*. “Sim, conversamos” Louis confirmou, sorrindo. William perguntou “Conseguiu colocar algum juízo naquela cabecinha?” E quando Louis respondeu “Temo que sim” Ambos riram.
Na manhã seguinte eles foram para uma segunda aula, e dessa vez foi mais tranquilo. Louis foi paciente, um ótimo professor. Ele explicava tudo para a garota, apoiava a mão na coxa dela quando notava o seu nervosismo, e repetia de novo e de novo como tudo ficaria bem, que ela estava sendo ótima. E era verdade, Harry tinha jeito. Ela era uma coisinha delicada em um vestido todo lilás, as mãos pequenas segurando o volante com força, o anel dourado (um presente do seu padrinho) brilhando ao sol.
Após a aula eles pararam em um parque que tinha por ali, Louis estendeu um lençol na grama e Harry pegou Hamlet de Shakespeare, um livro que ela sempre teve vontade de terminar mas que pegava no sono todas as vezes que estava lendo. Ela tirou os sapatos e sentou no lençol com as pernas esticadas, ainda sentindo a grama pelo tecido fino. Louis deitou, usando o colo dela de travesseiro, então começou a ler para ela. Enquanto o ar fresquinho soprava entre as árvores, o silêncio pacífico cercavam eles, a voz rouquinha e doce era o único som. Harry foi passando a mão no cabelo castanho, tão macio, do seu padrinho, acariciando ele enquanto escutava a leitura.
Os dois voltaram pra casa pouco antes do almoço, e quando notaram a casa vazia aproveitaram para trocar beijos e carícias. Harry se sentia tão feliz que não parava de sorrir, olhando para Louis com aqueles olhinhos verdes brilhantes. Harry, é claro, tentou continuar o que haviam começado no dia anterior, mas Louis não deixou as coisas irem além. De qualquer forma, logo os Styles voltaram para casa e a garota foi pro seu quarto.
Ela ainda estava dolorida do dia anterior, mas algo havia despertado em seu corpo desde então. Harry acordou tão molhada pela manhã, que só precisava se roçar em alguma coisa para fazer seu orgasmo escorrer. Só de trocar beijos com Louis sentia o corpo mais sensível, uma vontade quase sufocante de tê-lo - o que estava sendo negado a ela.
Na manhã seguinte, mais uma vez, ela acordou tão molhada que ficou confusa. Uma sensação de bagunça vindo da sua xotinha, que ainda estava tão dolorida que deixava a garota desconfortável. Já não era para estar melhor a esse ponto? E, céus, Harry nunca teve sonhos sujos que foi tão longe, não a ponto dela acordar meladinha dessa forma.
Mas ela não sabia que isso era além do seu desejo pelo papai. Que desde o dia em que tiveram a primeira aula, durante a noite quando a casa estava adormecida, o homem ia se esgueirar para dentro do quarto da garota. Ia puxar os cobertores macios, que tinham o cheiro doce da loção hidratante que Harry gostava de usar. Ele encontrava aquele corpinho pálido, delicado como porcelana, mal sendo coberto pela camisola de renda. Louis era delicado quando separava as pernas dela, quando se abaixava e ia lambendo devagarinho, socando sua língua e preparando ela para o seu cacete. Harry tinha um sono pesado, e seu corpo era tão maleável, uma verdadeira boneca. Ainda era doloroso socar no cuzinho dela, e algumas noites Louis preferia mais a boceta molhadinha e macia, mas era tão gostoso. Ele não tentava ser especialmente quieto quando estava fodendo, ele gostava de ir bem fundo, de escutar o bater de pele. E ele gostava ainda mais de atingir o ápice, do seu corpo formigar enquanto liberava todo o seu prazer dentro da garota adormecida. Como se ela não passasse de um objeto que Louis usava da maneira que desejava, e depois descartava sua porra todinha lá dentro.
Para Harry acordar com a boceta dolorida, toda molhada, não era lá muito estranho. Poderia ser apenas os seus sonhos com o padrinho. Mas era tão confuso acordar com o seu cuzinho vazando aquele líquido espesso, que gruda, e todo dolorido. Ela enfiava os seus dedinhos lá dentro com cuidado, gemendo abafado no travesseiro enquanto tentava entender o que estava acontecendo com o seu corpo.
O pior foi quando os dois acordaram bagunçados, Harry gemeu dolorida porque ela conseguia sentir como se um pau tivesse enchendo a sua bocetinha, mesmo não tendo ninguém no quarto além dela. Era tão intenso que a garota esfregou uma coxa contra a outra, e com apenas isso ela gozou, molhando seu lençol rosa. Nesse instante ela soube que precisava de ajuda.
“Papai, estou tendo problemas” Harry confessou para Louis. Era noite, e quando os seus pais foram dormir, ela foi até o quarto do padrinho, que ficou surpreso com a visita. Harry tinha os braços para trás e olhava para os seus pés cobertos por meias, ela estava tímida. Louis ficou curioso.
“Problemas, amor?”
“Sim” Ela fez que sim com a cabeça, o seu cabelo, que estava em um rabo de cavalo, balançou. “Estou me molhando” Falou baixinho.
Louis inclinou a cabeça para o lado, ele usava apenas uma calça de moletom, que deixava a sua virilha perfeitamente marcada. Sua pele era suave, dourada, e Harry estava obcecada pelas tatuagens. Mas ela tentava não olhar. “Você precisa explicar melhor, querida.” Ele disse.
“Acho que tem algo de errado com os meus buraquinhos, papai” Harry forçou as palavras pra fora, apertando a barra da sua camisola. Dava para ver os seios pontudos marcados no tecido fino, Louis molhou os lábios com a ponta da língua.
“E o que você quer que eu faça? Que eu inspecione você?” Perguntou com uma ponta de ironia, mas Harry confirmou com veemência. Ela balançou a cabeça que sim.
Louis mordeu os lábios para segurar o sorriso, apontou para a sua cama “Se abre ali para o papai, querida” Ele disse com uma falsa gentileza “Eu vou ajudar você”
Harry foi aos pulinhos até Louis e deixou um beijo molhado na bochecha dele, antes de fazer o que foi mandada, estava tão grata que finalmente receberia uma ajuda com o seu probleminha. Ela escondeu o rosto no travesseiro, inspirando o cheiro do seu padrinho, deixou os joelhos apoiados na cama, o bumbum arrebitado e a sua intimidade exposta. Dava para ver a boceta avermelhada, e o cuzinho contraído, tão pequeno. Louis acariciou as nádegas dela, a sua boca enchendo de saliva com a vontade de sentir o gosto daquele melzinho.
“Andou saindo com alguém?” Perguntou, embora já soubesse a resposta.
“Não!” Harry falou meio gritado, estremecendo com a possibilidade de ganhar mais castigo.
Louis afastou as duas nádegas, dava para ver que boceta dela começava a vazar. Ele levou um dedo até lá, e no mesmo instante Harry gemeu contra o travesseiro. Vendo a reação da garota, ele enfiou dois dedos de uma vez dentro da grutinha, sem avisar antes. Ela apertava tanto ao redor, bem mais do que quando estava adormecida. “Tem certeza que não anda abrindo as pernas por aí, querida?” Louis perguntou, falsa simpatia transbordando na sua voz ao que ele começava foder Harry com os seus dedos. Louis nunca deixava de se impressionar com o quão molhada ela ficava, com tão pouco. “A sua boceta parece meio frouxa”
“Ninguém brincou com a minha bocetinha, eu juro!” Harry se encolhia de vergonha. Louis teve vontade de rir pelo quão burra era a sua garotinha.
“Humm. Não sei, não, amor.” Ele murmurou, esfregando o dedo na parede macia da xotinha, se divertindo com a forma que Harry contorcia pelo prazer enquanto ele fingia estar falando sério. “Vamos verificar o seu cuzinho também, ok?”
Harry começou a chorar. Ela queria dizer que não, porque até essa manhã mal conseguia sentar pelo quão sensível ele estava. Porém a intenção do seu padrinho era boa, ele era o único que podia ajudar. Harry não se afastou quando os dedos, ainda lambuzados com o seu mel, foram colocados dentro do seu cuzinho.
“Parece o cuzinho de uma vadia” Ele forçou desprezo, vendo que Harry apertava ainda mais. “Acho que sei o que você precisa” Louis se afastou, vendo que Harry continuava da mesma forma. “Vem aqui. Primeiro você vai me ajudar, depois eu ajudo você.”
Ela sentou na cama, o cabelo bagunçado, tentando puxar a camisola para baixo como se ainda precisasse esconder alguma coisa. Quando seus olhos pousaram em Louis, e ela viu o cacete duro batendo na base do abdômen, os olhinhos ficaram arregalados.
“Vem aqui, Harry.” Louis falou mais uma vez, e ela foi.
Praticamente caiu de joelhos na frente do papai, sua bocetinha lambuzada a deixava toda dengosa, cheia de tesão, e como se tivesse realizando um sonho Harry esfregou a boca pelas bolas de Louis, os poucos pelos que tinha arranhando a sua pele. Ela inspirou o cheiro dele, e gemeu manhosa. “Papai” Implorou.
Louis pegou no cabelo amarrado com força, e foi guiando ela. Primeiro esfregou a glande molhada nos lábios macios, depois forçou para dentro. Ele deixou Harry chupar, ir se acostumando com o tamanho, com o gosto. E ela era uma verdadeira putinha por pau, chupava Louis como se fosse a coisa mais deliciosa que já experimentou, mas nunca passava disso. Nunca ia mais rápido, ou levava ele mais fundo.
“Minha putinha é tão tola” Louis murmurou, segurando o cabelo dela com mais força enquanto começava a socar contra a garganta. Harry fazia sons de engasgo, e o rosto dela ficou vermelho, mas Louis não parava de socar. “Ah, sim” Ele gemia, sentindo a cavidade quente receber o seu pau tão bem. Harry bateu nas coxas dele quando não aguentava mais, e a sua resposta foi forçar mais fundo, fazendo a garota engasgar mais uma vez. As bolas esfregavam no queixo dela, onde já estava todo molhado de saliva. “O papai vai alimentar você, garotinha” Ele avisou, socando mais um pouquinho antes de se derramar na garganta dela.
Harry engoliu tudinho, cada gota e, mesmo cansada, continuou mamando na glande larga com os olhos fechados. Depois ela deixou o seu corpo ser levado de volta pra cama, deixou a sua camisola ser tirada e quando sentiu o papai brincando com os seus peitinhos, beijando e chupando os mamilos, dizendo como eram tão pequenos e perfeitos, ela gozou. Gemendo baixinho, esfregando o clitóris contra Louis. “Eu preciso da sua ajuda, papai” Choramingou.
Louis gemeu satisfeito quando estava dentro dela, não dando tempo para descansar e já fodendo aquela bocetinha. O cacete dele era gordo e longo, e Harry tinha aquela boceta tão pequena e apertada. Louis era viciado em foder ela, com os gemidos manhosos que deixavam os lábios doce, na forma que o corpo dela era sensível a ponto de começar a gozar no pau dele no segundo que começava a ser comida. Maleável como uma bonequinha, ele a virou, colocando de quatro, então usava a energia que tinha para foder bem gostoso o cuzinho dela. Era uma sorte Harry estar aprendendo dirigir, Louis ia querer ela em casa toda semana. Talvez ela pudesse virar a sua esposinha burra, que prepara todo o jantar para depois ser a sobremesa.
Ele deixava tapas na pele alva, puxava o cabelo dela obrigando a garota ficar curvada e receber as pancadas por trás, todo o corpinho dela balançando no ritmo das socadas. “Tão gostoso, papai!” Ela gemia, seu terceiro orgasmo não saia nada além de um gemido manhoso e o corpo trêmulo.
Louis não gostou disso, ele empurrou a cabeça dela contra o travesseiro, o bumbum ainda rebitado, e enfiou o cacete todinho dentro da boceta dela. Ele escutou o gemido abafado enquanto socava nela, Harry segurava a sua barriga, gemendo mais a cada vez que sentia a cabeça do pau batendo ali. De repente, ela se deu conta que a intenção do seu padrinho não era ajudar, que ela ia acordar na manhã seguinte mancando da mesma forma, e começou a entrar em desespero. Mas já era tarde, tentando espernear mas era segurada com força enquanto o caralho grosso não parava de bater na sua boceta. Ela já estava toda molhada, não conseguindo segurar quando começou a escorrer e, depois, esguichar com força.
“Uma putinha que ama bagunça” Louis gemeu, e mesmo sentindo o corpo dela todo molinho não parou de foder, estava tão pertinho de um orgasmo e ele não queria parar, socou mais um pouco, sentindo a delícia que era aquela xota ao redor do seu cacete. Quando chegou foi tudo dentro da sua garota. Cada gotinha deixando a barriga dela mais inchada. “Minha putinha” Deitou ela de lado e não saiu de dentro, abraçando o corpo magro contra o seu. Louis pegou no sono pelo que pareceu apenas segundos, e acordou com Harry pulando no seu cacete. Ela parecia a porra de um anjo, com os peitinhos pulando e a cabeça jogada para trás enquanto calvagava.
Ele bateu a mão na mesinha que ficava ao lado da cabeceira, pegou um cigarro solto e o isqueiro. Acendeu, assistindo com fascínio sua coisinha o usando para o próprio prazer. Harry olhou para Louis com os olhos semicerrados, rebolando mais devagarinho, assistia os lábios rosinha formarem um bico e soprar a fumaça no rosto dela. A garota começou a esfregar seu grelinho se masturbando para Louis enquanto sentava nele.
“Me leva pra casa com o senhor, padrinho” Pediu chorosa “Eu não quero ficar sem você de novo!” Louis revirou os olhos, não era a primeira vez que Harry pedia, e ele não estava afim de falar de novo como eles ainda não podiam. Harry mordeu os lábios, travessa, ela curvou o corpo para trás, apoiou a mão na cama e abriu mais as pernas, permitindo que Louis tivesse uma visão melhor do caralho grosso todo enfiado dentro da bocetinha. Ela mordeu os lábios com mais força, nessa posição a glande batia no lugar certo, e ela sabia que estava pertinho de gozar mais uma vez. “Não pode deixar o seu bichinho pra trás, papai”
Louis não falou nada, mas ele aproveitou que Harry estava tão exposta e deixou um tapa bem em cima do clitóris. A garota soltou um gritinho, surpresa, e tentou fechar a perna. Mas Louis já havia colocado o cigarro de volta no lugar, e agora ele segurava ela pela cintura, não deixando que ela se afastasse. Ele segurou ela e foi metendo pra cima, parando apenas para deixar outra tapa no grelo quando Harry ficava muito escandalosa. Ambos estavam cansados e não duraram muito, Louis veio primeiro, sua porra espirrando dentro da bocetinha da sua afilhada. Ela veio logo em seguida, mordendo a própria mão enquanto sentia a sua vista escurecer.
Harry teve pouco tempo para se recuperar antes de voltar para o seu quarto, completamente nua porque não sabia onde sua camisola estava, com uma bocetinha latejando e vazando a porra do papai sem parar. Ela não quis tomar banho, porque ainda tinha aquela sensação fantasma que ele estava abusando da sua xotinha.
As aulas de direção continuaram, e a cada vez que ela ia bem ganhava uma recompensa; Escolher como o papai podia brincar com o seu corpo. Foi assim que Harry conseguiu ser fodida até dentro de um cinema, mordendo a palma da mão enquanto aquecia o cacete de Louis, as pessoas ao redor fingindo que não notavam o que estava acontecendo.
Quando Louis precisou ir embora, Harry já conseguia dirigir, e era um alívio saber que eles não iam mais ficar mais tanto tempo afastados de novo.
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✬ Harry e Louis são primos, embora seu relacionamento possa mudar após uma interrupção
aviso: o português não é meu primeiro idioma assim que perdão por qualquer erro
Harriet estava deitada sobre os lençóis macios, com o peito subindo e descendo, a respiração irregular devido ao orgasmo recente.
Seu corpo estava quase completamente nu, as pernas abertas e ela podia ver pelo espelho, que cobria completamente as portas do guarda-roupa, as bochechas vermelhas, finas camadas de suor no rosto, os lábios inchados de tanto mordê-los e a boceta rasgada.
A cama estava encharcada com seu esguicho e, em seus braços, ela abraçava Louis, o ursinho de pelúcia, ainda segurando seu pênis de borracha. Em seu torpor, a cacheada não ouviu as portas de sua casa sendo abertas, nem as vozes de seus parentes do lado de fora do quarto.
Ela ainda estava usando seu sutiã de pétalas pretas e, em um estado de prazer, puxou a peça para baixo, sem removê-la, e chupou os dedos indicador e médio para enchê-los com sua saliva. Depois disso, ele levou os dedos aos mamilos dela e os massageou lentamente para estimular os espasmos que o corpo dela ainda estava produzindo.
A garota continuou a fazer movimentos circulares em seus seios, e passos puderam ser ouvidos descendo o corredor até seu quarto. Harriet fechou os olhos e ofegou com o prazer que corria em suas veias.
A maçaneta girou e a porta cedeu, abrindo-se. Harriet deu um pequeno pulo e abriu os olhos novamente com medo de ser descoberta por seus pais. Mas quando viu quem era, apenas sentiu a excitação e a emoção voltarem ao seu corpo.
-Harriet, seus pais querem...- Louis entrou na sala, com os olhos paralisados pela cena à sua frente. Seus olhos se arregalaram ao ver a garota cacheada de boca aberta e o ursinho de pelúcia com um vibrador de borracha. O sutiã dela estava abaixado e os seios expostos, os mamilos duros e molhados com a própria saliva.
-Louis, você pode fechar a porta? Meus pais podem entrar a qualquer momento - foi tudo o que Harriet disse quando seus olhos se encontraram com os belos olhos azuis de Louis.
Ela se endireitou na cama e cobriu os seios novamente. Ela procurou a calcinha e a encontrou no chão, pegou-a e a vestiu lentamente. Curvou-se para que Louis tivesse uma visão perfeita de sua buceta e bunda abertas.
Ela se virou e olhou diretamente para o homem moreno, que ainda estava parado na porta, mas agora ela estava fechada.
-Desculpe pela bagunça, eu não estava esperando visitas - disse a garota de cabelos escuros com sarcasmo e um sorriso malicioso, passando as mãos pelos braços dele e depois pelas clavículas e pelo pescoço, fazendo cócegas nos pequenos formigueiros de Louis.
-Eu é que peço desculpas, eu não deveria ter entrado sem tocar - Louis falou, mas sem fazer nenhum sinal de querer sair.
-Oh, não se preocupe, eu estava apenas brincando.
-Esse é o ursinho de pelúcia que eu lhe dei? - perguntou o garoto de cabelos castanhos.
-Sim, este é o Louis, Lou. - Ele apresentou o ursinho, que ainda estava com a cinta.
-Você deu meu nome a ele? - sussurrou o menino de olhos azuis.
-É isso mesmo, querido. Ele é um ursinho muito fofo e muito bom com o que tem entre as pernas - disse a garota de cabelos cacheados ao se virar e subir de volta na cama, acomodando-se de costas e pegando o urso nos braços.
Louis saiu de seu transe e sentiu o calor aumentar em seu corpo. Seu pênis estava começando a despertar e suas pupilas estavam se dilatando. Ele sabia que seu relacionamento com Harriet não era um relacionamento familiar normal e que, além do afeto de sangue, eles se sentiam sexualmente atraídos um pelo outro.
O homem de olhos azuis então se aproximou da garota e se sentou na cama, olhando-a diretamente nos olhos.
-Gostaria que eu brincasse com você, princesa.
A garota sentiu a boceta latejar de ansiedade e o coração bater forte de desespero e adrenalina, sentindo que poderia gemer naquele instante só de imaginar o pau do primo entrando lentamente em sua intimidade.
-Por favor, Lou. Brinque comigo.
E então tudo começou. Louis perdeu o pouco de sanidade que lhe restava depois de ver seu primo bem aberto e nu.
Ele subiu na cama até ficar em cima do corpo da garota. Ele pressionou a testa de ambos e ouviu suas respirações se misturando densamente. Harriet fechou o espaço e envolveu os braços ao redor do pescoço do homem mais velho para puxá-lo para mais perto, beijando desesperadamente os lábios do moreno e mexendo para provocar fricção.
Louis sentiu sua ereção dura pressionando sua calça, e a garota sentiu sua buceta encharcada com mais fluidos dele. Os dois se uniram em um beijo ardente. A garota de cabelos escuros conseguiu inverter a posição e se deitou em cima do homem de cabelos castanhos.
Louis levou as mãos à bunda dela e apertou suas nádegas. Harriet gemeu ao tocar a mandíbula pronunciada do homem.
Vou foder você com força, princesinha", disse ele, levando as mãos até a borda da camisa dela e tirando-a em um movimento rápido, com o cabelo encaracolado se afastando para facilitar.
Assim que a peça de roupa foi retirada, as mãos da garota foram rapidamente para o peito do homem mais velho para tocar tudo o que estava à vista. Louis levantou ligeiramente os quadris para tirar a calça e a cueca de uma só vez.
Quando seu pênis duro foi retirado, ele bateu diretamente na entrada de Harriet, que arfou com o contato. Sabendo que a garota estava bem aberta por causa das brincadeiras anteriores, Louis pegou seu pênis e colocou a calcinha da garota de lado, sem tirá-la, ele passou lentamente seu pênis pelas dobras da entrada de Harriet, e ela gemeu de expectativa.
Sem esperar muito, Louis entrou profundamente na buceta rosada da garota de olhos verdes. Ele começou com investidas lentas, mas penetrantes. Enquanto a de olhos azuis estava abaixada, a de cabelos cacheados o cavalgava, enquanto ele levava as mãos ao sutiã dela para removê-lo e tocar seus seios, envolvendo-os completamente com as mãos.
O ritmo estava ficando cada vez mais rápido, Louis suspirava e Harriet gemia, tentando silenciar seus gritos para não ser ouvida. Louis a pegou pelos quadris e, sem parar a penetração, levou-a para fora da cama e a encostou nas paredes espelhadas do guarda-roupa.
Ele pegou as duas pernas dela e as colocou sobre os ombros, levantando-a com todo o peso e penetrando tão fundo que a garota cacheada sentiu como se estivesse sufocando de tão cheia que estava.
-Você gosta de ser fodida, vadia? Você estava tão carente que fodeu sua buceta apertada com a porra de um ursinho de pelúcia. Você está desesperada, princesa - disse o homem mais velho enquanto aumentava as penetrações e ia fundo na intimidade cheia de mel e fluidos. O pré-gozo também invadiu a buceta da garota e ela sentiu seu orgasmo se aproximando.
-Foda-me, papai, encha-me com seu esperma, torne-me sua!
Então o marrom saiu de dentro dela, Harriet sentiu o vazio e suas pernas tremeram de prazer. Harriet estava de volta ao chão e o homem de olhos azuis a virou para que pudesse penetrá-la por trás.
Ela podia ver seu reflexo enquanto era violada, observava como Louis levantava sua cabeça em prazer e como o suor escorria de suas têmporas para sua mandíbula marcada, depois para seu peito marcado e para baixo para se perder.
Então, ele quis salvar aquele momento carnal. Então, ela pegou o celular, que estava sobre uma mesa próxima, ligou a câmera no modo selfie e começou a gravar a si mesma enquanto gemia e era fodida. Movimentando a câmera para capturar o pênis do homem mais velho entrando em sua entrada destruída, que estava completamente cheia de mel.
Ela gemeu, ofegou, suspirou. Louis sorriu maliciosamente enquanto observava o que sua cadela ousada estava fazendo, ele deu alguns golpes nas nádegas redondas de Harriet, fazendo-as ficarem vermelhas enquanto a câmera registrava tudo. Ela não aguentou mais, terminou a gravação e apoiou as mãos no vidro embaçado, o telefone caiu em algum lugar da sala e ambos sentiram o orgasmo se aproximando.
Mais uma, duas, três, quatro investidas e Louis se esvaziou completamente na boceta da garota, enchendo-a com seu esperma em tiras de líquido branco. Jatos de esguicho saíram da garota cacheada e seus olhos se reviraram na cabeça por causa do orgasmo grandioso.
Avisos: Diferença de idade (Louis 35, Harry 17), orgasmo forçado, CNC, somnophilia, humilhação, daddy kink.
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As unhas recém pintadas de rosa ainda estavam molhadas, enquanto ela delicadamente segurava o palito do pirulito de cereja entre dois dedos. A última edição da Vogue estava aberta nas suas coxas, e o óculos de sol começava a escorregar pelo narizinho. Harry suspirou profundamente, entediada. Mesmo no jardim ela conseguia sentir o cheiro da massa de bolo no forno, dava para escutar a sua mãe discutindo com o seu pai; uma típica tarde de verão. Se eles não estivessem esperando por uma visita, não teria nada além de limonada até a hora do jantar. Mas o seu padrinho, Louis Tomlinson, estava vindo para passar alguns dias com eles. E a mãe de Harry amava dar uma boa impressão.
Harry não admitiria isso em voz alta, claro, mas os seus nervos estavam à flor da pele. Louis era um homem muito ocupado, e as vezes que ele tinha tanto tempo livre eram raras, então ele enchia Harry de promessas sobre coisas que eles deveriam fazer juntos. O momento chegou, e Harry queria usar cada segundo. Agora ela tinha 17 anos, eles iam poder tomar uma cerveja juntos (escondido dos pais dela, claro) Louis teria que ensinar a garota dirigir. E para isso que Harry estava mais animada do que tudo, se ela soubesse dirigir poderia ir todos os finais de semana até a casa do seu padrinho, não ia precisar mais ficar tanto tempo distante.
Ela balançou seus pezinhos despreocupada, o esmalte rosa brilhando sob a luz do sol, não notou o barulho do carro estacionando em frente a sua casa, ou os passos pesados se aproximando dela. Apenas quando uma sombra foi criada, que Harry ergueu a cabeça pronta para dizer para a sua mãe que, não, ela não tinha desistido de fazer algo mais produtivo que ficar a tarde toda folheando revistas. Mas era Louis, de braços para trás e os olhos escondidos atrás de óculos escuros.
Harry soltou um gritinho surpresa, se levantando bem rápido e praticamente se jogando nos braços do seu padrinho, ela pulou no colo dele e passou as pernas por sua cintura. “Você veio mesmo!” A garota continuava repetindo, toda encantada.
“Como você cresceu, querida.” Louis disse, impressionado, colocando a sua afilhada de volta no chão. “Deixe-me olhar você” Ele segurou o queixo dela entre dois dedos, e a analisou como se ela fosse um objeto do seu interesse. Quando notou a bochecha vermelhinha pela sua atenção, o homem sorriu e soltou a garota. “Como tem sido o seu verão, amor?”
“Um saco, padrinho.” Ela revirou os olhos, sentando na espreguiçadeira de novo. Harry acertou os óculos em formato de coração, e voltou a brincar com o palito do seu pirulito. “Os meus pais não me deixam fazer nada além de ir à igreja” Resmungou, tirando o pirulito da boca e fazendo um biquinho com os lábios. “E eles não param de brigar!”
É claro que Harry não estava contando toda a verdade, ela nunca escutava os seus pais (algo que o seu padrinho sabia bem) e mesmo sem a autorização deles, ela sempre inventava alguma coisa. Pulando a janela do seu quarto no meio da noite para ir em festas, ou prometendo ir no culto da tarde quando na verdade estava indo para alguma festa na piscina. Harry andava com os seus vestidinhos que pegava um dedo acima do joelho magro, tinha um colar de crucifixo e as unhas pintadas de rosa algodão doce. Mas tinha algo no seu olhar jade que nunca deixou Tomlinson se enganar, antes que ela começasse por contra própria contar detalhes da sua vida para o seu padrinho. Mesmo não sendo tão presente na vida dela, Louis era a pessoa que mais conhecia a garota. Até porque ela amava contar as coisas para ele, amava tentar impressioná-lo com as suas histórias.
“Pensei que gostasse de contar a verdade para o seu papai.” Ele lubrificou os lábios rosinha com a ponta da língua, passando uma rápida olhada ao redor para garantir que ainda eram apenas os dois no jardim. Harry fez que sim com a cabeça, as palavras fugindo da sua língua enquanto ela assistia o seu padrinho.
Harry enrolou os dedinhos na barra da saia, olhando para o seu próprio colo, ela sentia o seu corpo mais aquecido. Colocou o pirulito para o lado, criando uma protuberância na bochecha rosada, e a sua fala saiu enrolada quando ela disse “Eu estou falando a verdade, Lou.”
Louis havia se esquecido que coisinha adorável era a sua afilhada. Com aquele jeito que transborda uma inocência quase pura, os olhos verdes demais e os lábios, céus, aqueles lábios. Ele nunca deixou de desejar eles ao redor do seu pau, na mesma vontade que a garota enchia a boca com aquela porcaria açucarada.
“Fico algumas semanas fora e você já voltou a ser uma coisinha mentirosa?” Falou baixinho, apenas para Harry escutar, transbordando escárnio. “Eu quero a verdade agora, Harry.”
“Eu saí algumas vezes” Ela deu de ombros, tirou o pirulito da boca e engoliu o acúmulo de saliva, o cantinho dos seus lábios brilhavam. “Fui em um encontro também.” Admitiu baixinho, e com mais convicção prometeu: "Mas eu não parei de pensar no senhor, padrinho! Esperei por você todos esses dias. Estava morrendo de saudades, juro.”
Louis fez que não com a cabeça, ainda sorria, de forma beirando ao sadismo. Ele sabia que esse seria o melhor verão em muito, muito, tempo.
Ele não acreditava numa única palavra vinda daqueles lábios. Mas sabia que não havia muito o que fazer, William e Anna esperavam ele dentro de casa. Harry e as lições que ela merecia poderiam esperar. Eles teriam tempo.
“Vem aqui, amor.” Falou com afeto, e como uma cachorrinha obediente ela se levantou e parou de frente para ele. Louis tomou o pirulito dos seus dedos e jogou no chão. “Eu já disse para não se entupir com essas porcarias, não foi?”
“Sim, papai.” Harry olhava para seu docinho despedaçado na grama, os lábios ainda brilhavam pelo doce, e as sobrancelhas finas franzidas.
“Agora que estou aqui, não há desculpas para você escapar como uma cadelinha desobediente, certo?” Harry fez que sim com a cabeça. Louis segurou o queixo dela de novo, porém com mais força dessa vez, ele tirou os óculos escuros da garota, podendo enfim ver a íris jade brilhando. “Hoje você será uma boa garotinha durante o jantar, e amanhã cedo começamos as suas aulas de direção.”
“Sério!?” Harry perguntou com os olhinhos brilhando, quase esquecendo da dor que o aperto dele causava.
Ao invés de responder com palavras, ele se curvou e deixou um beijo no canto dos lábios dela, depois se afastou e soltou a garota. “Agora corre na frente e avisa os seus pais que eu cheguei.”
Ele assistiu Harry fazer o que foi mandada, lambeu os seus lábios e sentiu o gostinho de cereja que ficou. Louis suspirou fundo, ajeitou o volume na calça social justa, então começou a caminhar rumo à porta de entrada.
…..
Louis foi muito bem recebido, a família Styles amava a sua presença. Ele fingiu se importar com a fala interminável de Anna, fingiu gostar do bolo feito especialmente para ele (Louis detestava doces) e bebeu uma cerveja com William enquanto os dois discutiam sobre futebol. O jantar foi exaustivo da mesma forma, mas a recompensa veio depois. Enquanto bebiam mais cerveja, assistindo a partida de um time que ele nem conhecia, Harry se aninhou no seu colo. Os pais da garota achou adorável, eles apreciavam a ligação linda que Louis e Harry tinham, e estavam acostumados com o excesso de afeto entre os dois. Não era estranho para eles Louis cumprimentar Harry com um leve roçar de lábios, ou os dois terem uma soneca abraçadinhos no sofá após o almoço. Eles confiavam muito em Tomlinson, que era um amigo de William desde a época de escola.
Louis olhou para o lado, vendo que William e Anna praticamente cochilavam enquanto assistiam o jogo. A sua mão parecia grande na coxa da garota, tinha o contraste da pele pálida e macia de Harry, e o dorso avermelhado de Louis, com veias saltadas e tatuagens nos dedos. Ele esfregou a palma contra ela subindo devagarinho, passando pela barra da saia até sentir a respiração engatada da sua garotinha, então ele descia a mãos novamente, indo pela parte interna da coxa.
“Na minha próxima viagem, eu vou levar você” A voz rouca no seu ouvido deixou Harry arrepiadinha. A mão de Louis passou por debaixo da saia de novo, chegando tão perto da conchinha dela que as coxas de Harry tencionaram, prendendo a mão de Louis entre elas. “E, então, será apenas nós dois por alguns dias.”
“Apenas nós dois?” Ela repetiu em tom de pergunta. “Padrinho…” Harry falou manhosa, descontente porque Louis não tocava mais nas suas coxas, as mãos dele voltaram para a cintura dela, e no mesmo instante Anna se levantou.
“Acho que a nossa hora já deu, Harry.” Ela pegou os copos de cerveja na mesinha de centro. “Está tarde pra você ficar acordada, e o seu padrinho precisa descansar.”
Harry estava pronta para resmungar que não era uma garotinha mais. Se quisesse ficar acordada até mais tarde, ela podia. Mas lembrou que o seu padrinho pediu para ela ser boazinha, então a contra gosto seguiu as ordens da sua mãe.
Ela se virou e deixou um beijinho molhado na bochecha de Louis, a barba rala fez cócegas contra a sua pele e ela sorriu. “Até amanhã, Louis” As suas pernas estavam um pouquinho bambas quando ela se levantou, a saia tão em cima que, quando ela se curvou para deixar um beijinho na bochecha do seu pai, o bumbum dela com a calcinha rosa enfiada entre as bochechas gordinhas ficou todo exposto para o Tomlinson. Dava para ver até o começo da conchinha dela, e na calcinha rosa pastel um círculo molhado.
Tomlinson não tirou os olhos, assistindo as coxas roliças e o balançar da saia enquanto Harry se afastava. Ele queria levantar e ir para o quarto de hóspedes, lidar sozinho com o volume molhado em sua cueca. Mas William estava acordado, e definitivamente notaria o volume na virilha de Louis quando ele ficasse de pé. O homem bufou, forçando um sorriso para o amigo. “Uma última antes de ir deitar?” William balançou a garrafa de cerveja.
“Claro, cara.” Louis confirmou, e enquanto Will ia na cozinha buscar mais cerveja, ele pegou uma almofada e colocou no colo.
O jogo tinha acabado, agora passava algum reality bobo que Louis ficou olhando até que o outro homem voltasse. A televisão estava no mudo, e um silêncio confortável permaneceu enquanto eles bebiam e olhava as imagens passando. “É muito linda a relação que você e Harry construíram” William disse do nada. “A minha filha confia em você como um pai, sabia?”
Louis coçou a barba rala, tomando um gole longo do líquido amargo. Ele suspirou fundo. “Eu a tenho como se fosse minha filha, cara. Harry, você e Anna são importantes pra mim.” Disse honesto, sentindo a sua moral péssima pelo quão duro o seu pau estava. Mas Louis estava falando a verdade, na medida que Harry foi crescendo ele foi ficando mais e mais presente na vida dela. Amava quando as férias chegavam, então ele dirigia por quase duas horas, apenas para buscar a garota e os dois poderiam viajar por algumas semanas. Harry era brilhante, e Louis tentava protegê-la sempre que possível, ainda que o sentimento de não ter tempo o suficiente com ela fosse constante. Talvez ele tenha batido umas pensando nas coxas dela, lembrando do bumbum pressionando seu cacete sempre ela sentava no seu colo, nos peitinhos que ficavam perfeitamente marcados no tecido das blusas porque ela não usava sutiã, talvez. Mas ela ainda era a sua afilhada, ela era sua. Harry era a pessoa mais importante na vida de Louis.
“Tenho medo dela desviar do caminho certo, de ser corrompida” William disse com melancolia, e Louis segurou para não revirar os olhos. “Eu sei que ela te conta tudo… o que Harry disse sobre os encontros que vai?”
“Encontros?” Louis perguntou, primeiro confuso, e depois apertando a garrafa de cerveja que estava na sua mão.
“Sim. Um carro diferente para na nossa porta toda semana pra buscar ela” William fez que não com a cabeça. “Ela garante que dessa vez é sério, que é uma pessoa da nossa igreja, mas na semana seguinte nunca vem a mesma pessoa.”
Louis mordeu os lábios com força, olhando mais uma vez para a televisão. Ele não conseguia beber mais da sua cerveja, a raiva que sentia criou um bolo na garganta. “Diz que não quer que ela seja corrompida, mas deixa Harry entrar no carro de homens que você não conhece?” Tentou falar de forma clara e lógica, quando a sua vontade era de gritar na cara de William: Porque você não está cuidando direito da minha filha?
A sua vontade maior era subir os degraus e ir direto no quarto de Harry, encher aquela cara sonsa de tapas. Putinha do caralho.
“É um dos motivos por que estávamos sentindo tanto a sua falta, amigo.” William riu, se curvando pra frente só para deixar um tapinha no ombro de Louis, não notando o olhar duro que estava recebendo. “Você vai saber lidar melhor com essa situação, colocar um pouco de juízo naquela cabecinha." William bocejou, colocando a garrafa ainda pela metade na mesinha que a sua esposa havia arrumado. “Adolescentes nunca escutam os pais, você sabe!”
“Sim, eu sei.” Respondeu secamente.
William levantou. “Bem, vou indo.” Foi caminhando rumo às escadas. “É bom te ter de volta!” Praticamente gritou, mas Louis não respondeu. Ficou em silêncio, ouvindo os passos pesados na escada.
Ele virou o resto da cerveja, queria tanto ir no quarto de Harry que mal confiava em si mesmo. Desligou a tv, pegou a garrafa de William junto a sua e levou para a cozinha. Quando chegou no quarto onde ficaria, uma suíte pequena e confortável, tomou um banho quente. Independente da raiva fervente que sentia, ainda estava dolorosamente duro. Ele se masturbou devagar, a sua mente rodando com ideias do que faria com Harry no dia seguinte, até onde poderia ir e fazer aquela garotinha se arrepender. Louis mordeu os lábios com força, até sentir o gosto de sangue na língua, enquanto gozava. Ele riu, desligando o chuveiro. Já sabia o que ia fazer.
….
Harry usava um vestido xadrez, dois palmos acima do joelho, e um moletom amarrado na cintura. Era mais aberto no busto do que ela costumava usar, e dava para ver a curva que os seios dela faziam, o crucifixo batendo bem ali. Ela desceu as escadas pulando igual um coelhinho, deu um beijo molhado na bochecha do pai, fazendo ele rir pela sua animação. Repetiu o mesmo com a sua mãe, que mandou ela se comportar. Quando viu Louis, encostado na ilha da cozinha e soprando o café quente na caneca, ela praticamente se jogou no seu padrinho.
E pela primeira vez em muito, muito tempo. Tudo o que Harry recebeu de volta foi um sorriso pequeno, forçado. Nenhuma palavra doce, nenhum abraço ou beijinho, nada. Ela sentiu o rosto vermelho de constrangimento, olhou ao redor para garantir que os seus pais não tinham visto.
“Padrinho, está tudo bem?” Perguntou insegura.
“Vai tomar o seu café” Louis não olhava para ela, verificando uma página de jornal da semana passada. “Eu não tenho a manhã toda”
Os lábios de Harry formaram um biquinho. Ela se afastou, colocou leite quente na sua xícara e ficou olhando, passando o dia anterior todo na sua mente, tentando lembrar de algo que poderia ter tirado Tomlinson do sério. Ela não fez nada de errado! Foi boazinha como ele pediu, até se deitou na hora que foi mandada. Harry não estava entendendo o porquê de ser tratada de forma rude e indiferente. Ela pegou um bolinho e ficou assistindo Louis, ele usava moletom e jeans, um par de tênis tão branco que parecia ter acabado de sair da caixa. Harry puxou ar para os seus pulmões, então soltou devagarinho.
Depois do café da manhã, e de muitos avisos da sua mãe, eles foram para o carro de Louis. Ele quem dirigiu até o outro lado da cidade, onde tinha uma via deserta e eles não colocariam ninguém em perigo. Ele não falou nada, nem olhou para Harry o caminho todo. Quando chegaram, ele trocou o assento com ela. O nervosismo da garota era grande, mas estar recebendo um tratamento tão rude do seu padrinho a deixava com a mão tremendo antes mesmo de ligar o carro.
“Sabe pelo menos ligar o carro?” Louis perguntou, não mais alto que um murmurar de palavras, enquanto acendia um cigarro.
“Eu sei!” Harry falou orgulhosa, ligando o carro apenas para mostrar. Ele continua segurando o freio, agora que era a parte difícil. “Não sou tão boa em dar partida, e o meu senso de direção é meio ruim” Ela olhou para Louis como quem pede ajuda, mas ele nem olhou pra ela.
“Anda logo, porra, acha que eu não tenho mais o que fazer?” Ele nem alterou o tom de voz, e Harry estremeceu onde estava. O padrinho nunca falava assim com ela, e seus olhinhos encheram de lágrimas.
Provando o que ela havia falado, o carro deu um arranco para frente, e outro para trás quando Harry apertou o freio com tudo, então o motor morreu. Louis não olhou e nem disse nada para ela, Harry suspirou trêmula e tentou de novo. Dessa vez o carro saiu do lugar de verdade, antes da mesma coisa acontecer.
“Pelo que parece, abrir as pernas é a única coisa em que você é boa” Louis falou, e Harry olhou para ele com os olhos arregalados no mesmo instante. “Achou que eu não ia descobrir, princesa?”
“Padrinho” Harry começou cheia de manha, o que deixou Louis ainda mais puto.
Ele puxou ela pelo cabelo, fazendo um choramingo de dor deixar os lábios cheios no mesmo instante. Harry ainda segurava no volante com força, lágrimas quentes molhando suas bochechas. “Você vai dirigir essa porra direito, e se acontecer isso aqui de novo, vai ter que continuar a aula sem esse vestidinho de vagabunda”
Harry tentou fazer que não com a cabeça, mas o aperto de Louis era persistente, forte. “E se alguém passar na via?”
O mais velho riu, soltando a garota. Ele abriu a janela e jogou o cigarro fora, depois não fechou a janela de novo. “Sabemos que isso não seria um problema para você.”
Harry fez que não com a cabeça, fungando. Ela respirou bem fundo, e deu partida. Mais uma vez nem saiu do lugar, o carro jogou os dois para frente e depois para trás de novo. Ela olhou para Louis toda medrosa, “Papai, me perdoe por favor!” Implorou “Eu não estou de sutiã, eu não quero ficar sem roupas”
Aquele jeitinho manhoso estava sendo insuportável para Louis, que já estava sem paciência para a garota. Achava ela uma putinha, uma mentirosa. Por um momento ponderou se ela era assim com outros homens, se ficava cheia de lágrimas e choramingos enquanto a sua bocetinha era fodida. Harry provavelmente era uma dessas.
“Eu vou acabar com você se não começar a fazer o que mando.” Dessa vez a sua voz saiu mais forte, carregada pelo desgosto. E Harry fez que sim com a cabeça, puxando a barra do vestido. Ela tirou por cima, fungando, e Louis assistiu a pele pálida sendo exposta, primeiro a barriga, depois os seios empinadinhos, maiores do que ele imaginou que fossem. Os mamilos eram marrons e estavam durinhos.
Ela gritou surpresa quando Louis deixou um tapa no peito, pouco acima do mamilo
“Foram quantos?” O mais velho perguntou.
“Eu não sei!” Harry disse, ainda chocada que estava mesmo sendo castigada. Ela levou outra tapa, bem mais forte, na sua coxa. Um barulho de estalo tomando conta do carro. “Papai! Não!” Falou brava, achava mesmo que Louis estava passando dos limites, ela estava vermelha de vergonha e raiva, desapontada que haviam chegado em tal situação. Ela tentou se pressionar contra a porta do carro, para fugir do alcance de Louis, mas teve o seu cabelo puxado de novo “Para!” Harry gritou, recebendo agora um tapa na cara.
“Diz amor, quantos homens comeram essa boceta?” Louis continuou segurando ela pelo cabelo, e ele viu quando Harry começou a esfregar uma coxa na outra, tentando criar alguma fricção. Louis riu, seu hálito quente batendo no rosto dela, a sua garotinha havia mesmo virado uma mente fazia, feita pra foder.
“Se contar com o meu professor de dança, 8” Confessou baixinho, envergonhada. Ela não queria ser castigada embora soubesse que merecia. Desde que o seu padrinho estava mais distante ela se sentia sozinha, qualquer chance de conseguir um pouco de atenção, mesmo que isso significasse deixar algum cara que tinha a idade para ser o seu pai foder a sua xota, ela agarrava.
Harry era pequena para a sua idade, ela tinha coxas roliças e os peitinhos cheios, mas fora isso era magrinha, ficava pequena ao lado de outras meninas da sua idade, pequena ao lado do seu padrinho. Imaginar um homem pegando ela, e colocando contra a cama, tirando suas roupas cor pastel e deixando apenas o crucifixo prata que grudaria na pele molhada de suor, e enfiando o cacete dentro da bucetinha pequena, toda vermelha. Isso deixava Louis fora de si, ela era a garotinha dele. Apenas dele.
Louis olhou para o cambio de marcha, onde Harry ainda tinha uma mão apoiada. “Gosta de ficar cheia então, uh!” Ele soltou o cabelo dela, tirou a mão dela do lugar e colocou a sua própria. “Senta aqui” Mandou, e Harry olhava sem entender. “Tira essa calcinha e senta aqui.”
“É grande demais, papai -” Ela falava sem ar, desesperada, e foi calada com mais um tapa na bochecha. Tão forte que Harry fechou os olhos sentindo seu ouvido zunir. “Oh” Ela gemeu baixinho, uma ardência de outro mundo se espalhando por sua bochecha. Ela começou a se encolher e puxar a calcinha para baixo, tentando esconder o tecido todo molhado, mas Louis viu de qualquer forma. Por ser pequena, foi fácil para ela colocar um joelho em cada banco, sua grutinha bem em cima do cambio.
Harry foi sentando devagarinho, a boceta toda lambuzada sendo a única lubrificação, na medida que foi se abrindo ao redor do câmbio largo, tentando pegar tudo, ela gemia muito alto e desesperada, implorando pelo seu papai. A lubrificação de Harry escorria aos montes ao redor do câmbio, fazendo a maior bagunça. “É muito duro papai” Ela chorava, sem conseguir se mover. Tinha a marcha todinha dentro da sua boceta, e o corpo dela tremia pela vontade de ser fodida de verdade. Louis olhava hipnotizado, seu cacete doendo de tão duro.
“Você usava proteção?” Perguntou.
Harry fez que sim com a cabeça, começando a rebolar bem devagarinho. “Ah” ela gemeu. “Nunca deixei eles gozarem dentro, papai!”
“Porque você não gosta?” Perguntou com ironia, vendo que Harry tentava se foder na marcha do carro, a mesma que a momentos atrás a garota implorava para não ter dentro dela.
“Eu queria que fosse você” Admitiu tímida, apertando seus peitinhos “O tempo todo, queria que fosse o senhor me deixando bem cheia com o seu cacete, parece tão gostoso! E a sua porra ia me manter bem alimentada, bem quentinha.” Harry se curvou para frente, apenas o suficiente para roçar seu rosto na barba rala de Louis, ele tão perdido pela sua garota que esqueceu que ela estava sendo punida, deixou ela se roçar no seu rosto, esfregar os lábios cheios de gloss nos seus. “Eu sou a garotinha do papai e não tenho vontade de ser mãe, mas eu deixaria o senhor me encher dos seus filhinhos. O tanto que quisesse.”
Louis riu sem ar, segurando o rosto dela bem pertinho do dele. Ele mordeu os lábios macios da garota, que ainda restava o gostinho de morango, até sentir o gosto mais amargo do sangue. “Ah, querida” Ele disse, lambendo o sangue dos lábios dela, que soltou um suspiro sofrego. “Eu vou foder tanto essa boceta, e depois despejar tanta porra na sua barriguinha, que não será uma surpresa se você aparecer por aí grávida.”
Harry tentou voltar para trás, não gostando do que estava ouvindo, e apenas recebeu um tapa pesado pela atitude. As suas duas bochechas estavam muito vermelhas, especialmente após receber tantos tapas do seu padrinho “Eu preciso me aliviar” Confessou envergonhada, apertando mais ao redor da marcha ao que tentava segurar o orgasmo.
Louis sorriu. “Coloca o seu vestido de volta, vamos voltar pra casa.”
Harry piscou rápido, tentando entender. A sua boceta ardia tanto pela violação, e a garota sentia que podia chorar se não conseguisse algum alívio. Ela escorreu mais ao redor do câmbio, por um momento pensou que tinha mesmo gozado. “Papai” Implorou. Harry não recebeu nada além da indiferença daqueles olhos azuis. “Eu posso chupar o senhor? Por favor?” Harry fungou, rebolando devagarinho contra a marcha. “E-eu preciso de alguma coisa. Qualquer coisa!”
Louis ponderou por um momento, olhando para os lábios vermelhinhos, inchados pela mordida e brilhando por causa da saliva. Seria uma delícia tê-la ao redor da sua glande, sugando da forma desesperada que Harry estava, e depois forçar até o fundo, além do que a garota poderia aguentar. Ele apertou seu pau por cima da calça, ajeitando o volume tão duro.
“Se não colocar seu vestido de volta agora você vai ir todo o caminho de volta pra casa do jeito que está” Ele repreendeu, e Harry caiu no choro.
Ela saiu de cima da marcha devagarinho, voltou para o assento e colocou seu vestido, que estava todo amassado e torto em seu corpo. Ela parecia acabada; o rosto todo vermelho e molhado de lágrimas, o cabelo ondulado estava desgrenhado e Harry continuava com as pernas abertas, apertando as suas próprias coxas com força. Até a pressão do banco do carro contra a sua conchinha a deixava sensível, a entrada dela estava toda dolorida, mas a dor de estar tão pertinho de um orgasmo e não ter isso era ainda maior.
“Olha a bagunça que você fez!” Louis resmungou, e Harry olhou para a marcha. Estava toda lambuzada com o seu melzinho, o preto ganhou uma aparência lustrosa com todo o líquido que Harry escorreu ali. “Limpa isso agora, porra.”
Harry tentou se ajeitar como podia, ela se inclinou e foi lambendo o câmbio da marcha. Ela passava a língua da ponta até embaixo, recolhendo a bagunça que fez. Ela suspirou profundamente, cansada, e gemeu baixinho quando sentiu mais mel escorrer da sua concha e ir direto para o banco do carro. Os olhos de Louis pesavam nela, quando Harry tinha dificuldade para continuar, como ela não parava porque ainda não teve uma autorização do seu padrinho, como ela ia tentando ( inutilmente e da forma que julgava sútil) conseguir alguma fricção contra a xota, se esfregando no assento feito uma cadela, gemendo como uma. Louis sentia que ia gozar nas calças como um maldito adolescente se não fizesse algo logo, mesmo que não estivesse em seus planos foder a garota naquele carro.
Ele simplesmente saiu do lado do passageiro, deu a volta no carro e abriu a porta do motorista, onde Harry estava. Quando notou o que estava acontecendo, ela teve o impulso de passar pelo banco onde o seu padrinho estava, agora vazio, e pular pra fora do carro. Foi uma ideia estúpida, eles estavam no meio do nada e não havia para onde fugir. E Harry era lenta demais. Louis apenas puxou as pernas dela, fazendo com que a parte inferior da garota pegasse para fora do carro. Ele ergueu o vestido, e lá estava. O bumbum cheio e branquinho servido como um banquete pra Tomlinson.
Louis desfez o zíper da sua calça e colocou o cacete pra fora, como uma mão ele segurava na nádega farta de Harry, e com a outra ele se masturbava rápido, faminto. Ele riu quando a escutou gemer baixinho, vários e vários “Por favor”
“Eu não vou te comer, vagabunda” Falou com a respiração pesada, mordendo os lábios para não gemer enquanto esfregava a glande gorda, toda rubra e encharcada de pré gozo, no cuzinho da sua afilhada. Ele se forçou um pouco, apenas testando o quão apertada era ela, e Harry voltou a tentar se afastar — dessa vez teria conseguido, se Louis não tivesse segurado ela pela cintura. “Nunca deu esse cuzinho, então?” Perguntou malicioso, deixando um tapa pesado na nádega branquinha, antes de separar e expor o cuzinho todo contraído, já melado com a sua pré porra.
“Meu cuzinho não, papai!” Harry continuava repetindo, mas é claro que ela não seria ouvida. Ainda estava recebendo uma lição, afinal, e sabia que se não tivesse sido uma cadelinha tão carente, a sua primeira aula de direção com o seu padrinho não teria acontecido dessa forma.
Louis apenas se forçou para dentro dela, deixando tapa atrás de tapa quando Harry se contraia demais, ficando muito apertada e não deixando ele entrar. As paredes suaves se apertavam tanto ao redor do seu cacete, expulsando ele pra fora, que o homem começou a suar, sentindo uma dor que normalmente não sentia quando ia foder alguém. Mas, na mesma mão do desconforto, estava um prazer tão grande. Que Louis fechou os olhos e gemeu, enfiando tudo o que faltava de uma vez, obrigando Harry a aceitá-lo.
“Porra, Harry” Gemeu, sentindo seu gozo sendo derramado dentro do cuzinho dela. Louis enrubesceu pelo quão rápido veio, mas é que ela estava tão apertadinha, tão gostosa, que a sua vontade era de continuar, de socar bem fundo e com muita força, até que, então, Harry não fosse mais tão apertada.
Ele tirou o pau de dentro dela e colocou pra dentro da sua roupa, subiu o zíper e ajudou a sua garotinha a ficar de pé. Louis olhou ao redor, vendo a via ainda deserta e o céu infinito sendo a única testemunha do que aconteceu naquele carro. Harry estava mole, apoiou o rosto no peito do seu padrinho, sentindo a porra dele escorrer pelas suas coxas. Ela estava com a xotinha toda sensível por ter sido forçada em algo tão duro, e agora o seu cuzinho, que antes era virgem, ardia pela intrusão. Sempre teve uma ideia do quão grande o cacete de Louis era, mas agora ela sentiu isso.
“Os meus buraquinhos doem” Choramingou, deixando que Louis pegasse o rostinho dela entre as mãos e beijasse os seus lábios com cuidado. Permitiu a língua dele dentro da sua boca, deslizando suavemente pela sua, enquanto a barba rala roçando em sua pele dava a distante sensação de cócegas. “Papai” Harry murmurou manhosa, se apertando mais contra Louis.
“Eu vou te levar para casa agora” Louis avisou, deixando um último beijinho na bochecha rosada antes de se afastar. Ele observou a garota com um pouco de dificuldade para andar, indo para o outro lado do carro e voltando para o banco de motorista, onde ela ficou encolhida em si mesmo.
Naquela noite, após o jantar (que Harry não apareceu, disse estar com dor de cabeça e sem fome) enquanto bebiam um pouco de whiskey, William tornou a tocar no assunto. Primeiro perguntando como Harry havia se saído na aula, “Excelente!” Louis respondeu, fazendo o homem brilhar de orgulho, então perguntou se eles haviam conversado sobre aquilo*. “Sim, conversamos” Louis confirmou, sorrindo. William perguntou “Conseguiu colocar algum juízo naquela cabecinha?” E quando Louis respondeu “Temo que sim” Ambos riram.
Na manhã seguinte eles foram para uma segunda aula, e dessa vez foi mais tranquilo. Louis foi paciente, um ótimo professor. Ele explicava tudo para a garota, apoiava a mão na coxa dela quando notava o seu nervosismo, e repetia de novo e de novo como tudo ficaria bem, que ela estava sendo ótima. E era verdade, Harry tinha jeito. Ela era uma coisinha delicada em um vestido todo lilás, as mãos pequenas segurando o volante com força, o anel dourado (um presente do seu padrinho) brilhando ao sol.
Após a aula eles pararam em um parque que tinha por ali, Louis estendeu um lençol na grama e Harry pegou Hamlet de Shakespeare, um livro que ela sempre teve vontade de terminar mas que pegava no sono todas as vezes que estava lendo. Ela tirou os sapatos e sentou no lençol com as pernas esticadas, ainda sentindo a grama pelo tecido fino. Louis deitou, usando o colo dela de travesseiro, então começou a ler para ela. Enquanto o ar fresquinho soprava entre as árvores, o silêncio pacífico cercavam eles, a voz rouquinha e doce era o único som. Harry foi passando a mão no cabelo castanho, tão macio, do seu padrinho, acariciando ele enquanto escutava a leitura.
Os dois voltaram pra casa pouco antes do almoço, e quando notaram a casa vazia aproveitaram para trocar beijos e carícias. Harry se sentia tão feliz que não parava de sorrir, olhando para Louis com aqueles olhinhos verdes brilhantes. Harry, é claro, tentou continuar o que haviam começado no dia anterior, mas Louis não deixou as coisas irem além. De qualquer forma, logo os Styles voltaram para casa e a garota foi pro seu quarto.
Ela ainda estava dolorida do dia anterior, mas algo havia despertado em seu corpo desde então. Harry acordou tão molhada pela manhã, que só precisava se roçar em alguma coisa para fazer seu orgasmo escorrer. Só de trocar beijos com Louis sentia o corpo mais sensível, uma vontade quase sufocante de tê-lo - o que estava sendo negado a ela.
Na manhã seguinte, mais uma vez, ela acordou tão molhada que ficou confusa. Uma sensação de bagunça vindo da sua xotinha, que ainda estava tão dolorida que deixava a garota desconfortável. Já não era para estar melhor a esse ponto? E, céus, Harry nunca teve sonhos sujos que foi tão longe, não a ponto dela acordar meladinha dessa forma.
Mas ela não sabia que isso era além do seu desejo pelo papai. Que desde o dia em que tiveram a primeira aula, durante a noite quando a casa estava adormecida, o homem ia se esgueirar para dentro do quarto da garota. Ia puxar os cobertores macios, que tinham o cheiro doce da loção hidratante que Harry gostava de usar. Ele encontrava aquele corpinho pálido, delicado como porcelana, mal sendo coberto pela camisola de renda. Louis era delicado quando separava as pernas dela, quando se abaixava e ia lambendo devagarinho, socando sua língua e preparando ela para o seu cacete. Harry tinha um sono pesado, e seu corpo era tão maleável, uma verdadeira boneca. Ainda era doloroso socar no cuzinho dela, e algumas noites Louis preferia mais a boceta molhadinha e macia, mas era tão gostoso. Ele não tentava ser especialmente quieto quando estava fodendo, ele gostava de ir bem fundo, de escutar o bater de pele. E ele gostava ainda mais de atingir o ápice, do seu corpo formigar enquanto liberava todo o seu prazer dentro da garota adormecida. Como se ela não passasse de um objeto que Louis usava da maneira que desejava, e depois descartava sua porra todinha lá dentro.
Para Harry acordar com a boceta dolorida, toda molhada, não era lá muito estranho. Poderia ser apenas os seus sonhos com o padrinho. Mas era tão confuso acordar com o seu cuzinho vazando aquele líquido espesso, que gruda, e todo dolorido. Ela enfiava os seus dedinhos lá dentro com cuidado, gemendo abafado no travesseiro enquanto tentava entender o que estava acontecendo com o seu corpo.
O pior foi quando os dois acordaram bagunçados, Harry gemeu dolorida porque ela conseguia sentir como se um pau tivesse enchendo a sua bocetinha, mesmo não tendo ninguém no quarto além dela. Era tão intenso que a garota esfregou uma coxa contra a outra, e com apenas isso ela gozou, molhando seu lençol rosa. Nesse instante ela soube que precisava de ajuda.
“Papai, estou tendo problemas” Harry confessou para Louis. Era noite, e quando os seus pais foram dormir, ela foi até o quarto do padrinho, que ficou surpreso com a visita. Harry tinha os braços para trás e olhava para os seus pés cobertos por meias, ela estava tímida. Louis ficou curioso.
“Problemas, amor?”
“Sim” Ela fez que sim com a cabeça, o seu cabelo, que estava em um rabo de cavalo, balançou. “Estou me molhando” Falou baixinho.
Louis inclinou a cabeça para o lado, ele usava apenas uma calça de moletom, que deixava a sua virilha perfeitamente marcada. Sua pele era suave, dourada, e Harry estava obcecada pelas tatuagens. Mas ela tentava não olhar. “Você precisa explicar melhor, querida.” Ele disse.
“Acho que tem algo de errado com os meus buraquinhos, papai” Harry forçou as palavras pra fora, apertando a barra da sua camisola. Dava para ver os seios pontudos marcados no tecido fino, Louis molhou os lábios com a ponta da língua.
“E o que você quer que eu faça? Que eu inspecione você?” Perguntou com uma ponta de ironia, mas Harry confirmou com veemência. Ela balançou a cabeça que sim.
Louis mordeu os lábios para segurar o sorriso, apontou para a sua cama “Se abre ali para o papai, querida” Ele disse com uma falsa gentileza “Eu vou ajudar você”
Harry foi aos pulinhos até Louis e deixou um beijo molhado na bochecha dele, antes de fazer o que foi mandada, estava tão grata que finalmente receberia uma ajuda com o seu probleminha. Ela escondeu o rosto no travesseiro, inspirando o cheiro do seu padrinho, deixou os joelhos apoiados na cama, o bumbum arrebitado e a sua intimidade exposta. Dava para ver a boceta avermelhada, e o cuzinho contraído, tão pequeno. Louis acariciou as nádegas dela, a sua boca enchendo de saliva com a vontade de sentir o gosto daquele melzinho.
“Andou saindo com alguém?” Perguntou, embora já soubesse a resposta.
“Não!” Harry falou meio gritado, estremecendo com a possibilidade de ganhar mais castigo.
Louis afastou as duas nádegas, dava para ver que boceta dela começava a vazar. Ele levou um dedo até lá, e no mesmo instante Harry gemeu contra o travesseiro. Vendo a reação da garota, ele enfiou dois dedos de uma vez dentro da grutinha, sem avisar antes. Ela apertava tanto ao redor, bem mais do que quando estava adormecida. “Tem certeza que não anda abrindo as pernas por aí, querida?” Louis perguntou, falsa simpatia transbordando na sua voz ao que ele começava foder Harry com os seus dedos. Louis nunca deixava de se impressionar com o quão molhada ela ficava, com tão pouco. “A sua boceta parece meio frouxa”
“Ninguém brincou com a minha bocetinha, eu juro!” Harry se encolhia de vergonha. Louis teve vontade de rir pelo quão burra era a sua garotinha.
“Humm. Não sei, não, amor.” Ele murmurou, esfregando o dedo na parede macia da xotinha, se divertindo com a forma que Harry contorcia pelo prazer enquanto ele fingia estar falando sério. “Vamos verificar o seu cuzinho também, ok?”
Harry começou a chorar. Ela queria dizer que não, porque até essa manhã mal conseguia sentar pelo quão sensível ele estava. Porém a intenção do seu padrinho era boa, ele era o único que podia ajudar. Harry não se afastou quando os dedos, ainda lambuzados com o seu mel, foram colocados dentro do seu cuzinho.
“Parece o cuzinho de uma vadia” Ele forçou desprezo, vendo que Harry apertava ainda mais. “Acho que sei o que você precisa” Louis se afastou, vendo que Harry continuava da mesma forma. “Vem aqui. Primeiro você vai me ajudar, depois eu ajudo você.”
Ela sentou na cama, o cabelo bagunçado, tentando puxar a camisola para baixo como se ainda precisasse esconder alguma coisa. Quando seus olhos pousaram em Louis, e ela viu o cacete duro batendo na base do abdômen, os olhinhos ficaram arregalados.
“Vem aqui, Harry.” Louis falou mais uma vez, e ela foi.
Praticamente caiu de joelhos na frente do papai, sua bocetinha lambuzada a deixava toda dengosa, cheia de tesão, e como se tivesse realizando um sonho Harry esfregou a boca pelas bolas de Louis, os poucos pelos que tinha arranhando a sua pele. Ela inspirou o cheiro dele, e gemeu manhosa. “Papai” Implorou.
Louis pegou no cabelo amarrado com força, e foi guiando ela. Primeiro esfregou a glande molhada nos lábios macios, depois forçou para dentro. Ele deixou Harry chupar, ir se acostumando com o tamanho, com o gosto. E ela era uma verdadeira putinha por pau, chupava Louis como se fosse a coisa mais deliciosa que já experimentou, mas nunca passava disso. Nunca ia mais rápido, ou levava ele mais fundo.
“Minha putinha é tão tola” Louis murmurou, segurando o cabelo dela com mais força enquanto começava a socar contra a garganta. Harry fazia sons de engasgo, e o rosto dela ficou vermelho, mas Louis não parava de socar. “Ah, sim” Ele gemia, sentindo a cavidade quente receber o seu pau tão bem. Harry bateu nas coxas dele quando não aguentava mais, e a sua resposta foi forçar mais fundo, fazendo a garota engasgar mais uma vez. As bolas esfregavam no queixo dela, onde já estava todo molhado de saliva. “O papai vai alimentar você, garotinha” Ele avisou, socando mais um pouquinho antes de se derramar na garganta dela.
Harry engoliu tudinho, cada gota e, mesmo cansada, continuou mamando na glande larga com os olhos fechados. Depois ela deixou o seu corpo ser levado de volta pra cama, deixou a sua camisola ser tirada e quando sentiu o papai brincando com os seus peitinhos, beijando e chupando os mamilos, dizendo como eram tão pequenos e perfeitos, ela gozou. Gemendo baixinho, esfregando o clitóris contra Louis. “Eu preciso da sua ajuda, papai” Choramingou.
Louis gemeu satisfeito quando estava dentro dela, não dando tempo para descansar e já fodendo aquela bocetinha. O cacete dele era gordo e longo, e Harry tinha aquela boceta tão pequena e apertada. Louis era viciado em foder ela, com os gemidos manhosos que deixavam os lábios doce, na forma que o corpo dela era sensível a ponto de começar a gozar no pau dele no segundo que começava a ser comida. Maleável como uma bonequinha, ele a virou, colocando de quatro, então usava a energia que tinha para foder bem gostoso o cuzinho dela. Era uma sorte Harry estar aprendendo dirigir, Louis ia querer ela em casa toda semana. Talvez ela pudesse virar a sua esposinha burra, que prepara todo o jantar para depois ser a sobremesa.
Ele deixava tapas na pele alva, puxava o cabelo dela obrigando a garota ficar curvada e receber as pancadas por trás, todo o corpinho dela balançando no ritmo das socadas. “Tão gostoso, papai!” Ela gemia, seu terceiro orgasmo não saia nada além de um gemido manhoso e o corpo trêmulo.
Louis não gostou disso, ele empurrou a cabeça dela contra o travesseiro, o bumbum ainda rebitado, e enfiou o cacete todinho dentro da boceta dela. Ele escutou o gemido abafado enquanto socava nela, Harry segurava a sua barriga, gemendo mais a cada vez que sentia a cabeça do pau batendo ali. De repente, ela se deu conta que a intenção do seu padrinho não era ajudar, que ela ia acordar na manhã seguinte mancando da mesma forma, e começou a entrar em desespero. Mas já era tarde, tentando espernear mas era segurada com força enquanto o caralho grosso não parava de bater na sua boceta. Ela já estava toda molhada, não conseguindo segurar quando começou a escorrer e, depois, esguichar com força.
“Uma putinha que ama bagunça” Louis gemeu, e mesmo sentindo o corpo dela todo molinho não parou de foder, estava tão pertinho de um orgasmo e ele não queria parar, socou mais um pouco, sentindo a delícia que era aquela xota ao redor do seu cacete. Quando chegou foi tudo dentro da sua garota. Cada gotinha deixando a barriga dela mais inchada. “Minha putinha” Deitou ela de lado e não saiu de dentro, abraçando o corpo magro contra o seu. Louis pegou no sono pelo que pareceu apenas segundos, e acordou com Harry pulando no seu cacete. Ela parecia a porra de um anjo, com os peitinhos pulando e a cabeça jogada para trás enquanto calvagava.
Ele bateu a mão na mesinha que ficava ao lado da cabeceira, pegou um cigarro solto e o isqueiro. Acendeu, assistindo com fascínio sua coisinha o usando para o próprio prazer. Harry olhou para Louis com os olhos semicerrados, rebolando mais devagarinho, assistia os lábios rosinha formarem um bico e soprar a fumaça no rosto dela. A garota começou a esfregar seu grelinho se masturbando para Louis enquanto sentava nele.
“Me leva pra casa com o senhor, padrinho” Pediu chorosa “Eu não quero ficar sem você de novo!” Louis revirou os olhos, não era a primeira vez que Harry pedia, e ele não estava afim de falar de novo como eles ainda não podiam. Harry mordeu os lábios, travessa, ela curvou o corpo para trás, apoiou a mão na cama e abriu mais as pernas, permitindo que Louis tivesse uma visão melhor do caralho grosso todo enfiado dentro da bocetinha. Ela mordeu os lábios com mais força, nessa posição a glande batia no lugar certo, e ela sabia que estava pertinho de gozar mais uma vez. “Não pode deixar o seu bichinho pra trás, papai”
Louis não falou nada, mas ele aproveitou que Harry estava tão exposta e deixou um tapa bem em cima do clitóris. A garota soltou um gritinho, surpresa, e tentou fechar a perna. Mas Louis já havia colocado o cigarro de volta no lugar, e agora ele segurava ela pela cintura, não deixando que ela se afastasse. Ele segurou ela e foi metendo pra cima, parando apenas para deixar outra tapa no grelo quando Harry ficava muito escandalosa. Ambos estavam cansados e não duraram muito, Louis veio primeiro, sua porra espirrando dentro da bocetinha da sua afilhada. Ela veio logo em seguida, mordendo a própria mão enquanto sentia a sua vista escurecer.
Harry teve pouco tempo para se recuperar antes de voltar para o seu quarto, completamente nua porque não sabia onde sua camisola estava, com uma bocetinha latejando e vazando a porra do papai sem parar. Ela não quis tomar banho, porque ainda tinha aquela sensação fantasma que ele estava abusando da sua xotinha.
As aulas de direção continuaram, e a cada vez que ela ia bem ganhava uma recompensa; Escolher como o papai podia brincar com o seu corpo. Foi assim que Harry conseguiu ser fodida até dentro de um cinema, mordendo a palma da mão enquanto aquecia o cacete de Louis, as pessoas ao redor fingindo que não notavam o que estava acontecendo.
Quando Louis precisou ir embora, Harry já conseguia dirigir, e era um alívio saber que eles não iam mais ficar mais tanto tempo afastados de novo.
- Oi bichinho. – Louis desligou a chamada, indo até Harry na cama. – Como meu filhotinho está? – ele se abaixou até Harry, beijando seus lábios completamente babados.
- Papai eu quero você. – Choramingou.
- Você vai me ter, bebê, acalme-se. – Ele afagou seus cabelos. Levantou e começou a desabotoar a camisa, tirando sua roupa toda com calma. – Oi, maninho. – sorriu cúmplice para William. – Machuque o rabo dele, continua metendo. Eu vou foder a garganta por enquanto.
- Maninho. – Harry choramingou rebolando. – Continua fodendo meu rabinho, por favor. – pediu tentando se empurrar contra o pau gostoso.
- Nossa puta é tão boa, Lou. – William sorriu, voltando a foder Harry com brutalidade e o fazendo ceder no colchão, gemendo alto.
- Que feio, Harry, gemendo pra outro que não é o seu papai. – Louis segurou o riso, vendo Harry negar e tentar se manter quieto.
- Não deixe de gemer pra mim, coisinha. Não seja mau criado, já conversamos sobre isso. – William brigou, olhando Louis assentir, entendendo o que ele queria, quando Harry gemeu alto e ele o bateu no rosto com a costa da mão, o fazendo ficar calado.
– Grita meu nome! – William brigou, batendo com força contra a bunda dolorida e passando a estocar mais forte, fazendo doer.
- Parem! – Harry passou a chorar soluçado. – Não estou gostando. – brigou.
- Eu não ligo. – Louis disse sentando na cama, de frente pra ele.
- Muito menos eu. Geme meu nome, pede por mim, ou eu saio daqui. – Ameaçou.
- Se gemer pra ele eu te espanco até seus ossos quebrarem, bichinho. – Louis segurou seus cabelos e passou a bater contra seu rosto, uma série de tapas nas duas bochechas.
- Papai, eu não estou gostando mesmo disso. – disse soluçando, olhando dentro de seus olhos. – Não consigo ficar confuso assim, por favor.
- Tudo bem, amor. Pode gemer pro maninho, tá? Papai deixa, papai quer ouvir. – Louis sorriu orgulhoso por ver como Harry confiava em si.
- Não quero que o maninho vá embora, papai. – se inclinou contra a palma de Louis, precisando de carinho. – Maninho, você não vai embora, vai? – virou procurando os olhos de William.
- Não, bichinho, o maninho não vai à lugar nenhum. – William fez carinho em sua coluna, vendo ele sorrir fraco assentindo.
- Papai, posso ter seu pau? O senhor quer usar minha boca? – Harry cravou as unhas nas coxas de Louis, gemendo alto ao que William passou a estocar até o fundo, perseguindo seu orgasmo.
- Venha filhote, mama o papai. – Louis se ajeitou, empurrando o pau pra perto da boca de Harry, esfregando a glande molhada de pré gozo em seus lábios, logo Harry engolindo ele e gemendo, enviando vibrações por todo ele. – Muito bom amor, fode sua garganta nele pra eu não ter que fazer igual o maninho fez, sim? Seja bom. – Harry assentiu como pôde, subindo e descendo sua cabeça com rapidez, fodendo sua garganta e chorando pela dor intensa. – Isso amor. – Louis empurrou sua cabeça pra baixo e manteve seu pau no fundo da garganta dele. – Segura. Sei que consegue.
- Vou gozar dentro de você, Hazzy, bem no fundo. – William anunciou, se apoiando com o cotovelo entre o vão de sua cabeça e da coxa aberta de Louis, observando de perto a boca aberta com o cacete grosso dentro. – Quer meu leitinho, amor? – Ele lambeu sua bochecha, sentindo ele assentir.
- Enche ele, Will, engravida meu ômega. A gente vai deixar ele tão, tão cheio hoje, não vai ter espaço pra tanta porra nesse rabinho. – Louis sorriu deixando Harry se afastar, sua primeira reação sendo procurar a boca de William e o beijar, gemendo insano entre seus lábios. William se afastou, cuspindo em sua boca e Louis gemeu rouco segurando a boca dele bem aberta, cuspindo dentro dela também. William repetiu e depois, foi a vez de Louis novamente. Harry rebolava contra as estocadas rudes de William enquanto permitia que ambos enchessem sua boca com suas salivas, se sentindo humilhado pelos dois. Louis fechou sua boca e o viu engolir, abrindo e colocando a língua pra fora, mostrando que nada foi desperdiçado.
- Goza, mas goza sabendo que ainda vou usar seu rabo e o meu irmão também, então eu não quero ouvir um pio se estiver cansado. – Louis avisou. – Agora cala a boca e me alivie.
- Obrigada, papai. – ele segurou o pau de Louis e o colocou na boca, mamando a cabecinha e gemendo com o gosto da pré porra. William segurou seus cabelos e passou a coordenar seus movimentos, empurrando a cabeça de Harry pra baixo e o sufocando no pau de Louis enquanto gozava forte em seu interior.
- Goza agora. – Gemeu em seu ouvido, voltando a subir e descer sua cabeça com rapidez, o sentindo gozar forte, o rabo apertando seu pau sensível. – Bom bichinho, muito obediente. – William ainda estocava devagar, tirando a boca dele do pau de Louis e o beijando possessivo, só então o deixando trabalhar por si mesmo.
- Obrigada maninho. – Harry agradeceu, voltando a mamar Louis. Sentiu William sair de dentro de si e choramingou frustrado, se assustando ao perceber que ele iria limpar o pau. – Não! Me deixa te limpar maninho, deixa! – disse desesperado.
- Meu bichinho ama isso, não é bebê? Deixa ele limpar você Will. – Louis sorriu ladino. – Só vira seu rabo pro papai ver então amor, quero ver você largo cheio de porra. – Louis mandou e Harry assentiu, virando na cama e permanecendo de quatro, deixando Louis ver seu cuzinho aberto, inchadinho e vermelho. Ele contraia em nada, escorrendo porra até as bolas.
- Me dá maninho. – Pediu puxando William pela mão, fazendo ele se aproximar. Segurou o pau semi ereto com delicadeza, colocando a língua pra fora e começando a lamber. – Meu deus maninho, seu gosto é tão bom. – Choramingou e se contraiu, voltando a se molhar e hipnotizando Louis com a visão.
- Deixa ele bem limpinho pra te foder de novo então, amor. – William gemeu, sentindo-se endurecer de novo lentamente enquanto Harry o lambia como um gatinho, não se contendo em sugar a glande e sentir a pré porra gostosa.
- Posso te contar uma coisa? – pediu com os olhos brilhando, voltando a falar quando ele assentiu. – Eu gostei muito, muito do gosto que você tem. É muito bom, diferente do meu papai que eu amo também, mas o seu é doce e parece com o meu, é muito, muito bom mesmo maninho. – Ele beijou a cabecinha. – Papai, você pode foder minha boca? – ele engatinhou até Louis de abrupto. – Ou o senhor quer foder meu rabinho já?
- Que gracinha, bichinho. – Louis riu. – É realmente uma vagabunda desesperada, não é? – Louis assistiu o sorriso de Harry se desfazendo aos poucos. – Uma puta idiota, uma coisinha burra que só serve pra ser fodida. – Louis lhe acertou um tapa dolorido no rosto. – Você sabe o que eu quero, Harry, não finja que não.
- Desculpa, meu papai. – Harry abaixou a cabeça, ficando de quatro de novo e apoiando os cotovelos do lado dos quadris dele, deslizando o pau pra dentro da boca e o mantendo na garganta, começando a foder sua boca sozinho. Ele gemia, engasgava e chorava, mas de forma alguma parou. Desafiou seus próprios limites, aguentando a dor e fazendo seu papai feliz.
- Vou abrir o rabo dele pra gente, Lou. – William avisou, batendo contra o cuzinho sujo de porra e metendo três dedos pra dentro de uma vez só. – Quanto você acha que é suficiente? Quatro, talvez?
- Cinco. – Respondeu. – Quero bem largo. – Sorriu.
- Cinco, então. – ele empurrou mais um, totalizando quatro ao que começou a estocar sem parar, espancando a bunda com a mão livre.
- Tá doendo! – Harry gritou e Louis bufou irritado, batendo contra seu rosto, forte o suficiente pra marcar seus cinco dedos.
- Chega! – Gritou. – Para de estocar, Will. – avisou, vendo ele parar. – Melhorou, Harry? – Harry assentiu amedrontado. – Que bom, já que está doendo tanto com o Will fazendo, você vai fazer sozinho. Enfia quatro dedos dentro de você agora. – ele se levantou da cama, dando sinal com a cabeça para William fazer o mesmo, ficando parado no outro lado da cama.
- Não papai... – Harry negou baixinho.
- Vai. – ele cruzou os braços acima do peito. – Ou você de abre ou a gente vai te abrir com nossos paus, acredite em mim, Harry, você vai odiar. – Louis bufou vendo ele parado. – Chega, não quero mais. Vou bater punheta que eu ganho mais.
- Não papai, por favor não! – Harry começou a bater os pés no colchão, fazendo birra.
- Harry, já chega! – William interviu.
- Segura as mãos dele, William. – Louis mandou, puxando o cinto da calça que usava e dobrando ao meio. Dando a primeira cintada em sua coxa e o fazendo gritar. William subiu na cama e prendeu os braços dele com as pernas e com as mãos, segurou atrás de suas coxas a deixou a bunda suspensa no ar, o rabo aberto com a lubrificação escrevendo até as costas, tudo pra Louis espancar. O que ele definitivamente fez, cintada após cintada cortando a pele já machucada.
- Desculpa, eu faço! – Harry gritou. – Eu faço! Prometo!
- Você tem uma chance. – Louis avisou antes de soltar o cinto na cama e William o soltar.
Harry chorava e tremia, levando as mãos até a bunda e abrindo bem as pernas, deixando os joelhos suspensos ao lado da cabeça. Ele lambuzou os dedos na própria lubrificação e usou o indicador e o médio de cada mão para abrir seu rabinho, quatro dedos ao mesmo tempo, dois de cada mão. – Assim está bom? – Gemeu trêmulo.
- Não. – Louis respondeu. – Quantos mais, William?
- Quero três dedos de cada mão.
- Coloque agora. – Louis mandou e Harry o fez a contra gosto. – Isso, foi tão difícil assim? Huh?
- Desculpa papai, desculpa maninho.
- Tudo bem, tem um jeito da gente perdoar você. – Avisou. – Continue assim. – Louis de colocou entre suas pernas, cuspindo em sua palma e lubrificando seu pau. – Mantenha seus dedos dentro do seu rabo, caso contrário eu vou realmente te espancar até você falar sua palavra de segurança. – Louis empurrou a cabecinha pra dentro do cuzinho largo, fazendo Harry gritar. – Você é burro, Harry. Sabe que quando me desobedece eu faço você passar por algo cem vezes pior. Seis dedos e meu pau, isso é suficiente pra te adestrar? Ou vou ter que pedir pro seu maninho me ajudar?
- É suficiente, eu prometo. – ele negou várias vezes com a cabeça, chorando de dor ao que Louis se empurrou todo pra dentro, começando a estocar sem descanso sorrindo ao vê-lo chorar.
- Bichinho, você sempre diz o quanto ama assistir pornô não é? – Louis sorriu diabólico. – Will, me passa o telefone. – pediu e logo William lhe entregou. – Esse aqui vai ser o nosso filminho, bebê. – ele abriu a câmera, filmando seu pau fodendo o buraco já aberto pelos dedos de Harry.
- Will, acho que a boca dele tá vazia. – Louis sugeriu.
- Eu também, Lou. – ele sorriu ladino, indo até Harry e batendo seu pau na boca inchada de tanto ser usada. Não gosta do meu gosto, cachorrinho? Então sinta, e faça direito. – William gemeu ao sentir a boca quente começar a sugar sua cabecinha. Ele levou a mão até os peitos vermelhos, começando a cuspir e estapear, Louis o acompanhando, apertando eles entre os dedos e cuspindo tanto neles quanto no rostinho de Harry. Louis gravou toda a interação, enviando no grupo que os três tinham e jogando o celular pra longe.
- Puta burra, a gente vai usar seu videozinho pra bater uma bem gostosa sempre que quiser. – Louis grunhiu abocanhando um dos peitos, mamando nele, puxando o mamilo dentre os dentes e sugando. Ele estocava com força e gemia alto enquanto sentia o corpo todo de Harry tremer e ele chorar de dor, contradizendo sua bunda se molhando mais e mais, igual uma cadela no cio.
- Continua mamando, bebê. – William segurou sua garganta, apertando os dedos e o impedido de respirar. – Seja uma boa puta, prove pro seu papai que você só estava confuso mas que pode sim aguentar tudo que a gente quer te dar. Não pare.
- Você vai deixar ele mimado. – Louis rosnou contra o peito de Harry, olhando fixamente para William.
- Não vou, só quero ajudar ele a te provar que foi só um erro e que não vai mais acontecer. Ele vai se redimir quando sentar em nós dois de uma vez só, fazendo todo o trabalho até a gente gozar, não é, Harry? – William falava com a respiração engatada, o vendo assentir com os olhinhos brilhando em sua direção.
- Se ele ficar mau criado, você que vai consertar. – disse à contragosto, passando a estocar contra Harry com mais força e rapidez, descontando seu ódio. – Você já está largo demais só pra mim, Harry. Está na hora de ter nós dois, não é? Você prometeu pro Will que vai se redimir, então eu não aceito nada diferente. Estamos conversados? – Louis disse olhando em seus olhos e William soltou sua garganta, tirando o pau de dentro da boca dele. Harry puxou o ar com força, assentindo. – Palavras, Harry.
- Sim papai, eu prometo. – ele disse ofegante, sentindo Louis sair de dentro de si e gemendo dolorido.
- Pode tirar os dedos de dentro de você. – mandou vendo-o fazer, olhando pra bunda molhada e vendo o rabo aberto, piscando. – Lindo. – Grunhiu. Louis sentou na cama deixando as pernas abertas. – Vem aqui Will. – William obedeceu, sentando de frente para Louis com as pernas acima das dele, deixando duas bolas grudadas nas dele. – Assim. – Louis juntou os dois paus com a mão, subindo e descendo a mão neles. – Venha aqui Harry, são seus.
Harry engoliu em seco, olhando os dois paus e percebendo o quão grosso ficavam juntos, percebendo que na verdade ele não acreditava na sua capacidade de se abrir nos dois.
- De frente pra mim. – Louis mandou.
- Ok, papai. – Harry engatinhou até os dois, passando suas pernas ao lado das deles, segurando nos ombros de Louis e posicionando a bunda até sentir as duras cabecinhas na sua borda. Evitando contato visual com Louis, sentindo seu coração acelerado.
- Ei. – Louis o chamou, fazendo carinho em sua bochecha e o olhando nos olhos. – Não fique com medo, amor, não precisa se desesperar. Eu te castiguei pra te corrigir, mas não vou te machucar agora. Leve seu tempo. – Louis beijou seus lábios. – Você acha que aguenta, bichinho? Tudo bem se achar que é demais pra você. – Louis percebeu Harry se arrepiando e notou que William fazia carinho em suas costas, não podendo deixar de sorrir para o irmão. – Está tudo bem.
- Não vamos ficar bravos, Hazzy. Não precisa fazer se você não quiser. – William lhe deu um beijo na nuca.
- Eu quero. – Harry disse. – Eu quero mesmo, se eu não conseguir eu paro. Mas eu quero muito. – Ele apertou os ombros de Louis. – Você pode me beijar, papai? – Pediu, sentindo os lábios tocarem os seus. Ele suspirou, sentindo William passar a beijar suas costas, fazendo carinho em sua cintura. Relaxou, rebolando e esfregando o rabinho nas cabecinhas, descendo e sentindo a ardência de se alagar. Gemeu choroso e cravou as unhas nos ombros de Louis quando as duas cabeças já estavam dentro, choramingando com a dor. Louis soltou os paus, dando atenção ao pau de Harry, começando a masturbar devagarinho, o distraindo da dor. Ele foi descendo até estar completamente cheio e tremendo, sentindo William abraçando sua cintura e fazendo carinho em sua barriga. – Maninho. – Harry o chamou virando a cabeça colo conseguia. – Beijo. – pediu manhoso, recendo um beijo carinhoso e desajeitado dele.
- Você é tão bom pra gente, amor. – Louis elogiou cima respiração engatada, esfregando o dedão na fenda que soltava pré porra.
- Muito bom Harry, meu pau tá latejando dentro de você. – William disse entre gemidos.
- Sim, Will. Está tão apertado pra gente, não é? – Louis abocanhou um dos peitos de Harry, mamando e mordendo.
- Muito apertado, aguentando nós dois tão bem. Tão bonito e prestativo. – William o beijou novamente.
Harry sorriu feliz com os elogios, levantando o quadril e descendo bem devagar, gemendo alto e gritado quando as duas cabecinhas pressionaram sua próstata. – Puta que pariu. – xingou, ficando insano com os dois gemendo por sua causa. – Vocês são só meus, não são? Eu sou bom o suficiente para os dois. – rosnou baixinho, surpreendendo os dois que optaram por não repreender, apenas aproveitando o modo possessivo de Harry. – Meus.
- Só seus, ômega. – Louis disse. – Senta pro seus dois homens, amor. Deixa a gente maluco pra gozar dentro de você.
- Sim, papai. – Harry assentiu, começando a subir e descer mais rápido, não conseguindo não gemer alto, arranhando os ombros de Louis com a cabeça tomada no de William.
- Caralho. – William rosnou apertando a cintura de Harry com força.
- Isso, caralho Harry, caralho! – Louis passou a masturbar Harry com mais vontade, se controlando pra não estocar contra o aperto sufocante dele. – Consegue ir mais rápido, amor? – Perguntou extasiado, sentindo Harry passar a sentar mais rápido, forte, batendo a borda do cuzinho na pelve deles.
- Isso bebê, se fode na gente. – William gemia com os olhos revirando.
- Meu Deus. – Harry gemeu com as pernas tremendo , sentindo as coxas arderem. – Vocês podem me ajudar? – pediu.
- Sim bebê. – Louis sorriu ladino, segurando na bunda dele e William firmando as mãos na cintura, passando a levantar e descer o corpo dele. O usando literalmente como um brinquedo de foder.
À essa altura tudo se resumia nos gemidos estridentes de Harry, os rosnados possessivos de Louis e William e o bagulho dos paus fodendo Harry com força. Os cheiros se misturaram até virarem um só, os rosnados arrepiavam toda pele de Harry, o rabo apertado e quantos fazia os paus latejarem desesperados pra gozar. Tudo era fodidamente erótico.
- Posso gozar? – Harry pediu mole, chorando desesperadamente.
- Pode amor, mas a gente vai usar você só mais um pouquinho até gozar, sim? – Louis avisou, não tendo resposta em palavras, somente um Harry babando e tremendo, gozando entre seus dedos com força, a bunda expelindo muita lubrificação, como se gozasse por trás. Tudo ficou mais molhado e fervente, deixando os dois ainda mais insanos, subindo e descendo o corpo de Harry com mais força até Louis estar gozando forte dentro dele, o nó dele estourando e fazendo William gozar por ter seu pau completamente esmagado dentro de Harry.
- Você é perfeito. – Louis disse depois de alguns segundos em pleno silêncio, os três só tentando regular as respirações. – Muito perfeito, bebê. Deixa o papai beijar você, vem aqui. – ele puxou Harry pra seus braços, o beijando com cuidado e delicadeza. – Sabe que foi incrível pra gente, não sabe? – Sussurrou.
- Fui, papai? – Perguntou sorrindo bobo.
- Foi sim, amor. O melhor, sim? – Louis sorriu o beijando.
- Você foi incrível, Hazzy. – dessa vez foi William a dizer, afagando seus cabelos. – Mereço um beijo também?
- Sim. – Harry riu abobalhado, se virando como pode, sentindo William o abraçando e então beijando seus lábios com todo carinho do mundo. – Papai. – Harry chamou manhoso. – O maninho vai mesmo poder brincar comigo sempre?
- Não sei, meu bichinho. O que você acha? Você quer isso? – Louis não conseguiu não rir ao perceber o semblante de Harry. – É sério amor, não é uma pegadinha. Pode responder.
- Eu queria sim, papai.
- Então pergunte pra ele se ele te quer, bebê.
- Maninho, você quer me usar sempre que quiser? Você me quer?
- Claro que sim, Hazzy. É claro que sim. – William sorriu, voltando a beijar ele enquanto fazia carinho em seus cabelos.
- Então eu posso pedir uma coisa pra vocês? – ele falou sem jeito, procurando o olhar de ambos.
- Peça, amor. – Louis gemeu aliviado sentindo o seu nó desinchar.
- Maninho? – Harry esperou ele assentir. – Hm... Eu queria tomar o leitinho de vocês, sabe, juntos. – Harry corou, fazendo os dois rirem.
- Você quer engolir nossa porra, bebê? É isso? – William arrumou os cachos úmidos dele pra trás.
- É sim. – ele assentiu. – Vocês podem fazer isso por mim? Como minha recompensa, vocês disseram que eu fui bom. – Harry olhou com os olhinhos brilhando para os dois.
- Você não cansa nunca, não é, bichinho? – Louis sorriu ladino.
- Por favor, papai. – Ele fez bico.
- Tudo bem, cachorrinho. Mas a gente não vai fazer nada, você vai masturbar nós dois até ter o que você quer. Combinado? – William beijou sua bochecha, o vendo assentir.
-Combinado. – Harry sorriu, se levantando de cima dos dois e deitando no colchão, gemendo dolorido e sentindo seu rabinho arder.
- Oh meu deus. – Louis disse achando fofo, beijando sua testa e nariz. – A gente vai cuidar de você e do seu rabinho depois, tá bom meu príncipe?
- Coisinha mais linda, foi tão bom amor. – William beijou sua bochecha. – A gente vai dar um banho gostoso em você. Você é perfeito, bebê.
- Tá bom. – Harry assentiu. – Vocês podem...
Os dois riram, parando um de cada lado da cabeça de Harry, que prontamente segurou o pau de cada um em uma mão, deixando um beijinho na glande de Louis e depois na de William. Ele cuspiu nas duas, passando a descer e subir as mãos, prestando atenção no semblante de prazer dos dois que endureceram rapidamente contra sua palma. – Vocês foram tão bons pra mim. – Harry falou contido, fazendo o mesmo que eles fizeram por si, elogiando e cuidando deles. – Muito bons, cuidaram tão bem do meu rabinho e da minha boquinha. Eu estou tão, tão dolorido, vocês são tão grandes. – ele tinha a atenção dos dois para si, se sentindo quente, ambos passando a brincar com seus peitos. – O gosto do papai é cítrico, sabia, papai? E o do maninho é doce igual o meu. Vai ser tão gostoso sentir os dois na minha boquinha. Vou engolir tudinho, tudinho mesmo, vocês vão deixar o bichinho de vocês muito, muito feliz e satisfeito. – Harry colocou a língua pra fora e esfregou as cabecinhas juntas nela, passando a brincar e babar em ambas ao mesmo tempo enquanto masturbava rápido. – Gozem pro brinquedinho de vocês, por favor, o cachorrinho quer tanto, tanto o leitinho de vocês. – Ele cuspiu nas cabecinhas, voltando a brincar com elas juntinhas em sua língua, ficando maluco com o gosto da pré porra dos dois misturadas em seu paladar. – Meu papai e meu maninho, só meus, só pra brincar comigo. – Gemeu esfregando as coxas, fazendo os dois terem a mesma ideia ao mesmo tempo. Ambos passaram a apertar os peitos dele com uma mão e com a outra masturbar o pau duro dele, William o masturbando enquanto Louis massageava suas bolas. Harry gemia contra as glandes e se retorcia, masturbando mais forte, fazendo os dois gozarem em sua língua. Ele manteve a boca aberta, esperando os dois terminarem de gozar cada gota, só engolindo tudo quando ambos estavam olhando diretamente para si. Ao fazê-lo, Harry foi incapaz de não gozar também, mamando as cabecinhas e as deixando bem limpinhas como gostava.
- Will, o que acha da gente limpar nosso bichinho também? – Louis sorriu ladino, vendo William assentir. Os dois lamberam o abdômen todo sujo de porra, engolindo, os dois revezando em mamar o pau dele até estar limpinho também. William foi o primeiro a beijar sua boca, seguido de Louis. Eles beijaram as bochechas de Harry e os dois lados de seu pescoço, sussurrando palavras bonitas e de afirmação.
- Eu amo vocês. – Harry disse ofegante.
- Eu te amo, bichinho. – Louis sorriu.
- Eu te amo também, cachorrinho. – William beijou sua testa. – Vamos te dar um banho, sim? Com muita espuma, como você gosta. Lou, separa uma roupa e os cremes que ele usa, você deve ter alguma pomada também então, é, ela também. – ele riu meio atrapalhado por ter gozado a pouco tempo.
- Claro. – Louis riu junto.
- Vou encher a banheira. – Anunciou beijando Harry mais uma vez antes de ir até o banheiro.
- Papai, obrigado. – Harry sorriu molenga.
- De nada, meu ômega. Ei, você está cheio. – Louis se lembrou, acariciando sua barriga. – Nossos filhotes vão ser lindos, amor.
- Vão, papai. Muito lindos. – Harry sorriu. – Mas e se vier os do Will?
- Não vão, amor. Serão os nossos. – Louis garantiu. – Mas se vierem, ainda somos uma família, não é?
- Sim, papai. Ainda somos. – Sorriu tranquilo.
Louis levantou e separou uma roupa para Harry e uma para si, buscando uma para William em seu quarto também. Separou os cremes e as pomadas, levando Harry no colo até a banheira quando William chamou. Eles entraram todos juntos, Harry no meio encostado no peitoral de William enquanto ele lavava seus cabelos e as pernas em cima de Louis, que massageava seus pés. Eles lavaram seu corpo, seus cabelos, William massageou seus ombros enquanto Louis massageava suas coxas doloridas. Eles se lavaram e secaram Harry, vestido suas roupas antes de passarem o creme cheiroso por todo corpo de Harry e William cuidadosamente seguir o passo a passo da sua skincare. Eles passaram pomada da bunda machucada e no rabinho dolorido, não deixando de sussurrar o quão bom ele era. Louis trocou os lençóis e deitou na cama, trazendo Harry já vestido para deitar em seu peito, já sonolento. William foi andando em direção a porta, apagou a luz e abriu a mesma para sair.
- Não vai, maninho. – Harry se apoiou em um cotovelo. – Fica aqui.
William olhou para Louis com o resquício de luz que vinha do corredor, vendo ele assentir. Sorriu, fechando a porta e caminhando até Harry. Se deitou ao lado dele, Harry de lado deitado no peito de Louis e William abraço Harry por trás de conchinha, enquanto o mesmo segurava sua mão no meio do peito.
- Boa noite papai, boa noite maninho. – Harry deu um selinho em Louis e outro em William antes de finalmente se deixar dormir.
- Boa noite, eu amo vocês. – William respondeu.
- Boa noite, eu também amo vocês, pestinhas. – Louis brincou, tirando uma risada cansada dos dois.
"harry finalmente aceita a proposta de louis pra trabalhar ali no morro como um de seus homens"
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Harry descia da van olhando ao redor, sua mão segurava sua bolsa rosa ao canto de seu corpo. Seus olhos procuravam pelo lugar que Louis havia descrito pra si à alguns dias atrás. O bairro apesar de pequeno era movimentado pra caralho, obviamente Harry sabia que era porque ali era o morro.
Seguiu a rua e olhava por entre as casas a procura da que Louis ficava. Recebia elogios e assovios conforme andava pela rua com seu shorts pequeno marcando suas curvas e principalmente a de sua bunda com sua camiseta branca. Revirava os olhos e arrumava o cabelo quando finalmente encontrou Louis com uma bermuda larga e uma regata preta encostado na porta.
As tatuagens com a tinta preta colorindo sua pele bronzeada o deixando gostoso pra caralho, mas Harry nunca admitiria isso nem pra si mesmo. A glock na cintura com sua mão toda tatuada apoiada nela o deixava com um ar de poder, o qual Harry sabia que ele tinha afinal era dono do morro.
─ Ei, Louis! ─ Harry chamou com a mão levantada chegando mais perto do moreno.
Viu o rosto dele se iluminar e ele abrir um sorriso passando a mão pela boca.
─ Eai gatinho, o que a princesinha do bairro nobre tá fazendo aqui? ─ Louis perguntou cafajeste demais pra sanidade de Harry.
─ Lembra da proposta que você me fez há uns dias atrás? ─ perguntou mexendo na camiseta
Era óbvio que Louis lembrava, ele nunca fazia isso pra ninguém.
[...]
─ Gatinho manhoso para de fazer charminho pro pai aqui e vem trabalhar pra mim princesinha. ─ ele implorava ao menino que mexia em suas unhas. ─ Tô precisando de uma ajuda lá na boca, aqueles marmanjos não conseguem fazer nada naquela porra.
─ Sério Louis? Trabalhar na boca pra você? Só nos seus sonhos. ─ deixou uma gargalhada escapar.
─ Qual é princesa, eu vou te dar tudo ─ Louis passou a mão pelos cabelos ─ Pensa bem na minha ideia não é pra todo mundo que eu faço isso.
[...]
─ Deixou de ser marrento e aceitou minha proposta? ─ Louis perguntou portando um sorriso de lado.
─ Menos com esse ego, seu marginalzinho de merda ─ Harry sabia que ele era o único que podia falar assim com ele e que ele não faria nada.
─ Marginalzinho de merda, huh? Esse é novo, o marginal Tomlinson me deixava excitado pelo menos ─ baixou a cabeça como se estivesse triste.
Styles respirou fundo e revirou os olhos. Sabia que Louis era louco pra ter uma chance contigo e ele realmente não achava ruim, Louis era um gostoso pra caralho, mas precisava manter seu ego alto e Louis sempre lhe elogiando desse jeito fazia seu ego ser massageado.
Harry levantou a cabeça de Louis fazendo o moreno olhar em seus olhos.
─ Acho que você não precisa mais de mim né, tô indo ─ Harry virou de costas balançando os cachos na direção de Louis.
Porém não deu mais nenhum passo antes de sentir seu braço ser puxado
─ É claro que preciso gatinho, eu sempre preciso de você ─ sorriu cafajeste e acarinhou o rosto do menino.
Harry revirou os olhos e bateu no braço de Louis tirando o contato da mão do traficante com a sua pele. Louis fingiu dor assim que sentiu o tapa fazendo um biquinho com seus lábios, mas de nada adiantou porque Harry não lhe deu a mínima.
─ Para de ser idiota Tomlinson e me explica logo o que eu vou ter que fazer nessa merda ─ Styles bufou.
Louis puxou Harry pra dentro da casa e fechou a porta, os dois se sentaram na mesa onde Harry sabia muito bem o que Louis fazia ali.
─ Harry, seu serviço é simples você vai ser mais um dos meus fornecedores ─ Louis deu de ombros ─ É simples, você vai levar as mercadorias pros marmanjos dessa favela, só isso.
Harry estava com um sorriso no rosto, um sorriso ladino.
O garoto sempre viveu na parte nobre do Rio de Janeiro, nunca soube como isso funcionava, mas quando completou seus 18 anos, foi no seu primeiro baile ali no morro acompanhado de sua melhor amiga Lia, a garota tinha rolo com um dos traficantes dali e sabia que Harry sempre teve vontade de ir à um desses, mas ele sempre preferia obedecer aos pais.
Porém não lhe deu escolha quando chamou o amigo pra uma festa do pijama em sua casa, no final era só uma desculpa pro garoto finalmente ir ao morro aproveitar os bailes que viravam a noite.
No primeiro dia em que foi ali, naquele morro, conquistou o maior e mais respeitado homem dali. Louis. O dono do morro. Lembra de ficar o baile todo flertando com Louis, mas não passou disso e obviamente, a única vez que fez isso. Ele ainda culpava a bebida.
─ É só isso Louis? Não tem nada de complicado como eu achava que era? ─ Harry perguntou e Louis quase riu. Ele era inocente.
Louis respirou fundo e se recostou na cadeira, elevou seus quadris ajeitando a bermuda. Até nas simples coisas ele exalava poder.
─ Não é bem assim gatinho ─ Louis juntou suas mãos ─ Tem os homens, tá ligado que se eles te enquadrarem você tá fudido né? você tem que tomar cuidado.
Harry começou a roer as unhas.
─ Mas se você fizer tudo certinho e do jeitinho que eu mandar nada dá errado. ─ ele garantiu.
Harry obviamente tinha receio, o que seus pais pensariam de si se soubessem que ele estava virando um dos marginais do morro que eles tanto criticavam?
─ Tá Louis, vamo acabar logo com essa merda ─ teve um momento de confiança ─ Quando eu começo?
Louis sorriu ladino.
─ Quando você quiser, só preciso buscar a mercadoria – Louis falou com uma voz lenta.
Harry não podia imaginar que estava fazendo isso, ele podia sentir a ansiedade correndo dentro de si, mas ele queria ter um pouco de adrenalina na sua vida, qual é.
– É longe?
– Não, duas ou três ruas pra baixo.
Harry viu Louis analisar seu rosto, o olhar do homem era intenso em si e lhe deixava até mesmo envergonhado.
– Então vamos logo caralho.
Louis fingiu surpresa ao escutar o moreno falar o palavrão. Mas ele sabia que o menino era um oferecido de mão cheia, ele sabia disso desde quando o viu no primeiro dia no baile.
Os dois saíram da casa e andaram juntos até a casa onde ficava as mercadorias de Louis. Os outros funcionários de Louis separavam o pó e até mesmo maconha e colocavam em saquinhos, realmente trabalhando.
– Aí seus marmanjos – Louis chamou – Harry agora trabalha aqui, aqui não, ele vai entregar a mercadoria pra gente – Tomlinson viu os sorrisinhos maliciosos e os olhares desejos sobre o corpo de seu homem – Tirem esses sorrisinhos do rosto porra! Se eu souber que algum de vocês tentou alguma coisa com o meu homem, eu acabo com vocês tão me entendendo?
Os homens abaixaram as cabeças em sinal de submissão ao chefe. Harry não podia negar que se sentiu quando Louis lhe chamou de seu, mas não deixou transparecer pra aumentar o ego de Louis.
Tomlinson pegou algumas mercadorias que precisavam ser entregues e colocou na bolsa rosinha que Harry carregava.
– Vamos lá pra fora, esses filha da puta estão te olhando e comendo você com os olhos – Louis puxou Harry com uma carranca em seu rosto.
Louis não era idiota ele sabia que a favela toda cobiçava Harry por ele ser um mimado e gostoso, mas Louis já tinha o garoto em sua mão. Os dois estavam em frente à casa onde os homens de Louis trabalhavam quando tiros começaram a ser disparados.
Louis imediatamente abaixou e junto de si puxou Harry.
– Porra, fodeu Harry, se abaixa e me segue – Louis mandou e Harry obedeceu obviamente.
Os dois andavam por entre os becos abaixados. A polícia sempre fazia isso ali, e Louis até mesmo já estava acostumado, mas o garoto que tremia atrás de si não.
– Princesinha fica calmo não vai dar em nada – Louis segurou a mão de Harry e continuou a se afastar ainda mais dos policiais.
Entrou em um beco afastado e se encostou na parede, de fininho espiou a rua seguinte, mas como se tudo estivesse programado pra dar errado, dois policiais desciam a rua com metralhadoras armadas. Ele puxou o menino pra sua frente.
Harry imediatamente viu os homens que desciam e se aproximavam dos dois, e ele sabia que iria se arrepender do que havia acabado de pensar.
– Marginalzinho cala a porra da boca – Harry pediu a Louis que falava baixo consigo – Cala o caralho da boca.
Harry levou sua mão até a nuca de Louis e sem nem pensar juntou seus lábios. O beijo tinha sabor de perigo, obviamente, mas era gostoso pra caralho. Louis tinha pegada e Harry podia gemer em seus braços.
Tomlinson apertava a cintura fina de Harry e puxava o corpo contra o seu, os lábios entravam em uma disputa por controle.
Os dois policiais que desciam a rua apenas olharam a cena e deram de ombro subindo novamente.
– J-já chega – Harry separou o beijo.
Louis bufou e revirou os olhos, porra será que ele não o suportava? Sem pensar duas vezes trocou a posição com a dele. Suas mãos seguravam a cintura dele prendendo-o na parede, seu joelho no meio de suas pernas.
– Quem você pensa que é caralho? – Louis perguntou, seus lábios raspando com os lábios inchados de Harry.
Harry o olhava, tinha um brilho diferente em seus olhos e Louis jurava que tinha um sorriso pequeno e ladino em seus lábios, quase minimalista.
– Me responde porra, quem você pensa que é – Tomlinson olhou no fundo dos olhos de Harry.
Harry mais uma vez não soube o que responder.
– Já que não vai responder eu mesmo digo – Louis encostou sua testa na de Harry antes de criar o contato visual com ele – Você é a porra de um mimado do caralho, que acha que pode o que quiser na hora que quiser. Não é princesinha? Sabe que o papai aqui tá na sua mão e por isso faz isso comigo.
Louis mexeu sua perna causando uma fricção no pau de Harry.
Seus dedos subiram desde a cintura de Harry, passeando pelos seus mamilos durinhos, pra pararem em cima de seu pescoço apertando deliciosamente.
– Fala pra mim – Louis sussurrou – Você é uma puta mimada, não é? Tá louco pra que eu coma você aqui mesmo né? Bem aqui, nesse beco onde muita gente pode pegar você. – fez uma pausa – Já pensou gatinho, se te pegam aqui nesse beco, fodendo com o dono da porra toda?
Harry revirou os olhos, sabia que Louis podia ser cafajeste, mas não tanto.
Remexeu seu quadril a fim de encontrar fricção em seu pau com o joelho de Louis, mas esse último percebeu o que ele fazia.
– É tão sedento por pau assim que já tá até se esfregando no meu joelho. – Louis encostou os lábios no pescoço de Harry – Pede, é só pedir que eu faço, pede pro papai.
Harry deixou um resmungo escapar.
– Eu não vou pedir nada seu marginal – Harry empinou o nariz.
Louis sentiu seu sangue esquentar, em um segundo ele virou o corpo de Harry na parede novamente colando o rosto dele no muro e pressionando o seu pau na bunda gordinha dele.
– Cala a porra da sua boca seu mimado do caralho – Louis puxou os cabelos de Harry tombando a cabeça dele pra trás – Vou te mostrar quem é o marginal aqui.
Seus lábios se apossaram do pescoço de Harry, sugando a pele branca. Styles obviamente amoleceu nos braços de Louis, ele sentia muito prazer em seu pescoço e Louis lhe chupava tão bem. Com seus dedos virou o pescoço do menino alcançando a boca vermelha dele.
Sua língua se enterrou ali, na boca com sabor de morango. A outra mão de Louis apertava a bunda dele por debaixo dos shorts jeans, a pele lisa e macia provavelmente já ficava vermelha pela maneira que Louis apertava forte por entre seus dedos.
Virou o menino pra si e apertou dessa vez os mamilos gordinhos em sua mão. A cabeça do cacheado tombou pra trás e sua boca se abriu gemendo.
─ Awn....papai ─ Harry gemeu lento e sedutoramente.
Louis sentiu suas pupilas dilatarem e seu corpo se arrepiar, sem nem pensar duas vezes enfiou dois de seus dedos na boca dele e segurou o pescoço em sua mão.
─ De novo ─ a voz estava carregada de malícia ─ Fala de novo, me chama assim de novo gatinho.
─ De papai, Lou? ─ ele perguntou com uma cara pidona ─ Você gosta Loulou quando eu te chamo de papai?
─ Filha da puta.
Louis não esperou mais antes de colar sua boca com a do menino de novo, seus lábios brigavam por dominância. Assim como a mão de Louis que não tinha controle, passeava por todo o corpinho de Harry, seus mamilos eram apertados, sua bunda, e até mesmo seu pau as vezes era massageado pelos dedos de Louis.
Já o menino puxava os cabelos da nuca de Louis sabendo o quanto aquilo o afetava.
O beco já estava escuro, ali digamos que era a parte em que ninguém se arriscava a vir nesse horário, mas Louis comandava tudo ali, ele era o dono de toda aquela porra.
─ Gatinho, abaixa, abaixa e me mama ─ Louis pediu passando a mão pelos lábios de Harry ─ Eu tô ficando louco só de imaginar essa sua boquinha gostosa no meu pau.
Harry sorriu ladino e lentamente se pôs em seus joelhos, sua língua deixou um rastro sobre a ereção de Louis por cima dos shorts. Tomlinson imediatamente segurou os cachos com suas mãos fazendo um rabo no cabelo bonito, ele iria comandar a cabeça dele.
A mão de Harry desceu os shorts de Louis deixando a vista o caralho grande dele, as veias todas saltadas e vermelhas, o cacete pingando porra pela cabecinha, que já estava em uma cor arroxeada.
─ Chupa gatinho, chupa o cacete do papai ─ Louis empurrou a cabeça do menino em seu pau.
Os lábios imediatamente abrigaram a cabecinha de Louis, o gosto azedinho dançava em sua língua e ele virava os olhos toda vez que o pau de Tomlinson entrava todo em sua boca e batia em sua garganta. Os barulhos molhados deixavam Louis ainda mais tentado assim como a boquinha quente que esquentava seu pau de um jeito delicioso.
A língua rodeava todo o cacete de Louis, provando do gosto único que ele tinha. Sua mão as vezes ajudava nos movimentos, ele masturbava o que não cabia dentro de sua boca, mas como Louis gostava de mandar em tudo tirou a mão do menino de seu pau.
─ Abaixa a porra da sua mão e abre sua boca – ordenou a Harry – Vai aguentar todo o caralho do papai bebê? ─ perguntou acarinhando as bochechas de Harry.
Os olhos repletos de lágrimas e as bochechas vermelhas. O menino nem fez questão de responder só balançou a cabeça minimamente enquanto tinha a cabecinha de Louis em sua boca.
Louis segurou os cabelos dele mais forte antes de segurar seu pau pela base e levá-lo até a boquinha dele. Entrou numa facilidade surpreendente por já estar todo melecado, e de primeiro o menino não se engasgou.
─ Caralho de boquinha boa da porra ─ Louis gemeu jogando a cabeça pra trás e empurrando seu quadril na boca de Harry.
A baba do menino já escorria pelo queixo dele e molhava até mesmo seu pescoço. Ele estava literalmente destruído.
O pau entrava todo em sua boquinha e acertava sua garganta em todas as vezes e ele nem sequer se engasgava. Louis sorria ladino toda vez que ele sorria com o pau afundado em sua boca.
Harry nem tinha mais controle de seus movimentos estava totalmente entregue a Louis e mole, sua cabeça tombava pra trás e seus olhos estavam fechados recebendo todo o pau de Louis em sua boca.
Seu pescoço era adornado pela mão de Louis que segurava forte enquanto metia o pau bem fundo em si.
– Puta que pariu – Louis revirou os olhos – Deixa o papai gozar na sua boca gatinho?
Harry apenas fixou os olhos nos de Louis e juntou as sobrancelhas, como se dissesse sim, sem nem dizer uma palavra. Louis gemeu, e deixou um tapa sobre a bochecha de Harry.
Seu pau alcançou mais uma vez a garganta de Harry e foi o estopim pra que sua cabecinha liberasse o leitinho em toda sua garganta. Seus olhos ainda se mantinham conectados enquanto Louis gozava na boca dele, o pau entrava e saía ao mesmo tempo em que ele expelia seu leitinho.
– Lindo bebê – Louis elogiou ao ver o menino totalmente destruído com sua porra. – Agora fica de pé de novo pro papai te comer com os dedos, fica?
Harry fez questão de limpar o canto da boca suja de porra com o dedão e em seguida o chupar pra dentro de sua boca, atiçando Louis. O ar era fresco e vez ou outra batia um ventinho gelado que arrepiava a pele dos dois ali.
Styles se encostou na parede e puxou Louis para que começassem um beijo. As mãos de Louis imediatamente foram pra cintura do menino enquanto as de Harry seguravam o cabelo da nuca de Louis.
Louis mordeu os lábios no mesmo momento em que levou a mão até os shorts de Harry apertando por cima do tecido o pau do garoto. Ele se remexeu sentindo os espasmos por seu corpo.
─ Meu gatinho ─ Louis murmurou assim que sentiu o pau de Harry pulsar em sua mão.
Harry não emitia mais som algum, só revirava os olhos pra tudo que Louis fazia. Seus dedos apertavam seu pau por cima dos shorts enquanto a outra mão apertava a bunda gordinha por cima do jeans.
Louis se sentia nas nuvens, ou melhor ele levaria Harry as nuvens, ali mesmo, naquele beco. Tomlinson sentiu quando a mão de Harry procurou pelo seu pulso o puxando e começando a lamber atrevidamente seus dedos médios.
– Isso bebê, desse jeitinho, do jeitinho que o papai gosta – Louis murmurou enquanto empurrava seus dedos na boca dele.
Ele tremia sobre o corpo de Louis, sentindo seu pau ser estimulado pela mão grande de Louis e sua boca ser preenchida pelos dedos médios dele. Sua cabeça rodopiava, seus olhos viravam, suas pernas amoleciam e era impossível ele não pensar em quanto queria gozar.
Seu pau liberou ainda mais pré-porra na boxer que usava e o deixou ainda mais a beira da loucura. Sentiu Louis apertar sua cabecinha por cima do jeans e seus dedos se afundarem em sua garganta, no segundo seguinte Harry sentiu suas bolas se repuxando e seu estômago revirando.
– P-porra, p-porra – ele gemeu abafado – L-louis c-cacete.
Louis sorria ladino apertando o pau de Harry por cima dos shorts. Sentiu o corpo dele parar de tremer e não deixou que o menino respirasse, retirou os dedos da boca dele e o virou na parede.
– Abaixa a porra desse shorts – Louis mandou.
Harry tremendo desceu os shorts rápido junto com sua boxer, sua bunda vermelha pelos apertos de Louis, toda redondinha somente pra si. Louis levou os dedos que antes estavam na boca de Styles esfregando-o na entrada apertadinha dele.
Sentiu o menino tremer e sorriu mais uma vez sabendo que tinha controle sobre o corpo dele. Seus dedos rodearam o cuzinho de Harry, sentindo-o contrair em seus dígitos.
Beijou a nuca de Harry e empurrou seus dedos de uma vez na entrada do garoto, sentiu ele tremer sobre seus dedos e se apertar contra eles. Harry tinha a cabeça tombada pra trás sentindo os dígitos de Louis lhe abrindo deliciosamente bem.
O beco era escuro e silencioso se não fosse pelos gemidos que escapavam da boca de Harry, os dois tinham os corpos suados, pingando luxúria e tesão, era tudo tão sujo e explícito, mas quem se importava? Louis era dono do morro.
– L-louis....P-por favor...S-seu p-pau – o menino gaguejou.
Louis segurou o pescoço de Harry e beijou abaixo de sua orelha.
– Pede direito que eu dou, pede bebê.
Harry gemeu sentindo os dedos de Louis parados dentro de si, ele rebolou, mas Louis o repreendeu batendo em sua bunda.
– L-lou-
– Papai – ele o cortou novamente.
– P-papai....P-por favor, me come com seu caralho – ele implorou com os olhos chorosos.
Louis sorriu ladino e puxou seu dedo de uma vez da entrada de Harry, seu pau já duro pincelava a entrada de Styles sujando-a de pré-porra. Harry chupou dois dedos de Louis pra dentro de sua boca no mesmo instante em que ele empurrou seu pau pra dentro dele.
Louis ficou parado, sentindo o quão quente era o interior de Harry, tão apertado, tão bom. Harry começou a se empinar ainda mais em Louis, apenas rebolando devagar no caralho dele.
– S-se mexe p-papai – Harry pediu, manhoso como sempre.
Louis não esperou, somente voltou com seu quadril deixando somente sua cabecinha pra em seguida empurrar tudo de uma vez, causando um barulho alto no beco, junto do gemido de Harry. Louis estocava em Styles continuamente, suas estocadas eram rápidas e fortes.
As pernas de Harry ficavam bambas a cada vez que Louis apertava o pau dele e acertava seu ponto G, era tudo tão intenso e gostoso que Harry gemia alto, seu corpo pulava pra cima com os impulsos que Louis dava com suas estocadas.
– Escandaloso – Louis tampou a boca dele impedindo que ele gemesse. – Parece uma vadia, que geme pra chamar a atenção.
Harry revirou os olhos.
Tomlinson sentia seu corpo arrepiado, Harry era gostoso pra caralho, seu cuzinho lhe abrigava tão bem, seu pau pingava no chão do beco e sua bunda balançava com as estocadas fortes que Louis dava.
Era tudo sujo, tudo tão repleto de luxúria.
– Isso Lou, mais por favor – Harry pedia abafado rebolando contra o caralho de Tomlinson.
Louis segurou o pescoço de Harry e aumentou a velocidade de suas estocadas, quem passasse por ali provavelmente escutaria o som alto do barulho das peles se chocando como também escutaria os gemidos altos e gritados de Harry. O caralho entrava fundo dentro dele, o comia com força como ele havia pedido, como havia implorado pra Louis fazer.
Era impossível pra Louis não gemer sentindo o aperto gostoso que Harry deixava em seu pau a cada vez que ele empurrava com força o corpo mole do garoto. Louis sentiu Harry tirar seu pau de dentro de si e se virar pro traficante portando um sorriso cafajeste em seu rosto.
Styles puxou o pescoço de Louis e beijou seus lábios e sussurrou bem baixinho apenas pra que Louis escutasse.
─ Deixa eu sentar em você um pouco? ─ murmurou baixinho.
─ Porra é claro que eu deixo, cacete.... ─ Louis puxou o menino pro seu colo segurando as coxas grossas dele.
O pau de Louis foi direto pra entrada de Harry a cabecinha entrando já sem nenhuma dificuldade, o corpo de Styles todo mole no colo de Louis era arte. O pau de Harry raspava no abdômen de Louis e o sujava assim como também estimulava o garoto, que a cada vez que descia sobre o caralho de Louis sentia seu pau ser estimulado também.
– L-lou......P-papai.. – Harry gritou quando sentiu Louis estocando em seu pontinho.
– É gostoso assim bebê? – Louis perguntou chupando a pele do pescoço de Harry – Você vai gozar gatinho? Hm? Responde pro papai amor.
Harry revirou os olhos sentindo sua próstata ser atingida todas as vezes em que Louis empurrava o caralho em si, sua bunda ficava vermelha. Sentiu Louis levar a mão até seu mamilo e puxar.
Foi nesse momento em que Harry contraiu seu cuzinho, jogou seu pescoço pra trás e abriu a boca em um “O” perfeito sentindo todo seu corpo ser atingido pelos arrepios gostosos. Todo seu corpo tremelicava no colo de Louis enquanto esse mordia seu pescoço.
O peito de Louis estava todo molhado pela porra de Harry enquanto o menino sentia ainda os espasmos.
– Minha vez bebê – Louis voltou a meter em Harry.
O garoto estava mole, mas ainda assim viu esse levar os dedos até a porra dele em seu peito e em seguida colocar em sua boca se deliciando com o sabor azedo em sua língua.
– Abre a boca pra mim – Louis pediu levando os dedos médios sujos de porra pra língua de Harry. – Seu gosto é ótimo bebê.
Harry chupou os dedos olhando piedosamente pra Louis, seu cuzinho se contraia a cada estocada de Louis dentro de si, dessa vez queria que o homem o deixasse cheio de porra.
– Porra...Só mas um pouquinho – Louis gemeu.
– P-papai...Dentro de mim dessa vez, por favor, me deixa cheio de você – Harry gemeu manhoso na orelha de Louis.
O moreno sentiu o formigamento comum nos dedos do pé e logo todo seu corpo era preenchido pela sensação gostosa, seu pau começou a liberar a porra quentinha dentro de Harry.
As estocadas agora eram mais molhadas pela porra que já escorria pelo cuzinho de Harry. Ele continuou a meter até que parasse de expelir porra e que o corpinho de Harry parasse de tremer.
Desceu o garoto de seu colo e subiu o shorts dele, apertando a bunda no movimento. Subiu sua bermuda e com a sua camisa limpou a porra de Harry que estava em seu peito. Os dois iniciaram um beijo meloso e lento.
– Você não é de todo tão ruim assim – Harry murmurou baixinho continuando a beijar os lábios rosados de Louis – Quer comer um pastel na barraca da tia Neusa?
Louis sorriu ladino.
– O que um chá de pica não faz não é? – murmurou apertando a cintura de Harry.
Continuou rindo mas sentiu um tapa estalado sendo desferido em seu pescoço.
– Brinca mais seu idiota – Harry resmungou colocando sua camisa.
– É brincadeira amor, e é claro que a gente vai comer um pastel lá na tia Neusa.
Louis beijou os lábios de Harry mais uma vez puxando o garoto cacheado pela mão, o levando pra barraquinha de pastel.
♡ —— onde louis ensina sua irmãzinha a ser uma boa namorada.
☆. avisos: h!inter (com boceta e seios), humilhação, dracrifilia, degradação, humilhação, negação de orgasmo (leve), manipulação, spaking, falsa simpatia e desuso de preservativo.
INCESTO NÃO-SANGUÍNEO.
🐇— diferença de idade: louis29 harry18
! - lembrando que se algum desses assunto lhe deixar desconfortável, é recomendado que não leia, preserve sua saúde mental.
plot feita pela: @tpwkis4 <33
wc: 3.7k
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Harry sentia o palpitar de seu coração cada vez mais rápido ao decorrer do dia. À noite ela teria um encontro com seu novo namorado, Nick, e ela sabia perfeitamente o que ele planejava para o final do dia.
A garota passara manhã e tarde nos confins da internet, procurando saber fazer o certo na hora do ato e nada, nenhum lugar sabia a explicar com clareza, ela só achava sites pornôs que se sentia enojada demais para assistir.
Certa hora, Harry cai sobre seus lençóis rosa bebê de sua cama e choraminga baixinho. Ela não entendia porque era tão complicado se sentir confiante para apenas ir ter sua primeira vez como qualquer outra adolescente sem experiência. Styles obrigava-se a entender tudo antes de lhe entregar para Nick.
— Hazz? — uma voz pouco rouca resmunga do outro lado da porta. Era óbvio quem era. — Posso entrar? — ele continua.
— Entra, Lou. — Harry se senta novamente, com uma perna dobrada sobre a outra, ela repousa uma de suas mãos na coxa enquanto a outra arruma seus cabelos rebeldes.
Um homem berando aos trinta entra no quarto repleto de posters da Hello Kitty, ursinhos de pelúcia de tamanhos variados e um carpete branco felpudo abaixo de seus pés, carregando uma bandeija de comida.
— Você não saiu do quarto uma vez hoje, então trouxe algo para você comer. — Louis dissertou conforme caminhava até a cama da garota.
Quando William sentava-se sobre o colchão, Harry observou como seu meio-irmão era um homem bonito. Com certeza ele já havia ficado com várias mulheres e, provavelmente, pelo menos uma delas não era experiente, ele tivera que ensiná-la, certo? Não iria descartar uma garota apenas por falta de prática, Louis não era um babaca.
Pensando nisso, Harry concluiu que, sendo parentes, mesmo não sanguíneos, Louis explicaria a ela de uma forma fácil para o entendimento básico. Afinal, ela era sua irmãzinha e ele não negaria isso a ela, não é?
— Lou... — com a voz mansa, Hazz coloca a bandeija de lado, que ao olhar de relance continha algumas frutas picadas em cubinho numa tigela e uma garrafa de danone de morango, empurrando-se para mais perto de Tomlinson. Os olhinhos de cachorrinho abandonado em sua expressão. — Você sabe que eu, basicamente, já sou adulta e Nick e eu estamos namorando a algum tempo...
Styles respira fundo, sabendo que existe uma possibilidade de Louis apenas sair do quarto e não à responder devidamente. O homem odiava Nick. Harry duvidava se era pelo simples fato de seu irmão sentir ciúme da irmãzinha dele namorando um garoto mais velho, já que Nick tinha 24 enquanto ela tinha 18, ou se havia algo mais.
— Hoje temos um encontro... — esclareceu de uma vez, os pelos de sua nuca arrepiando-se pelo olhar profundo que recebera de William. — Eu acho que ele quer dar o próximo passo na nossa relação! — murmurou rapidamente, desviando o olhar nervosa.
— E você não quer? — antes que a garota pudesse respondê-lo, Tomlinson continua, agora com as sombrancelhas franzidas — Olha, Hazz, se ele tiver te forçando a alguma coisa...
— NÃO! — Styles o interrompe. — Eu quero isso, s-só não sei muito que fazer ou como fazer. — encolhe-se envergonhada, a cacheado se sentia tão exposta. — Você me ensina?
— E como eu faria isso? — seriamente, Tomlinson a perguntou, seu olhar duro sobre ela.
— Bem, eu pensei que não seria tão difícil já que você, possivelmente, já ensinou outras garotas — explica, criando coragem o suficiente para voltar a encarar o meio-irmão, vendo-o enrugar os lábios.
— Você quer que eu te ensine como eu as ensinei? — devagar ele pergunta, compreendendo aos poucos onde aquela conversa estava sendo levada. A cacheada apenas assente envergonhada, as bochechas coradinhas entregando que ela sabia exatamente a forma que o mais velho iria a ensina-lá.
— Por favor, louzinho... Eu quero ser boa para ele — Harry não sabe ao certo em que momento os olhos de William se tornaram escuros, mas no próximo segundo, suas costas já estavam deitadas sobre seu colchão e o homem mais velho ajustava-se entre suas coxas gordinhas.
Seu coração nunca bateu tão rápido em toda a sua vida, o susto foi tanto que os olhos verdinhos encheram-se de água e a forma bruta que Louis percorreu sua mão pela cintura dela, a apertando, não ajudou as lágrimas a não cairem.
Louis, por sua vez, estava hipnotizado, concentrado demais em sentir a pele leitosa da garotinha sobre seus dígitos. Ela era perfeita, ele se sentia tão sortudo por ser o primeiro a corrompê-la.
— Agora, hazzy, minha garotinha vai ficar bem quietinha enquanto eu te ensino a ser uma boa vadiazinha, não é? — o homem observa a outra assentir copiosamente, sua respiração irregular. — Abra as pernas. — ditou, não esperando tanto tempo antes de desferir um tapa na coxa de Styles, forçando-a a abri-las.
— Desculpa, deculpa! — a menina implora gritando, suas mãoszinhas caminham até seu rosto para secar as bochechas encharcadas.
Impaciente, Tomlinson tira as roupas dela de forma ágil, seus olhos brilhando ao ver a grutinha pulsante da outra, era tamanha a vontade de toca-la que ele o fez sem pensar.
— LOU! — Harry se contorce em uma tentativa falha de fechar as pernas, coisa que é impedida pelo braço livre de William as segurando.
— Fique quieta, porra — seus dedos logo estão circulando a xotinha de garota, ignorando os gemidos manhosos que esta proferia pelo ato. Tão bom quanto apenas encostar, Louis descobriu ser ainda melhor estar dentro dela quando se enfiou, sem aviso, na buceta. — Eu vou enfiar mais um, princesa. — Informou e fez, sem esperar uma resposta.
— A-ah... — os dedos longos de Louis iam fundo na bucetinha da irmã, ela, por sua vez, se contorcia em êxtase, sentindo seus olhos revirar-se fortemente e suas pernas tremerem. — P-Por que eu me sinto assim? — suas falas eram arrastadas e cheias de gemidos entre as palavras.
— Isso é o que você sente quando eu te toco, gatinha. — o melzinho da xotinha de Harry molhava todos os seus dedos. A visão que ele estava tendo nesse momento, a memória de ser a primeira pessoa a abrir sua garota daquela forma, nunca sairá de sua mente. — Porque só eu sei tocar uma vadiazinha burra como você — Ele viu Hazz negar com a cabeça como podia, isso o fez acelerar ainda mais o movimento de seu braço. Louis sentia seu pau mais apertado a cada minuto que passa dentro de seu short, uma vontade quase incontrolável de apenas o tirar para fora e se afundar dentro daquela buceta rosada.
Styles não conseguia raciocinar, ela sentia seu mundo apagando e voltanto, seu corpo tinha espasmos e seu melzinho saia de si como uma cachoeira.
Mentira seria dizer que Harry era totalmente inocente, ela sabia muito bem o que estavam fazendo e como tudo aquilo era errado, mas sua mente implorava para deixá-la desfrutar de tamanho prazer, seus olhos pidões indo e voltando em direção a virilha do irmão mais velho.
Louis sabia de tudo aquilo.
— Você é tão desesperada por um pau que veio se rastejando até o mais próximo de você, não é? — rapidamente, louis tira seus dedos de dentro da grutinha de Harry e leva até os lábios da garota, a forçando a os abrir e sentir seu próprio gosto docinho. — Acha que eu não sei que é uma puta, Harry? — a voz grossa sussurra no pé de seu ouvido, baixa e melodiosa. — Que não escutava quando você enfiava esses dedos dentro da sua buceta enquanto tomava banho?
— L-Lou — sente um tapa ardio em seu rosto, sua fala saindo engasgada pelos dígitos em sua língua. Os olhos de Harry enchiam-se de água, ela nunca se sentiu tão humilhada e tão excitada.
— Me peça, princesa. — E sendo a boa garotinha que era, Harry entendeu perfeitamente o que seu irmão queria dizer e sentiu uma lágrima escorrer por sua bochecha antes de dizer:
— Fode minha bocetinha, papai....
— Papai, uh? — Um largo sorriso surge nos lábios de Louis, satisfação brilhando em seu olhar. — Eu vou acabar com você, bichinho.
As mãos nervosas saem do corpo da garota apenas pelos breves segundos em que se direcionaram a calça jeans preta que o mais velho usava, abrindo os botões e o deixando completamente nu em uma velocidade descomunal.
O Tomlinson não era um santo, muito longe disso. Em sua faculdade, substituindo a seriedade e plenitude de alguém que cursava direto, Louis era conhecido por todas as mulheres que já passou uma noite, nada mais que isso. Claro, eram várias, diversas, mas nenhuma o fez ficar tão exitado em segundos como sua irmã havia o feito sentir, apenas estando parada e gemendo seu nome.
— Vem cá, cachorrinha. — sentando-se encostado na cabeceira da cama da outra, Louis a chama, sinalizando com batidinhas em suas coxas, agora, descobertas.
Harry engatinha até ele choramingando, sua xotinha pulsava tanto, ela precisava do irmão dentro dela, seus olhinhos de cachorrinha imploravam por isso. Ela era uma boa garota, afinal, por que Louis não havia a dado o que quer?
— Papai vai comer minha bucetinha agora? — indadou manhosa ao se sentar onde deveria, o bico dos seus lábios cheinhos e rosas logo se desfez quando Tomlinson o pressionou contra os seus.
— Pare de ser apressada, filhote — Edward sentiu o momento exato que suas coxas começaram a ser alisadas, os dígitos as vezes escorregando para a parte interna e quase tocando sua grutinha tão necessitada. — Você não vê como está sendo patética? Eu estou apenas te dando um carinho e você está se esfregando na minha perna como uma cadela no cio. — de fato, em algum momento após o início da carícia, Harry começara a esfregar-se contra a coxa do mais velho, não sabendo controlar seu desejo.
— Desculpa, Lou — choraminga, seu rosto indo de encontro com o pescoço do outro, escondendo-se lá envergonhada. — Mas é que eu preciso tanto do seu pau em mim, eu preciso mesmo, papai. Você pode me dar ele, por favor?
— Claro que eu vou, princesa, fica calma — Acaricia a bochecha dela, vendo-a inclinar-se sobre sua palma em busca de mais daquele afeto. Surpresa, de fato, ela ficou ao receber um tapa ao em vez disto, observando o sorriso sádico do mais velho se tornar ainda maior. — Você é tão burrinha, filhote, como consegue? — Louis nega com a cabeça, um riso irônico saindo por entre seus lábios — Você me chamou até aqui para lhe ensiar a ser uma boa garota, não é? — a menina assente — Certo, então primeiro eu preciso adestrar a minha cachorrinha.
Styles é derrubada de volta na superfície se seus lençóis, suas pernas se encontravam arreganhadas com William as segurando de tal forma.
— Responde pra mim, irmãzinha, quem é seu dono? — espera poucos segundos, escutando apenas um choramingo vindo da citada — Responde, sua puta! — uma série de cinco tapas são desferidos na buceta aberta de Harry, que grita desesperada, seu melzinho transbordando tanto que escorre até seu cuzinho, melando toda a região.
— O-O papai! O papai é meu dono, só ele! — responde, finalmente, engasgada. Saliva escorria do canto de seus lábios até a fronha do travesseiro. Harry estava em um estado deplorável e sabia que Louis estava apenas começando.
— Boa garota. — Louis nota quando um pequeno sorriso satisfeito aparece no rosto da garota. — E como uma boa garota, você vai gozar apenas com o papai batendo da sua xotinha, não vai?
— E-Eu não consigo, papai... — tenta negar. Os dedos do Tomlinson ainda estavam em cima da sua buceta, e ela, em busca de qualquer coisa que a satisfaça, rebola contra eles.
Percebendo isso, Louis volta com a série de tapas, irritado com tamanha ousadia. Harry esperneia e tanta fugir do irmão, que a mantém firme no lugar.
— Você está maluca, porra? — um último tapa é dado, momentos antes de Louis se inclinar para ficar totalmente nu, retirando a camiseta que ainda usava. — Quem você pensa que é para fugir de mim assim? — berrou transtornado, a raiva tomando conta de si, até que ele levanta e sai do quarto, deixando Harry bem confusa para trás.
Não tardou para o mais velho voltar, portando consigo uma coleira rosa, Styles instantaneamente a reconheceu. A casa onde moravam tinha uma cachorrinha chamada Lola, Louis comprara aquele acessório para a mesma a algumas semanas.
— Vem aqui agora. — Harry obedeceu, levantando da cama com as pernas tremulas, seu líquido especial correndo por suas pernas e pingando no chão. — Ajoelha! — No momento que a garota faz o que foi ordenado, Tomlinson passa a coleira por seu pescoço, um pingente prateado com um L cravado reluzia à luz do quarto. — Isso é para você lembrar à quem pertence, você é minha, Harry, não tem como fugir de mim. Eu sempre vou te encontrar.
Styles deveria estar concentrada no que era lhe dito, estava levando uma bronca por ser uma má irmãzinha, afinal. Mas o pau grosso e babado de pré-semen sobre o abdomem de Louis a chamava mais atenção. Era tão bonito, tão grande, ela poderia morrer engasgada com sua porra e se sentiria realizada.
Suas mãozinhas vão ao meia de suas pernas, ela era uma garota burra e sabia que seria punida pelo que está fazendo, mas ela precisava de alívio, sua buceta doía tanto.
— Você não aprende mesmo, não é, cachorrinha? — suas unhas se cravam no couro cabeludo dela, arrastando sem se importar de volta para a cama, jogando-a de qualquer jeito no colchão. — Eu ia ser gentil com você, Hazz, ia mesmo, mas como eu infelizmente reparei que você só é uma puta sem valor, eu vou te tratar como uma.
Os próximos segundos são resumidos em Louis enfiando seu pau brutalmente na entrada da garota, gemendo rouco pelo aperto de estar no interior de uma bucetinha virgem. Ele entrou tão rápido, que Harry ao menos teve reação, sua boquinha aberta e os olhinhos verdes caindo lágrimas foram a única coisa que fez durante um tempo.
— P-Papai... D-Dói... — o choro, agora, era alto. Harry se entorcia e batia nos braços fortes de Louis, a dor era insuportável mas tão gostosa ao mesmo tempo que ela rebolava do pau do outro em movimentos involuntários. — Tira, por favor...
— Me pede para tirar mas está se esfregando igual um putinha no pau do papai — Tomlinson ainda estava parado, esperando a garota se acostumar com seu tamanho e com a invasão. Por mais prazeroso que seja ver sua irmã chorar de dor por estar sendo comida como a vádia que é, ela ainda era virgem e Louis não queria de fato trazer uma memória ruim da sua primeira foda. — Presta atenção, eu vou me mexer e te comer até você não aguentar mais, está me ouvindo? — Harry assente devagar, o choro cessando aos pouquinhos conforme ela se acostuma. — Eu quero que me diga uma palavra que me fassa parar, para me avisar que você não quer mais, okay?
— Melancia. — com isso, os movimentos leves se inicial. William entrava e saia de sua irmã, aumentando o ritmo gradativamente, uma de suas mãos vão aos seios de Harry, apertando enquanto a outra segurava sua cintura. — P-papai... — a sensação de ter seu irmão mais velho a comendo daquela forma era surreal, sempre o observou e teve desejos com o corpo do outro tão perto de si, mas isso? Isso era um sonho, que Harry teve o prazer de realizá-lo.
— Você é tão deliciosa, amor. Uma putinha tão boa de comer. — Edward gemia com os elogios, Louis sabia como a garota amava ser elogiada, descobrindo, agora, que no mesmo tanto de ser degradada.
As estocadas ficaram rápidas, virmes e brutas. Tomlinson não tinha barreiras o impedindo de fazer quaisquer coisas, isso se tornando um fato ao ouvir a garota pedindo por mais, gemendo seu nome.
— Papai eu... Eu preciso... — uma sensação imunda o ventre de Styles, sua buceta queimando em resposta. — S-Sai... — Ela não entendia o que estava por vir, entretando, Louis tinha uma noção e, querendo que aconteça, começa a estimular o grelinho dela. — N‐Não, papai, para! E-Eu.... — Harry joga a cabeça para trás gemendo alto quando jatos de um líquido transparente molham o abdômen de Louis, explusando seu pau do interior. Ela havia esguichado.
Maravilhado não chega nem aos pés de como Tomlinson se sentia naquele momento. Ele estava tão orgulhoso de si mesmo e da sua garotinha. Seu pênis pulsava e pré-porra descia por toda a extensão.
— Você é tão perfeita, bichinho, tão fudidamente gostosa. — William observa quando os olhinhos fechados da mais nova se abrem e, em vez de o encarar, encara seu pau, um brilho faminto surgindo na imensidão verde de sua íris. — Você quer, gatinha? — Louis segura sua extensão, a balançando conforme aproxima seu falo da boquinha rosada de Harry.
— Por favor, papai — Mesmo com a voz fraca de tanto gritar, ela implora, suas pequenas mãos querendo encostar no irmão, mas não o fazendo por receio dele se afastar por não ter pedido permissão. Sua língua é posta para fora, lambendo a cabecinha do pau de Louis, ao mesmo tempo em que olhava para o mesmo em aprovação. Louis, por sua vez, se encarrega de segurar os fios da Harry, forçando-a a abrigar toda sua extensão, chegando até a garganta da mesma.
Harry se engasga, obviamente, mas isso não impede Tomlinson de continuar metendo em uma boquinha sem dó nem piedade. A garganta vibrava conforme Styles gemia, isto causando um enorme prazer no irmão, que não parou os movimentos até sentir sua virilha formigar, sabendo que seu orgamo estava próximo. Entretanto, ele não continuou naquele posição sabendo desse fato, se encarregando de voltar para entre as coxas de Harry e meter seu pau em sua grutinha, lentamente desta vez.
— O papai me come tão bem, minha bocetinha gosta tanto de abrigá-lo dentro dela — elogia delirando, tonta por tantas sensações sentidas em poucos segundos. Seu ventre formigava novamente e ela, agora, tinha certeza que gozaria em breve. — E-Eu estou vindo, papai...
— Eu não deixei você gozar, Harry. — ditou conforme metia de forma lenta na irmã. — Você só pode gozar depois que eu gozar. — Informou, ouvindo o choramingo de Harry. Os olhos da garota se encheram de lágrimas novamente, por que ela não podia se aliviar? — Se for uma boa cachorrinha, papai deixa você gozar junto com ele. — Louis sabia que havia uma grande possibilidade de gozar em poucos minutos, com isso, ele leva seus dedos para o clitóris de Styles, o amassando no mesmo ritmo de suas penetrações.
Não tardou para seus orgasmos vieram, juntos, como Tomlinson ordenou.
Louis ainda fica um tempo dentro de Harry, saboreando a sensação que era seu aperto, antes de se retirar e ver sua porra deslizar pela bucetinha judiada até o cuzinho da garota. Uma vista que facilmente o deixaria duro novamente.
— Papai... — Harry o chama, ganhando sua atenção. — Obrigado por me ensinar a ser uma boa garota. — ela agradece em um filete de voz, rouquinha.
— Minha cachorrinha — Louis se caminha até estar deitado, com sua irmã em seu peito. — Você sempre foi uma boa garota, mas o papai quer que seja só a garota dele. — sua voz é mansa, um carinho era feito nos cachos de Harry.
— M-Mas e o Nick, papai? — A bochecha rosada se arrasta no peito de Tomlinson, seu olhos verdes encarando o outro em confusão.
— Ele é só um idiota que estava com você apenas para te comer, minha gatinha. — William encara Harry de volta, seu rosto transmitindo uma calmaria não existente em seu interior ciumento. — Eu amo você, eu nunca iria embora depois de usar seu corpinho como ele faria.
— Mesmo? — seu olhar brilha, ela amava tanto seu papai, confiava nele com sua vida. — M-Mas o quê eu faço? Não vou ao encontro amanhã? — perguntou, sentando-se na cama e gemendo no processo pela fricção de sua xotinha com o lençol.
— Claro que vai, meu amor, o papai que dar um último presentinho ao seu namorado antes de você ser só a minha putinha particular...
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Eram por volta das quatro da tarde, Londres estava cinzenta e silenciosa, um vento gélido percorrendo a cidade e se chocando com a pele branquinha e descoberta de Harry. Ela estava em pé no meio de um parque vazio, próxima a um carro preto que conhecia bem, esperando Nick para o encontro tão aguardado. Ele estava atrasado, por sinal.
Suas mãos tremiam e suas bochechas coradas entegavam o quanto ela estava nervosa para aquele encontro mas, afinal, o encontro ainda iria acontecer?
Seus pensamentos são deixados de lado quando Edward vê a cabeleira loira do, futuramente, ex-namorado se aproximando.
— Oi meu amor — Nick sorri, tentando beijar Harry que desvia, um olhar pouco irritado surgindo em sua face.
— Nick eu quero terminar com você — diz de uma vez, não tardando em fazer o que Louis ordenou a si e contrair a xotinha descoberta por um calcinha e deixar a porra que ele havia depositado minutos atrás dentro de si escorrer por suas pernas, por debaixo de uma sainha branca quase transparente.
— Como assim, meu bem? — Nick desvia o olhar quando nota algo escorrendo pela perna da garota. — O que é isso, minha linda?
— A porra do meu dono. — informa confiante, um orgulho brotando em seu peito por não tremular sua fala.
Finalmente, o loiro nota as marcas pelo corpo de Styles, os roxos no pescoço que iam descendo até os seios avantajado, os lábios inchados e suas coxas vermelhas em tapas.
— Dono? — Atordoado, ele pergunta se afastando sutilmente.
— Louis é meu dono agora, eu nunca mais quero te ver, Nick! — então, ela abre a porta do carro e se direciona para dentro, ignorando completamente os chamos do ex.
— Você foi muito bem, bichinho. — um sorriso nasce no rosto de Harry, que se vira animadinha para encarar seu papai, que a olhava orgulhoso. — Vem cá, vou te dar um recompensa.
Com as pernas para cada lado do corpo do mais velho, Edward se encaixa para sentar-se sobre o membro de seu irmão mais velho, feliz e realizada.
E Nick, ainda do lado de fora, apenas ouve os gemidos manhosinhos de Harry, o carro balançando conforme ela quicava no pau de Louis.
— Eu te amo, cachorrinha. — Louis diz, ajudando-a com os movimentos contínuos.
— Amo você, papai — Harry respondo entre gemidos, segurando o rosto do mais velho e o beijando apaixonada.
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é isso, bichinhos!! 💌 eu espero mesmo que vocês tenham gostado, foi a primeira one que eu escrevi aqui e, com certeza, a que eu mais escrevi 😞 muito muito obrigado por lerem e até uma próxima💗
゚・:*✿Onde Harry conhece o titio Louis pela primeira vez e transforma sua festa na piscina em sua oportunidade perfeita para rebolar a bucetinha na coxa do mais velho
Conteúdo Homossexual
-Desuso da camisinha
-Ltops/ Hbottom
-Harry inter! Harry com bucetinha
-Incesto explicíto! Tio e sobrinha
Diferença de idade: Louis: 35, Harry: 18
-Voyeurismo
-Spit Kink
-Exibicionismo, without plot!
**Por favor, leiam os avisos!! Amo vocês, beijinhos**
✿
O biquíni fininho e com sua coloração de azul que quase se tornava transparente quando molhadinho, adornavam o corpo magrinho e cheio de curvas do cacheado. Que, no momento, tinha os olhos verdes como uma grama saudável e se encontravam um pouco mais sensíveis que normalmente pelos raios solares que machucavam um pouco.
Tomava um banho de sol próxima a piscina, para que tivesse uma marquinha de bronze bonita e chamativa assim que terminasse, apostando em um creme bronzeador e bastante protetor solar para que sua pele branquinha não ficasse vermelhinha como um pimentão.
O garoto de dezoito anos havia terminado o ensino médio a alguns meses e se preparava para entrar em uma boa universidade, enquanto isso, tirando um tempinho para cuidar de si e não encher a mente com estudos novamente. Gostaria de cursar pediatria, tem certeza que se daria incrivelmente bem cuidando de crianças, adorava bebezinhos e os seus pezinhos minúsculos.
Não houve necessidade de realmente se importar com suas notas para passar em algum teste ou conseguir uma boa bolsa em talvez uma universidade reconhecida, desde que pertencia a Elite de Londres. Não tinha certeza sobre como seu pai lucrava tanto com a empresa da família onde seus tios trabalhavam também ou talvez em que setor pertenciam mas dava muito certo. Havia muito patrimônio acumulado.
Não precisou se preocupar com o que gasta desde pequeno, assim como não se importou ou quis dirigir a empresa da família quando seu pai atingisse a velha idade, preferindo seguir com o que gostaria de cursar. Assim como Des Styles possuía outros planos para o próximo coordenador da grande franquia de empresas e talvez viesse a pertencer ao seu irmão, Tomlinson, mesmo que não fossem próximos.
A avó de Harry sempre foi muito tradicional com todas suas ideias e crenças. Encarava Louis como seu filho desvirtuado e Des como o garoto que havia dado certo e tinha seu futuro traçado, apesar de Louis ser o caçula dentre os dois irmãos. Des não possui proximidade o suficiente com o irmão pela ideia errônea que o colocaram na cabeça, e não se orgulha de não possuí-la.
Portanto, Des vem pensando seriamente em restabelecer contato com o irmão mais novo, depois de tanto tempo ainda espera ser tão bem recebido como o doce Louis sempre fora desde tão pequeno mesmo depois de tanta rejeição da família, assim como espera que o garoto aceite sua proposta. Não imagina como sua vida e condições podem estar. Se afunda um pouco pensando que o homem poderia estar passando necessidades enquanto sua pequena família usufruem do bom e do melhor. Harry foi o pilar para esta reconciliação, não suporta a ideia que seu pai tenha realmente tratado o irmão assim, apesar do titio Louis ter 35 anos completinhos.
Styles nunca viu o rosto do tio realmente, apenas retratos falados e sabia que o homem possuía olhos azuis mas, não se importava tanto assim com essa informação desde que sua festa de aniversário para atingir a maior idade estava chegando. Des o perguntou se ele se importaria que Tomlinson fosse a uma reunião com o Styles alguns dias antes da festa, com receio que o reencontro abalasse o primogênito. Harry disse que realmente não se importava desde que o titio fosse doce com ele.
Tomlinson havia sido criado desde tão pequeninho pelo padrasto então herdou o sobrenome diferente de Des, o Styles.
“Harry, o Tomlinson estará vindo dentro de dois dias, alguns dias antes da sua festa, se importa?”. Des perguntou atencioso, enquanto Anne acariciava o gatinho peludo e acinzentado do mais novo, pudim.
“Não não, pai, Conseguiu contato com meu tio?”.
“Felizmente ele não mudou o antigo número, foi um pouco duro quando não reconheceu a minha voz mas depois muito gentil”. Respondeu com um brilho no olhar enquanto comentava do irmão mais novo.
“Tudo bem, minha lista de convidados deu 150 pessoas, se importa, papai? Havia colocado mais, mas decidi diminuir a listinha e fazer algo mais particular entre os meus amigos. Vocês vão estar aqui?”.
“Vou levar sua mãe para almoçar, faz um tempo que não fazemos isso, não é querida?”. Olhou para a esposa que deu um sorrisinho carinhoso, acenando em seguida para o homem, Harry olhou admirado a cena.
Observou o papai se afastar do jardim imenso e de seu corpo estirado na espreguiçadeira. Cobriu seu corpinho sensível do sol com uma toalha, subindo para seu quarto em seguida. O menino estava decidido em conseguir uma marquinha do tecido para que ficasse gostoso durante sua festa na piscina, não que realmente tivesse alguém na mira mas, seria delicioso ser cobiçado pela maioria. Decidiu pegar um bronze alguns dias antes para que a pele se acalmasse antes do dia e ficasse hiratadinha.
Tomou um longo banho com bastante espuma, fazendo skin care no rostinho para que ficasse bem cuidado, tranquilo que havia pessoas cuidando da organização do espaço e da piscina de sua casa para a festa, privilégios de ter muito dinheiro.
Não demorou tanto para que os dois dias passassem rapidinho, deixando Harry totalmente alheio que provavelmente seria o dia de chegada do tio para sua casa, caso ele conseguisse comparecer a reunião com seu papai. Tinha os cachos cheirosinhos e presos de uma maneira desajeitada para cima, como em um pequeno coque, e uma mini saia jeans que adornava suas coxas grossinhas, confortável por estar em casa e conhecer todos que trabalhavam ali, assim como a parte de cima de um biquíni azul marinho que cobria bem seus peitinhos redondinhos no tecido, devido a intersexualidade.
Conversava baixinho com as florzinhas no jardim frontal de sua casa, sorrindo bonitinho e com o bumbum um pouco empinadinho sem perceber realmente, quando escutou o barulho de rodas se arrastando pelo asfalto, dando de cara com uma Burgatti. Não tem certeza de qual ano era aquele modelo de carro mas era obvio sobre ser avaliado em mais de cinco milhões de dólares.
O homem que saiu de dentro era deslumbrante, porra, tão bonito. Apesar das vestimentas casuais e simples com o short de malha fininha, possuía uma postura atraente e os olhos tão tão azuis enquanto andava em sua direção. Os braços eram fechados pelos desenhos tatuados e alguns piercings que envolviam sua orelha chamaram atenção do garoto mais novo, além da barbinha rala e o rostinho marrento que ele estava portando.
“Aqui é a residência dos Styles?”. Perguntou baixinho na direção de Harry que tem certeza ter derretido por dentro pela voz ou molhado um pouco a sua calcinha por baixo da sainha pequena, sentindo o olhar do outro varrendo cima a baixo seu corpo.
“Sim sim, prazer, Harry Styles, filho de Des e Anne Styles”. Esticou a mão com as unhas bonitinhas pintadas na direção do homem, ainda se questionado quem seria mas, não deixando de notar o sorrisinho cafajeste que ele soltou quando escutou o menino dizer que era filho do seu irmão, beijando a costa da mão delicadamente. Harry tentou notar se havia qualquer aliança.
Foram retirados da bolha de sensualidade e questionamento que envolvia os dois quando escutou papai dizer da entrada.
“Louis?”. Harry arregala os olhos verdinhos ao escutar aquilo, seguindo com eles até ver Louis cumprimentando seu pai e conversando com ele ainda roboticamente. Louis, porra. Louis. Des não escondeu o olhar de surpresa ao ver o carro do homem estacionado, certamente estava sustentando uma boa condição financeira. Os dois homens trocam palavras e sorrisinhos carinhosos que o cacheado realmente não consegue escutar, ainda pensando aquilo tudinho sobre seu tio. Seu tio.
“Se importa com o que vamos conversar seja na sala? Não gostaria de tornar algo tão formal”. Des fala com Louis, logo após o homem cumprimentar dona Anne com gentileza, apesar dos olhos apertadinhos e o sorrisinho cafajeste a todo momento que olhava na direção do garoto.
“Não sabia que Harry estava tão grande, Des”. Comentou sugestivo para o Styles, notando os olhares do cacheado para seu shortinho fino, especialmente o contorno grosso do pau.
“Meu menino está fazendo dezoito anos, nem eu consigo acreditar. Nunca havia visto ele, né?”. Louis discordou.
“Não. Depois do nosso afastamento minha vida se tornou corrida.” Louis deu um pequeno sorrisinho. Harry encostou o bumbum perto de uma mesinha no centro onde os dois conversavam, não queria ser invasivo, no entanto, estava curioso sobre a vinda do seu tio.
“Está vivendo bem, eu posso dizer. Olhando seu carro”. Serviu o homem com uma garrafinha de Heineken aberta, para descontrair o ambiente. Harry não aceitou a cerveja educadamente, sentado bem comportadinho com as coxas fartas apertadinhas que Louis, vez ou outra, olhava fixamente entre elas ao que Des não percebia, deixando Styles coradinho e excitadinha.
“Tô’ me virando do jeito que eu posso, depois de ficar desamparado”. Tentou levar aquele assunto o mais descontraído possível, sabia que a culpa não era do irmão completamente e preferia assim não guardando rancor, dentro daquela casa. Des acenou com certo orgulho.
Harry decidiu deixar que os dois conversassem em particular quando Des estava para falar de sua proposta para trabalhar na empresa, levantando de onde estava sentado e contornando o sofá que Tomlinson se apoiava com as pernas bem abertas. Não conseguia tirar os pensamentos promíscuos da sua mente e imaginar como o ambiente estaria completamente diferente se o menino estivesse bem ajoelhado entre as suas pernas e mamando gostoso o mais velho, que devia ser tão grande.
Alisou as costas de Louis, rebolando o bumbum gordinho na saia justa ao que ia em direção a uma das cozinhas para conversar com mamãe. Escutou parcialmente a conversa dele com papai, onde Louis recusou a proposta de dirigir a empresa educadamente e dizer que agora ‘seus corres eram outros’. O cacheado arqueou a sobrancelha para si mesmo, pensando com o que ele trabalhava para viver tão tão bem quanto aparentava.
Algumas cervejas depois, Louis e Des estavam totalmente mais confortáveis com a presença um do outro e conversando tranquilamente. Harry se perguntava se seria muito atrevidinha a proposta de chamar o titio para sua festa de aniversário na piscina ou então que seria a oportunidade perfeita para se esfregar como uma cadela nele.
Andou em direção ao mais velho, interrompendo sutilmente a conversa dos dois para perguntar com uma falsa inocência.
“Papai, você sabe quanto tempo Louis vai passar na nossa cidade? Estava pensando se ele tem algum lugar para ficar quando sair daqui, já reservado”.
Des olhou com a sobrancelha levantada para Louis, que sorriu de cantinho para o menino novinho com o corpinho gostoso a mostra, sussurrando um breve ‘pode falar diretamente comigo, princesa’, com os lábios rosinhas.
“Não tinha pensando nisso, realmente, quanto tempo ficar aqui. Quanto tempo você acha que eu deveria?”. Louis pergunta na direção do garoto, um flerte que passa despercebido pelo pai do menino corado. Harry sorriu safadinho para ele, apertando os dedos nas próprias coxas, com a excitação pela voz rouquinha de Tomlinson.
“Você acha que tem problema Tomlinson ficar para a minha festa, papai? Estava pensando que seria bom para ele conhecer um pouco da cidade”. Voltou falando para Des que, por algum momento fez uma expressão pensativa, mas incentivado a deixar o preconceito de achar que Louis era mal caminho de lado, disse que não haveria problema.
“Será uma festa na piscina, Lou. Tem alguma roupa para usar amanhã pela tarde?”. Olhou para o tio, descendo os olhos verdes descaradamente para o membro delineado no tecido tão fininho apesar de caro. Molhou os lábios gordinhos com a ponta da língua, subindo para olhar as íris azuis.
“Não se preocupe Hazz, tenho tudo o que eu preciso comigo”. Piscou o olho para o menino, que tampava a visão de Des, completamente alheio dos olhares.
Sorriu pequenininho enquanto se afastava dos dois homens novamente, mais ansiosa que antes para sua festinha particular, enquanto tinha tantas ideias em mente.
Louis acabou dormindo em algum hotel próximo a casa dos Styles. Causou um furdunço ao sair pela noite, um pouco antes do jantar ser servido pelas cozinheiras, alegando que voltaria no dia seguinte para a festa do mais novinho, apesar dos pais de Harry não estarem presentes.
Des comentou sobre a chegada de Louis para Anne, que se manteve avoada sobre os assuntos e não realmente interessada, desde que detestava o cheiro da cerveja que os homens estavam bebendo enquanto papeavam.
O Styles mais velho precisava definitivamente pensar em outra pessoa para dirigir a empresa e que seja tão capacitada quanto, apesar de não ser tão próximo ao irmão como antes, a ideia de chamá-lo para isso pode ser um pouco incoerente, afinal, não conhece os princípios do homem, mas, estava tão desesperado quanto por alguém desde que Harry recusou sua proposta para cursar Pediatria. Ainda há tempo para pensar sobre isso.
✿
Se o cacheadinho chamou Louis algum tempinho mais cedo para ficarem sozinhos, não importa realmente.
O dia seguinte chegou rapidinho e Styles fez questão de acordar um pouquinho mais cedo para deixar seus cachos bem arrumadinhos e passar um óleo corporal por todo corpo para proteger do sol forte e ficar cheirosinho e todo hidratado para mais tarde.
Despedindo-se de mamãe e papai que vão sair para passar um tempo juntos, buscou gin para esquentar seu corpo com uma rodela de limão, dispensando as cozinheiras por hora e se servindo em uma taça.
Sorriu com os pensamentos ainda nublando sua mente ao que viu a Burgatti de Louis estacionando novamente em frente a casa. Anne e Des Styles já haviam se despedido, saíram mais cedo para tomarem café da manhã em uma cafeteria chique da cidade e então saírem para almoçar logo após.
Tomlinson andava em sua direção, com certa ansiedade percorrendo seu corpo bronzeado. Pensou tanto sobre apenas ter pensado errado dos flertes do Styles, mas teve suas dúvidas cessadas quando encontrou Harry bem arrumadinho e cheirosinho o esperando na frente da casa, sem barulho algum vindo de dentro da mesma.
“Feliz aniversário”. Deixou um beijinho na bochecha de Harry, ainda mantendo a postura e a carranca nas sobrancelhas que, honestamente, o deixava mais quente. “Cheguei cedo de mais? Não tem ninguém ainda”.
“Seu horário é diferente Lou”. Piscou o olho verde na sua direção, deixando um selar pelo maxilar dele. Puxava a mão de Tomlinson, rebolando gostosinho na sua direção enquanto o puxava como um maldito cachorrinho em direção as espreguiçadeiras dentro da casa, em uma área coberta do sol ardido pelo horário da tarde, o oferecendo uma cerveja.
Entrega a garrafinha na mão do mais velho, sentindo a tensão se tornar palpável entre eles e não terem certeza de quem devia dar realmente o primeiro passo, iniciou conversa com o moreno.
“Você trabalha com o que?”. Balançou a taça de gin com limão na mão direta, observando quando Louis sorriu de ladino antes de responder.
Harry tem certeza que sua parte íntima do biquíni pequeninho ficou molhadinha quando desceu os olhos verdes para a cena que acontecia em sua frente. Ao que Louis tirava a camiseta de malha fina e bonita do corpo, exibindo a v-line e os pelinhos ralinhos em direção a bermuda. Olhou com cuidado e atento o suficiente para as tatuagens do homem, sob a frase escrita em seu peito e ao lado dos pelinhos a tatuagem de uma aranha.
Soltou um risinho sapeca ao saber o que significa. Tomlinson retribuiu com um sorrisinho cafajeste. A garotinha desceu os dedinhos para cima da bucetinha gorda que mal era coberta pelo biquíni, passando o dedinho entre os lábios da xotinha e mordendo o lábio inferior.
“Não era suposto você molhar a sua calcinha igual uma cadela ao saber disso”. Louis sussurrou se aproximando mais do garoto paralisado em sua frente. “Eu sou perigoso, gatinha”. Piscou os olhos azuis lentamente.
“Você traficar drogas te faz tão perigoso assim?”. Harry mordeu o lábio devagarinho, atentado a saber o que aquilo ia os levar. Styles desce os dedinhos que estavam em cima do seu biquíni, contornando a tatuagem com o pouquinho do seu melzinho que escorreu, rindo excitado quando Louis trouxe as pontinhas para mais perto do cós da bermuda, beirando as pontinhas para entrar dentro do tecido.
“Você não imagina o quanto”. Segurou os dedos de Harry com mais firmeza, levando sutilmente por dentro do short clarinho, estava notoriamente sem boxer. Soltou um suspiro fundo quando sentiu os dedinhos delicados da cacheada tocando seu pau semi-ereto, era tão gordo.
“Ficou desse jeitinho me vendo tocar a minha bucetinha?”. Perguntou com um olhar cínico bonitinho, enquanto tinha dois dedos em volta da grossura do titio apertando e punhetando ele gostosinho por dentro do short. “Não parece tão perigoso pra’ mim mais”. Riu sapeca. Sentia as veias pulsando em volta do pau grande enquanto mal esperava para ter ele todinho enfiado dentro da sua bucetinha.
“Não vai falar porra nenhuma que isso é errado e não devíamos estar fazendo isso, como em toda história?”.
“Não me sinto culpada, titio”. Grudou os lábios gordinhos na pele cheirosa do pescoço de Louis, lambendo de forma provocadora e mordiscando deliciosamente enquanto punhetava ele mais rápido que antes.
“Me masturba direito, caralho”. Segurou a mão de Styles por cima do tecido, provocando um aperto delicioso e forçando a aumentar os movimentos, gemendo baixinho e rouco para o sobrinho.
As coxas de Harry ficavam apertadinhas quando sentia a cabecinha do pau gordo expelir mais pré gozo nos seus dedos, esperando ansiosamente para quando ele pudesse estar todinho dentro da sua boca.
Louis soltou a mão de Harry em cima do seu short, levando os dedos para os cachos cheirosinhos e enroscando na nuca para puxar os fios de um jeito gostosinho. Encostou os lábios fininhos perto da sua orelha, rindo baixinho em tesão e sussurrando.
“Ajoelha aí e me mama”.
“Quem você pensa que é?”. Provocou baixinho.
“Vai logo e não discute, caralho”. Harry não se importou de obedecer desta vez, entendendo que aquilo claramente não foi um pedido, Tomlinson estava mandando ele fazer e a garotinha não se importava nem um pouquinho, mesmo que os convidados estivessem para chegar realmente dentro de trinta minutos e precisasse fazer o mais rápido possível.
Tomlinson deu um gole na cerveja, levando o copo gelado na outra mão aos lábios e com os dedos enroscados no cabelo cacheado, empurrando a cabeça para baixo.
Styles abaixou como a boa mocinha que estava se comportando em obedecer ele, com a bucetinha completamente molhadinha por baixo do biquíni e os biquinhos dos peitinhos eriçados na direção de Louis. Tomlinson fechou os olhos suspirando com tesão em sentir a boquinha bonita do mais novinho em volta dele.
O tio apoiou o copo de cerveja em uma mesinha perto deles, usando agora as duas mãos para abaixar seu short completamente, ansioso por aquilo que Harry fosse fazer, o tecido se encontrava perto do joelho, exibindo as coxas grossas e depiladas do mais velho e então e o pau grossinho e grande com a cabecinha vermelha e inchada e porra, Harry não podia esperar por ter aquilo tudo esfregando gostoso na sua bucetinha toda.
Tomlinson segurou o membro na palma da mão, punhetando devagarinho na direção do menino agachado, apertando as sobrancelhas e sentindo a fenda pequena expelir mais pré-porra ao que a garota agachada mostrou os peitinhos gostosos na sua direção, com os mamilos amarronzados e durinhos para ele, apertando com as pontas dos dedos e gemendo com um biquinho para o traficante de uma maneira quase inocente.
O polegar de Louis deslizou para dentro da boca entre aberta de Harry, forçando o queixo para baixo e passando no músculo molhadinho dele enquanto continuava punhetando o caralho na mão direita.
“Me mama direitinho”. Sorriu ladinho para o menino ao que deu um tapinha na bochecha corada do garoto. Que sorriu em baixo dos cílios grandes e formou um biquinho para beijar a cabecinha do membro. Beijando delicadamente com a boquinha inchada a pontinha.
Percorreu a ponta da língua por toda linha da glande, seguindo para as veias que estavam em volta do membro grossinho, sorrindo safadinha ao sentir elas pulsarem na sua boca. Com uma das mãos envolveu a bola gordinha, massageando e beijando todo o comprimento devagarinho para provocar o homem.
Olhou novamente para Louis por cima dos cílios, ao que com a língua molhadinha para fora fazia movimentos levinhos em cima da fenda, lambendo gostosinho e engolindo toda a pré porra que Tomlinson soltava na sua boca.
Sua outra mão continuava apertando os próprios peitinhos expostos, tornando os biquinhos quase arroxeados, descontando todo seu tesão nas aréolas enquanto apertava a bucetinha incansavelmente. Sem pensar duas vezes, envolveu metade do comprimento no aperto quentinho, girando a cabeça de um lado para o outro enquanto mamava o moreno, que mantinha os dedos enrolados nos seus cachos, apertando sua cabeça vez ou outra.
Olhava fixamente para Louis enquanto gemia manhosinha na glande inchada e provocava arrepios no corpo do moreno, beliscando e puxando seus mamilos durante o ato, bem comportadinha se mantendo quietinha ajoelhada em seus pés.
“Respira pelo nariz, sem engasgar”. Arregalou um pouquinho mais os olhos verdes, com rastros de lágrimas pequenas que enchiam eles. Sentia Louis apertando seu couro cabeludo para próximo da sua virilha, inebriado com o prazer e sem perceber o quanto realmente estava apertando Harry para perto.
Sentiu a pontinha do nariz do mais novo encostando nos pelinhos ralinhos da sua virilha, gemendo alto e rouco enquanto jogava a cabeça para trás em prazer e empurrava o quadril na boquinha babada e quente, fodendo gostosinho sua garganta, porra, não podia esperar para quando estivesse dentro dela.
Harry soltou os seios apertando a pele farta da coxa de Tomlinson em reflexo ao que começava ficar sem ar e engasgando levemente. Sentiu em uma vez que ele fodeu mais forte sua boca esporrando na sua garganta e deixando a cacheada meio tontinha enquanto se engasgava com a quantidade de porra.
A branquinha apertou os olhos fortemente, pendurando a lingua com o liquido branco e viscoso para fora quando Louis saiu de dentro de toda sua boca, a deixando que respirasse um pouquinho apesar de não estar completamente saciada e ainda piscando no biquíni apertado.
Lambeu a tatuagem de aranha situada sob o quadril, espalhando o liquido e chupando novamente para dentro de sua boca até engolir tudo e olhar pedindo mais para Louis.
“Bonitinha para mim. Sendo usada como um brinquedinho e não reclamou”. Segurou o cacheado por baixo dos braços, levantando o corpo molenga e levando os lábios fininhos para um dos biquinhos ardidos como um hematoma, puxando deliciosamente e a seguir, vestindo a parte superior do biquíni em um aviso prévio que não continuariam aquilo no momento. Subiu igualmente sua bermuda.
Os dois foram retirados da bolha que os envolvia novamente ao escutarem carros estacionando em frente da casa dos Styles e uma enxurrada de vozes eufóricas entrando dentro do portão. Louis riu baixinho com o inevitável desespero do mais novo por medo de verem o estado que a garota estava, se tornando tímida por alguns minutos.
“Não vai se trocar. Você vai assim com a boca toda inchadinha e o rosto vermelho pra’ mostrar o que tava’ fazendo”. Deu um tapinha na bochecha coradinha do garoto, o empurrando gentilmente em direção a porta para que pudesse receber seus convidados.
Harry acenou com as pupilas dilatas e como uma maldita cadelinha, dando beijinhos babados na bochecha dos convidados que chegavam, que ao menos notavam o estado da sua boca ou então Louis que estava em seu alcance, atrás do cacheado observando atentamente os que entravam. Quase como se estivesse marcando território, ou então ansioso para continuarem o que estavam fazendo.
Styles talvez estivesse fingindo também não observar os olhares de alguns convidados para o seu titio, o olhando de cantinho de olho ou então mais tarde, enquanto chegava mais gente e eles não conseguiram prosseguir com aquilo pelas próximas duas horas. Tomlinson vez ou outra lançava para ele um sorrisinho cafajeste, acariciando sua própria tatuagem de aranha onde tinha feito Harry lamber toda a porra e engolir, em um aviso prévio que estava também ansioso para continuarem.
“Você é o que do Harry?”. Tomlinson terminava seu último gole na cerveja, apoiado na parede fresca enquanto olhava o cacheadinho de canto de olho, escutou uma voz feminina perto do seu ouvido, se dirigindo em direção as espreguiçadeiras para sentar em uma delas. Louis olhou em sua direção, observando os cabelos loiros da mulher que se situava em sua frente.
“Um amigo bem próximo”. Sorriu com um biquinho, ajeitando o comprimento ainda semi ereto na bermuda, desviando para olhar Styles novamente, que o encarava sapeca e apertava as mãos nas próprias coxas olhando a marcação no short de Tomlinson sentado em uma espreguiçadeira afastada.
“Estranho eu nunca ter te visto, sabia?”. A ruiva comentou, se aproximando cada vez mais e sutilmente do homem sentado. “Tenho certeza que se andasse com o Harry eu teria te notado, não tem como não fazer”. Ela riu baixinho, em um ato descarado de flerte, passando as unhas pela pele da coxa desnuda de Tomlinson. E antes que ele pudesse retirar os dedos da sua perna, foram interrompidos novamente.
“Eu acho que as minhas costas estão queimadas pelo sol Lou, você pode dar uma olhadinha para mim?”. Harry fez um biquinho inocente nos lábios, se sentando comportado em uma das coxas de Louis, com a bucetinha apertando a pele desnuda e se empinando bonitinho, perto da virilha do homem mais velho que apenas conseguiu rir com o ato provocador. A ruiva se afastou com um bufo baixo.
“Está tentando marcar território ou quer que eu te foda aqui na frente do todo mundo?”.
“Minhas costas está realmente queimada, não consegue ver?”. Empinou o bumbum com a pele quente pelo sol que começava a se esconder pelo fim de tarde. “Mas não me importo se você me colocar de quatro e foder na frente de todos”. Sorriu rebolando na virilha, sentindo as mãos de Louis alisar suas costas e apertar a marquinha na cintura.
“Consegue pensar o olhar que você iria receber de todos se soubessem que você tá’ doidinha pra dar pro teu tio?”. Perguntou baixinho. “O quão putinha desesperada eles iriam te nomear?”.
O tecido molhadinho do melzinho escorria pela coxa de Louis aos montes, ao que a menina começava a se esfregar como uma cadelinha no colo de Tomlinson e apoiava as mãos na virilha do homem, atrás de suas costas. Olhando atentamente em volta para caso alguém estivesse os observando, mas não era como se realmente se importasse com isso.
Os dedos do moreno apertavam a curvinha da cintura branquinha e quente de sol, empurrando o cacheado para mais perto de sua virilha e forçando os movimentos para sua perna, deixando Harry tontinha, mordendo o lábio inferior com os dentinhos e coelho e exibindo as covinhas para as pessoas da frente enquanto encharcava a pele do tio com seu melzinho. O grelinho quase exposto ao que o biquíni deslizava para o lado da sua bucetinha gorda.
“Você vai gozar gostosinha na minha perna, não é?”. Apertou o interior da coxa branquinha da garota. “Vai me deixar brincar com a sua xotinha na frente de todos enquanto se esfrega na minha coxa igual uma cadelinha burra”. Deslizou os dedos para o lado da boceta, deslizando as pontinhas e fazendo um carinho sutil. Sentiu ao que a intimidade rebolava discretamente mas de uma forma desesperada em sua coxa, molhando toda a pele e lambuzando o traficante.
Sentia os seus dois dedos sendo pressionados entre a perna, tentando camuflar o máximo possível que brincava com a intimidade da garotinha em seu aniversário. Sentiu eles molharem mais ao que apertou o grelinho gordo e massageou o clitóris inchadinho para ela, deixando a gentileza de lado para apertar e massagear de forma circular sua xoxotinha.
Harry tremia as coxas em cima de Tomlinson, apertando as pálpebras fortemente para esconder os olhos que reviravam de prazer e os dentinhos branquinhos que mordiam o lábio inferior, receoso que fosse tão escandalosa como geralmente é.
“Goza na minha perna. Quero te foder dentro da piscina agora, com todos em volta de você te assistindo”. Como se as palavras de Louis fosse uma válvula, sentiu o liquido esguichar na perna de Tomlinson enquanto ele apertava toda a bucetinha entre os dedos. Sua outra mão soltou a cintura fininha, agora apertando a boca de Styles na palma, para que não gritasse, sentindo as tremidinhas da menina em sua perna e alguns olhares para cima dela.
Levou algum tempinho para se recuperar, respirando baixinho e encostando as costas no peitoral suado de Tomlinson. Virou a boquinha, cochichado para Louis com a voz falhada e ainda molhadinha.
“Não consigo não ser escandalosa”. Formou um biquinho beijando seu lóbulo. “Me perdoa titio”.
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oioioi!! Tudo bem? Acho que estou um pouquinho enferrujada nisto aqui, antes de tudo queria pedir perdão pelo breve sumiço, estava um pouco mal e precisei me afastar para cuidar da minha cabecinha e começar a tomar uns remédios, espero que tudo volte aos conformes agora hahahaha.
Espero que não esteja tão péssima a escrita desse, e vale ressaltar que estou sempre sempre aberta a sugestões e criticas construtivas, por favor, deixem sua honesta opinião! Aliás, tenho uma história que estou para iniciar no Wattpad chamada ‘Dama da Noite”, estou realmente ansiosa para começar a postar e caso queiram saber mais sobre ela meu user é stylexcherry assim como aqui, amo vocês.
Harry estava em casa ansiosa, havia colocado seu café para fazer na cafeteira e se encostou na bancada, olhava atentamente cada gota que caia em sua xícara. Estava apreensiva demais e o motivo era seu filho, Louis. Há seis meses atrás ele havia realizado seu maior sonho, finalmente conseguiu entrar na academia de polícia de Doncaster. Ela estava tão, mas tão orgulhosa de seu bebê que sempre que pensava nos olhos do filho brilhando enquanto falava sobre seu dia no departamento de polícia ela sentia seu peito esquentar. Harry não podia negar que por alguns meses ficou receosa com o risco que Louis passaria, sempre haveria aquela preocupação de mãe de nunca saber se seu filho chegaria em casa bem ou se no meio do dia ela receberia alguma ligação terrível, sempre que se distraia no trabalho essa era a motivação. Seu filho era e sempre foi seu bem mais precioso, não saberia lidar com nada que pudesse tirá-lo de si. A cada mês que se passou Harry se tranquilizava mais, não por perder o receio mas sim por saber que Louis só seria completamente realizado em sua vida pessoal se conseguisse atuar nessa área. Se seu bebê estava feliz, ela estava radiante, sempre foi assim. Hoje Louis faria uma prova e ela estava completamente nervosa, ansiava pelo momento que seu filho entraria pela porta e ela finalmente ouviria se tudo tinha corrido bem, podendo abraça-lo e dizer que estava orgulhosa, como fazia todos os dias.
- Oi filho! – Harry sai de trás da bancada da cozinha vendo Louis passar pela porta de casa. Ela corre até ele e rapidamente é puxada pela cintura, eles se abraçando enquanto Louis distribuía vários beijos em sua bochecha.
- Oi mamãe. – ele se afasta um pouco, sorrindo grande enquanto olhava os olhos de sua mãe brilharem.
- Como foi lá? Deu tudo certo? – Ela falava empolgada e preocupada ao mesmo tempo.
- Relaxa mãe, eu já passei. – ele ri, acariciando as costas dela, acima do cóccix. – A gente fez a prova escrita do procedimento de revista e o oficial Scott mostrou em exemplo prático, semana que vem é a prova prática e pronto, mais uma etapa concluída.
- Mas você sabe como fazer? Tipo, eles te deixaram treinar ou alguma coisa assim? – ela viu ele negar com a cabeça. – Filho, você tem que treinar! E se você esquecer alguma coisa? – ela tinha o semblante preocupado.
- Não é um procedimento difícil, mãe. É só uma revista. – Ele a olhava com um sorriso preguiçoso, sua mãe era tão linda, tão boa e amorosa. Ele tinha tanta sorte em tê-la para si.
- Você podia treinar comigo. – Ela desfez a carranca, o sorriso genial no rosto.
- Não precisa. – ele riu, sentindo sua palma suar frio, estranhando o receio tão repentino.
- Vai, filho. É só uma revista, treina comigo uma vez e eu juro que deixo você em paz. – ela insistia, ainda empolgada.
- Você tem certeza? – Ele observava Harry mordendo o lábio inferior, completamente esperançosa.
- Claro que sim! Vamos, policial Tomlinson. – ela brincou, falando baixinho.
- Ok.- Ele respirou fundo, soltando ela de seus braços e abrindo o primeiro botão da farda, estava com muito calor, mesmo que o ambiente estivesse fresco.
- Perdeu meio ponto, desde quando policiais andam desajeitados? – ela brincou e Louis revirou os olhos, a girando pelo quadril, a deixando de costas para si. – Mãos na parede. – falou firme.
Harry sentiu um arrepio percorrer seu corpo, levando as mãos pra parede como mandado.
Louis se afastou um pouco, olhando Harry de costas. Os cabelos jogados pra trás batendo no meio das costas, os cachos bagunçados. A cintura delineada, o quadril largo e a bunda redonda e empinada pela posição. Ela vestia uma camisola de cetim preta que agora, pelos braços erguidos, revelavam a polpa da bunda branquinha. As coxas e panturrilhas grossas, as unhas dos pés pintadas de rosa pastel assim como as das mãos. Seu baixo ventre retorceu e ele quis desistir. Ele não aguentava mais se sentir dessa forma e isso começou à anos atrás. Aos seus dezoito anos, Harry decidiu ir à um encontro, colocou um vestido vermelho justo e curto, saltos pretos, a maquiagem tão perfeita que conseguiu deixá-la mais linda do que já era. Naquela noite quando Harry saiu, ele estava completamente excitado e por impulso, bateu uma pensando na sua mamãe em cima de si, pulando no seu pau, imaginava como os gemidos dela seriam deliciosos e sófregos. Mais tarde, ela chegou chateada e deitou ao seu lado em sua cama. Louis não questionou a atitude, somente a abraçou até que dormisse, tendo que levantar no meio da noite e gozar escondido no banheiro já que a mãe decidiu dormir com a bunda bem encaixada no seu pau. Ele nunca falou sobre isso com ela e passou a evitar qualquer tipo de situação que o colocasse nessa posição. Mas veja só, lá estava ele de novo. Observando sua mãe tão exposta para si, tentando ajudá-lo e ser prestativa, enquanto seu filho idiota só pensava como seria empurrar ela na parede e a foder até que ela não conseguisse mais se manter de pé.
Ele tentou afastar esses pensamentos, se colocando mais próximo dela. A bunda de Harry estava dolorosamente muito próxima de seu pau que endurecia lentamente, respirou fundo e finalmente tocou seus punhos, deslizando as mãos lentamente por cada braço, simultaneamente. Harry se arrepiou, olhando pra trás procurando os olhos do filho. – Mantenha seus olhos na parede, Harry. – Falou firme, vendo-a fazê-lo, sentindo algo duro pressionar sua bunda.
- Você está com o cacetete, Louis? – Perguntou, não querendo supor outra coisa.
- Não. – ele pressionou seu pau ali mais uma vez antes de se afastar minimamente.
Harry sentia as mãos de Louis firmes em sua pele, se arrependendo instantaneamente de ter insistido na ideia quando sentiu sua bucetinha latejar ouvindo o filho falar daquele modo consigo. Mordeu seu lábio inferior e respirou fundo, tentando não continuar tão afetada.
Louis chegou aos seus ombros, não resistindo ao instinto de passar os dedos pela nuca de Harry, enterrando seus dedos no couro cabeludo e puxando superficialmente, só pra saber como seria a sensação. Harry engoliu em seco, pensando exatamente a mesma coisa que o filho. Louis deslizou as mãos para suas costas, descendo até a cintura deliciosa, apertando de leve. Deu a volta encontrando sua barriga, fazendo que seu corpo colasse ao dela já que ela estava meio empinada na parede, algo que Louis propositalmente não quis corrigir. Subiu as mãos e desenhou a volta de seus seios fartos, passando os indicadores por cima de seus mamilos completamente durinhos e sensíveis.
Harry gemeu inconsciente, se empinando mais e sentindo o cacete duro de Louis no meio da sua bunda, a farda áspera em sua pele.
- Você sabe que isso é desacato à autoridade, não sabe? – Louis sussurrou rouco, não conseguindo resistir e apertando seus mamilos entre os dedos. – Eu posso te prender. – ele sentiu ela se empurrar em seu pau, segurando o gemido quando ele simulou uma estocada forte em si.
- Eu sei. – sua voz saiu mais baixa do que previu. – Me desculpe, Louis, eu não sei o que deu em mim. – Ela abaixou as mãos, insinuando que se afastaria.
- Eu ainda não terminei, Harry. Coloque as mãos na parede e continue me chamando do modo correto. – Louis a prendeu no lugar, segurando forte em sua cintura. Harry assentiu, voltando a se colocar como Louis mandou, dessa vez se apoiando nos antebraços, ficando mais empinada que antes. Louis a soltou, lhe dando um tapa estalado na coxa direita e ela gemeu gritado. – Abra as pernas pra mim. – mandou rouco.
- Sim, senhor Tomlinson. – respondeu afastando as pernas, seu clitóris pulsando forte. Ela não sabia até onde Louis estava disposto à ir, não tinha ideia da onde aquilo iria chegar. Mas estava completamente disposta a se manter aos comandos do filho até descobrir.
- Boa garota. – ele sorriu afetado, as mãos indo rapidamente até as coxas dela. Passou pelas laterais, indo até o calcanhar. Se abaixou, seu rosto à centímetros da bunda dela, lhe dando a visão da calcinha de renda enterrada ao meio, completamente entregue, assim como sempre sonhou. As mãos agora fizeram caminho pela parte interior de sua panturrilha, subindo delicadamente até as coxas, não resistindo em aperta-las entre os dedos. Começou a subir lentamente, até encontrar a lubrificação escorrendo ali. Ele não conseguiu evitar e apertou seu pau dentro da calça apertada, sorrindo para si mesmo por saber que Harry estava tão excitada quanto ele.
- Você fez uma sujeira e tanto, mamãe. – Sorriu sádico. – Pode me explicar o que está acontecendo? – ele subiu mais a mão, passando o dedo preguiçosamente por sua virilha, deslizando deliciosamente fácil por tamanha lubrificação. Harry se manteve calada, somente os gemidos baixos e vergonhosos quebravam o silêncio. Louis parou o que estava fazendo, deixando um tapa ardido em sua bunda macia. – Eu te fiz uma pergunta, Harry. Me responda. – Mas nada além do gemido alto que o tapa proporcionou foi ouvido. – Tudo bem, acho que a revista acabou. – Ele se levantou, lambendo os dedos lubrificados e virando de costas, pronto pra sair. Mesmo que soubesse que ele não iria sair de maneira alguma, só queria que Harry o obedecesse sem questionar.
- Não, não não não. – Ela repetiu várias vezes, virando pra ele. – Me desculpe, não para. – Ela segurou seu pulso, o mantendo perto de si. – Eu estou... – ela engoliu em seco.
- Está o que, Harry? – Ele analisou seu rostinho, os lábios inchados e vermelhos de tanto morder, os olhos brilhantes cheios dágua, uma fina camada de suor em sua testa e colo. Louis poderia gozar só olhando-a desse jeitinho.
- Eu estou excitada, senhor Tomlinson. – Ela engoliu em seco novamente. – Você me excita. – sua respiração engatou e Louis jurava que podia conseguir ouvir o coração dela frenético no peito.
- E o que você quer que eu faça sobre isso? – Louis tinha a mandíbula travada, olhando com as pupilas dilatadas nos olhos brilhantes.
- O que o senhor quiser eu estarei disposta a fazer, desde que você faça alguma coisa. – Ela se aproximou mais. – Por favor, filho. – sussurrou.
- Você vai ser boa pra mim, mamãe? Hm? – ele a puxou pela cintura, segurando seus cabelos na nuca e a deixando a milímetros de seus lábios. – Vai ser uma boa garota? – ele expôs sua língua, lambendo superficialmente os lábios maltratados dela.
- Sim, eu serei. Eu prometo. – Ela sussurrou, gemendo baixinho, os olhos grudados na boca fininha do filho, implorando silenciosamente para ser beijada.
- Tira sua camisola. – mandou, soltando o aperto em seus cabelos. Ela gemeu sôfrega, se afastando só pra conseguir passar a peça por sua cabeça. Seu corpo queimava em desejo enquanto Louis analisava cada milímetro de si, os olhos grudados em seus peitos. – Gostosa pra cacete, mamãe. Era isso que você ficava escondendo de mim? – ele a puxou para si, abocanhando um de seus mamilos, chupando e puxando entre os dentes. Harry segurava em seus cabelos, a pressionando contra o mamilo sensível, gemendo alto com a cabeça jogada para trás. Louis a empurrou até a parede novamente, deixando dessa vez ela de frente para si, lambendo o outro peito gostoso, abaixando lentamente, deixando beijos e mordidas por toda sua barriga, a devorando com a boca. Se ajoelhou no chão, puxando a calcinha dela para baixo, a tirando dos calcanhares. Olhou pra cima, encontrando os olhos dela grudados em si, o peito subindo e descendo com a respiração desregulada. – Você vai gemer alto, ok? Não quero você segurando os gemidos, não quero que você tape sua boca. Eu ainda não sei se você é escandalosa, mas suspeito que sim e quero que todo mundo desse prédio saiba que você está sendo muito bem fodida. Você entendeu? – Ele a viu assentir devagar, como se estivesse hipnotizada por cada uma de suas palavras. Ele lhe deu um tapa em cima da bucetinha encharcada, rindo sádico com o gemido gritado e o pulinho que seu corpo deu. – Você entendeu, mamãe? – repetiu colocando uma das coxas dela acima de seu ombro, a respiração quente batendo na bucetinha que latejava.
- Entendi. Eu entendi. – respondeu prontamente, suas mãos formigando pra puxar a cabeça de Louis pra perto da sua buceta.
- Viu? Não é difícil responder o que eu te mando responder. – Ele beijou sua coxa e depois sua virilha, a fazendo mexer o quadril tentando esfregar em seus lábios. – O que você quer, hm? – ele riu dela toda desesperadinha, esfregando o dedo por toda bucetinha, sem encostar nem uma vez no clitóris inchado, a torturando propositalmente, a vendo tentar e tentar que seu dedo fosse até onde ela tanto necessitava.
- Eu quero você em mim, Lou. Me lambe, me chupa, me faz gozar na sua boca, ajuda a mamãe, filho, por favor. – ela levou a mão até os cabelos de Louis, tirando a franja que grudava em sua testa, acariciando ali.
Louis sorriu ladino, se ajeitando nos joelhos e puxando a outra coxa de Harry também para seu ombro, a deixando suspensa com as pernas apertas para si. Espalmou as mãos em sua bunda, apertando forte. Se aproximou e finalmente lambeu toda a buceta, sentindo o gosto tão bom de sua mamãe. Ele começou lento, saboreando o gosto e sentindo a textura dela, a temperatura, ela era macia, cítrica, gostosa pra caralho de lamber. Seu clitóris era grande, o que deixava Louis louco de tesão, o sugando facilmente e a ouvindo gemer gritado, as coxas tremendo e fechando ao redor de sua cabeça, mas ele não se importou, se fechou num mundo só dele aonde só existia aquela buceta gostosa de comer, obcecado por ouvir ela gritando cada vez mais, mais alto, desejando que ela se perdesse tanto em prazer que gritasse seu nome sem pensar no que o resto do mundo iria pensar. Ele sentia uma necessidade física de fazê-la gozar, deixá-la mole implorando pra ser fodida e por isso, a chupava com afinco, com prazer, sentindo seu pau doendo pelo aperto sufocante da farda.
- Louis, puta que pariu. – Harry falava desconexa, a cabeça pressionada na parede, a buceta sendo estimulada maravilhosamente bem, sentindo uma falta dolorida de um pau a fodendo forte e fundo, necessitando disso e sabendo que só o de Louis poderia lhe satisfazer, sabendo que necessitava de cada pedaço de Louis maltratando seu corpo. – Cacete eu vou gozar tão gostoso na sua boca bebê, continua assim, por favor, meu deus! – ela gemia, alto, puxando a cabeça de Louis contra sua buceta, sabendo que sua lubrificação escorria pelo seu cuzinho, todas as sensações juntas a deixando insana. – Louis por favor, eu preciso do seu pau, por favor, por favor Louis, me fode, me fode, me fode. – ela repetia rápido, os olhos revirados, sentindo seu baixo ventre retorcer, sentindo q língua ágil acelerar os movimentos macios em seu clitóris, fazendo-a tremer até as palmas, os dedos dos pés torcidos, as respirações descompassadas. Nunca havia sentindo um boquete tão gostoso, a língua dele fazia os movimentos certeiros, era rude e delicado, babava e gemia contra sua buceta, a língua macia contra o seu clitóris tão necessitado, ao mesmo tempo que era possessiva, como se pudesse ler exatamente tudo que a faria delirar de prazer.
- Você é uma vagabunda. Uma vadia desesperada pelo pau do seu filho, não é? – Ele falou vendo-a arquear as costas. – Quão suja você é? Hm? Goza na minha boca Harry, goza que eu tô doido pra meter meu pau nessa buceta gostosa de puta que você quer tanto me dar. – ele lhe deu um tapa forte na bunda, a fazendo pular e puxa-lo contra si, voltando a chupar avidamente, sentindo que ela ia gozar, ele a segurou com apenas uma mão, deslizando dois dedos pra dentro da bucetinha latejante, a sentindo gozar e a ouvindo gritar gemidos, gritando seu nome, as pernas tremendo somente com as pontas dos dedos pra dentro. Continuou lambendo, agora devagar, retirando os dedos e massageando ali, por fora, sentindo seu corpo ir se acalmando aos poucos, se afastando. A colocou no chão, a segurando pela cintura garantindo que ela não caísse. Ela se jogou em seus braços, abraçando-o e beijando seu pescoço desesperada.
- Eu te amo filho, te amo. – Ela falava aérea, tentando abrir sua farda.
- Eu também te amo, mamãe. – Ele a puxou pelos cabelos, fazendo-a olhar para si. – Você quer parar? – Soou atencioso. Mesmo sabendo que sua mãe estava tão entregue quanto ele, havia uma pontada de ética o incomodando.
- Eu quero você metendo em mim tão forte, me usando tanto como sua vagabunda, que eu vou implorar pra você parar porque eu já não vou aguentar mais gozar no seu pau. Então não, eu não quero parar, Louis. Eu quero tudo que você quiser me dar. – Respondeu, a mão esperta apertando o pau grosso e grande do filho, ainda preso pela farda. Um arrepio se fez presente em sua coluna, o pensamento voando instantemente em imaginar como o pau dele era, agora que já era um homem.
- Ajoelha. – Ele falou rude, segurando suas bochechas com uma só mão, um bico formando nos lábios maltratados dela.
- Me beija. – rebateu com dificuldade.
- Pede de novo. – A puxou contra seu corpo, lhe dando um tapa no rosto, agora firmando um aperto em seu pescoço. – Pede.
- Me beija, Louis. – Pediu afetada, esfregando uma coxa na outra, se excitando de novo sentindo Louis abrir suas pernas com a sua e pressionar o joelho coberto na sua buceta. – Me beija. – gemeu.
Louis não hesitou. Segurou mais firme em seu pescoço e a beijou, tomando Harry para si, revelando toda sua excitação e desejo ali, a ouvido gemer em seus lábios, esfregando a buceta judiada em sua coxa, os braços em volta de seu pescoço o puxavam, não o deixando se afastar, mesmo que ele não quisesse. – Você é tão gostosa, tão bonita. – Ele sussurrou em meio ao beijo. – Seu gosto é tão bom, sua buceta é deliciosa. – A beijou avidamente de novo, e de novo, se perdendo por minutos na boca macia e quente, a imaginando sugando seu pau. – Ajoelha pra mim e me mama gostoso. – Mandou, batendo em sua bunda, a fazendo gemer e revirar os olhos. – Você gosta de apanhar, não é? – riu sádico, a batendo mais uma vez, mais forte.
- Sim. – respondeu afetada, ajoelhando.
- Seja boa pra mim e quem sabe assim, eu penso em ser bom pra você e te bater o quanto quiser. – Ditou abrindo seu cinto, desabotoando e abrindo o zíper, puxando o pau e as bolas cheias pra fora. Harry olhou com os olhos arregalados, Louis era enorme e grosso, jamais imaginaria ele dessa forma. – O que foi, mamãe? É muito pra você? – riu descaradamente, passando o cacete molhado de pré gozo pelo rosto dela.
- Não Louis, eu aguento. – Umedeceu os lábios, abrindo a boca e vendo Louis guiar o pau pra sua boca, não enrolando ao abrigar a glande, sugando a revirando os olhos por sentir o rosto delicioso dele. Gemeu enviando vibrações para o cacete duro, o fazendo segurar em seus cabelos e forçar sua boca em seu pau, a glande batendo em sua garganta, a forçando a relaxar, determinada a ser tão boa para ele quanto ele foi pra si.
Louis franzia o cenho em prazer, a boca de Harry era quente, macia e muito habilidosa. A sentia sugar a sua glande e empurrar cada vez mais, a cabecinha batendo em sua garganta enquanto ela tentava engolir mais e mais, apertando seu pau entre os lábios, babando e lambendo, o devorando da mesma forma que ele havia feito com ela.
- Cacete. – xingou, puxando sua cabeça pra trás, a puxando pelos cabelos e a obrigando a ficar em pé. – Que boca de puta gostosa, mamãe. – ainda segurando ela pelos cabelos, lhe deu um tapa direto e rápido no rosto, segurando seu queixo com brutalidade. – O que acha de mostrar que essa bocetinha também é, hm?
Louis puxou o lábio inferior de Harry entre os dentes, soltando devagar e sussurrando enquanto olhava no fundo dos olhos marejados dela. – Senta bem gostoso no meu pau. – a soltou, atravessando a sala e sentando-se no sofá. Subiu a mão e a chamou com o dedo, abrindo as pernas. Ela caminhou até si, sentando-se no seu colo, uma perna para cada lado de seu quadril. Louis prontamente apertou suas duas mãos na bunda dela, soltando apenas a direita para lhe acertar um tapa ardido, que a fez gritar. Sorriu ao ouvir, fazendo questão de segurar seu rosto entre os dedos, fazendo-a manter os olhos em si. Lhe deu outro tapa, se deliciando admirado com a reação prazerosa da outra. Segurou firme a bunda dela novamente, alcançando seu pau com a outra mão e a levantando minimamente, passando sua glande pelo clitóris, a provocando e se melando com a alta quantidade de lubrificação natural que ela expelia. – Você tá pingando pra mim, mamãe. – falou arrancando um gemido gostoso e arrastado dela. – Você quer meu cacete bem fundo em você? Fala pra mim. – pediu sussurrado.
- Por favor Louis. – falou manhosa agarrando a farda de Louis, tentando mover os quadris para que a glande encaixasse em si. – Mete em mim, deixa eu provar o quanto eu posso ser boa pra você. – falou fazendo bico, desesperada demais para finalmente sentir Louis alargando sua bocetinha.
- Faça um bom trabalho, mamãe. – Sorriu ladino, arrastando o pau até a entradinha, puxando a carne da bunda dela para baixo, a fazendo sentar lentamente. Harry abriu a boca em um gemido mudo, jogando a cabeça para trás.- Olhos em mim, Harry. Não esconda seu rostinho bonito e choroso. – mandou, vendo-a obedecer no mesmo momento. – Boa menina. – elogiou, vendo-a subir e descer lentamente, gemidos baixos saindo de sua boca. – Eu sei que você pode fazer mais do que isso. – falou respirando fundo, apertando a carne da bunda dela com força. – Mais rápido, Harry. – ditou, sentindo ela pulsar. Ela se ajeitou nos joelhos, se inclinando para frente e agarrando sua farda, começando a rebolar lento, um sorriso de provocação em seus lábios. Sentiu Louis lhe dar um tapa forte e estalado, começando então a obedece-lo, sentando rápido e forte, tendo que cravar as unhas em sua nuca por tamanha excitação que estava sentindo.
- Isso, porra. – Louis beijou Harry com fome, puxando seus cabelos e apertando sua bunda com força.
- Meu Deus. – Harry sussurrou em meio ao beijo, os olhos revirando por baixo das pálpebras. Louis quebrou o contato, abocanhando um dos seus peitos gostosos, mordendo o mamilo e sugando, aproveitando todo o corpinho de sua mamãe.
- Louis, caralho, seu pau é tão gostoso. – Harry pressionava a cabeça de Louis contra seu peito, aproveitando os toques rudes que ele mantinha por todo seu corpo.
Segurando Harry pela cintura Louis a virou, deitando ela no sofá e se encaixando entre suas pernas. Puxou ela pela parte de trás dos joelhos, fazendo ela enrolar as pernas em seu quadril. Voltou a penetra-la agora com força, empurrando até as bolas. Gemeu rouco atacando seu pescoço, lambendo e chupando, começando a foder como quis desde o momento que ela se empinou toda na parede. – Aperta essa bocetinha pra mim, Harry. Isso, se aperta bem gostoso no meu pau, seja boa pra mim. – Louis sussurrava pausadamente, sentindo Harry pulsando forte em si, apertando o cacete todo, o fazendo revirar os olhos a cada estocada. – Gostosa pra caralho bebê, tão apertada e quente, você ainda está escorrendo Harry, me marcando igual um cachorrinho, huh? O que acha de ser minha cadelinha? O que acha de ter meu pau dentro de você todo dia, te fodendo bem gostoso, te fazendo querer tanto gozar que vai se esfregar em mim implorando pelo meu pau fodendo você assim, forte, rápido e fundo? – Louis falava lento, sentindo Harry pulsando sem parar, as mãos agarradas em sua farda, os botões dela deixando toda a pele dos seus peitos vermelha pela fricção entre os corpos. – Eu vou gozar Lou! – Harry gemeu alto em seu ouvido.
- Vai poder gozar assim que disser que quer ser minha puta particular, Harry. Fala pra mim o que você quer, bebê, fala que você é minha. – Louis aumentou a velocidade, a fodendo com brutalidade.
- Sim, sim, sim, sim! Eu quero Lou, eu quero ser só sua, quero te esperar chegar em casa pra me foder bem gostoso, meu deus! Usa minha boceta como você quiser! – Harry gemia, a respiração engatada, os olhos marejados. Se apertou mais em torno de Louis, gozando em seu pau, rolando os olhos por baixo das pálpebras por tamanha excitação, pela estimulação em excesso porque Louis não parou de meter nem por um segundo. Ele segurou seu pescoço, limitando sua respiração e a fodeu lento e forte, aumentando a intensidade do orgasmo de Harry.
- Vou te foder até eu gozar. – Avisou, afrouxando o aperto e beijando Harry, impedindo que ela recuperasse o ar devidamente. – Continua com as pernas bem abertas mamãe, eu vou gozar dentro de você. – Sussurrou entre os lábios rosadinhos, o cenho dela franzido em prazer e necessidade, olhando-o nos olhos, implorando silenciosamente por sua porra. – Vou te deixar bem cheia, mamãe. Toda melada. – provocou, vendo a outra assentir desesperada.
- Me dá seu leitinho, Lou, goza bem gostoso lá dentro, fode sua mamãe. – falou baixinho, os dedos dos pés curvados em prazer.
Louis sorriu mordendo o lábio inferior dela e a beijando rude, levou o polegar até o clitóris dela e começou a massagear com exatidão, a sentindo tentar fugir dos seus toques, o que não o impediu. Ele continuou, sentindo ela o prender dentro com força, esguichando em sua pelve, o fazendo gozar intensamente dentro dela. Estocou algumas vezes com dificuldade pelo aperto, terminando de esporrar tudo no fundo de sua bocetinha.
- Porra, Harry. – falou ofegante, a outra tremendo abaixo de si. – Você é tão boa, perfeita. Não quero foder mais ninguém nesse mundo além de você. – falou beijando da sua mandíbula até o canto de seus lábios, sentindo neles o sorriso preguiçoso que ela esboçava. – Eu quero morar dentro de você. – Louis falou rindo, meio aéreo, ouvindo a gargalhada gostosa de Harry enquanto o abraçava.
- Não seja bobo. – falou lento, o sorriso não abandonando seus lábios. – Eu preciso tanto de um banho.
- Precisamos, e eu vou dar banho em você. – Louis sorriu, olhando toda feição relaxada e feliz de Harry.
- Não precisa, bebê. – Harry negou.
- Precisa sim e eu vou. – Louis lhe deu um selinho. – Vem, se segura em mim. – Se levantou com Harry no colo, caminhando até o banheiro do quarto dela. Ele a deixou sentada no vaso sanitário, ligou a torneira da banheira e foi correndo até seu quarto, pegando duas toalhas.
- Vem. – colocou as toalhas no suporte e a ajudou a entrar na água quentinha, sentando-se atrás dela, aninhando-a em seu abraço. Harry se virou para ele, sentando-se de frente, as pernas encaixadas em seus quadris.
Louis sorriu para ela, pegando o chuveirinho do suporte e molhando seus cabelos. Lavou seus cabelos fazendo massagem no couro cabeludo, lavou seu corpo passando minutos massageando cada parte mínima, a fazendo relaxar cada vez mais. Em silêncio, apenas trocando olhares.
Harry olhou cada expressão do filho, desviando o olhar e começando a estralar os dedos, hábito típico de quando fica nervosa.
- O que foi? – Louis balançou a cabeça em negação quando ela ameaçou dizer que não era nada. – Eu te conheço. – falou rindo fraco.
- Não podemos mais fazer isso. – falou de uma vez só.
- Não só podemos, como vamos. Eu vou cuidar de você como você sempre mereceu ser cuidada, vou te mimar e te fazer feliz. Você já prometeu ser minha, Harry, já era. – sorriu de lado.
- Foi errado, Louis. – rebateu.
- Eu queria te foder faz anos, Harry. Você ter se oferecido pra mim e se esfregando no meu pau só me deu a oportunidade de realmente fazê-lo. – Louis começou a enxaguar o creme do cabelo de Harry.
- Você...? – deixou no ar, não completando.
- Sim, sempre quis foder você e agora que consegui vou te foder todo dia de um jeito diferente até não ter nenhuma posição nova no kamasutra. Esquece, Harry, você é minha. Só minha. – Ditou.
- Ok. – Mordeu o lábio inferior, a respiração um pouco desregulada por imaginar se Louis já se tocou pensando nela, assim como ela fazia. – Só sua. – sussurrou.
- Isso. – a puxou pra perto, beijando seus lábios com delicadeza. – Eu vou descer e pegar algo pra gente comer, então tenta não dormir, tá? Vem, vou vestir você. – Lhe deu um beijo na testa, levantando e saindo da banheira primeiro, se secando rápido e amarrando a toalha na cintura. Depois a ajudou a sair, secando seu corpo e deixando beijinhos por todo caminho que suas mãos deixaram marcado na pele dela. A ajudou a vestir um shorts curto de pijama e uma regata fininha, a deixando escolhendo alguma comédia romântica na Netflix antes de ir atrás de uma boa comida.
"harry precisa aprender anatomia e quem vai lhe ensinar é louis"
☆ hbottom, ltops, daddy kink, louis nerd.
(não sei se isso é um fetiche ou kink, mas em um momento da one Louis vai escrever coisas pejorativas sobre o Harry no corpo dele)
★
Harry desfilava pelo corredor com seus típicos all stars azuis nos pés, sua saia da mesma cor balançava conforme ela andava rebolando os quadris sabendo que chamava toda a atenção pra si. Seus cachos cor de chocolate brilhavam conforme os raios de sol entravam pelas janelas do corredor e refletiam neles.
Parou em frente ao seu armário pronto pra destrancá-lo pra que pudesse pegar seus materiais quando duas mãos se espalmaram em sua bunda a virando deixando suas costas coladas no armário.
– Michael! – Harry deixou um gritinho assustado sair de seus lábios antes de começar a sentir os beijos melados de Michael em seu pescoço.
– Tava com saudade da minha gata – ele disse ainda beijando o pescoço de Harry.
Os olhos de Harry se reviraram, mas não de prazer sim de tédio.
– Também tava Mick, mas agora preciso ir antes que eu me atrase pra primeira aula – Harry disse se virando novamente ao armário dessa vez o destrancando.
As mãos de Michael dançaram por sua cintura antes de subirem até seu ombro. – Poxa gata parece que tá me evitando. O moreno disse com uma voz carregada de tristeza.
– Michael, não é isso, os dias estão uma loucura ainda mais agora que tenho as aulas particulares com o Tomlinson – bufou. – Não tô te evitando.
– Tudo bem gata, mas por favor passa lá em casa, tô morrendo de saudade da sua boquinha – deixou um tapinha sobre a bunda de Harry antes de sair pelos corredores.
Harry revirou os olhos e fechou o armário, seu coração disparou freneticamente ao ver a figura de Louis parada logo atrás da porta. Os braços cobertos pela camiseta de manga cumprida encostavam no armário de ferro, os cabelos bagunçados o davam um ar charmoso, os óculos pretos em seus olhos e os lábios vermelhos completavam a figura escultural que era Louis.
– Louis, puta que pariu, assusta sua mãe – Harry disse colocando a mão no peito.
– Cala a boca, Harry.
Harry abriu a boca pronta pra retrucar a provocação, mas antes que pudesse deixar uma palavra sair Louis levou o dedo indicador até seus lábios impedindo que ela falasse qualquer coisa.
– Dona Lindsay disse que você precisa estudar anatomia urgentemente se quiser sair da escola esse ano – começou enquanto mexia na pasta que tinha em suas mãos – E obviamente eu é quem me ferro nessa história, mas você pode ir lá em casa hoje por volta das três da tarde se quiser estudar, pode ser? – perguntou com os olhos ligados nos de Harry.
Styles mexeu em seus cachos, arrumando-os de forma bonita em sua cabeça.
– Porra, mas essa diretora não larga do meu pé – Harry bufou audível.
– Talvez seja porque você não estuda merda nenhuma – Louis retrucou.
– Cala a boca Louis – bufou apertando o osso do nariz entre os olhos – Às três na sua casa? – repetiu a fala de Louis.
– Isso Harry, às três na minha casa. – repetiu novamente sua fala, bufando – Por favor vê se não atrasa.
Louis nem mesmo esperou que a garota respondesse apenas se virou de costas e saiu pelo corredor.
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O sinal ressoava por toda a escola anunciando o final das aulas, era sexta-feira e nesse dia era comum que todos os alunos ficassem até duas da tarde ali. Louis agradecia aos céus pela aula chata do professor Antony, de história ter acabado.
Louis realmente gostava de estudar, mas sexta-feiras eram cansativas. E pra piorar, o universo o odiava e ele sabia muito bem que Harry ia em sua casa estudar, à tarde, de uma sexta-feira.
Antes que ele começasse a procrastinar e entrasse em uma linha de pensamentos totalmente depressiva, a voz de Lana, sua melhor amiga o chamou.
─ Lou? ─ a menina recebeu sua atenção ─ Quer ir pra casa hoje? Mamãe e Henry vão sair pra casa dos familiares dele, vou ficar sozinha assistindo, topa? ─ perguntou entusiasmada.
─ Poxa Nana, hoje não vai dar ─ disse puxando a mochila da cadeira ─ A Styles vai em casa estudar anatomia, Lindsay a obrigou a ter aulas particulares comigo.
Louis se levantou da cadeira indo até a porta onde Lana estava. Os dois saíram pelos corredores caminhando devagar em direção a saída.
─ Ah Lou ─ exclamou com uma expressão triste ─ Boa sorte com Harry, ela é um pé no saco. A gente se vê segunda então.
─ Coloca pé no saco nisso, te vejo segunda Nana ─ deixou um beijo no ar pra morena antes de começar a seguir o caminho até sua casa.
Louis chegou em frente a porta de sua casa e encontrou como de costume a chave reserva posta embaixo do tapete de entrada.
Era sexta-feira e os pais de Louis tinham o costume de irem até a casa de seus avós para passarem o fim de semana, o garoto sempre foi convidado à ir mas sempre negava dizendo que tinha de estudar.
O garoto não demorou a entrar em casa e subir as escadas pro seu quarto, deixou a mochila em cima da poltrona no canto de seu quarto e seguiu pro banheiro decido a tomar banho.
Alguns minutos depois Louis estava na sala novamente, os cadernos de anatomia todos postos sobre a mesinha de centro enquanto ele comia um prato com macarrão ao molho branco que sua mãe havia deixado pra ele na geladeira.
Na televisão passava algum programa tosco que Louis nem mesmo prestava atenção. Seu tronco estava descoberto e o ar fresco que vinha da janela da sala o refrescava.
Assim que ele terminou de comer deixou a louça na pia pra que ele lavasse depois que terminasse os estudos com Styles, o moreno não deixou de conferir no relógio da cozinha o horário.
Novamente na sala ele pegou seu celular e abriu o aplicativo de mensagens enviando “Não demora Styles, já pode vir se quiser” pra cacheada. Jogou novamente o telefone sobre o sofá e se deitou ali esperando a menina.
Seus olhos quase fechavam pela preguiça, e ele sabia que se dormisse nem mesmo um furacão o acordaria, por isso abriu a Netflix na sua TV e colocou no episódio que tinha parado em sua série.
Os episódios eram cumpridos e Louis estranhava pois já estava no terceiro e nada da menina chegar. Checou seu celular e viu que marcava três e quarenta e cinco, Louis bufou.
Desbloqueou seu celular e entrou na conversa com Harry, a antiga mensagem não tinha sido visualizada ainda, mas mesmo assim Louis insistiu enviando mais uma dessa vez um “Porra, quarenta e cinco minutos de atraso? Sério isso Harry?”.
Louis nem mesmo percebeu, mas depois que enviou a última mensagem a garota, o tempo pareceu voar. Seus olhos se arregalaram quando o último episódio da série chegou ao fim e outra série começou.
Já se passava das sete da noite e mesmo assim a menina não havia vindo. Louis riu enquanto apertava sua cabeça a menina realmente era uma filha da puta que não se importava com nada.
Louis puxou os cadernos da mesinha e subiu as escadas os levando pro seu quarto, guardando novamente. Vestiu seu pijama confortável e desceu com o celular na mão discando o número da pizzaria que tinha sua pizza favorita.
Logo após terminar de pedir, Louis abriu o Instagram, seus dedos rolaram a tela e não demorou nem mesmo 3 postagens pra que a conta de Lia aparecesse com um vídeo.
Era Harry.
A menina estava deitada sobre o balcão de uma cozinha, o fundo estava cheio de pessoas, luzes coloridas passavam pra todos os lados no vídeo, a menina tinha a parte do tronco desnudo, a tatuagem no meio dos peitos gordinhos brilhava com a bebida que ficava ali. Chris, o capitão do time de futebol sorria pra câmera e em menos de segundos ele desceu seu corpo até o da menina, lambendo a bebida no corpo dela, lhe dando um body shot.
Louis não sabe porque, mas assim que viu os lábios dos dois se juntando em um beijo algo dentro de si borbulhou. Queimou como fogo, ele só não soube distinguir se aquilo era ciúmes, ódio ou até mesmo raiva de Harry pela menina ter preferido a festa do que estudos.
Antes que o de olhos azuis bloqueasse a tela, ele novamente abriu as mensagens e mais uma vez enviou a cacheada.
“Quando quiser estudar anatomia chame o Chris pra te ajudar, talvez ele te ajude na prática a conhecer melhor o corpo humano ;)”
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Um toque incessante acordou Louis.
Ele esfregou os olhos e bocejou, seu corpo estava dolorido e ele nem mesmo se lembrava de como ficou ali na sala. Seu celular vibrava em cima da mesinha de centro, o horário brilhava na tela.
Louis praguejou antes de desligar, ele havia esquecido de desativar o alarme pro seu curso de inglês. Pegou seu telefone e conferiu as notificações, algumas de sua mãe e outras de Lottie, nada de Harry. Louis se espreguiçou antes de se levantar do sofá e arrumar a sala.
Louis não demorou pra estar novamente na sala, dessa vez vestindo um shorts de moletom sem camisa.
Se lembrava de que tinha tarefa de biologia pra fazer. Estava prestes a levantar pra pegar seu material quando batidas na porta o fizeram parar. Ele franziu as sobrancelhas, seus pais não bateriam na porta.
Quando abriu a porta deu de cara com quem menos imaginava ver.
Harry Styles.
Louis a encarou, a menina vestia um vestido branco rodado, os cachos estavam soltos e em seu rosto nada tinha, apenas em seus lábios que uma camada fina de gloss brilhava. Tomlinson percebeu o olhar da menina preso em seu tronco e percebeu que ninguém daquela escola nunca havia o visto sem suas típicas camisas cumpridas.
– A boneca lembrou que tinha que estudar? – Louis implicou com a voz repleta de sarcasmo – Ou veio aqui dar mil desculpas de que não pôde vir, pra ir em uma daquelas festas babacas?
Harry baixou o olhar, era notável que ela estava com vergonha, suas mãos mexiam na bainha do vestido.
– Eu posso entrar Lou? – a voz era carregada de vergonha.
Louis a olhou. Sua consciência o batia internamente, ele não devia ser mole e deixar a garota entrar, afinal a garota tinha vacilado com ele, mas como Louis era bobo deixou que a menina passasse por si e fosse até a sala.
A garota se sentou na poltrona no canto, ela não arriscou a levantar o olhar.
– Não vai começar a se explicar? – Louis sentou de frente a ela encarando-a duramente.
A menina subiu o olhar, Louis notou que em seu olhar tinha um brilho diferente ele não sabia distinguir do brilho da timidez.
– Louis primeiro de tudo, me desculpa – ela começou e sua voz saiu em tom diferente do que ela sempre usava com Louis – Eu realmente iria vir, eu tava pronta pra vir mas Lia me insistiu pra ir a festa porq-
– Ah, é óbvio, Lia – Louis estalou a língua no céu da boca – Sempre são seus amigos em primeiro lugar depois a escola, Lia aqui, Chris pra l-
– Será que dá pra você calar a porra da sua boca um pouco e me deixar terminar? – Harry pediu com as mãos apertando forte os braços da poltrona.
Louis levantou as sobrancelhas pela maneira que a menina falou consigo, mas deu de ombros e deixou que ela continuasse.
– Lia queria fazer ciúmes na ex dela, eu sei que isso não é justificativa pra nada, mas só eu sei o quanto ela gosta dessa estranha da ex dela – ela soltou um risinho – E não pensa que eu não recebi suas mensagens, na verdade eu realmente não recebi – ela coçou a cabeça – A primeira eu até recebi e ia te responder dizendo pra gente marcar pra outro dia, mas meu celular descarregou e eu só recebi suas outras mensagens agora de manhã, e é por isso que eu tô aqui agora, porque se você tiver disposto a me ensinar eu ainda posso aprender.
Agora a menina cutucava o canto da unha, olhando pra sua coxa.
– Já acabou? – Louis foi irônico – Realmente não me importo com nada do que você disse que fez ou deixou de fazer, quem precisa de nota pra passar de ano é você e não eu. – deu de ombros.
Harry olhou pra Louis com lágrimas nos olhos. Ela se sentia burra, se martirizava e queria poder voltar a ontem e ter dito não a Lia.
– Poxa Louis – ela limpou a bochecha da lágrima que escorria – Me d-desculpa, me dá uma segunda chance por favor, me ensina a ser inteligente e boa.
Louis via Harry implorando pra si pra que ele lhe desse uma segunda chance enquanto algo dentro de si borbulhava. A menina tinha os olhos chorosos.
– E porque eu deveria te dar uma segunda chance? – perguntou enquanto se levantava e se aproximava da menina.
Harry ergueu os olhos à Louis, ela continuava a mexer no canto de suas unhas como se estivesse nervosa.
– Por que dessa vez eu vou ser boa e aprender Lou, por favor – ela pediu.
Louis debruçou sobre o corpo da menina, fazendo-a encostar no sofá e manter os olhos ligados aos seus azuis.
– Sabe Harry, eu não devia – ele começou enquanto passava os olhos por todo o rosto delicado da menina – Você é uma putinha. Uma tremenda vagabunda que não se importa com nada a não ser em ter um macho te comendo, não é? Como no vídeo de ontem.
Louis cuspia as palavras no rosto da menina vendo os olhos chorosos dela continuarem lhe olhando.
– Uma vagabunda exibicionista que adora se exibir pra todo mundo, que ama ter toda atenção só pra si não é? Que adora ter todos no seu pé, caindo por si. – ele conectou seus olhos com o da menina – Mas pra mim você não passa de uma putinha Harry, uma cadela necessitada, que ao invés de vir estudar foi pra festa deixar que te usassem como um brinquedinho.
Louis agora passava os dedos sobre as bochechas rosadas de Harry, limpando as lágrimas ainda mantendo seu corpo sobre o da menina.
– Não precisa chorar bebê. O Louis não vai ser tão mal assim com você, eu vou te ensinar a ser obediente. Vou te ensinar como ser boa tudo bem? Só que do meu jeito.
Os dedos rasparam sobre os lábios da menina e Louis pode ver os olhos dela se fecharem em deleite pelo toque simples e delicado.
– Não mandei você fechar os olhos, mandei?.
A menina abriu os olhos fazendo uma força extrema.
Louis se afastou dela e manteve sua postura reta, percebia que o olhar da menina não saia de seu tronco, sempre a cacheada mantinha os olhos verdes passeando por ali, entre a pele bronzeada e a tinta preta das tatuagens que pintavam ela.
– O que tanto olha? – Louis perguntou genuinamente interessado no que a menina diria.
– hm.....hãm.....n-nunca pensei q-que tivesse tatuagem – a menina disse vergonhosa.
Louis sorriu e balançou a cabeça.
– Sou capaz de fazer diversas coisas que você não imagina.
A menina novamente abaixou sua cabeça envergonhada. Louis se aproximou e levantou o queixo dela, atraindo o olhar dos olhos verdes pra si.
– Se levanta por favor carinho – pediu baixo, mantendo a mão no queixo dela.
Harry se levantou da poltrona, se colocando de pé e ereta com uma postura invejável, as mãos nas costas e a cabeça baixa, olhando pros seus próprios pés. Tomlinson mais uma vez colocou a mão no queixo da menina levantando o rosto bonito dela.
– Você quer ser boa, certo? – Louis perguntou e esperou a confirmação, que veio logo – Tudo bem, quero que você mantenha seus olhos em mim.
Louis se afastou um pouco da menina e manteve os olhos grudados no dela antes de começar a dizer baixo.
– Repita comigo Harry. Eu sou uma tremenda putinha que prefiro a festas do que os estudos. – Louis disse tudo tão calmo que parecia que ele lia em algum livro.
Harry continuava com os olhos ligados no de Louis, sua boca era minimamente aberta enquanto suas mãos ainda cutucavam suas unhas.
– E-eu sou u-uma tremenda putinha que prefiro a f-festas do q-que os estudos. – as palavras saíam quebradas pelo nervosismo de Harry.
Louis fechou os olhos negando com a cabeça.
– Não carinho, eu gaguejei? – a menina negou – Então repita de novamente, até que não gagueje mais.
Louis cruzou os braços e continuou da mesma maneira que estava, Harry por outro lado colocou as mãos na frente do corpo, enquanto mais uma vez repetia a frase.
Foram no mínimo cinco tentativas até que a cacheada acertasse exatamente sem gaguejar nenhuma palavra, o que fez Louis abrir um sorriso de lado e logo em seguida depositar um beijo na bochecha rosada de Harry.
– Muito bem carinho, agora vou te ensinar outra coisa tudo bem? – perguntou e obviamente a menina acenou positivamente – Mas dessa vez você precisa tirar o vestido e se deitar aqui no sofá.
De primeira a menina arregalou os olhos, sua expressão era de confusão, porque ela teria que tirar seu vestido? Porque ela tinha que deitar ali? Enquanto se questionava se lembrou que havia dito a Louis que queria ser boa, e talvez isso significasse ser boa certo?
Harry sentia seus pelos se arrepiarem toda vez que olhava pra Louis, a bermuda de moletom pendia em sua cintura marcando a V-line em seu quadril, deixando-a marcadinha e deliciosamente tentadora sobre os olhos de Styles. As tatuagens também não passavam despercebidas pelos olhos verdes de Harry, que analisava cada um dos desenhos de forma lenta e calma.
Nunca que ela imaginaria que o garoto que estuda e dá sua vida na escola era tão, tão.....Gostoso assim. O menino sempre usava camisetas de manga longa na escola, não importava o calor, sempre eram dessas.
– Está esperando o quê? Eu tirar seu vestido? – Louis disse a tirando de seu devaneio.
A menina o olhou assustada, seus olhos se arregalaram quando Louis continuou a olhar pra si. Suas mãos tremiam enquanto ela puxava a bainha do vestido por seu corpo branquelo e definido.
Louis olhava a cena, que passava lentamente em sua cabeça, seus olhos captaram as coxas gordinhas juntas e apertadas, como se estivesse necessitando de algo. Logo em seguida seus olhos grudaram na calcinha minúscula rosinha, o fiozinho apertava a cinturinha de Harry e nem ao menos cobria sua bucetinha. Sua barriga lisinha e arrepiada foi a próxima coisa que Louis focou antes de quase babar na tatuagem de borboleta que ela tinha entre os peitos, esses últimos que estavam presos no sutiã minúsculo idêntico à calcinha, cobria minimamente os peitinhos da garota e deixava Louis louco. O tecido foi posto no sofá.
A menina juntou suas mãos na frente do corpo, como se estivesse com vergonha do olhar de Louis em seu corpo, como se pudesse queimar.
– Não precisa ter vergonha carinho, ontem você não parecia ter vergonha enquanto deixava o Chris te dar um body shot. – Louis sempre que tinha oportunidade jogava na cara de Harry o quão sem vergonha ela havia sido. – Se deita no sofá e deixa suas mãos ao lado do corpo, eu já volto.
Louis saiu da sala, subindo pro segundo andar pulando de dois em dois degraus. Em seu quarto ele procurava pelo canetão preto que havia ganhado de seu professor na semana passada, não se lembrava exatamente onde havia colocado e isso dificultava que Louis achasse. Mas em um estalo sua mente se lembrou que estava na segunda gaveta da cômoda.
Pegou a caneta e junto seu celular.
Descendo as escadas Louis viu a menina, exatamente da maneira que Louis havia pedido que ela ficasse, os olhos estavam fixos na escada, como se estivesse se corroendo pra que Louis viesse logo. O rosto dela se iluminou quando Tomlinson apareceu na ponta da escada segurando a caneta e o celular.
A menina ainda não havia entendido onde Louis queria chegar com uma caneta e com ela pelada em seu sofá, mas não ousaria perguntar, havia sido burra o bastante de não ter ido quando Louis pediu.
– Preste atenção. – Tomlinson disse olhando nos olhos de Harry – Você foi uma tremenda puta comigo ontem, mas ainda precisa estudar, então eu vou te ensinar, quero que fique em silêncio e que mantenha seus olhos nos meus enquanto eu te ensino, certo?
A menina obviamente concordou e manteve seus olhos ligados ao de Louis.
O garoto se sentou sobre o quadril de Harry, o que a fez inconscientemente soltar um gemido fino e quase engasgado pelo contato do pau -que já ficava evidente no shorts de moletom- com sua barriga.
Louis abriu o canetão e riscou um traço sobre a barriguinha de Harry, vendo a pele se contrair, ele sorriu ladino e continuou até que se formasse um pequeno coração. Em seguida subiu o caneta até a clavícula de Harry, a respiração era descompassada e Louis sentia seu pau endurecer cada vez mais por saber que ele deixava a menina daquela maneira.
Com a caneta em mãos Louis começou a escrever sobre a clavícula da menina, a tinta geladinha que saia fazia Harry arrepiar e querer gemer a cada letra que era escrita sobre sua pele. Louis sorriu ladino assim que tirou a caneta da pele da menina vendo o “putinha do papai” escrito ali.
– Olha carinho, aqui eu escrevi o que você é, certo? Você quer saber o que é? – a menina chacoalhou a cabeça rápido – Putinha do papai. E sabe quem é seu papai?
Louis foi surpreendido quando ela confirmou mais uma vez rapidamente como se estivesse necessitada em responder.
– Ah você sabe? E quem é então bebê? – ele perguntou entortando a cabeça de lado.
– V-você Lou, você é meu papai – a voz saiu baixa mas o suficiente pra que Louis escutasse.
Tomlinson fechou os olhos e respirou fundo, a menina parecia ter controle sobre seu corpo mesmo que quem estivesse comandando tudo ali fosse Louis.
Mais uma vez Louis abriu a caneta, dessa vez sobre os peitos de Harry, vários corações foram desenhados ali, e um grande Louis foi assinado no meio deles. Louis desceu mais o corpo da garota, se sentando dessa vez sobre as coxas dela, agora toda a barriga ficava exposta, somente com o coração que Louis havia desenhado.
Ele deslizou a caneta até que estivesse sobre o meio da barriga dela e escreveu lentamente, a provocando arrepios, a barriga se contraia vez ou outra sentindo a caneta correr por sua pele. Louis sorriu orgulhoso ao terminar de escrever, seus olhos brilhavam.
– O q-que tá escrito a-gora papai? – a menina perguntou antes que Louis sequer falasse algo.
– Tão ansiosa, agora eu escrevi ‘Brinquedinho do papai’ carinho. – Louis explicou colocando suas mãos sobre a cintura de Harry – É isso que você é não é?
Harry sorriu tímida, e chacoalhou sua cabeça mais uma vez, era uma tremenda submissa.
Louis abaixou seu tronco dessa vez, parando ao lado de onde havia escrito, sua boca deixou um beijo antes de morder fortemente fazendo a menina gritar e tremer sobre o sofá, Louis mantinha seus olhos sobre o rosto de dor que Harry fazia, mas não se importava.
Sugou a pele antes de soltá-la e ver a marca vermelha ali. Mais uma vez assinou seu nome no corpo da garota, como se ela fosse uma propriedade sua, toda e completa de Louis. Perto do elástico da calcinha ele escreveu mais uma vez seu nome, fazendo uma setinha indicando a bucetinha da garota.
Descendo uma última vez ele se sentou sobre as canelas de Harry, suas mãos agora se apossando das coxas da menina. Massageava forte a pele e a marcava como bem entendesse, afinal, Harry era sua agora.
Louis marcou a pele de Styles mais uma vez, dessa vez com variadas palavras sobre a pele branquinha. Pequenos corações eram desenhados em volta das palavras, ‘Putinha’, ‘vadiazinha’, ‘cadela’, ‘vagabunda do louis’, ‘somente do papai’, ‘sou do papai Louis’ foi a última coisa que ele escreveu quase perto da bucetinha da garota.
– Você não imagina o quão linda você está agora boneca. – Louis disse maravilhado observando o corpo da menina todo marcado. – Tão fodidamente gostosa marcada com as palavras que o papai escolheu.
Louis se ajoelhou perto do peito de Harry. Vendo os olhos da garota brilhando e um sorriso tímido nascendo em seus lábios.
– Obrigada papai – foi tudo o que ela sussurrou à Louis.
O moreno não pode deixar de se abaixar e deixar um beijo sobre o peito de Harry.
Se levantou e puxou seu celular, o posicionou enquadrando o corpo da menina capturando exatamente a forma bonita como ela estava no sofá de sua própria casa completamente exposta e marcada.
– Será que eu preciso gravar e postar nas redes socias pra que todos esses babacas saibam de quem você é? – Louis perguntou segurando o celular.
– Não precisa papai, eles vão saber de quem eu sou. – a menina respondeu novamente em tom baixo completamente submissa à Louis.
Tomlinson ainda com seu celular se sentou sobre o quadril da menina de novo. Suas mãos dessa vez foram para os cachos soltos, os puxando pra trás expondo o pescoço dela.
Sua língua percorreu um caminho, como se já soubesse de cor cada pequeno canto daquela pele. A língua percorria todo o pescoço branco e cheiroso, beijos melados eram deixados ali enquanto a mão da menina apertava seus cabelos.
Louis deixou um chupão perto da clavícula da menina, escutando ela gemendo, seu sorriso era ladino e orgulhoso enquanto ele marcava a menina. Sua mão segurou o peitinho de Harry e com a outra ele segurou o celular enquadrando Harry toda marcada pelas palavras e pelos chupões de Louis.
Ele fotografou varias vezes o corpo bonito de Harry, guardando todas as fotos pra si. Suas mãos agora apertavam os peitos dela, deixavam marcas vermelhas na pele branquela e gordinha.
– P-papai – a menina gemia com os olhos revirados.
Louis fixou seus olhos no rosto da menina, todo contorcido em prazer. Os lábios vermelhos sendo pedidos para serem beijados e chupados, Louis continuou encarando os lábios de Harry antes de se abaixar lentamente e fazer um rastro com sua língua desde o pescoço até a ponta do queixo.
Sua língua dançou por entre os lábios de Harry, lambuzando-o com sua saliva como se fosse um gloss. Desenhava os lábios de cima quando Harry puxou sua língua a chupando pra dentro de sua boca como se simulasse um boquete.
Os olhos verdes da garota tinham as pupilas dilatadas, em completa luxúria e tesão. Os azuis de Louis continuavam fixos no de Harry enquanto ela se lambuzava com a língua em sua boca. Louis levou sua mão até o pescoço dela, apertando fazendo-a parar seus movimentos e manter os olhos em si.
– P-por favor – pediu.
Louis sorriu sádico e puxou os lábios da menina por entre seus dentes, seus olhos mais uma vez se fixaram com os de Harry.
─ Por favor o quê boneca?
Louis podia ser muito filha da puta quando queria.
A menina fez um biquinho manhoso em seus lábios e seus olhos se encheram d’água, Louis sentiu pena da garotinha, sua língua mais uma vez provocou a boca dela antes de finalmente começar a beija-la.
Seus lábios tinham sintonia, era como uma orquestra completamente harmônica, Louis explorava toda a boca da menina com sua língua sentindo o gosto doce que ela tinha. Gemidos abafados escapavam pela boca de Harry conforme Louis a beijava, seu corpo todo pegava fogo quando Louis descia suas mãos por ele, correndo os dedos pela pele quente e suada da menina.
Seus lábios trabalhavam arduamente na menina tanto que seu corpo ficava mole e seus olhos se reviravam vergonhosamente. Louis segurou a bunda da menina com uma de suas mãos enquanto a outra apertou seu peitinho.
─ Vou te usar como eu bem entender, você vai ser meu brinquedinho de foda hoje tudo bem boneca? ─ Louis sussurrou com sua boca raspando na de Harry.
A menina se arrepiou e respirou fundo, seus olhos novamente se encheram de lagrimas. Ela queria, como queria, queria muito que Louis a usasse como quisesse, que abusasse de seu corpo e fizesse tudo o que sempre quis.
─ P-papai, e-eu sou t-toda sua, somente s-sua pra ser usada como você q-quiser, só s-seu brinquedinho.
Ela segredou.
─ Eu poderia gravar você dizendo isso, você é a porra de uma puta. ─ Louis apertou as duas bochechas da menina formando um biquinho em seus lábios.
A menina sorriu ladino e piscou os olhos lentamente antes de segredar baixo mais uma vez.
─ Eu já disse que você pode tudo papai, pode filmar enquanto me come, enquanto fode a minha bucetinha, enquanto usa meu corpo ou quando me sujar de porra, eu realmente não me importo. Sou toda sua.
Louis sentiu seu pau se repuxando dentro de sua bermuda, assim como também sentiu todo seu corpo se arrepiando. Ele deixou um tapa sobre o rosto da menina antes de puxar seu celular da mesinha de centro e se sentar sobre o peito dela.
Seu pau agora fora da bermuda batia nos lábios dela, sujando-o de porra, deixando brilhante. O gostinho salgado fazia a menina revirar os olhos e querer ainda mais chupar aquele caralho como se sua vida dependesse disso. Sua língua lambeu a ponta da cabecinha sentindo ainda mais o sabor salgado da pré-porra de Louis, porém um tapa foi desferido sobre sua bochecha de novo.
─ Eu mando aqui hoje, pedi pra você fazer alguma coisa? ─ perguntou e não recebeu respostas ─ Como eu imaginei.
Louis iniciou a gravação de seu celular e começou a bater com seu pau sobre a boca de Harry, os barulhos molhados escoavam pela casa deixando não só Louis louco, mas também Harry que gemia abafado no pau do garoto. Seu queixo também ficava sujo de porra, mas ela nem mesmo se importava.
Tomlinson sorria ladino cada vez que batia seu pau sobre os lábios molhados de Harry, sentia sua alma visitar os céus e voltar quando a língua dela estava pra fora e acabava encostando minimamente no cacete gordo de Louis.
– Abre a boquinha? – pediu segurando seu pau pela base – Pro papai boneca.
Harry sorriu de lado antes de lubrificar os lábios com saliva e em seguida abrir a boca, pronta pra receber o cacete de Louis. O pau ameaçou a entrar na boca de Harry e ela quase abocanhou se não fosse pelo tapa forte que recebeu em seu rosto.
Louis segurou seu pau e em um movimento só enfiou todo o falo na boca dela, a cabecinha vermelha batendo contra a garganta fazendo os olhos dela se encherem d’água. Louis gemia conforme a saliva molhava seu pau e o deixava quente, ele entrava e saia da boca da menina fazendo barulhos molhados.
– Porra de boca gostosa do cacete – Louis gemeu com a cabeça jogada pra trás e com as mãos segurando os cabelos de Harry.
Suas estocadas agora eram brutas e causavam engasgos toda vez que Louis empurrava seu pau na boca dela. Ela tinha as mãos sobre as coxas de Louis suas unhas arranhavam a pele branca indicando que ela também gostava.
– Tá gostoso boneca? Hum? Meu caralho fica tão gostoso na sua boca sabia? – ele dizia enquanto deixava só a cabecinha na boca dela – E você fica tão linda com a boquinha vermelha de tanto chupar ele, tão gostosa.
Louis segurou seu celular e fotografou o rosto da menina todo vermelho dos tapas, com o pau de Louis em sua boca. Ficava tão linda, como a porra de uma obra de arte, toda suja de saliva.
Harry rodeou a cabecinha do pau de Louis com sua língua e sentiu a pré-porra preencher sua boca, sorriu provocativo quando viu que Louis ficou afetado com isso.
– V-vai papai, quero m-mais do seu caralho – ela pediu e Louis não se segurou.
Soltou o celular e levou uma das mãos pro cabelo da menina, segurando forte os cabelos cacheados no sofá e em seguida empurrou seu quadril na boca da menina vendo ela revirar os olhos no mesmo instante em que Louis deixou seu pau encostar na garganta dela.
Seus movimentos eram rápidos e brutos, deixavam a menina mole no sofá, simplesmente a mercê de Louis. Esse último que revirava os olhos e sentia suas bolas se repuxarem sabendo que logo viria.
Louis bateu no rosto da menina, deixando-o vermelho, seu sorriso era sádico vendo o estado em que a menina ficava, seu pau entrava com uma facilidade absurda e ele soube que não aguentaria mais quando seu pau encostou na garganta dela de novo e ela gemeu ao mesmo tempo.
– Cacete – Louis gritou.
Seu pau pulsou na boca de Harry e em segundos toda a sua porra escorria pelos lábios rosados da menina. Ela tinha os olhos fechados aproveitando o sabor da porra de Louis, seu sorriso era divertido enquanto ela limpava o canto da boca e chupava os dedos.
─ Bonequinha linda com uma boquinha boa pra caralho.
Louis a elogiou beijando os lábios sujos de porra dela. Suas mãos deixaram tapas sobre o rostinho dela e alguns sobre os peitinhos, deixando a pele vermelha e marcada.
Ele sorriu ladino antes de descer sobre o corpo da menina e se colocar no meio das pernas dela, seu pau raspava no grelinho da menina, ela revirou os olhos e se esfregou em Louis procurando um contato mínimo.
─ Você é uma vagabunda Harry, e é por isso que eu não vou te chupar nem um pouquinho, você já babou muito meu pau, deixou ele molhadinho o suficiente pra entrar em você sem mais nada. ─ Louis sussurrou junto dos lábios de Harry.
Os olhos dela eram molhados pelas lágrimas e as bochechas vermelhas, ela tinha o rosto repuxado em uma expressão pidona.
─ Tudo bem papai, você sabe o que fazer ─ ela respondeu submissa.
Louis segurou seu pau pela base, esfregando a cabecinha no grelinho dela tirando gemidos baixinhos dela, ela se remexia impaciente no sofá esfregando seu grelinho com mais força no pau de Louis.
─ Papai me f-fode logo ─ Harry implorou a Louis.
Louis sorriu segurando as bochechas de Harry, seus lábios formaram um bico e Louis os chupou, seus olhos transbordavam tesão.
A menina abriu a boca e deixou a língua de fora, Louis sabia o que ela queria e foi por isso que ele formou um bico em seus lábios e deixou que sua saliva escorresse até a língua dela.
─ Obrigada papai ─ ela agradeceu colocando a língua pra dentro.
─ Puta que pariu, filha da puta ─ Louis sussurrou e sem esperar mais segurou o pescoço de Harry impedindo a respiração dela enquanto metia seu pau.
Seu caralho entrou ao todo na bucetinha dela e logicamente ela gemeu alto, sua bucetinha toda preenchida pelo pau gostoso de Louis, nem mesmo teve dificuldade ao enfiar de tão molhada que a menina estava.
─ Tão molhada bebê, tão fodidamente pronta pra receber o pau do papai, não é? ─ Louis questionou levando seu dedão até a boca dela.
Ela balançou a cabeça afirmando rápido enquanto sentia seu corpo subir no sofá conforme Louis empurrava seu pau nela. O corpo dela tremia como resposta toda vez que Louis empurrava fundo dentro de si era uma mistura de sons eróticos na sala que deixava Louis cada vez mais tentado a foder a garota abaixo de si.
Sua boca procurava pelos peitos de Harry para que pudesse chupá-los, seus dentes provocavam o biquinho dela deixando mordidinhas fazendo com que ela gemesse alto pela sala sobressaindo os sons molhados de penetração. Uma das mãos dela ficava sobre a nuca dele apertado seus dedos ali na pele deixando-a vermelha, enquanto a outra masturbava seu próprio grelinho.
Louis mordiscou o peito de Harry e no mesmo instante empurrou seu pau ao fundo da menina alcançando seu ponto G, ela revirou os olhos e gemeu alto, sua garganta até mesmo ardeu, enquanto Louis sorria de lado a menina derramava lágrimas pesadas por suas bochechas, ela chorava de tesão.
─ Tão escandalosa bebê, acho que todos os vizinhos saberão o que a gente tá fazendo ─ Louis beijou o peito dela bem onde havia escrito.
Harry sorriu pequeno e com os olhos quase fechados, ela ficava grogue já.
─ N-não tem p-problema não é p-papai? Assim t-todo mundo v-vai saber que eu s-sou sua né?.
Foi impossível pra Louis não gemer, suas estocadas aumentaram a velocidade acertando todas as vezes no pontinho da menina, e ele soube que ela estava perto, suas pernas se fecharam em volta de sua cintura apertando enquanto Louis continuava a meter em si. E foram mais três bombeadas pra que a menina apertasse sua bucetinha e deixasse que o orgasmo tomasse conta de si fazendo seu corpo tremer absurdamente.
─ Isso boneca....Suja o pau do papai amor ─ Louis beijava a mandíbula de Harry falando baixo pra que a menina gemesse ainda mais.
A menina respirava ofegante no sofá ainda sentindo o pau de Louis dentro de si, ela sorria satisfeita enquanto sentia todo seu corpo se arrepiar pelo orgasmo recente. Louis beijou seus lábios, o beijo era ofegante e sujo, os dois suados e queimando pela luxúria.
─ Senta pro papai agora? ─ Louis sussurrou próximo a boca dela ─ Vai sentar em mim bem gostoso com a sua bucetinha? Hm?
A menina mesmo cansada acenou positivamente.
Louis então saiu de dentro dela, seu pau ainda duro e sujo de toda a lubrificação da menina bateu em sua barriga e ele o bombeou duas ou três vezes. A menina olhava pra Louis maravilhada, nunca imaginaria que o menino que na escola andava com suas camisas de manga cumprida, seus óculos de grau e que estudava todo o tempo que estava lá dentro foderia tão bem assim e lhe faria ter um de seus melhores orgasmos.
Só não o melhor porque o melhor de Harry havia sido há pouco tempo atrás enquanto a menina se fodia sozinha em seu quarto com um de seus brinquedos e havia tido um squirting que durou um bom tempo que deixou suas pernas tremendo por uns bons minutos.
─ Tá esperando o que? Vamos logo seu papai precisa de você ─ Louis chamou a atenção da menina.
Harry olhou pra Louis assustada, seus olhos tinham gotículas de água no canto e de seus lábios pequenos murmúrios de desculpas saíam a todo momento. Ela se sentou sobre o colo de Louis sentindo a mão dele apertar a carne de sua bunda, sua bucetinha se esfregava no pau de Louis o molhando.
A boca carnuda e vermelha de Harry procurou pela de Louis sentindo os dedos do mais velho brincarem com seu grelinho enquanto seu pau ameaçava entrar na sua bucetinha. Louis puxou o lábio inferior da menina e no mesmo instante empurrou sua cabecinha na buceta dela, sentindo-a quente.
Ele sorriu quando escutou o gemido entrecortado que ela deixou escapar.
– F-faz de novo p-papai – ela pediu se esfregando nele.
Louis mordiscou os lábios dela e fez novamente o mesmo movimento, sentindo dessa vez a bucetinha de Harry apertar em volta de si. Era possível notar o quão necessitada Harry estava só pela maneira em que suas pernas tremiam conforme Louis ameaçava penetra-la.
E foi um uma dessas vezes em que a menina não se segurou e desceu sobre o caralho de Louis, ela soltou um gemido alto e gritado assim que a cabecinha dele tocou seu ponto G.
– Porra de boneca escandalosa – ele colocou a mão sobre a boca dela enquanto empurrava seu pau na bucetinha dela.
Seu pau entrava com facilidade na buceta dela de tamanha lubrificação que escorria. O corpo dela era mole em cima do colo de Louis, tanto que era o de olhos azuis que tinha que guiar os movimentos.
Suas mãos apertavam a cintura dela deixando marcas vermelhas, ele era quem guiava a forma como a menina descia e subia em seu pau, era de forma tão gostosa e intensa, era tão apertadinha.
– Harry você é tão apertadinha amor – Louis sussurrou sobre o peito dela.
Os biquinhos durinhos dançavam na língua de Louis, saliva escorria por seu queixo conforme ele lambia deliciosamente necessitado o peitinho de Harry, os dedos da garotinha apertavam os cabelos de Louis empurrando a cabeça dele ainda mais forte contra seu peito.
– Sim....O-oh..Deus.......L-louis....P-porra – ela gemia sem nexo algum as palavras.
Louis sorriu e segurou a cabeça de Harry em seu ombro.
– Você acha que o Chris te comeria assim? Hum? – Louis sussurrou – O pau dele entraria assim em você? Sua bucetinha ia ficar molhadinha assim? Ein amor? Você geme tão gostoso pra mim, ia gemer igual pra ele?
A menina gemia mais conforme escutava os sussurros de Louis, ela não fazia questão de responder, seu corpo mole e sem consciência respondia por si só. Louis deixou um tapa sobre a bunda como se reprendesse a menina por não ter respondido suas perguntas.
– Responde filha da puta, Louis tá falando com você – ele a repreendeu com a voz grossa.
A menina sentiu seus cabelos serem puxados forte e sua cabeça ser inclinada pra trás, seus olhos fechavam lentamente e sua boca totalmente vermelha deixava os gemidos saírem.
– D-desculpa....p-papai – ela gemeu entrecortado – N-não L-louis.....Só você m-me come gostoso a-assim – suas palavras eram sussurradas baixas, sua garganta estava fodida.
Louis apertou o corpo dela contra o seu estocando cada vez mais ao fundo, o barulho dos corpos se chocando era tudo que se escutava conforme Louis metia nela. Era tudo tão sujo e pecaminoso que Harry poderia explodir sentindo Louis lhe comer forte.
Louis segurou o pescoço dela impedindo que ela respirasse no mesmo instante em que ela apertou a bucetinha no pau de Louis.
Tomlinson pode sentir suas bolas se repuxarem e seu estômago revirar no mesmo momento em que Harry mordeu seu pescoço, seu leitinho todo escorreu pela bucetinha dela, mas nem por isso ele parou de meter, sabia que ela estava próxima de atingir seu orgasmo afinal suas pernas tremiam a todo momento.
– Vamos pequena, goza pra mim, tô metendo em você só esperando você gozar – Louis sussurrou sobre os lábios dela.
A menina ligou seus olhos com o de Louis, sentia sua barriga se revirando e sentia sua bucetinha sensível, Louis acertava seu ponto G estimulando seu clitóris todas as vezes, ela revirava os olhos de tesão.
Foram mais duas estocadas pra que ela esguichasse sobre o pau de Louis, o líquido expulsou o caralho de Louis de dentro dela e ela continuou tremendo sobre o colo de Louis espirrando seu líquido sobre o colo dele.
– P-porra Lou – ela gemeu assim que deixou seu corpo cair sobre o de Louis, sentindo os efeitos do orgasmo lhe atingir.
Louis sorriu beijando a cabeça molhada de suor enquanto acarinhava a bunda da menina, ele se sentia cansado da mesma forma que ela. Antes que ela dormisse ele puxou os cabelos dela pra trás inclinando sua cabeça, a menina tinha um rosto sonolento, seus cílios batiam devagar.
Louis é um merdinha que deixou sua coisinha presa em um caixa, cega para o exterior, mas com buracos estratégicos que não apenas restringiam suas pernas abertas, como deixavam seu traseiro e xoxota expostos.
Ele convidou alguns funcionários do trabalho para seu escritório, para comemorarem um contrato grande fodendo sua buceta apertada.
Antes de ir para a história, tenho três avisos a dar:
1. Não há um grande desenvolvimento de enredo. Apenas uma pequena introdução, seguindo direto numa cena única e principal.
2. Esse é um conto erótico, e não foi feito na intenção de incentivar qualquer pessoa a fazer o que está descrito nele.
3. Todo ato encenado pelos personagens é consensual.
É isso, boa leitura cerejinhas! 🍬
༺ 𔘓 ༻
No centro da mesa, em frente aos sofás de couro vinho, estava uma grande caixa. Forrada com um papel de presente azul escuro, amarrada com um lindo laço vermelho.
Ryan passou pela porta distraído, mexendo no celular. Mas quando ergueu os olhos para o ambiente, parou no meio da sala, chocado. As pupilas dilataram-se em segundos e seu iphone foi ao chão, rachando a tela em vários pedacinhos.
— O que foi, idiota? Por que tá parado aí? – Bob dá um tapinha na cabeça do outro cara. — Puta que pariu! – ele abre um sorrisinho maldoso e caminha até a mesa saltitante.
Para em frente a caixa e estica a mão, resvalando os dedos na buceta exposta.
— Nunca vi uma xoxota tão rosinha. – inspeciona, abrindo os pequenos lábios e deslizando os dedos roliços ali, sentindo a maciez. — É vermelhinha ao redor e rosinha dentro, tá vendo?
— É óbvio que você não viu uma buceta rosa assim. Você parece com um porco indo para o abate, Bob. As mulheres transam com você por pena! – a voz prepotente preencheu a sala inteira.
Louis entrou com toda sua pompa e arrogância, empinando o nariz. Ele foi até a mesa perto da estante, ignorando os olhares dos funcionários presentes. Puxou da gaveta uma pasta transparente e ergueu no ar, sorridente.
— O que acham que é isso aqui?
Bob e Ryan se entreolharam, e então, de volta para Louis. Ambos sem ter a menor ideia do que continha na pasta.
O dono do escritório bufou, aborrecido por ter contratado pessoas tão estúpidas. Onde sua maldita empresa iria com funcionários assim? Decepcionante pra caralho.
— É o contrato assinado com Sean Michaels, onde ele nos dá o domínio integral do projeto da Rolls-M. O que se chamará legalmente de Rolls-T. Uma mudança simples e sutil. – Zayn entra na sala, um sorriso de orelha a orelha.
— Esse projeto vai nos alavancar no mercado. Vamos ir além do que imaginávamos! Esse modelo vai ser tão exclusivo quanto possuir a porra de um Hope Diamond.
— Tô ficando de pau duro. – Louis murmurou, excitado, um sorriso malandro abrindo nos lábios.
Sua tara por poder cresce cada vez que suas aquisições valiosas aumentam, ele ama estar em uma posição de controle e o dinheiro é o caminho mais fácil para isso. Tudo o que o move adiante, o que o motiva é dinheiro e deixar sua garota satisfeita e feliz.
Ele a tem enrolada ao redor do mindinho, mas ela é quem realmente detém o domínio tudo, desde suas propriedades até seu bendito músculo vital pulsante.
Zayn jogou a cabeça para trás e riu, antes de andar até Bob para empurrá-lo da frente da caixa com a sola do sapato.
— Senta na porra do sofá, porco.
Bob olhou para Louis em busca de defesa, mas ele só arregalou os olhos azuis, sardônico, e indicou o sofá com um inclinar de cabeça. O funcionário imediatamente obedeceu.
Zayn tirou um maço do bolso, pegou um cigarro e observou as pernas abertas. A meia branquinha, com um lacinho rosa pregado nas costuras. Os pezinhos erguidos no ar, a bucetinha a vista, assim como o ânus contraído.
Ele acendeu, e foi para a janela fumar.
— Nós temos que agradecer a Zayn, rapazes. Estamos comemorando uma grande conquista aqui! E foi esse merdinha incrível pra caralho quem conseguiu mercar o projeto da porra das nossas vidas! – Louis aplaudiu eufórico.
O dono da empresa caminhou até o frigobar no canto esquerdo da sala, tirou de dentro um Dom Perignon e pegou no armário de portas pretas duas taças.
— Vamos brindar! Peguem suas taças!
Bob e Ryan correram até o armário, enquanto Zayn olhava para a movimentação da rua, vários metros abaixo.
Ryan caminhou a passos incertos até a mesa onde seu chefe estava, mas seus olhos arregalados se mantinham presos na vulva exposta, o lábio inferior sendo mastigado inconscientemente e o corpo tenso. Isso chamou a atenção de Louis, que abria o Chandon e parou só para analisá-lo, se divertindo às custas dele.
— Você é virgem?
— N-não sou, se-senhor. – o estagiário tremia tanto que parecia estar tendo um infarto.
— Então já comeu uma buceta?
— O q-que? – O rosto branquelo de Ryan ficou vermelho feito uma pimenta. Sua expressão amedrontada fez Louis rir.
— Não sei se ele vai chorar ou se mijar inteiro, para de intimidar o garoto, lou.
Tomlinson estourou a rolha do champanhe ignorando o que foi dito, fazendo uma comemoração barulhenta, Zayn revirou os olhos e os outros dois caras continuaram em silêncio enquanto o chefe servia as taças.
— Responde Ryan! Caralho! Você já chupou uma xota ou não? – ele olhou bem nos olhos castanhos amedrontados, apontando um dedo para o estagiário — Não chora, garoto! To falando com você, presta atenção porra!
Ele encolheu os ombros e balançou a cabeça, olhando para os próprios pés.
— Quantos anos tem?
— Não menos que vinte e um, não contratamos menores. Essa é uma regra sua, idiota.
Louis bebeu e riu, abrindo os braços e mandando Zayn se foder.
— Verdade, minha regra. Você deve ser legal.
Andou até o rapaz e tocou os ombros dele, que estremeceu. A expressão sádica dele voltando, sendo conscientemente maldoso com o menino, massageando seu tronco, tentando relaxar os músculos duros de tensão, como se estivesse motivando um lutador de boxe. Malícia presente em cada palavra. Quanto mais Ryan parecia prestes a chorar e se desfazer no chão, mais Louis ficava instigado.
— O que achou daquela bucetinha ali? Seja honesto moleque.
— É bonita.
— Só isso? Que broxante! Você vai ter que compensar isso… – O estagiário concordou rapidamente, com receio de ser despedido.
— O que acha de chupar ela? Uh? Deixar aquela boceta bem molhada?
Ryan engasgou com a própria saliva, tossindo desesperado. Zayn riu tanto que perdeu o ar, até Bob sorria.
Louis bateu nas costas dele, compreensivo e atencioso, ergueu a taça até a boca carnuda do rapaz, e forçou o fundo, virando champanhe na garganta dele.
— Eu sei… isso parece muito difícil. Um trabalho muito duro e complicado. Mas acredito no seu potencial garoto, e você já concordou em compensar, agora vai ter que comer aquela bucetinha, uhm?
Sem nenhum líquido dentro da taça, ele puxou ela e sorriu para Ryan, que agora, um pouco mais motivado, caminhou até o sofá e ajoelhou na frente da mesa. O rosto de frente para a buceta, que estava levemente molhadinha pelos toques anteriores.
Zayn apagou o cigarro e foi buscar sua taça cheia com Louis. Os três homens pararam ao redor do estagiário, para assisti-lo de pertinho.
Os dedos trêmulos dele alcançaram os lábios da xoxota, e assim como Bob, ele tocou na carne sedosa da vulva, acariciando do monte de vênus até o clitóris durinho.
Ryan observou animado os pelinhos dela arrepiarem, sorrindo, se curvando e lambendo desde o grelinho a entradinha da boceta. Chupando os pequenos lábios, e esfregando a língua quente contra o clítoris até as pernas dela tremerem e os pézinhos se contorcerem. Ruídos baixinhos vinham da caixa fazendo Zayn rir, já Louis apenas bebeu mais, os olhos azuis entediados e as sobrancelhas castanhas curvadas em desinteresse, Bob ofegou esfregando o pênis sob o tecido da calça, cheio de tesão.
A pontinha da carne quente rodeou o buraco antes de entrar, os barulhos de dentro da caixa ficaram mais altos, gemidos abafados e roucos reverberam no papelão decorado. Ele intercalou entre sugar e meter a língua, adorando a forma como a xoxota contraia, pulsando na boca dele. Saliva escorria junto com a lubrificação agridoce dela, ensopando o cuzinho, escorrendo desde o maxilar até o pescoço dele.
Era como lamber pirulito derretido, adocicado e melado.
Uma tenda dolorosa permanece formada na calça do rapaz enquanto se lambuza na buceta doce dela. Dois de seus dedos se juntaram à língua, competindo por espaço, abrindo-a de uma maneira tão gostosinha. Ele esfregou o dedão no grelinho durinho e inchado, aproveitando a lubrificação para deslizar melhor, deixando ela tão, tão sensível, a pele suave avermelhada, assim como as manchas nas bochechas e pescoço dele.
O rapaz arfou, a camiseta de botões molhada nas axilas, as gotinhas de suor aparentes na nuca, deixando os fios de cabelo mais escuros. Zayn arquejou ao lado dele, acariciando as coxas leitosas dela, então se inclinou para poder alcançar a pele com os lábios, marcando a carne. Chupou o indicador e contornou a cabeça do estagiário, massageando o períneo e o cuzinho da garota. A cada vez que forçava a ponta do indicador para dentro, ela agitava os pezinhos, a queimação deixando-a louca.
Não o bastante, as mordidas dolorosas nas coxas faziam-na espasmar, ofegante por ar dentro da caixa, se arqueando. A xota liberava mais e mais porra, melando todo o rosto do estagiário.
Malik se ergueu apenas para abrir as calças e puxar o pau grosso para fora, masturbando a si mesmo.
Louis virou a garrafa de bourbon na boca, depois bateu ela na mesa. Agarrou o cabelo macio e úmido de Ryan e empurrou a cabeça dele para baixo.
— Lambe o cuzinho dela. Deixe ela bem relaxadinha, uhm? – murmurou, empurrando o rapaz, conduzindo-o. Ryan grunhiu afirmativo e colocou a língua para fora, movendo-a sobre o buraquinho.
Ele manteve o dedão esfregando o clitóris, os outros dois dedos dobrando, saindo e entrando na vagina, sentindo cada vez mais facilidade para deda-la. Além da palma da mão, as coxas internas e toda a virilha dela estavam babadas, o barulho molhado de tapas produzidos pela carne da mão dele colidindo com a vulva eram agradáveis a todos, quase tão erótico quanto os choramingos que ela soltava.
O cuzinho ficou mais solto, possibilitando a entrada da carne tesa. A garota estava cada vez mais próxima de gozar, a buceta palpitando, as pernas tremelicando e os pézinhos torcendo na meia branca de lacinho rosa. Choques de prazer vinham em ondas no ventre dela.
Ele lambia e metia no canal apertadinho, seus gemidos roucos vibrando na pele quente, enquanto Louis apertava e forçava a nuca dele.
Bob aproveitou para se sentar no sofá de couro, abrir o zíper das calças e se tocar, excitado demais para se manter no controle como o próprio chefe fazia.
A garota gozou forte, com um berro que preencheu a sala toda. Louis riu e apertou a panturrilha, puxando a meia e assistindo ela voltar de leve contra a tez dela. Eles podiam ouvi-la arfar lá de dentro, sabendo o quão extasiada estava.
— Coitado do garoto Lou, deve estar prestes a gozar nas calças! – Zayn debochou, olhando o contorno apertado na costura da calça social do estagiário.
Louis ergueu a cabeça do rapaz, olhando direto para os olhos castanhos. Ryan está obviamente constrangido, as bochechas vermelhas, e as sobrancelhas contraídas, parecendo um cachorrinho.
— Ele é educado, diferente do Bob ali, que tirou o pau pra fora sem nem perguntar se podia. Agindo como se alguém aqui quisesse ver seu pinto seboso.
Zayn riu, se acariciando languidamente. Ryan estremeceu e o chefe desceu o olhar para a tenda esticando o tecido da calça, parecia doloroso. O garoto realmente tinha potencial para aguentar tanto assim, com todos os estímulos. Ele estava começando a conquistar o respeito do empresário.
— Está sendo cruel Louis! – Malik repreendeu, cínico.
— Oh vá se foder, yeah? Você literalmente estava fazendo isso agora pouco, seu merdinha hipócrita! Bob devia estar profundamente grato de darmos a ele a chance de poder assistir! Mas fodasse isso, tanto faz! – ele olhou de volta para os olhos carentes do rapaz — Quer saber pup… Por que não se masturba nela? Aposto que gostaria disso uhm?
— Si-sim, eu… posso mesmo senhor? – O chefe sorriu e soltou o cabelo dele — Claro, vá em frente.
Ryan, assim como os outros no cômodo, exceto Louis, abaixou as calças e puxou o pau vermelho para fora, a cabeça num tom de vinho, ensopada de pré-gozo. A boxer molhada nos tornozelos, sobre os sapatos sociais, junto das calças de linho.
Ele esfregou a glande na boceta, assistindo ela palpitar e as pernas da garota contraíram, os músculos repuxando sob a meia fina. Ela murmurava de dentro da caixa, sons desesperados e melosos. O estagiário moveu a glande rubra no grelinho dela, recebendo soluços em retorno, e deslizou até parar em cima do cuzinho, se masturbando ali. Por já estar no limite não durou muita coisa. Em poucos minutos jogou a cabeça para trás, o cabelo grudou na testa, e ele gemeu alto e rouco, esporrando o buraquinho dela.
Ryan ofegava, inspirando com dificuldade, empurrando-se para frente fingindo tentar penetrá-la, sem nunca realmente fazê-lo, sentindo a entradinha tentar sugar para dentro o pênis ainda duro e sensível, sem mais uma gota de porra para dar.
— Ela é gostosa não é? Dá até vontade de continuar fodendo, mesmo depois de já ter gozado todo esperma de dentro de você. E ela gostaria disso, vê? A bucetinha gulosa, toda inchadinha, o cuzinho piscando, querendo mais?
O rapaz balançou a cabeça, o pescoço inclinado, olhos vidrados no meio das pernas abertas dela, tentado a meter a cabecinha que ameaçava entrar no buraco avermelhado. Um gritinho soou de dentro do papelão, o quadril se mexeu, tentando se afastar.
— Se-senhor, po-posso meter a cabecinha? S-só a cabecinha, eu juro? – Ele gemeu, sentindo a contração na ponta do pau.
Louis bagunçou o próprio cabelo, bufando uma risada.
— Não moleque, isso não é pra você! Deixe para quem realmente dá conta do recado…
Como uma deixa, Zayn se moveu, fazendo o estagiário sair do meio das pernas dela e ir se sentar ao lado de Bob, com as calças arriadas e o pau gasto nas coxas, peito subindo e descendo rapidamente, não conseguindo recuperar o fôlego e se acalmar durante a experiência mais insólita da sua vida.
Sorrindo diabólico, Zayn coletou do esperma perolado deixado pelo estagiário e esfregou no grelinho dela, seu próprio pau com a cabeça tão vermelha quanto cerejas maduras, a fenda expelindo pré-gozo, que ele usa para lambuza-la inteira, deixando-a pronta para ser usada de novo.
Os murmúrios chorosos que vinham da caixa eram arrebatadores, parecia deixá-los drogados, transportando-os direto para algum tipo de paraíso dos pervertidos. Ela era como um pequeno succubus, tentando-os, fodendo a mente deles com muito pouco, levando-os ao ponto de ruptura onde não dariam uma pausa a ela, trepando com empenho, até fazê-la gritar.
A cabeça quente do caralho roçou no cuzinho, se forçando para dentro. Louis zuniu satisfeito, tocando seu pau por cima da calça pela primeira vez. Todos assistiam vidrados Zayn ser engolido, centímetro por centímetro dentro do buraquinho dolorido. O berro dela vibrou pela sala, pouco depois os urros de Bob punhetando seu pau preencheram o cômodo, som de carne contra carne, contrastavam com os ruídos delicados que ela produzia.
Zayn comeu ela como se estivesse faminto, fodendo suas bolas azuis pesadas até não ter mais uma gota de porra nelas, ele dedilhava a xoxotinha com dois e então três dedos, aproveitando o aperto ao redor do seu caralho. Uma carícia das paredes quentes e úmidas, apertando na medida certa.
Facilmente encontrou o ponto dela, torcendo os dedos dentro para assistir os pés da garota torcerem. Ele usou a mão livre para dar beliscões nas coxas e panturrilhas, adorando a forma que o cuzinho contraia e ela saltava com a dor de cada apertão, deixando marcas roxas pela pele debaixo das meias.
Foi uma tortura aprazível, judiar daquele corpo macio, suave. Levá-la no limite e empurrar um pouco mais. Suprindo a necessidade insaciável dela de ser um buraco para o máximo de esperma que pudesse manter. Ter seus miolos fodidos, levando-a ao sub espaço e a deixando lá, completamente cheia de porra.
Nenhum deles notou Louis se movendo, indo até a gaveta da mesa pegar o acessório da sua garota.
Bob guinchou, coaxando grotesco, esporrando na mão cheia de anéis, cujos dedos pareciam linguiças, e no sofá. Listras brancas manchando o couro vinho.
Ela teve um orgasmo tão forte que molhou a caixa, deixando o papelão e o embrulho empapados, cheirando a goza. Espremeu o pênis grosso de dentro do canal, fazendo o corpo dele despencar sobre o pacote, ejaculando todo o caminho para fora. Porra gotejando do cuzinho, escorrendo na fenda entre as nádegas.
Zayn arfou pesadamente, pesaroso. Triste por ter que tirar o pau, agora flácido, fora daquele buraco quente, mas flutuando em alegria por ter visto estrelas ao gozar, tendo a porra sugada de suas bolas.
Louis foi rápido em colocar o plugue metálico nela, mantendo-a cheia e saciada com esperma quentinho, como ela gosta.
— Bob, é melhor que limpe logo meu sofá, antes que te faça lamber isso daí.
Ele desembrulhou lentamente o laço, deixando que a fita caísse leve sobre a mesa. Abriu a tampa do presente e sorriu para os olhos de corsa cheios de lágrimas. Os lábios de morango entre os dentinhos de coelho, sendo mordiscados com apreensão, as bochechas coradas, mamilos endurecidos, imprensados pelos pregadores, ligados por uma corrente fina que Louis puxou até ela choramingar, a barriguinha estremecer visivelmente pela dorzinha eletrizante nos seios já machucadinhos de estarem a horas com aqueles pregadores apertando-os.
— Zayn, limpe a mesa para mim.
Ele se abaixou, sussurrando no rosto dela, que fechou os olhos apreciando a proximidade, — Ainda não terminei com você, querida. Tenho que usar meu brinquedo, estourar o champanhe, essas merdas, yeah?
As pálpebras estremeceram e ela resmungou baixinho, soltando um gemidinho carente. Estava visivelmente esgotada, mas aguentaria mais, aguentaria tudo o que Louis estivesse disposto a dar.
— Você pode lidar com isso, não é boneca?
— N-não sei se posso suportar l-lou…
Os olhos azuis vibraram com ânsia e maldade, sempre enchia ele de tesão quando jogavam assim.
— Claro que pode coisinha. Não enchi a sua bucetinha, e você sabe, nós nunca terminamos a menos que esteja completamente cheia. Aliás, você é meu presentinho e eu faço o que quiser com isso. – Os dedos tatuados acariciaram a pele aquecida da bochechinha dela, contornando os lábios. Ele lambeu o beicinho rosadinho da sua bonequinha, ouvindo os objetos da mesa serem arrastados para o chão, revirou os olhos, porque honestamente, Zayn pode ser seu melhor funcionário, mas ainda é um merdinha vaidoso que está sempre pingando de tesão pela sua garota.
Louis cravou os dentes nos lábios dela até cortar e Harry grunhir. Ele se ergueu e rasgou o embrulho, como uma criança no natal, o papelão se desfez sobre a mesa e o empresário a pegou nos braços como se fosse uma boneca de pano. Levou até a mesa, sentando sua bunda na madeira, fazendo Harry dar um pulinho, sentindo o plug gelado mexer por dentro.
Tomlinson inclinou seu corpo e abriu suas pernas. As mãos pousaram firmemente na cintura dela, apertando a carne com gosto, marcando o que já tinha sua marca tatuada com as letras lt delicadas e floreadas na coxa interna, o mais próximo possível da vulva. A pele embaixo da palma ficou avermelhada, com o contorno exato dos dedos.
— Zayn segura as mãos dela, e as mantenha no ar. – ele se virou para o sofá, olhando para os olhos gananciosos dos outros dois dali. — Ryan, vem cá e tira as minhas calças.
O estagiário tropeçou até a mesa, as mãos tremendo para abaixar o zíper e as calças. Louis bufou, entediado e Ryan foi mais rápido em descer a boxer, estremecendo com o resmungo satisfeito.
Ele mexeu o quadril até a glande gorda encaixar na entrada da bucetinha gostosa, sem de dar ao trabalho de se alinhar com as mãos, apenas, num empurrão, entrou todo dentro. Sem dar qualquer fôlego fodeu ela, metendo com tanta força que os quadris dela balançavam, as nádegas batiam sobre a madeira e Zayn permanecia imperturbável segurando os pulsos finos.
O corpo dela sacudia inteiro, pernas chacoalhando, o tronco suadinho e inclinado, os peitinhos balançando e a bucetinha aberta, arreganhada, levando tudo o que Louis queria dar.
Aquele plug de metal parecia entrar mais, mexendo mas ainda mantendo tudo dentro.
— Por favor! Por favor lou… por favor!
Ele agitou a cabeça, retirando a franja dos olhos, indiferente ao que quer que ela estivesse implorando.
— O que você quer boneca?
Harry tentou puxar os pulsos do aperto firme, sem sucesso. Suas coxas doíam de ficarem abertas por tanto tempo, o corpo todo tenso sobre a mesa, os pregadores arranhando e balançando a cada empurrão. O pau gordo indo tão fundo que ela acha que sua barriga pode estar inchada. Tão, tão sensível! Harry acha que não pode aguentar muito mais.
— M-mãos, lou… Oh! Oh meu- ugh! Minhas mãos!
Louis se soltou para apertar as bochechas dela, formando um biquinho fofo. Ele deu um selinho gentil, seus olhos em Zayn.
— Claro, docinho! Ze, solta ela.
Assim que as mãos desvencilharam, ela contornou o pescoço dele, agarrando-se com braços e pernas feito um coala. Solavancando com o sexo quente, se sentindo completa e tão cheia! Louis soltava grunhidos roucos, ela soluçava gemidinhos agudos, já através da borda.
Ele sempre soube como fazê-la gozar, sempre comeu Harry até que estivesse gritando ou gemendo baixinho, sem aguentar mais. Louis sabia bem como acabar com ela, até que seu corpo ficasse molinho, parecendo gelatina.
Os corpos roçavam, úmidos. Mais uma mesa que estava encharcada, o cheiro almiscarado de sexo enchia o sentido de todos, podiam sentir até no palato. O clitóris deslizando na virilha dele, os pelos pubianos raspando na pele lisinha dela, assim como o restolho da barba dele arranhava seu pescoço, o rosto, da maneira mais quente, quando ele a enchia de mordidas e chupõe.
A sala parecia sobrecarregada de tensão. Uma eletricidade explosiva. A mesa raspando no piso, rangendo, os olhos dos caras vidrados neles, assistindo o melhor porno ao vivo que poderiam. Harry toda molhadinha, tremendo e apertando aquele pau grosso dentro dela e a droga do plug em sua bunda.
— G- demais! Lou-is por favor! Mais devagar, i-isso é demais!
Ele balançou, batendo com mais brutalidade.
— O- o que foi querida? Você quer mesmo m-me dizer como devo comer a sua bucetinha gostosa?
Ela arrepiou, distante. Seus músculos estremeciam, a buceta contraia com força, o clitóris sensível demais. Parecia que choques eram dados em seu estômago. A corrente elétrica fodidamente percorria seu corpo todo.
Tudo o que conseguia era implorar através de ruídos agudos e esganiçados, implorar por mais…
— devagar! Ah! por favor devagar, por favor por favor, por f-ah! Ahm! Lou!uhm! – Ele metia cada vez mais forte, rindo em um sopro.
Louis gozou fundo dentro dela, gemendo rouco, já Harry gozou seco, mas teve um dos orgasmos mais intensos, além de qualquer coisa que poderia imaginar.
— Urh! Isso foi uma delícia, boneca! – ele tirou o pau, esfregando nela até Harry contorcer, chorando.
Com pena, ele deitou o corpo molinho dela na mesa. Harry era como uma massa moldável, sem miolos. Seus cachinhos se espalharam sobre o tampo de madeira, e as pernas caíram pesadas. Louis abriu apenas o suficiente para deixar a boceta transbordando esperma à mostra.
Ele colocou as calças no lugar e ajeitou a postura, dirigindo-se aos caras.
— Dêem uma última olhada! Não terão outra chance como essa rapazes.
Zayn riu, já próximo a buceta vermelha e aberta, contraindo ao redor de nada. Ryan e Bob olhavam encantados, com as íris brilhando de vontade.
Louis olhou para o rostinho sonolento dela e sorriu.
— Bom o bastante? – eles acenaram freneticamente e Zayn bateu em seu ombro, se abaixou e deu um beijinho na buceta gozada. Seus lábios estavam brilhando quando se ergueu, ele sorriu e caminhou até o rostinho corado dela, antes de dar-lhe um selinho e sussurrar um “te vejo depois, coelhinha”.
— Podemos? – Bob parecia esperançoso, como se pedisse ao papai noel para conduzir o trenó.
— De jeito nenhum, seu merdinha! Dêem o fora daqui! Agora! E fechem a porra da porta ao sair!
Bob resmungou irritado, mas Ryan agradeceu diversas vezes antes de ir. Zayn ainda na sala.
— Gostei do garoto, acho ele promissor.
Seu melhor amigo pretensioso riu e pegou o Chandon, deixou seu paletó sobre o sofá de couro e dando a Louis um aceno zombeteiro, saiu da sala deixando a maldita porta aberta.
— Idiota do caralho!
— Lou? – a voz manhosa trouxe a atenção para sua garota na mesa, ele pegou outro plug pequeno e alocou na bucetinha, assistindo ela contorcer para longe.
— Shh… está tudo bem docinho, vou cuidar de você yeah?
Ele pegou sua noiva dengosa no colo e foi se sentar no sofá, acariciando os cachos dela, cobriu-a com o paletó e deixou que se aconchegasse nele, até estar toda enrolada em seu corpo quentinho. Harry adormeceu com o rosto em seu peito, o sono embalado pelas batidas do seu coração acelerado.
— amo você boneca. – ele beijou os cachinhos com carinho, e abraçou mais apertado o corpo dela, velando seu sono.
As bochechas rosadas estavam contra o seio macio, os lábios rosinha formavam um bico pequeno. Ela acariciava a bochecha, seguindo até o cabelo castanho macio, os olhos verdes olhando sonolentos para a televisão. Os dois estavam agarradinhos no sofá, como todas as vezes que Louis ficava muito frustrado e a sua madrasta, Harriet, oferecia seu colinho para o enteado.
Louis era o filho que ela sempre sonhou. Ele era disposto, tão dedicado e obediente. Com aqueles olhos azuis brilhantes atentos a cada mínima coisa, e uma língua afiada que, muitas vezes, deixava a mulher sem paciência (na mesma mão que encantada, Harriet mal podia acreditar na ousadia que ele respondia as coisas). Louis já era crescido, mas ainda era o seu garotinho. Ela não se importava em, alguns dias, ajudar ele a tomar banho. Ficar abraçados juntos até que ele pegasse no sono. Ela adorava mesmo cuidar dele.
As exceções, quando o seu marido estava em mais uma viagem, era tirar a blusa e o sutiã, deixar que Louis colocasse a cabeça em seus seios para pegar no sono. E nessa tarde, que Louis chegou em casa tão estressado, foi exatamente o que eles fizeram após um banho quente. Ele cochilava nos seios da mulher, enquanto assistia a sua novela não demorou a acontecer o mesmo com ela.
Harriet caiu no sono. Daqueles leve como uma pena, então ela sentiu quando uma cavidade quentinha, úmida, cobriu seu mamilo sensível. Ela suspirou profundamente, ainda adormecida, quando sentiu o mamilo sendo sugado com vontade. O corpo dela arrepiou, e a mulher acordou com o seu próprio choramingo desesperado. “Ah. Lou!” Ela gemeu, vendo o menino mamando no seio dela. Harriet abraçou ele contra o seu corpo com mais força, “Hmmm.” Soltou quando os dentes dele se arrastaram na pele sensível. Ela desejou tanto ter leite naquele instante, queria poder ser capaz de alimentar o seu garotinho, queria que o leite quente e docinho enchesse a boca dele a cada sugada desesperada. Harriet fungou, desapontada, e fez carinho no rosto de Louis. Deixou que ele pegasse outro seio quando terminou com um, e eles ficaram assim até pegar no sono.
Então, isso passou a ser uma coisa. Louis ficou ainda mais mimado, e às vezes ficava óbvio que ele estava forçando carinha de choro apenas para poder usar as tetas da mamãe. Harriet fingia não notar, porque ela amava cuidar dele. Ela enchia o rosto dele de beijinhos, o levava para o banheiro e tirava as roupas dele, depois as suas, colocava Louis debaixo d'água e pegava a esponja de estrela e seu sabonete de morango. Enquanto cantava, ia ensaboando a pele levemente dourada, e já no banho mesmo Louis colocava o mamilo dentro da boca. Mas era só após o banho, quando já estavam limpos e sequinhos, que ele gruda com tudo, mamando na mamãe até adormecer.
A complicação dava as caras apenas quando o pai de Louis estava em casa, e ele tinha que dividir a sua mamãe. Ter que ver Harriet cuidando de outro homem, beijando ele nos lábios, e ele ter que ficar na sua cama pequena e fria sozinho enquanto ela estava em outro quarto, tendo seu corpo macio e quentinho abraçado por um homem, deixava o garoto fora de si. Algumas vezes, no meio da madrugada, Harriet conseguia escapar, encontrando seu garotinho sentado no chão do corredor esperando por ela. Mas não era sempre que isso acontecia, e Louis tinha que voltar para o quarto com a sensação de ser traído em seu coração.
A raiva foi ganhando força, cada vez mais. E em um dos finais de semana que o seu pai estava em casa, pouco após o jantar, enquanto assistia um pouco de televisão, Louis escutou um som estranho vindo da cozinha. Ele coçou os olhos, sonolento, e com os pés cobertos por meia deslizando pelo chão, ele foi até a cozinha. Seus olhinhos arregalaram, ele não podia acreditar no que estava vendo. A sua mãe estava sentada na mesa de jantar, nua, com as pernas abertas e os seios pesados, que o garotinho tanto amava, subindo e descendo por causa da respiração pesada. E o seu pai estava entre as pernas dela, mamando da mesma forma que ele gostava, mas ao invés de ser no seio era na sua boceta. Louis levou a mão na sua virilha, sentindo ela dolorida de uma forma familiar, ele pressionou os dedinhos contra a ponta do seu pau e prendeu a respiração. Tinha uma breve noção que não deveria estar vendo isso, mas não conseguia se mover.
Então os olhos dela encontraram ele ali, e no mesmo instante algo esguichou da boceta dela enquanto ela gemia mais alto. A sua mão segurando o homem pelo cabelo meio grisalho, esfregando o rosto dele contra a sua boceta.
Louis saiu de lá no mesmo silêncio que apareceu, subiu as escadas para o seu quarto rapidamente, a respiração pesada e seu coraçãozinho batendo forte. Quando entrou no seu quarto, e olhou para a sua calça de pijamas, tinha uma mancha grande e molhada.
Ele foi rápido em trocar as suas roupas e se esconder debaixo das cobertas, mas é óbvio que não conseguia dormir. A mera lembrança do que havia acabado de presenciar, fazia aquele formigamento na sua virilha ir voltando. Na medida que a raiva do seu pai ficava ainda maior. O garoto ficou inquieto, às vezes esfregava a mão contra a sua virilha, tentando aliviar, e às vezes chupava o dedo tentando imaginar ser o mamilo durinho da mamãe.
Quando não aguentou mais, Louis foi até o quarto dos seus pais. Ele caminhou na ponta dos pés, abriu a porta devagarinho e depois fechou ela atrás de si. O ambiente estava escuro, mas dava para ver Harriet deitada de conchinha com o seu pai. Louis subiu na cama com delicadeza, se pressionando contra ela para conseguir caber na cama.
No mesmo instante o braço dela puxou ele para mais perto. “Estava te esperando, baby.” Harriet sussurrou, beijando a bochecha dele. “Meu garotinho travesso, o que eu disse sobre bisbilhotar? Hum?”
Louis segurou nos peitos dela, apertando de forma possessiva. “Eu quero fazer o que ele fez.” Lembrando de quando um líquido dela espirrou no rosto do seu pai, ele adicionou “Eu quero o seu leite do jeitinho que ele teve, mamãe” ele foi descendo, apoiando os lábios entre os seios dela, depois na barriga que tinha uma leve protuberância. “Eu quero agora.” Louis foi sumindo entre as cobertas, não deixando que as mãos de Harriet puxasse ele pra cima de novo. Os olhos dele encheram de lágrimas quando ela apertou o seu cabelo, tentando afastar ele sem fazer barulho, mas o garotinho estava determinado a conseguir o que queria.
Louis sabia que tinha que ser cuidadoso para não acordar o seu pai, que estava com o corpo grudado nela. Então ele foi devagar, afastando as duas coxas gordinhas, e ficou surpreso quando a mãe não resistiu, e meio sem saber o que fazer, pressionou a boca contra a boceta dela.
O ar estava um pouco debaixo do cobertor, mas ele respirou fundo e tentou imitar o que viu. Foi esfregando os lábios contra a pele molhada e macia, ele fez isso até encontrar um carocinho, que no segundo que o seu lábio encostou a sua mãe reagiu. Louis começou a chupar devagar, incerto, primeiro esfregava a língua e depois sugava entre os lábios, sentindo que ia ficando cada vez mais molhado e quente. Foi quando tentou usar os seus dedos, para abrir mais a conchinha da mamãe, que ele notou algo nela. No buraco pouco abaixo, no cuzinho dela havia algo grande, que a ponta dos dedos dele tocou curioso, ele foi seguindo até encontrar bolas pesadas, com pelos, e Louis soltou rapidamente quando se deu conta de que era o seu pai.
Ele não sentiu nada além de uma raiva que doía. Até quando estava dormindo aquele homem tomaria o que era seu? Louis sentia o seu corpo ferver. Ele subiu um pouco mais para cima, seu rosto todo melado com o melzinho da mamãe enquanto ele colocava o seu pau pra fora. Louis teve um pouco de dificuldade para encaixar a cabeça do seu cacete na entradinha da boceta, Harriet continuava sussurrando não, desesperada, e as unhas longas dela arranhando a lateral dele enquanto tentava afastar o garoto, mas nada o impediu. O menino mordeu o lábio com força enquanto ia entrando na bocetinha estreita.
“Mamãe!” Ele gemeu, assustado com a pressão criada no seu cacete.
Harriet revirou os olhos, ficando molinha de prazer. O seu marido sempre foi grosso demais, e agora estava mantendo seu cuzinho cheio. Então o seu enteado meteu na sua bocetinha, e ela não tinha ideia que alguém de 18 anos poderia ter um cacete tão grande. Ela estava tão tão cheia.
Ainda adormecido, o homem mais velho voltou a socar devagarinho contra ela, ele apenas empurrava e roçava seu cacete dentro do cuzinho dela, gemendo contra os fios encaracolados. Louis deve ter notado a movimentação, porque ele começou a fazer a mesma coisa, porém com puro ódio e competição. Quanto mais forte ele fodia na boceta da mamãe, com mais força ela era empurrada no pau do seu marido.
“Você é minha! Minha!” O seu vigor era impressionante, Harriet queria implorar para que ele desse um tempo mas não conseguiu, estava tão cheia e dolorida que a sua única reação era gemer feito uma cadelinha.
Ela notou que o seu marido acordou pela força que ela estava sendo fodida, Harriet havia se tornada nada além de um brinquedinho, uma peça de competição, que um lado socava desesperado e inexperiente, cheio de raiva, e o outro era com persistência e desprezo.
“Então era isso que fazia enquanto eu estava trabalhando?” A voz grossa do homem despertou os dois, Louis que congelou de medo no mesmo instante, e Harriet que estava tendo seu cabelo puxado com força. “Deixava meu filho foder a sua boceta frouxa?” Ele tampou a boca de Harriet, sentindo as lágrimas quentes que molhavam a bochecha macia, e olhou para Louis “Eu mandei você parar, garoto?”
“Papai…” Louis choramingou, a sua raiva sendo substituída por um garoto manhoso de novo. “E-eu preciso me aliviar, por favor”
O mais velho riu, desacreditado que o seu filho poderia ser tão inocente. Sempre desconfiou de Louis. Mas fazia sentido que o garoto fosse assim, uma vez que estudou em casa a vida toda, e nunca saia sozinho sem os seus pais. A sua mão forte abriu mais a coxa de Harriet, deixando a boceta dela bem aberta para o seu filho.
“A sua mamãe é toda sua, garoto” Ele disse com malícia, vendo seu filho tremer enquanto enchia a xota da sua esposa de porra. “Gostou da bocetinha dela?”
“É tão apertadinha e quente” Louis disse fraco, era a sua primeira vez gozando em alguém e ele estava exausto. Porém, o seu pai não deixou.
O homem ainda socava no cuzinho dela quando disse “Vocês querem agir como vadias pelas minhas costas, então vou tratar vocês como vadias” Ele praticamente rosnou, empurrando Harriet feito uma boneca e enfiando seu cacete ao lado do de Louis. A diferença de grossura fez o homem gemer, segurando o seu filho para que ele não se afastasse. As bandas do bumbum de Harriet balançavam pelo quanto ela tremia, e Louis chorava pela sensibilidade no seu pau.
A mão dele era grande no bumbum do garoto, ele apertava a pele carnuda e empurrava seu filho contra a boceta que os dois fodiam. “Se você não comer ela direto” O homem avisou sem ar “Eu vou foder essa sua bunda até você desmaiar, Louis.” Ele avisou o garoto, que voltou a se mover no mesmo instante. O cacete deles roçava um no outro, lutando por espaço dentro da bocetinha de Harriet. Os peitos dela pulavam com a força que ela era usada, o rosto todo vermelho de choro e a boca aberta saindo gemidos alto, implorando pra ficar cheinha de porra.
Louis sentiu quando o seu pai gozou, o homem saiu de dentro de Harriet e o garoto sentia a porra quente e grossa escorrendo ao redor do seu cacete, deixando sua mamãe mais encharcada, sendo o suficiente para molhar até as suas bolas. O espaço antes pequeno agora estava mais frouxo ao seu redor, e Harriet pareceu gostar mais assim. Ele segurava nas coxas dela e socava com força, implorando pela mamãe enquanto perseguia o seu orgasmo.
Ela esguichou ao redor dele, apertando ainda mais enquanto seu líquido espirrava na virilha do garoto. O corpo de Harriet ficou molinho, tremendo com o impacto. E Louis socou mais um pouquinho antes de encher a mamãe com a sua porra, mais uma vez. Ele praticamente caiu em cima dela, o rosto entre os seios úmidos de suor e o pau ainda meio duro dentro da xotinha.
***
uma bem curtinha mesmo pq não sei se alguém vai gostar 😆 talvez eu faça uma parte 2!
Harry trabalha muito, ele é pediatra, e além dar plantões em um hospital, ele tem uma clínica com Liam. Este sempre tenta convencer Harry a trabalhar menos, e um dia ele consegue. justamente quando Zayn e Niall estão voltando de uma viagem com a delegação do time em que trabalham. Eles então decidem fazer uma festa para comemorar tais acontecimentos, e no meio da festa eles começam a jogar verdade, mas Harry decide ficar de fora.
Eles então esperam por um jogador do time que estava preso em um jantar da família, mas quando ele chega, Harry muda de ideia assim que vê que o jogador esperado, é na verdade, o irmão do casal de gêmeos que ele atendeu em seu plantão no dia anterior, e o cara por quem ele sempre teve queda.
E só os deuses sabem o que aconteceu depois que eles sentaram na roda para jogar.
Spin The Fucking Bottle pt.2
😇
Cansado.
É a palavra que define Harry Edward Styles no momento.
Ele trabalha mais de 80 horas por semana. Ele sabe que é muito, que ele tem que descansar, mas ele está construindo sua carreira, então descansar não é uma opção muito escolhida ultimamente. E com ultimamente, queremos dizer nos últimos dois anos e meio, mais ou menos.
Ele se formou na escola novo, tinha apenas 17 anos. Ele sempre foi muito inteligente e conseguiu pular o segundo ano do ensino médio. Logo depois ele ingressou em uma faculdade de pediatria. Sempre gostou de crianças e sempre sonhou em ser médico. Ele apenas juntou o útil ao agradável.
Se formou aos 23, e durante os últimos semestres da faculdade, estagiou em um consultório e em um hospital, onde continuou trabalhando por mais um ano. Ele conseguiu juntar dinheiro com um amigo da faculdade, e então eles abriram uma clínica onde atendem crianças de segunda a sábado. Todos sabemos como é difícil se conseguir uma consulta em um final de semana, mas muitos não conseguem levar seus filhos para as consultas por conta dos trabalhos, então eles acharam uma boa ideia. E realmente foi, eles têm muitos clientes aos sábados.
Liam, seu melhor amigo, é noivo de Zain e trabalha apenas na clínica, mas Harry continua dando plantões no hospital também. Já Zayn trabalha com outro amigo do grupo, Niall Horan. Eles trabalham com futebol. Todos ali são meio que obcecados com o esporte, então é um bom entretenimento para quando eles se juntam. Niall é preparador físico e Zayn é fisioterapeuta. Eles têm uma boa amizade, e se reúnem sempre que possível. O que está sendo meio complicado ultimamente, já que o time de Manchester está tendo uma sequência de jogos fora de casa, e por mais que Zayn não acompanhe todos os jogos, Niall sempre tem que viajar com a delegação para onde eles forem. Porém Niall e Zayn (que foi acompanhar a volta de um dos jogadores que estavam lesionados para os campos), voltaram de viagem no meio da semana, e eles decidiram fazer uma festa para comemorar. Não pretendiam chamar muita gente, seria apenas para os mais próximos. O que inclui alguns jogadores do time, a secretária do consultório, e alguns colegas das faculdades e da vida.
- Você deveria tirar uma folga esse final de semana. Eu sei que você tá construindo sua carreira e tudo mais, e você também sabe que eu super te apoio, mas você precisa cuidar de você, cara. - Liam diz para Harry, preocupação e compreensão presentes em sua voz.
- Eu estou quase ganhando uma promoção no hospital, Lee, não posso parar agora. - E ele realmente está. Normalmente ele só da alta para as crianças quando os soros acabam ou quando a medicação começa a fazer efeito. Ele está quase se tornando um médico de verdade ali dentro. Ele começaria a consultar crianças, diagnosticá-las e ajudá-las de uma forma mais efetiva. Ele finalmente deixaria de liberá-las para realizar seu sonho. E ele não poderia parar agora, segundo ele próprio.
- Hazz, você trabalha lá há muito tempo, não são três plantões que vão tirar sua promoção ou apagar sua trajetória lá. Você começou lá embaixo. Foi recepcionista e até ficou no lugar do porteiro quando ele teve que ser afastado por ter quebrado sei lá qual dos ossos dele. Você foi subindo aos poucos, e agora está quase no topo. Você merece um descanso, Harry.
- Você tem certeza? - Harry pergunta preocupado, e quando Liam confirma e reforça seu pensamento, ele suspira. - Vou falar com Sam hoje depois do meu plantão. Eu estou abrindo mão de dois, já está ótimo. E eu prometo trabalhar menos. - Harry se adianta quando percebe que Liam vai começar a reclamar.
- Eu vou cobrar.
- E eu tenho que ir. Tchau, te amo e até amanhã.
- Tchau Harry, eu também te amo e estaremos te esperando. Não se atrase, Styles.
Ele acena mais uma vez para Liam, e manda um beijo que o outro pega no ar antes dos dois darem risadas. Quando passa pela recepção se despede de Lana, depois de conversarem um pouco, e segue caminho até o hospital em que trabalha.
Ele passa em uma lanchonete no caminho e come alguma coisa rápida. Quando chega, percebe o caos que está instalado na sessão pediátrica do hospital, e logo avista Samuel, o médico chefe do departamento. E ele está indo em sua direção.
- Harry, graças ao bom ser que criou esse mundo! - Ele diz e Harry solta uma risada pelo nariz.
- Oi Sam, é muito bom te ver também. - Ele responde rindo outra vez.
- Eu preciso muito de você. Isso está um caos, e dois médicos foram afastados essa manhã. Eu preciso que você assuma o lugar de um deles. - Samuel diz sério e Harry o encara espantado. Ele esperava que isso acontecesse um dia, mas imaginava que seria previamente avisado. Samuel, vendo o espanto em seu rosto, continua. - Você está para ser promovido, e não é uma surpresa para você. Você é um dos médicos mais competentes e dedicados que eu já conheci. Você pode fazer isso. E depois de hoje, a vaga vai continuar sendo sua. Liza foi atrás de sua aposentadoria uns meses atrás, e ela finalmente vai conseguir se aposentar. A vaga seria sua no máximo até segunda, então não faria tanta diferença assim. Eu até já tinha feito um jaleco para você. E ele está na sua sala, Dr. Styles.
Depois do pequeno discurso de Sam, eles vão até a nova sala de Harry e ele aprende a usar o sistema, descobrindo que além de um jaleco, ele tem uma plaquinha com seu nome gravado e materiais novos para suas consultas. Samuel garante que ele tenha meia hora para organizar a sala do jeito que ele prefere, e quando ele termina, chama o primeiro paciente.
E uau, é uma experiência mágica para Styles. Ele finalmente está realizando seu sonho. Ele finalmente está fazendo o que sonha há quase uma década. Ele finalmente é um médico no hospital em que trabalha há anos.
E o resto do seu plantão corre assim. Cada vez que ele atende um novo paciente, se sente mais realizado. Ele conversou com Samuel em seu horário de café, e ele disse que não haviam problemas em tirar um tempo pra si mesmo, e que ele merecia mais do que um final de semana de descanso, mas Harry recusou os dias a mais em casa, e disse que apenas aceitava trabalhar menos nos finais de semana. Sam concordou, então agora ele está prestes a chamar seu último paciente, e depois ele vai para seu apartamento descansar, depois de tanto tempo se sobrecarregado com os trabalhos.
- Olá, boa noite! - Ele diz, terminando de ler o diagnóstico superficial do casal de gêmeos que ele irá atender, se preparando para se levantar e cumprimentar o responsável por eles, mas então ele trava.
Louis William Tomlinson, o número 10 do time que ele torce desde que se entende por gente e o cara por quem Harry sempre foi caidinho, está ali na sua frente, com uma criança fungando em cada um se seus ombros.
- Oi, boa noite, Doutor. - Louis responde, fazendo Harry acordar de seu transe.
Eles dão um aperto de mãos depois de Harry indicar a cadeira para Tomlinson e ele se sentar.
- E então, você pode me contar o que houve com esses pequenos? - Harry começa o atendimento, tentando ignorar quem está ali na sua frente e focar apenas em seu trabalho. E Louis é extremamente grato por isso, seus irmãos foram passar a noite em sua casa para uma "festa do pijama", então Ernest e Doris começaram a passar mal de repente, e vomitaram muito. Ele ficou desesperado. Lottie e Fizzy ficaram na casa com Daisy e Phoebe, enquanto ele os levava para o hospital.
- A gente estava em casa, eles queriam fazer uma festa do pijama, então comprei umas pizzas, doces e fizemos pipoca. Minhas outras irmãs estavam lá também, mas só eles dois ficaram ruins. Eles reclamaram de dor de barriga, então eu dei bastante água e coloquei eles pra fazer um tipo de "repouso" no sofá, mas aí eles começam a dizer que queriam vomitar, eu fui com um e minha irmã foi com outro em outro banheiro. E eles vomitaram muito. Quando eles conseguiram parar, eu vim pra cá. - Louis fala, e é muito perceptível a preocupação em sua voz, ele está desesperado, Harry consegue ver isso em seus olhos.
-Ok, eu vou examiná-los, depois eles serão medicados e aí vocês podem voltar para casa. Não vai demorar. Pode colocar um deles ali em cima, por favor. - Ele dá continuidade aos atendimentos, e como não tem muito movimento eles realmente vão embora logo.
Depois de examinar a garotinha que descobriu ser Doris, ele examinou Ernest, e então eles foram tirar sangue para os exames. O problema é que os pequenos tinham traumas com agulhas. Louis contou sobre como um enfermeiro teve que furar várias vezes os bracinhos delas há um tempo atrás, e ele fazia tudo de modo bruto, o que gerou um trauma em seus irmãos. Harry suspirou pesado, era triste imaginar que existem pessoas assim.
- Olha só, vamos fazer assim: você vira seu rostinho pra lá, e quando estiver pronta me avisa, ok? - Ele fala para a menina quando pensa no que fazer. - Abraça ela de forma que ela não consiga ver o braço. - Ele sussurra para Louis, que olha confuso e em dúvida para ele. - Confia em mim, eles não vão conseguir se eles estiverem olhando e prestando atenção nisso, mas se eles não olharem, eles não vão perceber, ainda mais por estarem nervosos. Eles nem vão sentir.
Louis abraça Doris, mas seus olhos estão no braço da pequena, onde olha atentamente Harry trabalhando.
- Não esquece de dizer quando eu puder ir, tá bom, meu amor? - Harry fala para a menina enquanto perfura seu braço e encaixa um tubo para o sangue. Ela apenas acena com a cabeça em confirmação. Harry olha para Louis, que tem um sorriso de alívio no rosto, o que faz ele sorrir também.
- Pode ir agora. - Ela finalmente diz, e logo o vidrinho está completo.
- Prontinho pequena. Já terminamos. - Harry diz, e ela olha para o braço, que não tem uma agulha e sim um algodão segurado pelo pediatra. - Segura aqui por favor. - Ele diz para Louis, que faz com rapidez o que lhe é pedido. Logo depois Harry coloca um band-aid no braço da menina e vai até Ernest, que está sentado na cadeira que antes era ocupada por Louis.
E este estava impressionado com a delicadeza e excelência de Harry ao tirar sangue de sua irmã. Ele ficou o caminho todo preocupado com isso, pois sabia do trauma deles, mas Harry fez de uma maneira que ela nem sentiu. Ele estava impressionado pelo garoto de cachos que se abaixava na frente de seu outro irmão.
- Agora é a sua vez, sweet. - Ele diz e estende sua mão para o menino, que a segura prontamente e se levanta.
- Você não quer ficar ali onde ele estava, minha princesa? - Louis pergunta para Doris, que assente e se encaminha para a cadeira que foi ocupada pelos irmãos.
Depois de repetir o processo com Ernest, mandou os exames para o laboratório. Enquanto esperavam os resultados, Harry falava para Louis suas suspeitas, que era provavelmente uma virose ou uma intoxicação alimentar, e que o fato dele ter deixado os dois hidratados contribuiu para a eliminação de algo que não era para estar ali. Tomlinson, no primeiro momento, ficou espantado por ter feito os irmãos vomitarem tudo aquilo, mas quando Harry o explicou que o que ele tinha feito ajudaria na melhora deles dali pra frente, ele ficou sorrindo como um bobo pelo resto da consulta.
Logo os resultados dos exames chegaram, e, como Harry suspeitava, era apenas uma virose intestinal. Soro, repouso e muito líquido, e eles ficariam bem. Foram as instruções que Harry passou para Louis, mas quando ouviu a palavra "soro", seu semblante mudou para um preocupado novamente.
Harry entendia. Muitas pessoas passavam por isso, e é parte do trabalho dele ajudar essas pessoas. E eram as últimas crianças que ele atenderia de qualquer forma.
- Eu posso aplicar o soro se você quiser.
- Mesmo? Não vai te atrapalhar ou sei lá? Não quero que tenha problemas por causa dos meus irmãos. - Louis pergunta. Por mais que ele queira gritar que sim, ele quer que Harry aplique o soro, ele entende que ele pode ser prejudicado por isso.
- Esse era meu trabalho até ontem Louis, e eles são os últimos pacientes que eu atenderia hoje de qualquer maneira. Vamos logo, eu vou preparar os soros para eles.
Harry diz e se levanta. Ele anda até a porta, abre e espera Louis se levantar, pegar o casal e segui-lo para fora. Ele solta algumas risadas enquanto o moreno faz tudo isso, ele é um pouco atrapalhado às vezes.
Eles vão até o lugar que Harry manda, e cada um dos gêmeos senta em uma das várias poltronas da sala. Quando Harry volta ele tem dois saquinhos nas mãos, e depois de repetirem o processo dos abraços, acenos de cabeça, e furos nos bracinhos, os dois estão tomando seus soros, e quase dormindo também.
Apenas eles estão ali agora. Por ser horário de troca de turno e não ter movimento nenhum, os funcionários não estão ali no momento. E essa dúvida surge em Louis.
- Por que não tem ninguém aqui?
- Eles estão batendo cartão. É hora da troca de turno. Você está com fome? Eu posso arranjar algo para nós comermos. - Ele oferece.
- Sendo sincero eu estou sim. - Ele diz e os dois dão risada.
- Já volto. - Harry então se levanta e vai até a cafeteria do hospital. Ele pega dois sanduíches e sucos naturais, e logo está de volta. - Imagino que você tenha que seguir uma alimentação saudável, então eu só trouxe coisas naturais. Por mais que eu esteja com uma imensa vontade de um lanche bem gorduroso agora, estamos em um hospital. - Harry diz e eles riem.
- Realmente tenho, o que é um saco. Mas não é como se eu não burlasse essa regra às vezes.
- Pizzas, pipoca, doces... E eu aposto que tinha refrigerante também. - Harry diz e os dois se encaram por um curto período de tempo e depois caem na gargalhada.
- Não posso negar. - Ele responde depois que se recuperam dos risos.
Eles terminam de comer enquanto conversam sobre bobagens, e logo aquela parte do hospital, que normalmente fica vazia quando não tem pacientes para serem atendidos, volta a ter movimento. Coincidentemente, o soro do casal de gêmeos acaba, então Harry os libera, colocando band-aid's coloridos nos braços das crianças.
- Obrigado por ser tão atencioso com eles Harry. Se tiver algo que eu possa fazer para compensar você, por favor, me diga. - Louis diz verdadeiramente, mas Harry nega com a cabeça sorrindo.
- Eu só fiz meu trabalho Louis, e confesso que eles ajudaram muito. Mas você pode fazer gols para mim, eu ficaria muito grato. - Ele responde e eles caem na gargalhada outra vez.
- Prometo me esforçar para fazer seus gols então, doutor Styles.
E só deus sabe como o botão de alerta de Harry foi acionado com força ao ouvir o jogador lhe chamar daquele jeito.
Eles se despedem e cada um segue caminho para sua casa, nem imaginando que vão se encontrar mais rápido do que eles podem sonhar.
😇
Harry se permite dormir até não aguentar mais no sábado, e isso resulta nele acordando por volta das duas da tarde.
Harry se permite demorar no banho, e isso resulta em um banheiro todo embaçado quando ele está saindo de lá.
Harry se permite fazer tudo o que ele tem vontade, ele realmente precisava disso.
Depois de tomar seu café da manhã, ele decide assistir algo na TV de seu quarto enquanto olha suas redes sociais. Porém há um problema quando ele entra em seu Twitter.
Aparentemente alguém que ele segue decidiu seguir alguma conta de vídeos pornô gay, o que resultou em dois homens fodendo nas recomendações da sua timeline. E uau, que foda foi aquela!
Ele percebeu que estava a muito mais tempo do que imaginava sem se tocar ou ser tocado por alguém, quando ficou extremamente excitado com apenas dois minutos de um vídeo.
Ele ainda tem tempo, então por que não?
Ele se deita por completo em sua cama e desce uma de suas mãos por seu corpo enquanto entra no perfil do vídeo, passando por seus mamilos e beliscando ambos, sentindo um enorme prazer ao fazer isso. Ele está sem camisa, o que facilita esse processo. Ele continua a descer, até que chega em seu pau. Ele fecha sua mão em volta dele e aperta levemente o pau ereto. Harry movimenta sua mão para cima e para baixo, em movimentos lentos e torturantes.
Os vídeos na tela do seu celular o deixam mais excitado, com as lembranças de antigas fodas que ele teve voltando em sua mente, as lembranças de como é ser fodido forte e fundo vindo como uma avalanche em suas memórias. Ele precisa de mais. Ele precisa de algo dentro dele. E então ele se lembra do brinquedinho que ele tem guardado na gaveta do seu armário de cabeceira.
Ele pausa o vídeo e se vira para abrir a segunda gaveta do armário e pega um tubo de lubrificante que está pela metade, o vibrador rosa e seu controle.
Ele volta a se deitar e tira seu short, ficando com sua calcinha preta rendada. O celular sendo esquecido na cama por hora, ele lambuza seus dedos com lubrificante, os levando até sua entrada, ao mesmo tempo em que sua outra mão afasta sua calcinha para o lado, dando acesso livre a ela, que se contrai em excitação e desejo. Harry começa só raspando os dedos em sua entrada, e depois penetra só a pontinha do indicador, mas logo ele não aguenta mais a tortura que está causando em si mesmo e penetra o dedo todo. O desconforto inicial está ali como sempre, mas isso não impede o pediatra de sentir um prazer enorme ao tocar sua próstata quando começa a movimentar seu dedo. Os movimentos são calmos até ele conseguir espaço para um segundo dedo. Os movimentos se tornam fortes e fundos com a entrada do dedo médio, sempre acertando seu pontinho de prazer. Os gemidos sobem pela sua garganta e escapam por sua boca. E eles estão cada vez mais altos. Quando ele adiciona o terceiro dedo os movimentos se tornam quase frenéticos. Os gemidos se tornam quase gritos. E Harry sabe que se continuar assim ele não vai aguentar muito, mas está tão bom.
Porém ele ainda quer mais.
Por isso ele se obrigada a parar com os movimentos, que vão diminuindo aos poucos até pararem de vez.
Agora o vibrador é lambuzado com o lubrificante, e ele entra com facilidade dentro de Harry. Ele deixa o brinquedo pressionado contra sua próstata, e o liga na velocidade máxima de uma vez. Um grito passa pela sua garganta e sai por seus lábios. Ele se contorce na cama, apertando os lençóis e o controle entre seus dedos. Esse que logo é deixado de lado na cama, junto com o celular esquecido.
Suas costas saem do colchão quando ele se contorce em prazer. As pernas tremem e seus dedos dos pés se apertam. As mãos voltam para os mamilos. Ele os esfrega, aperta e belisca.
O prazer que ele sente é imenso, mas ele precisa de mais, por isso ele leva uma mão até sua entrada e a penetra com dois dedos, estes que começam a ser estocados forte e brutalmente dentro dele, atingindo seu ponto em quase todas as vezes.
Seu pau mela sua calcinha, e a cabeça rosada e inchada está pra fora. Ele leva sua outra mão até lá e passa o polegar por ela, o pressionando na fenda logo depois.
As vibrações e os dedos em sua próstata e em seu pau são um prazer tão grande que não cabe mais dentro de Harry. E quando ele finalmente goza, sua porra chega à sua clavícula e seu pescoço, de tão forte que o orgasmo lhe atinge.
Ele retira os dedos e o vibrador de dentro dele, o desligando em seguida. Ele pega também o celular, saindo do perfil, mas não sem antes guardar um dos vídeos nos seus itens salvos. Nunca se sabe quando se vai precisar de um desses.
Suas pernas ainda estão bambas e ele tenta regular sua respiração. Quando finalmente sente que consegue se levantar, ele percebe que vai se atrasar para a festa de Liam.
Ele vai para o banheiro e decide usar o chuveiro para ser mais rápido. Ele se ensaboa e lava seus cachos com cuidado e delicadeza. Quando termina seu banho, seca seu corpo e se permite demorar quando está passando seus cremes e óleos pelos cabelos e pelo corpo.
Quando termina de se cuidar ele passa um perfume doce, porém não enjoativo, pelo corpo.
Ele se sente tão bem.
Volta para seu quarto, o atravessando e indo direto para seu closet com uma toalha na cintura.
Ele coloca uma calcinha branca rendada, e olha pelo cômodo, em busca de algo novo.
Ele lembra de um terno brilhante e bingo!
Ele o procura, e quando finalmente acha, seus olhos brilham. Ele veste a calça e seus sapatos, que são da mesma cor do conjunto, um rosa bem clarinho, quase bege. Ele decide que não vai vestir uma camisa, mas coloca os suspensórios mesmo assim. Coloca o terno por último, e troca a capinha do seu celular por uma da mesma cor de sua roupa.
Ele pega suas chaves e sai pela porta, segue até a garagem de seu prédio, e sai com o carro, em direção a casa de Liam e Zain. O local foi escolhido por ser grande e ter vários quartos no andar de cima, afinal, ainda seria uma festa. Trinta minutos depois ele estaciona dentro da garagem dos anfitriões, que prometeram guardar uma vaga para ele.
Ele vai para a porta e é recebido por Liam, que imediatamente abre um sorriso enorme ao ver o amigo tão radiante. Mas logo esse sorriso sai de seu rosto, e Harry sorri culpado.
- Estou atrasado, eu sei. Desculpa, mas eu só estava aproveitando minha folga. - Harry diz, ele está há mais de meia hora atrasado, mas isso não é tão importante assim.
- Tudo bem, você merece. - Liam responde, e volta a sorrir.
Eles entram e Harry começa a cumprimentar as pessoas que já chegaram. Dez minutos depois ele está na cozinha, escolhendo o que vai comer. Ele pega alguns salgadinhos e se delicia com eles. Quando ele vai procurar algo pra beber, Lana, sua secretária, entra na cozinha e vai até a geladeira. Ela pega algumas coisas e logo vai até seu lado.
- Ei Hazz! Como você está? Liam disse que não iriam abrir o consultório hoje, mas eu tive que ir lá remarcar as consultas. - Ela diz enquanto descasca e corta alguns limões, os jogando dentro de um copo que Harry não se lembra o nome. Ele se bate mentalmente por esquecer de avisar a universitária, mas fica aliviado por Liam ter lembrado e avisado a garota. - Fiquei feliz de saber que você finalmente vai começar a tirar folgas. Você já é um ótimo médico, não precisa se matar de trabalhar. E você está muito lindo. - Ela fala e para de cortar as frutas. - Você quer? Acho que você vai gostar, é uma bebida brasileira. Muito boa. Vou fazer para você também. - Ele apenas ri da facilidade que ela tem pra mudar os assuntos. Eles são bons amigos.
- Eu estou bem Lana, e você? E eu esqueci de te avisar. Também fico feliz por essas folgas, já falei com Sam e ele disse que tudo bem eu não ir trabalhar tanto nos finais de semana e eu fui promovido. E sim, eu quero isso aí. - Harry responde, mas diferente da mais nova, ele fala em uma velocidade bem menor do que ela.
- Eu estou bem também Hazz. E meus parabéns, eu sabia que você ia conseguir! E eu sempre soube que ele tem uma queda por você, mas você nunca acreditou em mim. - Antes que Harry pudesse protestar, ela continua. - Nem adianta tentar negar, que chefe deixaria alguém que acabou de ser promovido, trabalhar menos do que ele costumava trabalhar? Nenhum Harry, nenhum. Não quando você é um médico pediatra tão bom assim. Ele quer que você trabalhe o máximo que você aguentar, pra quando não aguentar mais, usar os serviços que o lugar onde vocês trabalham oferecem.
- Hey, quando você se formar, vai poder trabalhar menos. - Ele retruca, pois já falou com Liam, e eles concordam que querem continuar com ela no consultório, mas ainda fica pensativo com as coisas que ela disse.
- Pera aí, eu vou ser promovida? Está falando sério? - Ela pergunta com olhos brilhando.
- Claro que sim, Laninha, eu e Liam já conversamos, pretendemos refomar o consultório, fazer um segundo andar, mais algumas salas, e você vai ocupar uma delas. - Ele responde, e os olhos dela começam a lacrimejar, ela para de fazer a bebida e abraça Harry, agradecendo efusivamente a ele. Ele abraça a menina de volta, e diz que será um prazer continuar trabalhando com ela. Quando se recupera, ela está sorrindo como uma idiota, e termina a bebida dos dois.
Talvez ela tenha colocado um pouco mais de do que normalmente se colocariam, mas segundo ela, eles tinham que comemorar. Harry apenas riu e acompanhou a menina, bebendo um pouco do seu copo e fazendo uma careta.
Estava realmente forte, mas ela bebia com tanta facilidade. Ela diz que vai procurar alguém por aí, e ele faz o mesmo.
Porém ele vai atrás dos amigos que ainda não conversou muito depois que chegou, e ela provavelmente não vai atrás de um amigo.
Ele acha Niall e Zain, e se surpreende ao ver Niall com Josh, um dos jogadores do time de Manchester. Eles estão abraçados no sofá, ao lado de Zayn. Harry se senta entre o novo casal e o moreno, e logo ele é incluído nos assuntos.
Eles conversam durante um tempo, as devidas apresentações são feitas entre Harry e Josh e eles comem e bebem mais bebidas brasileiras feitas pela caçula.
Em algum momento da festa, o número de amigos sentados no sofá aumenta, agora com os sete mais próximos, já que Lana voltou com Calvin, um outro jogador do time, enquanto as outras pessoas curtem a festa espalhados pela casa. A conversa rola solta por um bom tempo, até que Liam dá a ideia de jogarem uma mistura de verdade ou desafio e do jogo da garrafa, para relembrarem as festas da época da faculdade. Todos topam e se sentam em uma roda no chão, mas Harry diz que vai ficar de fora.
- Qual é Harry, você era o primeiro a começar o jogo. - Niall é o primeiro a protestar.
- Ele agora é do tipo madre Teresa, é da casa para o trabalho e do trabalho para casa. - Agora é a vez de Zayn, e todos riem.
- William disse que está chegando e pediu pra esperar por ele. - Calvin é quem diz dessa vez.
- Deixa o Harry então, vamos esperar ele e aí começamos. - Liam diz, e Harry ri antes de se ajeitar no sofá, agora ocupado apenas por ele.
- Ele chegou. - Calvin avisa depois de um tempo, e Liam vai abrir a porta.
E quando eles voltam, BOOM: "William" é Louis.
Harry suspira. Ele está todo de preto, com uma blusa de mangas compridas, gola alta e detalhes brancos. A calça é social, e os sapatos também. E ele está tão lindo.
Quando Harry se toca de que ele é o convidado que eles estavam esperando e que vai jogar também, ele logo muda de ideia.
- Eu vou jogar. - Ele diz se levantando do sofá e se sentando no chão, junto com as outras pessoas.
- Madre Teresa né. - Niall alfineta e todos riem, menos Louis, que dá de ombros confuso.
Louis cumprimenta todos com um "oi ooi", e todos respondem. Quando ele vê Harry ali, ele imediatamente sorri, e as ruguinhas que surgem ao lado de seus olhos deixam Louis mais lindo ainda. Harry sorri de volta, e Tomlinson se senta em sua frente.
- Como Ernest e Doris estão? - Harry pergunta realmente preocupado.
- Eles estão muito bem, na verdade. Obrigado. - Ele responde e os outros apenas observam a interação dos dois.
- Vocês se conhecem? - Liam e Calvin, os melhores amigos, perguntam ao mesmo tempo.
- Ele levou os irmãos no hospital ontem de noite e eles passaram comigo. - Harry responde.
- Calma aí, eles passaram com você? Isso quer dizer que você foi finalmente promovido? - Zayn pergunta.
- Sim, eu fui. - Harry responde com um sorriso orgulhoso.
Ele olha para Louis, e ele tem um sorrisinho de canto nos lábios, e ele silaba um "parabéns Dr. Styles." para Harry, que sorri envergonhado e devolve um "obrigado, William". Nesse momento o sorriso de Louis aumenta.
Depois de receber os parabéns das pessoas que ainda não sabiam, eles decidiram começar a jogar.
Algumas verdades, alguns desafios, todos rindo, se divertindo, bebendo, se beijando, subindo para um dos quartos para os "7 minutos no paraíso" e não voltando tão cedo, Harry fazendo body shots em uma ou duas pessoas, outras duas fazendo nele. Louis virando três shots de uma vez só...
Até que a garrafa para em Lana e Louis.
Ela pergunta.
- Verdade ou desafio?
- Desafio.
- Faz um body shot no Harry. - A caçula do grupo diz com um sorriso travesso no rosto.
Louis sorri de canto e vai até Harry, que está o encarando com desejo.
No caminho até o outro lado da roda, ele pega sal, limão e a tequila.
- Preciso que você se deite, curly boy. - Ele diz quando se agacha atrás de Harry e sorri quando vê os pelos da nuca de Styles se arrepiarem.
Harry se vira para Louis e se deita abrindo as pernas. William se encaixa no meio delas, e quando leva o limão e o sal para a parte superior do corpo de Harry, faz seus membros se esbarrarem de propósito, obrigando o mais novo a morder os lábios para não gemer com o contato.
E é nesse momento que ele sabe que vai ficar duro.
Louis lambe e chupa o pescoço de Harry, que entreabre os lábios e geme baixinho. Louis coloca o sal onde molhou com a saliva, e deixa o limão na boca de Harry, que o morde com força, mas com jeito para não amargar sua boca.
Os outros body shots que foram feitos nele foram em suas clavículas, mas Louis passa direto por elas. Quando ele vê que a calça de Harry cobre o umbigo do cacheado, ele volta para cima, e para ao lado de um dos ouvidos de Styles.
- Eu posso fazer no seu umbigo ou você prefere na clavícula? - Ele pergunta e tira o limão da boca de Harry para ele poder lhe responder.
- Você pode, William. - Ele responde baixo no ouvido do moreno, e dessa vez ele é quem sorri quando vê os pelos arrepiados de Louis.
O limão volta para a boca do cacheado, e Louis volta a descer para a cintura dele. Suas mãos vão para o botão da calça e o tiram de sua casa, e nessa hora um sinal vermelho começa a soar dentro de Harry.
Louis possivelmente verá sua calcinha. Porém ele percebe que é tarde demais para voltar atrás quando sente Louis baixando uma parte do zíper da sua calça e separando os lados para ter acesso ao seu umbigo.
E ele tem certeza que Louis viu, quando ele fechou uma parte do zíper e depois olhou em volta.
A roda inteira olha para eles, mas ninguém parece ter notado além de Louis, que enquanto sobe o zíper, esbarra sua mão no pau de Harry, que morde com mais força o limão em seus lábios.
Quando ele olha para Louis, não encontra o azul marcante de suas írises.
Ele encontra o cinza.
Ele encontra a luxúria.
Ele encontra o desejo.
Ele encontra fome nos olhos do moreno.
Suas pupilas se dilatam de uma forma surpreendente. Os olhos se reviram. Um gemido é abafado pelo limão em seus lábios.
Louis derrama a tequila em seu umbigo, e seus curtos pelos que ficam por ali se arrepiam.
Louis lambe o sal, bebe a tequila e sobe para os lábios de Harry. Ele morde e chupa o limão e uma de suas mãos o puxa depois. Ele chupa os lábios de Harry e depois se afasta.
Ele leva seus lábios de encontro a uma das orelhas de Harry, morde o lóbulo e sussurra para ele o quão lindo e gostoso ele fica de calcinha.
Harry tem que morder seus lábios mais uma vez para prender outro gemido. Louis deixa um selinho nos lábios de Harry enquanto ele fecha o resto do zíper e o botão da calça do mesmo. Ele se ajoelha no chão e ajuda o cacheado a se sentar novamente, e ele se ajeita de modo que sua ereção não fique tão aparente. Por Tomlinson estar de preto, é mais fácil de disfarçar e eles tem sorte de que todos estão muito atordoados para prestarem atenção em seus paus.
- Acho que todos concordamos que essa foi a melhor rodada do jogo. - Alguém diz, acordando os outros participantes de seus transes.
- De nada. - A caçula diz e eles riem.
O jogo volta a rolar normalmente, mas Louis e Harry não se envolvem em mais rodadas, além da que Louis manda Lana e Calvin para um "7 minutos no paraíso".
Eles ficam aliviados por não terem que fazer mais nada durante o decorrer do jogo, mas essa paz não dura muito tempo.
A garrafa para em Louis e Zayn.
Malik é quem pergunta. E Louis sabe que ele vai aprontar algo pelo sorriso travesso em seus lábios. Eles se conhecem há muito tempo para ele saber que sim.
- Verdade ou desafio?
Louis apenas para e pensa. Revelar algum segredo seu não é uma boa opção, então assim como praticamente todas as pessoas da roda, escolhe o desafio.
- Desafio.
- Boa escolha William. - Ele diz sorrindo. Sorrindo demais. - Normalmente são só sete minutos, mas dessa vez eu quero meia hora. - Louis se arrepende de ter pedido desafio. - Meia hora no paraíso com o Styles. - Louis sente o arrependimento se esvair de seu corpo assim que olha para Harry.
Ele tem os olhos um pouco arregalados e as bochechas coradas, mas logo um sorriso brotou em seus lábios. E Louis soube que aqueles 30 minutos seriam muito bem aproveitados.